Egle Ferraz lança livro “Seguros: do básico ao avançado” em São Paulo dia 3 de fevereiro

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capaCom o objetivo de enriquecer ainda mais o seguimento de seguros no Brasil que vem passando por grandes mudanças na última década e se expandindo com o crescimento da economia, a autora Egle Ferraz* lançará, no próximo dia 03 de fevereiro, a obra Seguros: do básico ao avançado”.

Ao encontro do crescimento e aumento da importância da atividade de seguros, em parte sob os efeitos dos eventos programados para o país, como a Copa das Confederações em 2013, o Mundial de Futebol em 2014, e, ainda, as Olimpíadas em 2016, na “cidade maravilhosa” do Rio de Janeiro, a obra “Seguros: do Básico ao Avançado”, traz importantes informações técnicas sobre as questões enfrentadas no cotidiano das seguradoras, corretoras de seguros e resseguros, além de aspectos que atingem os segurados em geral, tratando de assuntos diversos, que vão desde dicas mais básicas aos temas mais complexos relacionados e utilizados em seguros gerais.

Para o mercado securitário a obra é uma importante ferramenta, constituindo-se em um verdadeiro manual do profissional de seguros, pois a autora, inspirada nos seus conhecimentos de mais de 20 anos na área e experiência lecionando em Instituições Universitárias na preparação e especialização de profissionais, trata os assuntos técnicos referentes à atividade de maneira clara e objetiva.

Egle Ferraz é mestranda em Comunicação pela USCS, graduada em Comércio Exterior, formada em Ciências do Futebol, com pós-graduações em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Seguros y Reaseguros pela Universidad Pontifícia de Salamanca/ES, além de possuir diversos cursos na área de seguros. Profissional com mais de 20 anos no mercado securitário na área de Danos, em grandes corretoras multinacionais e seguradoras, ainda ministra cursos e palestras em universidades e cursos de formação técnica na área de seguros.

Os 5 riscos mais temidos pelos gerentes de riscos

assustadoO gerenciamento de risco é algo que se torna cada dia mais importante no mundo globalizado. Mas o tema precisa ganhar mais espaço dentro das empresas. Estudo divulgado pelo grupo Allianz, “Allianz Risk Barometer 2015”, revela os cinco riscos mais temidos por 500 gerentes de riscos de 47 países. Segundo 46% dos entrevistados, a interrupção da cadeia de negócios é o risco mais temido e que mais pode trazer perdas para o grupo para o qual trabalham.Para 30%, as catástrofes naturais são o que mais preocupam os acionistas. Cerca de 27% têm como principal preocupação incêndios e explosões; 18% temem as mudanças regulatórias e 17% citaram o risco cibernético como maior risco em 2015.

No entanto, com a rapidez da globalização da economia, o risco muda ao longo dos anos. De acordo com a UNCTAD , nos últimos 50 anos o número de empresas multinacionais cresceu exponencialmente a partir de 7000 para quase 104 mil, podendo chegar a mais de 140 mil em 2020.

Neste estudo publicado no portal da Allianz, os gestores de riscos afirmam que nos próximos 5 anos e nos próximos 10 anos, as preocupações terão um peso diferente. Interrupção de negócios passa a ser o último do ranking dos cinco mais temidos. A mudança climática é o item que mais preocupa no longo prazo.

Nos próximos cinco anos, os riscos apontados pelos gestores são Riscos cibernéticos (37%); Comoção social e guerra (21%); Catástrofe natural (19%)
Terrorismo (15%); Interrupção de negócios (11%). Já no longo prazo, no período entre 5 e 10 anos, mudança climática e catástrofes passam a liderar o ranking, com 19%, seguido por Comoção social e guerra (18%), riscos com avanço tecnológico (17%) e riscos cibernéticos (15%).

KPMG prevê crescimento de 50% nos próximos 5 anos para seguros

© Copyright 2007 Corbis CorporationAs análises com o desempenho do mercado segurador brasileiro geralmente são muito otimistas. Mas essa, da KPMG, é a mais otimista de todas, considerando-se que as previsões para o Brasil são de recessão em 2015 e talvez 2016. Tomara que esteja certa.

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O setor de seguros no Brasil vem apresentando um crescimento consistente e significativo nos últimos 10 anos, sempre acima do aumento do PIB e deverá crescer 50% nos próximos cinco anos, segundo a pesquisa “O mercado brasileiro de seguros hoje e nos próximos anos”. Produzido pela KPMG no Brasil, o levantamento foi realizado com 38 dos principais executivos do setor país e que representam mais de 60% do mercado em termos de prêmios.

Outra constatação do levantamento é que representando 1,2% do Produto Interno Bruto brasileiro, o setor de seguros gerais (excluindo saúde e vida), apesar de ter ganho relevância, tem uma participação pouco representativa quando comparado a economias mais maduras. “Ao compararmos, por exemplo, a participação dos seguros gerais no PIB Brasileiro (1,2%) com economias como a do Chile (1,5%), de Portugal (2,5%), da Bélgica e dos Estados Unidos (3%), percebe-se que os seguros ainda representam muito pouco, apresentando, portanto oportunidade relevante de crescimento e fortalecimento”, analisa a sócia da KPMG e líder para o setor de Seguros, Luciene Magalhães. Segundo o levantamento, nos próximos cinco anos o setor deve passar a representar 1,7% do PIB nacional.

Ainda segundo o estudo, o seguro patrimonial continua representando o pilar tradicional do mercado brasileiro, seguido pelos produtos de seguro de vida que também apresentam crescimento significativo. Já o setor de saúde é visto como um dos mais promissores para os próximos anos. “A saúde ocupa a segunda posição na lista de desejos dos brasileiros, mas o setor não consegue atender os requisitos da população. Além disso, apenas cerca de 25% da população possui um plano ou seguro de saúde o que significa um potencial de desenvolvimento enorme para esse mercado”, afirma Magalhães.

Outras conclusões do estudo

• Mercado de seguros no Brasil se mantém bastante concentrado, com os 10 maiores grupos seguradores representando cerca de 85% dos prêmios diretos em 2013. A expectativa do mercado é que esta concentração se mantenha nos próximos anos.

• A maior parte dos participantes acredita que as principais áreas que devem ser foco de otimização são a gestão de sinistros e os recursos investidos com publicidade e marketing, com foco cada vez mais em campanhas de rádio e TV, jornais e revistas especializadas no setor. As peças publicitárias de rua seguem caminho contrário, e não devem ter a mesma relevância que nos anos anteriores.

• A melhoria na gestão dos processos litigiosos e o aprimoramento do processo de precificação e de gestão de prestadores de serviço são considerados ações prioritárias para a redução das despesas operacionais e ganho de eficiência.

• A maioria dos participantes da pesquisa acredita que os 5 maiores grupos irão aumentar ainda mais seu market share nos próximos anos, principalmente devido ao crescimento orgânico, uma vez que fusões e aquisições entre grandes empresas só foram previstas por 25% dos respondentes. A expectativa é que players internacionais continuem a demonstrar interesse no mercado brasileiro.

Para o estudo completo acesse http://www.kpmg.com/BR/PT/Estudos_Analises/artigosepublicacoes/Documents/pesquisa-seguros-2014.pdf

ACE Brasil investe em pesquisa e lança inovações em seguro contra ações trabalhistas

aceComunicado

Após um amplo estudo que envolveu a participação de institutos de pesquisa nacionais e internacionais, a ACE Brasil reescreveu o clausulado e lançou novas coberturas para o seguro ACE EPL ELITE. Trata-se de um seguro de Responsabilidade Civil que protege as empresas nos casos de reclamações trabalhistas que envolvam o pagamento de indenizações por danos morais. Para expor as inovações, a companhia realizou um evento no último dia 22 de janeiro.

“O seguro de EPL (Employment Practices Liability) é muito popular nos Estados Unidos e Europa, mas ainda é pouco conhecido no Brasil, onde exibe grande potencial de crescimento”, comenta o Diretor de Financial Lines da ACE Brasil, Rafael Domingues. Segundo Rafael, as novas condições gerais do ACE EPL ELITE foram repensadas de acordo com o ambiente jurídico do Brasil. Ele conta que, com isso, um advogado trabalhista ou diretor de recursos humanos, ao ler o novo clausulado, vai encontrar a linguagem com a qual está acostumado a trabalhar.

“O estudo também nos permitiu observar em quais situações é possível oferecer o produto em condições mais atraentes, considerando franquias reduzidas, coberturas adicionais e prêmios mais competitivos. Assim, definimos novas estratégias de subscrição e comercialização para o seguro, e projetamos expressiva expansão de nossa carteira ao longo de 2015”, conta Daniel Lamboy, Especialista em Subscrição da ACE.

Sincor-SP apoia campanha da PM para redução de roubos e furtos de veículos

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Com o objetivo de reduzir o alto índice de roubos e furtos de veículos, a Polícia Militar lançou campanha de alerta à população nas regiões de Guarulhos e Mogi das Cruzes. A iniciativa tem o apoio das respectivas regionais do Sincor-SP.

Ao todo foram impressos 50 mil folders. Metade deles já está sendo entregue em Guarulhos pela PM. A distribuição do restante acontecerá a partir de fevereiro nas cidades de Mogi das Cruzes e Arujá. Com o título “Educação para Segurança”, os folhetos trazem orientações práticas aos motoristas sobre os cuidados no trânsito, nos cruzamentos e ao estacionar o veículo.

Segundo as estatísticas criminais da Secretaria de Estado da Segurança Pública, o número de roubos de veículos em Guarulhos, entre janeiro e novembro de 2014, foi de 3.305, 31% maior que no mesmo período de 2013, com 2.522. Os furtos cresceram 18%, indo de 3.008 para 3.547. Já em Mogi das Cruzes foram 376 roubos de carros, 40% maior que no mesmo período de 2013, quando houve 268 ocorrências. Os furtos cresceram 62%, indo de 520 para 842.

Claudemir Machi, diretor da Regional de Guarulhos do Sincor-SP, conta que a ideia da distribuição desses folders surgiu durante o I Fórum de Segurança Pública, em outubro de 2014, pelas duas regionais na cidade de Arujá. O próximo fórum acontecerá em Guarulhos em data ainda a ser marcada. “O Sincor-SP mais uma vez atuará como interlocutor entre autoridades, lideranças loc ais e as seguradoras com o objetivo de desenvolver projetos para solucionar o problema”, afirma Machi.

Fábio Ferreira Mattos, diretor da regional Mogi das Cruzes lembra que o aumento do roubos e furtos de veículos atinge negativamente todos os segmentos do mercado de seguros. “O segurado tem de pagar preço maior na contratação ou renovação de uma apólice. Os corretores de seguros sofrem com as quedas em suas vendas, que inevitavelmente terá impacto no faturamento das seguradoras”, afirma.

“Não cabe mais à Susep entrar em questões primárias e de interesse e decisões exclusivas do investidor privado”

Muito interessante a análise de Walter Polido, advogado, árbitro de seguros e resseguros, professor universitário, sobre as recentes entrevistas publicadas sobre os desafios de Roberto Westenberg, a frente da Susep, órgão que regula e fiscaliza a indústria de seguros brasileira. Boa leitura!!!

polido 2Com relação ao projeto “nova Susep” uma luz se acende e duas ou três se apagam, infelizmente. O Superintendente fala em lançar “novos produtos de seguros”, inclusive aumentando o percentual de aceitação do seguro garantia em relação ao valor do contrato que é o objeto deste tipo de seguro. Ora, não cabe ao Estado determinar para a iniciativa privada seguradora quanto ela quer tomar de risco e interferindo, deste modo, na política de subscrição interna dos negócios afetos.

Não é da competência legítima do Poder Público esta prerrogativa. Se a Susep se imiscui em área-fim da empresa de seguros, determinando algo que compete apenas ao investidor privado decidir, por exemplo quanto ele desejará colocar em risco em relação ao patrimônio dele, a coisa desandará ao invés de avançar. Ao Estado compete apenas verificar se a Seguradora tem lastro para aceitar o que ela ela se predispôs garantir e isso para proteger a higidez do sistema e a massa segurada no todo (a mutualidade dos segurados).

Não cabe mais à Susep entrar em questões primárias e de interesse e decisões exclusivas do investidor privado. Neste momento de refeitura do sistema, de novo Governo e com Ministro da Fazenda capaz de fato, seria de todo pertinente mudar a postura da Susep no mercado nacional, desenvolvendo o setor. Ela não deve mais redigir contratos de seguros, ainda que meramente indicativos. Ela não faz um bom serviço neste segmento e acaba mais prejudicando os consumidores do que auxiliando-os.

Não cabe ao Estado determinar, ilustrativamente, a receita do pão francês para as padarias ou a cor dos carros da linha 2015, a qual deverá ser observada pelas montadoras no país, invariavelmente. Isso é desserviço e não desenvolvimento. O pãozinho resultaria horrível, se todos os padeiros tivessem de obedecer o padrão único e as ruas se tornariam monótonas se todos os carros tivessem apenas uma cor.

O Estado tem funções primárias a cumprir e que não são cumpridas de fato. Quando uma seguradora entra em liquidação, por exemplo, apesar de a Susep determinar e receber informações periódicas mensais sobre as operações dela, algo está errado. Então, em termos regulatórios e fiscalizatórios há muito o que a Susep fazer e bem feito em razão dos consumidores. A seguradora que quebra prejudica milhares de segurados, de uma única vez. Então, indicar produtos padronizados de seguros ao mercado ou estabelecer política de subscrição de riscos para as Seguradoras, certamente não condiz mais com a pós-modernidade, em pleno século XXI.

O Ministro Levy certamente tem cérebro para entender isso! Se fôssemos uma democracia madura de fato, a iniciativa privada se insurgiria diante da intervenção desmedida, extemporânea e completamente anacrônica que ainda persiste neste aspecto da estipulação das bases contratuais dos seguros no país e em prejuízo da criatividade humana e dos reais interesses dos consumidores de seguros nacionais.

Apesar disso, alguns representantes do mercado devem insanamente aplaudir a iniciativa “desenvolvimentista” da Susep, como se estivéssemos no período do “este é o país que vai prá frente”, pois que assim não se comprometerão efetivamente com os consumidores de seguros do país e, se algo der errado ou se for impossível aceitar mais limites de garantias, a culpa será somente da Susep e da miopia dela em pleno século XXI, com ares e pensamento de 1966 (ano do vetusto Decreto-Lei n.º 73/66 – erigido na ditadura militar e que ainda vige entre nós, para o mal do desenvolvimento do mercado segurador nacional e do Brasil em muitos aspectos).

O momento da mudança parece ter chegado e o Superintendente ainda tem como suprimir de seus projetos da “nova-Susep” a confecção de produtos de seguros, cuja disciplina não lhe compete mais. Só assim as Seguradoras com verdadeira vocação de seguradoras poderão desenvolver os produtos delas, em prol de todos os consumidores de seguros do Brasil, hoje aviltados com produtos de baixa qualidade e rechaçados pelo Judiciário, apesar da pecha da “judicialização” que os advogados das seguradoras insistem ainda em imprimir, camuflando a real causa da maioria das milhares de ações judiciais existentes.

Contrato de seguro não se equipara a produtos financeiros bancários, esses sim todos iguais e diferenciados apenas nos valores incidentes. Seguro é muito mais do que “produtinho padronizado” pela Susep. O Mercado Segurador Brasileiro pode e deve se desenvolver para o bem da sociedade brasileira, mas não será a Susep a promotora oficial deste processo. A ela cabe desempenhar o papel dela, fiscalizando de maneira exemplar e eficiente as provisões técnicas e as reservas de sinistros. A elaboração de clausulados de seguros é da iniciativa privada e não do Estado democrático.

Susep autoriza R$ 1,2 bi em aumento de capital nesta terça

A Susep autorizou dez grupos seguradores a elevar o capital nesta terça-feira, segundo portarias divulgadas. Entre outras medidas em destaques na Susep temos a chegada ao Brasil da Starr Unsurance & Reisurance Limitd, para atuar como ressegurador admitido. A Starr foi criada pelo ex-presidente da AIG, Maurice Greenberg, e é uma das mais importantes resseguradoras mundiais quando o quesito de avaliação é a diversidade de aceitação de riscos.

Veja em quanto as seguradoras elevaram o capital nas portarias divulgadas hoje:

ACE – em R$ 721 milhões, para R$ 1,88 bilhão
Munich Re – em R$ 164,2 milhões, para R$ 300,4 milhões
Evidence Previdência – em R$ 140 milhões, para R$ 185 milhões
SulAmérica – em R$ 128 milhões, para R$ 1,86 bilhão
Porto Seguro – em R$ 70,9 milhões, para R$ 1,18 bilhão
XL – em R$ 33,9 milhões, para R$ 69,1 milhões
AIG – R$ 22,5 milhões para R$ 512,6 milhões
Zurich – em R$ 20 milhões, para 120,7 milhões
Essor – em R$ 2 milhões, para R$ 24,2 milhões.
Sancor – em R$ 7 milhões, para R$ 31,5 milhões

Aumenta em 40% o número de incêndios reportados pela imprensa após tragédia de Santa Maria

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As notícias sobre incêndio veiculadas pela imprensa brasileira e monitoradas diariamente pelo Instituto Sprinkler Brasil (ISB) mostra um aumento de 40,7% na comparação entre 2014 e 2012, ano anterior à tragédia de Santa Maria. A série histórica iniciada em 2012 contabilizou 795 notícias publicadas naquele ano, contra 1.275 registros no ano passado. Em relação a 2013 houve crescimento de 14%.

A pesquisa mostra que o maior número de incêndios divulgados em 2014 ocorreu em edifícios comerciais (27% em lojas, shoppings centers, supermercados), seguido por depósitos (20%) e imediatamente pelos sinistros em indústrias (19%). Outro percentual bastante expressivo – 12% – vem dos chamados locais de reunião de público (igrejas, teatros, aeroportos, clubes, estádios, escolas de samba, casas noturnas, restaurantes e bibliotecas).

O diretor geral do ISB, Marcelo Lima, explica que a pesquisa considera os incêndios que ocorreram em diversos tipos de construções, como instalações industriais e comerciais, depósitos, bibliotecas, escolas, hospitais e hotéis, excluindo os incidentes em residências. “O levantamento é apenas uma amostragem da realidade, pois os números oficiais não são informados pelas autoridades. Ainda assim, é possível ter um extrato do que acontece para pensarmos e discutirmos políticas públicas para o setor”, avalia.

O levantamento mostra que o Estado de São Paulo lidera as ocorrências de incêndio divulgadas pela imprensa, seguido por Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. “Importante notar uma mudança nos dados do Rio Grande do Sul, onde aconteceu o incêndio na Kiss”, destaca Lima, ao comparar o aumento considerável de 60 incêndios reportados em 2012 contra 101 ocorrências registradas em 2014.

Resseguro em debate nos dias 29 e 30 de janeiro

Acontece nos dia 29 e 30 o Fórum 2015 Brasil Seguros e Resseguros. As inscrições podem ser feitas no portal www.reinsurancebrazilforum.com. Veja a programação:

29 de janeiro

8h30
Credenciamento e Café

9h
Pronunciamento de Abertura

9h05
setting the scene – Pronunciamento do Chairman / Presidente da Mesa
Andre Gregori, CEO da BTG Pactual Seguros

9h30
Case study – Willis Brasil
Luciano Calheiros, Deputy CEO da Willis Brasil

10h05
Case study – XL Group’s Global Program: A Journey to Excellence
Renato Rodrigues, CEO do XL Group

10h40
Coffee Break

11h10
Case study – Allianz Global Corporate & Specialty RE
Harald Grayer, CFO da Allianz Global Corporate & Specialty RE

11h45
Análise do setor – Desafios e Oportunidades para o crescimento continuado no cenário atual
Rodrigo Belloube, CEO da Munich Re Brasil

12h20
Análise do setor – Panorama Macro do Setor: A Economia e o Mercado Brasileiro de Seguros e Resseguros em Números
Rodrigo Lobo Botti, diretor de Finanças e Operações da Terra Brasis Re

12h55
Almoço

14h
Case study – Estudo de Caso IRB Re
Leonardo Paixão, CEO do IRB Brasil Re

14h35
Case study – Avaliando as Novas Fronteiras de Crescimento no Mercado Brasileiro: Os Próximos Passos para Continuar Avançando
Rodrigo Protasio, CEO da JLT Re – Brasil

15h15
Mesa redonda – Painel de CEOs, Heads e VPs – Desafios, Tendências e Visões para o Crescimento do Setor

Guilherme Neto, VP & Head of Market Management da Allianz Global Corporate & Specialty RE

Paul Conolly, Head of Global Corporate & Commercial Latam da Generali

Beatriz de Moura Campos Mello Almada, Senior Vice President Legal & Compliance da Swiss Re

16h
Café de encerramento

30 de janeiro

8h30
Credenciamento e Café

9h
Pronunciamento de Abertura
Andre Gregori, CEO da BTG Pactual Seguros

9h05
Case study – Inovações em Resseguros: As Visões da Austral Re, do Posicionamento à Oferta de Novos Produtos
Bruno Freire, CEO da Austral Re

9h40
Case study – Avaliando o Impacto das Inovações e Novas Tecnologias na Indústria de Seguros
Samy Hazan, diretoria de Seguros de Pessoas da Yasuda Marítima

10h10
Susep Update
Carlos Almeida, Technical Analyst da Susep

10h45
Coffee Break

11h05
Case study – BB Mapfre
Danilo Silveira, superintendente de Massificados do BB Mapfre

11h40
Case study – Gestão de Risco de Responsabilidade Civil, Subscrição e Precificação
Márcio Guerrero, superintendência Responsabilidade Civil da HDI-Gerling

12h10
Case study – Visão do Distribuidor da Previdência Corporativa
Carlos Eduardo Sarkovas de Oliveira, diretor Executivo Corporate da Bradesco Seguros

12h40
Perguntas finais da plateia, pronunciamentos finais e almoço de encerramento do Seres

Edward Lange deixa a Brasil Insurance

Edward Lange deixou a presidência da holding de corretoras de seguros Brasil Insurance, onde estava desde maio. Assumiu para tentar dar um novo rumo a empresa, que enfrenta uma crise interna, mas pela nota da coluna de Lauro Jardim, na Veja, desistiu. Nos últimos doze meses, a ação da companhia desvalorizou-se 87%. Miguel Longo, que hoje já é diretor financeiro de Relações com Investidores, acumulará esses cargos com a presidência.

Hoje, o jornal Estado de São Paulo trouxe novamente uma matéria sobre o imbrolio em que a holding que reúne 52 corretoras. Conta sobre a contratação do Morgan Stanley para promover uma ampla reestruturação na companhia, que poderá incluir a venda da empresa, conforme já tinha noticiado o blogueiro da Veja há duas semanas. Nos últimos 12 meses, a desvalorização das ações da única corretora de seguros listada na Bovespa chega a 87%. Só em dezembro, o preço dos papéis caiu 40,6%. Tanto o blogueiro de Veja como a repórter do Estado de S.Paulo informaram que o Morgan Stanley não comenta o assunto. Nem as duas empresas com as quais o banco tentava vender a BR Insurance. A Marsh afirmou ao jornal que não fala sobre rumores de mercado. Já a Qualicorp informou que “não há nenhum tipo de análise ou negociação com a empresa”. “A presença do Morgan Stanley é bastante abrangente. E o trabalho está apenas começando”, diz Miguel Longo, na entrevista.