Papa faz apelo por ação sobre mudanças climáticas

papaFonte: Reuters – Por Philip Pullella

O mundo pode ver a destruição de ecossistemas inteiros neste século se não for adotada uma ação urgente sobre as mudanças climáticas, diz o papa Francisco em um texto prévio de sua esperada encíclica sobre o meio ambiente.

Na versão italiana do documento de 192 páginas, publicada na segunda-feira pelo semanário L’Espresso, o papa novamente apoia cientistas que dizem que o aquecimento global é principalmente provocado pelo homem e os países desenvolvidos têm uma responsabilidade especial em conter uma tendência que vai prejudicar os mais pobres.

Essa posição foi contestada pelos conservadores, particularmente nos Estados Unidos, que têm feito fortes críticas ao primeiro pontífice da América Latina por tratar de questões científicas.

O Vaticano condenou o vazamento do documento, mas não negou sua autenticidade. Um porta-voz disse que ainda não era a versão final, a qual permaneceria sob embargo até seu lançamento, agendado para quinta-feira. Ainda assim, os principais jornais da Itália publicaram páginas com trechos em suas edições desta terça-feira.

“Se a tendência atual continuar, este século pode ver mudanças climáticas nunca vistas e uma destruição sem precedentes dos ecossistemas, com consequências graves para todos nós”, escreveu Francisco, de acordo com a versão obtida pela imprensa.

Ao tornar a proteção ambiental um imperativo moral, a intervenção do papa poderia estimular os 1,2 bilhão de católicos no mundo a pressionarem as autoridades em questões do meio ambiente. O papa disse querer que o documento, chamado “Laudato Si” (seja louvado), Sobre os Cuidados da Casa Comum”, seja parte do debate este ano em uma grande cúpula da ONU sobre mudança climática em Paris.

Cresce mercado de seguro de embarcações

volvoFonte: Maxpress

O crescimento do mercado náutico em Santa Catarina, com a instalação de estaleiros especializados em embarcações de passeio, fez com que o Estado se tornasse o principal foco de interesse das empresas de seguros de embarcações fora do eixo Rio-São Paulo. A multinacional Mapfre, que lidera o setor, terminou 2014 com um volume de R$ 66 milhões em volume de prêmios no Brasil e vê Santa Catarina como um mercado co m grande potencial.

A companhia patrocina uma das equipes da Volvo Ocean Race e Itajaí foi a única parada em que montou um stand próprio com atrações, de olho na vocação da região para a navegação com embarcações de passeio. Além das condições naturais, com águas mais fáceis de navegar do que no Rio Grande do Sul, por exemplo, o mercado em SC é impulsionado pela construção naval e pela proposta de novas marinas.

Carlos Polízio, superintendente de seguros náuticos do Grupo Seguradora Banco do Brasil e Mapfre, diz que o desenvolvimento do setor é acompanhado de perto pelo mercado de seguros. Até porque a qualidade da marina onde é mantida a embarcação tem interferência direta no valor das apólices.

Embora as embarcações menores, de até 30 pés, liderem o mercado, o crescimento na venda de lanchas e iates de luxo tem o próprio modelo de apólices, que no caso da Mapfre seguem o Gold, especializado em carrões. A diferença em relação ao seguro comum é a inclusão de tecnologias de bordo que são exclusivas das grandes embarcações.

Segundo Polízio, por ter modelo diferenciado de cobrança o seguro de embarcações é proporcionalmente mais barato do que o de veículos – o que faz com que a maioria dos novos compradores assegure a embarcação antes mesmo de sair do estaleiro.

A companhia estima que há hoje cerca de 40 mil embarcações passíveis de serem seguradas e abrigadas por alguma estrutura náutica no Brasil.

Resgate

Além de seguro contra todo tipo de avarias, a Mapfre inclui gratuitamente em suas apólices a cobertura de resgate de destroços – operação cara e bastante negligenciada, o que acaba resultando em restos de barcos acidentados que ficam para sempre no fundo do mar. Segundo Polízio, a cobertura atende ao programa de responsabilidade sócio-ambiental da empresa.

Transações no Internet Banking representaram 41% do total, segundo pesquisa Febraban

O consultor Francisco Galiza destaca um estudo clássico da Febraban (“Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2014”), que foi recentemente atualizado, pelo 23º ano consecutivo. O objetivo desse material é mostrar a evolução da indústria bancária nacional, especialmente nas questões relacionadas à tecnologia.

Algumas conclusões desse segmento, que são também interessantes para o mercado segurador brasileiro:

· Bancos estão em processo de transformação das agências, passando de um foco transacional para de negócios e de relacionamento com clientes. Ou seja, maior número de transações com movimentação financeira via Internet que em Agências.

· Em 2014, as transações feitas em Internet Banking representaram 41% do total, sendo o canal mais representativo. O canal Mobile Banking já representa 12% do número total de transações (contra 6% em 2013 e 2% em 2012), já sendo o quarto canal mais relevante.

· Como efeito dessa tendência, quase metade das contas correntes utilizam o Internet Banking e uma em cada quatro contas utiliza o Mobile Banking, com concentração nas transações sem movimentação financeira.

· Em 2014, as despesas e investimentos em tecnologia pelos bancos foram de R$ 21,5 bi. Nos últimos anos, esse valor teve um crescimento de 16% ao ano, acima da taxa de inflação.

Inovação é a tônica dos debates da 51a. Conferência Anual do International Insurance Society (IIS) que acontece em Nova York até o dia 17

iisComeçou ontem e vai até o dia 17 de junho a 51a. Conferência Anual do International Insurance Society (IIS), que acontece no Waldorf Astoria Hotel em New York. Entre os mais de 500 executivos de seguros do mundo, alguns brasileiros estão presentes para acompanhar as discussões desses quatro dias de debates. Entre eles, Gustavo Doria, do portal CQCS, Paulo Kato, da revista Cobertura, Maria Helena Monteiro e Renato Campos, da Escola Nacional de Seguros, o economista Claudio Contador e o presidente da Federação Nacional das Empresas de Previdência Privada (FenaPrevi), Osvaldo do Nascimento.

Há vários temas em debate, sendo a inovação a tônica do evento por ser ela a aposta de crescimento da indústria mundial de seguros, com receitas estáveis em US$ 4 trilhões nos últimos cinco anos. O investimento em inovação vai desde como usar a infinita quantidade de informações (Big Data) para criar produtos sob medida aos consumidores até como fazer esses produtos chegaram na mente do cliente no local onde ele quer ser atendido. Também consta da agenda do evento discutir com os líderes de políticas públicas líderes mundiais como a indústria de seguros pode contribuir ainda mais para o desenvolvimento sustentável em todo o mundo, protegendo vidas, renda e propriedades.

“A falta de proteção impede o crescimento econômico em muitos aspectos, e preenchê-lo irá beneficiar nossa indústria e nossa sociedade como um todo”, disse Mike Morrissey, CEO do ISS, na abertura do evento. Segundo ele, o Fórum Global Insurance é o único evento que reúne todos os líderes da indústria, executivos de todos os segmentos e de diversas empresas dos países grandes e pequenos, incluindo acadêmicos, reguladores e assessores. “Apenas um encontro dessa diversidade e inclusão pode gerar e trocar ideias que irão dar um significado que afeta nossa indústria e nosso mundo”.

O evento pode ser acompanhado no portal do IIS:

http://www.internationalinsurance.org/iis-in-the-news/

Um detalhe que me chamou a atenção na agenda do evento foi o destaque para a frase no folheto:

Free Wi-Fi sponsored by Munich Re

Muito bom isso.

Veja a a programação completa no link:

http://www.internationalinsurance.org/files/seminar_marketing/program/NY2015/New_York_Forum_Program_6.15.15.pdf

Óleo e Gás, ano de grandes desafios, segundo JLT

10500462_10205514525917465_1802448701363837478_nEspecialistas em seguros para o segmento de Óleo e Gás estão preocupados com o cenário do segmento. Trata-se de um nicho que vive uma crise internacional, com queda dos preços do petróleo, a Petrobrás, principal geradora de contratos do setor, está envolvida em uma das maiores investigações de corrupção já vista no país, e a economia brasileira está praticamente estagnada, com investimentos em banho maria. Ou seja, um cenário sombrio e com sinais de melhora só para 2018. “E mesmo assim é uma expectativa de melhora, pois ninguém pode prever como a Arábia Saudita vai ditar os preços do petróleo”, disse Luis Eduardo Duque Dutra, assessor da diretoria da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O cenário é fruto de um debate que aconteceu durante 6o. Seminário de Óleo e Gás, promovido pela corretora JLT no Rio de Janeiro, no início de junho. “A fotografia do Brasil não é boa neste momento, mas o filme é algo que promete boas emoções”, disse o embaixador britânico no Brasil, Alex Ellis, que abriu o evento. “Corretores e resseguradores tem um papel importante neste filme e cabe a vocês determinarem que tipo de atuação vão ter”, comentou, destacando que a Grã Bretanha se firmou como uma das potenciais do mundo por ser um país aberto a parceiras. “E o Brasil sempre esteve e continua no nosso radar”, afirmou.

Segundo os palestrantes, o volume de prêmios com a venda de seguros para empresas envolvidas com a exploração e produção de oleo e gás despencou no primeiro semestre deste ano. Já a expectativa de pagamento de indenizações se mostram uma incógnita no médio prazo. Apesar da farta capacidade mundial de recursos – US$ 8 bilhões, segundo Andrew Barnes, chairman de energy da JLT Specialty — a demanda está fraca e a oferta de seguros e resseguros praticamente fechada para empresas ligadas ao processo de investigação Lava Jato. “Praticamente não há negociações no setor e a saída é buscar negócios lá fora para alimentar o mercado brasileiro”, conta Adriano Oka, vice presidente da JLT Re. Os negócios captados no exterior são repassados para o mercado local, no qual o IRB Brasil RE é um dos principais clientes.

Com tal marasmo, a saída é preparar o mercado para atender a demanda do leilão da 13ª rodada de concessão de petróleo e gás, que deve ocorrer em outubro. Isso significa promover discussões que envolvam os órgãos reguladores, ANP e Susep, clientes, seguradoras e resseguradoras. No debate que encerrou o evento, com a participação de executivos Felipe Smith, da da Tokio Marine, Frank Streidl, da Zurich UK, Daniele Gugelmin, da JMalucelli e Luciano da Silva Pinto Teixeira, da ANP, ficou claro que há muito ainda a ser discutido para ajustar clausulados, ainda com erros de tradução e confusos com ajustes incorporados para obedecer exigências da Susep, da ANP e do Código de Defesa do Consumidor. “Precisamos da ajuda de todos para promover melhorias, especialmente dos clientes”, disse Smith, que também participa da comissão da FenSeg que cuida do tema.

As seguradoras especialistas se dizem prontas para ofertar o seguro dentro dos moldes que a agência pleiteia, mas concordam que é preciso tornar o clausulado mais compreensível para o cliente. Já para a rodada de pré-sal, prevista para 2016, ainda é preciso fazer alguns ajustes para que a oferta se adeque a demanda, principalmente no que diz respeito a cobertura para abandono de poço exigida pela ANP, destacou Carlos Frederico Ferreira, da Austral, citando a nova regulação da Susep 477, que inclui o novo seguro garantia financeiro contra abandono do poço. Para isso, corretores, clientes, seguradoras e Susep estão em conversações para fazer um produto sob medida para as necessidades dos envolvidos, informou Smith. Segundo os participantes, os riscos são grandes, uma vez que envolvem contrato de longo prazo e tecnologia ainda em desenvolvimento.

Segundo Rodrigo Protásio, CEO da JLT Re Brasil, o grupo busca novas oportunidades de negócios e por ter clareza do potencial do Brasil no médio e longo prazo e das oportunidades que a crise traz, tem reforçado a equipe. “Há muitas frentes de negócios. Se um segmento como o garantia de contratos e riscos de engenharia não está bem neste momento, há outros que oferecem boas oportunidades, como o garantia judicial e riscos financeiros em geral”, diz o CEO que lidera uma das principais corretoras de seguros e resseguros no mercado de energia no mundo, que tem em na carteira de clientes oito das 10 maiores empresas de petróleo do mundo. São seis especialistas dedicados ao segmento de óleo e gás e outros cinco exclusivos em gerenciamento de sinistros. A corretora disponibiliza US$ 1,7 bilhão em capacidade para os riscos relacionados à indústria por meio do IRB Brasil RE. Segundo informações do grupo, a JLT é a maior produtora do Lloyd’s of London, produzindo mais de US$ 750 milhões em prêmios.

Pacote de infraestrutura pode render bilhões em seguros

Fonte: Estadão Conteúdo

Os mais de R$ 198 bilhões do novo pacote de concessões de infraestrutura do governo, lançado na semana passada, são uma oportunidade bilionária para reaquecer o mercado de seguros de grandes riscos. Há, contudo, receio por parte de seguradoras e resseguradoras, conforme executivos ouvidos pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, quanto às obras que efetivamente sairão do papel uma vez que no passado boa parte dos empreendimentos anunciados como, por exemplo, o trem de alta velocidade (TAV), não foram executados.

Com leilões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, a segunda fase do Programa de Investimento com Logística (PIL) tende a movimentar bilhões em seguros de garantia (que garantem que uma obra seja concluída conforme previsto em contrato), de engenharia, riscos operacionais, transportes. Uma fonte diz que alguma repercussão para a indústria de seguros pode ocorrer neste ano, mas nada que mude sobremaneira o volume de negócios uma vez que boa parte dos projetos é para 2016.

Valores exatos em prêmios de seguros ainda são difíceis de serem mensurados já que um cronograma mais preciso de licitações ainda não foi divulgado e é ansiosamente aguardado pelo mercado. “Rodovias e aeroportos já têm modelos de concessão que tiveram relativo sucesso no passado e são obras mais simples, o que significa que a licitação e a contratação dos seguros devem acontecer relativamente rápido”, diz Guilherme Perondi, vice-presidente da resseguradora da alemã Allianz (AGCS).

Segundo ele, a expectativa é de que as concessões de rodovias e aeroportos gerem apólices ainda neste ano. Ferrovias e portos vão depender, conforme Perondi, do modelo final a ser adotado pelo governo. Sendo assim, 2015 pode terminar sem um volume elevado de contratos para grandes riscos. De janeiro a abril, o segmento, sem considerar aeronáutico e marítimo, não cresceu sequer 4%, com menos de R$ 2 bilhões em prêmios em 12 meses, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). A expansão vem desacelerando. No ano passado, grande risco cresceu 9,8%, abaixo do ritmo de 2013, de 13,5%.

Apesar de boa parte das obras ainda não ter projeto executivo, o anúncio do pacote de concessões foi bem recebido pelo mercado de seguros. “Os investimentos em infraestrutura são uma boa notícia. A Ace está acompanhando os desenvolvimentos do pacote para estar pronta para atender eventuais seguros desses novos projetos anunciados”, avalia Antonio Trindade, presidente da Ace Seguradora no Brasil, em entrevista ao Broadcast.

Líder em grandes riscos, a companhia americana reforçou sua aposta neste segmento ao adquirir a carteira do Itaú Unibanco no ano passado por R$ 1,5 bilhão. O investimento foi na contramão de outras empresas que, decepcionadas pelo baixo volume de negócios no setor e à exposição a riscos vultosos, preferiram deixá-lo.

A SulAmérica, que viu duas apólices bilionárias, uma da hidrelétrica de Jirau e outra de um terminal portuário da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), virarem brigas judiciais, vendeu sua carteira de grandes riscos para a francesa Axa no mês passado por R$ 135 milhões. Já a inglesa RSA, cujos rumores apontam sua saída do Brasil, também deixou este mercado, mas, preferiu deixar de renovar as apólices em vez de passá-las para as mãos de outro.

Apesar de ter frustrado a expectativa de algumas seguradoras, o segmento de grandes riscos ainda atrai interessados, como a Ace, por conta do potencial do segmento de infraestrutura no Brasil. Silvia Vergara, superintendente de seguro garantia e project finance da corretora de seguros Marsh Brasil, lembra que há menos players no segmento, mas com capacidade suficiente para segurar os bilhões em obras de infraestrutura uma vez que contam com respaldo do mercado internacional de resseguro.

Um deles é a japonesa Tokio Marine. Depois de perder a disputa pela carteira do Itaú, a seguradora ativou um plano B, com foco em crescimento orgânico, para o qual reforçou o time de executivos. “Apesar de R$ 56 bilhões estarem relacionados a projetos de difícil aceitação na iniciativa privada, como a (ferrovia) Bioceânica, há outros mais completos que vão servir de mola propulsora para o mercado de seguros de grandes riscos”, analisa José Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine no País. “Estamos preparadíssimos”, acrescenta.

Mesmo que somente parte dos R$ 198 bilhões em investimentos se tornem realidade, segundo James Hodge, diretor de construção da corretora de seguros Willis, 30% deste montante já têm força para aquecer o mercado de seguros de grande risco, que também sofreu reflexos da Operação Lava Jato com atraso em obras. Grandes projetos, de acordo com ele, sempre mudam o ritmo do mercado e há potencial de o crescimento acelerar para 30%, 40% no ano que vem. Vai depender, porém, da materialização dos mesmos.

Seguros em debate no CIAB 2015, que acontece entre 16 e 18 de junho

IMG_6917Durante a 25ª edição do Ciab FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, a trilha técnica de Seguros desenvolvida em parceria com a CNseg, debaterá importantes questões relacionadas ao mercado segurador, que, com vendas anuais superiores a R$ 200 bilhões, conquistou um espaço e tanto na economia e na rentabilidade dos bancos nos últimos anos. Por conta disso, ganhou destaque no principal evento de tecnologia bancária. Serão sete temas para compor os debates no CIAB 2015, organizadas pela Confederação das Seguradoras (CNseg).

Levar o produto para o consumidor no canal que ele quer ser atendido é, sem sombra de dúvidas, a prioridade do setor. Isso desencadeia uma enorme agenda de mudanças, que será debatida no painel Mercado Segurador, desafios e oportunidades, com participação de Alexandre Leal, presidente da comissão de TI da CNseg e um dos responsáveis pela estruturação da Trilha de Seguros.

Segundo Leal, desde que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) regulamentou a venda de seguros por meios remotos, como computadores, tabletes e celular, um mundo novo surgiu dentro das seguradoras. “A venda por meio do celular nos ajuda nesse processo com a redução do custo de aquisição dos seguros, o que vai contribuir para aumentar o volume de captações uma vez passamos a ter oportunidades e desafios de acessar camadas de população que não estão sendo atendidas”, diz.

Eugênio Velasques, diretor do Bradesco, será um dos palestrantes do painel “Desafios da distribuição de seguros”, que acontece no dia 18 de junho, das 11h30 às 12h45. “É como criar um novo mundo. Toda a plataforma tem de ser alterada para olhar para o cliente. Produtos tem de se tornar mais simples de serem entendidos e a burocracia e a emissão de papéis têm de ser eliminadas. Organizar sistemas para viabilizar a integração de todos os processos da cadeia de venda é trabalhoso e requer investimentos financeiros, de tempo e também em talentos”, comenta.

Mas todos sabem que esse caminho digital requer muitos cuidados. Desde a proteção do consumidor, como também do próprio mercado para questões especificas. “É preciso investir em educação financeira para que o cliente, que muitas vezes faz compra por impulso, saiba exatamente o que está adquirindo”, destaca Leal. Também é preciso criar sistemas de proteção às informações transacionadas para combater fraudes e gerenciar riscos.

Um mundo totalmente conectado tem um lado positivo e todas as precações precisam ser tomadas para atuar nesse mercado digital com mais segurança que tem de tomar para entrar nesse mercado. Esse assunto será debatido nos dois painéis da tarde do dia 17: “Consumidor e a proteção do mercado” e “Prevenção e combate à fraude em gerenciamento de riscos: Avanços e desafios”.

Todas essas transformações exigem um grande esforço das companhias de seguros e por isso serão abordadas nos painéis “Transformação digital: qual o impacto nas seguradoras” e “Integração de plataformas de TI em seguradoras, previstas para a tarde do dia 18.

A Trilha de Seguros acontece simultaneamente aos painéis sobre operações bancárias e meios de pagamentos. O Ciab FEBRABAN será realizado entre os dias 16 e 18 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Esse ano, além da trilha de Bancos internacionais, o evento contará ainda com outras quatro trilhas focadas em Segurança da Informação, TI e Telecom; Meios de Pagamentos; além da de Seguros.

Para ler a edição 57 da revista Ciab Febraban, acesse: https://issuu.com/revistaciab/docs/revista_ciab_57_jun15_?e=0

Para conferir a programação completa, acesse: www.ciab.org.br

ANOTE NA AGENDA:

Ciab FEBRABAN
Data: 16 a 18 de junho de 2015
Local: Transamérica Expo Center (Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro)
Site:http://www.ciab.org.br
Credenciamento para imprensa:ciab@s2publicom.com.br

Sobre o CIAB FEBRABAN

O CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras – é o maior evento da América Latina tanto para o setor financeiro quanto para a área de tecnologia.

Foi criado em 1990 e desde a sua primeira edição, em 1991, vem incentivando o desenvolvimento da tecnologia e inovação bancária. Anualmente, o congresso reúne público de aproximadamente 15 mil pessoas. Apresenta cerca de 120 personalidades entre conferencistas e debatedores em mais de 30 painéis.

Cresce a procura por seguro de RC por profissionais da área médica

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Ainda pouco conhecido no Brasil, a procura pelo seguro de responsabilidade civil para profissionais liberais médicos e dentistas vem crescendo. Nos últimos três anos, a Mapfre Seguros, marca do grupo segurador BB e Mapfre, registrou aumento de 26% na comercialização de apólices do Responsabilidade Civil Profissional.

Esse tipo de seguro garante o reembolso das despesas por condenações judiciais quando o profissional causa danos a terceiros. A cobertura do seguro, no entanto, é restrita a processos por erros ou omissões do profissional no exercício da sua atividade.

“A área de saúde é de uma complexidade muito grande e esses profissionais podem sofrer consequências de ações judiciais. O produto garante o valor da condenação ou o valor do acordo extra judicial até o limite de garantia contratado, incluindo honorários e custas do processo”, explica Danilo Silveira, superintendente executivo de seguros tradicionais.

A apólice cobre o valor de até R$ 600 mil, e estende-se a profissionais médicos, dentistas, veterinários, fisioterapeutas, farmacêuticos e enfermeiros.

Lei de Contrato de Seguro será tema de palestra na APTS, dia 17 de junho

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O presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), Ernesto Tzirulnik, participará do ciclo de Palestras do Meio-Dia da APTS, dia 17 de junho, apresentando o tema “Lei de contrato de seguro: nenhum passo atrás”.

“O IBDS está certo de que o Brasil, por sua grandiosidade tanto nas virtudes quanto nos vícios, demanda e merece uma lei de contrato de seguro efetivamente democrática, que proporcione a regulação da atividade securitária com vistas ao bem de todos”, defende Tzirulnik, que é coordenador da comissão elaboradora dos anteprojetos Lei de Contrato de Seguro – PLS 3.555/2004, 8.034/2010, 8.290/2014 e PLS 477/2013.

O projeto de lei original (PL 3.555/2004), apresentado pelo então deputado federal José Eduardo Cardozo, atual ministro da Justiça, passou por diversas modificações. As principais mudanças estão relacionadas em quadro comparativo produzido pelo IBDS.

Serviço

Palestra do Meio-Dia “Lei de contrato de seguro: nenhum passo atrás”

Apresentação: Ernesto Tzirulnik

Data: 17 de junho, das 12h às 13h30

Local: sede da APTS, no Largo do Paissandu, nº 72, 17º andar, conj. 1704, centro, S. Paulo (SP)

Informações e inscrições: pelo e-mail: apts@apts.org.br e telefones (11) 3227 4217 e 3229 6503

AIG lança campanha para alavancar venda de seguro de carro

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A American International Group, Inc. (AIG), uma organização internacional, líder no mercado securitário e que presta serviços a clientes em mais de 100 países e jurisdições, inova mais uma vez e apresenta sua nova campanha publicitária “Carros da sua Vida”. O objetivo da companhia é reforçar a estratégia comercial de seguros para automóveis e aumentar sua participação no segmento de seguros voltados para o consumidor final. Com peças para TV, mobiliário urbano, ações de merchandising, mídia digital e impressa, a campanha mostra o vínculo emocional entre o carro e os bons momentos vividos por seus proprietários, em que os carros têm participação como fio condutor, ressaltando que o melhor de cada automóvel são as histórias e as emoções que eles carregam.

A campanha “Carros da sua vida” será veiculada em fases. No primeiro momento, a partir do dia 14 de junho, recebem a comunicação os mercados do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Goiás e o lançamento será por meio do filme publicitário no intervalo do Fantástico, da Rede Globo. Posteriormente, chegará aos demais Estados da Região Sudeste e às praças do Nordeste.

O Seguro Auto AIG apresenta um modelo de negócios ágil para corretores e clientes, com o apoio de uma plataforma de cotação online simplificado e com com questionário de risco objetivo. O produto será comercializado por meio dos diversos canais de distribuição e sempre com o corretor de seguros.

“No Brasil, existe muito espaço para crescer no segmento de seguros para automóveis. Por isso, a AIG está focando seus esforços para oferecer um produto que venha, de fato, ao encontro das necessidades do cliente final”, afirma Gisele Riglia, responsável pelo produto Seguro Auto AIG.

A AIG atende clientes comerciais, institucionais e individuais por uma das maiores redes internacionais de seguros de propriedade e de acidentes no setor de seguradoras e usará sua expertise e reputação para crescer no segmento de automóveis, equilibrando o portfólio para pessoas físicas. “Carros da sua vida é um marco na comunicação da AIG voltada aos produtos para o mercado de pessoas físicas. Estamos muito otimistas com esta campanha”, ressalta Fabio Protásio Oliveira, Diretor de Linhas de Consumo da AIG Brasil.