Tokio Marine reforça estrutura para crescer no segmento de Pessoas

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Atenta ao potencial do mercado de Seguros de Pessoas, a Tokio Marine Seguradora pretende se consolidar como referência no segmento e alavancar as vendas da carteira que inclui os produtos Simples Vida Empresa, Vida em Grupo e PME Vida em Grupo. Para isso, criou a Superintendência Nacional Comercial de Vida, sob o comando de Marcos Kobayashi, que se reportará ao Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues.

“Com a nova estrutura, a perspectiva da Companhia é crescer acima da média de mercado, com uma meta de 14% já para este ano. A médio e longo prazo, queremos estar entre as cinco maiores seguradoras independentes de Vida em Grupo e figurar entre as dez maiores seguradoras de Pessoas do País até 2018”, afirma o novo Superintendente Marcos Kobayashi.

Entre os canais de distribuição, a companhia mantém 14 gerentes comerciais de Vida alocados estrategicamente em todo o País, atuando como consultores na venda dos produtos. Esses profissionais oferecem apoio técnico e comercial e promovem, periodicamente, uma série de treinamentos com os Corretores para divulgar os diferenciais e serviços disponíveis no portfólio da empresa. “A missão destes especialistas é apresentar as vantagens dos nossos produtos e oferecer as melhores soluções de acordo com as necessidades de nossos Parceiros de Negócios”, destaca Kobayashi.

Segundo dados da SUSEP, o seguro de Pessoas movimentou de janeiro a novembro do ano passado cerca de R$80 bilhões em prêmios, incluindo Pessoas Coletivo, Pessoas Individual e VGBL, o que representa um crescimento de quase 20% em relação ao mesmo período do ano passado. “No seguro coletivo, atual foco da Tokio Marine, a atual situação de baixo nível de desemprego no Brasil e o crescimento da quantidade de empresas, especialmente no segmento PME, são oportunidades que vêm impulsionando o crescimento da Indústria de Seguros. Temos absoluta confiança de que aumentaremos nossa participação neste mercado”, conclui o Superintendente.

Susep promete regulamentar assessorias

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A Superintendência de Seguros Privados (Susep) vai editar norma visando a regulamentar as assessorias de seguros. O compromisso foi firmado pela diretoria da autarquia em conversas com lideranças do mercado. “É uma excelente notícia, que esperávamos há muito tempo”, comemora o presidente da Associação das Assessorias de Seguros do Rio de Janeiro (Aconseg-RJ), Olivio Américo, que participou de reuniões no órgão regulador para tratar do assunto e que agradece o empenho do presidente licenciado da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), deputado Armando Vergílio, para que esse objetivo fosse alcançado. “A atuação dele nas reuniões com a Susep foi decisiva”, acrescenta.

A promessa feita pela Susep surgiu após três encontros entre Olívio Américo, Armando Vergílio, outras lideranças do setor e dirigentes da autarquia. No primeiro momento, a maior preocupação era referente aos possíveis efeitos da Resolução 297/13, do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que regulamenta a figura do agente e que fazia referência em apenas um artigo às assessorias de seguros.

Olívio Américo explica que, pela interpretação inicial da própria Susep, os donos de assessorias não poderiam mais comercializar apólices de seguros, o que provocou um rebuliço no mercado, uma vez que boa parte desses empresários é formada por corretores em plena atividade. “Conseguimos reverter esse quadro, com a retirada da referência às assessorias na Resolução 297/13 e com o compromisso da Susep de aprovar nova norma, regulamentando a nossa atividade”, observa o presidente da Aconseg-RJ.

Olívio Américo, que foi reeleito há dois meses, pretende marcar a nova gestão com a realização de inúmeros encontros com personalidades do mercado para discutir temas de interesse das assessorias de seguros, além de oferecer às associadas diferentes cursos. “Teremos muitas novidades em breve”, promete o presidente da Aconseg-RJ. Ele acredita que os donos de assessorias devem aproveitar esses eventos com os seguradores para consolidarem a boa imagem desse segmento, que já responde por mais de 85% da produção total do mercado do Rio de Janeiro, na carteira de automóveis.

Na avaliação de Olívio Américo, é fundamental também que seja aumentada a participação das assessorias, através dos seus corretores de seguros, em outros ramos de seguros importantes, como o residencial, por exemplo. “Hoje, apenas 3% desses negócios passam pelas assessorias. É hora de mudar esse quadro”, enfatiza. Atualmente, a Aconseg-RJ congrega mais de 30 assessorias, às quais estão cadastrados cerca de 7 mil corretores de seguros, o equivalente a 70% do número de profissionais em atividade no Rio de Janeiro.

Até maio, Capitalização pagou R$ 4,2 milhões em sorteios por dia útil

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A FenaCap (Federação Nacional de Capitalização) consolidou as informações relativas ao desempenho do setor nos cinco primeiros meses do ano. Foram pagos R$ 440 milhões em prêmios no período, 12,3% a mais do que nos mesmos meses de 2013. Isso equivale ao pagamento de R$ 4,2 milhões em prêmios, por dia útil, a clientes de títulos de capitalização sorteados.

As provisões técnicas – valores acumulados pelos clientes que serão devolvidos sob a forma de resgates – atingiram R$ 27,9 bilhões, avanço de 17,7%. Até maio, o setor injetou na economia R$ 6 bilhões em resgates finais e antecipados, 17,2% a mais do que no ano passado. “Boa parte dos clientes utiliza esses recursos resgatados para aquisição de novos títulos”, diz Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap, dizendo que isso contribui também para a manutenção do crescimento.

Segundo ele, o faturamento das 17 empresas associadas à Federação atingiu R$ 8,7 bilhões, um aumento de 11,3% se comparado ao mesmo período de 2013. Os estados que mais contribuíram para esse resultado foram: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, nesta ordem.

“O setor vem mantendo um ritmo continuado de crescimento e isso sinaliza que os títulos de capitalização vem se consolidado como instrumento para formação de reservas, impulsionado pelo indiscutível atrativo dos sorteios”, assinala Marco Barros. “Afinal, R$ 4,2 milhões em prêmios por dia útil é um valor muito expressivo, sendo que, muitas dessas premiações, individualmente, podem alcançar cifras na casa dos milhões, mudando o patamar de vida dos contemplados”.

Marco Barros salienta, no entanto, que o que motiva a aquisição dos títulos de capitalização, além da necessidade de economizar, é a possibilidade real de realizar projetos pessoais, tais como a viagem de férias com a família, a troca do carro, a festa de casamento da filha, ou seja, tudo aquilo que exige disciplina e planejamento para se concretizar. “Esse é o grande mérito do produto, ajudar as pessoas a planejar e organizar melhor as finanças com vistas a atingir um objetivo de médio ou longo prazo”, conclui.

Aon lança estudo que avalia os riscos para se realizar negócios em 163 países

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Com o objetivo de ajudar as empresas na avaliação de investimentos em outros países, a consultoria e corretora de seguros Aon acaba de lançar um estudo que mensura os riscos para se realizar negócios em 163 países. O Mapa Mundial de Riscos Políticos aborda os riscos legais e regulatórios, de movimentação de recursos, interferência política, violência e quebra de cadeia de suprimentos das nações.

O estudo deste ano demonstra uma tendência de piora para os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e, no caso do Brasil, essa expectativa está diretamente associada ao cenário atual de desaceleração econômica. Segundo Keith Martin, consultor de comércio e investimento internacional da Aon, a pesquisa mostra o País com uma queda em relação a edição anterior, o que demonstra uma preocupação com as melhorias que são necessárias em infraestrutura para continuar a crescer. “Temos as eleições se aproximando e, independentemente de quem seja eleito, a questão é que o País tem que ser capaz de fazer as reformas necessárias para voltar a ter um crescimento sustentável”, afirma.

De acordo com Keith, muitos países estratégicos para aporte de capital para investimentos de empresas brasileiras no exterior apresentam cenários que merecem maior cautela. “Há uma série de questões políticas e econômicas que devem ser bem avaliadas. Alguns países vêm atravessando certas dificuldades, e podem não ser tão atraentes. Muitas vezes, países tomam iniciativas para proteger suas economias, e acabam desestimulando o ingresso de investimentos”, explica.

Para Marcelo Homburger, vice-presidente executivo da unidade de riscos e seguros da Aon, cada vez mais as empresas procuram avaliar os riscos de se investir em determinado local antes da tomada de decisão, e esse mapeamento é um bom material de apoio para o crescimento de companhias brasileiras no exterior. “Esse tipo de consultoria ajuda muito na montagem dos planos de negócios das empresas em mercados internacionais. Muitas vezes há riscos que não são perceptíveis, mesmo em economias e países que possuem uma graduação positiva”, explica. “O mapa dá uma boa visão geral, mas não substitui uma análise mais detalhada, que pode inclusive ter como resultado decisões de mitigação de riscos, como por exemplo a contratação de seguro de riscos políticos”, complementa.

Ainda de acordo com Homburger, a piora na avaliação dos demais países dos BRICS serve como alerta para as empresas brasileiras que vêm investindo ou pretendem começar a investir em outros emergentes. “Por exemplo, a tensão política entre a Rússia e a Ucrânia, e as sanções econômicas impostas pelos países do ocidente, desencorajam investimentos na região no curto prazo”, comenta.

O Mapa Mundial de Riscos Políticos é realizado pela Aon em parceria com a Roubini Global Economics. Desde 1998, o estudo guia os investimentos de diversas companhias ao redor do mundo. A íntegra do levantamento está disponível em: http://www.aon.com/2014politicalriskmap/index.html

Liberty Seguros realiza ações educativas de mobilidade urbana durante o Football For Hope Festival da FIFA

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A Liberty Seguros participa entre os dias 7 e 10 de julho do Football For Hope Festival da FIFA, realizado na Vila Olímpica Mané Garrincha, no Rio de Janeiro. O Football For Hope permite acesso a programas que beneficiam jovens no mundo todo. O evento irá reunir delegações de jovens e crianças de projetos de vários países que recebem esse incentivo. A ideia é promover a confraternização com competições no estilo Fair Play.

Durante o evento, que é aberto ao público, a Liberty terá um estande com jogos que estimulam a educação no trânsito e a mobilidade urbana, ações que fazem parte do projeto Sinal Livre, iniciativa da seguradora que difunde boas práticas, gerando engajamento e conscientização das pessoas para uma locomoção mais segura. “Será um jogo de percurso com orientações sobre mobilidade urbana e um jogo da memória sobre o tema, além de vídeos e conteúdos sobre o Projeto Sinal Livre”, destaca Karina Louzada, superintendente de Assuntos Corporativos da Liberty Seguros.

Um painel com o jogador pentacampeão Cafu também estará disponível para quem quiser tirar fotos e divulgar nas redes sociais com a hashtag #SinalLivre. Todos que participarem dos jogos ou tirarem fotos ganharão de brinde um squeeze criado especialmente para o evento.

ACE vence disputa pela carteira de grandes riscos do Itaú por R$ 1,5 bi

A ACE Limited (NYSE:ACE) anunciou hoje que chegou a um acordo definitivo para adquirir a carteira de grandes riscos de propriedade e responsabilidade civil (P&C) da Itaú Seguros, S.A. do Itaú Unibanco S.A. por aproximadamente R$1.515 milhões (US$685 milhões). Após a conclusão da transação, a ACE, que está presente no Brasil desde 1999, será a maior seguradora de propriedade e responsabilidade civil no maior mercado da América Latina.

A área de grandes riscos de P&C da Itaú Seguros foi estabelecida em 2006 e tem sido 100% de propriedade do Itaú Unibanco, o maior banco não-governamental do Brasil, desde 2009. Em 2013, o negócio tinha cerca de 950 milhões de dólares em prêmios brutos emitidos e uma participação de mercado de 18%, tornando-se a companhia líder de P&C para o grande mercado corporativo. O negócio, que foca em uma ampla gama de coberturas patrimoniais e marítimas para grandes contas corporativas, tem cerca de 320 funcionários, uma presença de distribuição nacional e relacionamento com mais de 600 corretoras.

“O Brasil é um mercado grande e importante para a estratégia da ACE na América Latina. A adição do P&C da Itaú Seguros irá complementar e aprofundar nossa presença no Brasil de forma significativa”, disse Evan G. Greenberg, Chairman e CEO da ACE Limited. “Esta é uma ótima oportunidade de adquirir, de um dos maiores e mais conceituados bancos da região, um líder de mercado de seguros que possui linhas complementares de negócios, alcance nacional, extensa distribuição, portfólio diversificado e, sobretudo, uma equipe de gestão experiente, profissional e talentosa com cultura de subscrição semelhante à nossa. Estamos muito satisfeitos que eles vão se unir à ACE”.

“Sob a liderança do Itaú, o negócio de seguros de grandes riscos assumiu a liderança do mercado. Ficamos satisfeitos com a oferta bastante atraente que a ACE fez pela carteira”, afirmou Marcio Schettini, vice-presidente executivo do banco, em nota.

As operações da ACE no Brasil atualmente incluem negócios pessoais e comerciais estabelecidos de P&C , um negócio significativo de seguros de acidentes pessoais, bem como seguro de vida e resseguro. A transação, que está sujeita à aprovação regulatória, está prevista para ser concluída no primeiro trimestre de 2015 e será acrescida ao resultado imediatamente.

O Grupo ACE é uma das maiores seguradoras multilinha de patrimônio e responsabilidade civil do mundo. Com operações em 54 países, a ACE oferece seguro patrimonial e de responsabilidade civil tanto comercial como pessoal, seguros de acidentes pessoais, saúde complementar, resseguro e seguro de vida para um grupo diversificado de clientes. A ACE Limited, a empresa controladora do Grupo ACE, está listada na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE: ACE) e faz parte do índice de S&P 500. Para mais informações acesse: www.acegroup.com.

Todo mundo de olho no Itaú Unibanco hoje

O comprador da carteira de grandes riscos do Itaú deve ser conhecido hoje. Ontem, o banco divulgou novo comunicado afirmando que a venda da operação de seguros de grandes riscos da companhia será fechada por cerca de R$ 1,5 bilhão, acrescentando que o contrato definitivo deverá ser assinado até o fim desta semana.

CNseg firma Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério da Justiça

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A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), representada por seu presidente, Marco Antonio Rossi, e o Ministério da Justiça, comandado pelo ministro José Eduardo Cardozo, assinaram hoje, em Brasília, um acordo de cooperação técnica com o objetivo de formalizar uma articulação interinstitucional e multidisciplinar no setor para desenvolver, consolidar e difundir procedimentos, mecanismos, instrumentos e métodos alternativos de solução de conflitos (MASC).

O intuito do acordo é promover a prevenção e a redução dos litígios e contribuir para a celeridade e a efetividade dos direitos e garantias fundamentais. A ação faz parte da Estratégia Nacional de Não Judicialização (Enajud), lançada em junho.

O documento também prevê que todas as empresas associadas às Federações que compõem a CNseg – Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg); Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi); Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde); e Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) – poderão aderir ao Acordo mediante termo específico.

Durante a cerimônia, que foi realizada na Sala de Retratos do ministério da Justiça, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif) também aderiram à Estratégia Nacional de Não Judicialização.

Brasilprev divulga perfil dos planos de previdência contratados por pais e mães

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A Brasilprev, uma das maiores empresas de previdência privada do país, divulga um estudo feito a partir de sua base de 1,70 milhão de clientes em todo o Brasil. O levantamento revela o perfil de pais e mães que presenteiam seus filhos com planos de previdência com o objetivo, sobretudo, de proporcionar boas condições para a educação deles no futuro.

Entre os planos para menores contratados por pais e mães, 61% são da modalidade VGBL, indicada para as pessoas que fazem a declaração de imposto de renda no modelo simplificado, são isentas ou já usufruem da dedução fiscal de 12% do PGBL. Além disso, a maioria, 52%, optou pela tabela regressiva do Imposto de Renda, o que demonstra a intenção de manter o foco no longo prazo.

Ainda segundo o levantamento, 61% dos pais que investem em previdência para os filhos são casados, 31% são solteiros, 6,5% divorciados e 1,3% viúvos. A idade média destes responsáveis financeiros no momento da contratação do plano é de 38 anos, enquanto a dos beneficiários é de seis anos.

Geograficamente, 43% dos clientes Brasilprev Júnior estão no Sudeste, 21% no Nordeste, 20% no Sul, 10% no Centro-Oeste e 5% no Norte.

Educação é o foco de contratantes

O estudo também revelou as principais características dos produtos contratados para crianças e adolescentes, bem como os motivos que influenciam a opção por esse tipo de investimento. Na Brasilprev – pioneira no lançamento de previdência privada para menores, em 1997 – 37% do total dos planos são Brasilprev Junior (nome do produto para este público), sendo que pais e mães representam 90% dos responsáveis financeiros. Depois deles, os que mais contratam são avós (6%), seguidos por tios (2%). Padrinhos e outros graus de parentesco compõem os outros 2%.

No período de abril de 2013 a abril de 2014, estes planos cresceram 2% em quantidade e 10% em reservas. Já o tíquete médio aportado teve um acréscimo de 9% no período observado, passando de R$ 109 para R$ 118. Soraia Fidalgo, gerente de Inteligência e Gestão de Clientes da empresa, comenta esta evolução. “Garantir segurança financeira para que os filhos tenham boas condições para estudar e realizar projetos no futuro faz parte das grandes preocupações de pais e mães. Muitos começam a poupar desde o nascimento da criança para que, quando o filho complete a maioridade, possa resgatar os recursos para aplicar em sua formação profissional, em um intercâmbio, entre outros projetos”, diz.

A executiva comenta, ainda, que devido ao fato de a Brasilprev ter o menor tíquete do mercado (R$ 25), a procura da classe C tem aumentado. “A acessibilidade que ganhou o produto ao longo dos anos, combinada com a ascensão de renda dos brasileiros, permite que cada vez mais pessoas tenham acesso à previdência. No que se refere aos planos voltados a crianças e adolescentes, percebe-se o desejo dos pais em oferecer um suporte para que seus filhos comecem uma vida adulta com menos dificuldades do que a que eles encontraram. Muitas vezes, inclusive, os responsáveis abrem mão de investir em si para apostar nas gerações futuras”, afirma.

Semestre foi marcado pelo pessimismo: ICSS cai em junho

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O Índice de Confiança e Expectativas do Setor de Seguros (ICSS), calculado a partir de pesquisa realizada pela FENACOR, caiu para 84,3% em junho, dois pontos percentuais abaixo do resultado apurado em maio, quando chegou a 86,3. Já o ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras) continuou em queda em junho, agora pelo 5º mês seguido.

Segundo o coordenador técnico do estudo, Francisco Galiza, desde que esse indicador foi criado, em 2012, esta foi a primeira vez que os fatores usados no seu cálculo (expectativa em relação ao comportamento da economia brasileira, da rentabilidade e do faturamento das seguradoras) sinalizam pessimismo, todos ao mesmo tempo. “Os percentuais apurados em junho continuam sinalizando uma preocupação crescente das principais empresas do segmento de seguros com o futuro da economia brasileira e, naturalmente, com as possíveis consequências nos seus negócios”, afirma o consultor.

Ele revela ainda que os indicadores que avaliam as expectativas das resseguradoras e grandes corretoras (ICER e ICGC, respectivamente) também permaneceram com viés negativo, tal como nos meses anteriores.