BB e Mapfre lança nova geração de seguro de vida em grupo

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Há no país mais de 15 mil entidades de classe e sindicatos que representam os mais de 40 milhões de brasileiros que possuem carteira assinada. Com foco nesse universo, a Mapfre Seguros, uma das marcas do grupo segurador BB e Mapfre, criou uma nova geração de seguros de vida especializada no atendimento às Convenções Coletivas de Trabalho (CCT), com novas funcionalidades que resultarão em um novo patamar de qualidade de serviços.

O Mapfre Pró-Trabalho traz planos desenhados de acordo com a necessidade da convenção coletiva de trabalho de cada empresa, processos simplificados e recursos financeiros imediatos na ocorrência de um dos eventos segurados. Oferece indenização de 100% do valor do capital contratado em caso de morte natural ou morte acidental do titular do seguro, inclui a cobertura de decessos (prestação dos serviços funerários ou reembolso dos gastos com o funeral) e auxílio-alimentação à família na falta do titular.

Para o segurado, o produto inclui coberturas inovadoras no mercado, pagas em vida, como o auxílio-creche (que cobre o custeio das despesas com creche do filho, havendo a morte do titular do seguro); a cesta natalidade (crédito no valor de R$ 523,00 em cartão alimentação, como bônus, quando do nascimento de filho do titular do seguro) e uma cobertura para a acessibilidade física, que permitirá ao segurado realizar em sua casa os ajustes necessários à sua mobilidade.

Outras vantagens do seguro são as facilidades de contratação, uma vez que não há carência nem limite de idade, e agilidade na indenização, realizada rapidamente após a entrega de todos os documentos. Para a empresa que contrata o MAPFRE Pró-Trabalho para seus funcionários, o produto oferece como diferenciais o reembolso das despesas com rescisão trabalhista e dedução no Imposto de Renda. Com isso, MAPFRE Seguros traz ao mercado um produto de grande alcance, com coberturas atraentes e processos simplificados que atenderão a conveniência de todos os interessados: sindicatos, empresas e corretores de seguros.

“No trabalho, como em todos os setores da vida, a facilidade de acesso, a conveniência e, acima de tudo, o bem-estar das pessoas são imperativos que qualquer empresa deve perseguir e, com essa nova geração de seguros para as convenções coletivas de trabalho, mais uma vez avança o grupo nessa busca”, diz Bento Zanzini, diretor geral da área de Pessoas.

Há 25 anos atuando nesse segmento, a Mapfre garantiu, nos últimos 10 anos, mais de R$ 142 milhões em indenizações a cerca de 20 mil famílias, que se beneficiaram dos recursos do seguro para concretizar projetos, garantir o estudo dos filhos ou adaptar-se a uma nova realidade quando da falta de seu principal provedor.

“O papel social dos seguros de vida é muito importante. Estamos sempre atentos a atender a novas demandas, como, por exemplo, as surgidas com o crescimento dos setores de comércio e serviços. Grande parte dos profissionais que atuam nesses setores é associada a sindicatos e entidades de classe, o que justifica a importância de um seguro especificamente desenhado para atender às suas necessidades”, diz o executivo.

Pelas estimativas do BB e Mapfre o Pró-Trabalho deverá impulsionar o alcance dos seguros de pessoas no país, por tratar-se de uma proteção reconhecidamente importante, com uma excelente relação custo/beneficio. O Pró-Trabalho já está disponível para comercialização em todo o território nacional, através da rede de corretores afiliados a Mapfre.

Novos obstáculos tornam futuro do microsseguro incerto

Fonte: CVG-SP, por Márcia Alves

Se antes da regulamentação, a falta de canais de distribuição e de incentivo do governo eram os grandes desafios do microsseguro, depois surgiu outro ainda maior: o pouco interesse da população pelos produtos. Em evento do setor que discutiu a situação atual e as perspectivas do microsseguro, clima era de desânimo.

A estabilização econômica e a ascensão social de milhares de brasileiros fizeram o mercado de seguros acreditar que seria possível conquistar cerca de 100 milhões de novos consumidores das classes C, D e E, com a oferta de produtos simples e de baixo tíquete. Mas, o microsseguro, a grande aposta de expansão do setor, não vingou. Hoje, três anos depois da regulamentação, o mercado admite que o microsseguro precisa ser aprimorado e que será necessário investir em educação financeira da população para formar seu público-alvo. A agravante é que a economia em declínio dificulta ainda mais a situação.

Foram dez anos de preparação intensa para atuar no microsseguro, segundo Adevaldo Calegari, mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) e coordenador do evento Microsseguros: uma visão atualizada no Brasil e no mundo , promovido pela APTS e ANSP, dia 29 de abril, no auditório do Sindseg-SP. Ele se recorda de que, entre 2004 e 2014, o mercado realizou dezenas de eventos sobre microsseguros (workshops, seminários e outros), produziu peças de marketing, cartilhas etc.

Membro de comissões e de grupos de estudos sobre microsseguros, Calegari revela que o trabalho rendeu relatório de quase 3 mil páginas, englobando também a experiência bem-sucedida de outros mercados visitados por comitivas brasileiras. Nesse ínterim, o setor aprovou diversos normativos para operacionalização do seguro, concluindo a regulamentação em 2012. Acreditava que a partir da oficialização desse segmento, com a regulamentação, o mercado pudesse atender mais de 100 milhões de pessoas. Mas foi uma decepção , diz Calegari.

Metade do caminho

Em sua opinião, o microsseguro seria a solução para proteger a população mais vulnerável a catástrofes naturais, como a que ocorreu em Xanxerê (SC). Isso bastaria para que o governo visse o setor de outro modo, como solucionador , diz. Bento Zanzini, diretor do Grupo Segurador BB Mapfre, também pensa assim. É inequívoca a necessidade de proteção securitária da população de mais baixa renda e da nova classe média emergente , diz. Porém, ele considera que esse papel social não pertence apenas ao microsseguro. A Mapfre deslocou uma equipe para Xanxerê, com o talão de cheque na mão. O mercado de seguros age assim, porque é sua obrigação. Apenas não divulgamos , diz.

O executivo contou que uma pesquisa recente da seguradora detectou um grande mercado a ser explorado pelo seguro e não apenas na faixa de menor renda. Em 2100 entrevistas realizadas pelo Datafolha em março último, 80% afirmaram não ter apólice de seguro. Outra constatação do levantamento é que o seguro tem maior penetração nas classes mais favorecidas. Daí porque Bento Zanzini sugere o esforço coletivo do mercado em ações de educação financeira voltadas à população.

Ele citou um estudo realizado pela EA Consultants para a CNseg, com o apoio da Microinsurance Innovation Facility, da OIT, que utilizou uma ferramenta (PACE) para avaliar a percepção de consumidores em relação aos produtos de microsseguro. A principal conclusão é que o Brasil não dispõe de microsseguros, mas de seguros massivos de baixa renda. Por isso, sua percepção é que ainda existem muitas dificuldades a serem superadas. Chegamos à metade do caminho. Como podemos aprimorar? .

Entre os principais desafios ele destaca a falta de cultura do seguro do consumidor e o alcance dos modelos de distribuição. Para Bento Zanzini, as regulamentações tiveram um viés protecionista em relação ao consumidor de baixa renda, por considerá-lo hipossuficiente, além de se ocuparam em diferenciar os seguros tradicionais dos microsseguros. Mas não serão apenas as regras, a seu ver, que farão o microsseguro deslanchar. O desenvolvimento do mercado dependerá mais da educação e da continuidade do crescimento do país do que dos processos normativos e fiscalizatórios , conclui.

Apostou errado

Em 2014, os prêmios de microsseguros em países da Ásia, África e América Latina superaram 100 milhões de euros. Para a advogada Ana Rita Petraroli, coordenadora da cátedra de Microsseguros da ANSP, esse resultado, que foi comemorado na 10ª Conferência Internacional de Microsseguros, realizada em novembro do último ano, na Cidade do México, pode transmitir a impressão de que o segmento é lucrativo. Mas não é , diz. Segundo ela, comparado aos resultados globais do mercado de seguros, esse faturamento representa quase nada, ainda que tenha crescido 32% no ano passado. Porém, a advogada ressalta que em outros mercados o microsseguro já deixou de ser visto como uma promessa de lucratividade. Lá fora, as empresas vêem o microsseguro como um dever social, porque seus mercados são grandes , diz.

O baixo faturamento global do segmento não é motivo, entretanto, para o Brasil se conformar. Ana Rita é objetiva ao afirmar que o mercado brasileiro pode ter apostado errado no microsseguro. É duro chegar a essa conclusão , admite. O mercado fez um esforço enorme, que envolveu muito tempo e dinheiro, para vender 7 apólices. No mês seguinte, produziu peças de teatro, programas de incentivo cultural e vendeu 5 apólices. No outro mês, montou uma corretora na Rua do Sol Nascente, no Morro Dona Marta, e vendeu 3 apólices. Acabou o ano com dez apólices vendidas , relata.

Com base no resultado de uma pesquisa vivencial realizada em comunidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, que apontou o baixo valor da indenização como principal motivo de rejeição ao microsseguro, ela analisa que o mercado deveria ter estudado melhor seu público-alvo. Pensamos que o consumidor de baixa renda acharia o máximo ter algo que ainda não tinha. Mas, ele se sentiu ofendido , diz. Segundo Ana Rita, diferentemente do Brasil, em outros países o microsseguro nasceu atrelado ao microcrédito. Esquecemos de algo que o mercado financeiro pratica há mais tempo: a educação financeira , diz.

A questão, segundo a advogada, é que o perfil do consumidor de microsseguros de outros países não é o mesmo do Brasil, a começar pelo nível renda. Um estudo realizado em 2007 estimou um público-alvo de 2,7 bilhões de pessoas potenciais consumidoras de microsseguros em todo o mundo, com renda diária entre US$ 1,25 e US$ 4, o que resultaria em prêmios da ordem de US$ 40 bilhões. Ouso dizer que no Brasil nenhum consumidor se enquadra nessa faixa de renda. Por isso, não acredito mais nesses números , diz.

Um dos grandes benefícios trazidos pela regulamentação do microsseguro, na visão de Ana Rita, foi a possibilidade de venda por meios remotos. A tecnologia tem o potencial de ajudar a atender vários desafios importantes na oferta de microsseguro, ou seja, melhorar a acessibilidade, alcançar clientes, especialmente em áreas remotas, cobrar prêmios pequenos e pagar sinistros válidos , diz. Mas adverte que a tecnologia também traz riscos. Por isso, os investimentos devem vir acompanhados da padronização de dados, conectividade compatível com o público consumidor, capital humano etc. É importante saber quais são os problemas que precisam ser resolvidos, e então analisar se a tecnologia é uma boa escolha , orienta.

Uma banca que só pensa em seguro

Em tempo: conheço alguns bons escritórios especializados em seguros: Pellon e Associados, Ernesto Tzirulnik, Angelica Carlini, JBO com Marceia Cicarelli, Mattos Filho com Marcelo Mansur ….

Fonte: Revista Isto É Dinheiro, por Márcio Kroehn

Na segunda-feira 6 de abril, seis advogados deram início a um projeto incomum, em tempos de crise: deixaram a segurança de seus empregos para empreender. João Marcelo dos Santos, Daniela Matos e Keila Manangão, sócios do Demarest, uma das maiores e mais importantes bancas de advocacia do País, Julia Nogueira, Marco Antonio Bevilaqua e Juliano Castro trabalhavam com o mercado segurador em escritórios diferentes. Com 20 anos, em média, de experiência no segmento, eles precisavam da ajuda de outros profissionais, que não entendiam os termos técnicos e o “segurês”, para solucionar a maioria dos casos. Até que todos falassem a mesma língua, o tempo de resolução e o custo do serviço aumentavam para seguradoras, resseguradoras, corretoras, fundos de vida e previdência e capitalização. A saída parecia simples. Se cada um co nhecia uma área do direito com foco nos seguros, juntos eles conseguiriam aumentar a eficiência do serviço. Por que não tentar? Foi desse ponto em comum que o sexteto criou o primeiro escritório com todas as áreas integralmente dedicadas a um grande segmento da economia. “Somos full Service em seguros e não em direito”, diz Bevilaqua.

A novidade parece ter tocado um ponto carente do setor de seguros, que acumula mais de R$ 350 bilhões em prêmios. Em menos de um mês, eles conquistaram 50 clientes. “A iniciativa é original e segue a tendência mundial da especialização”, diz Antonio Cassio dos Santos, CEO da seguradora Generali para as Américas. “Além de mostrar que o mercado segurador brasileiro está maduro para iniciativas como essa.” Ao fugir do modelo universal e inovar sobre o conceito de escritório boutique (que busca se associar a outros profissionais e consultores conforme as demandas), eles tentam mostrar que agilidade e conhecimento num único lugar podem fazer a diferença.

A tendência é de que o modelo proposto pelo escritório Santos Bevilaqua consiga cortar metade do tempo gasto na análise de uma demanda, na comparação com os não-especialistas em seguros. No final do mês, é um custo menor com o pagamento de honorários. “Ser um one-stop-shop significa que entendemos, de cara, de qualquer assunto sobre seguros, do tributário ao trabalhista”, diz Santos, que é ex-diretor da Superintendência de Seguros Privados. Principal sócio do setor no Demarest, Santos levou toda a sua equipe de 10 pessoas, entre advogados e estagiários, além de Daniela e Keila (que ficará no escritório do Rio de Janeiro), para o novo negócio, o que obrigou sua antiga casa a iniciar um processo de reconstrução da área de seguros. Os que conhecem as necessidades do mercado segurador dizem que o novo escritório tem chance de dar certo, muito certo ou certíssimo. O sexteto parece ter escolhido o ar certo para respirar.

Terremotos em série intrigam público e cientistas

Fonte: O Globo

O forte terremoto que atingiu o Nepal no último fim de semana pode ser apenas o mais recente de uma série de grandes tremores que aflige o mundo desde dezembro de 2004 e intriga os cientistas e o público em geral. Naquele ano, um abalo de magnitude 9,1 na região das Ilhas Andaman, na costa Oeste de Sumatra, Indonésia, provocou um tsuna- mi que deixou mais de 220 mil mortos em países em tomo do Oceano Índico. Este sismo marcaria o início de uma sequência de eventos devastadores que sacudiram do Chile ao Japão, passando por China, Haiti e Itália, com um total de vítimas fatais que chegaria a mais de 600 mil, numa sucessão de tragédias que levanta suspeitas de que estes terremotos poderíam estar interligados.

Até 2004, o último terremoto com magnitude acima de 9 tinha sido registrado no Alasca cerca de 40 anos antes, ele mesmo parte de uma estranha sequência de tremores poderosos iniciada em 1950, quando um sismo de magnitude 8,6 sacudiu o Tibete. Como agora, esta série de fortes abalos no início da segunda metade do século XX pareceu estar concentrada em um período relativamente curto de tempo, de não mais de 15 anos. Segundo os cientistas, esta aparente aglomeração ( clustering, no termo em inglês) de grandes terremotos globais pode não passar de uma simples coincidência – mas também pode ser indício da existência de mecanismos que fazem com que um deles precipite a ocorrência de outro mesmo a enormes distância. Mecanismos que desafiam os atuais conhecimentos sobre o funcionamento e o comportamento das placas tectônicas que formam a crosta terrestre.

– O histórico destes aparentes ciclos é suspeito, mas até agora não temos evidências de que tais mecanismos de fato existam além desta observação – diz Tom Larsen, líder de arquitetura de produtos de modelagem e previsão de catástrofes da Core Logic EQECAT, empresa de análise de dados que presta consultoria a companhias seguradoras e de resseguros, entre outras. – Sabemos e entendemos muito bem como grandes terremotos podem ser precedidos por abalos menores e sucedidos por uma mi- ríade de abalos secundários, os chamados af- tershocks, em nível local e regional, mas em nível global ainda não temos conhecimento suficiente nem para provar nem para derrubar esta hipótese.

MOVMENTX) MACIÇO DA CROSTA

Segundo Larsen, a ideia geral desta hipótese é que, num tremor em grande escala, o movimento maciço da crosta terrestre pode transmitir energia a grandes distâncias, o suficiente para que uma falha em uma região afastada do planeta atinja seu limite e se rompa, deflagrando outro forte terremoto.

– O conceito básico por trás disso é que a liberação da energia em uma área aumenta a pressão em outra, mesmo que muito distante, mas isso te- ria que se dar de uma maneira que não sabemos ou vai de encontro ao que conhecemos sobre o comportamento da Terra – conta. – Assim, a observação destes aparentes ciclos de grandes terremotos não é ilógica ou irracional, mas o fato é que precisamos de mais informação e estudos para fazer qualquer ligação direta entre eles.

Já Robert Yeats, professor da Universidade do Estado de Oregon, nos EUA, e especialista em geologia de terremotos e placas tectônicas, é mais cético. Segundo ele, os atuais modelos sobre o comportamento da Terra e previsão da probabilidade da ocorrência de terremotos em nível regional não contemplam qualquer tipo de influência de grandes abalos a grandes distâncias.

– Temos evidências da ocorrência de aglomerações de terremotos em nível regional, mas nada global – afirma.

Ainda assim, Yeats reconhece que os atuais modelos para previsão de terremotos estão longe de serem precisos e admite a possibilidade, mesmo que remota, de grandes sismos deflagrarem outros em regiões distantes do planeta.

– Obviamente, ao olhar para trás e vermos que há 40 anos não tínhamos uma sucessão de terremotos fortes como essa, isso se destaca – considera o cientista. – A Terra é um sistema extremamente complexo e nosso conhecimento sobre o que acontece com ela é muito incompleto. Não sabemos se a sequência de grandes terremotos que estamos vendo é uma coincidência ou se há algum real mecanismo por trás disso. A verdade é que tudo é uma grande especulação e não podemos dizer ou prever, com base nisso, a possibilidade de termos outro grande terremoto num prazo relativamente curto, nem quando nem onde.

Apesar disso, Yeats conta que a mais recente série chamou a atenção das autoridades do Oregon, que o convocaram (e outros especialistas) para discutir a necessidade de medidas de prevenção de uma possível catástrofe provocada por eventual forte abalo na região tectonicamente ativa de Cascadia, no Noroeste dos EUA.

Revista da Aconseg-RJ já está no ar

A importância das assessorias de seguros filiadas à Aconseg-RJ é mais uma
vez destacada pelas seguradoras parceiras. Em palestra aos executivos destas
empresas, Carlos Alexandre Guimarães, diretor comercial RJ/ES da SulAmérica,
revelou o resultado excelente da companhia. O apoio das assessorias
contribuiu para o bom desempenho da companhia, segundo o executivo.

Em eventos comerciais realizados com a Tokio Marine e a Porto Seguro, a
diretoria da Aconseg-RJ e seus associados planejaram a agenda operacional
para os próximos meses. E tem ainda a apresentação dos atletas olímpicos da Bradesco, o 19º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, recuperação de Cofins e CSSL pagos a mais pelas corretoras, entre outras reportagens.

Presidente da CNseg participa da 25ª Convenção de Seguradores do México

images-8Fonte: CNseg

A 25ª Convenção de Seguradores do México (CAM) ocorrerá entre 6 e 7 de maio de 2015, na Cidade do México, com a presença do presidente do México, Enrique Peña Nieto, e tendo como principais temas a importância da saúde e da economia, particularmente na vida das famílias, mas também vistas sob uma perspectiva nacional e internacional, além de abordar experiências exitosas e suas repercussões nos sistemas políticos.

Entre os conferencistas convidados, destaque para Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia 2001, e Christopher Gardner, empreendedor, filantropo e autor do livro “Em busca da felicidade”, que abordarão temas como liderança e responsabilidade.
Quem também participará da Convenção é o presidente da CNseg, da Fides e da Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi, que apresentará a palestra “A experiência brasileira em educação financeira e seus impactos na indústria de seguros” e também estará presente no painel “Economia, poupança e seguro – Melhores práticas internacionais e desenvolvimento de políticas públicas”, junto com os presidentes da GFIA, Dirk Kempthorne; da Insurance Europe, Michaela Koller; da Associação Mexicana de Valores Mobiliários Intermediários, Carlos Noriega Curtis, e da Associação de Bancos do México, Luis Robles Miaja.

Para conhecer a programação detalhada e outras informações, acesse o site da Convenção: www.cam2015.com.mx

Para baixar o programa do evento http://www.cam2015.com.mx/content/ProgramaCAM2015.pdf

Seminário da IIS acontecerá em NY em junho e reunirá 500 executivos seniores de seguros de todo o mundo

Fonte: CNseg

Já podem ser feitas as inscrições para o seminário anual da International Insurance Society (IIS), de 14 a 17 de junho, no Hotel Waldorf Astoria, em Nova Iorque. Pelo site http://iisonline.org/seminars/iis-seminars/, os interessados poderão fazer suas inscrições e obter maiores informações sobre o evento, que nesta edição terá como tema central “Compensando a ausência de proteção” (Filling The Protection Gap).

Participarão do “51º Seminário Anual da IIS” mais de 500 executivos seniores de seguros, entidades reguladoras, além de acadêmicos de destaque de todo o mundo, a fim de debater ideias que demonstrem a abrangência e o poder da colaboração.
A pauta de debates inclui: “Aposentadoria e Poupança (Minding the gap); “Pools de risco: catástrofe natural e terrorismo”; “Ambiente e poluição: soluções colaborativas”; “Parceria Público-Privada da Cobertura de Risco”; “Saúde: satisfazendo a demanda global”; “Microsseguros: construindo mercados sustentáveis através da inclusão financeira”.

Setor de seguros é destaque no 25º CIAB Febraban

ciab 2015O setor de seguros é destaque na 25º edição do Congresso Internacional de Automação Bancária, o CIAB Febraban, que será realizado entre 16 e 18 de junho, no Hotel Transamérica, em São Paulo. Desenvolvida em parceria com a CNseg, a trilha de seguros debaterá importantes questões relacionadas ao mercado segurador, como seus desafios e oportunidades, a prevenção e o combate às fraudes, os canais de distriobuição do seguro, os impactos da transformação digital nas seguradoras, entre outros.

Leia a matéria “Investimento em tecnologia impulsiona mercado de seguros” na revista da Febraban no site do evento: www.ciab.com.br ou http://issuu.com/revistaciab/docs/revistaciab_56_abr15?e=15550915/12292334

Qualicorp assina termo com a Associação Médica Brasileira para patrocinar diretrizes que ajudam no tratamento médico

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A Qualicorp Administradora de Benefícios assinou em 28/04 um Termo de Cooperação com a Associação Médica Brasileira (AMB) para apoiar um projeto de elaboração de diretrizes clínicas que ajudem na análise de procedimentos e tratamentos de doenças das mais diversas especialidades. A iniciativa tem como proposta melhorar a gestão dos recursos no setor, evitar desperdícios e contribuir com a qualidade no atendimento médico.

Batizado de Projeto Diretriz, o conteúdo será desenvolvido ao longo dos próximos 18 meses e oferecerá 80 temas inéditos aos médicos de todo o Brasil. A expectativa é que esteja disponível a partir de outubro de 2016. “Trata-se de uma importante parceria para fortalecer todo o sistema de saúde e o trabalho dos profissionais do setor”, ressalta Maurício Ceschin, diretor-presidente da Qualicorp. Segundo ele, nos próximos anos, o desafio da sociedade será criar condições para oferecer atendimento médico de qualidade à população. “A Qualicorp entende que o uso dos recursos com consciência e sem desperdício contribui para o aumento da eficiência no setor”, observa Ceschin.

BB Mapfre lança coberturas diferenciadas para vida em grupo

O Grupo BB e Mapfre lança, nas principais capitais do país, o Pró-Trabalho, um novo seguro que oferece planos customizados para entidades de classe, sindicatos e empresas associadas. O produto, sem similares no mercado, traz coberturas pagas em vida, como a cesta natalidade e a cobertura para a acessibilidade física, rompendo a ideia de que os benefícios dos seguros de vida só são pagos quando o segurado morre.