A Pan Seguros, companhia com presença nacional e foco nos seguros massificados e microsseguros, registrou crescimento de 51,9% em prêmios ganhos, totalizando R$ 198 milhões em 2014, valor acima dos R$ 131 milhões conquistados no ano anterior.
Em 2014, a Pan Seguros passou por uma mudança societária, tendo agora como acionistas diretos os bancos BTG Pactual e Caixa Econômica Federal. Nos últimos anos, a companhia também realizou investimentos consistentes em tecnologia para permitir a implementação de várias melhorias. “Estamos certos de que os ajustes aplicados nos últimos anos nos deixam em ótima posição para aproveitar uma demanda naturalmente expansionista para o negócio segurador no País”, diz José Carlos Macedo, CEO da PAN Seguros. No mesmo ano, a empresa iniciou suas operações no segmento de Seguros de Danos, o que impulsionou a diversificação de ramos em que opera.
No exercício de 2014, os prêmios de seguros totalizaram R$ 203,7 milhões, com aumento de 24,21% em relação aos R$ 164,0 milhões de 2013. O montante de recursos em aplicações financeiras da PAN Seguros em 2014 foi de R$ 479,2 milhões, valor 45,9% superior aos R$ 328,4 milhões, registrados em 2013.
A Pan Seguros fechou o ano de 2014 com patrimônio líquido de R$ 669 milhões, alta de 369% em relação ao ano anterior quando registrou R$ 181,3 milhões.
A crise mundial de abastecimento de água está entre os riscos que poderá trazer mais ameaças para a população de diversos países nos próximos anos. É o que mostra o relatório de Riscos Globais 2015 da Marsh & McLennan, empresa especializada em corretagem de seguros e gerenciamento de risco. De acordo com o estudo, além da crise hídrica, os riscos de doenças infecciosas, armas de destruição em massa, conflitos interestaduais e mudanças climáticas também estão entre as principais ameaças à estabilidade mundial. Os cinco riscos são mais prováveis de grandes impactos sociais nos próximos 10 anos entre os 28 riscos globais avaliados no estudo e categorizados em riscos econômicos, ambiental, geopolítico, social e tecnológico. O relatório mostra também há crescente preocupação sobre a capacidade das lideranças mundiais em resolver as questões sociais mais graves frente a ameaça de riscos econômicos, ambientais, geopolíticos e risco social.
O Índice de Confiança e Expectativas do Setor de Seguros (ICSS), calculado a partir de pesquisa realizada pela FENACOR, despencou para 70,9% em fevereiro, ficando 10,2 pontos percentuais abaixo dos 81,1% apurados em janeiro.
Já o ICES Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras atingiu o seu mínimo histórico, 27 meses após a sua criação. Em fevereiro de 2015, o índice foi 71,7%, bem abaixo dos 81,4% registrados no mês anterior.
Os corretores de seguros também continuam pessimistas, como mostra a queda de 84,6% para 74,5% do ICGC, que indica o grau de expectativa das grandes corretoras de seguros, nos dois meses comparados.
Até mesmo o ICER, que mede o grau de confiança dos resseguradores e vinha apresentando crescimento, voltou a cair, de 77,5% para 66,7% entre janeiro e fevereiro.
Segundo o coordenador técnico do estudo, Francisco Galiza, o principal motivo para esse comportamento desfavorável é a preocupação das empresas quanto ao futuro da economia brasileira nos próximos seis meses. Além disso, há pessimismo também quanto à evolução do faturamento futuro das seguradoras, observa Galiza.
De fato, a pesquisa apurou que, para 60% dos corretores de seguros e 41% dos seguradores entrevistados, haverá queda da rentabilidade nos próximos meses.
Como parte da política de transparência e comprometimento com seus públicos de interesse e a sociedade, a SulAmérica publicou os dados Sociais, Ambientais e de Governança (ASG) juntamente à divulgação do demonstrativo financeiro. Esses dados demonstram como a SulAmérica está pondo em prática os indicadores dos compromissos assumidos voluntariamente, com o Pacto Global e os Princípios para o Investimento Responsável (PRI, sigla em inglês).
Os resultados estão disponíveis para consulta no site de Relacionamento com Investidores da companhia e no portal institucional da seguradora, na seção “Sustentabilidade”.
“A divulgação dos resultados na área de Sustentabilidade, concomitantemente ao lançamento do balanço financeiro ao mercado, é reflexo de eficientes controles sistemáticos implantados e que demonstram a importância do tema para as estratégias de negócios da SulAmérica. Essa conduta novamente coloca a companhia como precursora e incentivadora da boa governança corporativa e sustentável no setor de seguros”, ressalta a superintendente de Sustentabilidade Empresarial da SulAmérica, Adriana Boscov.
A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. acaba de divulgar o balanço patrimonial com os resultados de 2014. A companhia registrou um aumento dos prêmios de seguros (1) de 40%, em comparação ao ano de 2013, atingindo o montante de R$ 715 milhões. Além disso, apresentou um lucro líquido de mais de R$ 87 milhões, que significou uma elevação de 287% com relação ao ano anterior. Este resultado tem como base as práticas contábeis brasileiras (Brazilian Generally Accepted Accounting Principles – BRGAAP).
“Estou contente com o resultado. Os números positivos são derivados principalmente do aumento de 40% dos prêmios e do controle de despesas da seguradora, de forma a aproveitar a economia de escala ao longo de 2014, assim como da menor sinistralidade da carteira”, explica o presidente & CEO da Prudential do Brasil, Fabio Lins.
A Prudential continua elevando a sua base de segurados e encerrou o ano com mais de 231 mil apólices de seguro de vida individual, um aumento de 24%, em relação ao ano anterior. Como consequência, ainda em comparação a 2013, também registrou um crescimento expressivo de 41,3% no Capital Segurado(2) em vigor, ultrapassando R$ 106 bilhões.
A companhia encerrou o ano de 2014 como a primeira seguradora independente no ranking de Planos Individuais de Seguros de Pessoas, com 17.4% de market share,de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) de janeiro a dezembro de 2014.
Plano de expansão
Dando continuidade ao plano de expansão, a Prudential do Brasil abriu quatro novas agências em 2014. Três na região sul do país, duas delas em Curitiba e uma em Porto Alegre e mais uma no Rio de Janeiro, estado onde se localiza a sede da seguradora.
Compromisso social
Norteado pelos oito Objetivos do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU), o programa de sustentabilidade da seguradora reuniu diversas ações que contribuíram com mais de 58 instituições do terceiro setor, beneficiando mais de 11 mil pessoas em 2014. Essas organizações receberam desde donativos, passando por ajuda financeira para reformas e ações de incentivo à educação, a saúde e ao esporte, entre outras.
Um dos destaques neste sentido é o Dia Global do Voluntariado (GVD), que estimula o voluntariado entre os funcionários, prestadores de serviços e franqueados, que, juntamente com seus familiares, amigos e clientes, são convidados a experimentar a satisfação de ajudar instituições filantrópicas realizando diversos tipos de trabalho voluntário.
Também em 2014, a Prudential ofereceu apoio à creche Obras Social Unidas de Santa Marta, conhecida como Mundo Infantil, localizada em Botafogo, no Rio de Janeiro, com a doação de material pedagógico e leite em pó para quase 60 crianças atendidas pela instituição.
As ações incluíram, ainda, a realização de duas doações para a Make-A-Wish Brasil que ao todo realizaram 56 sonhos de crianças e adolescentes portadoras de doenças graves.
Por fim, a seguradora encerrou o ano com a entrega do Kiyo Sakaguchi Golden Heart Memorial Award (Prêmio Kiyo Sakaguchi Coração de Ouro, em tradução livre), realizando uma doação de US$ 10 mil à instituição Grupo Espírita Amália de Godoy, de Belo Horizonte, Minas Gerais.
O Projeto Família Sempre Protegida, do grupo BB e Mapfre, que inovou na maneira de ofertar seguros ao consumidor por vending machines e gôndolas do varejo, é atração esta semana do programa Missão Inovação, do Discovery Channel.
O programa, que tem por objetivo mostrar cases de inovação e os desafios das principais empresas do Brasil e da América Latina, mostra como foi o processo de criação e desenvolvimento do projeto, a necessidade de inovar e facilitar a linguagem dos seguros para o público-alvo do produto, a estratégia de distribuição via varejo até o resultado final e implementação, no formato gift card e caixinhas de DVD.
A equipe do programa esteve na sede da companhia, em São Paulo, em novembro passado, por ocasião do lançamento do projeto, para filmar o showroom do projeto. Em formato documentário, o filme traz entrevistas com a equipe de criação e colaboradores, descrevendo detalhes do projeto.
“O Família Sempre Protegida é uma aposta do BB E MAPFRE em inovação tecnológica, utilizando o conceito de design thinking. Foram dois anos de trabalho intenso numa equipe multidisciplinar, com mais de mil horas, tendo como resultado um produto que rompe barreira de chegar aos consumidores que até hoje não adquiriram nenhum produto de seguro”, explica Paulo Rossi, superintendente executivo de Marketing da companhia.
O programa estreia hoje, às 23h30, com reprise nos dias 3/3, 5/3 e 7/3, às 11h20, 8h e 11h20, respectivamente. O programa também pode ser visto pelo site da Discovery Channel pelo link: www.brasil.discovery.uol.com.br/missao-inovacao-mapfre.
A Brasilprev acaba de lançar um aplicativo mobile. A plataforma permite que os usuários realizem simulações a partir do tempo e valor que pretendem investir para realizar diferentes projetos de longo prazo. O serviço é gratuito e está disponível para download na Apple Store, Play Store e Windows Phone Store, basta digitar “Brasilprev” na busca.
Na plataforma, o usuário pode fazer simulações para diferentes objetivos, como comprar um imóvel, realizar um MBA no exterior, abrir um negócio próprio, fazer uma viagem ao redor do mundo, bancar os estudos ou o intercâmbio para os filhos, entre outros. “Organização e planejamento financeiro são fundamentais para a realização de projetos, sejam quais forem. Atenta às novas formas de comunicação e comprometida com a educação financeira e previdenciária da sociedade, a Brasilprev desenvolveu um aplicativo acessível que permite ao usuário alinhar o objetivo do investimento ao valor e ao tempo disponíveis para concretizá-lo. De acordo com cada perfil, é possível alterar a quantia da contribuição, as taxas, o tempo de investimento e, assim, encontrar a melhor opção para realizar cada projeto de vida”, explica Oton Cabral Gonçales, diretor Comercial e de Marketing.
Transações realizadas via celular crescem 111%
Os usuários correntistas do Banco do Brasil e clientes da Brasilprev podem por meio do aplicativo mobile banking – o Autoatendimento BB pelo celular –, realizar transações, simulações, consultar extratos, acompanhar a rentabilidade dos fundos, solicitar a suspensão do envio de extratos em papel, entre outros serviços. No último ano, as transações realizadas via celular cresceram 111% entre os clientes da Brasilprev. Apenas em 2014, os aportes extras realizados pelo serviço registraram R$ 21,70 milhões, um aumento de 114% em comparação a 2013.
Fonte: Anupreeta Das/The Wall Street Journal – tradução para o português publicada pelo Valor Econômico
Warren Buffett uma vez escreveu aos seus acionistas da Berkshire Hathaway Inc. que se ele, seu sócio Charles Munger e seu vice Ajit Jain estivessem em um navio naufragando e apenas um deles pudesse ser salvo, Ajit é quem deveria ser resgatado.
No último sábado, Munger solidificou a importância de Jain para o futuro da Berkshire quando deu a entender que o chefe da divisão de resseguros do conglomerado, de 63 anos, é parte do que parece ser uma disputa entre dois homens para assumir o cargo de diretor-presidente da holding quando Buffett, de 84 anos, não estiver mais por perto.
Munger, vice-presidente do conselho de administração da Berkshire, também sugeriu que Greg Abel, que comanda a divisão de energia, seria outro sucessor à altura. Buffett e Munger escreveram cartas separadas aos acionistas cm comemoração aos 50 anos da Berkshire Hathaway.
“Ajit Jain e Greg Abel comprovaram seu desempenho e provavelmente seriam subavaliados se descritos como [profissionais] ‘de classe mundial'”, escreveu Munger, ressaltando que, em alguns aspectos, “cada um deles é um executivo melhor que Buffett”.
Jain e Abel não puderam ser contatados para comentar.
Ambos parecem se enquadrar na descrição que Buffett faz do diretor-presidente ideal: um “indivíduo racional, calmo e decisivo, que tem amplo entendimento de negócios e boa percepção sobre o comportamento humano. É também importante que conheça seus limites.”
Jain, que passou cerca de 30 anos na Berkshire, é considerado há muito tempo o candidato principal para substituir Buffett, que o contratou em 1986 para criar a divisão de resseguros, embora, como Jain gosta de dizer, ele pouco sabia sobre seguros ou resseguros. Não demorou muito para Buffett começar a elogiar Jain em suas cartas anuais quando os riscos que ele assumiu começaram a dar resultados. No ano passado, a Berkshire Hathaway Reinsurance Group, liderada por Jain, contribuiu com US$ 42,5 bilhões para o total de US$ 84 bilhões do “float” de seguros mantido pela Berkshire.
Esse float – prêmios que a Berkshire coleta dos clientes para serem pagos bem depois na forma de indenizações e que, enquanto isso, são investidos – foram uma pedra fundamental do modelo de negócios da Berkshire, financiando sua expansão em diversas empresas e investimentos.
Jain nasceu e foi educado na índia e também estudou na Harvard Business School. Embora tenha morado em Omaha, no Estado de Nebraska, por alguns anos depois de entrar na Berkshire, Jain trabalha em Stamford, no Estado de Connecticut. Ele é conhecido por assumir riscos grandes e incomuns, como fazer uma apólice em 1999 protegendo a equipe de beisebol Texas Rangers da possibilidade de o jogador Alex Rodriguez ficar inválido para sempre.
“Ele se destaca por assumir e precificar riscos incomuns e também criar novos negócios altamente lucrativos”, diz Laura Rittenhouse, consultora especializada na relação entre diretores-presidentes e investidores. “Esses talentos são essenciais para ter sucesso em seguros, o motor que faz a máquina de dinheiro da Berkshire funcionar.”
O acesso e proximidade a Buffett e a longa carreira de Jain na Berkshire também o tornam bem familiarizado com a cultura da holding, cujas marcas são uma operação descentralizada e pouca burocracia.
Em um painel em fevereiro, Jain disse que a ausência de burocracia na Berkshire e em suas unidades operacionais tornava a companhia única. O evento foi organizado para discutir o futuro da Berkshire sem Buffett, tema de um livro recente de Larry Cunningham, professor da Universidade George Washington.
“Ajit, assim como todos os demais diretores-presidente na Berkshire, reconhece que delegar e descentralizar são essenciais” para o futuro do conglomerado, disse Cunningham. Perguntado no painel sobre as qualidades que o futuro diretor-presidente da Berkshire deve ter, Jain respondeu que a pessoa não deveria ser um administrador detalhista.
Se Jain é o veterano, Abel é o negociador perspicaz. A experiência dos dois, também, é diferente. “Ajit é financeiro, Greg é industrial”, diz Cunningham.
Abel, de 52 anos, diretor-presidente da Berkshire Hathaway Energy, entrou no conglomerado em 2000 com a compra, pela Berkshire, de uma empresa de energia em Iowa. Desde então, a Berkshire já investiu mais de US$ 15 bilhões em aquisições, transformando a unidade em uma das maiores fornecedoras de energia do país. Ela também investiu uma quantia semelhante em projetos de energia renovável.
Abel também acumulou experiência em alocar capital no setor de energia, habilidade importante para o próximo diretor-presidente da Berkshire, que terá que decidir, como Buffett faz, se e quando comprar empresas ou ações ou investir em despesas de capital. No processo, ele também trabalhou próximo a Buffett. Ele assumiu o cargo de diretor-presidente da unidade de energia em 2008, substituindo David Sokol, que saiu da Berkshire em 2011.
Como Jain, Abel prefere ficar longe dos holofotes, embora pessoas que o conhecem digam que ele é um líder carismático, com a habilidade de conquistar vários grupos do setor de energia, de reguladores a clientes.
A Zurich Santander Brasil registrou lucro líquido de R$ 631 milhões em 2014, crescimento de 32,2% na comparação com os R$ 477 milhões de igual período do ano anterior. O lucro operacional somou R$ 742 milhões em dezembro, uma alta de 25% sobre o resultado de 2013.
O patrimônio líquido no fim do ano passado somou R$ 2,36 bilhões, ante R$ 2,07 bilhões em 2013. Já as provisões técnicas de seguros e previdência atingiram R$ 28,66 bilhões, aumento de 14,3% sobre os R$ 25,07 bilhões apresentados em dezembro de 2013.
“Para este ano queremos sustentar o ritmo de expansão dos negócios, aumentar o volume de prêmios e manter a forte atuação comercial, sempre com o contínuo foco na qualidade de atendimento aos clientes, na gestão de custos operacionais e na qualidade e solidez do balanço”, destaca José Garcia Naveros, diretor financeiro da Zurich Santander.
Ainda segundo o executivo, a estratégia de crescimento dos negócios está baseada no lançamento de produtos inovadores, que gerem benefícios para os clientes, acionistas e contribuam para o desenvolvimento do mercado brasileiro de seguros.
Na próxima terça-feira, dia 3 de março, o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) receberá em seu tradicional almoço mensal o diretor da Porto Seguro e da Renova Ecopeças, Bruno Garfinkel.
Na palestra “Renova, por um futuro sustentável”, ele apresentará detalhes da iniciativa inédita da empresa. “O objetivo da Renova é garantir a destinação ambientalmente correta de veículos em fim de vida útil, por meio do tratamento de seus resíduos e da comercialização de peças de reuso”, diz.
Atualmente, o Brasil recicla pouco menos de 1,5% de sua frota que sai de circulação. A quantidade é inexpressiva em comparação a outros países, como os Estados Unidos, que reciclam 95% da frota.
O evento terá início às 12h, no restaurante do Circolo Italiano. Inscrições e informações pelo telefone (11) 3104 0416 ou e-mail: atendimento@ccssp.org.br
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