Porto Seguro impulsiona a eletrificação no Brasil com ecossistema completo de proteção para veículos e carregadores

porto seguros seguradora

por Porto

O avanço da mobilidade elétrica no Brasil está redefinindo não apenas a forma de se locomover, mas também as necessidades de proteção de consumidores, empresas e condomínios. Mais do que garantir segurança ao veículo, esse novo cenário exige soluções que acompanhem toda a jornada, da recarga à infraestrutura envolvida.

Atenta a essa transformação, a Porto Seguro consolida sua atuação no segmento com um portfólio completo de seguros voltados a carros elétricos e híbridos. A companhia reúne soluções que vão do seguro auto a proteções para residências, condomínios, empresas e equipamentos, além de lançar, recentemente, um seguro específico para carregadores elétricos, ampliando o cuidado com a mobilidade sustentável no país.

Seguro Auto

O Seguro Auto da Porto Seguro acompanha as particularidades dos veículos eletrificados, com coberturas e serviços específicos para esse público. Entre os destaques estão:

  • Cobertura para cabos de carregamento, com indenização vinculada à cobertura de casco, desde que seja um item de série, e a proteções adicionais em casos de danos, roubo ou furto;
  • Assistência 24h, inclusive em situações de falta de bateria, com remoção e transporte; 
  • Cobertura para incêndio e responsabilidade civil, incluindo ocorrências durante o processo de recarga; 
  • Serviços adicionais, como recarga gratuita em centros automotivos da companhia. 

Seguro Residencial

Com o crescimento da recarga domiciliar, o Seguro Residencial passa a desempenhar papel central na proteção da mobilidade elétrica dentro de casa. A solução contempla:

  • Cobertura para o imóvel e Carregador Elétrico: Em caso de incêndio e/ ou explosão, danos elétricos, alagamento, desmoronamento ou vendaval, impacto de veículos.
    Cobertura para o Veículo do Segurado: Em caso de incêndio, oferecemos garantias para danos aos veículos sem seguro específico de automóvel e estacionados na residência segurada, com indenização limitada a R$ 50 mil no produto Habitual e R$ 100 mil no Premium.
  • Cobertura para Terceiros: Em caso de incêndio provocado pelo uso do carregador, e propagado ao imóvel, oferecemos coberturas para garantir os danos corporais e materiais a terceiros na cobertura de Responsabilidade Civil Familiar, sob contratação adicional.

Seguro Condomínio e Empresarial

Em ambientes coletivos, como condomínios e empresas, a instalação de carregadores exige proteção adequada tanto da infraestrutura quanto dos usuários. Nesse contexto, a Porto Seguro oferece:

  • Cobertura para imóvel e carregadores elétricos em casos de incêndio e/ ou explosão, danos elétricos, alagamento, desmoronamento ou vendaval;
  • Cobertura para veículo de Terceiros sob a guarda do segurado no Produto Empresa e para os Veículos de Condôminos no Seguro Condomínio. Danos aos veículos em caso de incêndio ou explosão que estarão amparados na cobertura de RC Guarda de Veículos de Terceiros Simples ou Ampla.

Seguro para carregadores elétricos

Como parte da evolução do portfólio, a Porto lançou um seguro específico para carregadores elétricos, atendendo tanto pessoas físicas quanto jurídicas. O produto foi desenvolvido para preencher uma lacuna do mercado e proteger um dos principais pilares da mobilidade elétrica.

A solução contempla equipamentos AC e DC instalados em residências, condomínios e empresas, com coberturas que incluem:

  • Danos físicos causados por incêndio, explosão, impacto de veículos e eventos climáticos; 
  • Danos elétricos e subtração do equipamento; 
  • Responsabilidade civil por danos a terceiros e veículos durante a recarga; 
  • Cobertura opcional para o período de instalação, antes mesmo da operação do equipamento. 

Com esse conjunto de soluções, a Porto Seguro reforça seu posicionamento como uma empresa preparada para acompanhar as transformações da mobilidade, oferecendo proteção integrada para todas as etapas do uso de veículos elétricos e híbridos, do carregamento à circulação. O movimento reforça também o compromisso da companhia em estar ao lado do cliente em todas as fases da mobilidade, com soluções que combinam tecnologia, conveniência e cuidado.

Instituto de Longevidade MAG marca presença no CMO Summit 2026

 Ontem, 25, a diretora de marketing do Grupo MAG e diretora do Instituto de Longevidade MAG, Simone Cesena, participou do CMO Summit 2026, evento que reúne os maiores nomes do marketing nacional em 02 dias. No evento, a executiva participou da mesa redonda “A Revolução Prateada: Por que o Marketing precisa parar de ignorar quem detém o PIB”, voltada a debater de que maneira a economia prateada gera impacto real na sociedade atual e o déficit nas estratégias de comunicação voltadas às pessoas 50+ nas decisões do marketing empresarial.
 

Comandado pela analista comportamental e escritora, Tati Gracia, o painel direcionou a conversa da conversão do Índice de Longevidade em estratégias reais de venda e outros temas, como a presença dos longevos no mundo digital e o impacto dessa faixa etária como parte relevante da sociedade, não apenas como números demográficos.

“Quando olhamos para a inclusão dos 50+ nas redes sociais, percebemos que essa é uma nova forma de se relacionar. O público 50+ já é digital. O grande desafio não é acesso, mas sim o letramento digital. A internet possibilita manter vínculos sociais, reduzir a solidão, estudar e vivenciar experiências, acessar serviços de saúde, ter autonomia em suas finanças e independência”, destaca Simone. 
 

Atualmente, tem havido uma grande transformação diretamente conectada às mudanças de comportamento do público 50+, que representa cerca de 24% do consumo privado no país, tanto voltadas ao consumo de mercadorias, passando por setores como beleza, saúde, moda, moradia, luxo, quanto de conteúdo digital. Esse contingente movimentou R$1,8 trilhão no ano passado e projeções apontam que até 2044 essa participação aumentará para cerca de 35%. Com renda mais estável, crescimento no engajamento digital e expectativa de vida prolongada, essa parte da população influencia mudanças, dita novas tendências e busca ser reconhecida para além da sua idade.
 

“O público 50+ no Brasil tem se transformado em protagonista econômico, deixando de ser apenas um segmento demográfico. Com influência crescente sobre tendências, decisões de compra e comportamento social. Trata-se de uma geração que não apenas consome, mas questiona, transforma e redefine o que significa envelhecer. Então a grande questão é sobre como o mercado ainda está atrasado no desenvolvimento de mais produtos, serviços, estratégias de comunicação para um público que é a base da economia brasileira e mundial”, finaliza Cesena.
 

O CMO Summit acontece entre os dias 25 e 26 de março no Expo Center Norte, em São Paulo, e reúne mais de 400 palestrantes que colocarão em destaque discussões sobre a atuação do CMO atualmente.

Setor segurador arrecada mais de R$ 760 bilhões em 2025

O mercado segurador brasileiro encerrou 2025 com desempenho positivo, segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). No acumulado do ano, o setor movimentou R$ 764,5 bilhões em prêmios de seguros, contribuições previdenciárias, faturamento de capitalização e contraprestações líquidas de saúde, resultado 1,8% superior ao registrado em 2024. No mesmo período, foram pagos R$ 548,4 bilhões em indenizações, benefícios, resgates, sorteios e eventos indenizáveis, um crescimento de 8,8% na comparação anual.
 

Esse comportamento decorre, principalmente, do desempenho dos planos de Previdência Aberta. Em 2025, as contribuições nesse segmento recuaram 20% em relação a 2024, enquanto os resgates e benefícios pagos cresceram 13,8%. Como resultado, a captação líquida foi reduzida para R$ 3,1 bilhões, queda de 94,8% em comparação com o ano anterior, quando havia alcançado R$ 60,3 bilhões. 
 

Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, destaca que entre os fatores associados a esse movimento está a incidência de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aportes superiores a R$ 300 mil em uma mesma entidade nos planos da família Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), o que influenciou o comportamento das contribuições ao longo do ano. 
 

“O conjunto desses resultados reforça a relevância econômica e social do setor segurador. Mesmo em momentos adversos e com oscilações concentradas em determinados produtos, o setor de seguros segue exercendo papel fundamental na gestão de riscos e na recomposição financeira de consumidores e empresas, contribuindo para maior estabilidade nas relações econômicas e para o funcionamento das cadeias produtivas no país”, explicou.
 

Nos demais segmentos, o desempenho foi de crescimento. Os seguros de Danos e Responsabilidades avançaram 7,5% em 2025, alcançando R$ 144,5 bilhões em prêmios, impulsionados pela maior demanda por proteção patrimonial e empresarial. Nos Seguros de Pessoas, a arrecadação cresceu 8,3%, superando R$ 78,8 bilhões. Já a Capitalização manteve trajetória positiva, com R$ 33,9 bilhões acumulados e alta de 6,0% em relação ao ano anterior.
 

O segmento de Saúde Suplementar respondeu por R$ 349,4 bilhões em contraprestações líquidas no ano, avanço de 10,8% frente a 2024. Desse montante, R$ 341,3 bilhões vieram dos planos Médico-Hospitalares (+11,0%) e R$ 8,1 bilhões dos planos Odontológicos (+3,0%). As despesas com eventos indenizáveis alcançaram R$ 282,2 bilhões, alta de 8,0%, sendo R$ 278,8 bilhões referentes aos planos Médico-Hospitalares (+8,1%) e R$ 3,4 bilhões aos planos Odontológicos (+4,9%).

MAG lança célula para atendimento de sinistros e eleva padrão de experiência em seguros  

A MAG Seguros, empresa especializada em vida e previdência com 191 anos de atuação ininterrupta, celebra os resultados obtidos com o AcolheBen, programa que oferece suporte emocional e financeiro aos beneficiários dos segurados da empresa, de sinistros oriundos de morte por acidente ou doença. No segundo semestre de 2025, a operação registrou a marca de 30 mil atendimentos realizados, obtendo 68 pontos no suporte ao cliente através da métrica de NPS, que mensura o nível de satisfação e recomendação do consumidor. 

O AcolheBen tem o objetivo de auxiliar os beneficiários, por meio de uma célula dedicada de atendimento, que oferece suporte por telefone, WhatsApp e e-mail, de maneira integrada e ágil. O beneficiário conta, logo após a ocorrência, com ferramentas que vão desde a organização da documentação para abertura do aviso de sinistro, além de atendimento psicológico e consultoria financeira. 

A construção do AcolheBen também foi marcada por uma abordagem estruturada e multidisciplinar. “Selecionamos profissionais experientes, com forte capacidade de escuta e solução. Revisitamos processos, investimos em capacitação e estamos avançando com o uso de inteligência artificial para apoiar tanto o cliente quanto o colaborador durante o atendimento”, destaca Michelle Ignacio, supervisora da célula de atendimento. 

Além da satisfação do cliente, os ganhos operacionais do AcolheBen também já são perceptíveis. O tempo médio de resposta foi reduzido para menos de 24 horas, trazendo mais agilidade e previsibilidade em um momento sensível para o segurado. No Reclame Aqui, a iniciativa possui avaliação classificada como “Ótimo” e está próxima de atingir o selo RA1000, nível máximo de excelência na plataforma. Esse desempenho se reflete na reputação da companhia, que apresenta menor volume de reclamações e alta capacidade de resolução direta. 

Para Ana Carolina Belli, gerente de relacionamento da MAG, o avanço vai além dos indicadores. “O AcolheBen representa um avanço importante na forma como nos relacionamos com nossos clientes e parceiros. Os resultados mostram que estamos no caminho certo, demonstrando que conseguimos unir eficiência operacional a uma experiência mais humana e acolhedora, fortalecendo cada vez mais a conexão entre segurado, corretor e companhia”, destaca Belli.

Susep cria grupo de trabalho e reforça debate sobre seguro catástrofe no país

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou o seguro catástrofe no centro da agenda regulatória ao instituir um grupo de trabalho de natureza consultiva para discutir e, eventualmente, propor diagnósticos e recomendações de aperfeiçoamento regulatório e legal para esse tipo de cobertura. A medida foi formalizada pela Portaria 8.493/26, publicada na terça-feira, 24 de março, no Diário Oficial da União. 

O movimento reforça a prioridade que a autarquia vem dando ao tema. Em sua página oficial sobre seguros catástrofe, a Susep informa que o assunto foi incluído no Plano de Regulação de 2026, com o objetivo de estudar possibilidades de mudanças legais e regulatórias capazes de aumentar a resiliência do país diante de catástrofes naturais. Segundo a autarquia, o grupo também funcionará como canal de interlocução e construção de consensos entre poder público, mercado e sociedade civil. 

De acordo com a norma, o GT será coordenado pelo superintendente Alessandro Octaviani e deverá apresentar, ao fim dos trabalhos, um relatório consolidado com as discussões realizadas. As reuniões poderão ocorrer de forma presencial, remota ou híbrida, e a participação será considerada de relevante interesse público, sem remuneração. Entre os integrantes estão representantes da própria Susep, de ministérios, do Tribunal de Contas da União e da Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF), além de entidades do mercado segurador, do resseguro, do meio jurídico, da academia e de setores produtivos. 

A criação do grupo ocorre em um momento em que o avanço dos eventos climáticos extremos pressiona o mercado e o setor público a buscar soluções mais estruturadas de proteção financeira. Estudo citado pela CNseg, com base em levantamento da própria Susep, aponta que o Brasil tem lacuna de proteção de até 93% para catástrofes naturais, um dos patamares mais elevados entre os mercados analisados. Na prática, isso significa que a maior parte das perdas causadas por desastres segue sem cobertura securitária. 

Nesse contexto, a CNseg passou a defender a criação de um Seguro Social Catástrofe no país, apoiado por um fundo financeiro e por mecanismos de parceria entre o setor privado e o poder público. A proposta mira sobretudo a proteção de habitações, infraestrutura urbana e respostas emergenciais em casos de inundações, secas e deslizamentos. A entidade também vem sustentando que o seguro precisa avançar de um papel restrito ao pagamento de indenizações para uma atuação mais preventiva, apoiada em inteligência de dados e em instrumentos de mitigação de riscos. 

Um dos pilares dessa agenda é o Hub de Inteligência Climática lançado pela CNseg durante a COP30, em Belém, com ferramentas voltadas ao monitoramento de riscos de inundação e à produção de informações para apoiar a precificação de riscos pelas seguradoras. A iniciativa se soma ao debate sobre a necessidade de ampliar a capacidade de resposta do mercado diante da escalada das perdas econômicas associadas a eventos extremos. 

Os números reforçam a urgência do tema. Entre 2022 e 2024, o Brasil acumulou R$ 184 bilhões em prejuízos com desastres climáticos, segundo dados divulgados no âmbito desse debate setorial, com apenas uma fração das perdas coberta por seguros. O diagnóstico fortalece a avaliação de que o país precisa combinar regulação, modelagem atuarial, dados climáticos e mecanismos de compartilhamento de risco para reduzir a vulnerabilidade financeira de famílias, empresas e entes públicos. 

O desafio, agora, será transformar o diagnóstico em propostas viáveis para ampliar a cobertura, preservar a solvência do sistema e criar instrumentos capazes de tornar o país menos exposto financeiramente aos efeitos de enchentes, deslizamentos, secas e outros desastres naturais. 

Para conferir os detalhes do GT, acessa a Portaria Susep nº 8.432/2025.

Ituran amplia serviços conectados e lança recurso de monitoramento de direção

A nova fase do Ituran Connect reúne recursos como monitoramento em tempo real, cercas virtuais, mapa de risco, alertas automáticos, histórico de rotas e suporte em casos de roubo ou furto com acompanhamento pelo aplicativo. A solução também inclui funcionalidades para veículos elétricos, como informações sobre autonomia, bateria e roteirização de recarga.

A companhia também lançou o “Resumo de Direção”, funcionalidade integrada ao pacote Platinum. O recurso detecta possíveis colisões, envia alertas ao motorista e, na ausência de resposta, aciona contatos de emergência com localização em tempo real. Também utiliza telemetria e inteligência artificial para avaliar o padrão de condução, com indicadores como acelerações bruscas, curvas perigosas, frenagens intensas e excesso de velocidade. O serviço será disponibilizado inicialmente em versão beta para 22 mil clientes selecionados, com acesso gratuito por três meses. Depois desse período, terá custo mensal de R$ 6,90.

A Ituran Global encerrou 2025 com receita de US$ 359 milhões, alta de 7% em relação ao ano anterior. O fluxo de caixa operacional somou US$ 88,6 milhões, com posição líquida de US$ 107,6 milhões. A base global cresceu com a adição de mais de 221 mil plataformas, totalizando 2,63 milhões de unidades monitoradas.

No Brasil, a empresa informou ter recuperado R$ 615 milhões em bens em 2025, elevando o total acumulado em 25 anos para mais de R$ 7,4 bilhões. A operação brasileira alcançou 800 mil veículos conectados, equivalentes a cerca de 30% da base global da companhia. No segmento de seguros, os prêmios distribuídos para seguradoras parceiras no Ituran com Seguro somaram R$ 312,7 milhões em 2025. O número de apólices emitidas superou 247 mil, com R$ 21,3 milhões em comissões pagas no período.

Na frente corporativa, a Ituran Empresas atingiu base de 6 mil clientes ativos e realizou mais de 140 mil instalações ao longo de 2025. A companhia também ampliou parcerias com montadoras, bancos e locadoras. Entre os destaques está a parceria com a BMW Motorrad e a expansão do fornecimento de tecnologia de conectividade para grupos automotivos na América Latina.

A empresa também informou avanço no desenvolvimento de soluções voltadas ao agronegócio, incluindo tecnologia híbrida com conectividade satelital para localização de máquinas em áreas sem cobertura celular.

Ivan Gontijo vai para conselho; Ney Dias assume a Bradseg e Carlos Marinelli a BradSaúde em nova estrutura de atuação

Após cinco anos na liderança do Grupo Bradesco Seguros, com uma trajetória marcada por crescimento sustentável, reconhecimento e resultados expressivos, Ivan Gontijo foi nomeado, em 10 de março, membro do Conselho de Administração do Bradesco.

“Estou honrado em ter sido eleito membro do Conselho, onde seguirei contribuindo para a continuidade dessa trajetória de excelência do Grupo, com foco em inovação, sustentabilidade e expansão da cultura de proteção no país. Sigo motivado e com a convicção de que temos bases sólidas para crescer ainda mais no futuro”, afirma Gontijo.

Para maximizar os ganhos atuais e futuros nos segmentos em que o Grupo Segurador atua, e considerando o potencial de crescimento ainda existente no mercado de Saúde e nos demais segmentos em que a Companhia já possui resultados relevantes – como Seguros de Vida, Previdência, Capitalização e Empreendimentos Imobiliários -, o Grupo passa a adotar uma nova estratégia com duas frentes distintas de atuação: BradSaúde e Bradseg.

Carlos Marinelli Bradesco Saúde

A BradSaúde, conforme divulgado no dia 27 de fevereiro, passará a consolidar todas as empresas e investimentos do Grupo no segmento de saúde, sendo formada por empresas líderes e de referência nas respectivas áreas de atuação, como Bradesco Saúde, Bradesco Saúde Operadora de Planos, Mediservice, Odontoprev, Atlântica Hospitais e Participações, Orizon, além do investimento em Fleury. Como já anunciado, esta companhia terá como CEO o executivo Carlos Marinelli (atual presidente da Bradesco Saúde e Mediservice).

Já a Bradseg concentrará todas as demais empresas e operações do Grupo, como Bradesco Vida e Previdência, Bradesco Capitalização, Bradesco Auto/Re, Bradesco Seguros, Bradescor e BSP Empreendimentos Imobiliários. A Bradseg passa a ser presidida por Ney Dias (atual diretor-presidente da Bradesco Auto/Re), sendo que cada uma das empresas que a integram mantêm as atuais estruturas organizacionais.

Rodrigo Bacellar, atual diretor-presidente da Atlântica Hospitais e Participações, passa a ser o novo CEO da Bradesco Auto/Re, sucedendo Ney Dias. Anteriormente, Rodrigo liderou outras empresas do Grupo, como Orizon e Odontoprev.

Todo o movimento foi planejado visando assegurar a continuidade e crescimento da Companhia em uma estratégia de longo prazo, alinhado às prioridades de negócio e à agenda de evolução do Grupo, objetivando manter a posição de liderança no mercado segurador brasileiro e a relevância na Organização.

Além disso, reforça o compromisso do Grupo centrado na ampliação do acesso ao seguro, no fortalecimento das relações humanas e no desenvolvimento de soluções que acompanhem os novos hábitos dos brasileiros.

O Grupo Segurador segue priorizando o corretor como principal parceiro de negócios e valorizando a escuta ativa dos clientes e a construção de um mercado mais sustentável e inclusivo.

Presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi ressalta que: “A nomeação de Ivan aporta ainda mais expertise, conhecimento e visão estratégica ao Conselho. Além de permitir que ele continue contribuindo com a trajetória de evolução do Grupo Segurador. Já o movimento estratégico criando duas frentes de atuação claras, com a BradSaúde e a Bradseg, que são dois universos distintos e que possuem grande potencial de crescimento, nos posiciona na vanguarda para aproveitar as oportunidades existentes em um mercado pujante, em que temos uma história longeva de atuação. Reforçando, ainda mais, o nosso compromisso com a Sociedade de proteger as empresas e as famílias brasileiras, da forma mais plena possível, e em toda a jornada da vida”

Seguros Unimed amplia presença no multicálculo Agger by Dimensa com vida individual

Seguros Unimed

A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, adicionou o produto Vida Individual no Aggilizador, plataforma de multicálculo da Agger by Dimensa, ampliando o acesso dos corretores ao portfólio da marca a partir de abril. O movimento visa dar mais autonomia e agilidade aos profissionais parceiros, além de reforçar a estratégia de expandir a presença da companhia onde o corretor estiver.

A Agger by Dimensa conta com uma base de mais de 16 mil clientes em todo o país e realiza mais de 1,1 milhão de cotações mensalmente, o que demonstra a importância da presença da Seguros Unimed na plataforma.

O seguro de Vida Individual foi cuidadosamente desenvolvido para proteger o segurado em vida, com coberturas como doenças graves e diária de internação hospitalar, além de garantir amparo e segurança para a família. O produto conta ainda com benefícios sem custo adicionais, como orientação financeira, orientação à vida saudável e telemedicina, agregando mais valor à proteção oferecida.

Vale destacar que todas as cotações da Seguros Unimed realizadas na Agger by Dimensa são integradas ao Calcule+, ferramenta digital desenvolvida pela seguradora para os corretores parceiros. Essa integração reforça o investimento em tecnologia e o foco da empresa em tornar o dia a dia dos profissionais que estão na ponta cada vez mais fácil.

“O Vida Individual é um produto estratégico e com foco na proteção em vida. Estar na Agger é um passo importante no nosso compromisso de oferecer agilidade e soluções adaptadas às demandas dos corretores”, afirma Rodrigo Aguiar, superintendente Comercial e Produtos da Seguros Unimed. “A inclusão de mais uma solução nossa no multicálculo garante a presença da marca onde o corretor está, e isso é fundamental para a companhia”, finaliza o executivo.

Allianz Seguros anuncia novo superintendente de Linhas Financeiras

A Allianz Seguros apresenta Rodrigo Camargo Novaes como novo superintendente de Linhas Financeiras. Ele assume o cargo a partir de 23 de março e se reportará diretamente a Mauricio Masferrer, diretor executivo de Negócios Corporativos. Com forte conhecimento técnico e visão estratégica da área, Rodrigo chega para contribuir com o avanço da companhia no segmento.

O executivo conta com sólida trajetória no mercado de seguros e resseguros, reunindo passagens por empresas como Liberty, Itaú e AIG. Em 15 anos de atuação, desenvolveu competências técnicas e de gestão, liderando frentes estratégicas de portfólio, desenvolvimento de negócios e eficiência operacional.

“Chego em um momento muito importante para a Allianz, que vem reforçando, cada vez mais, o seu apetite crescente pelo mercado de seguros corporativos voltados a médios e grandes riscos, o que inclui as linhas financeiras. Minha expectativa é atuar ativamente no fortalecimento da área por meio de soluções que apoiem os clientes com ainda mais qualidade, o relacionamento estreito com corretores e clientes e o apoio direto ao crescimento sustentável da companhia.”

Rodrigo Camargo Novaes é formado em Economia pela FEA USP e possui MBA Executivo pelo Insper.

Sobre a Allianz Seguros

No Brasil há 120 anos, a Allianz Seguros atua em Ramos Elementares e Vida e está presente em todo o território nacional, por meio de 57 filiais, além de 45 assessorias e mais de 32 mil corretores de seguros em todo o país. 

Tendo como premissa desenvolver ações de longo prazo, tanto nos seus negócios como no campo social, há mais de 30 anos um grupo de funcionários criou a ABA – Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz. Nesse período, mais de 10 mil crianças e adolescentes da Comunidade Santa Rita (zona Leste de São Paulo) foram atendidos pela ABA, por meio de atividades complementares à educação formal, como artes, esportes e inclusão digital.

A seguradora nomeia o Allianz Parque, a arena multiuso mais moderna do país. Desde sua inauguração, em novembro de 2014, já recebeu mais de 11 milhões de pessoas.

Leilão do Galeão envolve estrutura de seguros mais complexa por se tratar de concessão reestruturada

O leilão do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, marcado para o dia 30 na B3, deve movimentar o mercado de seguros com uma estrutura de garantias mais complexa do que a observada em concessões tradicionais de infraestrutura. Isso porque, segundo especialistas, a operação não envolve um projeto novo, mas a transferência assistida de uma concessão já existente, com histórico de desequilíbrio econômico-financeiro, repactuação contratual e novas bases para exploração do ativo.

“Não estamos falando de uma concessão tradicional. O que está sendo feito é a venda assistida de uma concessão já existente, com a assunção integral da concessionária e, junto com isso, todos os seus ativos, passivos e obrigações. O investidor não está entrando em um projeto novo, ele está assumindo um ativo que já teve desequilíbrio econômico-financeiro e que passou por um processo de repactuação. Isso muda completamente a lógica do risco”, afirma Fabiano Suzarte, diretor da Fator Seguradora e especialista em seguro garantia.

A avaliação é que essa característica altera não apenas a percepção dos investidores, mas também a forma de atuação das seguradoras. De acordo com Eduardo Cruci, diretor técnico da Junto Seguros, o Galeão chega ao mercado depois de uma trajetória marcada por eventos que comprometeram a modelagem original da concessão. “O caso do Galeão é emblemático”, afirma. “As características originais da concessão se mostraram inviáveis à luz do novo cenário, tanto no aspecto de modelagem financeira como de investimentos originalmente previstos.” Segundo ele, a nova estrutura de obrigações futuras e de pagamento de outorga, somada à retomada do fluxo de passageiros, ajuda a explicar o interesse dos potenciais concorrentes.

No campo do seguro garantia, dois instrumentos aparecem como centrais. O primeiro é a garantia de proposta, ou bid bond, exigida na fase do leilão para assegurar que o vencedor manterá a oferta e cumprirá as condições necessárias para assinatura do contrato. “É um risco de curto prazo, muito mais comportamental”, explica Suzarte.

Cruci observa que essa etapa serve para dar conforto ao poder concedente de que os pagamentos e as condições precedentes à assinatura do contrato serão efetivamente cumpridos. Já depois da assinatura entra a garantia de execução contratual, ou performance bond, voltada ao cumprimento das obrigações assumidas pelo concessionário.

“Essa garantia não está protegendo um contrato novo. Ela está protegendo um contrato já reestruturado, com histórico de estresse”, afirma Suzarte. Na prática, a cobertura alcança compromissos como pagamento de outorga, investimentos, operação, manutenção e níveis de serviço do aeroporto.

cruci junto seguros

Na avaliação de Cruci, é justamente aí que o seguro garantia ganha papel estratégico. “Assinado o contrato, é exigida uma garantia de concessão, voltada a cobrir todas as obrigações do novo concessionário perante o regulador, como operação, manutenção e ampliação”, afirma. “Em caso de falhas da concessionária em atender seus requisitos operacionais ou o cronograma definido de manutenção e investimentos, a apólice poderá ser chamada.”

Ao longo do processo, o risco também muda de natureza. Suzarte afirma que, na fase inicial, a análise é mais simples, mas depois passa a envolver crédito, estrutura de capital, geração de caixa, demanda e ambiente regulatório. “Na prática, o seguro garantia deixa de ser um instrumento acessório e passa a se comportar mais como uma forma de crédito estruturado de longo prazo”, afirma.

Cruci segue a mesma linha ao observar que a seguradora precisa avaliar a robustez financeira dos interessados, a experiência em concessões e a capacidade de gestão e execução. “Nossa maior preocupação em uma concessão como esta se concentra em financiabilidade e capacidade de gestão e execução”, afirma. Para ele, um interessado que não consiga comprovar esses fatores se torna um risco relevante para a subscrição.

Suzarte acrescenta que não existe underwriting padronizado para uma operação desse porte. “A análise passa essencialmente por quem é o sponsor, qual a capacidade de capital, como está estruturado o financiamento e qual o nível de ágio pago”, afirma. Segundo ele, um ágio elevado pode pressionar diretamente o fluxo de caixa e aumentar o risco futuro da concessão.

Outro ponto de atenção é o risco regulatório. No caso do Galeão, Suzarte destaca a dinâmica concorrencial com o Santos Dumont como variável capaz de afetar a demanda do ativo. Por isso, segundo ele, operações desse porte dificilmente ficam concentradas em uma única seguradora, sendo comum a montagem de estruturas com cosseguro e resseguro.

Além do seguro garantia, o futuro concessionário precisa manter um programa robusto de seguros operacionais. Entre as coberturas mais usuais estão responsabilidade civil, riscos operacionais, patrimonial e seguro de engenharia, especialmente quando houver novos investimentos ao longo da concessão.

“Uma concessão costuma ser obrigada a manter diversos seguros para proteção do ativo e dos usuários”, afirma Cruci. Suzarte ressalta que essas coberturas são fundamentais em ativos aeroportuários por serem intensivos em capital e altamente sensíveis à interrupção das operações. “Eles são fundamentais dentro dos aeroportos porque são ativos intensivos em capital e extremamente sensíveis à interrupção da operação”, afirma.

Há ainda uma camada adicional de proteção envolvendo os prestadores de serviço contratados pela concessionária, que também costumam ser obrigados a manter seguros específicos para danos e responsabilidades. Para as seguradoras, quanto mais robusta a matriz de risco e o programa de seguros exigido, maior o conforto em relação à diligência e à maturidade da concessão.

Num leilão em que o governo e o mercado observam tanto a arrecadação quanto a capacidade do futuro operador de sustentar a retomada do Galeão, os seguros aparecem não apenas como exigência contratual, mas como peça relevante da engenharia financeira e operacional da concessão. de seguros, exigida dos prestadores de serviço, sempre com o objetivo de proteger a operação”, acrescenta.