BB e Mapfre vai disputar mercado de riscos espaciais no País

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O grupo BB e Mapfremquer ser líder em riscos espaciais no Brasil. E para entrar no mercado está trazendo ao País toda a experiência de sua parceria espanhola, a Mapfre Global Risks, que já participa de diversos projetos de satélites espalhados pelo mundo.

De acordo com Carlos Eduardo Polízio, superintendente executivo de Seguros Aeronáuticos do grupo, o Brasil está cada vez mais presente na indústria aeroespacial, o que inclui programas de empresas Brasileiras que mantêm satélites em órbita e futuros lançamentos.

“O Brasil possui satélites de comunicações e científicos em órbita, de excelente magnitude. Apesar de termos um mercado pequeno para este tipo de seguro, a demanda por seguros espaciais deve crescer nos próximos anos”, prevê.

A estratégia da companhia para ganhar mercado será oferecer apólices com coberturas que garantam o ressarcimento integral em caso de qualquer dano que aconteça ao satélite enquanto ele estiver em órbita, durante o lançamento e, ainda, eventual redução na transmissão de sinais.

“As operações contarão com importantes programas globais de seguros e resseguros e nosso principal diferencial será a nossa experiência mundial nesse segmento”, ressalta o executivo.

Desde 2009, a Mapfre Global Risk é a principal seguradora de diversos lançamentos de foguetes e satélites no mundo, o que evidencia a sua liderança no segmento de riscos espaciais. Ela também participou como líder em todos os lançamentos de satélites espanhóis nos últimos anos.

Solução de fiança locatícia é destaque na Capitalização

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É crescente no mercado a procura dos títulos de capitalização da modalidade Tradicional que se enquadram como soluções para garantia locatícia e dispensam a figura do fiador. Exigência comum no momento de aluguel de imóveis comerciais ou residenciais, a busca por fiador, com frequência, constitui uma situação delicada, muitas vezes até constrangedora, para ambas as partes. Por esta razão, as soluções de garantia locatícia vêm conquistando cada vez mais adeptos. “As ofertas hoje disponíveis no mercado de capitalização formam um conjunto de soluções de negócios aderentes a diversas demandas de segmentos da sociedade. A solução de garantia locatícia é uma delas”, assinala Marco Barros, presidente da FenaCap.

O sistema funciona da seguinte forma: O valor do título é acertado entre o inquilino e a imobiliária ou o dono do imóvel. Enquanto o contrato de aluguel estiver valendo, o título é utilizado como garantia: caso o inquilino não pague suas dívidas, o dono do imóvel pode usar o dinheiro para este fim. “Ao fim do prazo, se o inquilino não estiver devendo nada ao proprietário, ele pode resgatar o valor”, explica Marco Antonio Barros. “E durante o período o inquilino também pode participar de sorteios de prêmios em dinheiro”, completa.

Reservas em elevação

Entre janeiro e maio, as reservas técnicas do segmento de capitalização registraram um crescimento de 8,8% em relação ao mesmo período de 2014, atingindo o montante de R$ 30,441 bilhões. As reservas são os recursos que serão devolvidos aos clientes dos títulos de capitalização sob a forma de resgates. Ao todo, as empresas de capitalização devolveram R$ 6,630 bilhões no período. Os prêmios pagos em sorteios atingiram R$ 386.294 beneficiando clientes de todo o país. Isso representa R$ 3,8 milhões em prêmios distribuídos por dia útil. São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina foram os estados que mais distribuíram prêmios no período, mais de R$ 220 milhões, no total. O faturamento global do setor nos cinco primeiros meses do ano atingiu R$ 8,294 bilhões.

CNseg promove workshop para estimular a inovação no mercado de seguros

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Com uma visão contundente e bem humorada sobre as atuais mudanças na gestão empresarial e sobre como os profissionais devem se adaptar ao novo ambiente pós-digital, o mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm e Presidente da Grey Brasil, Walter Longo, será palestrante no Workshop de Inovação que acontecerá no dia 6 de agosto, em São Paulo. O evento, promovido pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), faz parte do cronograma de atividades do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, uma das mais importantes iniciativas da Confederação.

O executivo, articulista e escritor apresentará exemplos práticos de como as empresas e profissionais precisam rever seus paradigmas e estabelecer novas formas de comunicação com o mercado. Ele indicará ainda quais são as premissas que regem uma empresa adequada aos novos tempos, propondo modelos de identificação e transformação de colaboradores e funcionários em agentes de inovação.

Além da palestra de Longo, que foi eleito por quatro vezes o melhor profissional do Ano do Prêmio Caboré e premiado com o título de Personalidade do Marketing Direto pela Abemd, haverá uma apresentação sobre as novidades da 5ª edição do Prêmio, que recebe inscrições até 30 de setembro deste ano. O objetivo do evento é estimular a criatividade dos agentes do mercado segurador e reafirmar a importância de se manterem sempre atentos a novas oportunidades.

O encontro acontecerá às 14h, no Auditório do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP), na Avenida Paulista, 1294 – 4º andar, conjunto 4B. O prazo para garantir a participação no workshop, voltado para todos os colaboradores do setor, irá até 4 de agosto. O cadastro deverá ser realizado por meio do link http://pvista.proevento.com.br/cnseg/shop/?cod_evento=103.

Grupo Bradesco Seguros lança quinta edição dos Prêmios Longevidade

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De acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar (PNAD-IBGE), em 2013, a população de idosos no Brasil (60 anos ou mais) era de aproximadamente 26 milhões de indivíduos, equivalente a cerca de 13% do total. Até 2050, a estimativa é de que esse universo chegue a 30%.

Atento à nova estrutura etária da população brasileira, o Grupo Bradesco Seguros promove, desde 2011, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros. Consolidada como uma das mais destacadas iniciativas voltadas à difusão e discussão do tema em âmbito nacional, a premiação chega à sua quinta edição em 2015, contemplando as modalidades de Jornalismo, Histórias de Vida e Pesquisa em Longevidade, voltado à comunidade acadêmica. As inscrições para todas as modalidades podem ser feitas até 11/9/2015, pelo site premiosdalongevidade.com.br.

– Nosso principal objetivo é difundir para a sociedade brasileira a importância da conquista da longevidade em seu conceito mais amplo, valorizando ações que conciliem planejamento financeiro com envelhecimento ativo e saudável, qualidade de vida, bem-estar e preparação dos mais jovens para o futuro – destaca Alexandre Nogueira, diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Desde a primeira edição, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros contam com a consultoria do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, ex-diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) e uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia.

– Nos últimos 70 anos, a expectativa de vida no Brasil aumentou mais de 30 anos. Existem hoje no mundo 700 milhões de idosos, e em 2050 serão mais de dois bilhões. A população acima de 80 anos, que era de 14 milhões em 1950, chegará a quase 400 milhões em 2050. Tudo isso representa uma revolução que já está sendo percebida na saúde pública, no cuidado social, na forma como trabalhamos, buscamos informações e nos organizamos. A vida deixou de ser uma corrida de 100 metros e virou uma maratona, para a qual precisamos nos preparar – ressalta Kalache.
Os três primeiros colocados nas modalidades de Jornalismo e Histórias de Vida e os dois primeiros de Pesquisa em Longevidade receberão prêmios, além de troféus e certificados. A cerimônia de entrega ocorrerá durante o X Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que reunirá especialistas e convidados nacionais e internacionais em outubro de 2015, na cidade de São Paulo.

Os Prêmios Longevidade fazem parte de um conjunto de ações mais abrangentes desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros desde 2006, com o intuito de difundir a importância de se conquistar um envelhecimento ativo e saudável, com bem-estar.

Além do Fórum da Longevidade, as iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, que já reuniu, desde 2007, mais de 300 mil participantes, em corridas e caminhadas nas principais cidades do país; o Programa Porteiro Amigo do Idoso, lançado em 2010 para capacitar porteiros a oferecer melhores serviços aos idosos, e que já treinou mais de mil profissionais, em bairros de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo; e o movimento Conviva, que visa a incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motociclistas, motoristas e pedestres, englobando, entre outras ações, a CicloFaixa de Lazer São Paulo.

MODALIDADES E CATEGORIAS

Prêmio Longevidade de Jornalismo

Em reconhecimento à importância da imprensa como formadora de opinião e difusora de conhecimento, a premiação busca estimular a elaboração de trabalhos jornalísticos que tratem o tema da longevidade com criatividade, contemplando duas categorias: “Mídia Impressa” (jornais e revistas) e “Mídia Eletrônica” (tv, rádio e web). Estão habilitados a concorrer matérias, artigos ou outros trabalhos de cunho jornalístico veiculados no período de 6/9/2014 a 11/9/2015. Os vencedores em primeiro, segundo e terceiro lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Longevidade Histórias de Vida

Aberto à participação de maiores de 18 anos de idade, tem como principal objetivo reconhecer e estimular a transmissão de conhecimento entre gerações, incentivando o relato de histórias que, de alguma forma, contribuam para disseminar o conceito de longevidade com qualidade de vida e bem estar. O primeiro, segundo e terceiro colocados receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 1 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Pesquisa em Longevidade

Direcionado à comunidade acadêmica, é composto pelas categorias “Geriatria” e “Gerontologia”. Somente estão habilitados a concorrer trabalhos publicados no período de 8/8/2013 a 11/9/2015, em revistas nacionais ou internacionais reconhecidas pelo meio acadêmico (peer-reviewed articles). Os vencedores em primeiro e segundo lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Descarte Responsável da Liberty Seguros cresce 216%

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O Descarte Responsável da Liberty Seguros, realizado em parceria com a Ecoassist Serviços Sustentáveis, já cresceu 216% em 2015 no que diz respeito ao volume de resíduos coletados, se comparado ao mesmo período do ano passado (janeiro a maio).

O serviço garante a retirada e o descarte corretos de móveis, eletroeletrônicos, eletrodomésticos e entulho de pequenas obras e reformas. Desde janeiro, já foram recolhidas 61,7 toneladas de materiais, o que representa quase 80% do total registrado nos 12 meses de 2014. Desde que o projeto foi lançado, em novembro de 2013, 14 toneladas de resíduos já foram coletadas.

“Só na cidade de São Paulo, já foram registrados 3.345 pontos ilegais de despejo de entulho e lixo esse ano. Em Curitiba, são retirados, mensalmente, cerca de 1,6 mil toneladas de lixo de depósitos irregulares. Em Brasília, o número de pontos de despejo irregular de lixo dobrou em 5 anos”, revela Adriana Gomes, diretora de Seguros Pessoais, da Liberty Seguros.

“Criamos essa iniciativa, pois muitos brasileiros não sabem como descartar os materiais que não querem mais. Realizamos o descarte seguindo as práticas de sustentabilidade e normas vigentes. Os utensílios coletados são descaracterizados, separados por tipo de material e encaminhados para a reciclagem. E quando possível doamos os itens em boas condições de uso a entidades assistenciais. Esse projeto é a contribuição da Liberty Seguros para o desenvolvimento mais equilibrado do Brasil”, complementa a executiva.

Em quase dois anos de existência da iniciativa, os segurados de residência foram os que mais solicitaram o serviço: 72% do total registrado. Juntos, os clientes do seguro residência descartaram 98 toneladas de materiais (67% do total) — 61 toneladas só em 2015, um crescimento de 160%, se comparado ao mesmo período em 2014.

Além da assistência para o descarte sustentável, o cliente Liberty Seguros também conta com o apoio de consultores ambientais especializados, que orientam o segurado com dicas práticas que podem contribuir para o consumo consciente de água, energia elétrica, reciclagem de lixo, entre outras iniciativas. Desde 2013, foram realizadas quase 300 consultorias em todo o Brasil, com destaque para as cidades de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Para solicitar a retirada ou a consultoria ambiental, basta entrar em contato pelos telefones de assistência que constam no cartão do segurado. Ao utilizar o Descarte Responsável, o solicitante receberá um certificado de destinação após os itens serem descartados de maneira ecologicamente correta, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O Descarte Responsável é um serviço oferecido pela Liberty a todos os clientes do seguro residencial e de empresas de pequeno e médio porte.

Sincor-SP lança campanha para o corretor regularizar sua contribuição sindical

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O Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo) lançou no último dia 13 a campanha “Corretor de Sucesso é Corretor Regularizado”, cujo objetivo é oferecer oportunidades para as empresas colocarem em dia a Contribuição Sindical Patronal. O prazo para pagamento desse tributo, que é obrigatório, vai até 31 de julho.

Pelo site do Sincor-SP (www.sincorsp.org.br), o corretor de seguros poderá saber as condições específicas de sua empresa, verificar se há contribuições em atraso e gerar boleto para pagamento.

A Contribuição Sindical Patronal tem fundamento legal no artigo 149 da Constituição Federal. “Para ser um empreendedor de sucesso é necessário que o corretor de seguros também tenha sua empresa regularizada. O Sindicato tem o compromisso de promover ações que reforcem e estimulem essa regularização”, afirma o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

O valor arrecadado é distribuído da seguinte maneira: 5% para a Confederação, 15% para a Federação, 60% para o Sindicato e 20% para o Ministério do Trabalho e Emprego. As empresas corretoras de seguros comprovadamente inclusas no Simples Nacional estão isentas da contribuição referente ao ano de 2015, entretanto, o regime não quita débitos anteriores.

Catástrofes causam perdas econômicas de US$ 35 bi no 1o. semestre de 2015

nepalO mundo registrou perdas econômicas de US$ 35 bilhões consequentes de catástrofes naturais no primeiro semestre de 2015. Desse valor, o mercado segurador pagou US$ 12 bilhões em indenizações aos segurados com contratos que tinham cobertura para eventos climáticos. O valor segurado está abaixo da média de US$ 15 bilhões registradas nos últimos anos, segundo dados de um estudo divulgado hoje pela resseguradora Munich Re.

“As catástrofes naturais no primeiro semestre do ano nos mostrar mais uma vez que a vulnerabilidade às catástrofes naturais deve ser reduzida, particularmente em países emergentes e em desenvolvimento. Isto é necessário antes de tudo para garantir que as pessoas estão mais bem protegidas, mas também para manter as perdas no menor patamar possível “, disse Torsten Jeworrek, membro do conselho da Munich Re, responsável pelos negócios globais de resseguro, em estudo enviado ao blog Sonho Seguro.

“Ao mesmo tempo, vemos como os ciclos climáticos naturais, como o El Niño, podem ter diferentes influências sobre a ocorrência de eventos climáticos extremos em nível regional. Por isso, é importante combinar resultados de pesquisa com as tendências em estatísticas de perda. Queremos manter nossa posição como pioneiros e promover medidas concretas para reduzir as perdas. ”

O primeiro semestre de 2015 foi caracterizado pelo terremoto no Nepal e pela onda de calor que atingiu a Índia e o Paquistão. Cerca de 12 mil pessoas foram vítimas dessas duas catástrofes naturais. No primeiro semestre do ano, um total de mais de 16 mil pessoas morreram em eventos climáticos severos e terremotos.

Em 25 de abril, um terremoto de magnitude 7,8 causou devastação catastrófica por todo o Nepal, sobretudo na capital Kathmandu. Um total de 8.850 pessoas foram mortas, e muitos sítios do património cultural foram destruídos. Não era apenas a catástrofe natural com o maior número de mortes no primeiro semestre do ano, mas também o evento mais grave em termos de perdas globais. Estes somaram US$ 4,5 bilhões, dos quais apenas US$ 140 milhões foi segurado. “A escala das perdas para o Nepal se torna claro ao examinarmos a força econômica do país: as perdas foram responsáveis por quase um quarto do produto interno bruto anual do Nepal. Mais de 230 pessoas perderam a vida em um terremoto de 7,3 de magnitude duas semanas e meia mais tarde”, revela o estudo.

A mais cara catástrofe natural para a indústria de seguros no primeiro semestre do ano foi uma série de tempestades de inverno que atingiu o nordeste dos Estados Unidos e do Canadá no final de fevereiro. A perda segurada foi de US $ 1,8 bilhão, com perdas totais de US $ 2,4 bilhões.

Além disso, tal como no ano anterior, o inverno no Nordeste nos EUA foi excepcionalmente frio e com muita neve. Em Boston, quase três metros de neve caíram durante os meses de inverno – um recorde absoluto. A neve transportada para fora da cidade foi empilhada no porto. A montanha de neve cresceu a um tamanho tal que ainda estava muitos metros de altura no final de maio. Houve perdas globais diretas de US $ 4,3 bilhões nos EUA, a partir do rigoroso inverno de 2014/15, dos quais US $ 3,2 bilhões estavam segurado. Este número não inclui perdas indiretas voos atrasados, falhas de energia e interrupções de negócios. O curto período de janeiro até o final do inverno foi responsável por US $ 3,8 bilhões de perdas totais e US $ 2,9 bilhões de perdas seguradas.

Entre abril e junho, houve uma série de eventos climáticos severos no Sul dos EUA, tanto quanto o México, que foram bastante incomum para a região em termos de sua gravidade. Cada evento resultou em perdas de mais de US$ 1 bilhão, dos quais aproximadamente US$ 750 milhões contavam com seguros. Nos primeiros seis meses, as perdas nos EUA a partir de eventos climáticos severos como estes, em alguns casos acompanhadas de tornados ou granizo, causaram perdas de US$ 6,5 bilhões, dos quais US $ 4,8 bilhões tinham seguros.

A mais cara catástrofe natural na Europa foi a tempestade de inverno Niklas, que varreu grandes áreas da Europa Central nos últimos dias de março, com vento atingindo um máximo de 200 quilômetros por hora. Vários edifícios e veículos foram danificados. A perda global foi de US$ 1,4 bilhão (€ 1,3 bilhão), dos quais cerca de US$ 1 bilhão (€ 900 milhões) tinham seguro. De um modo geral, com 13 tempestades de inverno, a temporada na Europa foi relativamente ativa em comparação com a média sazonal de longo prazo de 4,6.

No encerramento do primeiro semestre do ano, houve uma onda de calor excepcionalmente forte na Índia e Paquistão, que causou a morte de 3,6 mil pessoas. Enquanto as ondas de calor na região não são incomuns antes do início da temporada de monções, as temperaturas, que subiram tão alto quanto 47°C, foram excepcionais. Em algumas regiões havia pouco vento, acompanhado de alta umidade, o que só aumentou o efeito extremo das temperaturas.

Em abril no sudeste da Austrália, uma frente de tempestade trouxe até 300 litros de chuva por m2 de para New South Wales em um único dia. Casas inteiras foram levadas pelas enchentes. O navio de cruzeiro Carnival Spirit teve de esperar por dois dias ao largo da costa, em ondas de mais de dez metros de altura, antes que fosse capaz de entrar em Sydney Harbour. A perda global do evento climático grave foi de US$ 1,15 bilhão, dos quais US$ 630 milhões estavam segurados. O Cyclone Marcia, de categoria 5, a mais forte, varreu Queensland, no nordeste do país, escassamente povoada de Shoalwater Bay. A perda global foi de mais de US$ 800 milhões, dos quais US$ 400 milhões estavam segurados.

O desenvolvimento com muitos eventos relacionados com o clima este ano é consistente com a forma atual da oscilação climática ENSO no Pacífico, o que influencia vários eventos climáticos extremos em muitas partes do mundo, afirma o estudo da Munich Re. “Estamos experimentando atualmente moderada a condições de El Niño forte, em que tempestades severas com tornados acontecem com mais freqüência no Sul dos EUA. Além disso, muito fortes ciclones tropicais no Pacífico ocorrer mais freqüentemente com estas condições, ao passo que o desenvolvimento de furacões no Atlântico Norte tende a diminuir.”

O El Niño deverá tornar-se ainda mais forte para o outono e então diminuir no início do próximo ano. Quanto mais forte o El Niño é, o mais provável é que a oscilação ENSO irá mudar para uma fase La Niña, no ano seguinte. As influências sobre os diferentes extremos climáticos, em seguida, tendem a ser revertida.

“Assim, as tendências para 2015, com um grande número de eventos climáticos severos no sul dos EUA, e pouca atividade de furacões no Atlântico Norte até agora, pode, portanto, ser esperado”, explicou Peter Hoppe, chefe da Geo Risks Research em Munique Re. “Da mesma forma, a gravidade da onda de calor na Índia e Paquistão provavelmente foi parcialmente influenciado pelas condições de El Niño.”

Ao mesmo tempo, o pesquisador adverte para a temporada 2015 de furacões. Furacão Andrew, por exemplo, atingiu em 1992, em que tinha sido uma temporada geralmente muito tranqüila, mas foi um dos ciclones tropicais mais graves já registrados. Com perdas globais de US$ 26,5 bilhões, dos quais US$ 17 bilhões estavam segurados, Andrew continua a ser a quarta tempestade mais cara na história, mesmo ajustado para a inflação. “A fase El Niño tem uma influência sobre a atividade de furacões, mas não sobre se e onde uma tempestade faz a terra firme. Assim, se uma tempestade severa devem desenvolver e acertar uma conturbação, perdas de uma magnitude igual são possíveis”, disse Hoppe.

Diretoria do CVG-RJ reconduzida para mais um mandato

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Reconduzida, por aclamação, para mais um mandato (biênio 2015/2017), a Diretoria Executiva do Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ) comemorou o resultado na sede do Clube, no Centro do Rio.

O presidente reeleito, Marcello Hollanda, agradeceu “aos sócios, beneméritas e colaboradores que, mais uma vez, depositaram a confiança do destino do CVG-RJ nas mãos de sua diretoria”.

O presidente apresentou a nova configuração da diretoria, que tem como vice-presidente, Carlos Ivo Gonçalves; Isaque Farizel, diretor social; Wellington Costa, diretor financeiro e Sérgio Ricardo, diretor de seguros.

ANSP reforça estudos sobre sustentabilidade no setor de seguros

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A diretoria da Academia Nacional de Seguros e Previdência – ANSP aprovou a criação da cátedra de Sustentabilidade que terá como coordenadora a acadêmica Maria de Fátima Mendes Lima, presidente da Comissão de Sustentabilidade da CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização).

A cátedra promoverá estudos sobre sustentabilidade no setor de seguros e contribuirá para que um maior número de empresas brasileiras participe do PSI – Princípios para Sustentabilidade em Seguros, iniciativa lançada em 2012 pela UNEP-FI, sigla em inglês para a Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

As metas da indústria de seguros no Brasil, estabelecidas em nível nacional pela CNSeg, em setembro de 2013, estabelecem que 40% das seguradoras integrarão as questões ambientais, sociais e de governança (ASG) em sua política de subscrição de riscos; 30% das seguradoras terão um programa de engajamento de corretores; 50% das seguradoras integrarão em suas políticas de responsabilidade social as políticas públicas oficiais dos governos municipais, estaduais e federal; e 50% das seguradoras reportarão questões ASG.

“Levantamento realizado em 2014, com 20 seguradoras, que representam 80% do mercado, demonstrou que as companhias de seguros brasileiras estão trabalhando para a integração dos aspectos ASG em sua política de subscrição de riscos e em seus programas de engajamento para os corretores, além de estarem comprometidas com a publicação dessas iniciativas em seus relatórios”, comenta a coordenadora da cátedra, Maria de Fátima Mendes Lima.

Maria de Fátima é diretora de Sustentabilidade do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre. Formada e pós-graduada em Administração em Marketing pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), a executiva tem especialização em Marketing Direto pela Direct Marketing Association/DMA Califórnia e em Gestão Empresarial pela Universidade de Navarra da Espanha. Há 24 anos trabalha no setor de seguros.
Sobre a ANSP

A Academia Nacional de Seguros e Previdência é uma associação sem fins lucrativos, voltada para o aperfeiçoamento institucional do seguro, da previdência privada e das instituições afins. Sua estratégia de atuação contempla a pesquisa, o arquivo e a informação, sendo, portanto, um centro permanente de estudos e pesquisas. O atual Presidente da Academia é Mauro César Batista, que também é o Presidente do Sindicato das Seguradoras do Estado de S. Paulo (Sindseg-SP) e Membro do Conselho de Administração da Escola Nacional de Seguros – FUNENSEG.

Comissão de Educação deve votar seguro obrigatório para jogadores e técnicos de futebol

Fonte – Agência Senado

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) reúne-se na quarta-feira (15) para analisar uma pauta com 11 itens. Entre eles, o PLS 531/2011, de Zezé Perrella (PDT-MG), que exige a comprovação da contratação de seguro como condição para a participação de atletas e treinadores de futebol em competições. O projeto tem o parecer pela aprovação de Ana Amelia (PP-RS) e, se aprovado, poderá seguir para a análise da Câmara dos Deputados.

A legislação atual (Lei Pelé) já obriga a contratação de seguro de vida e de acidentes pessoais para os atletas por parte dos clubes. O projeto de Perrella inclui também os responsáveis técnicos das equipes.

A proposta propõe outras mudanças na Lei Pelé com o objetivo de que a importância segurada garanta direito a uma indenização mínima, correspondente ao valor anual da remuneração pactuada com os times. O projeto também cobra das federações e ligas a exigência da comprovação da contratação dos seguros para que um atleta possa participar das competições.

“Infelizmente, já ocorreram diversos casos de atletas e técnicos vítimas de colapsos e problemas de saúde, ou sofreram acidentes trágicos”, diz Perrella na defesa de sua proposta.

Ainda de acordo com o projeto, os clubes terão seis meses para se adequarem à nova exigência. Para a relatora Ana Amélia, o esporte de alto rendimento cada vez mais exige dos atletas um desempenho que diversas vezes atinge situações-limite, expondo-os a condições fisiológicas de risco.