Missa de 7º Dia de João Alzani Filho

Comunicado

A Vila Velha Seguros, agradecida pelas demonstrações de carinho recebidas dos seus clientes, parceiros e amigos, convida para a celebração da missa de sétimo dia em intenção de seu fundador, João Alzani Filho, que será realizada nesta quinta-feira (18), às 19h, na Igreja da Consolação – Rua da Consolação, 575, Consolação, São Paulo-SP.

Capitalização da Bradesco Seguros distribui cerca de R$ 5,7 milhões em agosto

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O segmento de Capitalização da Bradesco Seguros distribuiu cerca de R$ 5,7 milhões (valor bruto) em prêmios de sorteio distribuídos no mês de agosto. Foram 205 títulos contemplados, sendo 60 em São Paulo; 25 no Rio de Janeiro; 23 na Bahia; 13 no Paraná; 9 no Ceará e em Minas Gerais; 8 em Pernambuco; 7 em Goiás; 6 no Distrito Federal e no Pará; 5 em Sergipe; 4 no Amazonas e em Santa Catarina; 3 no Mato Grosso, na Paraíba, no Piauí, em Rondônia e no Rio Grande do Sul; 2 em Alagoas, no Espírito Santo, no Maranhão e no Rio Grande do Norte; e 1 no Amapá, no Mato Grosso do Sul e em Roraima.

O site bradescocapitalizacao.com.br disponibiliza os resultados dos sorteios dos títulos de capitalização. Para fazer a consulta dos números sorteados, basta acessar o site, clicar em “Resultados dos Sorteios”, em “Confira Agora” e selecionar um ou mais produtos. O site disponibiliza, para conferência, os resultados do mês corrente e anteriores. Além disso, o cliente que possui acesso ao Bradesco Internet Banking tem a facilidade de consultar o seu saldo, combinações para sorteio e o informe de rendimentos dos seus títulos de capitalização.

Palestra da APTS trará a visão do RH sobre a oferta de seguros nas empresas

Release

Na última quarta-feira do mês, dia 24/09, um tema inédito será apresentado no ciclo de Palestras do Meio-Dia da APTS por um dos mais experientes profissionais da área de Recursos Humanos. Marcos Minoru Nakatsugawa, profissional de RH há 25 anos, com passagem por grandes empresas nacionais e multinacionais, se dispôs a responder “Como os serviços e produtos oferecidos pelo mercado de seguros são vistos pelos profissionais de RH?”.

A partir de sua experiência na implementação de planos de seguros e de previdência privada em grandes empresas, Minoru apresentará cases que demonstram a importância da abordagem correta para diferentes tipos de públicos. “Pouco adianta utilizar uma linguagem rebuscada para convencer jovens trabalhadores de uma fábrica de que precisam pensar no futuro e investir em um plano de previdência”, diz.

Segundo Minoru, no chão de fábrica a abordagem é outra. “É preciso falar a língua deles, tratar de assuntos do seu cotidiano e mexer com seu emocional, para, então apresentar o produto seguro, não apenas como uma solução, mas como algo que fará diferença em suas vidas”, orienta. “Ninguém melhor do que os profissionais de RH, que estão na linha de frente nas empresas, para traduzir aos trabalhadores a importância da proteção do seguro”, afirma.

Sobre o palestrante

Marcos Minoru Nakatsugawa é administrador de empresas e psicólogo formado pela USP, com pós-graduação lato sensu e especialização em Organização e Recursos Humanos pela EAESP/FGV-SP. Profissional de Recursos Humanos com quase 25 anos de experiência, como consultor e executivo de grandes empresas multinacionais e nacionais. Professor universitário das disciplinas de Comunicação Estratégica, Ética Profissional, Psicologia Organizacional e Recursos Humanos. Presidente por quatro mandatos consecutivos e atual secretário do CEAP-RH – Centro de Estudos Avançados de Profissionais de Recursos Humanos, grupo informal de RH mais antigo do país.

Serviço

Palestra do Meio-Dia “Como os serviços e produtos oferecidos pelo mercado de seguros são vistos pelos profissionais de RH?”

Apresentação: Marcos Minoru Nakatsugawa

Data: 29 de setembro, das 12h às 13h30

Local: sede da APTS, no Largo do Paissandu, nº 72, 17º andar, conj. 1704, centro, S. Paulo (SP)

Informações e inscrições: pelo e-mail: apts@apts.org.br e telefones (11) 3227 4217 e 3229 6503

Quanto mais o cliente viver, melhor

Fonte: Especial Revista Época Negócios – Janes Rocha

Campeã de Seguros pelo terceiro ano seguido, a Bradesco é primeira colocada em três dimensões do setor: desempenho financeiro, governança corporativa e responsabilidade socioambiental. Como uma das operações mais sólidas do Bradesco, a seguradora olha com carinho a longevidade, do seu próprio negócio e dos seus clientes – uma muito ligada à outra. 0 grupo Bradesco Seguros, o maior do setor, é líder em seguros de pessoas – inclui vida, previdência e saúde -, com quase R$ 160 bilhões em ativos e 25,3 milhões de clientes em seguros de vida e acidentes pessoais, e outros 2,4 milhões em planos para aposentadoria (PGBL). Em saúde, passou de 4,3 milhões de vidas seguradas no primeiro semestre de 2014.

O seguro de pessoas representa, em prêmios e reservas, cerca de 40% do faturamento do grupo.

Nessa área, a Bradesco se apoia em uma estratégia de aproximação com os clientes e incentivo à discussão sobre todas as questões que afetam a longevidade, a saúde e a qualidade de vida.

Fóruns de debates, site na internet, promoção de atividades físicas, caminhadas e pedaladas e treinamento de profissionais fazem parte do pacote de venda de apólices e planos.

“Nosso desafio é compartilhar conhecimento com a sociedade brasileira, de um lado estimulando estudos de caso e debates relacionados à questão da longevidade e, de outro, interagindo com cientistas e pesquisadores do setor para discutir o tema”, afirma Marco Antônio Rossi, presidente do grupo. Além de vida e previdência, o grupo Bradesco Seguros atua em praticamente todas as linhas do setor (automóveis, residência, indústria e comércio), e ainda mantém participações acionárias estratégicas em outras empresas, como o IRB Brasil Re, maior resseguradora do país, e Odontoprev, plano de assistência odontológica.

Rossi costuma dizer que o faturamento faz da Bradesco dona de um quarto do mercado segurador brasileiro e equivale à soma dos mercados de Argentina, Peru e Equador. Sobre o desempenho financeiro, Rossi afirma que é fruto dos “diferenciais competitivos” do grupo, principalmente um sólido sistema de distribuição apoiado nas 4.680 agências do banco e 40 mil corretores de seguros. Investimento constante em inovação e criação de novos produtos e linhas de negócios explicam igualmente os bons resultados.

Longevidade, num sentido bem amplo, também está relacionada, na visão de Rossi, a ações na área socioambiental. Nesse campo, a Bradesco implementou projetos como a reutilização de peças de automóveis segurados e aderiu a acordos internacionais relacionados a condições de trabalho e atuação com clientes e fornecedores que tenham compromisso de respeito ao ambiente.

Foi uma das primeiras a aderir aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla em inglês) e à Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, lançada em 2012. Participa do Protocolo Verde, ação da confederação das seguradoras (CNSeg) e do Sindicato das Seguradoras do Rio e Espírito Santo para implantar uma agenda de sustentabilidade na indústria de seguros.

Do ponto de vista da governança corporativa, em que também se destaca na pesquisa 360-?, o grupo Bradesco Seguros está estruturado em comitês que compartilham todas as decisões. Segundo Rossi, os heads de cada uma das empresas seguradoras que compõem o grupo se reúnem com ele para tomar as decisões mais relevantes, sempre com participação do presidente do conselho de administração do banco, Lázaro de Mello Brandão, e do CEO, Luiz Carlos Trabuco Cappi. “Como o Trabuco é oriundo da seguradora, ele tem uma visão muito boa do setor, o que nos auxilia bastante”, diz Rossi.

Mercado de Saúde Suplementar registra alta de 16,9% em despesas com assistência

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Levantamento da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) com base nos dados econômico-financeiros publicados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar aponta que, no acumulado dos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2014, as despesas com a assistência privada à saúde cresceram 16,9% na comparação com os quatro trimestres imediatamente anteriores e atingiu a marca de R$ 98 bilhões. A inflação anualizada medida pelo IPCA é de 6,5%. No mesmo período anualizado, as receitas com mensalidades registraram um incremento de 18%, somando R$ 121,5 bilhões.

A entidade analisou também as reservas técnicas do setor. Até junho de 2014, haviam sido acumulados R$ 25,2 bilhões. Esses montantes são constituídos ao longo dos anos e devem ser mantidos, obrigatoriamente, pelas operadoras de planos e seguros de saúde para garantir a solvência, ou seja, a sua capacidade de honrar os risco assistenciais assumidos junto aos beneficiários de planos e seguros de saúde.

Segundo levantamento da FenaSaúde, o mercado de saúde suplementar fechou o segundo trimestre de 2014 com sinistralidade de 81,6% levando-se em consideração o acumulado dos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2014, acréscimo de 1,1 ponto percentual. Esse índice significa que para cada R$ 1,00 arrecadado, R$ 0,82 são devolvidos aos beneficiários sob a forma de cirurgias e tratamentos, sem contar as despesas com a operação e distribuição. O estudo da Federação leva em consideração todos os planos de assistência médica de seguradoras, medicinas de grupo e cooperativas médicas.

Especialistas debatem controles internos e compliance no Brasil

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A evolução do ambiente regulatório impulsionou o fortalecimento da indústria de seguros brasileira nos últimos anos, mas especialistas do setor atestam que ainda há grande margem para desenvolver a regulamentação. Para discutir este e outros temas, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) realiza a oitava edição do Seminário de Controles Internos, Auditoria e Gestão de Riscos nesta terça-feira, 16 de setembro, de 8h30 às 18h15, no Sheraton WTC, em São Paulo. O tema deste ano é “Afinal, o que é Compliance e qual sua importância para o Sistema de Controles Internos?”.

Os painéis abordarão os conceitos, definições, papéis e práticas de compliance e sua contribuição para a mitigação de riscos, a lei anticorrupção, convergências e diferenças entre auditoria interna e compliance, o papel do compliance na formação de bancos de dados de perdas operacionais, o Foreign Account Tax Compliance Act (FATCA), a lei norte-americana de conformidade tributária para contas estrangeiras, e sua relação com o compliance, entre outros temas. Ao final, o professor Clóvis de Barros Filho, do Espaço Ética, ministrará a palestra motivacional: “A vida que vale a pena ser vivida”.

Segundo a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, desde 2004 o ambiente regulatório do mercado segurador vem se fortalecendo, principalmente com as novas regulamentações sobre aumento de capital, combate à fraude e lavagem de dinheiro. “Os controles internos trouxeram mais proteção às operações e, consequentemente, ao consumidor de seguros. Ainda há muito a ser desenvolvido no Brasil, mas pode-se dizer que estamos acompanhando de forma contínua a adoção das melhores práticas internacionais”, afirma a executiva. Em relação ao compliance, ela destaca ainda que deve ser visto como uma possibilidade de melhoria do processo de gestão das empresas. “Hoje, os controles internos são responsáveis por dar mais proteção ao ambiente regulatório e de governança. E, quando ocorrem falhas nesse modelo, podem ocorrer perdas financeiras. Por isso é tão fundamental dentro das empresas”, ressalta.

Entre os palestrantes, a representante da Direção Geral de Seguros e Fundos de Pensão da Espanha, Eva María Lidón Gámez, a integrante da Associação Internacional de Direito de Seguros (AIDA), Angelica Carlini, os representantes da J. Malucelli, Eduardo de Freitas Souza, da Mongeral Aegon, Eugênio Duque Estrada, da Porto Seguro, Rafael Kozma, da Swiss Re, Frederico Knapp, da Escola Nacional de Seguros, Alaim Assad, da Sul América Seguros, Fernanda Vidal Fernandes, do BTG Pactual, Silvana Mesquita, da Metlife, Washington Luis Bezerra da Silva, da Zurich América Latina, Murilo Chaim, da Porto Seguro, Orfeu Furquim, e da Bradesco Seguros, Valdinei Donizete Silva.

SERVIÇO:

VIII Seminário de Controles Internos, Auditoria e Gestão de Riscos – “Afinal, o que é Compliance e qual sua importância para o Sistema de Controles Internos? ”

Data: 16 de setembro de 2014 (terça-feira)

Local: Hotel Sheraton WTC São Paulo (Avenida das Nações Unidas, 12.559 – Brooklin Novo, São Paulo – SP)

Horário: 8h30 às 18h15

Estudo FenaPrevi aponta que 30% dos brasileiros se preocupam em poupar

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Fazer uma reserva financeira para o futuro ou para eventualidades já figura como prioridade em 30% dos domicílios brasileiros. Mas a maioria dos lares do país, 68%, não se preocupam em guardar parte dos rendimentos. Os dados constam de pesquisa FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 75 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país, realizada pelo Instituto Ipsos.

Do universo de domicílios que fazem reserva, 52% guardam até 10% do orçamento familiar por mês. A faixa de domicílios que consegue reservar entre 10% e 20% do orçamento é de 26% entre os lares que declaram fazer economias. Os lares com maior capacidade de gerar reservas se reduzem a 7% do universo de poupadores e apenas 2% conseguem fazer reservas iguais ou superiores a 40% do orçamento. 12% dos lares que fazem economia não sabem a ordem de recursos que economizam e 1 % desta amostra não respondeu.

O estudo foi realizado com base em entrevistas domiciliares com 1,5 mil indivíduos (53% do sexo feminino e 47% do masculino), envolvendo respondentes da população economicamente ativa e não economicamente ativa das cinco regiões do país, com idade entre 20 e 60 anos ou mais, das classes A/B, C e D/E.

No levantamento, 44% dos entrevistados declararam fazer planejamento doméstico financeiro. A média de recursos guardada pelos domicílios que conseguem fazer reservas é de R$ 626,15 ao mês. A poupança é a modalidade com maior penetração, mencionada por 85% dos respondentes. Os fundos de investimento surgem com 5% e os planos de previdência ocupam a terceira posição com 3%.

“A previdência privada tem um enorme espaço para crescimento no país”, diz Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi. “Já são mais de 10 milhões de contratos e cerca de R$ 400 bilhões em ativos”, mas a penetração do produto ainda é pequena entre as famílias brasileiras”, diz o executivo.

Prova disso, é que 21% dos entrevistados declararam ter interesse em adquirir um plano de previdência complementar aberta algum dia. Outros 16% pensam em iniciar os investimentos nos próximos cinco anos e, 5%, nos próximos 12 meses.

Conhecimento sobre previdência privada

Quando analisado o conhecimento do produto, 22% da amostra declararam conhecer algo sobre a previdência privada. 78% da amostra dizem não conhecer a modalidade de investimento. A região Sul é a que apresenta a maior familiaridade com este tipo de investimento (29%). No Centro-Oeste, os que têm alguma informação somam 25% e no Sudeste são 24%. No Nordeste o índice de conhecimento é de 14%.

As classes AB lideram o índice de conhecimento (37%), seguida pela classe C (17%) e classe DE (7%). “Ainda temos um longo caminho pela frente para esclarecer o consumidor e fazê-lo compreender os benefícios da previdência privada aberta”, diz.

Na análise por sexo e idade, os homens lideram o índice de conhecimento (26%). Entre as mulheres, 19% sabem algo sobre a previdência complementar aberta. O público que tem conhecimento se concentra na faixa dos 30 aos 44 anos, segmento no qual 27% dizem conhecer o produto. Na faixa dos 45 aos 49 anos, o índice de conhecimento cai para 24. Dos 50 aos 59, o índice é de 19% e acima dos 60 anos cai pra 18%. Os mais jovens, de 23 a 29 anos, 19% dizem ter informações sobre a previdência complementar aberta. “A pesquisa nos mostra que temos que intensificar os esforços de comunicação junto às mulheres e aos jovens”, diz Nascimento.

Principais indicadores da pesquisa:

Ø Fazer uma reserva financeira para o futuro ou para eventualidades já figura como prioridade em 30% dos domicílios brasileiros. Mas a maioria dos lares do país, 68%, não se preocupam em guardar parte dos rendimentos.

Ø Do universo de domicílios que fazem reserva, 52% guardam até 10% do orçamento familiar por mês.

Ø A faixa de domicílios que consegue reservar entre 10% e 20% do orçamento é de 26% entre os lares que declaram fazer economias.

Ø Os lares com maior capacidade de gerar reservas se reduzem a 7% do universo de poupadores e apenas 2% conseguem fazer reservas iguais ou superiores a 40% do orçamento.

Ø 12% dos lares que fazem economia não sabem a ordem de recursos que economizam.

Economiza até quanto no mês do que ganha?

Ø Outro dado mostra o seguinte: 44% dos entrevistados declararam fazer planejamento doméstico financeiro.

Ø A média de recursos guardada pelos domicílios que conseguem fazer reservas é de R$ 626,15 ao mês.

Onde aplica o dinheiro?

Ø A poupança é a modalidade com maior penetração, mencionada por 85% dos respondentes.

Ø Os fundos de investimento surgem com 5% e os planos de previdência ocupam a terceira posição com 3%.

Ø 21% dos entrevistados declararam ter interesse em adquirir um plano de previdência complementar aberta algum dia.

Ø Outros 16% pensam em iniciar os investimentos nos próximos cinco anos e, 5%, nos próximos 12 meses.

Conhecimento sobre previdência privada por região do país

Ø Quando analisado o conhecimento do produto, 22% da amostra declararam conhecer algo sobre a previdência privada.

Ø 78% da amostra dizem não conhecer a modalidade de investimento.

Ø A região Sul é a que apresenta a maior familiaridade com este tipo de investimento (29%).

Ø No Centro-Oeste, os que têm alguma informação somam 25% e no Sudeste são 24%.

Ø No Nordeste o índice de conhecimento é de 14%.

Conhecimento sobre finanças pessoais (por classe social e gênero)

Ø As classes AB lideram o índice de conhecimento (37%)

Ø Seguida pela classe C (17%) e classe DE (7%).

Ø Na análise por sexo e idade, os homens lideram o índice de conhecimento (26%).

Ø Entre as mulheres, 19% sabem algo sobre a previdência complementar aberta.

Conhecimento sobre finanças pessoais de acordo com a idade

Ø O público que tem conhecimento se concentra na faixa dos 30 aos 44 anos, segmento no qual 27% dizem conhecer o produto.

Ø Na faixa dos 45 aos 49 anos, o índice de conhecimento cai para 24. Dos 50 aos 59, o índice é de 19% e acima dos 60 anos cai pra 18%.

Ø Os mais jovens, de 23 a 29 anos, 19% dizem ter informações sobre a previdência complementar aberta.

Valor 1000 – 2014

capa_valor1000_2014Quem estiver em busca dos números de 2013, analisados pela equipe que produziu o Valor 1000, anuário do Valor Econômico, pode consultar e edição online no link http://www.valor.com.br/valor1000/2014/

Entre as maiores do segmento de seguros gerais temos Bradesco, BB e Mapfre, Sulamérica, Porto Seguro e Líder, considerando-se balanços consolidados. No segmento Previdência e Vida, temos Bradesco, Itaú, Brasilprev, Zurich e Caixa. Em saúde, Bradesco, SulAmérica, Unimed, Porto e Allianz. Em resseguros, IRB, Munich Re, Zurich, Allianz e Austral. Em capitalização, Brasilcap, Bradesco Capitalização, Itaú, Sulacap e Aplub. Em planos de saúde, destacaram-se Amil, Unimed regionais, Golden, Intermédica, SulAmérica.

Para quem eles vão passar o comando?

Super interessante a matéria publicada no jornal O Estado de S.Paulo hoje, com autoria de Aline Bronzati

Segue a íntegra

Fonte: jornal O Estado de S.Paulo

Os dois maiores bancos privados brasileiros passarão por um processo de sucessão quase simultâneo nos próximos anos. Tanto o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, quanto Roberto Setúbal, do Itaú Unibanco, estão perto de completar a idade limite estabelecida nos respectivos estatutos e, com isso, terão de entregar o bastão a novos representantes.

Alguns nomes já são bastante comentados por executivos no mercado, mas, até agora, nenhuma decisão oficial foi tomada quanto aos próximos candidatos. No Bradesco, a troca de comando deve acontecer primeiro. Trabuco, que faz 63 anos mês que vem, alcança a idade-limite de 65 anos para chefiar o banco em outubro de 2016, e sua saída deve ocorrer após a assembléia, agendada para março do ano seguinte.

Dentre os seus possíveis substitutos, segundo fontes, estão quatro vice-presidentes: Marco Antonio Rossi, Sérgio Clemente, Domingos Figueiredo de Abreu e Maurício Machado de Minas. O critério de escolha deve seguir a linha adotada na eleição de Trabuco, com a priorização de um executivo de carreira no Bradesco.

Já no Itaú Unibanco, o assunto é mais polêmico. Roberto Setúbal está à frente da instituição há 20 anos e já postergou sua saída uma vez. Além de um novo adiamento não ser descartado por fontes de mercado, a gestão do banco será compartilhada e, por isso, dois executivos devem ser escolhidos – um para varejo e outro para atacado.

Os nomes mais cotados para preencher os cargos, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast , serviço em tempo real da Agência Estado , são os vice-presidentes Márcio Schettini, Marco Bonomi e Ricardo Villela Marino e o presidente do Itaú BBA, Cândido Bracher.

Entre os executivos cotados para os cargos máximos nos dois bancos, disseram fontes, o esforço para se destacar inclui não só o cuidado com a formação profissional, mas também com a rede de contatos e até com a aparência.

Rossi, presidente da Bradesco Seguros, é o mais jovem entre os possíveis candidatos à presidência do Bradesco. Nascido em 1961, o executivo terá acabado de completar 56 anos no momento da eleição do substituto de Trabuco. Teria, portanto, uma década para comandar o banco. O fato de estar na área de seguros é visto como uma vantagem, já que o setor responde por 30% do lucro do banco. Além disso, ele é bem próximo de Trabuco.

Os demais candidatos à presidência do Bradesco têm todos 55 anos. Em março de 2017, quando está prevista a saída de Trabuco, terão 58 anos, ou seja, pelo menos sete anos para comandar o Bradesco, quase o mesmo período de Trabuco, que completará oito anos à frente do banco até sua saída.

Abreu, que responde pelas áreas de crédito e tesouraria, entre outras, e Minas, à frente da área de tecnologia e canais digitais do banco – segmentos fundamentais para o negócio bancário na atualidade -, são consideradas boas opções, segundo fontes. Enfrentarão a concorrência de Clemente, que responde pelo banco de atacado e de investimentos do Bradesco, o BBI, e pela área de private banking.

No caso do Itaú Unibanco, um herdeiro está entre os cotados para a sucessão. Segundo executivos de mercado, Ricardo Villela Marino, filho de Milu Villela, está sendo preparado há bastante tempo para assumir o posto máximo no Itaú Unibanco. Ele completou 40 anos em 2014, mesma idade com a qual Setúbal assumiu a presidência da instituição.

Segundo fontes de mercado, no entanto, pode ser que Marino, que é bastante jovem, opte por esperar um pouco mais antes de se candidatar ao posto – o que abre espaço para executivos de carreira do banco.

Entre eles está Cândido Bracher, de 55 anos. Além de bem relacionado com as famílias controladoras do Itaú Unibanco – Setúbal, Moreira Salles e Villela -, tem sido elogiado por seus feitos na área de atacado. Portanto, responder pelo segmento seria um passo natural.

Márcio Schettini, 50 anos, que cuidava da área de crédito no Unibanco, é candidato a assumir o varejo do Itaú. É diretor vice-presidente do banco desde 2008 e responde pela gestão operacional do banco de varejo.

Marco Bonomi, que está há mais de uma década do Itaú, aos 58 anos, é diretor vice-presidente do banco desde abril de 2007. Ele responde pela rede de agências e, embora também seja nome forte para o varejo, pode ser atrapalhado pela idade, pois terá mais de 60 anos em 2017.

Vendas do seguro de crédito avançam por ser um aliado das empresas em momentos de incertezas na economia, afirma corretora

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Em tempos de baixa expectativa de crescimento da economia e possibilidade de recessão, os riscos de prejuízos e crises para as empresas são mais iminentes. O cenário é propício para aumento da inadimplência e atraso de pagamentos a fornecedores, além de deixar os bancos ainda mais cautelosos quanto à concessão de crédito.

Para as empresas, um caminho para a garantia da lucratividade dos negócios nesse cenário encontra-se na proteção de seus recebíveis a prazo, sejam locais ou resultado de operações internacionais. Nesse contexto, o seguro de crédito é visto como uma alternativa para manter a cadeia produtiva, principalmente no segmento industrial que, no Brasil, entre janeiro e maio de 2014 teve uma retração de 1,6,%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O seguro de crédito é uma modalidade de seguro que protege o negócio contra o risco de inadimplência ou atrasos das vendas de produtos ou serviços realizados a prazo, tanto no mercado local como para exportação. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) esta modalidade de seguro teve no 1° semestre de 2014 o prêmio de R$ 313 milhões, enquanto que no mesmo período de 2013 teve R$ 279 milhões em prêmios, com R$ 200 milhões em sinistros.

“Por meio do seguro de crédito, é possível proteger o fluxo de caixa da empresa, permitindo reduzir a provisão para perdas com devedores duvidosos. Além disso, possibilita abertura de novos mercados para as empresas”, comenta Victor Garibaldi, diretor da MDS Consultores de Seguros e Riscos. O executivo aponta, ainda, que os benefícios da contratação de uma apólice vão além da garantia da indenização à empresa segurada que não receber os créditos concedidos aos clientes. “A cobertura envolve a análise de crédito de toda a carteira da empresa segurada, definindo limites individuais de risco para os clientes incluídos na apólice. Além da análise, a apólice contempla o monitoramento dos devedores, proporcionando que mudanças cadastrais, financeiras e políticas dos parceiros comerciais sejam informadas ao segurado credor, e os riscos sejam reavaliados”, diz.

Segundo Garibaldi, ao contratar este seguro a empesa conta com a assistência da seguradora na gestão de cobrança dos créditos e na avaliação de suas próximas vendas, utilizando como referência o comportamento de seus compradores nos últimos meses.