Mercado segurador deve crescer 8% em 2014, segundo Galiza

O consultor Francisco Galiza está prevendo que o mercado segurador vai crescer na casa de um dígito em 2014. “Pelas previsões atuais, estimamos uma variação anual total de receita de seguros de 8%, de 2013 para 2014, de R$ 296 bilhões para R$ 320 bilhões. Ou seja, pela trajetória das variáveis, será muito difícil ultrapassar o patamar de 10% nesse exercício. Um aspecto positivo é que, em setembro, os indicadores de confiança do setor já diminuíram um pouco a sua taxa de decréscimo, sinalizando talvez uma acomodação, levando esses 8% a ser um patamar mínimo possível”, afirma em sua análise.

Veja mais no link

http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/cartaconjuntura6.pdf

Agenda: Fórum de Inovação em Seguros acontece na FGV dia 17 de setembro

forum inovacaoMais informações no link do evento:

http://www.fgv.br/dcm/mkt/mktg/2014/fi/inovacao_seguros/

CPES planeja gerar novos conhecimentos de seguros

claudio contadorFonte: CNseg

O Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), recém-criado pela Escola Nacional de Seguros, planeja gerar novos conhecimentos para a indústria de seguros, por meio de pesquisas, inclusive com adaptações de inovações vindas do exterior, ficando o comando do órgão aos cuidados do diretor Claudio Contador.

O CPES irá promover atividades acadêmicas complementares e de suporte às já desenvolvidas pela Instituição. “O Centro será um gerador de conhecimento, funcionando nos moldes de núcleos bem-sucedidos instalados em universidades de grande porte no Brasil e no exterior, públicas e privadas, e que se tornaram, com o tempo e maturação, polos de excelência”, explica o presidente da Escola, Robert Bittar.

Desde já, o CPES incorpora as atividades desenvolvidas pela Escola nas áreas de Pesquisa, Publicações e Administração de Dados Mercadológicos. Para obtenção de know-how e expertise do exterior, será estreitado o relacionamento com os parceiros internacionais com os quais a Escola já mantém acordos de cooperação técnica. “A tendência é que o número de parcerias aumente à medida que o Centro se desenvolva”, acrescenta o diretor executivo da Escola, Renato Campos.

Claudio Contador declara que o propósito do presidente Robert Bittar, ao criar esta nova área, é dotar o mercado brasileiro de seguros de novos conhecimentos e tecnologias, e, principalmente, fazer da Escola Nacional de Seguros um ponto de convergência das inteligências e estudos que abordam grandes temas de interesse da sociedade e que possuem uma correlação direta com os riscos assumidos pela indústria de seguros. “Iniciaremos nossos trabalhos por temas de grande interesse do mercado de seguros na atualidade, como os riscos advindos das mudanças climáticas, a mortalidade no trânsito e os novos aspectos da demografia brasileira, a fim de compilar e gerar novas informações, que serão distribuídas em forma de subsídios à melhor precificação do setor”, avalia Contador. “Futuramente, novos temas serão incorporados de acordo com as demandas do mercado”, finaliza.

Para o lugar de Contador, a Escola anunciou a contratação do professor Mario Pinto, que assume a Diretoria de Ensino Superior da instituição. Mestre e doutor em Administração pela PUC-Rio, Mario ficará responsável pelos cursos de graduação, pós-graduação e extensão. “Chego muito motivado e pretendo contribuir para ampliar a oferta de programas educacionais sobre Seguros e temas afins na área de ensino superior”, disse o novo diretor.

Com isso, a Escola busca dar maior foco às áreas de Pesquisa, Publicações e Administração de Dados Mercadológicos, inclusive com o estreitamento do relacionamento com os parceiros internacionais com os quais já mantém acordos de cooperação técnica. “Com a decisão de separar as áreas de Ensino Superior e de Pesquisa, tenho convicção de que vamos ampliar e otimizar nossa atuação em cada uma delas e, como consequência, entregaremos soluções mais segmentadas, contribuindo de maneira ainda mais efetiva para a qualificação dos profissionais do nosso setor”, explica Bittar.

Morre João Alzani Filho, fundador e presidente da corretora Vila Velha

lutoFaleceu nesta sexta-feira pela manhã João Alzani Filho, fundador e presidente da corretora Vila Velha Seguros, uma das mais tradicionais do Brasil. O velório será realizado hoje no Funeral Home, a partir das 19 horas, na Rua São Carlos do Pinhal, 376, Bela Vista, São Paulo. O sepultamento será neste sábado, as 15 horas, no cemitério de Congonhas, na rua Ministro Álvaro de Souza Lima, 101.

Segundo comunicado do grupo para parceiros e clientes, a família afirma o compromisso de continuar honrando o legado construído por um executivo tão dedicado. “Seus ideais estarão sempre conosco, assim como sua obstinação em alcançar a excelência em tudo que fazia”.

Fundada em 1975, a Vila Velha Seguros é hoje uma das maiores corretoras de capital nacional do Brasil. Oferece seguros e serviços em diferentes segmentos do setor, entre eles: Vida, Saúde, Condomínio, Automóvel, Residencial, Fiança Locatícia, Empresarial, Previdência, Riscos de Engenharia entre outros. Conta com mais de 450 colaboradores em seu escritório em São Paulo e mantém parceria com as principais seguradoras e prestadoras de serviços do Brasil.

Atualmente, o grupo tem cinco empresas: a corretora de seguros, a Vila Velha Serviços, o Instituto Vila Velha, Sweet Home Cartões e Agropecuária Vila Velha.

Ouvidoria da Bradesco Seguros é premiada

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A Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros foi eleita, pelo terceiro ano consecutivo, uma das 10 melhores do País – independente de segmento – na edição 2014 do Prêmio de Ouvidorias Brasil. A cerimônia de reconhecimento ocorreu nesta quarta-feira, 10 de setembro, durante o Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (CONAREC), em São Paulo. O estudo é uma idealização da Associação Brasileira de Ouvidores (ABO) e a Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente (ABRAREC) e realização da Revista Consumidor Mo derno.

“Ter a Ouvidoria reconhecida por quem trabalha com produtos sensíveis e importantes para a sociedade – como o seguro –, é algo que nos orgulha e nos encoraja a buscar, cada vez mais, ser o canal de comunicação para a defesa dos interesses daqueles que depositam a confiança em nossa Organização”, acrescenta Eugênio Velasques, Diretor-Executivo do Grupo Segurador e responsável pela Ouvidoria.

Implantada em 2003, a Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros – primeira ouvidoria a ser reconhecida pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e pela Agência Nacional de Saúde (ANS) -, completou 11 anos em 03 de setembro último. Atendendo a todos os segmentos do seguro, a Ouvidoria se transformou em um dos mais importantes canais de relacionamento das empresas que compõem o Grupo Segurador com seus clientes. Em 2011, o Grupo obteve oficialmente a certificação ISO 9001 em relação às práticas de qualidade de gestão de sue Ouvidoria, além de ser reconhecida como referência no mercado segurador.

Swiss Re promove debate sobre os desafios das catástrofes naturais

Fonte: Livia Souza – Revista Apólice

A Swiss Re promoveu na manhã de ontem (10) o seminário Respondendo ao desafio das catástrofes naturais no Brasil. Realizado no Hotel InterContinental (SP), o evento contou com a participação de profissionais do ramo de seguros e especialistas da companhia, que discutiram sobre o preparo e a conscientização do mercado e da população brasileira em relação aos alagamentos e inundações, fenômenos naturais de maior vulnerabilidade no país.

Florian Kummer, head hub P&C Underwriting da companhia na América Latina, abriu o ciclo de apresentações e afirmou que, apesar de não contribuir com o câmbio climático, o Brasil é um dos países mais afetados com as consequências. “No ano passado, de três catástrofes naturais ocorridas no Brasil, duas foram inundações. O fato de o Brasil ser tão urbanizado aumenta o risco não só em alagamentos e inundações, mas também a deslizamentos. Vale frisar que, além das pessoas que vivem nessas áreas, infraestruturas logísticas e energéticas também estão expostas ao risco”, explicou.

75% das pessoas que vivem em solo brasileiro não estão seguradas, segundo o executivo, que na ocasião também revelou dados de perdas esperadas na economia pelos fenômenos. Em 2010, por exemplo, foi registrado um prejuízo de US$ 1,4 bilhões. Já para 2030, a estimativa da sguradora é de que o número chegue a US$ 4 bilhões.

“A mudança climática não irá mudar. O que temos que mudar é a maneira de lidar com esse fenômeno por aqui, É necessário analisar a situação no Brasil para uma regulação eficiente”, disse Kummer, apontando critérios para o feito como a criação de uma grande e diversificada comunidade de risco, a precificação livre (valor de cobertura contra inundações de acordo com o risco inerente), além do diálogo e da colaboração entre governo e as indústrias de seguros e resseguros.

Já Peter Zimmerli, diretor de Perigos Atmosféricos da seguradora, lembrou os dez anos do ciclone tropical Catarina, ocorrido na costa do Brasil, e alertou para possíveis riscos de fenômenos semelhantes no local. “Ser um fenômeno raro no país não significa que nunca possa acontecer de novo”, ressaltou. O executivo apresentou os resultados obtidos por um estudo feito pelo Instituto de Ciências Atmosféricas e Climáticas (IAC), do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (Suíça), no qual a companhia também atuou como colaboradora. O documento aponta que, se o Catarina acontecesse nos dias atuais, o prejuízo econômico chegaria a US$ 0,5 bilhão.

Jens Mehlhorn, Head Underwriting LA Property & Specialy Underwriting da Swiss Re; e Charles Lutz, Senior Treaty Underwriter da companhia, conduziram a apresentação sobre o novo mapa de risco de inundação para o Brasil. Para finalizar, Fabio Feldmann, advogado e administrador que vem atuando na área de meio ambiente e desenvolvimento sustentável há três décadas como militante, parlamentar, secretário de estado e, atualmente, é consultor em temas relacionados ao tema. “Sustentabilidade é pensar em ações a médio e longo prazo. Temos que fazer um grande esforço para tornar o tema relevante no Brasil”, completou.

Ernesto Tzirulnik participa da mesa-redonda “Qualidade de Projetos Geotécnicos”

O advogado paulista Ernesto Tzirulnik, doutor em Direito pela USP, presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS) e sócio do escritório de advocacia que leva seu nome, estará neste sábado (dia 13) em Goiânia-GO para participar, como debatedor, da mesa-redonda “Qualidade de Projetos Geotécnicos”, que encerra o XVII Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (Cobramseg 2014).

Considerado um dos maiores especialistas latinoamericanos em Direito securitário, Tzirulnik advogou nas disputas judiciais envolvendo alguns dos principais acidentes geotécnicos registrados nos últimos 30 anos no Brasil, como foi a ruptura do terminal Portuário de Sergipe nos anos 1980, a do túnel sob a Avenida Santpo Amaro em São Paulo nos anos 1990, o rompimento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) de Apertadinho, em Rondônia, em 2008 e a ruptura em março de 2013 do Porto de Santana, pertencente à mineradora Anglo American, no Amapá.

Durante a mesa-redonda, o advogado Tzirulnik comentará quais os aspectos mais comuns que relacionam os fatos geotécnicos e os seguros e falará sobre a perda de qualidade apresentada pelos seguros de grandes obras no Brasil. O especialista destaca que entre 2012 e 2013, em pleno programa de aceleração de obras de infraestrutura e às vésperas da Copa do Mundo e das Olimpíadas, a comercialização de seguros de riscos de engenharia diminuiu 1,9% enquanto que a do seguro de garantia estendida (que amplia o tempo de garantia de bens de consumo) cresceu 15,2%.

Serviço

Evento: Mesa-redonda “Qualidade de Projetos Geotécnicos”, encerrando o Cobramseg 2014.

Quando: 13/9/2014 (sábado, das 15h00 às 16h30)

Local: Centro de Convenções de Goiânia – Rua 4, 1400 – Centro – Goiânia (GO)

Lar das Idosas Santa Gema Galgani receberá renda da etapa de BH do Circuito da Longevidade Bradesco Seguros

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O valor equivalente ao da renda obtida com as inscrições no Circuito da Longevidade em Belo Horizonte será destinado ao Lar das Idosas Santa Gema Galgani, fundado em 1962 pela Sociedade São Vicente de Paulo. Desde o início do Circuito da Longevidade Bradesco Seguros, em 2007, mais de R$ 2 milhões foram doados. O objetivo dessa ação é canalizar recursos para projetos que privilegiem a inclusão e o atendimento de pessoas carentes. As entidades são sempre indicadas pelas prefeituras locais.

A etapa Belo Horizonte será realizada dia 21 de setembro (domingo), na Lagoa da Pampulha, com duas modalidades de participação – uma corrida de 6 km e uma caminhada de 3 km. São esperados, ao todo, 4 mil participantes. Mais informações em circuitodalongevidade.com.br.

Circuito da Longevidade Bradesco Seguros – Etapa Belo Horizonte

Data: 21 de setembro – domingo

Local: Lagoa da Pampulha

Horário: 8h para a corrida; 9h para a caminhada

Distâncias: corrida (6km); caminhada (3km)

Entrega de kits: sábado (20/9), no local da prova, entre 9h e 17h

Avaliação física e teste da pisada: realizados gratuitamente no sábado (20/9), durante a entrega de kits, e também no domingo (21/9), até o final do evento

Informações: www.circuitodalongevidade.com.br.

BTG Pactual vê 2015 difícil para seguradoras automotivas brasileiras

Fonte: Reuters

Analistas do BTG Pactual disseram nesta quarta-feira que a rentabilidade do setor brasileiro de seguros automotivos pode enfrentar dificuldades após dois anos de melhora nos resultados devido a uma competição mais acirrada. Em nota a clientes, a equipe de analistas liderada por Eduardo Rosman diz esperar que maior concorrência pressione os índices de perdas da maioria das empresas no setor de seguros automotivos e também o retorno sobre patrimônio da líder de mercado Porto Seguro. Em menor escala, as rivais SulAmérica e BB Seguridade também devem ser atingidas, afirmaram.

O índice de perdas é uma medida do total pago e das perdas incorridas em indenizações mais despesas, dividido pelo total de prêmios recebidos. O retorno sobre patrimônio é uma medida de rentabilidade na indústria financeira que expressa quão bem é gasto o dinheiro dos investidores.

Segundo o BTG Pactual, a Porto Seguro é a companhia mais exposta ao setor de seguros automotivos no Brasil. O BTG tem recomendação “neutra” para as ações de Porto Seguro e SulAmérica e recomendação de “compra” para BB Seguridade, que gera mais de 80 por cento das receitas em segmentos com um sólido desempenho recorrente em seguro de vida, aposentadorias, títulos de poupança e taxas de corretagem.

Principais causas de perdas financeiras nos negócios vêm de encalhes de navios, incêndios, acidentes aéreos e terremotos, revela AGCS

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A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), braço de resseguros do grupo Allianz, lança o relatório Global Claims Review 2014, que destaca o aumento crescente do valor do risco em seguros industriais. No estudo, a resseguradora identifica que aproximadamente 70% dos prejuízos financeiros são gerados por dez principais causas: encalhes de navios, incêndios, acidentes de avião, terremotos, tempestades, lesão corporal, enchente, indenização profissional, defeitos de produto e quebra de maquinário.

Como base para o relatório, a AGCS utilizou informações dos 11 mil maiores sinistros de negócios que atendeu entre 2009 e 2013 em 148 países e que tiveram, individualmente, perdas acima de US$ 136.455. A análise da resseguradora confirma que o setor de óleo e gás é responsável pelas maiores perdas seguradas, com média de US$ 28,4 milhões.

De acordo com dados da indústria, as 20 maiores perdas no setor de seguros em 2013 totalizaram aproximadamente US$ 8,1 bilhões, tendo incidentes do setor de óleo e gás como os maiores prejuízos, representando 40% do total. Já em 2014, 80% das maiores perdas reportadas vieram de acidentes de aviação ou fogo, particularmente, no setor de energia.

Riscos emergentes

A tecnologia, o crescimento econômico, as mudanças climática e social e o rápido desenvolvimento legal e regulatório afetam o risco e tornam os sinistros de seguros mais desafiadores. O aumento dos riscos de catástrofes naturais e mudanças climáticas, a crescente complexidade e interconectividade dos riscos, especialmente, para interrupção de negócios, e as ameaças cibernéticas estarão entre as tendências mais relevantes de risco emergentes.

Perdas por setor:

Aviação

A melhoria na segurança aérea está fazendo as perdas globais diminuírem. No entanto, o custo dos sinistros de aviação está crescendo, impulsionado pelo uso de novos materiais e a complexidade das aeronaves. Embora os acidentes de aviação sejam as principais causas de perda, ​​em termos de número de sinistros e valor, incidentes em terra também são responsáveis ​​por uma parcela significativa de ocorrências.

Energia (Óleo e Gás)

Os custos dos sinistros de energia estão aumentando impulsionados pelos altos valores dos ativos e pela maior complexidade e interligação dos riscos. O crescimento do custo da interrupção dos negócios e riscos emergentes como ataques cibernéticos e novas tecnologias vão criar um cenário mais desafiador no futuro. Incêndio é a principal causa de perdas do setor de energia, seguido de quebra de maquinário, explosões, desastres naturais e interrupção de negócios.

Linhas Financeiras

Em muitos países ao redor do mundo AGCS está vendo um aumento nos pedidos de indenizações profissionais, que são a principal causa de perda em Linhas Financeiras. Uma tendência observada no setor é o de ações coletivas em novas áreas.

Responsabilidade Civil

Sinistros de responsabilidade estão se tornando cada vez mais complexos, caros e internacionais. Apesar de não ser em grande número, danos pessoais ou morte por negligência resultou em mais de 40% dos custos dos sinistros analisados. As reclamações de defeitos do produto estão em alta no volume, enquanto os casos de recall de automóveis se tornam mais frequentes.

Transporte

A crescente negligência da tripulação e os altos custos de remoção dos destroços têm contribuído para o aumento dos custos dos sinistros de transporte marítimo. Apesar disso, a frequência desse tipo de sinistro tem diminuído. As perdas do Costa Concórdia em 2012 levaram os encalhes de navio ao topo da lista das principais causas de prejuízo no setor, apesar desse tipo de evento ser pouco frequente. A negligência da tripulação é, muitas vezes, a razão por trás das perdas, sendo um fator potencial de mais de 60% dos sinistros ou mais de US$ 1,4 milhões.

Propriedade e Engenharia

Os custos dos sinistros estão aumentando com a tendência de valores mais altos e com os riscos cada vez mais interconectados e concentrados em áreas com exposição a perigos naturais. Segundo o relatório da AGCS, incêndio é a principal causa de perdas de propriedade, tanto pelo número quanto pelo valor, com quebra de maquinário como grande condutor de sinistros. Terremoto é a principal causa de perdas de engenharia em valor (65%), enquanto o número de erro humano ou operacional é o mais comum, gerando 30% de perdas por número.