SulAmérica Auto fortalece estratégia para prestadores

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A SulAmérica reestruturou toda a sua área de relacionamento com prestadores de serviço para segurados auto. Visando oferecer ainda mais qualidade aos seus clientes, a seguradora desenvolveu um Programa de Relacionamento com Prestadores (PRP) que contempla a estratégia de gestão, atendimento e reconhecimento destes parceiros que estão na linha de frente do atendimento aos segurados.

A companhia criou a Superintendência de Prestadores de Sinistro Auto e Assistência 24 Horas, que se dedica exclusivamente ao relacionamento com esse público, e alocou dez novos representantes regionais para atender aos parceiros em todo o país.

“O programa tem como objetivo fortalecer o relacionamento com uma visão completa da relação do prestador com a companhia”, afirma Renato Roperto, diretor de Sinistro Auto da SulAmérica. “O aprimoramento da parceria com os prestadores que atendem diretamente aos nossos clientes é fundamental para nossa estratégia.”

Em 2014, o programa também contou com uma agenda de eventos que se iniciou em março e incluiu encontros em quatro Estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Neste ano, o programa será expandido e levará eventos de relacionamento a outras cidades.

A nova superintendência, a cargo de Marlon Teixeira, deverá trazer novidades para as oficinas referenciadas e prestadores de assistência 24 horas nos próximos meses.

Já está no ar mais uma edição da revista Gerência de Riscos e Seguros

content_id-8A edição 118 da revista Gerência de Riscos e Seguros, da Fundación Mapfre, já está no ar. Além da revista original em espanhol, a revista conta com uma versão em inglês e também em português. No cadernos brasil, entrevista com o ex-presidente da ABGR (Associação Brasileira de Gerenciamento de Risco), Jorge Luzzi, e atual presidente de diversas entidades de gerenciamento de risco espalhadas pelo mundo. Boa leitura!

Cuba passa a ser uma opção para a estratégia de internacionalização

internacionalizacaoO céu é o limite, disse um segurador com estratégia de internacionalização. Bem, se é assim, a notícia sobre a flexibilização das restrições dos EUA contra Cuba aguça ainda mais o apetite das seguradoras que vendem seguro saúde, viagem e de vida, que vão poder pedir autorização para atuar no país. Também está prevista a liberação de uso de cartões de crédito e de débido de bancos americanos. Ontem também a Índia também mudou as regras e agora os bancos podem ter mais do que uma seguradora para ofertar produtos. Enquanto isso, aqui no Brasil, o governo brasileiro tenta evitar que a operação Lava Jato não afete o sistema financeiro, o que pode ocasionar crédito mais caro para empresas e pessoas físicas. Temos também notícias sobre racionamento de água e, futuramente e possivelmente, de energia. Com o PIB brasileiro estagnado, a estratégia das brasileiras passa a ser igual as grandes multinacionais: diversificar, tanto em produtos como geograficamente, bem como avaliar fusões e aquisições. A mais recente anunciada foi a da Catlin pelo grupo XL, por US$ 4,3 bilhões.

Voltando a Cuba. Em abril de 2013, a Capemisa fez pedido para abrir uma sucursal em Cuba depois da Susep ter autorizado. Na época, o convite para atuar em Cuba foi feito pela Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), que identificou na ilha um mercado potencial para empresas brasileiras. Cuba tem 11 milhões de habitantes e só há duas seguradoras estatais, que faturam R$ 200 milhões por ano. Além de produtos para baixa renda, a Capemisa informou que pretendia oferecer seguros para turistas estrangeiros, danos materiais, patrimoniais e garantias para empresas brasileiras, como a Odebrecht, informou a Folha em 2013. Vamos ver como evoluiu essa estratégia.

Se partir para o exterior é a tônica, como já anunciaram Terra Brasis e JMalucelli para Colombia, IRB Brasil RE para África, América Latina e Ásia, fica a dica de que a Fitch Ratings divulgou um estudo sobre perspectivas para 2015 e espera um crescimento moderado nas vendas de seguros na América Central:

Costa Rica:Crescimento Moderado em Prêmios

Desde a abertura do setor de seguros da Costa Rica à concorrência privada, em 2008, o mercado tem experimentado um crescimento rápido e constante em prêmios. No final de 2014, a Fitch espera que o mercado de seguros atinja um crescimento adequado nominal em moeda local (+ 15%), impulsionado pelo crescimento econômico positivo do país. Para 2015, a Fitch esperava que a produção de prêmios diminuísse ligeiramente, devido à necessidade de corrigir alguns indicadores macroeconômicos que impulsionaram certas políticas que poderiam ser refletidas no crescimento econômico e, portanto, no mercado de seguros.

El Salvador: Projetos Específicos Poderão Impulsionar a Produção de Prêmios

Embora se caracterize pelo excelente desempenho operacional bem como por capitalização e níveis de liquidez adequados, a indústria de seguros salvadorenha é continuamente desafiada pelo ambiente econômico do país. No entanto, a Fitch acredita que o crescimento econômico para 2015 mostre uma ligeira melhoria, em parte apoiada por projetos específicos em diferentes indústrias. Por sua vez, estes terão um impacto positivo sobre o mercado de seguros e se espera que continuem a médio prazo.

Guatemala: Redução Leve em Prêmios

A Fitch acredita que o mercado de seguros da Guatemala ainda está experimentando um grande potencial para a criação de produtos e geração de negócios. A concorrência em linhas pessoais não é agressiva, como tem sido no negócio de danos gerais. Portanto, há uma oportunidade significativa para o crescimento e desenvolvimento. Durante o terceiro trimestre de 2014, o setor de seguros registrou uma taxa de crescimento moderado (+ 7%). No entanto, para o fechamento de 2014, a agência estima uma taxa de crescimento nominal de 10%, impulsionada por prêmios de saúde que continuam a subir

Honduras: Boa Dinâmica de Crescimento

A Fitch acredita que um crescimento econômico mais favorável em 2014 em comparação a 2013, e um elevado dinamismo na subscrição durante o quarto trimestre do ano, influenciaram em um crescimento nominal do setor perto de 8%. No entanto, este seria inferior em dólares (5%), devido à pressão contínua da inflação e desvalorização da moeda local

Nicaragua: Crescimento Permanecerá Robusto

A Fitch estima que o crescimento em prêmios da Nicarágua se manterá em elevação, ajudado por um crescimento econômico robusto nos próximos dois anos. Também estará influenciado por um aumento forte e estável nos prêmios de veículos e linhas pessoais. A agência acredita que o setor vai fechar 2014 com crescimento nominal em prêmios perto de 21% em moeda local. Em 2015, o crescimento nominal do setor será em torno de 23%, com base na perspectiva positiva para as linhas de negócios não-vida e garantias

Willis Re: o novo mantra é a diversificação

© Copyright 2010 CorbisCorporationA capacidade abundante, que está superando a demanda de resseguros, reduziu pressões das renovações de 1º de Janeiro na maior parte dos países e linhas de negócio, bem como fortaleceu as apostas de que haverá mais fusões e aquisições neste ano, de acordo com o último relatório da Willis RE. “Além da redução nos preços, muitos compradores foram capazes de garantir melhores termos e condições em seus programas de renovações de 1º de Janeiro”, ressalta o relatório “1st View Market Reshaping a Reality”. Com isso, a pressão sobre as resseguradoras, especialmente as pequenas, pode levar a um aumento das fusões e aquisições, de acordo com o relatório. Uma prova disso foi a compra da Catlin pelo grupo XK, por US$ 4,3 bilhões.

Segundo estudo da Willis, muitas resseguradoras reconhecem que não podem mais esperar a salvação através de elevação de preço um aumento nas taxas de juros”, explica Peter Hearn, presidente da Willis RE. Ele acrescenta no comunicado que a “única forma sustentável é mudar modelos de negócios, mesclar as carteiras e se esforçar para crescer. O novo mantra é a diversificação.”

Quedas de árvores sobre os carros: o que os seguros cobrem

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As fortes chuvas do verão acabam resultando em alguns prejuízos, principalmente, nas grandes cidades. Somente neste começo de ano, o Grupo BB E Mapfre já registrou a ocorrência de 32 quedas de árvores em automóveis segurados. “Muitas pessoas não sabem, mas o seguro para veículo cobre esse tipo de situação”, afirma Jabis Alexandre, diretor geral de automóvel do grupo.

Apesar disso, o especialista alerta para a escolha do tipo de apólice. “Especialmente nos centros urbanos, os veículos ficam estacionados nas ruas e estão mais vulneráveis a esse tipo de situação. Para garantir essa cobertura, o motorista precisa contratar a opção de ‘seguro total’, que é um contrato mais completo e contempla diversos imprevistos”, complementa Alexandre.

Alexandre também orienta os motoristas a observarem os locais de estacionamento nesta época, evitando, quando possível, proximidade com árvores de grande porte. “No geral, a melhor dica, válida para todas as situações e não só em relação à queda de árvores, é evitar trânsito nos horários de chuvas fortes nas áreas mais movimentadas e populosas”, diz o executivo. “Muitos acidentes e desconfortos podem ser evitados”, completa.

No mesmo período do ano anterior, o Grupo registrou 27 casos de queda de árvores em automóveis, 15% a menos que 2015.

Presidente do Lloyd’s of London abre agenda para jornalistas brasileiros durante debate no Fórum Econômico Mundial

davosEnquanto o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, mostra um Brasil com nova política econômica no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que acontece entre os dias 21 e 24 de janeiro, o presidente do mercado de seguros e resseguros britânico Lloyd’s of London, John Nelson, conversará com a mídia mundial – na qual uma boa parte da agenda foi cedida aos jornalistas brasileiros, sobre o mercado da América Latina para o Lloyd’s, as condições do mercado de seguros e resseguros e atualizações da regulamentação brasileira. Também está aberto a comentar sobre os planos para o escritório do México e licitações na Colômbia.

A indústria de seguros mundial aproveita o Fórum de Davos para tratar de temas relevantes, como gerenciamento de riscos e como o setor atua para preservar o crescimento e as riquezas de um país. Nos eventos anteriores, várias pesquisas foram divulgadas com o apoio de pesos pesados do setor, como Munich Re, Swiss Re, Aon, Marsh, Willis, Allianz e o próprio Lloyd’s, entre outras companhias.

O presidente do Lloyd’s, instituição que aposta nos mercados emergentes, especialmente no Brasil, também falará sobre as tendências mundiais no segmento de seguros gerais; valores sociais do seguro; macroeconomia e liderança do Lloyd’s no nicho de seguro em áreas como cyber, espaço, negócios de interrupção, guerra, K&R, terrorismo e partes do corpo.

Segundo a grande mídia, a presidente Dilma Rousseff desistiu de participar do Fórum Econômico Mundial de Davos para comparecer à cerimônia de posse do presidente da Bolívia, Evo Morales, em La Paz.

Borá preparar a entrevista agendada, por telefone, por um dos principais mercados de seguro e resseguro do mundo, com o blog Sonho Seguro para o dia 21.

Joaquim Levy confirma Westenberger no comando da Susep

FullSizeRender-7Nesta quarta-feira, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, se reuniu com Roberto Westenberger, titular da Susep e, segundo nota divulgada hoje pela assessoria do ministro da Fazenda, Westenberger “permanece no cargo, para discutir prioridades para o órgão”. A assessoria não divulgou mais detalhes do encontro. Segundo especialistas, por ser a manutenção no cargo e não uma nomeação, a presidente Dilma Rousseff não precisa aprovar o nome ou fazer qualquer divulgação do assunto no Diário Oficial. Ou seja, a nomeação é prerrogativa da Dilma, por indicação do Ministro da Fazenda. Como Roberto Westenberger já foi nomeando pela presidente, o que precisava era somente uma confirmação.

Em evento realizado em dezembro, o titular da Susep comemorou o otimismo do setor em projetar crescimento de dois dígitos para 2015 e também parabenizou o setor de ter mantido o crescimento de dois dígitos em 2014, considerado um ano difícil e atípico. Entre os principais pontos a serem discutidos com o novo ministro da Fazenda, ele citou condições mais flexíveis do marco regulatório da indústria de seguros, com supervisão eletrônica até modernização das regras de aplicações de reservas técnicas, tornando a blindagem dos ativos garantidores um instrumento que acompanhe as mudanças do mercado financeiro e globalização dos investimentos. Novos modelos de distribuição de seguro no Brasil também precisam ser discutidos para aumentar a participação dos intermediários na venda dos diversos tipos de produtos ofertados pelas empresas do setor”, disse o xerife do setor no almoço de confraternização promovido pela Cnseg, no Rio, em dezembro.

Nesta semana, foi divulgado pela imprensa que Joaquim Levy pretende retomar um antigo projeto sugerido pelo Banco Mundial sobre a unificação da Susep com a CVM. Vinculada ao Ministério da Fazenda, a Susep é o órgão responsável pelo controle e pela fiscalização dos mercados de seguros, previdência privada aberta, capitalização e resseguro. A autarquia foi criada em novembro de 1966.

Liberty Seguros inova em comunicação com corretor e implanta canal de atendimento via Skype

skypeAtender o consumidor no canal que ele determina ser atendido tem exigido investimentos das seguradoras. Depois de aplicativos para todas as redes sociais, agora é a vez do Skype. Segundo comunicado divulgado hoje a Liberty Seguros é a pioneira em implantar a central de atendimento por meio do SkypeConnect aos corretores. Neste canal é possível fazer as mesmas consultas que o corretor já faz via chat ou nas URAs do 0800 e 4000. “A vantagem é que ao utilizar o Skype ele irá reduzir os seus custos com ligações via telefone fixo ou celular, pois o serviço é gratuito, e para utilizá-lo é só estar conectado à Internet”, afirma Ana Lucia D´Amaral, diretora de Tecnologia da Liberty Seguros, em nota.

Segundo a executiva, este é um canal de comunicação extremamente seguro e passou por uma série de testes de segurança, protegendo assim, com sigilo absoluto, todas as informações e dados do corretor. “O SkypeConnect chega para facilitar o dia a dia do corretor. Ele poderá consultar apólices, documentação, entre outras informações necessárias para vendas, renovações e fechamento das apólices”, diz. Em breve, o serviço também será disponibilizado para todos os clientes da companhia.

De acordo com a nota divulgada, o serviço pode ser utilizado de três formas: pelo computador, tablet ou smartphone. Para utilizar o SkypeConnect basta baixar o aplicativo do Skype para uma das três plataformas e criar uma conta. Se o corretor já tiver uma conta no Skype, ele só vai precisar adicionar o usuário Liberty Seguros_Central aos contatos e fazer a conexão de voz. Os serviços de vídeo e chat do Skype não estão habilitados para esta ferramenta. “Importante ressaltar que a conexão de rede de dados precisa ser estável, seja 3G, 4G ou Wi-fi, para garantir o bom funcionamento do canal”, explica.

Swiss Re avalia em estudo a solvência do setor na América Latina

swiss reA Swiss Re lançou hoje um novo estudo sobre “Regulamentação de solvência de seguro na América Latina: modernização a diferentes velocidades”. A publicação, enviada ao blog Sonho Seguros, avalia a mudança para regimes de regulamentação de solvência baseados em risco na América Latina. As principais conclusões desta publicação para especialistas incluem: Brasil, Chile e México estão em estágios avançados de implementação de estruturas de solvência econômica baseadas em risco e provavelmente adotarão regimes do tipo II de Solvência da UE nos próximos um a três anos.

Colômbia, Costa Rica e Peru estão lançando as bases para reformas abrangentes e instituindo certas disposições de capital baseadas em risco (RBC). Os demais países da América Latina ainda não sinalizaram ambições de reforma mas, no entanto, um movimento rumo a uma solvência baseada na economia provavelmente continuará nos próximos anos em toda a região.

Os requisitos operacionais mais rígidos resultantes de reformas podem estimular a consolidação do setor de seguros, especialmente entre operadores menores.
A combinação de produtos também poderá mudar, com as seguradoras focando mais em produtos de baixo capital.

Para algumas seguradoras, o resseguro pode ser um meio de gerir os requisitos de capital adicionais. Três obstáculos em potencial para uma mudança, em toda a região, rumo a uma solvência baseada em risco incluem políticas governamentais antimercado, instabilidade macroeconômica e as limitações da capacidade institucional.

A estudo em inglês encontra-se disponível neste link http://media.swissre.com/documents/Insurance_solvency_regulation_in_Latin_America.pdf

AGCS divulga estudo sobre os maiores riscos para os negócios em 2015

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O ambiente de negócios enfrenta novas dificuldades graças ao surgimento de vários cenários desfavoráveis em um ambiente corporativo cada vez mais integrado, segundo o quarto relatório Barômetro de Risco da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS). De acordo com o estudo, interrupções bruscas nos negócios e falhas na cadeia de suprimentos (46%), catástrofes naturais (30%) e incêndios e explosões (27%) serão os maiores riscos para as empresas em 2015. Já os perigos cibernéticos (17%) e políticos (11%) foram os que mais subiram no ranking, e continuam a preocupar os especialistas. Por sua vez, a perda de reputação (61%) e a interrupção nos negócios (49%) após um incidente são vistas como as principais causas de prejuízos para as empresas.

O risco de crimes cibernéticos e falhas de TI também continua a crescer rapidamente, entrando pela primeira vez no top 5 do ranking (em 2014, eles ocuparam a 8ª posição, e em 2013, apenas a 15ª). Apesar desse aumento, muitas empresas estão subestimando os diferentes impactos, segundo 73% dos entrevistados – e, em muitos casos, por motivo de contenção financeira.

A pesquisa foi feita com mais de 500 analistas de risco e especialistas em seguro corporativo da Allianz e de outras companhias globais em 47 países. De acordo com o levantamento, a combinação de novos riscos econômicos e regulatórios relacionados com a tecnologia cria uma ameaça sistêmica para as empresas globais. Para responder a esses desafios, a Allianz sugere que as companhias façam controles internos mais fortes e uma gestão de risco holística dos negócios.

“A crescente interdependência de indústrias e processos significa que os negócios estão cada vez mais sujeitos a um número crescente de cenários desfavoráveis. Assim, os efeitos negativos podem se multiplicar rapidamente, com um risco criando diversos outros. Catástrofes naturais ou ataques cibernéticos podem interromper os negócios não só de uma empresa, mas de setores inteiros ou de infraestrutura crítica”, afirma Chris Fischer Hirs, CEO da AGCS. “O gerenciamento de risco precisa estar atento a essa nova realidade. Identificar o impacto de qualquer interconexão de forma precoce pode mitigar ou ajudar a prevenir perdas. Também é essencial fomentar a colaboração cruzada das companhias para enfrentar os riscos modernos”.

link para acessar o estudo completo: http://www.imcgrupo.com/impress/gt/upload/allianz_risk_barometer_2015_final.pdf?utm_campaign=rafael.cavalcanti%40s2publicom.com.br-77449%3AL22518.20150113183759-1&utm_source=imcgrupo.com&utm_medium=email