Ouvidoria da Bradesco Seguros é premiada

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A Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros foi eleita, pelo terceiro ano consecutivo, uma das 10 melhores do País – independente de segmento – na edição 2014 do Prêmio de Ouvidorias Brasil. A cerimônia de reconhecimento ocorreu nesta quarta-feira, 10 de setembro, durante o Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (CONAREC), em São Paulo. O estudo é uma idealização da Associação Brasileira de Ouvidores (ABO) e a Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente (ABRAREC) e realização da Revista Consumidor Mo derno.

“Ter a Ouvidoria reconhecida por quem trabalha com produtos sensíveis e importantes para a sociedade – como o seguro –, é algo que nos orgulha e nos encoraja a buscar, cada vez mais, ser o canal de comunicação para a defesa dos interesses daqueles que depositam a confiança em nossa Organização”, acrescenta Eugênio Velasques, Diretor-Executivo do Grupo Segurador e responsável pela Ouvidoria.

Implantada em 2003, a Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros – primeira ouvidoria a ser reconhecida pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e pela Agência Nacional de Saúde (ANS) -, completou 11 anos em 03 de setembro último. Atendendo a todos os segmentos do seguro, a Ouvidoria se transformou em um dos mais importantes canais de relacionamento das empresas que compõem o Grupo Segurador com seus clientes. Em 2011, o Grupo obteve oficialmente a certificação ISO 9001 em relação às práticas de qualidade de gestão de sue Ouvidoria, além de ser reconhecida como referência no mercado segurador.

Swiss Re promove debate sobre os desafios das catástrofes naturais

Fonte: Livia Souza – Revista Apólice

A Swiss Re promoveu na manhã de ontem (10) o seminário Respondendo ao desafio das catástrofes naturais no Brasil. Realizado no Hotel InterContinental (SP), o evento contou com a participação de profissionais do ramo de seguros e especialistas da companhia, que discutiram sobre o preparo e a conscientização do mercado e da população brasileira em relação aos alagamentos e inundações, fenômenos naturais de maior vulnerabilidade no país.

Florian Kummer, head hub P&C Underwriting da companhia na América Latina, abriu o ciclo de apresentações e afirmou que, apesar de não contribuir com o câmbio climático, o Brasil é um dos países mais afetados com as consequências. “No ano passado, de três catástrofes naturais ocorridas no Brasil, duas foram inundações. O fato de o Brasil ser tão urbanizado aumenta o risco não só em alagamentos e inundações, mas também a deslizamentos. Vale frisar que, além das pessoas que vivem nessas áreas, infraestruturas logísticas e energéticas também estão expostas ao risco”, explicou.

75% das pessoas que vivem em solo brasileiro não estão seguradas, segundo o executivo, que na ocasião também revelou dados de perdas esperadas na economia pelos fenômenos. Em 2010, por exemplo, foi registrado um prejuízo de US$ 1,4 bilhões. Já para 2030, a estimativa da sguradora é de que o número chegue a US$ 4 bilhões.

“A mudança climática não irá mudar. O que temos que mudar é a maneira de lidar com esse fenômeno por aqui, É necessário analisar a situação no Brasil para uma regulação eficiente”, disse Kummer, apontando critérios para o feito como a criação de uma grande e diversificada comunidade de risco, a precificação livre (valor de cobertura contra inundações de acordo com o risco inerente), além do diálogo e da colaboração entre governo e as indústrias de seguros e resseguros.

Já Peter Zimmerli, diretor de Perigos Atmosféricos da seguradora, lembrou os dez anos do ciclone tropical Catarina, ocorrido na costa do Brasil, e alertou para possíveis riscos de fenômenos semelhantes no local. “Ser um fenômeno raro no país não significa que nunca possa acontecer de novo”, ressaltou. O executivo apresentou os resultados obtidos por um estudo feito pelo Instituto de Ciências Atmosféricas e Climáticas (IAC), do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (Suíça), no qual a companhia também atuou como colaboradora. O documento aponta que, se o Catarina acontecesse nos dias atuais, o prejuízo econômico chegaria a US$ 0,5 bilhão.

Jens Mehlhorn, Head Underwriting LA Property & Specialy Underwriting da Swiss Re; e Charles Lutz, Senior Treaty Underwriter da companhia, conduziram a apresentação sobre o novo mapa de risco de inundação para o Brasil. Para finalizar, Fabio Feldmann, advogado e administrador que vem atuando na área de meio ambiente e desenvolvimento sustentável há três décadas como militante, parlamentar, secretário de estado e, atualmente, é consultor em temas relacionados ao tema. “Sustentabilidade é pensar em ações a médio e longo prazo. Temos que fazer um grande esforço para tornar o tema relevante no Brasil”, completou.

Ernesto Tzirulnik participa da mesa-redonda “Qualidade de Projetos Geotécnicos”

O advogado paulista Ernesto Tzirulnik, doutor em Direito pela USP, presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS) e sócio do escritório de advocacia que leva seu nome, estará neste sábado (dia 13) em Goiânia-GO para participar, como debatedor, da mesa-redonda “Qualidade de Projetos Geotécnicos”, que encerra o XVII Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (Cobramseg 2014).

Considerado um dos maiores especialistas latinoamericanos em Direito securitário, Tzirulnik advogou nas disputas judiciais envolvendo alguns dos principais acidentes geotécnicos registrados nos últimos 30 anos no Brasil, como foi a ruptura do terminal Portuário de Sergipe nos anos 1980, a do túnel sob a Avenida Santpo Amaro em São Paulo nos anos 1990, o rompimento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) de Apertadinho, em Rondônia, em 2008 e a ruptura em março de 2013 do Porto de Santana, pertencente à mineradora Anglo American, no Amapá.

Durante a mesa-redonda, o advogado Tzirulnik comentará quais os aspectos mais comuns que relacionam os fatos geotécnicos e os seguros e falará sobre a perda de qualidade apresentada pelos seguros de grandes obras no Brasil. O especialista destaca que entre 2012 e 2013, em pleno programa de aceleração de obras de infraestrutura e às vésperas da Copa do Mundo e das Olimpíadas, a comercialização de seguros de riscos de engenharia diminuiu 1,9% enquanto que a do seguro de garantia estendida (que amplia o tempo de garantia de bens de consumo) cresceu 15,2%.

Serviço

Evento: Mesa-redonda “Qualidade de Projetos Geotécnicos”, encerrando o Cobramseg 2014.

Quando: 13/9/2014 (sábado, das 15h00 às 16h30)

Local: Centro de Convenções de Goiânia – Rua 4, 1400 – Centro – Goiânia (GO)

Lar das Idosas Santa Gema Galgani receberá renda da etapa de BH do Circuito da Longevidade Bradesco Seguros

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O valor equivalente ao da renda obtida com as inscrições no Circuito da Longevidade em Belo Horizonte será destinado ao Lar das Idosas Santa Gema Galgani, fundado em 1962 pela Sociedade São Vicente de Paulo. Desde o início do Circuito da Longevidade Bradesco Seguros, em 2007, mais de R$ 2 milhões foram doados. O objetivo dessa ação é canalizar recursos para projetos que privilegiem a inclusão e o atendimento de pessoas carentes. As entidades são sempre indicadas pelas prefeituras locais.

A etapa Belo Horizonte será realizada dia 21 de setembro (domingo), na Lagoa da Pampulha, com duas modalidades de participação – uma corrida de 6 km e uma caminhada de 3 km. São esperados, ao todo, 4 mil participantes. Mais informações em circuitodalongevidade.com.br.

Circuito da Longevidade Bradesco Seguros – Etapa Belo Horizonte

Data: 21 de setembro – domingo

Local: Lagoa da Pampulha

Horário: 8h para a corrida; 9h para a caminhada

Distâncias: corrida (6km); caminhada (3km)

Entrega de kits: sábado (20/9), no local da prova, entre 9h e 17h

Avaliação física e teste da pisada: realizados gratuitamente no sábado (20/9), durante a entrega de kits, e também no domingo (21/9), até o final do evento

Informações: www.circuitodalongevidade.com.br.

BTG Pactual vê 2015 difícil para seguradoras automotivas brasileiras

Fonte: Reuters

Analistas do BTG Pactual disseram nesta quarta-feira que a rentabilidade do setor brasileiro de seguros automotivos pode enfrentar dificuldades após dois anos de melhora nos resultados devido a uma competição mais acirrada. Em nota a clientes, a equipe de analistas liderada por Eduardo Rosman diz esperar que maior concorrência pressione os índices de perdas da maioria das empresas no setor de seguros automotivos e também o retorno sobre patrimônio da líder de mercado Porto Seguro. Em menor escala, as rivais SulAmérica e BB Seguridade também devem ser atingidas, afirmaram.

O índice de perdas é uma medida do total pago e das perdas incorridas em indenizações mais despesas, dividido pelo total de prêmios recebidos. O retorno sobre patrimônio é uma medida de rentabilidade na indústria financeira que expressa quão bem é gasto o dinheiro dos investidores.

Segundo o BTG Pactual, a Porto Seguro é a companhia mais exposta ao setor de seguros automotivos no Brasil. O BTG tem recomendação “neutra” para as ações de Porto Seguro e SulAmérica e recomendação de “compra” para BB Seguridade, que gera mais de 80 por cento das receitas em segmentos com um sólido desempenho recorrente em seguro de vida, aposentadorias, títulos de poupança e taxas de corretagem.

Principais causas de perdas financeiras nos negócios vêm de encalhes de navios, incêndios, acidentes aéreos e terremotos, revela AGCS

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A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), braço de resseguros do grupo Allianz, lança o relatório Global Claims Review 2014, que destaca o aumento crescente do valor do risco em seguros industriais. No estudo, a resseguradora identifica que aproximadamente 70% dos prejuízos financeiros são gerados por dez principais causas: encalhes de navios, incêndios, acidentes de avião, terremotos, tempestades, lesão corporal, enchente, indenização profissional, defeitos de produto e quebra de maquinário.

Como base para o relatório, a AGCS utilizou informações dos 11 mil maiores sinistros de negócios que atendeu entre 2009 e 2013 em 148 países e que tiveram, individualmente, perdas acima de US$ 136.455. A análise da resseguradora confirma que o setor de óleo e gás é responsável pelas maiores perdas seguradas, com média de US$ 28,4 milhões.

De acordo com dados da indústria, as 20 maiores perdas no setor de seguros em 2013 totalizaram aproximadamente US$ 8,1 bilhões, tendo incidentes do setor de óleo e gás como os maiores prejuízos, representando 40% do total. Já em 2014, 80% das maiores perdas reportadas vieram de acidentes de aviação ou fogo, particularmente, no setor de energia.

Riscos emergentes

A tecnologia, o crescimento econômico, as mudanças climática e social e o rápido desenvolvimento legal e regulatório afetam o risco e tornam os sinistros de seguros mais desafiadores. O aumento dos riscos de catástrofes naturais e mudanças climáticas, a crescente complexidade e interconectividade dos riscos, especialmente, para interrupção de negócios, e as ameaças cibernéticas estarão entre as tendências mais relevantes de risco emergentes.

Perdas por setor:

Aviação

A melhoria na segurança aérea está fazendo as perdas globais diminuírem. No entanto, o custo dos sinistros de aviação está crescendo, impulsionado pelo uso de novos materiais e a complexidade das aeronaves. Embora os acidentes de aviação sejam as principais causas de perda, ​​em termos de número de sinistros e valor, incidentes em terra também são responsáveis ​​por uma parcela significativa de ocorrências.

Energia (Óleo e Gás)

Os custos dos sinistros de energia estão aumentando impulsionados pelos altos valores dos ativos e pela maior complexidade e interligação dos riscos. O crescimento do custo da interrupção dos negócios e riscos emergentes como ataques cibernéticos e novas tecnologias vão criar um cenário mais desafiador no futuro. Incêndio é a principal causa de perdas do setor de energia, seguido de quebra de maquinário, explosões, desastres naturais e interrupção de negócios.

Linhas Financeiras

Em muitos países ao redor do mundo AGCS está vendo um aumento nos pedidos de indenizações profissionais, que são a principal causa de perda em Linhas Financeiras. Uma tendência observada no setor é o de ações coletivas em novas áreas.

Responsabilidade Civil

Sinistros de responsabilidade estão se tornando cada vez mais complexos, caros e internacionais. Apesar de não ser em grande número, danos pessoais ou morte por negligência resultou em mais de 40% dos custos dos sinistros analisados. As reclamações de defeitos do produto estão em alta no volume, enquanto os casos de recall de automóveis se tornam mais frequentes.

Transporte

A crescente negligência da tripulação e os altos custos de remoção dos destroços têm contribuído para o aumento dos custos dos sinistros de transporte marítimo. Apesar disso, a frequência desse tipo de sinistro tem diminuído. As perdas do Costa Concórdia em 2012 levaram os encalhes de navio ao topo da lista das principais causas de prejuízo no setor, apesar desse tipo de evento ser pouco frequente. A negligência da tripulação é, muitas vezes, a razão por trás das perdas, sendo um fator potencial de mais de 60% dos sinistros ou mais de US$ 1,4 milhões.

Propriedade e Engenharia

Os custos dos sinistros estão aumentando com a tendência de valores mais altos e com os riscos cada vez mais interconectados e concentrados em áreas com exposição a perigos naturais. Segundo o relatório da AGCS, incêndio é a principal causa de perdas de propriedade, tanto pelo número quanto pelo valor, com quebra de maquinário como grande condutor de sinistros. Terremoto é a principal causa de perdas de engenharia em valor (65%), enquanto o número de erro humano ou operacional é o mais comum, gerando 30% de perdas por número.

Mercado de saúde manteve ritmo de crescimento e FenaSaúde projeta alta no número de beneficiários em 3% para 2014

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As 26 operadoras associadas à Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) totalizaram 26,9 milhões de beneficiários de planos médicos e exclusivamente odontológicos em junho deste ano, um aumento de 5,1% em relação ao mesmo mês de 2013. As afiliadas são responsáveis pela cobertura de 37,3% dos assistidos pela Saúde Suplementar, representando 2% do total de operadoras ativas no mercado.

Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) referentes a junho apontam que o número de beneficiários dos planos de assistência médica de operadoras do mercado cresceu 3,7% em relação ao mesmo período de 2013, no total de 50,9 milhões de brasileiros cobertos pelo setor privado de saúde. Na avaliação da entidade, o crescimento está dentro do esperado para o segmento, que deve fechar o ano com expansão próxima de 3%.

Nos últimos 12 meses terminados em junho de 2014, o setor de Saúde Suplementar absorveu 3,5 milhões de beneficiários – 1,8 milhões nos planos de assistência médica e 1,6 milhões nos exclusivamente odontológicos, superando 72 milhões de beneficiários. O levantamento mostra, ainda, ritmos de crescimento para os planos exclusivamente odontológicos, com expansão do número de beneficiários em 8,4% na comparação com o mesmo período de 2013, somando 21,1 milhões de pessoas.

“Este crescimento do número de beneficiários da Saúde Suplementar está relacionado à maior competição por mão de obra, o que faz com que pequenas e médias empresas passem a oferecer este tipo de benefício como forma de retenção de seus colaboradores”, explica Marcio Coriolano, presidente da FenaSaúde. De acordo com o Guia Salarial 2013, parceria da consultoria Hays com o Instituto Insper, 94,5% dos empregadores consideram os benefícios não salariais uma ferramenta importante para o recrutamento e a retenção de profissionais.

A análise da FenaSaúde aponta que as seguradoras especializadas em saúde lideraram o crescimento do mercado de planos de assistência médica, com incremento de 7,4% em junho de 2014 em relação ao mesmo período do ano anterior. Cooperativas médicas cresceram 4,6% e medicinas de grupo, 3,9%. Desde junho de 2011, as seguradoras são a modalidade de operadoras que mais avança no mercado de Saúde Suplementar.

A contratação de planos médicos individuais aumentou 2,66% em relação a junho de 2013 – a maior expansão para este tipo de plano registrada desde 2011. O número de beneficiários deste tipo de contratação é de 10,2 milhões nos planos médicos, 19,8% do total de vidas do mercado de Saúde Suplementar.

Grupo Liberty Seguros promove campanha de incentivo à venda de seguros de Vida, Prestamista e Residência

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O Grupo Liberty Seguros promove, entre os meses de setembro e outubro, as campanhas de incentivo à venda: Desafio Vida e Residência para os canais varejo e affinity e Desafio Prestamista para o canal concessionária. Os melhores corretores em cada produto em todas as filiais serão premiados com iPad mini ou Home Theater Blu-ray 3D. No total, serão mais de 300 prêmios distribuídos em todo o Brasil.

As vendas serão avaliadas pelo ranking de produção total no período e crescimento de seguros novos e renovações. “Decidimos lançar campanhas curtas e com premiação rápida, focadas em produtos e, principalmente com um modelo em que todas as filiais tivessem seus melhores corretores premiados. Nosso objetivo é aumentar as vendas e reforçar não só o nosso portfólio de produtos, mas também o dos corretores”, comenta Marcos Machini, vice-presidente Comercial da Liberty Seguros.

Porto Seguro lança serviço de Motorista da Vez para segurados de Curitiba

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A recomendada prática de escolher um motorista que dirija pelo grupo de amigos após o happy hour, uma festa, jantar ou outras ocasiões, inspirou a criação de um benefício do Porto Seguro Auto. O serviço de “Motorista da Vez” oferece aos segurados de Curitiba a comodidade do atendimento de profissionais que vão buscar o cliente e seus acompanhantes. Todos são levados, em segurança, para a residência do segurado.

A iniciativa do Porto Seguro Auto tem como objetivo proteger o cliente dos riscos a que expõe a si e a outras pessoas, se dirigir após o consumo de bebida alcoólica. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 95% dos acidentes de trânsito no País são causados por falha humana, o que inclui as ocorrências provocadas pela combinação entre álcool e direção.

Outra finalidade do serviço é evitar que o segurado tenha problemas com a Lei Seca. Ainda conforme números da PRF, em 2013 foram registradas nas rodovias brasileiras mais de 38 mil infrações cometidas por motoristas que dirigiam alcoolizados. O crescimento foi de 20% em relação a 2012.

Segundo Marcelo Sebastião, diretor de Auto da Porto Seguro, o serviço de Motorista da Vez também possui proposta educativa em relação à segurança ao volante. “Muitas vezes, são necessárias iniciativas concretas para colocar em prática conhecimentos que as pessoas já têm. Ao oferecer esse benefício aos nossos segurados, queremos facilitar a adoção de um comportamento que ajuda a evitar acidentes e outros problemas”, comenta.

Como funciona

O Motorista da Vez está disponível para segurados Porto Seguro Auto de todo o País. Clientes com a cláusula de serviços Porto Socorro Completo podem fazer duas solicitações durante a vigência do seguro. Já os segurados com Porto Socorro Mais contam com seis atendimentos.

As solicitações são feitas pela Central de Atendimento 333-PORTO (o mesmo que 333-76786), nas opções 2 e 2. O segurado pode, inclusive, agendar o horário em que o “motorista da vez” deverá ir buscá-lo.

O serviço é feito por dois profissionais, que vão até o local do atendimento em pickups*. Um dos motoristas leva o carro do segurado e seus acompanhantes até a residência do cliente. O outro acompanha o trajeto.

Mais informações sobre o Motorista da Vez podem ser consultadas no site www.portoseguro.com.br/motoristadavez

* Consulte regiões onde o atendimento é feito por pick-up.

HSBC divulga nova edição da pesquisa sobre aposentadoria

Saiu a pesquisa mundial do HSBC sobre o tema. O jornal Estado de São Paulo antecipou os dados do estudo. Segundo reportagem publicada na edição do dia 10 de setembro, a nova pesquisa revela que os pais brasileiros são os que menos poupam para a educação dos filhos. O levantamento global do banco HSBC realizado em 15 países apontou que apenas 42% dos entrevistados do Brasil economizam dinheiro para os estudos dos filhos. O resultado brasileiro ficou bem abaixo da média global, que é de 64%.

Veja abaixo a íntegra da reportagem divulgada no jornal O Estado de S. Paulo.

Os pais brasileiros são os que menos poupam para a educação dos filhos. Um levantamento global do banco HSBC realizado em 15 países apontou que apenas 42% dos entrevistados do Brasil economizam dinheiro para os estudos dos filhos. O resultado brasileiro ficou bem abaixo da média global, que é de 64%. Em países asiáticos, onde a cultura da poupança é maior, a economia para a educação dos filhos chega a 85% na Malásia, 81% na China, 81% em Hong Kong e 80% em Cingapura.

O grande fator que explica a baixa poupança dos brasileiros para a educação é a falta da cultura do planejamento de investimentos para o longo prazo. Por muito tempo, a economia brasileira viveu a cultura do juro real (descontado a inflação) elevado, o que mantinha o investidor na zona de conforto e não estimulava a diversificação nos investimentos. A taxa de juros brasileira ainda é alta comparada ao resto do mundo, mas está num patamar mais baixo para o histórico da economia brasileira.

“O custo de oportunidade (com a alta de taxa de juros) atrapalhava a diversificação”, afirma Augusto Miranda, diretor de Gestão de Patrimônio do HSBC. “Um segundo ponto que também pesava era a falta de conhecimento dos produtos. Existiam alguns mitos no cenário de investimento brasileiro. Um dos exemplos é que não se deve aplicar em produtos sem liquidez. A gente ainda tem essa ideia no País, mas cada vez menos”, afirma Miranda. Sem uma poupança expressiva, a maioria dos pais (71%) afirma ter a renda atual como principal fonte para pagar os estudos.

O fato de o brasileiro poupar pouco para a educação dos filhos não significa que ele não dê importância ao ensino. No Brasil, de acordo com o levantamento do HSBC, 83% acreditam no investimento para todas as áreas da educação (fundamental, médio e graduação/pós-graduação). O País só ficou atrás da Índia (90%), Estados Unidos (89%), China (87%) e Indonésia (86%).

Como consequência da baixa poupança, os pais brasileiros são os que mais lamentam não terem guardado dinheiro para a educação dos filhos. Pelo levantamento, 39% dos entrevistados no País lamentam não terem guardado recursos suficientes. Na sequência, apareceram a Índia (34%) e a China (30%). A média global para esse indicador foi de 22%. “Muitas vezes, no dia a dia, as pessoas vão pagando com a renda. Esperam receber o salário e aí fazem o pagamento, e todo mundo fica com o sentimento de que gostaria de ter planejado melhor”, diz Miranda.

A pesquisa também apurou que apenas 7% dos brasileiros acreditam que os filhos podem ajudar a custear os estudos. O resultado brasileiro ficou abaixo da média global (8%) e foi muito inferior ao apurado em outros países, como Taiwan (28%), Estados Unidos (25%) e Reino Unido (19%). “Como o brasileiro enxerga que o filho pode ajudar menos a custear os estudos, os pais deveriam começar a se planejar mais cedo”, diz o diretor do HSBC. A pesquisa foi realizada com 4.592 pessoas. As entrevistas online foram realizadas em dezembro de 2013 e janeiro de 2014 ,com pais que têm pelo menos um filho com menos de 23 anos de idade.