Ratings de longo prazo do Brasil reafirmados; perspectiva permanece estável

Isso tem um significa gigantesco para todos. Inclusive para o mercado segurador, uma vez que acionistas determinam o grau de rating mínimo de um país para que contratos de resseguro sejam aceitos.

Resumo

A presidente Dilma Rousseff enfrenta um cenário político e econômico extremamente desafiador em meio a uma forte queda nos índices de aprovação de seu governo, à contração econômica e a investigações de corrupção na Petrobras.

Em uma reversão da política adotada em seu primeiro mandato, a presidente passou para sua equipe econômica a tarefa de realizar um ajuste significativo em várias políticas — não apenas fiscal — para restaurar a credibilidade perdida e reforçar os perfis fiscais e econômicos do Brasil agora enfraquecidos.

Reafirmamos o rating de crédito soberano de longo prazo em moeda estrangeira ‘BBB-’ e o rating de crédito soberano de longo prazo em moeda local ‘BBB+’.

A perspectiva estável reflete nossa expectativa de que a correção política desafiadora atualmente em curso vai continuar obtendo o suporte da presidente Dilma Rousseff e, em última instância, o do Congresso, assim restaurando gradualmente a credibilidade política perdida e abrindo o caminho para perspectivas de crescimento mais fortes no próximo ano e adiante.

Caixa Seguros investe R$ 200 milhões em seguradora digital

thierry caixaA Caixa Seguradora vai lançar a primeira empresa de produtos financeiros 100% digital da América Latina. Com investimento inicial de R$ 200 milhões nos primeiros três anos, a nova empresa – também parceria entre a francesa CNP Assurances e a Caixa – nasce totalmente digital. “A ideia é oferecer uma experiência totalmente nova ao cliente, que terá controle total sobre a cotação, compra e relacionamento”, explica o presidente da Caixa Seguradora, Thierry Claudon.

Depois de um ano sendo gestada em sigilo, a nova empresa vai nascer sob uma lógica diferente: até seu nome será escolhido entre os potenciais clientes. A Caixa Seguradora está coordenando um trabalho de branding para achar uma marca atrativa, moderna e ágil. “Queremos uma empresa completamente nova, separada da Caixa Seguradora, com outra filosofia de trabalho e outro corpo diretivo”, diz Claudon.

Com lucro recorde em 2014, quando fechou o ano com resultado de R$ 1,68 bilhão, a Caixa Seguradora entende que é o momento para avançar forte no mercado digital. “O mercado brasileiro está preparado para receber essa oferta da tecnologia mobile. O país tem uma população jovem e um setor de seguros que está em constante crescimento”, avalia Claudon.

A nova empresa pretende construir sua oferta a partir das demandas dos clientes, diferente do que ocorre hoje no mercado tradicional. As operações devem começar em 2016.

IRB Brasil prevê começar expansão internacional por A.Latina e África

Fonte – Reuters

Nova York – O IRB Brasil planeja se expandir para a América Latina e a África, como parte de um amplo processo de internacionalização que pode exigir que a maior resseguradora do Brasil busque uma oferta inicial de ações antes de 2018, disse seu presidente-executivo, Leonardo Paixão, nesta segunda-feira.

O IRB tem licenças para operar em todos os mercados de resseguros da América Latina, com exceção de um ou dois países, disse Paixão em entrevista. Embora um IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) possa aumentar consideravelmente a força do IRB Brasil, os acionistas controladores também podem fornecer o capital necessário para que a resseguradora se expanda no exterior num estágio inicial, disse.

Para os próximos anos, o IRB pretende ter de 35 a 40 por cento dos prêmios de resseguro no Brasil, que no ano passado atingiram 9 bilhões de reais, e ter cerca de 20 por cento de retorno sobre o patrimônio (ROE). Aumentar a participação dos acordos externos, atualmente em 12 por cento do total, ajudaria a diversificar fontes de receitas, disse Paixão.

No México, na América do Sul e na África, a demanda por resseguro está crescendo após anos de recordes de gastos de capital. No Brasil, projetos de infraestrutura estão mais lentos após o escândalo de corrupção envolvendo a Petrobras e grandes empreiteiras.

“A paralisia do mercado por conta dessa situação não é boa para o resseguro”, disse Paixão. Ao mesmo tempo, acrescentou, “há muitas oportunidades ótimas fora do Brasil, em mercados que acreditamos estarem muito bem.”

Por conta do escândalo de corrupção, o preço dos prêmios de subscrição podem subir cerca de 10 por cento para a maioria dos setores de forma não linear, disse Paixão, presidente do IRB desde abril de 2010. Esse aumento deve compensar aumentos de sinistros e do risco implícito maior dos novos contratos, disse.

Os sinistros estão aumentando, com setores direta ou indiretamente envolvidos no escândalo enfrentando dificuldades de acesso a mercados de dívida e de ações, e novos projetos declinam enquanto a economia brasileira entra em recessão.

Porém, o escândalo não deve afetar o IRB significativamente, já que apenas 8 por cento das receitas vêm de novos contratos, disse. O IRB responde por cerca de 92 por cento do lucro do setor, que depende de fortes investimentos e massivas renovações dos contratos existentes.

IPO

Paixão evitou citar nomes de países para onde o IRB pretende crescer. A fatia de 8 por cento que a companhia detém na Africa RE pode ajudar a acelerar os negócios no país, declarou.

Executivos do IRB esperavam que o IPO acontecesse antes, mas anos de volatilidade de mercado pesaram sobre a demanda por novas emissões de ações no Brasil. Apenas uma companhia conseguiu concluir sua listagem nos últimos 15 meses.

O IRB foi um monopólio estatal por sete décadas até que o governo abriu o mercado de resseguros local para a competição em 2007. Seus principais acionistas são Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Bradesco.

(Por Guillermo Parra-Bernal)

Falta seguro adequado para os perigos do food truck, dizem donos

4brothFonte: Folha de S.Paulo

Donos de food trucks (pequenos caminhes para venda de comida) reclamam da falta de um seguro adequado para o que é um “restaurante itinerante”. A única opção hoje é o veicular, que cobre o lado “carro” do negócio, mas não o “cozinha”.

Ou seja, o truck protegido contra roubo do veículo, mas não contra incêndio na cozinha -parte de maior valor, que custa até R$ 350 mil. “Nós estamos sujeitos a incêndios porque trabalhamos com gás, e também a batidas, porque estamos na rua”, diz Zeca Amaral, chef do truck Cozinhando com Z.

A preocupação de Amaral não é paranoia. No final de janeiro, o botijão de um food truck de comida oriental explodiu em Perdizes, na zona oeste de São Paulo. Um homem se feriu no acidente.

“Nós temos vários itens de segurança, mas acaba sendo uma cozinha. Existe a falha técnica, mas existe também a humana”, diz Guilherme Ribeiro, do truck 4Brothers.

FOOD O QUÊ?

Ribeiro conta que foi a cinco seguradoras, mas a maioria nem sabia o que era um food truck. E, depois de entenderem o modelo, afirmavam que não era possível segurá-lo como restaurante por no existir um endereço fixo.

A TRR Securitas identificou a oportunidade e desenvolveu um seguro híbrido para o segmento, que inclui cobertura do veículo e do restaurante. O produto, porém, ainda no foi lançado porque aguarda aprovação da Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda.

Segundo a seguradora, o valor da apólice deve ficar na faixa de R$ 500 a R$ 1.500 por ano. O valor varia de acordo com o porte do negócio e as coberturas opcionais.

Alonso embolsa R$ 6,3 milhões de seguro por ausência em Melbourne

images-4Fonte: Portal Terra traduziu a noticia do jornal italiano La Gazeta dello Sport

Além de ter evitado a participação de Fernando Alonso no vexame da McLaren no GP da Austrália, o acidente sofrido nos testes coletivos em Barcelona vai render ao piloto uma considerável quantia de dinheiro. Coberto pelos seguros das equipes de ponta da Fórmula 1, o espanhol vai receber cerca de 1,8 milhão de euros (cerca de R$ 6,3 milhões).

Existem dois tipos de seguro na categoria máxima do automobilismo. O primeiro é estipulado pelo próprio piloto e cobre casos mais graves, como morte ou invalidez. O outro cobre corridas perdidas por causa de acidente, como foi o caso do bicampeão.

O valor é calculado em cima da divisão do salário do piloto pelo número de corridas do calendário – 19 contando a saída do GP da Alemanha. Como o contrato do espanhol é avaliado em 34 milhões de euros por temporada (cerca de R$ 120 milhões), o total a ser pago pelo seguro será aproximadamente 1,8 milhões de euros (R$ 6,3 milhões).

A empresa pode se negar a pagar o valor se for provado que a esquadra britânica foi responsável pelo acidente. Nas últimas semanas, a McLaren negou que tivesse qualquer problema com o carro de Alonso durante a segunda bateria de testes na Espanha.

Na abertura da temporada 2015 no último fim de semana, a McLaren teve o pior desempenho da história da equipe . Jenson Button e Kevin Magnussen, substituto de Alonso, tiveram os piores tempos no treino classificatório e acabaram na última fila do grid. O britânico foi o último colocado, duas voltas atrás do campeão Hamilton – resultado que ainda superou o do jovem dinamarquês. Na saída para alinhar no grid, Magnussen teve problemas com seu carro e sequer largou.

Funenseg organiza II Seminário de Seguros de Responsabilidade Civil

A Funenseg promove, no dia 5 de maio, o II Seminário de Seguros de Responsabilidade Civil – Riscos complexos da sociedade pós-moderna, desafios e novos negócios. O evento trará conhecimento técnico de especialistas, que indicarão sobre os riscos as reais possibilidades das coberturas securitárias. Serão abordados temas como a utilização de elementos radioativos, danos elétricos, falha de fornecimento de serviços e utilidades públicas e ativos e serviços ambientais.

O Seminário será realizado no Hotel Meliá Business Paulista, em São Paulo. As inscrições já estão abertas e devem ser feitas pelo link http://goo.gl/a1QEUI, onde também pode ser conferida a programação completa do evento. Investimento: R$ 450 à vista.

Bradesco divulga título de capitalização para imobiliárias

Release

Na próxima terça-feira, 24 de março, a Bradesco Seguros fará um encontro com executivos e representantes de 350 imobiliárias de Porto Alegre e Região Metropolitana para apresentar o Bradesco Solução de Aluguel – produto que substitui a figura do fiador ou o depósito caução nos contratos de aluguel ainda oferece ao cliente, pessoa física ou jurídica, a possibilidade de concorrer a sorteios semanais, além de acesso à ampla rede de assistência técnica para a sua residência. O evento, batizado de Circuito Imobiliário, ocorrerá no Hotel Plaza São Rafael.

O Bradesco Solução de Aluguel é um título de capitalização de pagamento único, desenhado para ser comercializado de forma simplificada e sem burocracia por imobiliárias correntistas do Banco Bradesco e corretores cadastrados no Grupo segurador, para a locação de imóveis residenciais e comerciais. Nos sorteios semanais pela Loteria Federal, o valor do prêmio corresponderá a cinco vezes o montante líquido do título.

O produto oferece valores flexíveis, facilitando a comercialização de garantias mais expressivas. O valor a ser pago é livremente pactuado entre as partes envolvidas (locador e locatário), variando de R$ 100,00 a R$ 50 mil. Nos casos em que as garantias superarem o limite estabelecido no título, poderá ser comercializada uma quantidade maior de títulos para alcançar a quantia desejada.

Ao final da vigência do Bradesco Solução de Aluguel, caso não haja nenhuma pendência, o cliente resgatará 100% do valor atualizado pela TR. O prazo de vigência é de 15 meses e não há carência para o resgate.

O locatário pessoa física contará, ainda, com ampla rede de assistência residencial, incluindo chaveiros, encanadores, eletricistas, vidraceiros e assistência help desk, além de descontos em medicamentos.

Microsseguros: uma visão atualizada no Brasil e no mundo” é tema de encontro APTS e ANSP

microsseguroO Café da Manhã “Microsseguros: uma visão atualizada no Brasil e no mundo”, que APTS e a ANSP realizarão na manhã do dia 29 de abril, no auditório do Sindseg-SP, apresentará as experiências bem-sucedidas de países que comercializam microsseguros e também o atual estágio desse seguro no Brasil.

Na América Latina, o microsseguro cresceu quase 8%, entre 2011 e 2013, e atingiu US$ 800 milhões em prêmios. Estas e outras novidades apresentadas na 10ª Conferência Internacional de Microsseguros, realizada em novembro do último ano, na Cidade do México, serão trazidas ao evento pela advogada Ana Rita Petraroli, coordenadora da cátedra de Microsseguros da ANSP.

A abertura será realizada pelo coordenador Adevaldo Calegari, que é diretor de Microsseguros da APTS e mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP). Também está confirmada a participação de Bento Zanzini, diretor do Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE, que foi um dos painelistas na conferência mexicana. Ele apresentará palestra sobre o atual momento do microsseguro no Brasil, os produtos, serviços e os primeiros resultados.

Programação*

Café da Manhã “Microsseguros: uma visão atualizada no Brasil e no mundo”

Dia 29 de abril, das 8h30 às 11h30, no auditório do Sindseg-SP, na Av. Paulista, 1.294, 4º andar.

Coordenação: Adevaldo Calegari e Ana Rita Petraroli

8h30 – Recepção e café de boas-vindas

9h15 – Abertura – por Adevaldo Calegari

9h30 – Palestra “Novidades do Microsseguro pelo mundo” (informações do último congresso mundial) – por Ana Rita Petraroli

10h10 – Palestra “Momento do Microsseguro no Brasil: produtos, serviços e primeiros resultados” – por Bento Zanzini

10h50 – Debates e esclarecimentos

11h30 – Encerramento

Realização: APTS e ANSP

Incrições:

Confirme sua inscrição pelo telefone: (11) 3227 4217, 3229 6503 ou pelo e-mail: apts@apts.org.br

Atenção: as vagas são limitadas!

Associados da APTS e ANSP têm participação gratuita.

Associados do Sincor-SP, Câmara dos Corretores de Seguros do estado de São Paulo, Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo – R$ 50,00.

Outros R$ 100,00.

Plataforma online da Argo Seguros amplia canais de comunicação e foca no compartilhamento de conhecimento

argoRelease

O Protector, plataforma digital de Seguros da Argo Seguros, que possui atualmente mais de 11.300 segurados ativos e 1.200 corretores cadastrados, ampliou sua base de comunicação com os corretores de seguros e segurados, e aposta no compartilhamento de conhecimento e tendências de mercado.

Para a execução do novo projeto de comunicação foram realizados investimentos nas redes sociais, como o Blog Protector, a fan page “Corretores Protector”, exclusivamente dedicada aos corretores de seguros no facebook, além do perfil no LinkedIn e no Twitter , que foram reformuladoss.

“As redes sociais são, com certeza, o meio de comunicação que mais se adequa aos nossos objetivos, devido a sua dinâmica para informar e a velocidade para compartilhar. A nossa ideia é estabelecer uma comunicação eficiente e permanente, que possibilite transferir o conhecimento que a seguradora vem adquirindo com ao longo do tempo, tanto na experiência de vendas, quanto de sinistros. Além disso, desejamos ao mesmo tempo obter os feedbacks necessários para melhorar nossos produtos e serviços”, explica Roberto G. Uhl, Gerente de Linhas Profissionais da Argo Seguros.

A plataforma também continuará oferecendo aos corretores os webseminários, “Protector webinar”, com assuntos relacionados aos produtos disponibilizados no Protector e ministrados por especialistas da seguradora que estão prontos para informar e esclarecer possíveis dúvidas.

“Em 2014 foram realizados seis Protector Webinars e foi um sucesso. Os corretores puderam se cadastrar e participar online dos treinamentos, fazendo perguntas e comentários sem sair do escritório. Com engajamento crescente a cada edição, queremos fomentar ainda mais ações como essas em 2015”, completa Uhl.

Atualmente, o Protector disponibiliza dois aplicativos para smartphones tanto para os segurados, o “Meu Protector”, quanto para os corretores, o “Protector Central do Corretor”, que ajuda na contratação do segurado e na prospecção de novos clientes. Com mais de 3.500 downloads, os aplicativos trazem ao mercado todas as informações necessárias e importantes sobre o serviço contratado, além de documentos e acesso direto à apólice, eliminando a necessidade do papel.

Projeto propõe seguro obrigatório para barragens

Fonte: CNseg

Volta a tramitar, na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que torna obrigatória a contratação de seguro contra o rompimento de barragens. O seguro oferece cobertura de danos físicos, inclusive morte, e prejuízos materiais às pessoas físicas e jurídicas domiciliadas em áreas afetadas por inundações (urbanas ou rurais habitadas ou utilizadas para quaisquer fins de natureza econômica, inclusive de subsistência).

Também passa a ser obrigatória para barragens destinadas à contenção de rejeitos industriais e de esgotos sanitários, cujo rompimento possa provocar poluição ou contaminação de cursos de água, do solo e de aquíferos subterrâneos.

Pelo projeto, a cobertura do seguro deve incluir o período de implantação da barragem e, na sua ausência, incorre-se em infração ambiental, sujeitando-se os representantes legais dos proprietários das barragens aos termos dos artigos 68, 70 e 72 da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Nas alegações do projeto, é lembrado que, nos últimos anos, vários rompimentos de barragens, entre os quais se destacam os casos de Camará, no município de Alagoa Grande, na Paraíba, e o da barragem de rejeitos da Indústria Cataguazes de Papel, em Minas Gerais, em abril de 2003.

Na Paraíba, os 27 milhões de metros cúbicos de água que escaparam da barragem de Camará inundaram áreas urbanas e rurais de três municípios, arrastando pessoas, veículos e animais. Do acidente resultaram pelo menos sete pessoas mortas, milhares de desabrigados e um enorme prejuízo material, ainda não totalmente contabilizado.

Em Minas Gerais, além da inundação, a lama que escapou da barragem continha produtos tóxicos, que contaminou pastagens e plantações e, ao atingir o rio Paraíba do Sul, por meios de seus afluentes, obrigou a suspensão do abastecimento de água de várias cidades, entre as quais Campos, uma das mais importantes do Estado do Rio de Janeiro.

Apesar de serem, via de regra, resultantes de erros técnicos de projeto ou de execução ou de deficiências de manutenção, que podem caracterizar perfeitamente seus responsáveis, os quais estão sujeitos às penalidades previstas nos Códigos Civil e Penal, em geral os efeitos devastadores dos rompimentos de barragens acabam sendo arcados pela parte mais fraca, que é a população atingida, escreve a autora do projeto, a deputado Elcione Barbalho.

Os levantamentos de responsabilidades e as indenizações acabam se perdendo no cipoal de burocracias e procrastinações dos processos judiciais e as vítimas acabam deixadas à própria sorte.

É esta situação que nos leva a propor, por meio do presente projeto de lei, a obrigatoriedade de que toda barragem cujo rompimento possa causar danos físicos ou materiais às populações e à economia instaladas à sua jusante, tenha apólice de seguro capaz de cobrir esses danos.

“A contratação de seguro traz uma série de vantagens adicionais, além da maior facilidade de indenização. As companhias seguradoras irão atuar como auditoras e fiscais, vigiando para que os projetos sejam elaborados e as obras sejam executadas de acordo com a técnica adequada e a manutenção das barragens seja efetivamente realizada”, assinala ela.