Allianz agiliza pagamento de sinistro em Xanxerê

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Desde ontem, 23, uma equipe da Allianz Seguros está em Xanxerê, cidade de Santa Catarina que foi atingida por um tornado na tarde da última segunda-feira, 20. O maior número de clientes atingidos é da carteira Empresarial. Assim sendo, o atendimento a esses segurados será priorizado e a indenização acontecerá no menor prazo possível.

A companhia também monitora o índice de avisos de sinistros das carteiras de Residência e Automóvel. Em relação a essa última, a Allianz informa que as oficinas estão prontas para receber os veículos por ela segurados, porém, caso fiquem lotadas, haverá a possibilidade de transferir os automóveis para estabelecimentos de localidades próximas. O principal intuito é agilizar o atendimento ao cliente.

Aviso de sinistros ou informações: 08007777243 ou no número (11) 3171-5360.

Caixa Seguradora agiliza atendimentos na região atingida por tornados em SC

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A Caixa Seguradora antecipa o pagamento de indenizações para os clientes que tiveram prejuízos por causa dos tornados que atingiram Xanxerê e outras cidades do Oeste de Santa Catarina nesta semana. Uma equipe de técnicos da área de seguro residencial e empresarial está na cidade catarinense desde o dia do incidente para agilizar o atendimento. Os clientes com cobertura para vendavais têm recebido o pagamento em tempo recorde: apenas três dias.

A equipe da Seguradora que está na região conta com reguladores de sinistro, o consultor e o gerente da filial Santa Catarina. Eles atendem a população na agência da CAIXA de Xanxerê enquanto a central de relacionamento faz uma busca pelos clientes que possam estar com problemas, uma vez que a telefonia, a energia e a internet estão com acesso limitado na região. Uma equipe de assistência técnica também foi designada exclusivamente para minimizar os danos dos clientes do seguro residencial. “Estamos fazendo de tudo para minimizar o sofrimento das famílias da região”, explica o gerente de seguros residenciais da empresa, Federico Salazar.

Um Mundo Sem Água Faz Seguro?

secaFonte: Jornal do Corretor de Seguro, por Elaine Lisboa

Em um futuro não muito distante, a Terra está devastada. As constantes agressões à natureza resultaram em um mundo sem água, onde as pessoas tomam banho com vapor, pescam em mares de areia e bebem a água que vem de reservatórios, captada pela chuva, evento raro de acontecer. A sinopse apocalíptica é do filme brasileiro Acquária, produzido em 2003, com roteiro de Claudio Galperin e Flavia Moraes. É apenas mais um dos diversos filmes de ficção científica que preveem a falta de água no mundo. O que antes parecia inimaginável, pura projeção da cabeça de roteiristas e diretores, hoje passa a ser cada vez mais real para a população. O Brasil enfrenta a pior seca dos últimos 84 anos, período em que começaram a se fazer medições do fenômeno. A região Sudeste, a mais afetada, já se antevê diante do racionamento. Segundo a Sabesp, se as chuvas insistirem em não cair no sistema da Cantareira, serão cinco dias por semana sem nenhum tipo de abastecimento.

Para o coordenador de estudos de regulação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), José Gustavo Féres, caso os cenários de racionamento se concretizem, as perdas financeiras serão consideráveis. “A situação afeta a expectativa de agentes econômicos que, em um cenário de incerteza de oferta de energia e disponibilidade de água, adiam suas decisões de investimento. As crises hídrica e energética tendem a agravar o cenário econômico para 2015, que já é bastante pessimista.” A conjunção tem sido observada de perto pelas resseguradoras. A Munich Re publicou recentemente o estudo NAT CATS 2014: Whats going on with the weather?, que dedica uma das transparências para a situação do Brasil. O material aponta que, somente no Sudeste, mais de 27 milhões de pessoas foram afetadas pela seca no ano passado, causando um prejuízo de US$ 5 bilhões. Outro relatório, agora produzido pela AON, intitulado “2014 Annual Global Climate and Catastrophe Report”, também registrou a situação do Brasil, apontando a seca como um dos eventos mais caros da história do País, tanto na esfera macroeconômica, como para o setor de seguros.

“Pelo segundo ano consecutivo [2013-2014], o evento mais caro no Brasil foi a seca intensa que afetou, principalmente, a região Sudeste, devastada pela falta de chuvas, deixando reservatórios operando com 3% a 5% da capacidade de armazenamento”, aponta o estudo. Em fase de mudanças As variáveis climáticas no Brasil não são um fato novo. Eram, na verdade, aguardadas por especialistas. O artigo científico “A indústria de seguros e as mudanças climáticas no Brasil”, assinado por Edna Ferreira Peres e Joanília Neide de Sales Cia, da Universidade de São Paulo (USP), aponta que as alterações no clima devem afetar seriamente 325 milhões de pessoas por ano e, em cerca de duas décadas, esse número deve dobrar, atingindo o equivalente a 10% da população mundial. “Espera-se que a disponibilidade de água potável, produção de alimentos e diversos ecossistemas sejam comprometidos, além da ocorrência de eventos extremos sofrerem mudanças consideráveis em decorrência de aumentos na temperatura global”.

Os prejuízos financeiros podem chegar a US$ 340 bilhões até 2030. Em entrevista dada ao portal Exame.com, o engenheiro Julio Cerqueira Cesar Neto, especialista na área hídrica, sinalizou o tamanho do problema. Segundo ele, quando acabar o volume morto da Cantareira, a população deixará de ter 30 metros cúbicos por segundo e não tem da onde tirar esse volume de água em um curto prazo. Antes da crise, a vazão retirada do reservatório era de 31 metros cúbicos por segundo. Hoje, esse número baixou para 14. Se acontecer dessa forma, deve-se esperar que a prioridade seja dada aos hospitais, polícia, bombeiros e escolas. Em outros locais como estabelecimentos comerciais, é possível ter uma redução do horário de funcionamento, férias coletivas forçadas e, até mesmo, demissões. De acordo com o gerente de negócios do Banco Nacional de Empregos (BNE), Adriano Gonçalves, a crise está levando o mundo empresarial a encontrar novas formas de poupar dinheiro e uma delas é a redução de contratações.

Em janeiro, o portal identificou uma queda de 10% em relação ao mesmo período de 2014. Por outro lado, a procura por mão de obra mais acessível, como estagiários, parece ser a tendência. Nesse item houve aumento de 30% nas contratações. O coordenador do Ipea aponta que as perdas econômicas deverão afetar, sobretudo, os setores de atividades que utilizam grandes quantidades de água, que podem se ver obrigados a reduzir ou mesmo paralisar atividades, como é o caso do setor de alimentos e bebidas. “Que empresário estaria disposto a realizar altos investimentos em tecnologias que exigem o uso intensivo de água e energia se a disponibilidade desses recursos não está garantida? Deve-se levar em conta ainda possíveis gastos adicionais para se adaptar a esse novo cenário de escassez. Indústrias e estabelecimentos comerciais podem ser levados a investirem na abertura de poços artesianos ou no aluguel de geradores de energia.

Esses gastos adicionais podem impactar o custo de produção das empresas, afetando sua competitividade e reduzindo suas margens de lucro”, pontua Féres. O problema é que a maioria dessas situações não está prevista pelo seguro. As três seguradoras entrevistadas nesta reportagem afirmam que as ocorrências não proveem garantias no setor. “Em geral, esses episódios são classificados como força maior e não estão amparadas nos contratos de seguro”, explica o diretor executivo de produtos pessoa jurídica da Tokio Marine, Felipe Smith. O diretor executivo da Yasuda Marítima Seguros, Mario Jorge Pereira, reforça que os fatores não são causados por uma eventualidade, como prevê o princípio do mutualismo, que caracteriza o seguro. “Essas são situações que não acontecem de uma hora para a outra e decorrem de uma série de decisões por parte dos gestores do estabelecimento. Por isso, é que não há uma modalidade de seguro que as contemple”, detalha Pereira.

Crise x venda de seguros E como fica o mercado de seguros diante de uma realidade caótica? É possível vender seguros na crise? Para Féres, a demanda tende a aumentar, principalmente dos produtos voltados a riscos climáticos. “O seguro contra riscos climáticos é um segmento que tende a crescer consideravelmente ao longo dos anos. Caso os cenários de mudança climática se concretizem, teremos aumento de temperatura, ondas de calor, secas prolongadas e aumento do nível do mar. Nesse contexto, a demanda por seguros só deve se expandir”, acredita o especialista. A situação impacta não apenas as áreas rurais do País (veja box sobre seguro rural), mas também uma série de setores. Dada a complexidade na análise de risco, é possível prever florestas com maior vulnerabilidade a incêndios, a saúde humana exposta a mais doenças, assim como a atividade agrícola, biodiversidade, manejo florestal, geração de hidroeletricidade e transporte fluvial sendo afetadas.

Essa é a opinião do diretor vice-presidente da Nobre Seguradora, Claudio Amaral Caldas. Segundo ele, em todas essas áreas se tem a presença do seguro, com maior exposição aos riscos. “Considerando as projeções de pagamentos de sinistros, poderíamos ter aumento de sinistralidade das carteiras de seguros envolvidas que, de certa maneira, forçariam a um aumento nos custos futuros dos produtos. Ainda assim, o seguro cumpriria seu importante papel socioeconômico quando permitiria um cenário melhor no retorno e reintegração das atividades afetadas”, destaca Caldas. Portanto, ele diz que sim, o mundo sem água faz seguros. “Seguros contra seca já são oferecidos mundialmente. A informação é a principal matéria-prima de uma seguradora. Estatísticas consistentes e adequadas trarão previsibilidade para as seguradoras, que terão condições de ofertar produtos que sejam bons para os dois lados: segurador e segurado”, continua.

Várias modalidades de seguros podem observar aumento na demanda, o que pode trazer boas oportunidades para os corretores de seguros que souberem aproveitar o cenário para alavancar os negócios. Mario Jorge Pereira diz que “os seguros empresariais, de operações logísticas, seguro garantia, seguro ambiental, seguro de responsabilidade civil e seguro engenharia são alguns dos que têm perspectiva de alta.” Ele destaca que haverá também maior observância por parte das empresas em se precaver de eventuais perdas relacionadas aos riscos climáticos. As demandas da sociedade e o aumento de leis e regulamentações ligadas às questões ambientais aumentarão as responsabilidades e riscos para as organizações. Além disso, para que novos meios de geração de energia, captação de água, entre outros pontos, passem a figurar no mercado serão necessárias obras substanciais de infraestrutura, bem como operações logísticas de relevância.

“Isso vai fazer com que os seguros relacionados a essas áreas entrem em ação para dar tranquilidade aos empreendedores”, comenta o executivo. Comprometimento mundial E o mercado segurador não apenas está se preparando para essa nova realidade, como firmou compromisso mundial para trazer soluções. No ano passado, 66 presidentes de algumas das maiores seguradoras e resseguradoras do planeta assinaram a Declaração de Risco Climático da Associação de Genebra, estabelecendo compromissos para promover ações de mitigação e adaptação. Durante o encontro, realizado em Toronto, no Canadá, as lideranças concordaram em seguir uma série de princípios que firmam o papel que o seguro pode desempenhar nos esforços globais para a redução dos riscos climáticos. E já é possível ver o engajamento do mercado para conscientizar o consumidor a reduzir o consumo de água e energia, não apenas dando dicas, mas também premiando colaboradores.

Os segurados da Zurich, por exemplo, contam com uma Consultoria Ambiental gratuita, serviço que analisa caso a caso e indica meios de reduzir o consumo. O trabalho é acompanhando pela EcoAssist Serviços Sustentáveis, que já colhe os frutos. Um levantamento feito pela empresa aponta que, em menos de dois anos, os segurados economizaram cerca de 40 mil m³ e 600 mil kWh. A Seguros Unimed chegou a levar um grupo de 15 funcionários para assistir ao jogo Palmeiras x Ponte Preta em seu camarote. A escolha foi simples: os profissionais que apresentassem a maior economia na conta de água entre dezembro e janeiro ganhariam ingressos. “Estamos muito satisfeitos com os resultados e estimulados a criar novas campanhas como essa. Já temos um bom número de participantes que, inclusive, trouxeram bons exemplos de como usar conscientemente a água”, disse, em nota, o superintendente de relações institucionais da companhia, Fernando Poyares.

Fonte: Comunicação Sincor-SP (JCS)

Fonte/Autor.: SINCOR – SP

Brasilprev tem novo diretor comercial e de marketing

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Sergio Peres é o novo diretor comercial e de marketing da Brasilprev, uma das maiores empresas do mercado brasileiro de previdência privada aberta e especialista nesse segmento.

Natural de São Paulo, antes de ingressar na Brasilprev o executivo foi funcionário de carreira no Banco do Brasil por 40 anos. Lá, atuou como diretor de distribuição, além de ter ocupado as superintendências de negócios e varejo de diversas regiões, tanto da capital paulista quanto do interior, assim como as de outros estados, como Ceará e Rio Grande do Norte.

Formado em administração de empresas pelo IES Senador Fláquer (Santo André – SP), Sergio possui MBA Executivo em Gestão Avançada de Negócios pelo Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração (INEPAD), também em São Paulo, além de MBA em Marketing e MBA Aperfeiçoamento em Finanças, ambos pela PUC (RJ), e MBA Formação Geral para Altos Executivos pela FIA-USP (SP).

Susep é indicada ao Reactions Latin American Insurance and Reinsurance Awards

Fonte: CNseg

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) acaba de ser indicada ao Reactions Latin American Insurance and Reinsurance Awards na categoria Melhor Instituição Regulatória.

Reconhecido pelo mercado como um prêmio que valoriza a excelência de empresas, equipes e indivíduos, além de respeitado por seu perfil, independência e rigor nos processos de seleção, a premiação, organizada pela revista inglesa Reactions, atrai os altos executivos da indústria de seguros, proporcionando uma excelente oportunidade de incremento da rede de relacionamentos.

Os vencedores do Reactions Latin American Insurance and Reinsurance Awards serão conhecidos durante o jantar de gala que será realizado no Eden Roc Renaissance, em Miami Beach, em 26 de maio, primeiro dia do 4º Fórum Latino-americano de Seguro e Resseguro, que acontece no mesmo local.

Diretor de Corporate Lojacorr participa do RIMS 2015 em New Orleans, EUA

Geniomar PereiraFonte: Comunicação Rede Lojacorr

O diretor de corporate da Rede Lojacorr, Geniomar Pereira, participará do RIMS 2015 – Conferência anual com feira de exposições (the risk management society). Que será realizado entre os dias 26 a 29 de abril, em New Orleans, nos Estados Unidos. O RIMS 2015 é considerado o evento mais importante do mercado de resseguros e tem como tema principal: gerenciamento de grandes riscos. Estarão presentes: seguradoras, resseguradoras, corretoras de seguros, corretoras de resseguros e empresas especializadas em gerenciamento de todo o mundo.

A convite da Cooper Gay Swett & Crawford Holding Brasil, Geniomar acompanhará de perto a apresentação do Fábio Basilone, CEO Brasil da CGSC. Basilone se apresentará em um dos painéis do evento, comunicará sobre a parceira de negócios com a Lojacorr e explanará sobre a história da rede.

O diretor de corporate está muito feliz e orgulhoso por representar a Lojacorr neste evento mundial. “Minhas expectativas são as melhores possíveis, pois o que tem de melhor no mundo no segmento corporate, estará se apresentando neste evento. Eu pretendo trazer essa experiência internacional para implantação da Lojacorr Corporate e todas as tendências e expectativas do segmento para os próximos anos”, finalizou.

RIMS the Risk Management Society é uma organização preeminente dedicada ao avanço da prática da gestão de risco. RIMS, a sociedade de gestão de risco, é uma organização global sem fins lucrativos que representa mais de 3.500 industrias, de serviços, sem fins lucrativos, entidades beneficentes e governamentais em todo o mundo. Fundada em 1950, RIMS traz networking, desenvolvimento profissional e oportunidades de educação para os seus membros de mais de 11.000 profissionais de gerenciamento de risco que estão localizados em mais de 60 países.

Terra Brasis obtém autorização para atuar no México

terra brasisE lá vai a resseguradora brasileira em seu projeto de internacionalização. A Terra Brasis Resseguros anunciou que recebeu no último dia 6 de abril, autorização para operar na México, representando uma etapa importante dentro da estratégia da companhia de expandir operações na América Latina.

A resseguradora que já opera no Peru e está autorizada, desde o início do ano, a operar na Colômbia. Assim como nos outros países, a licença foi obtida após o grupo preencher todas as exigências da Comisión Nacional de Seguros y Fianzas (CNSF), órgão regulador do setor no país.

Segundo nota divulgada, a decisão de operar no país se baseou no potencial econômico do país, tamanho do mercado segurador e ressegurador mexicano e a parceiros de negócios receptivos a uma resseguradora brasileira. “Apesar dos desafios a serem enfrentados, a Terra Brasis considera seu processo de internacionalização uma grande oportunidade de troca de conhecimento, além de importante ferramenta de diversificação do seu portfólio”, informa o comunicado.

HDI disponibiliza central exclusiva para clientes afetados por tornado em SC

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A HDI Seguros, quinta maior seguradora de automóvel do país, informa que colocou à disposição dos corretores que atuam nos municípios de Ponte Serrada, Passos Maia e Xanxerê uma central telefônica exclusiva.

Com atendimento 24 horas, o serviço torna a comunicação de sinistro e assistência aos segurados afetados pelos tornados e vendavais que atingiram a região Oeste de Santa Catarina mais rápida e eficiente. Além disso, a seguradora também deslocou uma equipe de sinistros para Xanxerê, com o objetivo de agilizar o processo de indenização.

Desde a última segunda-feira, 20 de abril, a HDI Seguros teve registro de 50 sinistros, entre automóveis e imóveis, o que totaliza o pagamento de mais de R$ 721 mil em indenizações.

Assistência 24 horas: (11) 4133 6085
Sinistros: (11) 4133 6096

Atendimento da Mondial Assistance em Xanxerê se concentra em residências

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A Mondial Assistance Brasil, empresa que faz parte da líder global em assistência 24 horas, disponibilizou uma estrutura de Gestão de Crises na região afetada, coordenando todas as atividades. Além da estrutura de prestadores da região, a empresa alocou a equipe própria da área de Residência, com reforço de material apropriado para este tipo de catástrofe (cobertura, cabos, elétrica, etc.), além de caminhões personalizados.

Clientes, colaboradores e parceiros da Mondial Assistance Brasil estão prestando assistência às vítimas do tornado que atingiu a cidade de Xanxerê e Ponte Serrada, no Oeste do Estado de Santa Catarina, na tarde da última segunda-feira, 20.

Em Xanxerê, cidade mais atingida pela catástrofe, foram registradas duas mortes e cerca de 120 pessoas foram levadas para os hospitais da região. Além disso, ao menos 2,6 mil residências foram atingidas, segundo último balanço da PM e cerca de mil pessoas ficaram desabrigadas.

Essa não é a primeira vez que a Mondial Assistance Brasil presta socorro em situações de emergência. A empresa atuou com ações de reforço de operação, auxiliando em tragédias como a de Petrópolis e enchentes que atingiram o sul do país.

Em nova aquisição, Willis pagará US$ 500 milhões pela Gras Savoye

willisMais uma notícia de consolidação no mercado segurador mundial. A notícia do dia vem da corretora Willis Group Holdings Plc, que propôs pagar 70% para adquirir a totalidade da Gras Savoye e assim se expandir na França, Europa Oriental e Oriente Médio. A negociação envolve US$ 590 milhões.

Segundo o CEO da terceira maior corretora de seguros do mundo, Dominic Casserley, a compra visa expandir o alcance geográfico de Willis e adicionar clientes que buscam cobertura para riscos específicos. Em janeiro, a Willis anunciou um acordo para comprar a Miller Insurance Services, especializada em clientes industriais, incluindo transporte, construção e energia. No ano passado, comprou a Max Matthiessen para reforçar as operações na região nórdica. “A combinação de Miller e Gras Savoye é uma mudança importante em nossa pegada global”, disse Casserley em uma entrevista.

A Gras Savoye é a maior corretora da França, segundo comunicado do grupo. A empresa, com sede em Paris, quinto maior mercado de corretagem de seguros do mundo, também vai ajudar a Willis atingir regiões de rápido crescimento, como a África, disse Casserley. “O conselho da Gras Savoye tem o prazer de receber a oferta”, disse Patrick Lucas, comentou o presidente Gras Savoye, no comunicado. “Temos trabalhado juntos por 40 anos e esta oferta é uma consequência do nosso relacionamento.”

A aquisição dará Willis quase 4 mil novos funcionários, somando-se aos 18 mil que já tinha. A transação está sujeita à aprovação regulatória e dos acionistas e deverá ser concluída até o final do ano.

México

No início de abril a corretora global de seguros e resseguros adquiriu a corretora de seguros mexicana Carsa Consultores, que tem uma sólida presença no noroeste do México, informou a Willis em um comunicado, sem revelar os termos da transação. O México representa uma parte essencial da estratégia de expansão do grupo na região e o novo investimento demonstra “a confiança da empresa no potencial do país”, disse o CEO da empresa para a América Latina, Luis Maurette, segundo nota no BNAmericas.

A Carsa e sua equipe de 84 parceiros aportará novas experiências para a Willis México em áreas como serviços atuariais e programas de afinidade. Foi fundada em 1991, e tem quatro escritórios que atendem a distintas regiões do país, além de um escritório na Cidade do México.

No quarto trimestre do ano passado, o crescimento orgânico das receitas na América Latina da Willis se desacelerou para um só dígito alto em comparação com o de dois dígitos registrados no 3ª trimestre de 2014. O crescimento do 4ª trimestre de 2014 foi impulsionado pelo Brasil, Venezuela e Argentina, embora a empresa não forneça uma análise discriminada de seus resultados na América Latina.