Lucro do segmento de Capitalização avança 49%, para R$ 1,5 bilhão, até setembro

castiglionePor Luiz Roberto Castiglione

O Mercado Brasileiro de Capitalização registrou lucro líquido de R$ 1,5 bilhão de janeiro a setembro de 2014, acima dos R$ 979,7 milhões do mesmo período do ano passado, um crescimento de 49,9%. Excluindo o Resultado de Coligadas e Controladas esse resultado passa para R$ 1,4 bilhão contra R$ 884,1 milhões de 2013, um crescimento de 61,2%.

A Taxa Média de Retorno do Patrimônio Líquido anualizada é de 50,40% contra 26,99% do ano anterior. A Rentabilidade sobre as Provisões Técnicas passou de 9,09% ao ano em 2013 para 11,50% em 2014. Dois pontos contribuíram para esse desempenho. O primeiro se refere à melhoria do Resultado Financeiro e a redução dos Custos de Aquisição.

O Resultado Industrial representou 11,84% dos prêmios de capitalização contra 8,62% do ano passado. Já a Rentabilidade Operacional passou de 9,32% dos prêmios de capitalização para 13,07% no período em foco.

A Brasilcap mantém a liderança no segmento com 28,98% do volume total (em 2013 era de 28,97%) seguida pela Bradesco Capitalização, Cia Itáu de Capitalização, SULACAP e Caixa Capitalização. A unidade da federação que mais consome esse segmento é São Paulo com 35,40% das vendas totais (em 2013 era de 34,67%) seguido por Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná.

Tokio Marine faz doação de R$ 200 mil para o Teleton 2014

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Em mais uma ação de engajamento com causas sociais, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, apoia o Teleton pelo terceiro ano consecutivo. A iniciativa é realizada anualmente e tem como objetivo arrecadar fundos para as crianças da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Para mudar a realidade e as perspectivas de quem necessita de ajuda, a Companhia, junto com seus Colaboradores e Corretores, vai doar um cheque de R$ 200 mil à instituição durante o programa que será transmitido pelo SBT nos dias 7 e 8 de novembro.

O Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, e o Diretor Comercial Nacional Varejo da Tokio Marine, João Melo, farão a entrega simbólica do cheque na transmissão do dia 8, entre 18h e 19h. A novidade nesta edição é que Colaboradores da empresa vão atuar como voluntários atendendo as ligações de doadores, no próprio Contact Center da Seguradora, durante o programa, no sábado.

“Estamos muito felizes por apoiar, mais uma vez, a causa da AACD, instituição que realiza um trabalho de extrema importância para as crianças deficientes. Também reconhecemos e agradecemos o engajamento dos nossos Colaboradores e Corretores, que abraçaram a causa da entidade”, afirma Valmir Rodrigues. Os Parceiros de Negócios atenderam a um convite feito na edição 2013 do Teleton, quando o presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, conclamou-os a participar da ação.

De acordo com Valmir Rodrigues, promover e/ou apoiar ações que contribuam para a evolução da sociedade são iniciativas que fazem parte da missão e da filosofia da Companhia desde a sua fundação. “A Tokio Marine está sempre atenta às causas sociais e participa de outras iniciativas, colocando em prática os valores nos quais acredita”, acrescenta o executivo.

Este ano, a Companhia promoveu mais duas ações em prol da AACD: a doação de livros de estórias infantis e um dia de voluntariado na sede da instituição, em São Paulo, em comemoração ao Dia da Criança. Na ocasião, Colaboradores da Tokio Marine distribuíram brinquedos para 680 crianças e participaram de atividades com música, teatro, aulas de artesanato e culinária.

Sobre o Teleton

O Teleton surgiu em 1954 nos Estados Unidos e, inicialmente, foi intitulado WHAS Crusade for Children. Porém, o termo Teleton e sua finalidade ficaram conhecidos mundialmente a partir de 1966 com o Teleton Jerry Lewis MDA Telethon.
Na América do Sul, a maratona foi realizada pela primeira vez em 1978, no Chile. Já no Brasil, o Teleton foi criado em 1998 e, desde então, é transmitido anualmente pelo SBT. O programa, que arrecada verbas para a construção de novos hospitais da AACD, é um sucesso e tem a colaboração de diversas emissoras de TV, com artistas que se revezam no palco para incentivar os telespectadores a fazerem doações.

Na 16° edição do programa, em 2013, o Teleton também foi transmitido ao vivo para todo o Brasil por várias emissoras, em parceria com o SBT, como Sony Spin e Fox Life e também pela internet nos sites do SBT, Portal Jovem Pan, portal UOL, Youtube (que disponibilizou o sinal aberto e ao vivo da maratona para vários sites que o retransmitiram), além da cobertura pela Rede Transamérica. A arrecadação atingiu a meta totalizando R$26 milhões. Mesmo após o encerramento ao vivo da transmissão, ainda é possível participar, por meio do Leilão Teleton. Todos os créditos são doados para a AACD.

Seguro ambiental poderá crescer 50% em 2015, afirma FenSeg

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Com a fiscalização cada vez mais rigorosa desde que a Política Nacional de Resíduos Sólidos entrou em vigor em 2010, a contratação do seguro ambiental no Brasil, principalmente por indústrias ou empresas que realizam obras com potencial poluidor, poderá crescer 50% em 2015, estima a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

Segundo a entidade, esse seguro movimenta anualmente cerca de R$ 28,5 milhões e para o próximo ano a expectativa é que o número chegue a R$ 50 milhões em volume de prêmios. Para o presidente da Comissão de Responsabilidade Civil da FenSeg, Marcio Guerrero, “grande parte das licitações, principalmente em relação às concessões de rodovias, já exige a contratação do seguro ambiental, um dos motivos que pode impulsionar esse seguro no próximo ano”.

Um dos principais objetivos do seguro ambiental é garantir que, se houver danos causados pela poluição, o segurado poderá arcar com os custos da despoluição do local ou com o pagamento de indenizações aos terceiros. Por conta disso, Guerrero ressalta a importância do seguro para gestão de riscos em uma comunidade. “Mais do que uma proteção financeira, esse seguro é uma prestação de contas com a sociedade, o meio-ambiente e o Governo”, afirma.

Apesar da expectativa de crescimento do seguro, ainda há muito espaço a ser ocupado. Segundo o executivo da FenSeg, uma das barreiras é conscientizar as empresas de que esse investimento faz a diferença no equilíbrio financeiro das empresas. “A legislação tem motivado o cliente a buscar uma proteção e muitas acionistas e investidores já solicitam a contratação do seguro ambiental, mas essa consciência ainda é nova no mercado de seguros brasileiro”, explica.

Entre os acidentes ambientais mais comuns, o executivo ressalta o “bota-fora”, a limpeza do terreno após a finalização de uma obra, e o combate à contaminação de um pequeno lote de um terreno. “Nos dois casos, se as medidas não forem tomadas de forma adequada podem ocasionar novas contaminações, elevando o custo para as empresas e ampliando a poluição do solo”, lembra.

Os novos direitos da sociedade serão analisados sob o enfoque do seguro de RC

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Palestra de Walter Polido em evento da APTS discutirá as tendências no seguro de Responsabilidade Civil, analisando as novas coberturas para os novos direitos da sociedade.

A evolução da sociedade brasileira ampliou as conquistas dos cidadãos e a consciência sobre seus novos direitos. Por outro lado, também aumentou a exposição a novos riscos. Nesse contexto inédito, o seguro de Responsabilidade Civil é desafiado a responder às necessidades da sociedade com novas coberturas para direitos e riscos até então inexistentes ou, simplesmente, não contemplados nos textos de coberturas tradicionais do mercado segurador.

Entre os principais, destacam-se: dano moral individual e também coletivo; dano existencial; a perda de uma chance ou de oportunidade; direito da informática e internet; biotecnologia e o biodireito; nanotecnologia; a exacerbação do direito ambiental; a responsabilidade compartilhada e a logística reversa em relação aos resíduos sólidos; além de tantos outros.

Estes são alguns dos assuntos pautados para o Debate do Meio-Dia “Tendências no seguro de Responsabilidade Civil: novos direitos, novas coberturas”, que será realizado pela APTS, no dia 10 de dezembro, das 12h às 14h. A palestra principal será apresentada pelo consultor e especialista em seguro de RC, Walter Polido. O evento contará com a participação de dois debatedores: Gutemberg Viana, da Chubb Seguros, e Bruno Amorim, da Aon, com a mediação do diretor de RC da APTS, Felippe Moreira Paes Barretto.

De acordo com Walter Polido, o evento apresentará informações técnicas relevantes sobre cada um desses temas para que os profissionais do setor possam encontrar e desenvolver as melhores soluções. “Os temas escolhidos para o debate também compõe um cenário de oportunidades para novos negócios de seguros”, destaca.

Programação

Debate do Meio-Dia: “Tendências no seguro de Responsabilidade Civil: novos direitos, novas coberturas”

Data e horário: 10/12 – das 12h às 14h

Local: sede da APTS, no Largo do Paissandú, nº 72, 17º andar, conj. 1704, S. Paulo (SP)

Apresentação: Walter Polido – especialista e consultor em seguros de Responsabilidade Civil

Debatedores:

• Gutemberg Viana – gerente de Responsabilidade Civil da Chubb

• Bruno Amorim – diretor da Aon

Mediação: Felippe Moreira Paes Barretto – diretor técnico da APTS na área de Responsabilidade Civil Profissional

Informações e inscrições pelo e-mail: apts@apts.org.br ou telefones (11) 3227 4217 e 3229 6503

Mapfre obtém no Brasil um lucro líquido de R$ 330 milhões nos nove meses do ano, 61% a mais que em 2013

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

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A Mapfre obteve no Brasil um volume de prêmios de R$12,26 bilhões nos nove primeiros meses deste ano, 15,5% a mais que no mesmo período do ano anterior, e aumentou seu lucro em 61%, chegando a R$330 milhões. O Brasil aporta 22,5% dos prêmios e 13,7% dos resultados da MAPFRE no mundo.

Segundo o presidente do grupo Mapfre no Brasil, Wilson Toneto, “o desempenho positivo das operações no Brasil reforçam a estratégia que combina a solidez financeira, atuação multicanal, a presença em todo o território brasileiro e uma equipe altamente profissional e dedicada. Crescemos mais que o mercado em praticamente todas as linhas de negócio de seguros e produtos financeiros, principalmente nos seguros de Vida, Agropecuário e Riscos Industriais.” O forte aumento das receitas financeiras, em relação ao ano anterior também foi destacado pelo executivo, e é explicado pelos ajustes negativos no valor de mercado de investimentos no ano anterior e pelo aumento das taxas de juros, nos últimos 12 meses.

Na América Latina, a Mapfre obteve um volume de prêmios de 7,085 bilhões de euros nos nove primeiros meses deste ano, 2,1% a mais que no mesmo período do ano anterior, e aumentou seu lucro atribuível na região em 28%, chegando a 721 milhões de euros. A América Latina já aporta quase 40% de prêmios e 30% dos lucros da MAPFRE no mundo.

A Regional Latam Sul (Argentina, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) aporta 11,6% dos prêmios e 10,8% do lucro. Seus prêmios chegaram a 2,095 bilhões de euros (-3,4%). Os prêmios da Regional Latam Norte (Costa Rica, El Salvador, Guatemala Honduras, México, Nicarágua, Panamá e República Dominicana), que representam 5,1% do total, chegaram a 914 milhões de euros, o que representa um aumento de 8,6%.

Os crescimentos na América somente não foram maiores em razão da forte depreciação da maior parte das moedas no período, quando comparadas ao euro. Em termos globais, a Mapfre obteve nos nove primeiros meses deste ano receitas de 19,793 bilhões de euros, 1,6% a mais que o ano anterior, o crescimento de prêmios de seguros por sua vez cresceu 1,8%, chegando a 16,857 bilhões de euros. Estes crescimentos foram em grande parte, decorrentes do negócio procedente do Brasil, da recuperação progressiva das vendas na Espanha e da evolução positiva da atividade de Resseguro e Assistência. O índice combinado foi mantido no excelente nível de 95,8%. Em moeda constante (descontando os efeitos das depreciações das moedas), os prêmios cresceram 8,3%.

O lucro antes de impostos e minoritários chegou a 1,454 bilhão de euros, 13% a mais, enquanto o lucro líquido atribuível (líquido de impostos e sócios minoritários) situou-se em 673 milhões de euros, queda de 1,6% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A redução se explica parte pelo maior peso dos impostos e parte pela maior divisão de lucros com sócios externos. Em moeda constante, o lucro líquido atribuível cresce 3,7%.

Os prêmios do negócio “Não-Vida” chegaram a 12,553 bilhões de euros, no final de setembro (crescimento de 1%), enquanto no negócio “Vida” cresceram 4,4%, chegando a 4,304 bilhões de euros. A poupança gerida cresceu 13,6%, chegando a 37,734 bilhões de Euros.

“Estes resultados confirmam a evolução positiva do negócio global da MAPFRE, especialmente nos mercados estratégicos. Na Espanha, onde também se percebem sinais cada vez mais claros de reativação da economia, se constata o sucesso da nossa estratégia”, afirmou Antonio Huertas, Presidente da Mapfre.

O Conselho de Administração do Grupo aprovou o pagamento de dividendos vinculados aos resultados de 2014, de 0,06 euros por ação, o que significa aumento de 20% em comparação ao ano anterior. Deste modo, os dividendos totais que serão pagos no ano, aumentarão para 0,14 Euros por ação o que indica que a companhia destinará um total de 431,2 milhões de euros para a retribuição aos seus acionistas.

BB tem lucro líquido de R$ 2,8 bilhões no 3º trimestre de 2014

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O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,8 bilhões no terceiro trimestre de 2014, representando RSPL de 15,5%. A remuneração aos acionistas atingiu R$ 1,1 bilhão, montante equivalente a 40% do lucro líquido, sendo R$ 941,3 milhões na forma de juros sobre capital próprio (JCP) e R$ 155,8 milhões em dividendos. O valor por ação alcançou R$ 0,39. No trimestre o lucro líquido ajustado atingiu R$ 2,9 bilhões, RSPL ajustado de 16,1%.

Os ativos do Banco do Brasil atingiram R$ 1,43 trilhão em set/14, crescimento de 13,7% em 12 meses e 2,2% em relação ao trimestre anterior, favorecido principalmente pela expansão da carteira de
crédito. O Banco do Brasil é líder em ativos entre as empresas do setor financeiro da América Latina.

A carteira de crédito ampliada, que inclui TVM privados e garantias prestadas, atingiu R$ 732,7 bilhões em set/2014, crescimento de 12,3% em 12 meses e 1,9% em relação ao trimestre anterior. Destaques para o financiamento imobiliário e crédito ao agronegócio, que registraram evolução de 73,1% e 21,8% em 12 meses, respectivamente. No período, o BB manteve a sua liderança em crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN), com 21,1% de participação de mercado.

A carteira de crédito orgânica, formada por operações com clientes pessoa física do Banco do Brasil, finalizou o terceiro trimestre de 2014 com saldo de R$ 145,6 bilhões, crescimento de 2,3% no trimestre e de 12,0% em 12 meses. As linhas de menor risco (Crédito Consignado, CDC Salário, Financiamento de Veículos e Crédito Imobiliário) alcançaram 76,1% do total da carteira, crescimento de 13,7% em doze meses.

O Crédito Imobiliário atingiu saldo de R$ 35 bilhões em set/14, aumento de 73,1% em relação ao mesmo período de 2013. O financiamento às empresas cresceu 108,0% em um ano, atingindo saldo de R$ 9,3 bilhões e o financiamento às pessoas físicas evoluiu 63,2% no mesmo período, alcançando um saldo de R$ 25,7 bilhões.

No acumulado em 12 meses, o BB desembolsou um montante de R$ 13,8 bilhões neste tipo de operação, evolução de 44% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Este desempenho permitiu ao Banco elevar sua participação de mercado no último ano, de 5,19% para 7,38%, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Banco Central (posição: Jul/14).

O financiamento ao agronegócio encerrou o terceiro trimestre de 2014 com a marca de R$ 158,4 bilhões. Esse montante é 21,8% maior do que o registrado no mesmo período de 2013. Na safra 2014/15, o Banco do Brasil desembolsou R$ 20,6 bilhões em operações de crédito rural, evolução de 33,3% em relação à safra anterior.

O BB mantém a sua liderança neste segmento, atingindo 63,2% de participação conforme os dados do Sistema Nacional de Crédito Rural. Destaques para as operações de investimento, que atingiram saldo de R$ 69 bilhões, evolução de 31,3% em 12 meses.

O saldo de crédito concedido às empresas encerrou set/14 com R$ 342 bilhões, crescimento de 12,8% em 12 meses e 2,0% em relação ao trimestre anterior. As operações de capital de giro1 e de investimento, que representam 72,1% do total, obtiveram crescimento de 11,1% e 23,6% em 12 meses, respectivamente.

No período, o Banco do Brasil manteve-se como principal parceiro do segmento de micro e pequenas empresas (MPE), que engloba as empresas com faturamento bruto anual até R$ 25 milhões. Ao final do terceiro trimestre, o saldo da carteira de crédito relacionado ao segmento alcançou R$ 101,5 bilhões, crescimento de 7,5% em 12 meses.

Os índices de inadimplência do BB se mantiveram em patamares menores do que os observados no SFN. Ao fim de set/14, o índice de operações vencidas há mais de 90 dias representou 2,09% da carteira de crédito. No mesmo período, o SFN registrou índice de 3,0%.

A qualidade da carteira de crédito do Banco do Brasil é evidenciada pela concentração de 94,8% das operações na faixa de risco AA-C. O nível de cobertura da carteira de crédito, que demonstra a relação entre a provisão existente e as operações vencidas há mais de 90 dias, encerrou o mês de setembro em 185,9%, mantendo-se acima do nível apresentado pelo mercado.

As captações comerciais, que incluem Depósitos Totais, Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Operações Compromissadas com Títulos Privados, atingiram saldo de R$ 623,5 bilhões. Destaque para os saldos de LCA e Operações Compromissadas com Títulos Privados que atingiram R$ 105,5 bilhões e R$ 41,2 bilhões, crescimento de 57,1% e 60,6% em doze meses, respectivamente.

Em 2014, o Banco do Brasil atuou em 29 das 48 operações de captação externa realizadas no mercado de capitais internacional, todas elas na condição de joint book-runner. As operações coordenadas pelo BB somaram US$ 28,9 bilhões, mantendo a liderança do BB no ranking ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), com participação de 69,6%.

No terceiro trimestre, destaque para a coordenação da operação de estruturação e distribuição de CRA (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) com lastro em debênture, realizada em conjunto com o Banco Votorantim. No total foram distribuídos R$ 270 milhões, sendo totalmente absorvidos por investidores pessoa física.

O volume de câmbio contratado no BB no 3T14 apresentou crescimento em relação ao observado no mesmo período do ano anterior. No câmbio exportação, o montante comercializado alcançou US$ 15 bilhões, evolução de 4,3% na mesma base comparativa. Considerando-se os valores desembolsados no câmbio importação, o crescimento foi de 1,5%, alcançando US$ 12,5 bilhões. O Banco do Brasil manteve a liderança nestes dois mercados, com 26,3% e 22,3% de participação, respectivamente.

No financiamento às exportações, os desembolsos de Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC) e sobre Cambiais Entregues (ACE) foram de US$ 2,6 bilhões, aumento de 6,3% em relação ao terceiro trimestre de 2013. Com participação de 26,9%, o BB continua na liderança da modalidade.

A BB Seguridade registrou lucro líquido de R$ 822,3 milhões no terceiro trimestre de 2014, resultado 50,1% superior em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado em 9 meses, o lucro líquido atingiu R$ 2,3 bilhões, crescimento de 49,1% sobre o resultado do 9M13. Esse resultado corresponde a um retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado de 51,3%.

As receitas nos segmentos de seguro, previdência e capitalização atingiram R$ 38,1 bilhões em 2014, evolução de 25,6% em relação às receitas do mesmo período de 2013. Destaque para as receitas de corretagem, que totalizaram R$ 1,7 bilhão no mesmo período, crescimento de 31,8% em relação ao ano anterior.

No segmento de previdência, as receitas com contribuições alcançaram R$ 21,6 bilhões no acumulado dos nove primeiros meses de 2014. A Brasilprev, coligada da BB Seguridade, destaca-se no segmento por apresentar índices de resgate entre os melhores do mercado. Em termos de captação líquida, o segmento de previdência atingiu R$ 13,9 bilhões no período, crescimento de 55,5% sobre o mesmo período de 2013. Esse desempenho permitiu à Brasilprev atingir a expressiva marca de 61,7% de participação de mercado nesse critério.

O faturamento com cartões atingiu R$ 172,5 bilhões no 9M14, crescimento de 17,9% sobre o mesmo período de 2013. Destaca-se o volume movimentado em compras no segmento de pessoas jurídicas, que cresceu 29,0%, demonstrando o potencial desse mercado.

O bom desempenho no volume transacionado refletiu no aumento das receitas relacionadas aos negócios com cartões, que atingiram R$ 4,65 bilhões, crescimento de 13,3% sobre igual período do ano anterior.

Em continuidade à estratégia da diversificação de resultados, o BB prosseguiu com o desenvolvimento dos negócios referentes às empresas: Stelo S.A., empresa de meios eletrônicos de pagamento e e-commerce; Livelo S.A., empresa que atuará nos negócios relacionados ao programa de fidelidade, e Movera S.A., empresa que prestará serviços ao segmento de microfinanças.

A BB Consórcios registrou lucro líquido de R$ 50,8 milhões no terceiro trimestre de 2014, incremento de 35,1% em comparação ao 3T13. O resultado acumulado de 2014 atingiu R$ 132,2 milhões, crescimento de 23,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse desempenho corresponde a um retorno sobre patrimônio líquido de 83,1%. As receitas com prestação de serviços apresentaram evolução de 21,7%, totalizando R$ 242,2 milhões. A administradora obteve a terceira posição no ranking geral do mês de setembro divulgado pelo Banco Central, com 557,3 mil cotas ativas. No segmento veículos, a BB Consórcios ocupa a segunda posição, com 522,3 mil cotas ativas.

No 3T14, a BB DTVM alcançou o saldo de R$ 555,8 bilhões em recursos de terceiros com participação de mercado de 22,0%. O resultado representou crescimento de 15,0% em relação ao mesmo período de 2013. A captação no trimestre totalizou R$ 6,9 bilhões, com destaque para os segmentos de previdência (R$ 3,8 bilhões) e referenciado DI (R$ 2,6 bilhões).
De acordo com dados mais recentes da ANBIMA, a BB DTVM é líder nos segmentos de investidor institucional, poder público e varejo. Os maiores crescimentos nos saldos administrados foram registrados nos segmentos varejo (+R$ 9,8 bilhões) e investidor institucional (+R$ 8,2 bilhões).

No terceiro trimestre de 2014, as transações bancárias efetuadas por meio dos canais automatizados tais como internet, mobile banking, terminais de autoatendimento, central de atendimento e POS (point of sale), disponibilizados pelo Banco do Brasil, representaram 92,1% das operações bancárias efetuadas pelos clientes. Destaque para a evolução dos canais internet e mobile, que já representam 48,8% das transações, crescimento de 11,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Os canais automatizados do BB são um diferencial estratégico, disponibilizando uma ampla gama de serviços e produtos aos clientes, além de contribuir no controle de custos.

Senadores defendem seguro para garantir a renda de produtores rurais

Fonte: Agência Senado

A principal queixa dos produtores rurais é a inexistência de um seguro que garanta a renda do agricultor em caso de problemas na lavoura, segundo observaram senadores que participaram de reunião da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado (CRA), nesta terça-feira (4). O debate abordou também a questão do crédito agrícola. Embora o volume de crédito tenha aumentado nos últimos anos, ressaltaram os participantes, os produtores rurais enfrentam dificuldades na obtenção dos recursos, seja pela burocracia na hora de contratar o financiamento, seja pela dificuldade para cumprir o contrato e efetuar os pagamentos.

A audiência faz parte do plano de trabalho da comissão para a avaliação de políticas públicas, no que diz respeito ao planejamento, execução e controle desse tipo de financiamento para produtores rurais.

Segundo o senador Ruben Figueiró (PSDB-MS), que apresentará um relatório sobre a situação do crédito para agricultores, não basta conceder o crédito, mas garantir a tranquilidade do produtor em caso de problemas nas safras, como doenças, secas ou outras alterações climáticas que acabam afetando a lucratividade do setor.

– Ao plantar, acreditamos na ação do governo e contraímos muitos empréstimos. Alguns deles levaram a uma situação de inadimplência de alguns produtores. O que falta realmente é uma assistência técnica, um programa de extensão rural mais preciso e fazer com que os bancos também diminuam a burocracia – apontou.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) também se queixou de uma excessiva burocracia que têm dificultado o acesso ao crédito e, disse ser importante o estabelecimento de um seguro de renda que garanta proteção ao produtor, caso ele tenha problemas com a venda na hora da colheita.

– O Proagro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária) é um seguro de crédito, não é um seguro de renda para o produtor. Agora mesmo, no Rio Grande do Sul, tomaram crédito, não conseguiram nem plantar, e estão devendo ao banco. Como é que ficaram eles? Vão ter que pagar a conta de uma lavoura destruída por um temporal – lamentou a senadora ao falar sobre a situação de lavouras de municípios da região central do estado, afetadas por um temporal em outubro.

Atrasos

A garantia de ter renda depois de uma safra é o que também defende o senador Fleury (DEM-GO).

– Seguro neste país serve exclusivamente para gerente de banco cumprir cota. Produtor não tem seguro. O Proagro não cobre nem o custo do banco – apontou o senador ao comentar o funcionamento do atual modelo de seguro agrícola.

De acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU), outro problema está nos atrasos com que o governo federal repassa os recursos da subvenção. De acordo com ele, esses repasses são contingenciados ano após ano, o que gera dificuldades para os produtores obterem novos empréstimos.

– Isso tem acontecido. Em parte, é falha de gestão, mas também há o problema do contingenciamento. Então, verificamos alguns repasses, por exemplo, de 2011, sendo transferidos em 2012; de 2012, para 2013, por conta do problema do contingenciamento – apontou.

Exigências

Nem todo dinheiro disponibilizado pelos bancos acaba nas mãos dos produtores. Entre os problemas, está o atraso da regularização fundiária em algumas regiões e o não cumprimento pelos agricultores de exigências das instituições financeiras, conforme apontou Oduval Lobato Neto, do Banco da Amazônia.

– Não é o fato de criar uma linha de financiamento que significa que, imediatamente, ela vai funcionar. Não vai funcionar, porque ela requer uma série de requisitos básicos, que, às vezes, estão da porta do banco para fora – explicou.

José Roberto Dutra Mota, do Banco do Nordeste, observou que o seguro rural é hoje indispensável para liberação de recursos, especialmente no caso do semiárido, região constantemente afetada pela seca.

– Caso tivéssemos uma política de seguro garantia que desse esse conforto para os produtores, com certeza as aplicações no semiárido seriam diferentes – disse Mota.

“O agente financeiro tem obrigação de seguir todo o rito. Ele está sujeito a penalidade caso faça diferente”, resumiu o representante do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Marcelo Porteiro Cardoso.

Políticas Públicas

O aprimoramento da avaliação de políticas públicas no Senado é resultado da Resolução 44/2013 e integra um conjunto de mudanças regimentais promovidas para aperfeiçoar o debate político e fortalecer o papel fiscalizador da instituição. Além do crédito rural, outra responsabilidade da CRA, que é presidida pelo senador Benedito de Lira (PP-AL), é avaliar os recursos hídricos para o semiárido nordestino.

Therezinha Corrêa analisa as novas regras do seguro viagem em evento do CVG-SP

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A experiente advogada tratará dos principais pontos da Resolução CNSP 315/14 em almoço do CVG-SP, no Terraço Itália. Na ocasião, o CVG-SP realizará assembleia para eleger nova diretoria.

O tradicional almoço de negócios do CVG-SP discutirá em sua próxima edição, no dia 6 de novembro, as novas regras do seguro viagem. De acordo com dados FenaPrevi, este seguro movimentou R$ 76 milhões em prêmios nos primeiros sete meses do ano, dos quais R$ 13 milhões apenas em julho.

A apresentação do tema será realizada pela experiente advogada Therezinha Corrê. Ela tratará dos principais pontos da Resolução CNSP 315/14, que dispõe sobre as regras e os critérios de operação do seguro viagem.

O normativo emitido pelo CNSP determina que as coberturas do seguro viagem serão fornecidas exclusivamente por seguradoras. Com a mudança, será proibida a comercialização do seguro viagem por meio de contrato de assistência com características de seguro e, ainda, vetada a venda de forma acessória a contrato de assistência.

“Para explorar este tema, que toca seguradoras, empresas de assistência e demais players do segmento, convidamos a brilhante advogada Therezinha Corrêa, que apresentará estes e outros detalhes pertinentes a esta modalidade securitária”, diz o presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira.

Eleição de diretoria

O evento do CVG-SP no dia 6 de novembro será precedido por Assembleia Geral de eleição da nova diretoria gestão 2015/2016. A chapa única registrada junto ao Conselho Deliberativo, liderada pelo presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, e demais membros da atual diretoria, será apresentada para a votação dos associados.

Além do atual presidente, permanecerão nos cargos na próxima gestão os vice-presidentes Márcio Magnaboschi e Alexandre Crozato Carvalho, o diretor Administrativo Financeiro Claudio do Nascimento, o diretor de Relações com o Mercado Reinaldo Oliveira da Silva, o diretor de Seguros Marcelo de Figueiredo, e o presidente do Conselho Fiscal Francisco A. Toledo Neto.

Serviço

Tema: “Seguro Viagem – Resolução CNSP 315/14”

Palestrante: Therezinha Corrêa

Data: 6 de novembro (quinta- feira )

Horário: das 11h45 às 14h

Local: Terraço Itália – Sala Panorama – Av. Ipiranga, 344 – 42º andar – São Paulo (SP)

Porto Seguro tem lucro de R$ 234 milhões no terceiro trimestre

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A Porto Seguro (PSSA3) divulgou hoje, 4 de novembro, os resultados referentes ao terceiro trimestre de 2014 (3T14) e aos nove primeiros meses do ano (9M14). No terceiro trimestre de 2014 a empresa obteve desempenho consideravelmente superior ao mesmo período do ano anterior, favorecido pelo aumento tanto no resultado operacional quanto no resultado financeiro. Além disso, as principais linhas de negócios evoluíram mesmo diante de um ambiente mais desafiador com a desaceleração dos prêmios na indústria de seguros.

As receitas totais e os prêmios de seguros cresceram 13% e 10% no trimestre e 16% e 12% no acumulado do ano, respectivamente. A frota segurada atingiu 4,9 milhões de veículos (+9%) e o número de residências seguradas aumentou 15%, alcançando 1,9 milhão.

Na operação de seguros, os prêmios dos produtos de automóvel cresceram 8% no trimestre e 11% no ano. Destaque para os prêmios dos produtos patrimoniais, que expandiram 19% no 3T 14 e 17% no 9M14, resultado principalmente da evolução dos produtos Empresarial e Residencial da marca Porto. O segmento patrimonial já é a segunda maior carteira da Empresa.

O desempenho operacional, demostrado pelo índice combinado, atingiu 95,3% no trimestre e 96,6% no acumulado do ano.

No 3T 14 o índice combinado se reduziu em relação ao mesmo período do ano anterior, beneficiado pela melhora na sinistralidade dos produtos saúde, vida e patrimonial, e ainda pelo menor índice de despesas administrativas, fruto da melhoria de produtividade. O índice de despesas administrativas de seguros recorrente do trimestre foi o menor atingindo desde a abertura de capital.

Nas empresas financeiras e de serviços, as receitas cresceram 30% no trimestre e 27% no ano, impulsionadas principalmente pela evolução das receitas de operações de crédito (cartão de crédito e financiamento) que se expandiram 35% no trimestre e no acumulado do ano. A base de cartões de crédito atingiu 1,6 milhão de unidades, um acréscimo de mais 300 mil cartões.

O resultado financeiro do trimestre apresentou aumento de 36%, com rentabilidade de 2,49% (92% do CDI) no 3T 14 e de 7,66% (98% do CDI) no acumulado do ano, excluindo-se os recursos previdenciários. Apesar das estratégias de renda fixa e renda variável terem apresentado performance abaixo do índice de referência, o aumento do CDI médio (+29% vs. 3T 13) contribuiu para o aumento do resultado financeiro, que atingiu R$ 212 MM no trimestre.

Finalmente, o lucro líquido foi de R$ 234 milhões no trimestre e de R$ 606 milhões no ano, correspondendo a um aumento de 33% e 27% respectivamente. O ROAE atingiu 18,5% (+2,5 p.p) no 3T14, enquanto o ROAE do 9M14 atingiu 15,7%, um aumento de 1,2 p.p. (2014 x 2013).

Principais Destaques

– Crescimento das receitas totais de 13% no 3T 14 e de 16% no 9M14 em comparação ao mesmo período do ano anterior.

– Aumento de 10% nos prêmios auferidos de seguros no 3T 14 e de 12% no 9M14

– Lucro líquido no 3T 14 de R$ 234 milhões (+33%) e de R$ 606 milhões (+27%) no 9M14 (sem business combination)

– ROAE de 18,5% (+2,5 p.p.) no 3T 14 e de 15,7% (+1,2 p.p.) no 9M14 (sem business combination)

– Índice combinado de seguros de 95,3% (-0,4 p.p.) no 3T 14 e de 96,6% (+0,7 p.p.) no 9M14 e índice combinado ampliado de 89,7% (-1,4 p.p.) no trimestre e de 90,6% (-1,2 p.p.) no acumulado do ano.

– Índice D.A. (despesas administrativas) de seguros de 15,0% (-0,6 p.p) no 3T 14 e 15,2% (-0,3 p.p) no 9M14.

– Resultado financeiro de R$ 212 milhões no 3T 14 (+36% vs. 3T13) e de R$ 648 milhões no 9M14 (+76% vs. 9M13) – a rentabilidade total atingiu 3,65% (134% do CDI) no trimestre e 8,89% (114% do CDI) no acumulado do ano. A rentabilidade (ex. previdência) foi de 2,49% (92% do CDI) no 3T 14 e 7,66% (98% do CDI) no 9M14. Ajustando (proforma) os resultados para uma performance financeira neutra (100% do CDI), o lucro líquido alcançaria R$ 241 milhões (+32%) no trimestre e R$ 608 milhões (+17%) no acumulado do ano e o ROAE atingiria 19,0% (+2,6 p.p.) no 3T 14 e 15,7% (-0,2 p.p.) no 9M14.

Os resultados da empresa em suas diferentes áreas de atuação serão detalhados e comentados em teleconferências no dia 6, a partir das 11h (em Português e Inglês).

Slides e Webcast: Os slides da apresentação estarão disponíveis para visualização e download na seção de Relações com Investidores, em www.portoseguro.com.br/ri. O áudio da teleconferência será transmitido ao vivo pela Internet no mesmo site, onde ficará disponível após o evento.

AGENDA
Teleconferência
Porto Seguro S.A. – divulgação de resultados 3T14
Quando: quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Português
11h00 (horário de Brasília)
8h00 (horário de Nova York)
Tel.: +55 (11) 3728-5971 ou +55 (11) 3127-4971
Código: Porto Seguro
Replay (disponível por 7 dias): +55 (11) 3127-4999
Código: 20052164
Webcast: http://webcast.neo1.net/Cover.aspx?PlatformId=%2BjC4A%2BrVP4oJEllk2Kgo9w%3D%3D

Inglês
11h00 (horário de Brasília)
8h00 (horário de Nova York)
Tel: +1 (516) 300-1066
Código: Porto Seguro
Replay (disponível por 7 dias): +55 (11) 3127-4999
Código: 40432015
Webcast:
http://webcast.neo1.net/Cover.aspx?PlatformId=Uj1pzBR1sBY3MI8CKgirjQ%3D%3D

Obs: Os participantes devem se conectar aproximadamente 10 minutos antes do início das teleconferências.

Itaú lucra R$ R$ 14,9 bi e destaca operações de seguros

itau seguros logoO Itaú Unibanco divulgou lucro líquido de R$ 14,9 bilhões de janeiro a setembro de 2014. O produto bancário apresentou resultado de R$ 66 bilhões. Desse valor, a margem financeira representou R$ 40 bilhões, a receita de prestação de serviço R$ 18,1 bilhões e valores com seguros, previdência e capitalização totalizou R$ 6,6 bilhões. As perdas com créditos e sinistros totalizaram R$ 11,2 bilhões, sendo apenas com sinistros R$ 1,5 bilhão.

Três destaques sobre seguros no balanço do banco no acumulado de janeiro a setembro de 2014: a venda da carteira de grandes riscos para a Ace, o encerramento do contrato de venda de seguro garantia na Via Varejo, que passou a ser da Zurich, e compra das ações de emissão da BMG Seguradora. Traz também um completo guia de gerenciamento de risco aos analistas e investidores, incluindo a estrutura de gerenciamento de risco da operação de seguridade até efeito de mudanças nas premissas atuariais Em números, as vendas atingiram R$ 16,2 bilhões de janeiro a setembro de 2014, praticamente estável ao resultado do mesmo período do ano anterior. A maior carteira é o VGBL, com R$ 10 bilhões. No terceiro trimestre, o valor atingiu R$ 5,7 bilhões, acima dos R$ 4,2 bilhões do mesmo período de 2013.

O Itaú detalhou em profundidade várias informações sobre o segmento de seguros. Uma interessante é o resumo sobre Risco de Crédito envolvendo seguros. Veja a seguir:

Discriminação dos Resseguradores

A divisão dos riscos cedidos as resseguradoras e a classificação destas de acordo com a agência de rating Standard & Poor’s é apresentada a seguir:

– Operações de Seguros: As operações de prêmios emitidos de resseguro estão representadas basicamente por: IRB Brasil Resseguros com 38,20% (38,55% em 31/12/2013), Lloyd’s (A+) com 16,25% (16,92% em 31/12/2013), Munich Re do Brasil com 5,07% (6,15% em 31/12/2013), American Home Assurance Company (A) com 5,00% (8,64% em 31/12/2013) e Everest Reinsurance Company (A1) 4,96% (2,29% em 31/12/2013).

– Operações de Previdência: As operações de previdência referentes aos prêmios emitidos de resseguro estão representadas em sua totalidade por General Reinsurance AG com 50,00% (48,84% em 31/12/2013) e Munich Re do Brasil com 50,00% (51,16% em 31/12/2013). Nas operações de seguros, os repasses de prêmio de resseguro estão distribuídos em Munich Re do Brasil 55,52% (49,60% em 31/12/2013) e IRB Brasil Resseguros com 44,48% (49,40% em 31/12/2013).