Caixa Seguros muda marca e ganha novo nome

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O Grupo Caixa Seguros está de cara nova. A Companhia acaba de reformular sua logomarca e passa agora a se chamar Caixa Seguradora. Com as mudanças, a empresa pretende fortalecer ainda mais sua presença no mercado, além de unificar todas as suas atividades em uma única marca – antes separada em cinco empresas: Caixa Seguros, Caixa Previdência, Caixa Consórcios, Caixa Capitalização e Caixa Seguros Saúde.

“A marca única fortalece a identidade da empresa e facilita a relação com parceiros e clientes”, explica Gabriela Ortiz, diretora de Marketing, Estratégia e Comunicação.

Mais do que uma mudança no visual, as novidades representam o amadurecimento que a empresa conquistou nos últimos anos, tanto no modelo de negócios como no posicionamento interno e externo. Para acompanhar esse crescimento, a seguradora construiu em Brasília uma sede própria e já começa 2015 de casa nova.

Lucro líquido do mercado segurador avança 19,9% de janeiro a novembro, para R$ 15,7 bi

castiglioneO mercado segurador brasileiro registrou lucro líquido não consolidado de R$ 15,7 bilhões no período de janeiro a novembro de 2014, 19,9% maior do que os R$ 13,1 bilhões do mesmo período de 2013, segundo dados estatísticos disponibilizados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), nesta quinta-feira, 8 de janeiro. Segundo consolidação feita pelo consultor Luiz Roberto Castiglione, excluindo o resultado de coligadas e controladas, o lucro líquido passa para R$ 9,5 bilhões 21,2% acima dos R$ 7,9 bilhões do mesmo período anterior. A taxa média de retorno do patrimônio líquido anualizada foi de 22,8%, três pontos percentuais acima do registrado em 2013.

De acordo com o estudo enviado pelo consultor para o blog Sonho Seguro, o volume total de prêmios (com VGBL) somou R$ 144,4 bilhões de janeiro a novembro, 10,5% acima dos R$ 130,6 bilhões do mesmo período do ano passado. Excluindo o VGBL, a produção de seguros atingiu R$ 82,2 bilhões, 9,6% acima dos R$ 75 bilhões dos onze meses de 2013.

O índice combinado chegou a 88,59% dos prêmios e contribuições ganhas, uma ligeira piora em relação aos 89,04% dos mesmos em 2013 (quanto mais próximo de 100% pior). “Esse desempenho adveio do segmento de previdência privada (tradicional e VGBL), onde a margem passou de 5,25% dos prêmios ganhos em 2013 para 5,59% em 2014. Já a Margem de Seguros ficou praticamente idêntica em ambos os períodos”, comenta o consultor em seu estudo.

“As despesas administrativas se mantiveram controladas e o resultado financeiro em função do aumento da taxa básica de juros passou a ser robusto. Com isso a rentabilidade da operação foi equivalente a 23,5% dos prêmios e contribuições ganhas contra 20,5% dos mesmos em 2013”, acrescenta.

Segundo Castiglione, “ao que parece a busca pela eficiência operacional chegou no seu limite”. A maior rentabilidade se deveu, em grande parte, ao aumento da taxa básica de juros. “De certo será um ano de rentabilidades adequadas, com distribuição de dividendos e participações em lucros. Todavia, o ano de 2015 deverá ser espinhoso. Vendas com menor ritmo de crescimento, aumentos de custos e tributos e concorrência mais acirrada (predatória).”

Capitalizada, J Malucelli inicia expansão pela América Latina

Fonte: Revista IstoÉ Dinheiro

Bogotá, capital da Colômbia, virou um destino freqüente para o paranaense Alexandre Malucelli nos últimos meses. Presidente do Grupo J Malucelli, conglomerado de 74 empresas de seguros, energia e comunicação que deve faturar até R$ 3 bilhões em 2014, Malucelli costurou o maior negócio da holding de seguros do grupo: a compra de 51% das ações da colombiana Cardinal. De acordo com Alexandre, a chegada ao mercado colombiano será baseada na expansão do negócio de seguro garantia no setor de grandes obras. Estamos aguardando a Susep daquele País aprovar o negócio para que possamos concluir a operação no segundo semestre de 2015.

De acordo com o executivo, a principal contribuição do Brasil para a operação colombiana será o envio de conhecimento tecnológico e a possibilidade de colocar à disposição a estrutura de resseguros do grupo. A J Malucelli tem como sócio na Cardinal o grupo panamenho Assa, que controla outras seguradoras e a companhia aérea Copa. Após a consolidação dos negócios na Colômbia, Malucelli mira outros países da região. Temos cadastros como seguradora em seis países e pretendemos levar nossas operações para esses lugares nos próximos anos. Temos muito potencial para crescer na área de seguro garantia e também oferecer os serviços de resseguros. Entre os principais destinos estão Panamá, Equador, Chile, Peru, Bolívia e Argentina. A Colômbia foi o segundo plano de Alexandre, no radar, inicialmente, a Argentina era o alvo do grupo com um mercado relevante de seguro garantia, entretanto, a mudança política no País, de 2013 para cá, fez com que a empresa mudasse de idéia.

Capitalizada, após vender 49% de sua participação para o grupo americano Travelers, maior empresa de seguro garantia do mundo, a J Malucelli quer falar cada vez mais espanhol. Em 2014, no acumulado até outubro, a empresa emitiu R$ 313,8 milhões em prêmios e sua área de resseguros, mais R$ 225,8 milhões.

Procurador francês diz que atentado terrorista deixou 12 mortos e 11 feridos

francesFonte: Agência Brasil

O procurador da República da França, François Molins, confirmou que, além de ter causado a morte de 12 pessoas, o ataque terrorista à sede do jornal Charlie Hebdo, em Paris, deixou 11 feridos, quatro deles em estado grave. A polícia ainda procura os assassinos, que, segundo Molins, gritaram “Alá é grande” e “Vingamos o profeta” durante o atentado, em referência ao profeta Maomé.

Charges do profeta, publicadas no jornal satírico francês, já haviam causado fortes protestos entre a comunidade muçulmana no passado. Na manhã de hoje (7), três homens encapuzados e fortemente armados entraram na redação do jornal e começaram a disparar contra alguns funcionários. Entre eles o diretor da publicação, Stéphane Charbonnier, de 47 anos, e Georges Wolinski, de 70 anos, considerado um dos maiores cartunistas do mundo.

De acordo com testemunhas, os assassinos falaram os nomes de alguns cartunistas antes de matá-los. No atentado, dois policiais foram mortos. Algumas pessoas filmaram com seus celulares o momento em que os terroristas deixaram o local em um carro. As imagens, divulgadas em vários meios de comunicação, mostram que, antes de entrar no veículo, eles executaram um policial, que já estava ferido no chão, com um tiro na cabeça.

Vários líderes mundiais, como os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e do Brasil, Dilma Rousseff, a chanceler da Alemanha, Angela Merke, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, e o papa Francisco, além de entidades como a Liga Árabe, condenaram o atentado e demonstraram solidariedade ao governo da França e aos franceses.

Em nota, Obama afirmou que autoridades norte-americanas estão prontas para dar qualquer apoio necessário. Os assassinos ainda não foram encontrados e nenhum grupo reivindicou a autoria do ataque.

Más práticas na comercialização de próteses afetam beneficiários e planos de saúde

jose cechinAs regras para a utilização e comercialização de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME) estão entre as pautas mais importantes da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) junto ao Governo e aos demais agentes da cadeia de Saúde Suplementar. O diretor-executivo da FenaSaúde, José Cechin, aponta como as más práticas neste mercado prejudicam a sociedade.

Segundo dados da FenaSaúde, aproximadamente 30% das cirurgias resultam no implante de algum tipo de prótese, o que beneficia inúmeros pacientes ao salvá-los ou melhorar a qualidade de suas vidas. Mas esses dispositivos, prescritos por médicos e que devem ter indicação muito precisa, chegam a custar mais de R$ 500 mil atualmente – distorção que requer atenção dos órgãos reguladores e do governo, a quem cabe zelar pelo predomínio da concorrência e transparência na cadeia distribuidora.

Estudo de consultoria internacional com fontes primárias de fornecedores e prestadores de serviços apontou que prótese de joelho, na fábrica, saía por R$ 2 mil. Incorporados os custos e ganhos ao longo da cadeia de intermediários, a mesma prótese, sem contar as despesas médicas e de internação, custava ao plano de saúde, portanto à sociedade, mais de R$ 18 mil – diferença de 800%. Resolução do próprio Conselho Federal de Medicina proíbe o médico de exigir marca ou fornecedor. Qualquer gasto adicional recai sobre o cidadão, que, na ponta, é onerado pelo alto custo da intervenção e da internação – beneficiário ou não de plano de saúde.

Outra preocupação, destaca a FenaSaúde, é a segurança do paciente. Alguns hospitais já têm programas para reavaliar indicações de cirurgias, sejam de coluna, cardíaca ou outras. Uma prática que ajuda a evitar a exposição do paciente a intervenções desnecessárias é a segunda opinião médica, oferecida por outro médico de reconhecido saber na área.

O avanço tecnológico que permite o desenvolvimento de procedimentos e produtos para melhorar as condições humanas e salvar vidas é louvável. Mas a percepção de que os preços dispararam nessa área, mesmo à visão de quem conhece pouco a economia da saúde, leva à conclusão de que OPME virou atraente meio de lucro. É preciso regulação adequada para a incorporação e uso das tecnologias, para que esta evolução, de fato, se reverta em favor da coletividade.

A FenaSaúde, informa a nota, respeita a autoridade médica e confia que os profissionais sigam o Código de Ética da classe e as melhores práticas médicas. As operadoras contam com estrutura interna de médicos experientes e competentes para questionar as possíveis más práticas. Quando constatadas, os eventuais profissionais de saúde que as cometem podem ser, inclusive, descredenciados dos planos de saúde das associadas à FenaSaúde, respeitada a regulamentação em vigor. A sociedade e os Conselhos de Medicina precisam ficar atentos para denunciar casos que ferem a boa conduta médica e colocam em risco a vida e o bem-estar dos pacientes.

Ainda segundo o comunicado, a FenaSaúde também alerta quanto às distorções criadas pelo crescente processo de judicialização das relações entre as operadoras privadas e os beneficiários de seus planos de saúde. Há, hoje, uma indústria de liminares. Ganha força a defesa da exceção, por meio da qual alguns consumidores obtêm vantagens, reivindicando direitos não previstos nos contratos fechados de comum acordo com as empresas, prejudicando o conjunto dos beneficiários da saúde privada.

Título de Capitalização da Icatu Seguros paga mais de R$ 1,3 milhão a um sorteado

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O ano de 2015 começou com pé direito para diversos clientes dos títulos de capitalização da Icatu Seguros comercializados pelo Banco do Amazônia. Eles foram contemplados no último sorteio de 2014, ocorrido no dia 27 de dezembro, com base na extração da Loteria Federal.

O cliente da agência Santana, no Amapá, levou a bolada de R$ 1.328.500,00, a maior premiação sorteada na história da capitalização do Banco da Amazônia. Outro destaque ficou para a agência de Gurupi, no Tocantins, cujo cliente ganhou uma premiação de R$ 12.500,00. A parceria entre a Icatu Seguros e o Banco da Amazônia completa 13 anos em 2015.

Em dezembro, ICES subiu pelo segundo mês consecutivo

O consultor Francisco Galiza informa que em dezembro, o ICES subiu pelo segundo mês consecutivo, alcançando o valor de 86,4, com uma variação positiva de 2,5% em relação ao mês anterior. Entretanto, no ano de 2014, a variação negativa acumulada desse indicador foi de 13%. “Ressaltamos que, apesar da melhora nesses últimos dois meses, o pessimismo nas seguradoras permanece (indicador abaixo de 100), mas agora em menor intensidade. Nos outros indicadores calculados (ICER, ICGC e ICSS), também houve avanços em dezembro em relação ao mês anterior, seguindo a mesma tendência favorável citada acima”, comenta.

Lojacorr realiza primeiro dos grandes movimentos previstos para 2015

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A Lojacorr S.A. Rede de Corretoras de Seguros inicia o ano com um grande reforço na equipe. O executivo Antonio Carlos Fois, agora é sócio da Unidade Regional Minas Gerais e Espírito Santo. Ele atuará em conjunto com diretor regional de MG, Maurício Fonseca Júnior. “O ingresso de Fois agregará valor à Rede, pois trata-se de um nome de peso no mercado segurador brasileiro”, pondera André Ogliari Duarte, sócio-fundador da Lojacorr.

Fois explica sua adesão à Lojacorr. “O que me motivou a ingressar como colaborador dessa emergente e conceituada empresa foi a possibilidade de assumir novas responsabilidades e desafios, e por acreditar muito nesse inédito modelo de negócio do mercado segurador, certamente um dos mais inovadores dos últimos vinte anos”. Outra razão que explica o seu ingresso à Rede foi a perspectiva de colaborar com o desenvolvimento dos corretores na região.

Na opinião do vice-presidente da Lojacorr, Diogo Arndt Silva, a chegada de Fois na Regional MG e ES representa um marco para a empresa. “Ele, além de ser um excepcional profissional, se tornou um grande amigo em sua passagem por Curitiba”, ressalta Diogo. O vice-presidente destaca ainda que o executivo, junto com Maurício Fonseca, será responsável pela expansão e consolidação da operação da Rede em dois estados, estes “fundamentais e estratégicos para a Lojacorr”.

Com 20 anos de experiência na área de gestão comercial, Fois cursou as áreas de Direito e Gestão Empresarial, com ênfase em agronegócio. Possui especialização em MBA Executivo Empresarial no Ibmec e pós-graduação em Gestão de Negócios.
Esse é o primeiro dos grandes movimentos que a Lojacorr realizará em 2015. Esse é um “ano em que a empresa vai acelerar consideravelmente o plano de expansão nacional, e dar importantes passos para se consolidar como a maior e mais qualificada Rede de Corretoras de Seguros do país. Nossa meta é atingir 1 bilhão anual em prêmios emitidos até 2018.”, finaliza Diogo.

Mudanças climáticas dificultam redução da pobreza, afirma estudo

Fonte: Agência Brasil

O Banco Mundial considera que as mudanças climáticas estão dificultando a redução da pobreza no mundo, colocando em risco a subsistência de milhões de pessoas. Para o presidente do Grupo Banco Mundial, Jim Yong Kim, o documento “confirma o que os cientistas vêm dizendo: as recentes emissões [de gases de efeito estufa] criaram um curso inevitável para o aquecimento nas próximas duas décadas, o que afetará mais os pobres e vulneráveis”. O relatório informa que os impactos das mudanças climáticas, tais como eventos de calor extremo, podem ser inevitáveis, uma vez que o sistema atmosférico da Terra está 1,5 grau Celsius acima dos níveis registrados em meados da era pré-industrial e que, mesmo que hoje se tomem medidas de mitigação muito ambiciosas, os impactos não vão ser alterados.

“As mudanças climáticas dramáticas e de o calor extremos estão afetando as pessoas em todo o mundo, prejudicando lavouras e litorais e colocam em risco a segurança da água”, destaca o relatório intitulado Turn Down the Heat: Confronting the New Climate Normal. (Diminua o Calor: Enfrentando o Novo Clima Atual, em português) “Essas mudanças tornam mais difícil reduzir a pobreza e colocam em risco a subsistência de milhões de pessoas”.

Direção fiscal na Mutual visa equilibrar investimentos, informa seguradora

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A Companhia Mutual Seguros informa ao mercado que a direção fiscal da Susep na companhia é decorrente de plano de conversão de ativos imobiliários para ativos financeiros, conforme diretrizes estabelecidas pelo órgão regulador.

Conforme o cuidado com que a autarquia acompanha as atividades do setor, esse processo é baseado em princípios de governança corporativa e de transparência, de modo que conta com monitoramento da Susep, que nomeou corpo diretivo, cujo papel será muito importante para reforçar a conduta da Companhia Mutual de Seguros.

Dessa forma, a rotina operacional da seguradora seguirá sem qualquer mudança nos processos de cotações, emissões de apólices e documentos, pagamentos de comissões e sinistros, bem como seu Conselho e Diretoria permanecem inalterados.

A Mutual Seguros lembra também que a situação estará restrita a um período bastante curto e provisório, suficiente apenas para o término dos ajustes e consequente conclusão das atividades da Susep.