Lucro da Qualicorp sobe 283% no 3º trimestre, para R$ 69 milhões

Fonte: Valor Econômico

A administradora de planos de saúde Qualicorp registrou lucro líquido de R$ 69 milhões no terceiro trimestre, uma alta de 283% em relação a igual período do ano passado. O balanço da companhia foi divulgado nesta quinta-feira à noite.

Esse foi o primeiro trimestre com a alíquota reduzida de impostos PIS/Cofins, com efeitos recorrentes e retroativos nos resultados. O ajuste tributário compensou a atualização monetária da administradora Aliança, empresa na qual a Qualicorp aumentou sua fatia de 60% para 75% em setembro.

A carteira de beneficiários total cresceu 13,4% na comparação anual, alcançando 5,2 milhões de vidas. A receita líquida aumentou 22,5%, para 391 milhões. O reajuste de preços dos planos de saúde aumentou, em média, 17% no período.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado aumentou 27% no trimestre, para R$ 157 milhões. A margem Ebitda foi de 40,2%, um ganho de 1,4 ponto percentual.

A dívida líquida da companhia diminuiu 23,5% entre o terceiro trimestre do ano passado e igual período deste ano, para R$ 285,8 milhões.

O período de julho a setembro também foi o primeiro trimestre completo da companhia sob o comando do médico Maurício Ceschin. Ex-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o executivo também já havia presidido a Qualicorp entre 2008 e 2009. José Seripieri Filho passou a atuar como presidente do conselho da companhia.

Seguradora Líder-DPVAT lança campanha de alerta ao uso de celular no trânsito

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A Seguradora Líder-DPVAT lança, neste domingo (16), no intervalo do Fantástico, da TV Globo, campanha publicitária para alertar sobre o perigo do uso do celular no trânsito. De acordo com estudo internacional do Centro de Tecnologia Allianz (Allianz Center for Tecnology – AZT), da Alemanha, um terço dos acidentes do mundo acontecem pela utilização de celulares, sendo a principal causa de acidentes no mundo.

Em duas peças, a Seguradora mostra situações em que um pedestre e um motorista são vítimas de acidentes de trânsito enquanto utilizam seus celulares. A ideia é alcançar, com a peça, principalmente os jovens, principais vítimas de acidentes, segundo as estatísticas de pagamento de indenizações do Seguro DPVAT. Cinco a de cada dez indenizações pagas pela Seguradora Líder-DPVAT no primeiro semestre de 2014 foram em consequência de acidentes envolvendo jovens entre 18 e 34 anos.

Para Ricardo Xavier, Diretor-Presidente da Seguradora Líder-DPVAT, a intenção da campanha é de mostrar o quão perigoso pode ser o uso de um celular no trânsito. “As pessoas estão se conscientizando da importância do cinto de segurança, de não combinar ingestão de bebida alcoólica com direção. Estamos percebendo um avanço do uso de aparelhos celulares no trânsito, o que pode causar graves acidentes por tirar a concentração do motorista e, até mesmo, de um pedestre. Temos a preocupação de atingir os jovens, maiores vítimas de acidentes e principais usuários de celulares”, explica.

A campanha é composta por duas peças de 15 segundos cada e terá veiculação nacional. A previsão é que as peças circulem na televisão por 30 dias. A Agência Master assina a campanha.

CNseg realiza Insurance Service Meeting no Rio de Janeiro

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Com o objetivo de abordar as mudanças tecnológicas e sociais que impactam o mercado de seguros, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) realiza a oitava edição do Insurance Service Meeting. Durante o encontro, que acontece no período de 14 a 16 de novembro, no Club Med Rio das Pedras, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, representantes de seguradoras e líderes do segmento de TI levantarão temas em torno da influência da tecnologia na interação entre clientes e empresas.

Durante o talk show sobre a expectativa do mercado diante do novo cenário tecnológico e regulatório, o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, debaterá, entre outros assuntos, a comercialização por meios remotos, que reestruturará o ambiente de negócios mundial. “Entendo que o desafio a ser enfrentado pelas empresas que atuam no nosso segmento consiste em escolher ou criar um contexto de investimento contínuo em recursos humanos e tecnológicos, com o objetivo de produzir vantagens competitivas, com o propósito de levar a relação empresa-consumidor a um novo patamar de excelência”, analisa Rossi. Participam também desse painel, o presidente da FenSeg, Paulo Marraccini; o presidente da FenaSaúde, Marcio Coriolano; o presidente da FenaCap, Marco Barros; e o diretor da FenaPrevi, Alfredo Lalia.

Esse ano, a programação do encontro trará uma novidade. Será a primeira vez que haverá um painel com a participação dos órgãos reguladores do setor com a presença do superintendente da Susep, Roberto Westenberger, e do especialista em Regulação da ANS, João Matos. “A presença dos reguladores é fundamental para o desenvolvimento estratégico do mercado e para que seja montada uma agenda de trabalho para os próximos anos”, avalia a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

A importância do digital para a geração de negócios na indústria de seguros será o tema da palestra do presidente do Google Brasil, Fabio Coelho, e o evento contará ainda com as participações do executivo da Fjord para América Latina, Matthew Rosenblatt; e do especialista em Estratégia Corporativa da ECC 5, Daniel Domeneghetti. Em sua oitava edição, o Insurance Service Meeting será realizado em parceria com Atento, IBM, Deloitte, Price Waterhouse Coppers, TransUnion, Cetip, Alog e Capgemini e reunirá um público de 300 pessoas.

Quedas nas vendas afeta resultados da Brasil Insurance

brasil insuranceA Brasil Insurance divulgou lucro líquido ajustado de R$ 14 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 57% quando comparado ao terceiro trimestre de 2013. A receita líquida ficou em R$ 58,3 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 21,5% sobre os R$ 74,3 milhões do mesmo período do ano passado. A receita, segundo dados publicados no portal da companhia e em informe na CVM e Bovespa, , foi impactada pelo baixo nível de crescimento orgânico. No terceiro trimestre deste ano, as despesas operacionais totalizaram R$ 51,4 milhões, um aumento de 63,6% quando comparadas mesmo período de 2013.

O grupo realizou na última segunda-feira um encontro com os principais clientes em São Paulo para contar como anda o processo de reestruturação desencadeado desde que Edward Lange assumiu o comando da holding, em junho deste ano. A base do processo é dar um tempo no processo de aquisição de corretoras para consolidar as compras feitas desde a criação da holding, em 2007, com 27 corretoras. Desde então, investiu R$ 488 milhões em aquisições. Neste ano, fez apenas uma compra – a da ISM, por aproximadamente R$ 18 milhões, a 52ª empresa integrada à holding. Quando chegou ao mercado, a Brasil Insurance informou que pretendia agrupar 80 empresas.

Enquanto esse processo corre, o grupo amplia o foco de atuação para aumentar as vendas e quer se aliar a pequenas redes de varejo, operadoras de cartões de crédito, times de futebol, entidades de classe e empresas para oferecer seguro.

Venda do setor avança 34,8% em setembro, para R$ 14 bilhões, puxada pelos planos VGBL

Fonte: Jornal do Commercio

A atividade de seguros, nas suas diversas modalidades, voltou a apresentar expressivo crescimento em setembro, como vem ocorrendo desde de junho, depois de um fraco primeiro semestre. As vendas em setembro – de 2013 para 2014 – passaram de R$ 10,439 bilhões para R$ 14,068 bilhões, expansão de 34,8%, o melhor desempenho do ano, como indicam as estatísticas da Superintendência de Seguros Privados (Susep), sem o ramo saúde e VGBL incluso. Sobre agosto, o avanço foi de 7,5% e no acumulado no ano chegou a 12,1%, com receita de R$ 117,700 bilhões. Se excluído da conta o VGBL, um plano previdenciário, o faturamento do setor em setembro desce para R$ 7,714 bilhões, alta de 12% sobre igual mês do exercício anterior.

A captação de receita com a comercialização dos planos VGBL bateu recorde em setembro, ao registrar crescimento de nada menos que 66,5%. Em valores absolutos, o salto foi de R$ 3,687 bilhões, em setembro do ano passado, para os atuais R$ 6,139 bilhões, 43,6% do total do mercado. No ano, contudo, o produto aponta incremento de 10,3%, aos R$ 48,315 bilhões, refletindo as quedas mensais registradas de janeiro a maio.

A evolução do segmento de pessoas em setembro, de 11,9%, ficou próximo a do mercado, se analisado sem a influência do VGBL. A carteira, no todo, faturou no mês R$ 2,285 bilhões, 43,4% através do seguro de vida, que cresceu 16,7%, para R$ 991,3 milhões. O seguro viagem foi o que apresentou crescimento mais expressivo no mês (49,9%), com prêmios de R$ 12,2 milhões. Outra expansão robusta, da ordem de 31,6%, aos R$ 149 milhões, foi verificada no seguro dotal misto, cobertura de sobrevivência que se compromete a pagar o capital segurado ao cliente ao fim do prazo do contrato. O seguro de doenças graves ou terminais registrou igualmente avanço significativo ao captar R$ 48,1 milhões: alta de 23%. Com participação de peso na carteira, o seguro prestamista, que salda financiamento em caso de morte ou invalidez do contratante, cresceu apenas 4,3%, tal como o de acidentes pessoais (4,9%).

Carro e propriedade

Já as vendas do seguro de automóvel, que detém parcela de mercado de 19%, avançou 12% em setembro, no limite da média do mercado (sem VGBL). O faturamento pulou de 2,663 bilhões, em setembro de 2013, para R$ 2,378 bilhões, em setembro último, considerando as coberturas de casco, assistências e responsabilidade civil facultativa. No acumulado do ano, no entanto, a carteira exibe expansão de apenas 7,2%, com prêmios de R$ 22,791 bilhões.

No setor patrimonial, a receita deu salto de 22% em setembro, no confronto com igual mês do ano passado. A receita foi a R$ 1,050 bilhão. O destaque foi o seguro de riscos diversos, que subiu 22,1%, para R$ 131,8 milhões, e o de riscos operacionais, que quase duplicou de tamanho no mês, para R$ 226,7 milhões. O seguro residencial avançou 12%, ao atingir prêmios de R$ 190,1 milhões, mesma performance do seguro empresarial, aos R$ 176,2 milhões. Os riscos de engenharia, ao contrário, sofreram contração de 1,1%, no patamar de R$ 36,6 milhões.

À mercê do rumo da economia, o segmento de transporte foi marcado pela retração de 14,3% em setembro, mês em que a receita encolheu R$ 45 milhões, ao registrar R$ 268,4 milhões, contra R$ 313,2 4 milhões em setembro do exercício passado. O seguro de exportação e importação despencou 50,4% e o de carga em território nacional, 12,8%. A responsabilidade civil do transportador rodoviário foi outro produto que caiu, no caso 6,6%, queda próxima à observada no seguro de roubo de mercadorias.

Na linha ascendente apareceram três outras carteiras de negócios do mercado. A primeira, de garantia contatual, movimentou faturamento de R$ 136,7 milhões em setembro, avanço de 56,5% sobre idêntico mês do ano passado. No ano, acumulou R$ 1,236 bilhão. As garantias do setor público cresceram 60%, enquanto as do setor privado exibiram elevação de 45%. A desenvoltura do ramo rural não ficou tão atrás: cresceu 41%, para R$ 298,3 milhões, com o seguro agrícola respondendo por 53% desse total. Este produto cresceu 78%. No ano, o conjunto da carteira contabilizou expansão de 40,4%, aos R$ 2,193 bilhões.

Embora não na mesma proporção, outro ramo que progrediu bem em setembro foi o habitacional, com aumento de 18,8% e vendas alcançando R$ 228,7 milhões, R$ 36,2 milhões a mais do que em setembro de 2013. No ano, o produto exibiu R$ 1,937 bilhão, alta de 19,7%.

ANS volta a suspender planos; 65 constam na lista

ans logoA Agência Nacional de Saúde (ANS) divulgou, nesta quinta-feira, a suspensão da venda de 65 planos de 16 operadoras de saúde. De acordo com nota publicada no site da ANS, foram mais de 12 mil reclamações registradas pela agência reguladora em três meses, correspondentes a usuários que não conseguiram marcar consultas, exames e cirurgias, e denunciaram os planos de saúde. Nesta quinta-feira, a ANS vai notificar as operadoras denunciadas.

Veja lista de planos suspensos

A suspensão é resultado do 11º ciclo do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento realizado pela agência reguladora. Ao todo, 586 mil consumidores que contrataram esses planos serão beneficiados, segundo a ANS.

As operadoras com planos suspensos podem receber multa que varia de R$ 80 mil a R$ 100 mil, de acordo com informações da ANS. Desde o início do programa de monitoramento feito pela agência reguladora, 1.017 planos de 142 operadoras já tiveram as vendas suspensas por se negarem a oferecer a cobertura prevista.

Ainda segundo a ANS, os planos de saúde que comprovaram melhoria no atendimento ao cidadão nos últimos três meses serão reativados. No total, 81 planos estão autorizados a voltar a funcionar.

Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, compra Duracell por US$ 4,7 bilhões

warren buffettFonte: Dow Jones Newswires

O bilionário investidor americano Warren Buffett vai pagar US$ 4,7 bilhões para comprar a fabricante de baterias Duracell, da Procter & Gamble (P&G), por meio da Berkshire Hathaway. A operação diversifica o leque de produtos do empreendedor ao mesmo tempo em que permite ao grupo detentor da marca a simplificação da estrutura de negócios.

De acordo com os termos do negócio, que deve ser concluído ao longo do segundo semestre de 2015, a P&G vai receber US$ 4,7 bilhões em ações da Berkshire Hathaway. A Duracell teve vendas de US$ 2,2 bilhões em 2013, mas vinha apresentando dificuldades para capturar crescimento. A P&G vai aportar US$ 1,8 bilhão na Duracell para recapitalizar a fabricante de baterias. Essa operação será positiva em termos de economia de impostos, informou a vendedora do ativo.

Atualmente, a Berkshire é a quinta maior acionista da P&G, com 2% do capital da companhia. “A Duracell sempre me impressionou, seja como investidor de longo prazo da P&G, seja como consumidor”, disse Buffett, presidente da Berkshire Hathaway.

Com US$ 50 bilhões em caixa, Buffett tem dito que está à caça de “elefantes” que possam ampliar significativamente as receitas da Berkshire Hathaway. Em outubro, a empresa comprou a quinta maior varejista de automóveis dos Estados Unidos. Já a P&G vem tentando vender a Duracell desde 2007. Em outubro, a companhia chegou a dizer que poderia dividir essa unidade com os acionistas.

Howden Broking adquire corretora Harmonia

O Grupo Howden Broking, parte do Grupo Securitário Hyperion, comprou a Harmonia Corretora de Seguros Ltda (Harmonia), empresa da Hub International Limited. A operação depende de aprovação regulatória. A corretora Harmonia, com sede em São Paulo, continuará a ser presidida por José Conduta. Com mais de uma centena de colaboradores nos seus três escritórios, a Harmonia é especializada na Gestão de Benefícios e em Ramos Elementares. A Howden negociou a aquisição da Harmonia perante a Hub International Limited.

Proposta estabelece limite para taxas em plano de previdência complementar

Fonte: Agência Câmara

A Câmara analisa o Projeto de Lei Complementar 401/14, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que estabelece limite de 5% para as taxas de administração e de carregamento cobradas pelas administradoras de planos de previdência complementar.

A proposta altera a lei que trata do regime de previdência complementar (Lei Complementar 109/01). Segundo Bezerra, com dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), essas taxas na maior parte dos fundos não supera o limite da proposta. Há uma resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) que estabelece teto de 10% para as taxas de carregamento.

A taxa de administração incide sobre o patrimônio das reservas do fundo de previdência e não apenas sobre a rentabilidade obtida. Já a taxa de carregamento pode incidir sobre cada aporte ou o resgate de contribuição ou sobre ambos.

De acordo com Bezerra, os participantes dos planos precisam se precaver em relação às taxas incidentes sobre as contribuições e as reservas acumuladas para garantia dos benefícios. “Os encargos cobrados pelas entidades podem corroer até metade do rendimento”, afirmou o parlamentar.

Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), os investimentos dos planos de previdência complementar aberta chegaram a R$ 374,2 bilhões no final do ano de 2013. Já os fundos de previdência complementar fechada, como a Previ do Banco do Brasil, chegaram a R$ 671,3 bilhões de ativos totais no final do 3º trimestre de 2013, de acordo com a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).

Tramitação

A proposta tramita em caráter prioritário e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, o texto segue para o Plenário.

Consultoria & Serviços ajudam as empresas a mitigarem os riscos de acidentes, ganhando rentabilidade

ARTIGO

por Alfredo Chaia, Diretor da AIG Consultoria & Serviços

Acidentes de trabalho, como o próprio nome já diz, são fatalidades que acontecem, mas isso não quer dizer que esses acontecimentos não podem ser menos recorrentes. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), todos os anos aproximadamente 270 milhões de acidentes acontecem em todo o mundo. Do total, 2,2 milhões resultaram em mortes.

De acordo com o relatório da OIT divulgado em 2013, 1,3 milhões de acidentes ocorrem no Brasil. Ainda de acordo com o estudo, atualmente, o País ocupa o 4º lugar no mundo em relação ao número de mortes, com 2.503 óbitos, atrás apenas da China (14.924), Estados Unidos (5.764) e Rússia (3.090).

No Brasil, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego e Previdência Social, as áreas com os maiores números de mortes são: Transporte, Armazenagem e Comunicações, com sete óbitos entre 3.855 trabalhadores; a Indústria da Construção, com seis óbitos entre 6.908 trabalhadores e o Comércio e Veículos, com cinco óbitos entre 24.782 trabalhadores.

Desde 2010, com a aplicação do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), as empresas são obrigadas a pagarem mais impostos sobre a folha de pagamento conforme o índice de acidentes de trabalho. Com os custos de capital cada vez mais críticos, a mitigação dos riscos acaba influenciando diretamente nos lucros, pois traz maior rentabilidade. Portanto, investir em segurança passou a ser um investimento e não uma despesa.

Atualmente, existem empresas especializadas em ajudar as Companhias a mitigarem e, eventualmente, eliminarem os riscos, evitando possíveis acidentes e despesas. São as empresas de Consultoria & Serviço que, com a ajuda de engenheiros e técnicos especializados, visitam as Companhias, indicam os principais perigos e as necessárias proteções.

Uma maneira fácil de explicar a atuação da unidade de Consultoria & Serviços é ter como exemplo um pedestre atravessando a rua. O risco que ele corre ao atravessar fora da faixa e entre os carros na via é alto. Já se ele atravessar na faixa de pedestres, o risco se torna baixo. Porém, ao atravessar na passarela, o risco é nulo. A consultoria faz exatamente isso, aponta os riscos e os níveis deles.

O aumento da economia brasileira também contribuiu para uma maior sofisticação da indústria nacional, expondo os empresários a riscos até então desconhecidos. Atualmente, pequenas empresas brasileiras concorrem diretamente com grandes multinacionais em diversos setores e ter uma avaliação dos riscos pode refletir em uma maior competitividade. No Brasil, as empresas que mais procuram a Consultoria e Serviços são: Construção, Manufatura e Logística.

A Consultoria ainda pode ser usada para casos de ampliação da empresa. Muitas vezes, ao expandir uma Companhia no Brasil ou no Exterior, os executivos não estão cientes dos novos e maiores riscos que poderão enfrentar. A Consultoria & Serviços aponta essas ameaças e as melhores maneiras de solucioná-las sem afetar o crescimento da empresa.

Esses serviços são recomendados não somente para empresas que já sofreram acidentes e querem evitar novos danos, mas também para Companhias que nunca sofreram acidentes e pretendem continuar trabalhando em segurança. A Consultoria & Serviços busca reduzir a probabilidade do acontecimento de acidentes, mas atua também na redução da severidade, diminuindo os prejuízos e danos causados às empresas.