A seguradora alemã Allianz divulgou que o faturamento avançou 14,5%, para 28,78 bilhões de euros no terceiro trimestre. O lucro líquido chegou a 1,6 bilhão de euros no terceiro trimestre ante 1,45 bilhão no mesmo período do ano passado. Analistas, em média, esperavam resultado positivo de 1,54 bilhão de euros, segundo pesquisa da Reuters. A Allianz também confirmou que espera alcançar lucro operacional de cerca de 10,5 bilhões de euros em 2014. elevou o pagamento de dividendos e prometeu novos retornos a acionistas no futuro depois de revelar uma alta de 11% no lucro líquido do terceiro trimestre, em um resultado que superou expectativas. O maior grupo segurador da Europa afirmou que vai pagar 50% do lucro líquido em dividendos ante nível de 40% atualmente.
Susep cria comitê para prevenir lavagem de dinheiro
O Diário Oficial da União publica nesta quinta-feira norma que institui o Comitê Permanente de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Coibição ao Financiamento do Terrorismo nos Mercados de Seguros, Resseguros, Capitalização e Previdência Privada Aberta (CPLD).
Conforme a deliberação da Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, o CPLD será o organismo deliberativo e de caráter permanente. Nele serão tratados todos os assuntos relativos à prevenção à lavagem de dinheiro e coibição ao financiamento do terrorismo, assuntos no âmbito de atuação da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Compete à administração da Susep prover os recursos humanos e materiais necessários ao pleno funcionamento do comitê.
Ao presidente do comitê, entre outras tarefas, compete promover a cultura da prevenção à lavagem de dinheiro e coibição ao financiamento do terrorismo, além de acompanhar estudos, movimentos nacionais ou mundiais, novos padrões e novas tecnologias que possam impactar na prevenção à lavagem de dinheiro e coibição ao financiamento do terrorismo nos mercados controlados.
Além disso, deve o presidente do CPLD propor normas e procedimentos relativos à prevenção à lavagem de dinheiro e coibição ao financiamento do terrorismo, tanto no âmbito da Susep, quanto para os mercados de seguros, resseguros, capitalização e previdência privada aberta.
Ifaseg e QBE patrocinam terceira edição do Prêmio Braztoa de Sustentabilidade
Release
A Ifaseg, empresa que gerencia riscos para organizações que movimentam mais de 50% do mercado de turismo do Brasil, está patrocinando a terceira edição do Prêmio Braztoa de Sustentabilidade em parceria com a QBE, um dos 25 maiores grupos seguradores do mundo. Esta nova etapa do prêmio vai reconhecer os vencedores já neste mês de novembro, segundo informa a Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), entidade responsável pela iniciativa e que representa 85% dos pacotes turísticos comercializados no País.
Desde 2012, o concurso vem premiando todos os anos as melhores ações das organizações da cadeia turística de acordo com o Programa Braztoa de Sustentabilidade. Entre outras práticas, o programa estimula os integrantes da entidade a praticarem atos como respeito à legislação, ações de responsabilidade social e minimização de impactos no ambiente natural. A iniciativa ainda visa a valorização do patrimônio histórico e cultural das localidades receptoras. E também promove o fortalecimento das economias locais e o estabelecimento de procedimentos éticos entre turistas, funcionários e fornecedores.
“Em particular, o programa da Braztoa estimula os seus integrantes a avaliar com constância os seus parceiros comerciais. Este aspecto reduz os riscos de responsabilização por falha profissional”, destaca Mário Gasparini, diretor da Ifaseg. “Este é um programa ousado e, por isso, temos orgulho de patrocinar a eleição das melhores práticas de sustentabilidade do mercado de turismo, em parceria com a QBE”, diz Waldir de Menezes, também diretor da Ifaseg. Os resultados da premiação serão divulgados no dia 28 de novembro, na abertura da Convenção da Braztoa, em Maceió.
IRB Brasil RE tem novos gerentes nas equipes de Riscos Corporativos e de Negócios
A Vice-Presidência de Riscos e Compliance do IRB Brasil RE ganha o reforço de André Morandi, contratado para ocupar a Gerência de Riscos Corporativos e que traz na sua bagagem de economista e professor formado pela UFF, passagens por empresas como Petros, Salinor – Salinas do Nordeste e Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação – SBCE, sedo a última delas como Diretor de Risco na Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias – ABGF.
Na Vice-Presidência de Resseguros foi criada uma nova gerência de negócios assumida por Frederico Simões Domingues, que terá como desafio cuidar da área de Pesquisa e Desenvolvimento, compondo, assim, mais um “braço” da Diretoria Técnica. Formado em engenharia agronômica, com MBA em Finanças e Risco, ambas pela USP, o novo gerente agrega ao IRB sua experiência em empresas de destaque no cenário internacional, como Essor, Scor e Munich Re.
Ambos já estão incorporados ao dia a dia da empresa e foram recebidos pelos demais colaboradores com ótima expectativa de troca de experiências e colaboração nos ambiciosos projetos do IRB.
Anfavea divulga desempenho de outubro da indústria automobilística
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, divulgou na quinta-feira, 6, os resultados da indústria automobilística em outubro. Os dados mostram que o licenciamento no mês apresentou ligeiro crescimento e a produção pequena baixa com relação ao mês anterior.
No último mês 306,9 mil unidades foram comercializadas, o que representa crescimento de 3,6% frente as 296,3 mil de setembro. Já no comparativo com outubro do ano passado, as vendas foram inferiores em 7,1% com 330,2 mil veículos naquele mês. No acumulado a queda foi de 8,9% com 2,83 milhões de unidades este ano e 3,11 milhões em 2013.
Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, acredita que os resultados deste mês reforçam o viés de retomada de crescimento no segundo semestre deste ano:
“O desempenho de julho a outubro comprova que teremos um segundo semestre melhor que o primeiro. Ainda há alguma imprevisibilidade, mas no sentido positivo, quanto aos próximos dois meses por razões como a oferta de crédito, sazonalidade, elevação do IPI e motivação gerada pelo Salão do Automóvel. Mas o fato é que o viés é de otimismo”.
A produção acompanhou o resultado do licenciamento em outubro: este foi o segundo melhor mês do ano com 293,3 mil veículos, o que significa baixa de 2,5% no comparativo com setembro quando a indústria automobilística registrou o recorde do ano ao produzir 300,8 mil unidades.
Na análise com outubro do ano passado a produção encolheu 9% – foram 322,5 mil unidades naquele período. Na soma dos dez meses já transcorridos neste ano, a produção mostrou declínio de 16% quando confrontadas as 2,68 milhões de unidades deste ano com as 3,19 milhões de 2013.
As exportações de autoveículos fecharam outubro com 23,5 mil unidades, retração de 9,7% frente as 26 mil de setembro e de 54,6% em relação as 51,8 mil de outubro do ano passado. Até o décimo mês do ano 284,8 mil produtos saíram do País, o que significa diminuição de 40,4% contra as 477,8 mil de igual período de 2013.
Caminhões e ônibus
O licenciamento de caminhões em outubro apresentou aumento de 8,6% ao se comparar as 12,2 mil unidades do mês contra os 11,2 mil veículos de setembro, mas decréscimo de 9,1% sobre outubro do ano passado, quando foram comercializados 13,4 mil produtos. O acumulado do ano aponta recuo de 13,4%: foram 111,2 mil este ano e 128,5 mil em 2013.
A produção de caminhões no décimo mês foi de 12,4 mil unidades, alta de 5,2% com relação as 11,8 mil de setembro de 2014 e baixa de 32,4% quando comparadas com as 18,3 mil de outubro do ano passado. No período acumulado deste ano há declínio de 24,6% quando deparadas as 124,5 mil unidades fabricadas em 2014 com as 165 mil do ano anterior.
As exportações em outubro ficaram 12,3% abaixo do registrado em setembro – foram 1,4 mil contra 1,6 mil – e 44,3% menor ante o resultado de outubro de 2013, quando 2,5 mil caminhões foram exportados. As 15,3 mil unidades que deixaram o Brasil nos dez primeiros meses do ano representam 26% de recuo se comparadas com as 20,7 mil de igual período de 2013.
Para o segmento de ônibus outubro foi o melhor mês do ano em licenciamento: 2,88 mil unidades comercializadas, 30,9% a mais do que as 2,20 mil de setembro. Contudo, o resultado foi inferior em 1,9% com relação as 2,93 mil de outubro de 2013. No acumulado as 22,9 mil unidades negociadas este ano estão 15,2% menores do que as 27 mil de 2013.
De janeiro a outubro de 2014 foram produzidos 30,5 mil ônibus, queda de 13,3% ante os 35,1 mil do ano anterior. Já no comparativo mensal, as 2,7 mil unidades do décimo mês representaram retração de 3% com relação as 2,8 mil de setembro e de 22,6% sobre outubro do ano passado, que registrou 3,5 mil ônibus.
Máquinas agrícolas e rodoviárias
O segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias apresentou em outubro o melhor mês em vendas internas do ano com 6,7 mil unidades. Este marco representa alta de 0,7% no comparativo com setembro quando foram comercializados 6,6 mil produtos e de contração de 8,6% contra outubro do ano passado com 7,3 mil unidades. No acumulado a retração foi de 17% – 59,1 mil este ano e 71,2 mil em 2013.
A produção do segmento agrícola encerrou o mês com acréscimo de 10%, ao se comparar as 7,9 mil unidades de outubro com as 7,2 mil de setembro, e recuo de 20% ante as 9,9 mil unidades fabricadas em outubro de 2013. O resultado do acumulado de 2014, com 72,4 mil unidades, ficou 15,6% abaixo das 85,7 mil unidades de 2013.
Nas exportações, o acumulado está 9,5% abaixo, quando se defrontam as 11,9 mil máquinas deste ano com as 13,1 mil do ano passado. As 1,3 mil unidades que deixaram o País em outubro de 2014 significam declínio de 4,6% contra setembro com 1,4 mil unidades e queda de 20,5% com relação a outubro de 2013 com 1,7 mil.
CNseg lança 11ª edição do Sistema de Quantificação de Fraudes
Dos R$ 23,65 bilhões pagos em indenizações aos segurados em 2013 (excluindo Saúde Suplementar e Previdência Complementar Aberta), R$ 2,13 bilhões foram relativos a sinistros com suspeita de fraudes, o equivalente a 9% do total. Esses números fazem parte do relatório do 11º Ciclo do Sistema de Quantificação de Fraudes no Mercado de Seguros Brasileiros (SQF), produzido em versão bilíngue pela CNseg, contando com a participação das seguradoras que operam nas carteiras pesquisadas.
Ainda em relação aos sinistros, os valores referentes a fraudes detectadas foram de R$ 41 milhões, o que corresponde a 1,8% do total pago, enquanto as fraudes comprovadas totalizaram R$ 35 milhões, ou 1,5% do total. O relatório também apresenta uma série histórica, considerando os anos de 2013, 2012 e 2011. Ainda em relação a valores, os 9% referentes a suspeitas de fraude em 2013 foram 1,2 pontos percentuais mais altos que os 7,8% registrados em 2012, sendo que, em 2011, o valor foi de 7,2%, apontando para um aperfeiçoamento da fiscalização. Considerando, não os valores, mas a quantidade de sinistros, as suspeitas de fraudes em 2013 chegaram a 4,3% do total, enquanto que, em 2012, foram de 3,4% e, em 2011, 2,6%.
O relatório também apresenta os números separados por segmento, abrangendo os seguros de automóveis, DPVAT, patrimonial, pessoas, transportes, cascos, habitacional, responsabilidades, rural e demais ramos. Como grande novidade, concomitantemente ao lançamento dessa nova versão do SQF, a Central de Serviços da CNseg também lançou um aplicativo para smartphones, nas versões Android, Windows Mobile e IOS, onde os usuários podem visualizar as edições atual e anteriores, nas versões do relatório completo e do guia rápido.
AIG lucra US$ 2,2 bilhões no terceiro trimestre
Ações da AIG subiram 1,4% na bolsa americana ontem após o fechamento do pregão regular. A empresa divulgou resultado melhor que o esperado no terceiro trimestre. O lucro líquido ficou em US$ 2,19 bilhões no terceiro trimestre, pouco acima dos US$ 2,17 bilhões do mesmo period anterior. Em seguros gerais, o grupo divulgou faturamento de US$ 8,63 bilhões no terceiro trimestre, alta de 2%, e índice combinado de 102%.
Marcelo Zampronha assume a diretoria de relacionamento com o mercado do grupo XL no Brasil
O XL Group anunciou hoje a nomeação de Marcelo Zampronha como líder da área de Distribuição e Relacionamento com o Mercado, com a missão de levar adiante o crescimento da operação de seguros do grupo no Brasil.
Ao comentar sobre a nomeação de Zampronha e sobre as oportundiades para o Grupo, Renato Rodrigues, gerente geral da operação de seguros do XL Group no Brasil, disse: “As médias e grandes empresas brasileiras, bem como as corporações nacionais e multinacionais, ganharam força e se tornaram mais diversificadas em um amplo leque de indústrias. Mas à medida em que essas companhias crescem e se diversificam, o mesmo ocorre com os riscos que elas enfrentam, tornando a gestão de riscos complexos um desafio crescente para as empresas”.
“Em seu novo cargo, Marcelo deverá levar a clientes e corretores o valioso conhecimento que adquirimos com nossa rede global e nossa experiência em subscrição. Isso assegurará que eles terão a cobertura adequada para continuar a operar e crescer no complexo mundo de hoje”. “O Brasil é um mercado em expansão para nós e estou confiante que Marcelo tem a experiência e a energia para levar o negócio de seguros do XL Group adiante”.
Zampronha se une ao XL Group depois de passar pela AIG Seguros em São Paulo, onde ocupava o cargo de líder de Canais de Distribuição para Seguros Corporativos. Ao longo de seus 20 anos de carreira no mercado de seguros, Zampronha ocupou várias posições executivas em corporações como Aon e Unibanco AIG Seguros no Brasil, e também na AIG em Nova York. Possui o título de Mestre em Administração de Empresas pela EAESP/FGV em São Paulo com intercâmbio na NYU Stern School of Business em Nova York, com dissertação elaborada no campo de Estudos Organizacionais. Como professor, leciona os temas de Gestão de Riscos Organizacionais e Geração de Modelos de Negócios no MBA Executivo da FAAP e também no MBA Executivo em Seguros e Resseguros da Funenseg, ambos em São Paulo.
Segmento de resseguro reverte prejuízo em lucro de R$ 360,4 milhões no acumulado até agosto
O Mercado Interno de Resseguros encerrou o período em foco apresentando um Lucro Líquido de R$ 360,4 milhões, resultado que reverte o prejuízo líquido de R$ 23,9 milhões do ano passado, uma recuperação importante. Esse desempenho está associado às reduções da sinistralidade retida e das despesas com comercialização, além da recuperação do Resultado Financeiro que somou R$ 536,8 milhões em 2014 contra R$ 328,3 milhões de 2013, um crescimento de 63,5%. A Taxa Média de Retorno do Patrimônio Líquido anualizada foi de 10,44% contra (-) 0,72% de 2013.
A operação teve alteração importante (quedas da sinistralidade retida e das despesas com comercialização) , uma vez que a Combined Ratio passou de 114,69% em 2013 para 100,08% em 2014.
É importante destacar que o nível de retenção de prêmios de resseguro gerados no mercado de seguros se manteve em 53,00% para ambos os períodos.
O IRB Brasil – RE manteve a liderança com 47,8% dos prêmios totais (em 2013 detinha 56,9% – uma queda de 4,8%) seguido pela ZURICH RE, MUNICH RE, ALLIANZ RE, MAPFRE RE e AUSTRAL RE.
No que se refere aos segmentos o Patrimonial mantém a liderança com 37,2% dos prêmios totais (em 2013 era de 40,7%) seguido dos Riscos Financeiros, Transportes, Riscos Rurais, Pessoal – Coletivo e Riscos Especiais.
Evolução do mercado segurador requer sinergia, afirmam executivos da SulAmérica
A quinta edição do Encontro de Corretores de Seguros do Estado do Rio de Janeiro (Enconseg) apresentou aos 1.500 participantes do evento os desafios e as oportunidades do mercado segurador para os próximos anos.
O encontro, organizado pelo Sincor-RJ, ocorreu no Centro de Convenções SulAmérica na última sexta-feira (31). “Este é um encontro de discussões para o futuro, visando ao crescimento do mercado”, afirmou o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella.
Com o tema “A atuação de corretores de seguros e seguradoras em um mercado orientado para os clientes”, o evento discutiu o novo cenário marcado pela tecnologia e por novos perfis e comportamentos do consumidor.
Para Portella, a evolução do setor requer trabalho em sinergia entre seguradoras, corretores e reguladores. “O mundo tem se transformado rapidamente. O cliente de ontem não é o de hoje. Temos de nos perguntar se estamos fazendo juntos tudo o que precisamos para que o cliente final tenha todas as suas demandas atendidas”, destacou o presidente da companhia. “Digo aos nossos parceiros corretores que sejam corretores de todos os seguros para o cliente.”
Na visão do vice-presidente Comercial da SulAmérica, Matias Ávila, o encontro foi uma oportunidade para aprender com os parceiros. “Entendemos que o corretor não é um canal de distribuição, e sim está em todos os canais. Ele é o representante do cliente, e este evento é uma grande oportunidade de conhecer melhor este cliente.”
Conhecer a fundo o consumidor para o aprimoramento e a expansão do mercado é uma tarefa que está na ordem do dia, lembra o vice-presidente de Planejamento e Marketing, Renato Terzi. “É importante trazermos esta discussão, falarmos abertamente com todos – regulador, corretor e seguradoras – para que vejamos uma evolução em nosso mercado”, ressaltou o executivo. “A própria existência deste evento reflete a relevância deste tema para o mercado segurador.”
Terzi lembrou que o corretor está no centro da estratégia de excelência em atendimento. “Para que o cliente seja bem atendido, o corretor precisa ser bem atendido”, afirmou o executivo da SulAmérica. A companhia possui 30 mil corretores parceiros em todo o Brasil.
Para o diretor regional do Rio de Janeiro, Carlos Alexandre Guimarães, o balanço do evento foi positivo. “Enxergamos o mercado de uma outra dimensão, abrindo oportunidades de negócio para todo o mercado segurador”, avaliou.

















