Cade aprova sem restrições compra da carteira de grandes riscos da Itaú pela ACE

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a venda da operação de seguros de grandes riscos do Itaú Unibanco para a seguradora norte-americana ACE por R$ 1,515 bilhão. O despacho da decisão do Cade foi publicado nesta terça-feira (16) no Diário Oficial da União. A próxima etapa é a aprovação da Susep, o que poderá acontecer ainda neste ano, para que a nova empresa comece a operar já em 2014.

A aquisição da ACE contempla todo o capital da Itaú Seguros Soluções Corporativas, subsidiária que detém a carteira de seguros de grandes riscos do Itaú. “A operação proposta resulta em sobreposição horizontal em seis grupos de seguros (responsabilidades, aeronáutico, patrimonial, riscos financeiros, rural e transporte), mas a participação de mercado conjunta das partes é limitada”, afirmaram as empresas em documento entregue ao Cade.

Brasil acompanha as melhores práticas internacionais de controles internos

controles_int_2014_pqFonte: portal da CNseg

Um dos grandes desafios do mercado segurador mundial é padronizar as regras contábeis. Um dos pontos de partida é a implementação do normativo conhecido como Solvência 2, que tem como objetivo a regulamentação e supervisão do mercado segurador europeu, com a consolidação das práticas contábeis das quase 300 seguradoras do continente. Esse extenso normativo também serve de base para os padrões adotados por reguladores de vários países em todo o mundo, inclusive no Brasil.

Diante deste desafiador cenário, a CNseg promove nesta terça-feira, dia 16, em São Paulo, o VIII Seminário de Controles Internos, Auditoria e Gestão de Riscos – Afinal, o que é Compliance e qual sua importância para o Sistema de Controles Internos?. “Nos traz grande satisfação ver que a área de controles internos vem assumindo uma posição de destaque nas companhias”, diz Solange Beatriz, diretora executiva da CNseg, na abertura do evento. “Ainda há muito a ser desenvolvido no Brasil, mas pode-se dizer que estamos acompanhando de forma contínua a adoção das melhores práticas internacionais”.

Maria Helena, diretora da Escola Nacional de Seguros, destacou que o objetivo da instituição é disseminar o conhecimento de seguros no Brasil, de diversas formas, seja no apoio a eventos como esse, no lançamento de livros e no desenvolvimento de cursos específicos sobre o tema. “Por isso é muito gratificante ver uma sala lotada”, disse, exibindo a sala lotada com quase 400 inscritos, entre gestores de governança corporativa, de riscos, de compliance e de controles internos reunidos aqui para os debates durante todo o dia”.

Enquanto na Europa o normativo foi discutido longamente e depois dado um prazo grande para a implementação das novas regras, até 2016, no Brasil o processo caminha a “passos largos”. Diante disso, a CNseg busca contribuir para o processo de nova cultura do setor, com várias iniciativas, como esse seminário, o curso de controles internos, que já está em sua quarta edição e apoio a lançamento de livros sobre o tema. “Nosso objetivo é fomentar a troca de experiência e conscientizar que as áreas de controles internos são essenciais para o sucesso do negócio”, afirma Solange Beatriz, que representou o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, que por motivo de viagem não pode comparecer ao evento.

Mas Rossi, que também preside a Bradesco Seguros, mandou uma mensagem aos presentes: “Parece que foi ontem que a Susep publicou a circular nº 249. Mas já se passaram mais de 10 anos. Essa regulamentação fortaleceu o nosso segmento, nos posicionando em R$ 300 bilhões de receitas por ano. Chegar a esse patamar foi facilitado pelo aumento da importância do controle das empresas”, destacou Rossi. “Parabenizo a todos que trilharam esse caminho conosco, pois para o crescimento sustentável que queremos para o setor, o modelo de governança corporativa é essencial.”

Os representantes dos titulares de órgãos reguladores, como Angélica Carvalho, técnica da Agência Nacional de Saúde, e Carlos Henrique de Paula Prata, técnico da Superintendência de Seguros Privados (Susep), também ressaltaram a importância das discussões sobre o tema. “A educação transforma o homem e o homem transforma o mundo”, disse Angélica, resumindo a importância do evento. “O órgão regulador fica mais tranquilo quando as empresas investem em controles internos. Com receitas de R$ 108 bilhões e sinistralidade de 83,7%, esse tema é um dos pilares dos desafios de termos um negócio sustentável”. O representante da Susep diz o mesmo. “Ter controles internos eficientes é sinônimo de construir empresas sólidas e melhores resultados aos seus acionistas. Não se constrói um mercado sólido sem a participação de todos os seus gestores”.

O primeiro painel do evento ficou a cargo da representante da Direção Geral de Seguros e Fundos de Pensão da Espanha, Eva María Lidón Gámez. Ela explicou a todos os três pilares da Solvência II, destacando procedimentos sobre requerimento de capital baseado em risco, de atividades de supervisão e de controles internos com foco em riscos, e de reporte financeiro. Segundo ela, a Solvência II vem para evitar que uma nova crise financeira aconteça. “Sabemos que não existe risco zero, mas o empenho de todos os órgãos reguladores dos países europeus é mitigar as fragilidades detectadas no sistema de seguros reveladas durante a crise financeira”, comentou, acrescentando que o objetivo é contribuir para melhorar a qualidade da regulação do setor e de assegurar a robustez financeira das seguradoras e entidades de previdência privada, além de aumentar o grau de proteção dos consumidores”.

O normativo Solvência 2 abrange todas as empresas de seguros e de resseguro da Europa. “Não importa a estrutura da sociedade ou se a companhia vende pouco ou muito. O objetivo é a regulamentação e supervisão que dê proteção adequada aos tomadores e beneficiários. Essa é a única finalidade de toda a regulamentação européia”, frisou.

Para Wilson Toneto, presidente da Mapfre Brasil e mediador do painel, o risco de não estar compliance e ter perdas financeiras e reputacionais pelo fato de não ter cumprido as leis internos e externos. “Por isso, nosso grande objetivo com esse debate de hoje é fomentar a consciência de todos para o cumprimento das regras internas e externas. E isso só será conquistado com o envolvimento de todos, estimulados pela alta cúpula das organizações, e com a estrutura e meios adequados criados para a formação dos profissionais envolvidos”.

Missa de 7º Dia de João Alzani Filho

Comunicado

A Vila Velha Seguros, agradecida pelas demonstrações de carinho recebidas dos seus clientes, parceiros e amigos, convida para a celebração da missa de sétimo dia em intenção de seu fundador, João Alzani Filho, que será realizada nesta quinta-feira (18), às 19h, na Igreja da Consolação – Rua da Consolação, 575, Consolação, São Paulo-SP.

Capitalização da Bradesco Seguros distribui cerca de R$ 5,7 milhões em agosto

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O segmento de Capitalização da Bradesco Seguros distribuiu cerca de R$ 5,7 milhões (valor bruto) em prêmios de sorteio distribuídos no mês de agosto. Foram 205 títulos contemplados, sendo 60 em São Paulo; 25 no Rio de Janeiro; 23 na Bahia; 13 no Paraná; 9 no Ceará e em Minas Gerais; 8 em Pernambuco; 7 em Goiás; 6 no Distrito Federal e no Pará; 5 em Sergipe; 4 no Amazonas e em Santa Catarina; 3 no Mato Grosso, na Paraíba, no Piauí, em Rondônia e no Rio Grande do Sul; 2 em Alagoas, no Espírito Santo, no Maranhão e no Rio Grande do Norte; e 1 no Amapá, no Mato Grosso do Sul e em Roraima.

O site bradescocapitalizacao.com.br disponibiliza os resultados dos sorteios dos títulos de capitalização. Para fazer a consulta dos números sorteados, basta acessar o site, clicar em “Resultados dos Sorteios”, em “Confira Agora” e selecionar um ou mais produtos. O site disponibiliza, para conferência, os resultados do mês corrente e anteriores. Além disso, o cliente que possui acesso ao Bradesco Internet Banking tem a facilidade de consultar o seu saldo, combinações para sorteio e o informe de rendimentos dos seus títulos de capitalização.

Palestra da APTS trará a visão do RH sobre a oferta de seguros nas empresas

Release

Na última quarta-feira do mês, dia 24/09, um tema inédito será apresentado no ciclo de Palestras do Meio-Dia da APTS por um dos mais experientes profissionais da área de Recursos Humanos. Marcos Minoru Nakatsugawa, profissional de RH há 25 anos, com passagem por grandes empresas nacionais e multinacionais, se dispôs a responder “Como os serviços e produtos oferecidos pelo mercado de seguros são vistos pelos profissionais de RH?”.

A partir de sua experiência na implementação de planos de seguros e de previdência privada em grandes empresas, Minoru apresentará cases que demonstram a importância da abordagem correta para diferentes tipos de públicos. “Pouco adianta utilizar uma linguagem rebuscada para convencer jovens trabalhadores de uma fábrica de que precisam pensar no futuro e investir em um plano de previdência”, diz.

Segundo Minoru, no chão de fábrica a abordagem é outra. “É preciso falar a língua deles, tratar de assuntos do seu cotidiano e mexer com seu emocional, para, então apresentar o produto seguro, não apenas como uma solução, mas como algo que fará diferença em suas vidas”, orienta. “Ninguém melhor do que os profissionais de RH, que estão na linha de frente nas empresas, para traduzir aos trabalhadores a importância da proteção do seguro”, afirma.

Sobre o palestrante

Marcos Minoru Nakatsugawa é administrador de empresas e psicólogo formado pela USP, com pós-graduação lato sensu e especialização em Organização e Recursos Humanos pela EAESP/FGV-SP. Profissional de Recursos Humanos com quase 25 anos de experiência, como consultor e executivo de grandes empresas multinacionais e nacionais. Professor universitário das disciplinas de Comunicação Estratégica, Ética Profissional, Psicologia Organizacional e Recursos Humanos. Presidente por quatro mandatos consecutivos e atual secretário do CEAP-RH – Centro de Estudos Avançados de Profissionais de Recursos Humanos, grupo informal de RH mais antigo do país.

Serviço

Palestra do Meio-Dia “Como os serviços e produtos oferecidos pelo mercado de seguros são vistos pelos profissionais de RH?”

Apresentação: Marcos Minoru Nakatsugawa

Data: 29 de setembro, das 12h às 13h30

Local: sede da APTS, no Largo do Paissandu, nº 72, 17º andar, conj. 1704, centro, S. Paulo (SP)

Informações e inscrições: pelo e-mail: apts@apts.org.br e telefones (11) 3227 4217 e 3229 6503

Quanto mais o cliente viver, melhor

Fonte: Especial Revista Época Negócios – Janes Rocha

Campeã de Seguros pelo terceiro ano seguido, a Bradesco é primeira colocada em três dimensões do setor: desempenho financeiro, governança corporativa e responsabilidade socioambiental. Como uma das operações mais sólidas do Bradesco, a seguradora olha com carinho a longevidade, do seu próprio negócio e dos seus clientes – uma muito ligada à outra. 0 grupo Bradesco Seguros, o maior do setor, é líder em seguros de pessoas – inclui vida, previdência e saúde -, com quase R$ 160 bilhões em ativos e 25,3 milhões de clientes em seguros de vida e acidentes pessoais, e outros 2,4 milhões em planos para aposentadoria (PGBL). Em saúde, passou de 4,3 milhões de vidas seguradas no primeiro semestre de 2014.

O seguro de pessoas representa, em prêmios e reservas, cerca de 40% do faturamento do grupo.

Nessa área, a Bradesco se apoia em uma estratégia de aproximação com os clientes e incentivo à discussão sobre todas as questões que afetam a longevidade, a saúde e a qualidade de vida.

Fóruns de debates, site na internet, promoção de atividades físicas, caminhadas e pedaladas e treinamento de profissionais fazem parte do pacote de venda de apólices e planos.

“Nosso desafio é compartilhar conhecimento com a sociedade brasileira, de um lado estimulando estudos de caso e debates relacionados à questão da longevidade e, de outro, interagindo com cientistas e pesquisadores do setor para discutir o tema”, afirma Marco Antônio Rossi, presidente do grupo. Além de vida e previdência, o grupo Bradesco Seguros atua em praticamente todas as linhas do setor (automóveis, residência, indústria e comércio), e ainda mantém participações acionárias estratégicas em outras empresas, como o IRB Brasil Re, maior resseguradora do país, e Odontoprev, plano de assistência odontológica.

Rossi costuma dizer que o faturamento faz da Bradesco dona de um quarto do mercado segurador brasileiro e equivale à soma dos mercados de Argentina, Peru e Equador. Sobre o desempenho financeiro, Rossi afirma que é fruto dos “diferenciais competitivos” do grupo, principalmente um sólido sistema de distribuição apoiado nas 4.680 agências do banco e 40 mil corretores de seguros. Investimento constante em inovação e criação de novos produtos e linhas de negócios explicam igualmente os bons resultados.

Longevidade, num sentido bem amplo, também está relacionada, na visão de Rossi, a ações na área socioambiental. Nesse campo, a Bradesco implementou projetos como a reutilização de peças de automóveis segurados e aderiu a acordos internacionais relacionados a condições de trabalho e atuação com clientes e fornecedores que tenham compromisso de respeito ao ambiente.

Foi uma das primeiras a aderir aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla em inglês) e à Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, lançada em 2012. Participa do Protocolo Verde, ação da confederação das seguradoras (CNSeg) e do Sindicato das Seguradoras do Rio e Espírito Santo para implantar uma agenda de sustentabilidade na indústria de seguros.

Do ponto de vista da governança corporativa, em que também se destaca na pesquisa 360-?, o grupo Bradesco Seguros está estruturado em comitês que compartilham todas as decisões. Segundo Rossi, os heads de cada uma das empresas seguradoras que compõem o grupo se reúnem com ele para tomar as decisões mais relevantes, sempre com participação do presidente do conselho de administração do banco, Lázaro de Mello Brandão, e do CEO, Luiz Carlos Trabuco Cappi. “Como o Trabuco é oriundo da seguradora, ele tem uma visão muito boa do setor, o que nos auxilia bastante”, diz Rossi.

Mercado de Saúde Suplementar registra alta de 16,9% em despesas com assistência

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Levantamento da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) com base nos dados econômico-financeiros publicados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar aponta que, no acumulado dos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2014, as despesas com a assistência privada à saúde cresceram 16,9% na comparação com os quatro trimestres imediatamente anteriores e atingiu a marca de R$ 98 bilhões. A inflação anualizada medida pelo IPCA é de 6,5%. No mesmo período anualizado, as receitas com mensalidades registraram um incremento de 18%, somando R$ 121,5 bilhões.

A entidade analisou também as reservas técnicas do setor. Até junho de 2014, haviam sido acumulados R$ 25,2 bilhões. Esses montantes são constituídos ao longo dos anos e devem ser mantidos, obrigatoriamente, pelas operadoras de planos e seguros de saúde para garantir a solvência, ou seja, a sua capacidade de honrar os risco assistenciais assumidos junto aos beneficiários de planos e seguros de saúde.

Segundo levantamento da FenaSaúde, o mercado de saúde suplementar fechou o segundo trimestre de 2014 com sinistralidade de 81,6% levando-se em consideração o acumulado dos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2014, acréscimo de 1,1 ponto percentual. Esse índice significa que para cada R$ 1,00 arrecadado, R$ 0,82 são devolvidos aos beneficiários sob a forma de cirurgias e tratamentos, sem contar as despesas com a operação e distribuição. O estudo da Federação leva em consideração todos os planos de assistência médica de seguradoras, medicinas de grupo e cooperativas médicas.

Especialistas debatem controles internos e compliance no Brasil

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A evolução do ambiente regulatório impulsionou o fortalecimento da indústria de seguros brasileira nos últimos anos, mas especialistas do setor atestam que ainda há grande margem para desenvolver a regulamentação. Para discutir este e outros temas, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) realiza a oitava edição do Seminário de Controles Internos, Auditoria e Gestão de Riscos nesta terça-feira, 16 de setembro, de 8h30 às 18h15, no Sheraton WTC, em São Paulo. O tema deste ano é “Afinal, o que é Compliance e qual sua importância para o Sistema de Controles Internos?”.

Os painéis abordarão os conceitos, definições, papéis e práticas de compliance e sua contribuição para a mitigação de riscos, a lei anticorrupção, convergências e diferenças entre auditoria interna e compliance, o papel do compliance na formação de bancos de dados de perdas operacionais, o Foreign Account Tax Compliance Act (FATCA), a lei norte-americana de conformidade tributária para contas estrangeiras, e sua relação com o compliance, entre outros temas. Ao final, o professor Clóvis de Barros Filho, do Espaço Ética, ministrará a palestra motivacional: “A vida que vale a pena ser vivida”.

Segundo a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, desde 2004 o ambiente regulatório do mercado segurador vem se fortalecendo, principalmente com as novas regulamentações sobre aumento de capital, combate à fraude e lavagem de dinheiro. “Os controles internos trouxeram mais proteção às operações e, consequentemente, ao consumidor de seguros. Ainda há muito a ser desenvolvido no Brasil, mas pode-se dizer que estamos acompanhando de forma contínua a adoção das melhores práticas internacionais”, afirma a executiva. Em relação ao compliance, ela destaca ainda que deve ser visto como uma possibilidade de melhoria do processo de gestão das empresas. “Hoje, os controles internos são responsáveis por dar mais proteção ao ambiente regulatório e de governança. E, quando ocorrem falhas nesse modelo, podem ocorrer perdas financeiras. Por isso é tão fundamental dentro das empresas”, ressalta.

Entre os palestrantes, a representante da Direção Geral de Seguros e Fundos de Pensão da Espanha, Eva María Lidón Gámez, a integrante da Associação Internacional de Direito de Seguros (AIDA), Angelica Carlini, os representantes da J. Malucelli, Eduardo de Freitas Souza, da Mongeral Aegon, Eugênio Duque Estrada, da Porto Seguro, Rafael Kozma, da Swiss Re, Frederico Knapp, da Escola Nacional de Seguros, Alaim Assad, da Sul América Seguros, Fernanda Vidal Fernandes, do BTG Pactual, Silvana Mesquita, da Metlife, Washington Luis Bezerra da Silva, da Zurich América Latina, Murilo Chaim, da Porto Seguro, Orfeu Furquim, e da Bradesco Seguros, Valdinei Donizete Silva.

SERVIÇO:

VIII Seminário de Controles Internos, Auditoria e Gestão de Riscos – “Afinal, o que é Compliance e qual sua importância para o Sistema de Controles Internos? ”

Data: 16 de setembro de 2014 (terça-feira)

Local: Hotel Sheraton WTC São Paulo (Avenida das Nações Unidas, 12.559 – Brooklin Novo, São Paulo – SP)

Horário: 8h30 às 18h15

Estudo FenaPrevi aponta que 30% dos brasileiros se preocupam em poupar

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Fazer uma reserva financeira para o futuro ou para eventualidades já figura como prioridade em 30% dos domicílios brasileiros. Mas a maioria dos lares do país, 68%, não se preocupam em guardar parte dos rendimentos. Os dados constam de pesquisa FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 75 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país, realizada pelo Instituto Ipsos.

Do universo de domicílios que fazem reserva, 52% guardam até 10% do orçamento familiar por mês. A faixa de domicílios que consegue reservar entre 10% e 20% do orçamento é de 26% entre os lares que declaram fazer economias. Os lares com maior capacidade de gerar reservas se reduzem a 7% do universo de poupadores e apenas 2% conseguem fazer reservas iguais ou superiores a 40% do orçamento. 12% dos lares que fazem economia não sabem a ordem de recursos que economizam e 1 % desta amostra não respondeu.

O estudo foi realizado com base em entrevistas domiciliares com 1,5 mil indivíduos (53% do sexo feminino e 47% do masculino), envolvendo respondentes da população economicamente ativa e não economicamente ativa das cinco regiões do país, com idade entre 20 e 60 anos ou mais, das classes A/B, C e D/E.

No levantamento, 44% dos entrevistados declararam fazer planejamento doméstico financeiro. A média de recursos guardada pelos domicílios que conseguem fazer reservas é de R$ 626,15 ao mês. A poupança é a modalidade com maior penetração, mencionada por 85% dos respondentes. Os fundos de investimento surgem com 5% e os planos de previdência ocupam a terceira posição com 3%.

“A previdência privada tem um enorme espaço para crescimento no país”, diz Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi. “Já são mais de 10 milhões de contratos e cerca de R$ 400 bilhões em ativos”, mas a penetração do produto ainda é pequena entre as famílias brasileiras”, diz o executivo.

Prova disso, é que 21% dos entrevistados declararam ter interesse em adquirir um plano de previdência complementar aberta algum dia. Outros 16% pensam em iniciar os investimentos nos próximos cinco anos e, 5%, nos próximos 12 meses.

Conhecimento sobre previdência privada

Quando analisado o conhecimento do produto, 22% da amostra declararam conhecer algo sobre a previdência privada. 78% da amostra dizem não conhecer a modalidade de investimento. A região Sul é a que apresenta a maior familiaridade com este tipo de investimento (29%). No Centro-Oeste, os que têm alguma informação somam 25% e no Sudeste são 24%. No Nordeste o índice de conhecimento é de 14%.

As classes AB lideram o índice de conhecimento (37%), seguida pela classe C (17%) e classe DE (7%). “Ainda temos um longo caminho pela frente para esclarecer o consumidor e fazê-lo compreender os benefícios da previdência privada aberta”, diz.

Na análise por sexo e idade, os homens lideram o índice de conhecimento (26%). Entre as mulheres, 19% sabem algo sobre a previdência complementar aberta. O público que tem conhecimento se concentra na faixa dos 30 aos 44 anos, segmento no qual 27% dizem conhecer o produto. Na faixa dos 45 aos 49 anos, o índice de conhecimento cai para 24. Dos 50 aos 59, o índice é de 19% e acima dos 60 anos cai pra 18%. Os mais jovens, de 23 a 29 anos, 19% dizem ter informações sobre a previdência complementar aberta. “A pesquisa nos mostra que temos que intensificar os esforços de comunicação junto às mulheres e aos jovens”, diz Nascimento.

Principais indicadores da pesquisa:

Ø Fazer uma reserva financeira para o futuro ou para eventualidades já figura como prioridade em 30% dos domicílios brasileiros. Mas a maioria dos lares do país, 68%, não se preocupam em guardar parte dos rendimentos.

Ø Do universo de domicílios que fazem reserva, 52% guardam até 10% do orçamento familiar por mês.

Ø A faixa de domicílios que consegue reservar entre 10% e 20% do orçamento é de 26% entre os lares que declaram fazer economias.

Ø Os lares com maior capacidade de gerar reservas se reduzem a 7% do universo de poupadores e apenas 2% conseguem fazer reservas iguais ou superiores a 40% do orçamento.

Ø 12% dos lares que fazem economia não sabem a ordem de recursos que economizam.

Economiza até quanto no mês do que ganha?

Ø Outro dado mostra o seguinte: 44% dos entrevistados declararam fazer planejamento doméstico financeiro.

Ø A média de recursos guardada pelos domicílios que conseguem fazer reservas é de R$ 626,15 ao mês.

Onde aplica o dinheiro?

Ø A poupança é a modalidade com maior penetração, mencionada por 85% dos respondentes.

Ø Os fundos de investimento surgem com 5% e os planos de previdência ocupam a terceira posição com 3%.

Ø 21% dos entrevistados declararam ter interesse em adquirir um plano de previdência complementar aberta algum dia.

Ø Outros 16% pensam em iniciar os investimentos nos próximos cinco anos e, 5%, nos próximos 12 meses.

Conhecimento sobre previdência privada por região do país

Ø Quando analisado o conhecimento do produto, 22% da amostra declararam conhecer algo sobre a previdência privada.

Ø 78% da amostra dizem não conhecer a modalidade de investimento.

Ø A região Sul é a que apresenta a maior familiaridade com este tipo de investimento (29%).

Ø No Centro-Oeste, os que têm alguma informação somam 25% e no Sudeste são 24%.

Ø No Nordeste o índice de conhecimento é de 14%.

Conhecimento sobre finanças pessoais (por classe social e gênero)

Ø As classes AB lideram o índice de conhecimento (37%)

Ø Seguida pela classe C (17%) e classe DE (7%).

Ø Na análise por sexo e idade, os homens lideram o índice de conhecimento (26%).

Ø Entre as mulheres, 19% sabem algo sobre a previdência complementar aberta.

Conhecimento sobre finanças pessoais de acordo com a idade

Ø O público que tem conhecimento se concentra na faixa dos 30 aos 44 anos, segmento no qual 27% dizem conhecer o produto.

Ø Na faixa dos 45 aos 49 anos, o índice de conhecimento cai para 24. Dos 50 aos 59, o índice é de 19% e acima dos 60 anos cai pra 18%.

Ø Os mais jovens, de 23 a 29 anos, 19% dizem ter informações sobre a previdência complementar aberta.

Valor 1000 – 2014

capa_valor1000_2014Quem estiver em busca dos números de 2013, analisados pela equipe que produziu o Valor 1000, anuário do Valor Econômico, pode consultar e edição online no link http://www.valor.com.br/valor1000/2014/

Entre as maiores do segmento de seguros gerais temos Bradesco, BB e Mapfre, Sulamérica, Porto Seguro e Líder, considerando-se balanços consolidados. No segmento Previdência e Vida, temos Bradesco, Itaú, Brasilprev, Zurich e Caixa. Em saúde, Bradesco, SulAmérica, Unimed, Porto e Allianz. Em resseguros, IRB, Munich Re, Zurich, Allianz e Austral. Em capitalização, Brasilcap, Bradesco Capitalização, Itaú, Sulacap e Aplub. Em planos de saúde, destacaram-se Amil, Unimed regionais, Golden, Intermédica, SulAmérica.