Prudential do Brasil registra crescimento de 40% em prêmios em 2014

Release

A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. acaba de divulgar o balanço patrimonial com os resultados de 2014. A companhia registrou um aumento dos prêmios de seguros (1) de 40%, em comparação ao ano de 2013, atingindo o montante de R$ 715 milhões. Além disso, apresentou um lucro líquido de mais de R$ 87 milhões, que significou uma elevação de 287% com relação ao ano anterior. Este resultado tem como base as práticas contábeis brasileiras (Brazilian Generally Accepted Accounting Principles – BRGAAP).

“Estou contente com o resultado. Os números positivos são derivados principalmente do aumento de 40% dos prêmios e do controle de despesas da seguradora, de forma a aproveitar a economia de escala ao longo de 2014, assim como da menor sinistralidade da carteira”, explica o presidente & CEO da Prudential do Brasil, Fabio Lins.

A Prudential continua elevando a sua base de segurados e encerrou o ano com mais de 231 mil apólices de seguro de vida individual, um aumento de 24%, em relação ao ano anterior. Como consequência, ainda em comparação a 2013, também registrou um crescimento expressivo de 41,3% no Capital Segurado(2) em vigor, ultrapassando R$ 106 bilhões.

A companhia encerrou o ano de 2014 como a primeira seguradora independente no ranking de Planos Individuais de Seguros de Pessoas, com 17.4% de market share,de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) de janeiro a dezembro de 2014.

Plano de expansão

Dando continuidade ao plano de expansão, a Prudential do Brasil abriu quatro novas agências em 2014. Três na região sul do país, duas delas em Curitiba e uma em Porto Alegre e mais uma no Rio de Janeiro, estado onde se localiza a sede da seguradora.

Compromisso social

Norteado pelos oito Objetivos do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU), o programa de sustentabilidade da seguradora reuniu diversas ações que contribuíram com mais de 58 instituições do terceiro setor, beneficiando mais de 11 mil pessoas em 2014. Essas organizações receberam desde donativos, passando por ajuda financeira para reformas e ações de incentivo à educação, a saúde e ao esporte, entre outras.

Um dos destaques neste sentido é o Dia Global do Voluntariado (GVD), que estimula o voluntariado entre os funcionários, prestadores de serviços e franqueados, que, juntamente com seus familiares, amigos e clientes, são convidados a experimentar a satisfação de ajudar instituições filantrópicas realizando diversos tipos de trabalho voluntário.

Também em 2014, a Prudential ofereceu apoio à creche Obras Social Unidas de Santa Marta, conhecida como Mundo Infantil, localizada em Botafogo, no Rio de Janeiro, com a doação de material pedagógico e leite em pó para quase 60 crianças atendidas pela instituição.

As ações incluíram, ainda, a realização de duas doações para a Make-A-Wish Brasil que ao todo realizaram 56 sonhos de crianças e adolescentes portadoras de doenças graves.

Por fim, a seguradora encerrou o ano com a entrega do Kiyo Sakaguchi Golden Heart Memorial Award (Prêmio Kiyo Sakaguchi Coração de Ouro, em tradução livre), realizando uma doação de US$ 10 mil à instituição Grupo Espírita Amália de Godoy, de Belo Horizonte, Minas Gerais.

BB e Mapfre estreia na tevê paga em programa sobre inovação

Paulo Rossi_superintendente Marketing BB MapfreRelease

O Projeto Família Sempre Protegida, do grupo BB e Mapfre, que inovou na maneira de ofertar seguros ao consumidor por vending machines e gôndolas do varejo, é atração esta semana do programa Missão Inovação, do Discovery Channel.

O programa, que tem por objetivo mostrar cases de inovação e os desafios das principais empresas do Brasil e da América Latina, mostra como foi o processo de criação e desenvolvimento do projeto, a necessidade de inovar e facilitar a linguagem dos seguros para o público-alvo do produto, a estratégia de distribuição via varejo até o resultado final e implementação, no formato gift card e caixinhas de DVD.

A equipe do programa esteve na sede da companhia, em São Paulo, em novembro passado, por ocasião do lançamento do projeto, para filmar o showroom do projeto. Em formato documentário, o filme traz entrevistas com a equipe de criação e colaboradores, descrevendo detalhes do projeto.

“O Família Sempre Protegida é uma aposta do BB E MAPFRE em inovação tecnológica, utilizando o conceito de design thinking. Foram dois anos de trabalho intenso numa equipe multidisciplinar, com mais de mil horas, tendo como resultado um produto que rompe barreira de chegar aos consumidores que até hoje não adquiriram nenhum produto de seguro”, explica Paulo Rossi, superintendente executivo de Marketing da companhia.

O programa estreia hoje, às 23h30, com reprise nos dias 3/3, 5/3 e 7/3, às 11h20, 8h e 11h20, respectivamente. O programa também pode ser visto pelo site da Discovery Channel pelo link: www.brasil.discovery.uol.com.br/missao-inovacao-mapfre.

Brasilprev lança aplicativo para apoiar a conquista de projetos de vida

content_idRelease

A Brasilprev acaba de lançar um aplicativo mobile. A plataforma permite que os usuários realizem simulações a partir do tempo e valor que pretendem investir para realizar diferentes projetos de longo prazo. O serviço é gratuito e está disponível para download na Apple Store, Play Store e Windows Phone Store, basta digitar “Brasilprev” na busca.

Na plataforma, o usuário pode fazer simulações para diferentes objetivos, como comprar um imóvel, realizar um MBA no exterior, abrir um negócio próprio, fazer uma viagem ao redor do mundo, bancar os estudos ou o intercâmbio para os filhos, entre outros. “Organização e planejamento financeiro são fundamentais para a realização de projetos, sejam quais forem. Atenta às novas formas de comunicação e comprometida com a educação financeira e previdenciária da sociedade, a Brasilprev desenvolveu um aplicativo acessível que permite ao usuário alinhar o objetivo do investimento ao valor e ao tempo disponíveis para concretizá-lo. De acordo com cada perfil, é possível alterar a quantia da contribuição, as taxas, o tempo de investimento e, assim, encontrar a melhor opção para realizar cada projeto de vida”, explica Oton Cabral Gonçales, diretor Comercial e de Marketing.

Transações realizadas via celular crescem 111%

Os usuários correntistas do Banco do Brasil e clientes da Brasilprev podem por meio do aplicativo mobile banking – o Autoatendimento BB pelo celular –, realizar transações, simulações, consultar extratos, acompanhar a rentabilidade dos fundos, solicitar a suspensão do envio de extratos em papel, entre outros serviços. No último ano, as transações realizadas via celular cresceram 111% entre os clientes da Brasilprev. Apenas em 2014, os aportes extras realizados pelo serviço registraram R$ 21,70 milhões, um aumento de 114% em comparação a 2013.

Os dois executivos que disputam a sucessão de Buffett

buffettFonte: Anupreeta Das/The Wall Street Journal – tradução para o português publicada pelo Valor Econômico

Warren Buffett uma vez escreveu aos seus acionistas da Berkshire Hathaway Inc. que se ele, seu sócio Charles Munger e seu vice Ajit Jain estivessem em um navio naufragando e apenas um deles pudesse ser salvo, Ajit é quem deveria ser resgatado.

No último sábado, Munger solidificou a importância de Jain para o futuro da Berkshire quando deu a entender que o chefe da divisão de resseguros do conglomerado, de 63 anos, é parte do que parece ser uma disputa entre dois homens para assumir o cargo de diretor-presidente da holding quando Buffett, de 84 anos, não estiver mais por perto.

Munger, vice-presidente do conselho de administração da Berkshire, também sugeriu que Greg Abel, que comanda a divisão de energia, seria outro sucessor à altura. Buffett e Munger escreveram cartas separadas aos acionistas cm comemoração aos 50 anos da Berkshire Hathaway.

“Ajit Jain e Greg Abel comprovaram seu desempenho e provavelmente seriam subavaliados se descritos como [profissionais] ‘de classe mundial'”, escreveu Munger, ressaltando que, em alguns aspectos, “cada um deles é um executivo melhor que Buffett”.

Jain e Abel não puderam ser contatados para comentar.

Ambos parecem se enquadrar na descrição que Buffett faz do diretor-presidente ideal: um “indivíduo racional, calmo e decisivo, que tem amplo entendimento de negócios e boa percepção sobre o comportamento humano. É também importante que conheça seus limites.”

Jain, que passou cerca de 30 anos na Berkshire, é considerado há muito tempo o candidato principal para substituir Buffett, que o contratou em 1986 para criar a divisão de resseguros, embora, como Jain gosta de dizer, ele pouco sabia sobre seguros ou resseguros. Não demorou muito para Buffett começar a elogiar Jain em suas cartas anuais quando os riscos que ele assumiu começaram a dar resultados. No ano passado, a Berkshire Hathaway Reinsurance Group, liderada por Jain, contribuiu com US$ 42,5 bilhões para o total de US$ 84 bilhões do “float” de seguros mantido pela Berkshire.

Esse float – prêmios que a Berkshire coleta dos clientes para serem pagos bem depois na forma de indenizações e que, enquanto isso, são investidos – foram uma pedra fundamental do modelo de negócios da Berkshire, financiando sua expansão em diversas empresas e investimentos.

Jain nasceu e foi educado na índia e também estudou na Harvard Business School. Embora tenha morado em Omaha, no Estado de Nebraska, por alguns anos depois de entrar na Berkshire, Jain trabalha em Stamford, no Estado de Connecticut. Ele é conhecido por assumir riscos grandes e incomuns, como fazer uma apólice em 1999 protegendo a equipe de beisebol Texas Rangers da possibilidade de o jogador Alex Rodriguez ficar inválido para sempre.

“Ele se destaca por assumir e precificar riscos incomuns e também criar novos negócios altamente lucrativos”, diz Laura Rittenhouse, consultora especializada na relação entre diretores-presidentes e investidores. “Esses talentos são essenciais para ter sucesso em seguros, o motor que faz a máquina de dinheiro da Berkshire funcionar.”

O acesso e proximidade a Buffett e a longa carreira de Jain na Berkshire também o tornam bem familiarizado com a cultura da holding, cujas marcas são uma operação descentralizada e pouca burocracia.

Em um painel em fevereiro, Jain disse que a ausência de burocracia na Berkshire e em suas unidades operacionais tornava a companhia única. O evento foi organizado para discutir o futuro da Berkshire sem Buffett, tema de um livro recente de Larry Cunningham, professor da Universidade George Washington.

“Ajit, assim como todos os demais diretores-presidente na Berkshire, reconhece que delegar e descentralizar são essenciais” para o futuro do conglomerado, disse Cunningham. Perguntado no painel sobre as qualidades que o futuro diretor-presidente da Berkshire deve ter, Jain respondeu que a pessoa não deveria ser um administrador detalhista.

Se Jain é o veterano, Abel é o negociador perspicaz. A experiência dos dois, também, é diferente. “Ajit é financeiro, Greg é industrial”, diz Cunningham.

Abel, de 52 anos, diretor-presidente da Berkshire Hathaway Energy, entrou no conglomerado em 2000 com a compra, pela Berkshire, de uma empresa de energia em Iowa. Desde então, a Berkshire já investiu mais de US$ 15 bilhões em aquisições, transformando a unidade em uma das maiores fornecedoras de energia do país. Ela também investiu uma quantia semelhante em projetos de energia renovável.

Abel também acumulou experiência em alocar capital no setor de energia, habilidade importante para o próximo diretor-presidente da Berkshire, que terá que decidir, como Buffett faz, se e quando comprar empresas ou ações ou investir em despesas de capital. No processo, ele também trabalhou próximo a Buffett. Ele assumiu o cargo de diretor-presidente da unidade de energia em 2008, substituindo David Sokol, que saiu da Berkshire em 2011.

Como Jain, Abel prefere ficar longe dos holofotes, embora pessoas que o conhecem digam que ele é um líder carismático, com a habilidade de conquistar vários grupos do setor de energia, de reguladores a clientes.

Lucro da Zurich Santander cresce 32% em 2014, para R$ 631 milhões

Release

A Zurich Santander Brasil registrou lucro líquido de R$ 631 milhões em 2014, crescimento de 32,2% na comparação com os R$ 477 milhões de igual período do ano anterior. O lucro operacional somou R$ 742 milhões em dezembro, uma alta de 25% sobre o resultado de 2013.

O patrimônio líquido no fim do ano passado somou R$ 2,36 bilhões, ante R$ 2,07 bilhões em 2013. Já as provisões técnicas de seguros e previdência atingiram R$ 28,66 bilhões, aumento de 14,3% sobre os R$ 25,07 bilhões apresentados em dezembro de 2013.

“Para este ano queremos sustentar o ritmo de expansão dos negócios, aumentar o volume de prêmios e manter a forte atuação comercial, sempre com o contínuo foco na qualidade de atendimento aos clientes, na gestão de custos operacionais e na qualidade e solidez do balanço”, destaca José Garcia Naveros, diretor financeiro da Zurich Santander.

Ainda segundo o executivo, a estratégia de crescimento dos negócios está baseada no lançamento de produtos inovadores, que gerem benefícios para os clientes, acionistas e contribuam para o desenvolvimento do mercado brasileiro de seguros.

Reciclagem de veículos será tema de evento do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo

Release

Na próxima terça-feira, dia 3 de março, o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) receberá em seu tradicional almoço mensal o diretor da Porto Seguro e da Renova Ecopeças, Bruno Garfinkel.

Na palestra “Renova, por um futuro sustentável”, ele apresentará detalhes da iniciativa inédita da empresa. “O objetivo da Renova é garantir a destinação ambientalmente correta de veículos em fim de vida útil, por meio do tratamento de seus resíduos e da comercialização de peças de reuso”, diz.

Atualmente, o Brasil recicla pouco menos de 1,5% de sua frota que sai de circulação. A quantidade é inexpressiva em comparação a outros países, como os Estados Unidos, que reciclam 95% da frota.

O evento terá início às 12h, no restaurante do Circolo Italiano. Inscrições e informações pelo telefone (11) 3104 0416 ou e-mail: atendimento@ccssp.org.br

Falece Robert Benmosche, ex-AIG

A American International Group, Inc. (NYSE: AIG) anunciou hoje com grande pesar o falecimento do seu antigo Presidente e CEO, Robert H. Benmosche. Benmosche, 70 anos, que tratava um câncer de pulmão desde 2010, faleceu esta manhã às 08h15 no hospital NYU Langone Medical Center, em Nova York.

“Anunciamos esta notícia com profunda tristeza e nossos sentimentos e orações estão com a família do Bob neste difícil momento”, disse Robert S. Miller, Presidente do Conselho de Diretores da AIG. “Bob foi sem dúvidas um dos líderes mais inspiradores e bem sucedidos na América. Nós nunca esqueceremos que sob sua extraordinária liderança, o time da AIG restituiu na íntegra o Governo dos Estados Unidos com uma margem de lucro de aproximadamente US$ 23 bilhões. Todos da família AIG foram grandiosamente abençoados pela visão de Bob, sua lealdade e amizade durante seus cinco anos na companhia. Bob era um homem brilhante que conduziu seu trabalho com admirável liderança, energia, paixão e tenacidade. Na AIG, nós honraremos seu legado, ao continuar focando na integridade e no desempenho. Ele fará muita falta”.

“Assim como diversas pessoas que tiveram o privilégio de trabalhar com o Bob, sinto-me sensibilizado e inspirado pelo exemplo que ele foi”, disse Peter D. Hancock, Presidente e CEO da AIG. “Bob era extremamente honesto e impulsionado pela confiança na possível gradiosidade que existe em cada pessoa. Ele colocava sua energia e foco para permitir que as pessoas da AIG vivessem de acordo com seus potenciais, e é por isso, que hoje somos uma empresa sustentável, que entende a importância de atender e superar as expectativas de todos os nossos acionistas. À medida que construírmos sob o seu legado na AIG de muitas formas, vamos lembrar dele vivendo e trabalhando de acordo com a convicção de que ele declarou, repetidamente, e confirmou, nas mais adversas circunstâncias: “Não há limite de grandiosidade que as pessoas boas podem realizar quando você lhes dá a liberdade para agir”.

Benmosche foi Presidente e CEO da AIG de 10 de Agosto de 2009, a 1º de Setembro de 2014. Ao chegar à AIG, foi responsável por uma empresa que tinha recebido assistência ao contribuinte em relação a crise financeira de 2008 totalizando cerca de US$ 182 bilhões. Em 2012, a AIG tinha compensado esse subsídio e com um lucro positivo de aproximadamente US$ 23 bilhões por meio da alienação de vários negócios e outras atividades de reestruturação. Em 2014, a AIG restabeleceu sua rentabilidade como líder global em property, casualty e seguros para linhas de consumo.

Benmosche foi o antigo Presidente do Conselho e Presidente e CEO da MetLife, um fornecedor líder de seguros e outros serviços financeiros. Benmosche liderou a transição da abertura de capital da MetLife em 2000. Ele juntou-se a MetLife em 1995 como Vice-Presidente Executivo, responsável pela integração dos negócios e desenvolvimento de produtos, marketing e esforços de vendas focados em clientes pessoa física da MetLife. Anteriormente em sua carreira foi Vice-Presidente Executivo na PaineWebber, Inc., onde dirigiu a fusão da Kidder Peabody em PaineWebber. Ele também atuou em várias funções no Chase Manhattan Bank de 1976 a 1982.

Benmosche foi ingressou ao Hall da Fama do Seguro em 2013 e foi nomeado Líder de Seguros do Ano pela Escola de Gerenciamento de Crise da da St. John’s University.

Benmosche serviu dois mandatos como membro do Conselho de Administração do Credit Suisse Group. Também foi tenente no Exército dos Estados Unidos de 1966 a 1968. Recebeu um diploma de bacharel em Matemática pela Universidade Alfred, em 1966, e foi premiado com um doutorado honorário em Administração pela Universidade Alfred, em 2013.

Caixa Seguradora escolhe corretor de seguros para distribuir novos produtos de Saúde e Odonto

Release

O lançamento dos novos produtos de Saúde e Odonto da Caixa Seguradora, em um movimento pioneiro que conta com a participação do Sincor-SP, aconteceu na quinta-feira (27/2), em São Paulo, diante de uma plateia com quase 3 mil corretores de seguros de todas as regiões do Estado de São Paulo. O evento marcou a estreia do programa Corretor de Seguros Empreendedor – Módulo Benefícios, cujo objetivo é ampliar os negócios da categoria.
Para o presidente do Sincor-SP, a iniciativa da Caixa Seguradora reconhece o corretor de seguros como o melhor canal para realizar a distribuição e atingir suas metas. “Trata-se de estratégia de negócio convergente com a proposta do Sincor-SP do empreendedorismo, da diversidade de negócios e do aumento de rentabilidade do corretor de seguros. Essa convergência é exatamente o que queremos. Então, aplaudimos a Caixa, assim como faremos com qualquer outra oportunidade para nossa categoria”, diz Camillo.

Ele lembrou que o evento foi aberto para corretores em geral, não apenas associados, pois foi ação de uma seguradora para o mercado. “No entanto, os programas de capacitação e outras iniciativas para os novos produtos serão exclusivos para associados do Sincor-SP. Desta forma, esperamos inclusive gerar atratividade. Abrir a casa para não sócios é uma maneira de profissionais que estiveram afastados do Sindicado conhecerem o novo Sincor-SP e nossas propostas”, disse.

O presidente da Caixa Seguradora, Jérôme Marie Dennis Garnier, também apontou a distribuição pelo canal corretor como diferencial para a expansão das carteiras. “A Caixa Saúde conta com um novo desafio, de modo a atender o mercado empresarial, e os corretores de seguros serão responsáveis por vendas com empenho e qualidade. Temos a expectativa de um excelente resultado no maior mercado de seguros do Brasil, o Estado de São Paulo”, afirmou.

O diretor da Caixa Saúde, Luis Eduardo Gevaerd, destacou que a meta é estar em breve entre as cinco maiores e melhores empresas de seguro saúde no Brasil. “Contamos com os corretores de seguros associados ao Sincor-SP, afinal estamos diante do principal mercado consumidor do País e da maior força de vendas do setor. Ou seja, são vocês que selecionarão os clientes para fazer parte da nossa carteira, são vocês que vão apresentar nossas principais vantagens e diferenciais”, ressaltou.

Gevaerd também comentou o ambiente positivo com a distribuição dos produtos da Caixa Seguradora por corretores de seguros. “Para aproveitar esse cenário, nossas novidades apresentam princípios bem definidos, modificando inteiramente o conceito que a empresa tem no mercado, criando produtos mais atraentes aos consumidores e assim nos tornamos mais competitivos, dia após dia. Vocês devem estar se perguntando: Como faço para vender os produtos da Caixa Saúde para os meus clientes? É muito simples: mostrando que nossos valores e nossa filosofia são os mesmo de vocês, corretores, e de todos os brasileiros”.

Já o executivo responsável pela área de Odonto, Julio Cesar Felipe, apresentou as opções em planos individuais e empresariais, comentando que as propostas são personalizadas, de acordo como perfil dos clientes. Ele também anunciou uma campanha de incentivo que vai premiar os corretores com uma viagem a Paris, desde que alcancem a produção de 6 mil vidas até o final do ano. “Mas os contratos firmados em março serão contados em dobro”, finaliza.

Munich Re traz capital e expertise para o Brasil

rodrigo belloube munich reA Munich Re, maior resseguradora do mundo, reforça sua aposta no Brasil com aumento de capital e expertise internacional para ampliar a carteira de clientes no Brasil. Em janeiro, o grupo praticamente dobrou o capital para R$ 300 milhões. “O objetivo foi melhorar a qualidade e liquidez dos nossos ativos. Parte deles vinha de recebíveis associados à performance dos contratos de resseguro. Infelizmente, com o cenário macroeconômico e político, algumas seguradoras tiveram receita inferior ao estimado quando da celebração dos contratos, aumentando a pressão sobre a confiabilidade dos nossos recebíveis. Com a injeção, nosso balanço ganha em qualidade e tem uma margem de solvência bastante confortável”, explicou Rodrigo Belloube, que assumiu como CEO a partir de 2015.

Nos resultados de 2014, divulgados no dia 26 de fevereiro, a resseguradora local reverteu o prejuízo de R$ 50 milhões registrados em 2013 para lucro de R$ 24,6 milhões em 2014. O volume de prêmios emitidos no país recuou de R$ 370 milhões para R$ 301 milhões no ano passado, um ano difícil para todo o mercado de resseguros.

Em abril a indústria completa seis anos de flexibilização do monopólio de resseguros. Esse período de abertura foi conturbado como o previsto para um segmento que deixa de atuar com um único fornecedor. Mais de 100 resseguradores entraram no Brasil no primeiro ano de abertura, disputando clientes com preços e produtos diferenciados. Para complicar a situação, a economia brasileira virou, com os indicadores macroeconômicos que davam inveja a qualquer país se transformando em um quadro recessivo e preocupante com o temor da perda do rating soberano.

“Temos nos posicionado não apenas como um ressegurador global de primeira linha, mas sim como um parceiro estratégico de nossos clientes. Significa dizer que queremos ajudar nossos clientes, a quatro mãos, a solucionar suas questões estratégicas e operacionais mais intricadas e prioritárias. O foco é no entendimento profundo de um desafio, oportunidade ou problema que esteja na pauta de nosso cliente, através do debate franco e aberto entre parceiros, para que cheguemos à melhor solução customizada. O resseguro, instrumento versátil e fantástico, sela a parceria, pois permite que os riscos e benefícios da solução sejam compartilhados de forma negociada, balanceada”, explica o executivo.

Ele cita como exemplo uma recente parceria com uma seguradora que vinha encontrando certa dificuldade para expandir suas vendas no varejo, por limitações do processo de subscrição, considerado pesado e complexo. “Ajudamos a seguradora a automatizar esse processo, a simplificá-lo, para que a venda fosse mais eficiente”, comemora. O bom desempenho da parceria foi possível pela experiência mundial do grupo, que controla uma empresa na Irlanda especializada em subscrição automatizada e com expertise para viabilizar uma solução adequada. “O resultado? Uma parceria de 10 anos, formatada através de um contrato de resseguro, compartilhando riscos e resultados do projeto”, conta com orgulho.

Outra frente em que a Munich Re pretende atuar é na gestão de capital. “Nossas análises de balanço demonstram que seguradoras vêm no geral alocando seu capital de maneira sub-ótima, sinceramente falando”. Frente a outras alternativas de financiamento, o resseguro possui um potencial de retorno muito atraente, raramente superável, Segundo a avaliação de Belloube. Para atuar nesse segmento, a subsidiária local do maior grupo ressegurador do mundo estruturou uma equipe local especializada em questões de capital, com dois expatriados de Munique junto com colegas brasileiros de diferentes formações. São ao todo quatro atuários, advogado, engenheiros, administradores com formação em finanças. Uma equipe multidisciplinar altamente especializada na regulamentação brasileira e muito conectada ao Capital Partners, centro de expertise do Grupo Munich Re.

Um dos alvos da resseguradora local é a carteira de automóveis. “Há seguradoras com performance bastante inferior à média de mercado, outras que cresceram tanto ao ponto de fazer múltiplas injeções de capital ao longo de um único ano”, comenta. Diante disso, explica, o grupo tem em Munique uma equipe especializada em Auto, a Motor Consulting Unit, e começa a ofertar localmente essa expertise àquelas empresas que tenham interesse. “Nosso objetivo é gerar valor concreto, tangível aos nossos clientes, e compartilhar os riscos e retornos através do resseguro. Com as injeções de capital recorrentes, claramente há solução melhor do ponto de vista do acionista.”

E as novidades que a Munich Re não param. “Temos outras frentes em Big Data, canais alternativos com a expertise da Ergo, empresa do grupo, é a seguradora parceira da Amazon na Alemanha e Áustria, e em desenvolvimento de produtos”, enumera. Com esse investimento no Brasil, fica claro que para a Munich Re o foco não é o crescimento desordenado de curto prazo, mas sim o desenvolvimento de operação. “Apostamos no Brasil com qualidade, consequente de nossa proposta de proximidade e parceria estratégica com nossos clientes, para que os resultados sejam sustentáveis”, finaliza.

Braço segurador representa 35% do ganho do Paraná Banco

malucelliO Paraná Banco obteve lucro líquido recorrente consolidado de R$ 38,9 milhões no quarto trimestre de 2014, crescimento de 34,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2014, o crescimento foi de 14,7%, atingindo R$ 150,2 milhões. O braço de seguros e resseguro teve destaque no resultado do banco, representando 35% do resultado, avanço em relação aos 23% do ano anterior.

Segundo nota, o lucro líquido do grupo segurador, que consolida a seguradora e a resseguradora do grupo, avançou de R$ 29 milhões em 2013 para R$ 53 milhões em 2014, avanço de 76%. Os prêmios somaram R$ 376,6 milhões no ano passado, 1,5% acima dos R$ 371,4 milhões de 2013, incluindo DPVAT.

O índice combinado em 2014 ficou em 66%, bem melhor do que os 73,6% de 2013 (quanto mais abaixo de 100, melhor). O patrimônio líquido atingiu R$ 299,432 milhões em 2014, alta de 13,5% ante o ano anterior. O retorno (ROAE) foi a 19,0% ao final de dezembro último ante 9,1% em um ano. O grupo também destacou a compra do controle da Cardinal Compañia de Seguros, empresa colombiana de seguro garantia, através da JM Latam, constituída em dezembro de 2014 pelo Paraná Banco e pela Travelers Brazil Acquisition LLC, que alinhada com a estratégia de ampliar as operações do Grupo Segurador, marca o início da expansão das atividades na América Latina.