Certificação Profissional contará com 3 níveis

funsenseg logofonte: CNseg

A CNseg acaba de lançar seu Programa de Certificação Profissional, que tem o objetivo de reconhecer e aprimorar a qualificação técnica da mão de obra do setor de seguros por meio de avaliações objetivas de conhecimento.

Trata-se de uma iniciativa há muito almejada pelos profissionais do nosso mercado, seguindo o exemplo de mercados amadurecidos que oferecem certificação profissionais de diferentes níveis e para diversas atividades do setor segurador, como é o caso do Chartered Insurance Institute – CII, do Reino Unido, e do The Institutes dos EEUU.

A Certificação Profissional CNseg, ou CPC, se dará por meio de exame presencial que exigirá um nível de conhecimento abrangente sobre o mercado de seguros, capitalização, previdência complementar aberta e saúde suplementar.

Destinado a profissionais que atuem ou queiram atuar no segmento, com potencial para desempenhar cargos superiores nas empresas e instituições do mercado, o CPC terá os exames realizados pela Escola Nacional de Seguros, que será a responsável pela preparação das provas, aplicação, divulgação dos resultados e manutenção dos registros de aprovados e reprovados. Já a concessão dos certificados ficará a cargo da CNseg.

A Certificação contará com um nível pleno (CPC 1), nível avançado (CPC 2) e nível especializado (CPC 3), que abrangerá carteiras e especialidades relevantes.

O exame será constituído por 50 questões de múltipla escolha, devendo o candidato apresentar nota 70 no total das disciplinas, com o mínimo de 60% de acertos em cada uma delas.

A grade curricular para o CPC 1 já está definida (disponível abaixo), bem como a data do primeiro exame, que será em 21 de outubro, simultaneamente no Rio de Janeiro e em São Paulo. As inscrições para esse primeiro exame serão realizadas de 17 de agosto a 18 de setembro.

A Escola Nacional de Seguros já se organiza para o lançamento do curso preparatório (opcional) para o CPC 1, que ocorrerá em 2016, primeiramente em formato presencial e, posteriormente, em formato EaD (ensino a distância).

Conhecimentos exigidos para o CPC 1 e respectivos pesos:

* Estrutura dos Sistemas de Seguros Gerais, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Saúde Suplementar (nota máxima 10, peso 2) 2.

* Aspectos Legais e Regulamentares (nota máxima 10, peso 2)

* Ética, Ouvidoria, Aspectos Contábeis e Financeiros, Controle Interno (nota máxima 10, peso 2)

* Canais de Distribuição de Seguros (nota máxima 10, peso 1)

* Operações de Seguros (nota máxima 10, peso 3) Programa de Certificação Profissional

A bibliografia será baseada na legislação vigente e nas publicações atualizadas.

BB Seguridade indica que prêmios encolherão em 2015

Fonte: Agência Estado

A BB Seguridade, holding que controla os negócios de seguros do Banco do Brasil, trabalha com um cenário de desaceleração suave de prêmios e arrecadações nos próximos trimestres, mas considera ser cedo para mexer em suas projeções de desempenho. O resultado financeiro deve continuar com relevância nos números das coligadas à medida que a taxa de juros continue em trajetória ascendente, mas não deve galgar uma posição muito superior ao patamar recorde de 31% alcançado ao final de março.

“De fato, o primeiro trimestre foi bastante positivo. Nosso retorno foi elevado e tudo indica que será um bom segundo trimestre, mas no meio do ano teremos sinais suficientes para alterar os guidances”, disse Werner Suffert, diretor financeiro e de RI da BB Seguridade, em entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

O lucro líquido da BB Seguridade cresceu 46,3% no primeiro trimestre em um ano, totalizando R$ 949 milhões. O número agradou a analistas do mercado, que já começaram a cogitar a possibilidade de uma revisão para cima. Isso porque a expectativa da holding é encerrar o ano com a última linha do balanço entre R$ 3,6 bilhões e R$ 3,9 bilhões, intervalo correspondente a um avanço de no mínimo 12% e no máximo 21%.

A possível revisão de suas projeções só vai se concretizar, de acordo com Suffert, caso a BB Seguridade identifique uma mudança relevante no desempenho das linhas projetadas. “Não faz sentido mudar a faixa de lucro, por exemplo, para R$ 3,8 bilhões a R$ 4 bilhões. Mais importante do que o número é a sustentabilidade do resultado”, explicou ele.

Sobre o baixo desempenho da BB Mapfre SH1, que responde pelos prêmios de vida, habitacional e rural, o executivo disse que o primeiro trimestre deste ano foi impactado pela ausência do programa pré-custeio da safra, realizado no mesmo período de 2014 e que antecipou contratações no seguro agrícola para o início do ano. Esse fluxo, segundo ele, deve ocorrer no segundo semestre, contribuindo para alcançar a meta de crescimento de 15% a 21% neste ano.

Em previdência privada, a BB Seguridade, conforme seu diretor financeiro, está bem tranquilo. As reservas de planos PGBL e VGBL cresceram 40,8% no primeiro trimestre ante um ano contra intervalo projetado de aumento de 27% a 36% em 2015. O período, porém, foi beneficiado por uma menor atividade em igual intervalo do exercício de 2014, quando o segmento ainda se recuperava dos reflexos que teve com a inversão da curva de juros que geraram saques no setor.

O crescimento de previdência privada tende a normalizar daqui para frente, de acordo com Suffert, uma vez que em abril do ano passado o setor já tinha retomado o patamar tradicional de arrecadações. Isso deve refletir no desempenho dos prêmios e contribuições ao longo dos próximos trimestres.

De janeiro a março, as receitas totais das coligadas de seguros, previdência e capitalização superaram a marca de R$ 13,5 bilhões no trimestre, registrando crescimento de 35% sobre o primeiro trimestre de 2014. “Esperamos um desaceleração suave mais em função da performance em 2014. O desempenho macroeconômico do País tem impacto, mas não é relevante, não muda projeções. Estamos em atenção com isso e disponibilizamos novos produtos para compensar”, afirmou Suffert.

A BB Seguridade encerrou março com R$ 7,765 bilhões em ativos totais, montante 14,6% maior que o registrado no mesmo intervalo do ano passado, de R$ 6,776 bilhões. O patrimônio líquido da companhia somou R$ 7,8 bilhões ao final de março de 2015, aumento de 14,6%. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio foi a 63,7%, expansão de 16,6 pontos porcentuais.

Zurich e Munich Re divulgam resultados

A Zurich divulgou os resultados do primeiro trimestre do ano, com lucro operacional de U$1,29 bilhão, queda diante do resultado de U$1,38 bilhão do mesmo período do ano passado. As vendas também registraram queda, de US$ 19,3 bilhões para US$ 18,7 bilhões nos período analisados.

A Munich Re divulgou lucro líquido de € 790 milhões no primeiro trimestre do ano, queda de 16% frente aos € 941 milhões do mesmo período em 2014. Os prêmios ultrapassaram € 13 bilhões no período, pouco acima dos € 12.,9 bilhões do primeiro trimestre do ano passado. O lucro alvo para o ano está mantido entre € 2,5 bilhões e € 3 bilhões.

Conselho do IRB Brasil RE aprova desdobramento de ações

IRB logoO Conselho do IRB Brasil RE aprovou o desdobramento das 300 ações de mesma classe a uma, com exceção da Golden Share, preferencial da União. Uma golden share, também conhecida como ação de ouro, é uma participação acionista detida pelo Estado, que apesar de ser minoritária confere poderes especiais, como o poder de eleger um terço do número total de administradores, incluindo o presidente. Além disso, essa ação permite ao governo ter capacidade de veto sobre alterações de estatutos, aumentos de capital ou emissão de obrigações e outros títulos de crédito. Os direitos especiais também incluem à definição da estratégia e políticas que a empresa segue, bem como lhe dão uma palavra determinante na compra e venda de empresas.

A golden share surgiu em junho do ano passado, quando o conselho aprovou aumento de capital do ressegurador local, com a União e o Banco do Brasil com 48% e o restante dividido entre Bradesco Seguros, Itaú Seguros, e o Fundo de Investimento de Participações Caixa Barcelona.

Veja a íntegra do aviso aos acionistas publicado nesta quinta-feira

IRB-Brasil Resseguros

( Conselho de Administração)

CNPJ no 33.376.989/0001-91

Aviso aos Acionistas

Informamos aos Senhores Acionistas que a 47ª Assembléia Geral Extraordinária de Acionistas, realizada em 29.12.2014 aprovou o desdobramento das ações de emissão do IRB Brasil RE, à razão de 1 (uma) ação atualmente existente em 300 ações de mesma classe, excetuando-se, para fins do referido desdobramento, a ação preferencial de classe especial de titularidade da União (“Golden Share”) com a consequente alteração do Estatuto Social da Companhia para refletir a modificação da quantidade de ações em que se divide o capital social da Companhia, o qual passa a ser constituído de 312.000.000 de ações ordinárias e a “Golden Share”, todas escriturais, nominativas e sem valor nominal. O ato societário lavrado em decorrência da referida Assembleia já se encontra homologado pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). O desdobramento não implica alteração da expressão monetária do capital social, não havendo, portanto, modificação do montante financeiro e da participação do acionista no capital da Companhia. As ações decorrentes do desdobramento conferirão aos seus titulares os mesmos direitos das ações que possuíam antes do desdobramento.

Rio de Janeiro, 4 de maio de 2015.

LEONARDO ANDRÉ PAIXÃO

Presidente do IRB

João Bosco, diretor comercial, deixa Zurich Brasil

zurich_Logo_4c [Konvertiert]Mais mudanças na Zurich, que anda muda e calada desde que reorganizaram os executivos do front, em outubro do ano passado. A notícia da semana é a saída de João Bosco Medeiros, diretor executivo comercial. Ele estava no grupo desde julho de 2011. Segundo nota enviada aos funcionários, ele parte para novos desafios, “com efeito imediato”. Até que um novo executivo seja nomeado, o time comercial se reportará a Walter Pereira, diretor de multirriscos e equipamentos.

Dados consolidados do grupo, pela consultoria Siscorp com base nas estatísticas da Susep, revelam que o grupo registrou faturamento de R$ 9,2 bilhões em 2014 e lucrou R$ 384 milhões, ocupando a quinta colocação no ranking do setor (sem saúde). Em VGBL, a quarta maior, com contribuições de R$ 3,5 bilhões. Em automóveis, a décima maior, com vendas de R$ 652 milhões no ano passado, o equivalente a 2% de market share. Em seguros patrimoniais, a terceira maior, com R$ 1, 2 bilhão. Em DPVAT, a quarta do ranking, com R$ 251 milhões. Em responsabilidade civil, a segunda maior, com R$ 149 milhões.

A seguradora suíça, por sua especialização, participou de vários contratos de obras de infraestrutura no Brasil, bem como é uma das principais em seguros financeiros, como seguro garantia e Directors & Officers. Inovou em seguros para pequenas e médias empresas nos últimos dois anos e acelerou em automóveis. Foi a seguradora contratada para as obras do Maracanã (Rio de Janeiro), Arena Fonte Nova (Salvador) e Mané Garrincha (Brasília). As modalidades contratadas foram Responsabilidade Civil e, principalmente, Riscos de Engenharia, que cobre danos e prejuízos durante a execução da obra. Somados, o valor em risco dos projetos chega a cerca de R$ 1,9 bilhão.

O grupo apostou ainda mais no Brasil em outubro do ano passado ao concordar em pagar R$ 850 milhões para ser a seguradora responsável por vender seguro garantia estendida nas mil lojas das duas redes varejistas da Via Varejo, Casas Bahia e Ponto Frio. A expectativa, na época, era obter um volume de prêmios estimado em mais de R$ 1,3 bilhão no primeiro ano. No entanto, diante da queda das vendas do comércio com a crise e multas do Ministério Público aplicadas na Via Varejo acusada de venda casada, será preciso muito esforço para prosseguir com a meta de venda.

O blog Sonho Seguro não conseguiu falar com a Zurich até o fechamento deste post. Vamos aguardar as novidades. Com certeza a nova diretoria está se posicionando e logo divulgará as suas estratégias para 2015.

Corretores e Assessorias de Pernambuco celebram parceria com a Tokio Marine

Release

Um reencontro entre amigos. Este foi o clima que marcou no dia 5 de maio a etapa Recife do primeiro Fórum que a Tokio Marine Seguradora promove em parte do Nordeste. Cerca de 130 convidados, entre Corretores e Assessorias do estado de Pernambuco, marcaram presença no encontro com o presidente José Adalberto Ferrara e mais cinco diretores da Companhia, no Arcádia Boa Viagem. Na plateia, muitos parceiros das categorias Ouro e Diamante do Programa Nosso Corretor.

Ao saudar os participantes, o Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, destacou a grande alegria em rever os parceiros e agradeceu a generosidade com a qual eles tratam a Tokio Marine. “Vocês são profissionais da mais alta competência, mas acima disso, são pessoas extremamente gentis e carinhosas, com as quais temos o maior prazer em nos relacionar”, afirmou. Em sua fala, ele reforçou ainda a atuação da Seguradora na área de Grandes Riscos e informou à plateia sobre a campanha de mídia que entrou no ar em abril e é mais um reforço para facilitar o processo de vendas dos Corretores.

Junto com mais quatro colegas, Julliano Martins, da Assessoria Petroreal, saiu de Petrolina, a 800 quilômetros da capital pernambucana, para prestigiar o encontro. “A Tokio Marine nos acolhe com muito carinho, atenção e conhecimento sobre as necessidades da nossa região, no Vale do São Francisco. Por isso, fizemos questão de comparecer”, declarou Martins, parceiro da seguradora há 14 anos. Para o corretor Janduhy Melo, que atua fortemente na carteira de Vida, entre outras, a Companhia provê o suporte necessário para a realização de negócios. “Temos hoje uma relação muito forte e queremos desenvolver agora um trabalho intenso no AP Educacional”, afirmou.

Ao agradecer a presença da alta diretoria da Seguradora, a presidente do Sincor – PE, Claudia Cândido Diniz, destacou a importância do Fórum para o fortalecimento do mercado segurador local. “Com este tipo de ação, temos a oportunidade, por exemplo, de pensar no desenvolvimento de novos produtos e tecnologias para ampliar as vendas”, disse.

A Sucursal da Tokio Marine em Recife, comandada pelo Gestor Executivo Leandro Vasco, tem apresentado um ótimo desempenho. Cresceu 7,5% no primeiro trimestre de 2015 com relação ao ano anterior, saindo de uma produção de R$ 12,4 milhões para R$ 13,3 milhões. Neste período, os destaques foram o crescimento do produto Auto Frota (21,3%), da carteira de Ramos Diversos Massificados – Residencial e Condomínio (81,4%), Ramos Diversos Demais (235,8%), Transportes (65,2%) e Empresarial (33,7%). Atualmente, a Companhia é a primeira da região nas carteiras de Riscos Nomeados, Responsabilidade Civil Geral e Transporte Nacional.

A programação do Fórum que a Tokio Marine promove no Nordeste inclui ainda ações Natal e Salvador.

Bebê símbolo dos 450 anos do Rio de Janeiro ganha previdência até os 50 anos

Arthur em casa, Icatu, Ag 3Release

Com uma ação chamada “O Arthur vai amar”, a Icatu Seguros vai investir em um plano de previdência privada para o menino Arthur, bebê que se tornou símbolo dos 450 anos do Rio de Janeiro por ter nascido na primeira hora do aniversário da cidade. A seguradora assumiu o compromisso de contribuir para o plano do neném até ele completar 50 anos, quando a Cidade Maravilhosa completará 500 anos.

“É uma ação que mostra que somos uma empresa sólida e comprometida com o longo prazo. Além disso, queremos impactar as pessoas sobre a importância de iniciar o planejamento do futuro, principalmente quanto temos o tempo como aliado, como fizemos na ação Bebês da Virada, na qual premiamos 20 bebês de todo o Brasil nascidos na virada do ano com uma previdência no valor de 2015 reais” – afirma Aura Rebelo, diretora de Marketing e Canais da Icatu Seguros.

A Icatu Seguros vai investir anualmente R$ 1.200,00 no PrevJunior de Arthur, plano de previdência da seguradora feito para crianças. Ao completar 50 anos, Arthur terá aproximadamente R$ 378 mil* (*simulação feita com juros reais e rentabilidade anual estimada de 6%), uma reserva financeira que lhe dará uma boa segurança para a realização dos seus projetos.

Antônio Aurélio Lima da Silva, pai do Arthur, conta que a família ficou surpresa com a novidade. “O Arthur nasceu com sorte. Estamos muito felizes e vamos pensar no futuro dele daqui para frente. Esse dinheiro é uma garantia, estará guardado para quando ele precisar. Vamos aconselha-lo a investir bem, como para custear os estudos” – afirma o novo papai.

A campanha “O Arthur vai amar”

Criada pela Agência 3, a ideia é engajar o público na campanha. Por meio da #oarthurvaiamar, o intuito é incentivar as pessoas a enviarem pelas redes sociais os motivos pelos quais o Arthur vai amar ter nascido no Rio de Janeiro. Todas essas sugestões vão virar uma campanha de posts no Facebook com fotos do Arthur e da cidade. Já no segundo momento haverá uma gravação de vídeos e uma sessão de fotos do Arthur com as sugestões escolhidas.

Quem quiser acompanhar a trajetória de Arthur, basta acessar: www.bebedos450.com.br

Jorge de Souza Andrade assume presidência da Capemisa

O executivo Jorge de Souza Andrade assumiu, no dia 04/05, a presidência da Capemisa Seguradora. Jorge Andrade era o diretor da área de Pós-Vendas da seguradora, desde 2008. Ele tem uma sólida carreira na organização, onde já trabalha há 42 anos. José Augusto Tatagiba, que ocupava a presidência até a presente data, deixa o cargo por uma decisão pessoal.

Lucro líquido da Porto Seguro cresce 51% no 1o. trimestre de 2015

Porto-Seguro-logoA Porto Seguros divulgou lucro líquido de R$ 231 milhões no primeiro trimestre de 2015, 50% superior ao resultado do mesmo período do ano anterior, fruto de um melhor desempenho operacional e financeiro. O ROAE atingiu 17,8% (+5,3 p.p.), sem business combination.

As receitas totais e os prêmios de seguros da companhia cresceram 16% e 14%, respectivamente. Na operação de seguros, destaque para o crescimento dos segmentos de automóvel e patrimonial no 1T15 em cerca de 13% e 20%, respectivamente. No segmento de automóvel da marca Azul e nos produtos Residencial e Empresarial da marca Porto, os prêmios evoluíram mais de 25%. A frota segurada atingiu 5,1 milhões de veículos (+8%), um incremento anual de 377 mil itens e o número de residências atingiu 2,3 milhões, uma evolução de 23%.

O desempenho operacional demonstrado pelo índice combinado atingiu 97,3% no trimestre, uma melhora de 1,5 p.p., basicamente explicado pela redução na sinistralidade dos seguros de automóvel e saúde em mais de 3 p.p..Em relação as despesas administrativas, o índice de D.A obteve um decréscimo de 0,3 p.p. devido aos esforços contínuos para a otimização da operação.

Nos negócios financeiros e serviços, as receitas trimestrais cresceram 27%, impulsionadas principalmente pela evolução das receitas de operações de crédito (cartão de crédito e financiamento), que se expandiram em 34% no período. O número de cartões de crédito atingiu 1,7 milhão de unidades, um acréscimo de 270 mil cartões.

O resultado financeiro do 1T15 apresentou um aumento de 30%, atingindo R$ 272 milhões, favorecido pelos investimentos em títulos indexados a inflação que apresentaram uma performance acima do índice de referência e pelo maior CDI médio no trimestre (+17% vs. 1T14). A rentabilidade das aplicações financeiras foi de 2,98% (106% do CDI), excluindo-se os recursos previdenciários.

Analistas especulam sobre venda do HSBC. E a seguradora, como fica?

Fonte: CQCS

Muito tem se falado sobre a venda do banco HSBC no Brasil, que tem uma participação de apenas 2% nos ativos. Mas nada se fala do braço segurador do grupo inglês, que atua em capitalização, previdência e vida de forma direta, e disponibiliza o balcão de vendas para parceiras em seguros gerais, como automóvel, residência riscos empresariais entre outros. A HSBC Seguros encerrou 2014 com R$ 804 milhões em prêmios com VGBL e lucro líquido de R$ 403,8 milhões. Só o resultado operacional ficou em R$ 605 milhões. Em outros produtos de previdência, consolidados na HSBC Previdência, o grupo registrou contribuições de R$ 1,6 bilhão em 2014 e lucro de R$ 104 milhões, segundo dados registrados no site da Susep.

Segundo informou relatório do Deutsche Bank, a aquisição poderia adicionar valor para bancos com Santander, BTG Pacutal, Citibank e Inbursa, do investidor mexicano Carlos Slim, que tem se enveredado para a área financeira.

A seguradora alemã HDI tem a preferência na venda de seguro automóvel no HSBC, mas não a exclusividade. Divide o balcão com outros nomes, como SulAmérica. Vamos acompanhar e ver como ficará essa história.