Editora Roncarati comemora sucesso do primeiro curso de seguros

cristina roncaratiPor Márcia Alves

A expectativa de crescimento dos seguros D&O e E&O e, possivelmente, do aumento de sinistralidade, atraíram profissionais de diversas categorias para o primeiro curso oferecido pela Editora Roncarati nessa área. O curso “Noções Essenciais de D&O e E&O”, realizado no último dia 30 de junho, em São Paulo, teve lotação máxima, inclusive com participantes de outros estados, além de avaliação positiva dos alunos. “Superou nossas expectativas”, comemorou Christina Roncarati. Ela adianta que até o fim do ano outros cursos serão oferecidos pela editora.

Entre os diversos corretores de seguros da turma do primeiro curso, Milton Maldonado, do Grupo Elo Brazil, revelou que sua expectativa era realizar novos negócios na área de linhas financeiras. “A procura pelo seguro D&O está aumentando e a tendência é de crescimento da demanda. Por isso, quis realizar o curso para aumentar meu conhecimento sobre esses seguros e prospectar mais clientes”, disse.

Para Rodrigo de Mello Junqueira, da Euroamerica Corretora de Seguros, conhecer mais a fundo o D&O ajudará no desempenho de sua atividade. “Alguns detalhes que não percebemos no dia a dia, mas são importantes, foram transmitidos de forma objetiva pelo curso. Este é o caso, por exemplo, do alcance da cobertura para empresas adquiridas.

Najila Santos Costa, da TRR Securitas Corretora de Seguros, também destacou a importância do novo aprendizado. “Atuo diretamente na área de seguros de linhas financeiras e não tenho formação em Direito. Daí porque, entender melhor as coberturas, produtos e, principalmente, legislação de D&O e E&O, é extremamente importante para mim”, disse.

A aplicação de franquia no D&O, um dos temas abordados no curso, foi o que interessou o advogado Wagner Cardoso da Silva, da Zurich Seguros. “Conhecer bem a matéria é importante para a venda correta desse seguro e, ainda, para evitar litígios. Algumas vezes, surgem dúvidas a respeito da aplicação de franquia na cobertura C e do valor do limite máximo, que geram muitas discussões”, afirmou.

O aumento de sinistralidade de D&O, reflexo dos desdobramentos da Operação Lava-Jato, despertou o interesse do consultor da Unique, Carlos Henrique Pinto. Ele revelou que muitos de seus clientes sofreram perdas nessa área. Segundo a instrutora do curso, Thabata Najdek, Underwriter Financial Lines na Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), depois do estouro do escândalo da Petrobras, algumas construtoras tentaram contratar na última hora o seguro D&O. “Muitas temiam ser envolvidas no escândalo”, disse.

Mas, boa parte das empresas denunciadas pela Operação Lava-Jato possui o seguro. “Este é motivo de alta da sinistralidade em D&O, já que os valores adiantados pelas seguradoras para o pagamento de custos de defesa são elevados, na faixa de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões em cada caso”, disse. Ela frisou, entretanto, que em caso de condenação judicial do segurado, os valores indenizados deverão ser devolvidos.

Entre as diversas questões abordadas no curso, Thabata também tratou da exclusão de cobertura para multas e penalidades, determinada pelas regras de D&O. Mas, alertou os alunos para que fiquem atentos aos textos das apólices. “A cláusula de exclusão de multas e penalidades deve conter a ressalva ‘exceto os custos de defesa’, porque, caso contrário, não haverá cobertura nem para isso”, disse.

RSA Seguros anuncia novos superintendentes na unidade de Transportes

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A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, anuncia os executivos Marcio Santos como novo Superintendente Comercial de Transportes e Claudinei Costa como Superintendente de Subscrição de Transportes da Companhia.

Os executivos terão como desafio a atuação ainda mais próxima aos corretores na prospecção e no desenho de contas e atendimento diferenciado a corretores e clientes, garantindo, assim, melhores condições no fechamento e na gestão das contas. Marcio e Claudinei se reportarão interinamente a Thomas Batt, CEO da RSA Seguros no Brasil.

De acordo com Thomas, a RSA Seguros tem como política investir em talentos internos e valorizar seus funcionários nas oportunidades de crescimento profissional na Companhia. “Santos está na RSA Seguros desde 2003 e Costa, desde 2007. Ambos sempre tiveram importantes papeis para o nosso negócio e a escolha dos profissionais para os cargos foi natural”, comenta o CEO.

Atualmente, a carteira de Transportes da RSA Seguros é composta por mais de 40 profissionais e conta ainda com outros 22 funcionários dedicados de outras áreas, como Sinistros, Operações e Tecnologia. Ao todo, mais de 60 profissionais lidam diariamente com a unidade de negócios e oferecem os melhores atendimento e soluções em seguros de Transportes.

Outra mudança na unidade de negócio foi a saída do executivo Adailton Dias, que ocupava o posto de Diretor de Transportes da RSA Seguros no Brasil.

Há mais de 60 anos no mercado brasileiro, a RSA Seguros atua com foco em seguros corporativos e de afinidades. No País, a Companhia disponibiliza coberturas sob medida para Frota de Automóveis, Pequenas e Médias Empresas, Transportes e Afinidades, além de facilidade de processos, ferramentas de cotação e emissão na ponta, agilidade na resolução do sinistro, diferenciais em assistências e benefícios, e pacotes de cobertura diferenciados para diversos tipos de atividades.

O grupo RSA possui 19 milhões de clientes e está presente em mais de 140 países. Com mais de 300 anos de atuação no segmento, a Companhia apresenta iniciativas pioneiras, soluções de qualidade e excelência na prestação de serviços.

Mercado segurador registra vendas de R$ 71,1 bi até maio

icones seguroO mercado segurador registrou lucro líquido não consolidado tecnicamente de quase R$ 8,1 bilhões de janeiro a maio de 2015, 13,7% acima dos R$ 7,1 bilhões do mesmo período de 2014. Excluindo o resultado de coligadas e controladas, o lucro operacional já descontado os tributos, totaliza R$ 5,2 bilhões até maio, 22,9% acima dos R$ 4,2 bilhões de 2014, segundo análise dos dados estatísticos divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) feita pelo consultor Luiz Roberto Castiglione. Ele ressalta, no entanto, que no mês de maio de 2015 o mercado teve um prejuízo de R$ 100 milhões. “Algo inédito”, comenta na análise.

O índice combinado foi 89,70% sobre dos prêmios e contribuições ganhas contra 89,13% do ano passado. A margem de seguros foi equivalente 20,5% dos prêmios ganhos contra 20,6% de 2014. Já a margem de previdência tradicional + VGBL + PGBL representou 10,3% das rendas e contribuições contra 10,8% do ano passado. O conjunto obteve uma margem global equivalente 30,3% dos prêmios e contribuições ganhas contra 29,4% de 2014.

O volume de produção, considerando o VGBL, somou R$ 71,1 bilhões de janeiro a maio, 15,2% acima dos R$ 61,7 bilhões do mesmo período de 2014. Excluindo o VGBL, o total de vendas em seguros passa a ser de R$ 38 bilhões, crescimento nominal de 5,6% acima dos R$ 36 bilhões. Se considerarmos a inflação dos últimos doze meses (IPCA 8,47%), o setor decresceu em termos reais.

No segmento de seguros, o consultor destaque que mercado apurou uma sinistralidade de 50,5% dos prêmios ganhos em 2015 contra 50,9% do ano passado. “Cabe lembrar que os prêmios ganhos atuais ainda consideram o RUN ON de 2014 e com a queda na atividade econômica a precificação se tornará mais acurada além, obviamente, do repasse da inflação”, comenta.

As despesas de comercialização apresentaram elevação, fruto, provavelmente, do acirramento da concorrência por vendas. “Com isso a Margem de Seguros representou 20,5% dos prêmios ganhos em 2015 contra 20,6% do ano passado”, analisa.

O segmento de Previdência e VGBL também apresentou um maior impacto de provisões técnicas em função do crescimento do VGBL. Com isso sua margem ao final representou 10,3% das rendas e contribuições contra 10,8% de 2014. Com a perda do poder aquisitivo e as transferências de aplicações menos rentáveis a tendência é de crescimento menos acentuado.

Com a política do governo de elevar a taxa básica de juros, o resultado financeiro apresentou crescimento de 42,5% fazendo com que a rentabilidade operacional passasse de 22,1% dos prêmios e contribuições ganhas para 25,3% em 2015.

Aetna faz oferta de US$ 37 bi para comprar Humanas

Agências internacionais noticiam que a seguradora norte-americana de saúde Aetna fez oferta para comprar a rival de menor porte Humana por cerca de US$ 37 bilhões, em uma transação em dinheiro e ações que marca o maior negócio da indústria global de seguros. A combinação vai deixar a Aetna mais perto da segunda maior empresa do setor em número de membros, a Anthem, e vai ser alvo do crivo de autoridades de defesa da concorrência. O negócio vai criar uma empresa com faturamento esperado de US$ 115 bilhões.

Diamante Portugal: Marcelo Goldmam aposta em novidades para conquistar corretores

IMG_8171A crise está ai e ninguém duvida disso. O jeito é criar estratégias para vencer os obstáculos, temporários, acredita com otimismo Marcelo Goldman, diretor de automóveis da Tokio Marine. Bem, até o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirma que o Brasil é uma potência. Esse otimismo pauta o dia-a-dia de Maureci Ferrite de Oliveira, sócio da Gebram Corretora de Seguros, fundada em 1936, que atua em Jundiaí e tem nove filiais nas cidades vizinhas no Estado de São Paulo. “Ter bons parceiros é fundamental num momento de crise. E nós temos. A Tokio Marine é uma das principais”, conta o executivo que emprega 178 funcionários.

O corretor tradicional de seguros tem enfrentado uma forte concorrências das corretoras online, com um custo administrativo mais reduzido por entrarem na disputa deste mercado, com vendas anuais acima de R$ 30 bilhões, há menos de três anos. Segundo o corretor Diamante da Tokio Marine, presente ao XIV Encontro de Corretores Diamante, realizado em Sintra, Portugal, entre 27 de junho e 3 de julho, ele tem buscado operar com seguradoras aberta para criar novos produtos e desenvolver novos nichos de mercados. “Temos hoje a carteira de automóvel como principal motor do nosso crescimento, mas precisamos inovar para manter o nível de renovação acima 90%. E isso só se consegue com qualidade de atendimento e preço justo”, diz. ‘Sei que não vou ter dor de cabeça com a Tokio Marine. Ela vai atender bem o nosso cliente”, acrescenta.

Apesar da guerra de preço que se instalou no mercado de automóveis, a Tokio Marine vem apresentando crescimento de 10% no faturamento neste ano. “Temos dois canais de vendas. Enquanto o canal tradicional cresce, o canal concessionária recua. Nosso crescimento vem no aumento de itens segurados. Até maio já avançamos 5%”, afirma Goldman. A seguradora já conta com mais de 1 milhão de clientes na carteira de automóvel. “Este é o terceiro ano consecutivo de crescimento.. Em 2011 tínhamos 640 milhões de veículos segurados. Em 2015, estamos com crescimento de 25% enquanto a média do mercado nem chega a 5%”, afirmou. Ter um novo sistema de cotações, disponível também em tabletes, ajudou nas vendas.

Uma das estratégias da Tokio para fugir da armadilha de ter de aumentar preços ou ficar no jogo de rouba monte (buscando clientes dos concorrentes) foi conquistar os corretores com tecnologia. ‘Temos um sistema ágil, no qual o corretor pode fazer ofertas diferenciadas para seus clientes, com produtos e serviços de qualidade”, explica. Segundo ele, a prova de que esse tipo de estratégia é vencedora é conquistar entre 250 a 300 novos corretores por mês. “Ao entregarmos um serviço diferenciado para o corretor, um conta para o outro, e isso nos beneficia e alavanca nosso faturamento, mesmo diante da queda das vendas de carros novos reportadas pelas montadoras”.

Outra qualidade valorizada pelo corretor de Jundiaí e região, beneficiado pelo aumento de clientes que saem de São Paulo para morar no interior, é poder contar com o apoio da seguradora no lançamento de produtos diferenciados. “Em residência, a Tokio desenvolveu um produto muito interessante com minha concorrente, que quero agora negociar um ainda melhor para a minha corretora”, afirma Ferrite. Assim também aconteceu com vida para pequenas e médias empresas. “A tecnologia ajudou a fazer um produto que pode ser contratado em poucos cliques, permitindo muitas escolhas de serviços e coberturas”, conta Goldman.

Ainda dentro das novidades, a Tokio Marine fez uma campanha que dava desconto na franquia do seguro automóvel para quem comprasse um seguro residencial. Isso fez com que o seguro para casa crescesse 100% nos três meses da campanha. A ideia da campanha surgiu de conversas com os corretores, que afirmam que o momento da renovação do seguro de carro não é hora de ofertar outros produtos. “Depois sim”, afirma o corretor.

Na próxima semana, Goldman tem novidades para os corretores. Vai lançar uma super oferta dentro do sistema, com descontos para alguns tipos de veículos, marcas ou região. Algo como uma promoção relâmpago, que contará com um selo. Também lançará na cláusula de vidros uma nova opção. Além da básica e da completa, o corretor poderá oferta a Vip, que cobre arranhões e reparos de para choques.

No seguro para frota, com mais de 100 mil itens em carteira, Goldman também inovou. O cálculo para clientes de 3 a 10 itens, já pode ser feito no ato da consulta ao sistema. Se digitar uma frota maior, em 24 horas a cotação tem uma resposta da seguradora. “E se não concordar com as condições, tem a possibilidade de repique com a área técnica”, garante o diretor da Tokio Marine.

Implantação do eSocial é discutida na CNseg

Fonte: Portal CNseg

Uma reunião da Comissão de Recursos Humanos da CNseg, nesta sexta-feira, 3, planeja detalhar o cronograma de implantação do eSocial oficializado pela Resolução CD-eSocial, publicada no dia 25 de junho, no Diário Oficial da União.

Pela resolução, expedida pelo Comitê Diretivo eSocial, integrado por representantes dos Ministérios da Fazenda, da Previdência Social, do Trabalho e Emprego, e da Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República, estarão obrigadas a prestar informações pelo eSocial, já em 2016, empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões no exercício de 2014. O eSocial, projeto sancionado pelo Governo Federal, unificará o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados.

O início de obrigatoriedade para a transmissão por intermédio do sistema será referente à competência setembro de 2016, mas ficarão de fora reportes sobre tabelas de ambientes de trabalho, comunicação de acidente de trabalho, monitoramento da saúde do trabalhador e condições ambientais do trabalho, que vão se tornar obrigatórios apenas a partir da competência janeiro de 2017.

Para os demais empregadores, a transmissão obrigatória de informações pelo eSocial ocorrerá em janeiro de 2017. Mas haverá exceção para informações relacionadas à tabela de ambiente de trabalho, comunicação de acidente de trabalho, monitoramento da saúde do trabalhador e condições ambientais do trabalho. Nestes casos, a obrigação de transmissão desses informes ocorrerá a partir de julho de 2017.

Atos específicos, contudo, dentro dos prazos fixados para os demais empregados, serão publicados para estabelecer um tratamento diferenciado e simplificado para microempresas, empresas de pequeno porte; microempreendedor individual (MEI), empregador doméstico, segurado especial e pequeno produtor rural pessoa física. O encontro sobre o tema ocorrerá a partir das 14h desta sexta-feira, na sede da CNseg, e será conduzida analista Sandro da Costa Moreira (Brasilcap Capitalização), coordenador do Grupo de Trabalho destinado ao estudo do tema.

Diamante Portugal: Experiência como professor foi o referencial para criar serviços técnicos para o setor, diz Lucena, da THB

lucena e felipeA THB é um “Diamante” da Tokio Marine. A Mills Estrutura e Serviços, Porto Santos Brasil e a Petrocoque, petroquímica em Cubatão, são alguns dos principais negócios fechados entre a seguradora japonesa e a corretora. Figurar na lista tão seleta diante de uma economia em marcha lenta é um desafio e tanto. Mas será perseguido, afirma Henrique Lucena, Chairman do grupo THB. “Foi assim que conseguimos manter nosso ritmo de crescimento, função da capacidade e talento de nosso corpo técnico e comercial, focado em “Bem servir”. Ao longo do tempo, demos respostas inovadoras ao mercado, decorrente de uma leitura global dos riscos analisados em nossa carteira. Nem a dimensão que hoje alcançamos inibiu a preservação dessa característica”, afirma o executivo.

Segundo Lucena, oportunidades existem em qualquer cenário e sempre se faz necessário “entender a pedagogia dos fatos que nos cercam, descobrindo brechas para um planejamento abertivo. Saber observar é uma arte”, comenta. Segundo ele, desde que a Tokio decidiu levantar a bandeira de riscos corporativos, a relação entre ambas tem se estreitado, fortalecendo os laços de parceria a cada ano.

Estar atualizado foi primordial para Lucena colocar em prática seu lado empreendedor. Tudo começou com a experiência de ser pesquisador e professor universitário convidado para trabalhar no Centro de Estudos e Pesquisas da Fundação Escola Nacional de Seguros, em 1972. Seis anos depois, criou a RISCON Consultoria e Gerenciamento de Riscos em 1978 então pioneira na abordagem gerencial no mercado, quando criou uma metodologia própria para análise de riscos. “Desenvolvi as atividades da RISCON com uma carreira paralela, de professor universitário, onde ocupei todos os cargos inclusive, na alta administração. Essa experiência de trabalho na Universidade foi o referencial técnico que utilizamos para elaborar centenas de serviços técnicos para o mercado segurador”, conta.

Depois de dedicar 12 anos a atividade de consultoria em análise e avaliação de riscos de grandes empresas, a RISCON, em 1990, passou a incluir em seu objeto social, a corretagem de seguros nos seus serviços prestados. Em 2006, já prevendo a quebra do monopólio de resseguros no Brasil, que durou quase 70 anos, o grupo associou-se ao grupo inglês THB, criando a THB Brasil Consultoria, Gerenciamento de Riscos e Corretagem de Seguros. “Isso nos abriu as portas para um novo ciclo de negócios, antes pouco explorado no País”, diz Lucena.

“Seguramente a Tokio tem uma trajetória no mercado que nos atende, quer seja do ponto de vista da qualidade técnica de seus quadros técnicos como também, pela sua política de transparência colocada em prática, que alcança seus funcionários no dia a dia de nosso relacionamento profissional”, enfatizou.

Lucena compara a profissão de corretor a do médico. “Um médico leva 10 a 15 anos para fazer sua clientela. O processo é o mesmo em outras atividades de serviço mas, o que diferencia esse médico dos demais é sua capacidade de estar atualizado com seu mundo profissional. Ou seja, temos de estar sempre nos atualizando. Não existe mágica e sim muito trabalho.”

Hoje a empresa ocupa um lugar de destaque no mercado brasileiro, tanto em seguros como em resseguros com escritórios em 5 capitais e mais de 200 funcionários. No mundo, a THB possui 108 escritórios em 17 países, esta entre os 10 maiores brokers do mercado mundial, com uma produção em 2014, de US$ 10 bilhões.

Diamante Portugal: Inovação e tecnologia, um caminho sem volta

IMG_8067Os corretores de seguros especializados no segmento empresarial gostaram das novidades apresentadas por Felipe Smith, diretor que comanda a área de produtos corporativos da Tokio Marine, durante o XIV Encontro de Corretores Diamante, realizado em Sintra, Portugal, entre 27 de junho e 3 de julho. “Para o mercado segurador brasileiro ter uma participação mais expressiva no Produto Interno Bruto (PIB) só com inovação e muita tecnologia, duas estratégias perseguidas pela Tokio”, disse Elizabeth Rudge, da TRR Securitas, corretora conhecida pela inovação e serviços diferenciados prestados aos clientes.

Smith foi além. Trouxe confiança aos profissionais preocupados com a consolidação do setor, com algumas companhias deixando de atuar emgrandes riscos. “Somos uma companhia com foco em riscos corporativos. Enquanto muitas deixam de operar no segmento, nós estamos investindo e queremos crescer. Tentamos comprar a carteira de grandes riscos do Itaú no ano passado, mas não deu. O plano B é o investimento que estamos fazendo na reestruturação para deixar a área mais dinâmica para este novo contexto do mercado, diante da consolidação, e do Brasil. A meta é dobrar o market share para 10%, o que representa R$ 1,3 bilhão em prêmios até 2017, e estar entre as quatro maiores do Brasil em grandes riscos e transportes”, informou. Hoje, segundo ele, o segmento de pessoa jurídica da Tokio tem 7% do mercado, sendo a terceira maior, superada pela BB Mapfre e ACE.

Smith está animado para bater sua meta até 2017 de forma orgânica. Mas se aparecer alguma oportunidade de compra ou o plano de investimento anunciado pelo governo no mês passado, com R$ 198 bilhões como meta de projetos de investimentos, o alvo será ultrapassado com facilidade. “Como nem tudo é segurável, vamos considerar 80% desse valor, o que dá R$ 156 bilhões. Considerando-se vários tipos de apólices, de riscos de engenharia, automóvel, garantia, entre outras, 1,2% do valor será usado para compra de seguro. Só isso gerará ao mercado segurador R$ 2 bilhões em prêmios e nós, como terceira maior no segmento de riscos empresariais, teremos uma parcela significativa”, comenta.

Fruto do pesado investimento em tecnologia, a companhia reestruturou sua área técnica no primeiro semestre deste ano. Passou a segmentar o atendimento a clientes jurídicos por unidade de negócio, criou a inspeção inteligente e lançou quatro nichos – clínicas, escolas, escritório e “pacotão”, elevando para 13 as diversificações para pequenas e médias empresas. “A inspeção inteligente traz ao corretor uma lista de medidas que o cliente deve adotar para ter uma empresa mais protegida e um programa de seguros com condições mais atraente”, disse.

Para o segundo semestre consta na lista do gestor o lançamento de nichos como academia, estética, D&O — que com as investigações de corrupção trouxeram uma nova percepção de risco aumentando a demanda por parte dos administradores, — e riscos diversos para eventos, que segundo Smith tem um promissor potencial de crescimento. Outra demanda dos corretores, a agilidade na resposta das cotações, também foi viabilizada pela Tokio Marine. “Em breve vocês receberão a ampliação da aceitação do kit empresarial e risco de engenharia, com limites mais amplos, bem como cobertura de 48 horas para o cliente que tiver o risco rejeitado pela seguradora”, informou.

O segmento de transporte também tem novidades, começando com o novo portal de Transportes até a entrega de um kit mais completo para o pequeno transportador. “Também incorporamos o pagamento antecipado da primeira parcela”, acrescenta.

Em números, o segmento pessoa jurídica da Tokio Marine movimentou vendas de R$ 772 milhões até abril deste ano, considerando-se os últimos 12 meses. O grupo é líder em transporte internacional, com crescimento de 111% até abril deste ano, bem acima dos 23,8% da média do mercado. Em aeronáutico, o desempenho chegou a 181%, contra um declínio de 9,5% da carteira do setor, segundo dados da Susep. Outro segmento que Smith vê como potencial é o garantia, principalmente o ramo judicial. “Saltamos da 18o. posição para a quinta”, frisou o executivo. Em riscos nomeados, o avanço foi de 26% enquanto o mercado decresceu 8%, e em responsabilidade civil 110% de crescimento, contra uma queda de 0,8% do setor.

beth rudgeDe pets a food truck – A TRR Securitas, que tem hoje 55% da sua produção proveniente de benefícios, 20% de riscos empresarias, 15% de afinidades e o restante do varejo, busca identificar oportunidades para crescer atraindo novos consumidores para o mercado. Com a Tokio, a corretora tem negócios em grandes riscos e transporte. “Uma característica nossa é estarmos juntos na alegria e na tristeza com nossos clientes. Nos empenhamos no gerenciamento de riscos e na estruturação do contrato para pagar o mais rápido possível quando o cliente precisa acionar o seguro por uma perda”, comenta.

Para a executiva, o futuro do corretor de seguros é certo para aqueles que prestarem um serviço realmente diferenciado aos clientes. “Sem isso, o profissional vai desaparecer. Veja o setor de telefonia. Ninguém mais faz ligações. É um novo mundo e nele o seguro deixa de ser seguro para ser prestação de serviço”, explica. Para Elizabeth, além da inovação, tecnologia e agilidade, é preciso conhecimento técnico para dar a segurança necessária para o cliente receber rapidamente a indenização e para a seguradora cotar um preço equilibrar ao risco que irá assumir. “Quando se estrutura um contrato de seguro com um especialista no assunto, as brechas para problemas são praticamente eliminadas”, afirma Smith.

Como a regulação de um sinistro é interpretativa, é preciso ter tudo em mãos para pagar a perda, sem brechas para negar o pagamento. “Tem um formalismo enorme para preservar responsabilidades, principalmente em transporte internacional, e o segurado não está preparado para isso. As vezes se incomoda de seguir algumas burocracias, mas agradece quando tem um sinistro e recebe sem problemas para poder retomar a produção e mitigar outras perdas decorrentes de um acidente”, acrescenta. Segundo ela, muitos afirmam que há muita burocracia do órgão regulador. Mas para ela não adianta querer mudar a regra do seguro. “Muitas das exigências nos contratos existem para atender o Código Civil.”

A TRR administra alguns sinistros ligados a processos de investigações de corrupção com o pagamento de custos com advogados. “Até provar que o cliente é culpado tem de pagar as custas”, defende. Se ele for condenado, a seguradora pode entrar com recurso para obter a devolução do valor, pois o seguro não cobre atos ilícitos. Já a delação premiada está excluída, pois é uma confissão de culpa. Segundo ela, há uma certa confusão entre os cliente. “O seguro de D&O cobre o executivo e não a empresa. Então se é a empresa que está sendo investigada, não há cobertura de D&O”, explica.

Entre as novidades da TRR ela cita o seguro para pets, vendido em sites de lojas de varejo, como também para novas tendências do país, como o boom de food truck e o começo da consciência de ter de indenizar terceiros prejudicados. “Estamos vendendo bem seguro de responsabilidade civil. Recentemente fechamos um pacote desse seguro para proteger o ciclista que usa as bikes disponibilizadas para compartilhamento na Riviera de São Lourenço, praia de São Sebastião (SP).

Em relação a demanda dos donos de food truck, Elizabeth comentou que só encontrava no mercado seguro com coberturas para o veículo, sem considerar o investimento feito em equipamentos para a cozinha e também para o risco mais agravado de ter uma fogão dentro de um carro. “Hoje temos a opção para esses empreendedores e estamos vendendo muito bem, mas só a encontramos em uma seguradora”, queixou-se.

A TRR também tem sua estreia marcada para a comercialização do seguro de carro com a novidade de a venda ser totalmente online em dois portais importantes do varejo. Ela afirma que tem público para tudo. “Tem gente que não quer falar com ninguém. Quer comprar e pronto. Esse movimento online vai obrigar as seguradoras a simplificarem a oferta. Só na Black Friday vendemos em um dia a produção de 18 dias. Mas para isso tem ter uma estrutura de sistemas eficiente, pois um segundo de espera o cliente pode ir para o concorrente. Comprar seguro dois cliques é um caminho sem volta”, sentencia.

Tokio Marine recebe prêmio pela qualidade no atendimento a clientes

tokio marineMais uma comemoração na Tokio Marine nesta quinta-feira. Além de toda a festa de premiação dos corretores Diamante, que acontece em Lisboa, Portugal, o grupo está radiante com a premiação de de Melhor Call Center Interno, concedido pela Revista Cliente S/A.

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A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, é uma das vencedoras do Prêmio CIC Brasil (Congresso Internacional de Gestão de Clientes), realizado pela Revista Cliente S/A e pelo Portal Callcenter.inf.br, referências em boas práticas de atendimento ao cliente no País. Premiada na categoria Melhor Operação de Call Center Interno, com o case que tem como estratégia, foco total no relacionamento com o cliente. A Companhia reforça as iniciativas bem-sucedidas e comprova a qualidade do atendimento oferecido aos segurados.

“Investimos constantemente no relacionamento e na satisfação de nossos Clientes. A premiação é um forte reconhecimento do trabalho e empenho de nossa equipe. Agradeço ao nosso time que atende aos segurados com muito respeito e dedicação”, afirma o Diretor Executivo de Estratégia Corporativa, Masaaki Itakura.

A qualidade do atendimento na Tokio Marine é acompanhada de perto por meio de pesquisas de satisfação em diversas áreas, como o Contact Center, Atendimento de Sinistros e principais pontos de contato durante e após a prestação do serviço. Os indicadores gerados contribuem para o constante aprimoramento do relacionamento com os segurados.

O Prêmio CIC Brasil representa a versão brasileira do Prêmio LATAM, que reconhece as melhores práticas das empresas no relacionamento com seus clientes na América Latina. Foi criado em 2013 com o intuito de destacar as melhores práticas de atendimento ao consumidor no País. O evento foi realizado no Hotel Novotel (São Paulo), entre os dias 29 e 30 de junho, reunindo empresas de diversos setores, além de players especializados em Contact Center.

SulAmérica muda vice-presidências

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A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) anuncia hoje mudanças em seu quadro de vice-presidentes e em sua estrutura organizacional. Três das sete vice-presidências da seguradora trazem novidades, dando sequência às ações da companhia para impulsionar a integração de suas operações e dinamizar suas áreas estratégicas por meio da evolução de suas lideranças.

Carlos Alberto Trindade Filho, executivo com larga experiência de mercado e com grande tempo de relacionamento com a SulAmérica, assume a vice-presidência de Projetos, Estratégia e Marketing, enquanto Eduardo Dal Ri passa de diretor a vice-presidente de Auto e Massificados. Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, incorpora a área de Vida e Previdência.

A criação de uma vice-presidência dedicada exclusivamente a Auto e Massificados reforça a diretriz de excelência para cada um dos ramos nos quais a seguradora atua. Com a vice-presidência de Investimentos assumindo também área de Vida e Previdência – que permanece sob a liderança do diretor Fabiano Lima -, a companhia passa a adotar um modelo integrado de wealth management.

As mudanças ocorrem após recentes e importantes investimentos em tecnologia, processos e pessoas que permitem à companhia se beneficiar de uma infraestrutura atualizada e dispor de executivos que alcançaram sua excelência por meio do programa de formação de líderes da seguradora, impulsionado pelo presidente da companhia, Gabriel Portella. “Estamos não apenas dando maior capacidade e velocidade de resposta às áreas de negócios da SulAmérica, mas também preparando a companhia para se tornar ainda mais competitiva”, afirma Portella.

O executivo destaca a importância da formação e promoção de talentos internos neste processo. Raquel Giglio, antes superintendente técnica de Saúde, agora assume a diretoria técnica e de relacionamento com clientes de Saúde. No início deste ano, André Lauzana tornou-se vice-presidente de Capitalização, após ter ocupado o cargo de diretor financeiro da companhia.

A formação de lideranças compõe um mix importante para a estratégia de capital humano da SulAmérica em conjunto com a busca de talentos no mercado, destaca o executivo. Recentemente, Reinaldo Amorim assumiu a diretoria atuarial e Ricardo Bottas foi contratado como diretor financeiro.

As mudanças organizacionais estão alinhadas aos planos da SulAmérica para os próximos anos, que envolvem maior sinergia entre as áreas para o incremento dos seus diferenciais competitivos em suas diversas linhas de negócio. “Estamos preparados para aproveitar todas as oportunidades que o mercado apresentar e fizerem sentido para a companhia”, destaca Portella.