Nova identidade mostra força regional da Berkley na América Latina

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Perto de completar nove anos de operação no país, a Berkley passa a adotar uma nova logomarca que vai ao encontro do processo de integração da identidade visual do Grupo Berkley. No caso do Brasil, a mudança será baseada na padronização de todas as companhias que atuam na América Latina.

Conforme o presidente da Berkley Brasil, José Marcelino Risden, o Grupo cresceu através da aquisição de empresas e da criação de startups que adotavam identificações próprias. Agora, em sintonia com uma nova linha de comunicação, a América Latina, assim como outras regiões do mundo, terão a mesma identidade, de acordo com o mercado em que atuam.

“A proposta é de unificação. A agilidade e a inovação constituem os principais valores preservados ao longo dos últimos anos de operação no Brasil e fortalecem, ainda mais, nossa marca não só no mercado de seguros brasileiro como no latino-americano, destaca José Marcelino.

O Grupo Berkley é reconhecido entre as 400 maiores empresas norte-americanas e tem conquistado respeito e confiança de profissionais de seguros de diferentes países, através das 47 subsidiárias que representam a marca por todo o mundo.

No Brasil, a companhia iniciou as operações em 2006 com foco em Seguro Garantia e, desde então, tem ampliado suas linhas de negócios com produtos voltados a Riscos Financeiros (Garantia e Fiança Locatícia), Ramos Diversos (Riscos de Engenharia, RD – Equipamentos/Benfeitorias e Eventos), Casualty (Responsabilidade Civil Geral, Responsabilidade Civil Profissional e D&O) e Transportes (Nacional e Internacional).

Segmento deve se preparar para futuro sustentável, com produtos adequados, preços acessíveis, consumidores satisfeitos e empresas capitalizadas

FullSizeRender-3Fonte: Portal da CNseg

Como será o amanhã? Esse foi o tema do talk show que encerrou dois dias de debates sobre como o segmento de seguro de Vida e Previdência aberta deve se preparar para ter um futuro sustentável, com produtos adequados, preços acessíveis, consumidores satisfeitos e empresas capitalizadas. “Vocês precisam se comunicar de forma mais acessível, pois eu tive de consultar o manual de economia para entender o resumo do setor que me enviaram para que eu me preparasse para mediar essa discussão”, comentou Paulo Henrique Amorim, mediador do debate.

O comentário do jornalista contribuiu para promover um bate papo leve, sem os rebuscados termos técnicos que até pouco tempo atrás dominavam a comunicação do setor. Isso trouxe otimismo aos 500 participantes presentes no encerramento do VII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada, que lutam para explicar à população a importância desses produtos, mas ainda esbarram na burocracia, na regulamentação e no conservadorismo, que dificultam implementar a simplicidade no programa de educação financeira para dois públicos vitais: o corretor de seguros, responsável por levar o produto ao consumidor, e a emergente classe C, ainda pouco familiarizada com jargões do setor.

Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros e vice-presidente da FenaPrevi, que coordenou a organização do evento, afirmou que seu sonho é ver dados de previdência divulgados mensalmente, como hoje acontece na indústria automobilística. “Quando tivermos a imprensa divulgando que tantas pessoas ingressaram no sistema de previdência aberta, que passou a pagar tantas aposentadorias, como uma referência de indicador econômico e social, terei certeza de que conseguimos implementar boa parte do que queremos, que é levar à sociedade a importância do produto com o qual trabalhamos”.

De acordo com os participantes, há um longo caminho a percorrer para que o sonho de Snel se torne realidade. Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi, relatou que muito já foi feito desde a criação dos planos PGBL e VGBL. Apesar da difícil nomenclatura, as pessoas já se habituaram a associar as siglas a um plano de previdência. “Os planos estimularam o crescimento da previdência aberta pela padronização, facilitando a venda e fomentando a consciência da cultura de poupar no longo prazo. As empresas de previdência saíram de reservas de R$ 3 bilhões em 2003 para R$ 400 bilhões em 2013. E as projeções de crescimento para os próximos anos são muito otimistas”, comentou.

Com tantas mudanças no mundo e no Brasil, agora é preciso inovar e revisitar o arcabouço de regras do setor, afirmou o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Diogo Oliveira. “O futuro nos remete a uma população mais educada financeiramente e com renda maior, o que cria demanda por produtos de vida e previdência.” Mas é preciso avançar nas discussões para resolver algumas questões importantes. Os desafios envolvem a modernização dos canais de distribuição e questões de “suitability”, termo em inglês que significa adequação, compatibilidade. “O consultor tem de identificar o perfil de risco do cliente para ofertar algo que ele precise e compreenda, considerando-se os riscos. Não é possível mais vender um fundo de renda fixa deixando o investidor pensar que é renda certa. Ele tem de entender que há volatilidade e que o fundo pode apresentar perdas”, frisou Oliveira, acrescentando que o grande objetivo do governo é que a previdência complementar sirva como amortecimento de perda de renda da população na aposentadoria.

Além de incentivar a educação financeira e ter o produto sob medida às necessidades do cliente, é preciso levar o plano de previdência a um número maior de pessoas. A saída para isso, segundo ele, está em tecnologia e redução de custos. “Temos atuado com a edição de regras para pagamentos remotos, via celular, por exemplo, bem como na simplificação das exigências do que tem de constar na papelaria dos produtos. Essas iniciativas facilitam a criação de produtos acessíveis, tanto em relação a preços como em oferta simplificada”, acrescentou.

Rever a questão da tributação dos produtos financeiros é um dos grandes desafios, segundo Oliveira. “Temos muitos títulos no mercado com características semelhantes e que estão submetidos a tributações distintas, criando conflitos quando olhados de forma conjunta. Esse é o ponto que deveríamos atacar na revisão da tributação”, enfatizou. “Consertar isso não é fácil, pois são contratos que estão em andamento e movimentam mais de R$ 1 trilhão. Mas é um desafio que teremos de enfrentar”.

Roberto Westenberger, superintendente da Susep, afirmou que há seis meses, desde que assumiu a autarquia, vem implementando um programa de modernização, solicitado na época de sua nomeação pelo ministro Guido Mantega. A rotina está em simplificar a vida das companhias de seguros ao mesmo tempo em que se aperta o cerco no que diz respeito a proteção do consumidor. “Estamos debruçados também no tema de auto-regulação dos corretores, uma vez que, entre as megatendências para os próximos 20 anos, temos a transferência do poder para o consumidor. Isso exige uma boa oferta por parte dos corretores, que, por sua vez, precisam de bons produtos para convencer o investidor a poupar e se proteger financeiramente dos riscos futuros. Apesar de estarmos felizes por vivermos mais, precisamos ter proteção financeira e seguradoras capitalizadas que assumam parte do risco da longevidade”.

Antonio Cassio dos Santos, ex-presidente da FenaPrevi e ex-CEO para a América Latina do grupo Zurich, alertou para a tendência mundial do setor de Previdência e Vida. Ele citou as consequências do aumento da longevidade e da queda dos ganhos financeiros. “As pessoas estão vivendo mais e a rentabilidade está cada dia mais apertada. O tratamento tributário, algo em debate no Brasil para produtos de vida e acumulação, tende a ser restritivo no mundo em função dos déficits acumulados pelos governos nesses últimos anos de crise financeira. Assim, o grande desafio no mundo está em como gerar lucro capaz de pagar os dividendos que os investidores esperam.”

Nos mercados emergentes, diz Santos, as classes C e D são as mais vulneráveis e que necessitam de cobertura de risco. No entanto, o acesso a essas pessoas é a chave do sucesso da operação. Segundo ele, a inovação na forma de cobrança é fundamental para baratear o custo e assim massificar a venda, tornando a carteira rentável para atrair o corretor. “Temos um céu de brigadeiro nos próximos quarto anos e a regulamentação do agente de vendas vai resolver boa parte da distribuição do mercado”, aposta, acrescentando que investir no cálculo do preço do seguro com base no comportamento das pessoas e não só na idade também é uma tendência para o futuro.

Para finalizar o debate, o presidente da FenaPrevi afirmou que graças ao diálogo entre seguradoras, corretores, clientes, órgãos reguladores e de defesa do consumidor tem sido possível aperfeiçoar o setor. “Temos um superintendente que é conhecedor do setor, o que faz com que as discussões sejam gratificantes. Mas o tripé que garantirá o futuro do nosso setor é a estabilidade da economia, a gestão dos indicadores como emprego e inflação e o respeito aos contratos”.

Bradesco Seguros lucra R$ 3,1 bilhões até setembro, alta de 16%, e vendas crescem 8,8%, para R$ 38 bilhões

bradescoComeçou a temporada de divulgação dos resultados do terceiro trimestre do ano das principais seguradoras, o que sinalizará se o mercado segurador conseguirá encerrar 2014 com dois dígitos de crescimento, como acontece nos últimos 10 anos. Ontem, o titular da Susep Roberto Westenberger, estimou entre 9% e 11% o faturamento do setor para o ano.

O banco Bradesco abre a temporada. Itaú Unibanco e Santander Brasil reportam seus balanços no dia 4 de novembro e o Banco do Brasil está previsto para o dia 5. O banco comandado por Luiz Carlos Trabuco Cappi reportou lucro líquido contábil de R$ 3,875 bilhões no terceiro trimestre, o que representa aumento de 26,5% sobre o mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o líquido ajustado da instituição totalizou R$ 11,2 bilhões, sendo R$ 8 bilhões (71,8%) provenientes das atividades financeiras, e R$ 3,1 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 28,2% do total.

O lucro líquido do braço de seguridade em nove meses, chegou a R$ 3,1 bilhões, 16,1% acima do resultado apresentado no
mesmo período do ano anterior, influenciado, basicamente, pela melhora de 5,9 pontos percentuais no índice de sinistralidade; no índice de comercialização; no resultado financeiro; e nos gastos gerais e administrativos.

De acordo com o relatório divulgado, no terceiro trimestre de 2014 o ganho chegou a R$ 1,05 bilhão, 15,8% inferior ao resultado apresentado no mesmo trimestre do ano anterior, influenciado pelo crescimento de 5,1 pontos percentuais na sinistralidade do produto vida, redução no resultado financeiro; e compensado, em parte, pela melhora no índice de comercialização. Previdência foi responsável por gerar ganhos de R$ 588 milhões no terceiro trimestre, ramos elementares e outros por R$ 228 milhões (alta em relação aos R$ 71 milhões do segundo trimestre), saúde por R$ 168 milhões e capitalização por R$ 74 milhões, uma queda significativa diante dos R$ 119 milhões reportados no segundo trimestre do ano.

As vendas cresceram num ritmo próximo ao estimado pelos executivos na divulgação dos resultados do primeiro semestre. Os prêmios emitidos de Seguros, Contribuição de Previdência e Receitas de Capitalização atingiram R$ 38,3 bilhões no período de nove meses de 2014, evolução de 8,8% em relação ao mesmo período de 2013. As provisões técnicas alcançaram R$ 145,9 bilhões, apresentando uma evolução de 9,3% em relação ao saldo de setembro de 2013.

O terceiro trimestre mostra recuperação no ritmo de vendas. No comparativo com o mesmo período do ano anterior, houve incremento de 16,6% nos prêmios emitidos, contribuição de previdência e receita de capitalização. O dobro do percentual registrado no acumulado do ano, o que sinaliza para um fechamento de dois dígitos para 2014, uma vez que o último trimestre do ano costuma ser o mais forte para as seguradoras, principalmente no que diz respeito a captação de recursos por planos de previdência aberta.

No acumulado até setembro de 2014, desconsiderando o convênio DPVAT, a produção registrou crescimento de 9,8%, em relação ao mesmo período do ano anterior, influenciada pelos produtos de automóvel e seguros gerais, saúde e capitalização, que apresentaram evoluções de 30,9%, 21,0% e 17,0%, respectivamente.

Em teleconferência com jornalistas, o presidente do grupo, Marco Antonio Rossi, reforçou que o cenário favorável à manutenção do crescimento dos seguros no Brasil continua ajudando a companhia. “Hoje, o setor representa 6% do PIB, gerando R$ 500 bilhões de receitas. Ainda é muito abaixo do potencial do país, que ocupa o 12o. lugar no ranking mundial, enquanto é a sétima maior economia do mundo”, diz. 0 grupo terminou o trimestre com R$ 150 bilhões em ativos, o que representa aproximadamente 30% do total do mercado segurador brasileiro. Ele destacou o crescimento em saúde para pequenas e médias empresas, que evoluiu 37%, para 879 mil vidas. “53 das cem maiores empresas brasileiras tem Bradesco Saúde para seus funcionários”, afirmou.

Abaixo release divulgado pela assessoria de imprensa:

Faturamento do Grupo Bradesco Seguros cresce 10% no ano, atingindo R$ 38 bilhões

O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado segurador brasileiro com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país, fechou os nove primeiros meses de 2014 com faturamento de R$ 38,3 bilhões, o que representa crescimento de cerca de 10% sobre igual período do ano passado, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. O lucro líquido registrou evolução de 15,7% na mesma base de comparação, totalizando R$ 3,2 bilhões, com Retorno sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 24%.

Na comparação com os nove primeiros meses de 2013, os segmentos de Auto, Saúde e Capitalização apresentaram evolução de dois dígitos – 37%, 21% e 17%, respectivamente.

“O Grupo Bradesco Seguros, patrocinador oficial dos Jogos Rio 2016, com o Banco Bradesco, e Segurador oficial do evento, reafirma sua confiança no mercado de seguros brasileiro, como instrumento de proteção para a sociedade e de desenvolvimento para o país”, afirma o presidente do Grupo Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi.

No segmento Auto, a expansão caracterizou-se pelo vigoroso crescimento em todas as regiões do país e pelo avanço em termos de market share, atingindo uma frota de mais de 1,7 milhão de veículos. Esse resultado reflete a evolução constante do modelo de precificação.

Em Saúde, todos os produtos apresentaram crescimento, com destaque para a carteira de pequenas e médias empresas, que evoluiu mais de 37% em faturamento, atingindo cerca de 870 mil vidas. No total, são mais de 4,4 milhões de segurados em Saúde, consolidando a liderança do Grupo em faturamento no mercado brasileiro de saúde suplementar.

Quase 100 mil empresas no Brasil já oferecem a seus funcionários os benefícios de seguro saúde do Grupo. Das 100 maiores empresas do país, 53 disponibilizam nosso seguro saúde a seus funcionários.

De janeiro a setembro de 2014, os ativos financeiros alcançaram a marca de R$ 158 bilhões, equivalentes a cerca de 30% do total administrado pelo mercado segurador brasileiro, enquanto as provisões técnicas atingiram R$ 146 bilhões.

No que diz respeito à estratégia de atuação, a integração das áreas comerciais em uma estrutura de vendas multirramo ampliou a competitividade do Grupo Bradesco Seguros, ao aprimorar a sinergia entre os canais de venda e melhorar a qualidade do atendimento ao segurado e ao corretor. Em 2014, o Grupo realizou um trabalho intenso para qualificar sua equipe a operar em diferentes segmentos, totalizando mais de 15 mil horas de treinamento para profissionais em todo o país.

Como resultado dessa iniciativa, o número de corretores ativos, ou seja, que comercializam pelo menos um produto no período de seis meses, aumentou de 20 mil, entre janeiro e agosto de 2013, para 28 mil em igual período de 2014.

A integração das áreas comerciais beneficia, também, a venda mais qualificada, envolvendo a oferta de outros produtos aos clientes. Para que se tenha uma ideia, nas Agências Bradesco, o crescimento da produção entre janeiro e agosto de 2014, na comparação com o mesmo período do ano passado, chegou a 32% em Auto, 31% em Vida e em Consórcios, e 23% em Ramos Elementares, entre outros segmentos de destaque.

Pelo 13º ano consecutivo, a marca Bradesco Seguros foi apontada pelo Instituto Datafolha como Top of Mind na categoria “Seguros”. O reconhecimento é concedido anualmente às marcas mais lembradas pelo consumidor, com base em levantamento realizado em 171 municípios brasileiros. O Instituto ouviu 5.694 pessoas, entre 28 e 30 de julho último.

XL Group nomeia Thisiani Matsumura Martins como diretora técnica de seguro no Brasil

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O XL Group anunciou hoje a nomeação de Thisiani Matsumura Martins como Diretora Técnica de sua operação de seguros no Brasil, ainda sujeita a aprovação do órgão regulador local (SUSEP). Ela passa a ocupar o cargo de Juan Bragadin, que continua no XL Group agora como consultor para o mercado latino americano. Matsumura Martins terá como principal responsabilidade o fortalecimento das soluções oferecidas pelo XL Group no país, liderando os processos de aprovação dos produtos, compliance e resseguro junto à SUSEP. Atuará a partir do escritório de São Paulo reportando-se a Renato Rodrigues, gerente geral da operação de seguros do XL Group no Brasil.

A respeito desta contratação, Renato Rodrigues destacou que “Thisiani combina um amplo espectro de conhecimento técnico com um profundo entendimento do mercado brasileiro, além da experiência de contribuir com a formatação de novos produtos desde o início até a aprovação final da SUSEP para a comercialização. Ela possui todas as condições para ajudar-nos a avançar sobre as sólidas bases que construímos desde a abertura de nosso escritório no Brasil. Estou muito satisfeito por ver mais um grande talento se juntar à nossa equipe”.

Matsumura Martins tem mais de 19 anos de experiência em subscrição em Bens, Energia, Construção e Aviação. Antes de ingressar no XL Group, ela atuou na Liberty Seguros Brasil, onde liderava a área de produtos de linhas comerciais e resseguros. Formada em Administração pela FAAP em São Paulo, A Sra. Matsumura Martins tem MBA em Seguros, Resseguros e Arbitragem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Férias com sol ou seu dinheiro de volta

pesaroO prefeito da cidade italizano de Pesaro, Matteo Ricci, pretende criar um seguro que reembolsará os turistas e setores do turismo em caso de mau tempo. Pesaro é uma cidade litorânea, às margens do mar Adriático, na região das Marcas.”Seremos a primeira cidade que fará um seguro conveniado que permitirá aos salva-vidas e donos de hotéis e restaurantes se associarem. Assim, quem vier a Pesaro saberá que o sol está garantido. Se o tempo estiver ruim, o seguro reembolsará as férias”, informou o prefeito.

Mal sabe ele que vários hotéis no Brasil já ofereceram produtos semelhantes!!!
O Hotel Itamambuca Eco Resort, por exemplo, no litoral norte de São Paulo, oferece o seguro contra chuva. “O produto foi criado para oferecer ao nosso hóspede a opção de retornar ao Itamambuca Eco Resort, com diárias cortesias, oferecidas devido a chuvas que impossibilitam o desfrute total da infraestrutura e da praia”, informa em seu portal.

O seguro é exclusivo para hospedes do hotel em pacotes de feriados prolongados. Para que se seja contemplado com o prêmio do seguro, será necessário que durante o horário entre 9h e 17h, chova no mínimo 5 horas.

Diariamente, a recepção estará registrando, de hora em hora, a situação.

Durante o período entre 17h e 9h, o seguro chuva não funciona. Portanto, se houver chuvas durante o horário mencionado, não haverá contemplamento do prêmio.

Para cada dia de chuva o premio do seguro é uma diária cortesia.

Vencedores do 8º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo – Seguros

10730890_873216289368993_3962628527352393241_nConheça os vencedores (em negrito) do prêmio do 8º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo, com 45 finalistas. Os trabalhos foram escolhidos entre mais de duas mil matérias participantes. O júri, responsável pela análise e escolha das reportagens, foi composto por 23 especialistas em sustentabilidade e seguros. Participam da 8ª edição reportagens do Brasil todo, veiculadas entre os meses de setembro de 2013 e agosto de 2014.

VENCEDORES DO TEMA SEGUROS:
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Linguagem Escrita Impresso Nacional e Regional
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Seguro de celular avança, mas custo pode chegar a 50% do valor do aparelho – Fernando Scheller = Luísa Leite – O Estado de S.Paulo

Seguro cobrado por Correios é irregular – Mariana Sallowics/Marco Antônio Martins – Folha de S.Paulo

O lado oculto das contas de hospital – Cristiane Segatto- Época


Sua lavoura não tem seguro. Por quê? – Raphael Salomão – Globo Rural

Lei que regulamenta desmanches abre espaço para ‘seguro popular’ – Rodrigo Lares – Folha de S.Paulo

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Impresso Especializado em Seguros
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A saúde no banco dos réus – Elaine Lisbôa – Jornal dos Corretores de Seguros

Quem paga a conta? – Jamille Niero – Apólice

Mercado em chamas – Carol Rodrigues (foto)- Cobertura Mercado de Seguros

Veículos mais informatizados e os novos riscos – Karin Fuchs – Cobertura Mercado de Seguros

Seguros populares ajudam a democratizar o mercado – Kelly Lubiato – Apólice

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Impresso Economia e Finanças
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Porta de entrada para outros produtos – Guilherme Meirelles – Valor Financeiro

Custo de plano de saúde diminui com prevenção – Beth Koike – Valor Econômico

Especial – Um mundo mais arriscado – Janes Rocha – Época Negócios

Especial – Tudo sobre o seguro do seu carro – Sílvio Menezes/Edilson Vieira e Filipe Farias – Jornal do Commercio – PE

Seguradoras têm perdas com estádios da Copa – Thais Folego – Valor Econômico

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On-line
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Com forte concorrência no Brasil, resseguradoras locais miram América Latina
Aline Bronzati – Agência Estado

As novas regras da garantia estendida – Luisa Purchio – IstoÉ Online

Mercado de seguros aposta no futuro promissor dos canais digitais – Márcia Alves – CVG-SP

As 7 mentiras mais absurdas usadas para fraudar seguros – Priscila Yazbek – Exame.com

Seguro pirata deixa clientes na mão e multas dobram em um ano – Tais Laporta – iG

Tokio Marine inova para simplificar venda de seguro de vida

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Em mais uma iniciativa para se tornar referência também no segmento de Pessoas, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, desenvolveu o Portal de Faturamento Vida. A ferramenta, inserida no Portal Nosso Corretor (PNC), permite que os Parceiros de Negócios gerenciem suas apólices e monitorem o envio mensal dos arquivos relacionados às faturas de seus clientes, evitando atrasos e emissões sem o devido movimento. O site é simples de navegar, o ambiente é seguro e garante a confidencialidade dos dados enviados.

“Estamos trabalhando continuamente para facilitar a operação dos nossos Corretores no segmento de Vida, oferecendo alta qualidade em nossos processos, produtos e serviços”, afirma a Diretora de Seguros de Pessoas da Tokio Marine, Nancy Rodrigues. Segundo ela, o Portal de Faturamento conta com outros benefícios, como alertas automáticos via e-mail, referentes ao prazo para envio de arquivos; envio de documentos, como cartão proposta, aditivos e cartas; segunda via de boleto, espelho de fatura e relação de segurados; protocolo dos arquivos enviados e status do faturamento.

Também é possível acompanhar a emissão da fatura, verificar o histórico de endossos anteriores e identificar registros que necessitam de correção. Sempre ouvindo as sugestões dos Corretores, o Portal de Faturamento passou por testes com um grupo e obteve muitos feedbacks positivos. “O sistema proporciona ainda mais praticidade ao gerenciamento das apólices de Vida para o nosso parceiro”, garante a diretora. Todo este processo também poderá ser efetuado pelo Estipulante, se o Corretor preferir.

Como parte de sua estratégia de crescimento no ramo, recentemente a Tokio Marine anunciou a contratação de Luiz Barsotti como Consultor Executivo Exclusivo. Barsotti tem a missão de auxiliar a Companhia a dobrar seu market share no Segmento de Pessoas em três anos. Ainda em 2014, a empresa também criou a Superintendência Comercial de Vida, que está sob o comando do executivo Marcos Kobayashi. A meta é estar entre as cinco maiores seguradoras independentes de Vida em Grupo do País em médio prazo.

SulAmérica Auto é a primeira colocada em pesquisa sobre satisfação de clientes

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A SulAmérica é a primeira colocada na categoria “Seguros de Automóvel” do Indicador de Satisfação do Consumidor Brasileiro (ISBRA), em pesquisa realizada no terceiro trimestre de 2014 com 9.240 consumidores em todo Brasil. Eleita como a melhor nos critérios de preço, serviço e qualidade, a Seguradora tem ocupado esta posição desde Outubro de 2013.

O estudo compreendeu seis critérios: imagem da companhia; relação preço-qualidade; satisfação com o serviço oferecido; fidelização do cliente; recomendação dos serviços para familiares, amigos e colegas; e motivos de satisfação e insatisfação do consumidor.

A pesquisa foi aplicada pelo grupo Stiga, especializado em análise de mercado, com sedes na Espanha e no Brasil. Com mais de 20 anos de experiência, o instituto já realizou mais de 10 milhões de entrevistas de satisfação a clientes de diferentes setores.

“A SulAmérica está sempre buscando entender as principais necessidades dos segurados para criar novos produtos e serviços personalizados que os atendam nos momentos imprevisíveis. Por isso, estamos lisonjeados pela primeira colocação no estudo ISBRA, resultado do reconhecimento dos clientes por este trabalho que desenvolvemos”, destaca o diretor de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

AIG Brasil lança seguro inédito para Gestão

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A AIG, líder mundial em seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, traz para o Brasil o primeiro seguro de Gestão para a Sociedade, o Gestão Protegida 360º. Completo, o produto cobre reclamações recorrentes de atos de gestão, como práticas trabalhistas indevidas, reclamações de órgãos reguladores, sociedades de empresas, além de ações e decisões inadequadas de gestores e diretores. O seguro pode ser contratado por empresas de todos os portes e de diversos setores, desde que tenham faturamento de até 200 milhões de reais ao ano.

O Gestão Protegida 360º é uma revolução nos seguros de gestão, pois é o primeiro seguro do Brasil a cobrir também a pessoa jurídica e, assim, oferecer uma solução completa para pequenas e médias empresas. “O pequeno e médio empresário tem muita preocupação com reclamações contra a gestão da sua própria empresa. Para ele, não é suficiente cobrir apenas as reclamações contra a pessoa física. Essa possibilidade não existia até o lançamento desse produto.” afirma Lucas Scortecci, Gerente de Produtos Financeiros da AIG no Brasil.

A nova apólice da AIG tem escopo amplo de cobertura incluindo reclamações de funcionários passados e atuais, além de problemas com clientes e fornecedores. Mesmo atividades fraudulentas realizadas por terceiros em nome da Sociedade, sem a anuência da mesma, e que causem prejuízos a outros terceiros estão cobertas no seguro. “Este produto protege o balanço patrimonial da Companhia e pode ser decisivo para a continuidade da operação de uma empresa desse porte”, reforça Scortecci.

Gestão Protegida 360º oferece coberturas de responsabilidade de gestão sob medida e com precisão para proporcionar a proteção necessária contra riscos que possam ameaçar a entidade, os funcionários e a diretoria.

Inovação e a busca constante de trazer ao Brasil novas soluções que apóiem o alto executivo é uma das premissas da AIG, que lançou também de forma pioneira nesse ano o seguro M&A, voltado para operações de Fusões & Aquisições.