Índia quer se tornar um pólo de resseguro para a Ásia

indiaAssim como o Brasil vem tentando há anos se tornar o polo de resseguros da América Latina, a Índia pegou firme nas ações para a construção de um centro de resseguros no país para atender às exigências do mercado indiano e impulsionar o setor de seguros, de acordo com um alto funcionário da Insurance Regulatory Authority e Desenvolvimento da Índia (IRDAI), segundo informou o portal eDaily, em matéria de Jimmy Jonh.

A pergunta que não quer calar é se ela pega carona com o banco dos BRICs e acaba sendo um polo de resseguros para os emergentes se o Brasil continuar deixando esse projeto de lado, analisa o blog Sonho Seguro. Vale lembrar que o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), a entidade financeira multinacional criada pelos cinco países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), começou a operar dia 21 de julho, em Xangai. A nova instituição, em princípio chamada de Banco de Desenvolvimento do Brics, foi concebida como uma alternativa desses países ao Banco Mundial (BM) e ao Fundo Monetário Internacional (FMI), “dominados pelos Estados Unidos”, explica o diretor do NBD, o indiano Kundapur Vaman Kamath. O banco terá sua sede central na China, em Xangai, um presidente indiano, um diretor brasileiro e a autoridade da entidade na Rússia, enquanto um escritório regional será estabelecido na África do Sul. O banco pretende financiar uma maior cooperação entre os cinco países, que somam 41,4% da população mundial e mais de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. E, ao contrário do Banco Mundial que determina os votos conforme a participação de capital de cada membro, o NBD permitirá um voto por país, sem previsão de vetos.

Discussões à parte sobre o Brasil, a notícia é que a Índia tem estudado o tema e se preparado para atrair o capital de resseguradores para o país e para a região. “Um hub de resseguros tem o potencial de atrair capital para o país”, disse Singh Randip Jagpal, diretor sênior da IRDAI, durante palestra no seminário NIA-FEIRA, em Pune, que tem como tema “A evolução do panorama de resseguros global”. Ele disse que há uma necessidade de criar um ambiente moderno e transparente para apoiar esta iniciativa. Um hub também requer uma adequada regulamentação, impostos e quadro jurídico sobre as linhas de um centro financeiro global, destacou.

Chandrasekaran, secretário-geral do Conselho Geral de Seguros, complementou a fala do colega e disse que o país tem a localização ideal no coração do sul da Ásia e a proximidade com a região do Oriente Médio, Sudeste da Ásia e os mercados chineses, a Índia pode assumir a papel de um hub de resseguros para a região”.

Segundo a reportagem do eDaily, um hub de resseguros pode ajudar o país a libertar todo o potencial do seguro como um catalisador para o crescimento econômico, permitindo que os empreendedores assumam riscos e, assim, a gerem inovação ao mercado local.

AK Roy, presidente da GIC Re, disse que “não é possível para uma empresa de resseguros atender sozinho todo o país”. Ele disse que, como o mercado de seguros se expande, ele vai precisar de mais apoio de resseguros. Atualmente, a estatal GIC Re é a única resseguradora do mercado de resseguro nacional. Muitas resseguradoras internacionais criaram escritórios de representação e estão dispostos a abrir filiais no país.

Sob a lei de seguro alterada em março, resseguradores estrangeiros podem agora criar sucursais na Índia. Segundo a IRDAI, novos regulamentos para o setor de resseguros devem ser divulgados em breve para apoiar a legislação, como aqueles que garantam uma fiscalização das companhias e dos contratos, como, por exemplo, garantir que os as provisões sejam investidas no país. “A entrada de resseguradoras globais podem apoiar ainda mais as atividades de subscrição das seguradoras indianas e também garantir que recursos dentro do país”, disse Roy.

Dominic Burke, presidente-executivo da corretora JLT, em entrevista ao The Economic Times em maio, disse que se a Índia quer se tornar um hub de resseguros, ela precisa liberar e abrir mais o seu mercado mais. “Se você quiser criar um hum,é necessário recursos financeiros com também capital intelectual, capacidades atuariais, corretores de resseguro, analistas, consultores, atuários e reguladores. Tem de criar cursos universitários para a formação desse pessoal. É preciso definir as políticas para não perder o ônibus”.

Setor avança 4,6% no primeiro semestre, para R$ 47,5 bi

© Copyright 2012 CorbisCorporationNota no portal da Cnseg informa que a receita de prêmios diretos gerados pelo mercado segurador brasileiro ultrapassou os R$ 47,5 bilhões, de janeiro a junho deste ano, representando um crescimento de 4,6% em comparação ao mesmo período do ano passado. De acordo com números divulgados pela Susep, junho foi, até agora, o melhor mês do ano para as seguradoras, com a receita global atingindo a cifra de R$ 8,5 bilhões, valor 7,6% maior que a apurada em maio e 9,3% superior ao montante registrado no mesmo mês, no ano passado. Já as despesas comerciais, que englobam, principalmente, as comissões pagas aos corretores, atingiram a marca de R$ 10,4 bilhões no acumulado de janeiro a junho. Em comparação ao primeiro semestre do ano passado, o crescimento foi de 12,9%.

O Jornal do Commercio acrescenta que os números não incluem o VGBL, o seguro-saúde e a previdência complementar aberta. O VGBL cresceu 30,5% em seis meses e, se incluso na conta, alavanca o avanço do mercado para 15,5%, ao acrescentar R$ 42 bilhões (46,6% mais) ao faturamento total do semestre.

Dados da Susep mostram que as vendas de importantes modalidades de seguros perderam fôlego no primeiro semestre do ano. No conjunto, houve contração de 2% nos produtos do segmento patrimonial, de R$ 6,123 bilhões, até junho de 2014, para R$ 5,999 bilhões, no acumulado até junho último. Na área empresarial da área de property, os pacotes multirriscos não conseguiram alcançar a casa de R$ 1 bilhão, situandose na faixa de R$ 970 milhões, com ligeira elevação de 0,5%. Os riscos operacionais, por sua vez, subiram magro 1,7%, acomodando-se em R$ 1,128 bilhão.

Os riscos de engenharia (construção), ao contrário, foram um dos poucos produtos que ainda conseguiu seguir à frente no primeiro semestre: 8,5%, para R$ 299,5 milhões. Na área da pessoa física, o seguro residencial evoluiu magro 1,2%, ao alcançar R$ 1,109 bilhão. Já a garantia estendida, ligada ao consumo de bens, despencou 20,6%. As vendas, aqui, retrocederam de R$ 1,701 bilhão, em junho de 2014, para R$ 1,351 bilhão, em junho deste ano, descreve o Jornal do Commercio.

A carteira de seguros voltada para esse segmento deixou a desejar, mas ainda assim cresceu 5,5% na primeira metade do ano, ante janeiro a junho de 2014.0 faturamento foi aR$ 15,673 bilhões, englobando as coberturas de casco, responsabilidade civil facultativa (RCFV), acidentes pessoais de passageiros (APP) e assistências. Nesta última, aliás, o setor tem conseguido bom reforço de receita. No período, o produto avançou 14,3%, e rompeu a barreira de R$1 bilhão.

Em transportes tímido crescimento de 3,1%, com captação de R$ 1,346 bilhão. A proteção às mercadorias em circulação no País despencou 16,1%. O resultado só não foi pior devido ao incremento de 11,7% no seguro de importação e exportação e de 11,5%, no de responsabilidade civil do transportador rodoviário.

No ramo Pessoas, apesar da renda em queda e o desemprego em alta, o segmento apresentou expansão de 9,4%, aos R$ 14,480 bilhões. O principal produto da carteira, o seguro de vida, deu salto de 12,5% e o prestamista, de 8,8%, enquanto o dotal misto pulou 22,1%. A apólice de acidentes pessoais foi a exceção, ao recuar 2,3%.

SulAmérica reporta lucro líquido no segundo trimestre de R$ 123,5 milhões

sulamericaA SulAmérica divulgou lucro líquido de R$ 123,5 milhões no segundo trimestre de 2015, crescimento de 130,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume de prêmios chegou a R$ 3,8 bilhões no trimestre, aumento de 13,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior.”A nossa estratégia comercial junto aos corretores de seguros e parceiros comerciais, vem se mostrando cada vez mais efetiva e responsável pelo alcance Se computarmos as demais receitas, atingimos a expressiva marca de R$ 4,3 bilhões no trimestre. Esta penetração tem se mostrado eficaz em todas as nossas linhas de negócio, reforçando a sinergia e o potencial do nosso modelo multilinha”, comenta o presidente Gabriel Portella em comunicado divulgado há pouco.

O segmento de seguros Saúde e Odontológico cresceu 14,1%, beneficiando-se dos bons níveis de retenção dos planos coletivos (empresarial, adesão, PME e odontológico). Apesar da redução de beneficiários nas apólices vigentes, que vem ocorrendo desde o segundo semestre do ano passado, a venda nova dos segmentos coletivos, tanto em saúde quanto em odontológico, compensaram e suplantaram, fazendo com que a combinação do aumento do número de segurados e o reposicionamento de prêmios impulsionassem o crescimento da receita e aumentassem o número geral de segurados em 2,6%, informa a nota.

Segundo Portela, o grupo segue investindo nas iniciativas de gestão de saúde e sinistros, que têm contribuído para o controle de custos do segmento, que apresentou melhora de 4,6 p.p. na sinistralidade do período.

No segmento seguro de automóveis, com crescimento de 14,6% dos prêmios e 6,7% na frota segurada no trimestre, o executivo cita a continuidade e racionalidade de política de subscrição, a forte presença da marca junto aos corretores de seguros e demais parceiros de negócios, complementados com uma gestão efetiva de sinistros, salvados e ressarcimentos, fizeram com que este segmento também apresentasse melhora de sinistralidade na comparação com o mesmo período de 2014.

“O reposicionamento das operações de Vida, Previdência e Massificados, tem se mostrado positivo e em linha com o nosso plano, contribuindo para o nosso resultado consolidado. O segmento de Capitalização, que passa por uma acomodação no mercado, influenciou negativamente nossa arrecadação”, acrescenta.

Portela destaca o desempenho operacional, refletido no aumento de 52,8% na Margem Bruta, que alcançou R$ 476,1 milhões, com relevante contribuição para o resultado do período. O resultado da gestão da carteira de ativos próprios, impulsionado pelo aumento das taxas básicas de juros e pela performance dos ativos indexados à inflação, foi de R$ 205,5 milhões, 28,4% de aumento em relação ao 2T14. O resultado financeiro consolidado atingiu R$ 190,9 milhões no período, incremento de 15,8% em relação ao 2T14.

No trimestre, a SulAmérica anunciou o acordo de venda da carteira de grandes riscos para a AXA Corporation, pelo valor de R$ 135 milhões. Logo após o encerramento do trimestre, em julho, o grupo anunciou outra venda e transferência, como a parte da carteira de Seguro Habitacional estipulada pela Caixa Econômica Federal, por R$ 60 milhões, para a PAN Seguros. “Ambas as transações estão alinhadas com os objetivos estratégicos da SulAmérica, direcionando o nosso foco para as atividades nas quais acreditamos estarmos melhor posicionados para atender nossos clientes e corretores”, ressalta Portela no comunicado. As duas transações ainda dependem de aprovações das autoridades para serem concluídas.

Segundo o grupo, o ano de 2015 segue desafiador do ponto de vista macroeconômico, “mas os resultados mostram que a SulAmérica está estruturada e posicionada para suportar períodos adversos e encontrar oportunidades de crescimento como temos feito até agora, tirando proveito do nosso modelo multilinha, estando comprometidos com a sustentabilidade financeira e subscrição focada em rentabilidade. Mais uma vez gostaria de agradecer o engajamento de nossa equipe de colaboradores e a confiança, dedicação e contribuição dos corretores de seguros, parceiros de negócios e demais stakeholders para que alcançássemos mais um excelente trimestre.”

SindSeg BA/SE/TO estreia campanha com foco na cultura do seguro

Release

O Sindicato das Seguradoras da Bahia, Sergipe e Tocantins (SindSeg BA/SE/TO) lança no próximo sábado dia 1º de agosto sua nova campanha de mídia, com foco na cultura do seguro. Em parceria com os programas do Automóvel e Cadê o Síndico da Rádio Metrópole FM (101.3), serão veiculados programetes semanais em cada uma das atrações, com o objetivo de informar aos ouvintes sobre as modalidades, benefícios, entre outros aspectos que envolvem o seguro.

“O SindSeg está de volta ao rádio, com uma proposta ainda mais concentrada na divulgação do seguro. Para isso criamos o Viva Seguro, onde durante um minuto falaremos da importância de proteger os bens, para um público bastante diversificado que ouve os programas”, afirmou o presidente João Giuseppe Esmeraldo.

A campanha inclui ainda citações diárias, spots institucionais e participações dos diretores do Sindicato nos programas. O Programa do Automóvel vai ao ar todos os sábados, das 07h às 10h. O Programa Cadê o Síndico tem veiculação também aos sábados, das 13h às 15h. Ambos têm apresentação do radialista Ricardo Vasconcelos.

Boletim Opinião Acadêmica aborda temas polêmicos do mercado de seguros

Release

A Academia Nacional de Seguros e Previdência – ANSP lançou esta hoje a nova edição do Boletim Opinião Acadêmica. O periódico traz artigos dos Acadêmicos Lucio Antônio Marques, Acácio Queiroz e Voltaire Giavarina Marensi.

Sobre a complexa questão da sustentabilidade, Acácio Queiroz afirma que “as seguradoras estão deixando de atuar como meras pagadoras de indenização, e estão partindo para ações que promovam a conscientização e influenciem a cadeia produtiva e a atitude das pessoas”. Em sua reflexão, Queiroz constata que foco das companhias será investir muito mais em prevenção do que em reparo.

O acadêmico Lucio Antônio Marques defende em seu artigo que precisamos continuar difundindo a cultura do seguro, “atividade tão criativa, tão intrigante e desconhecida não só do grande público, mas também das camadas mais intelectualizadas do País”.

O Boletim traz ainda artigo do acadêmico Voltaire Giavarina Marensi sobre recente entendimento do Superior Tribunal de Justiça de que o mero atraso no pagamento de prestação do prêmio do seguro não importa em desfazimento automático do contrato. Uma decisão polêmica que afeta diretamente a atividade seguradora.

A newsletter com a íntegra dos artigos pode ser acessada pelo link : http://www.newsletter1.com.br/ansp/boletim/boletim35capa.html

Conecta Serviços é responsável pela gestão de mais de 90% do mercado de seguros para celular

celular privadaRelease

A Conecta é especializada em soluções de proteção móvel, responsável pela gestão de mais de 90% das apólices que cobrem aparelhos celulares no Brasil. Atendendo 100% das operadoras de telefonia que oferecem seguros de celular, a empresa conecta todas as pontas que passam por mais de 2 milhões de consumidores, seguradoras, corretoras, call centers, bancos de dados e logística. Fundada em 2001, foi a primeira empresa a encontrar soluções que realmente viabilizassem os seguros de celulares no país.

No Brasil, existem mais de 280 milhões de aparelhos celulares. 25% dos brasileiros afirmaram ter tido seus celulares roubados ou furtados, segundo uma compilação de dados da ANATEL e F-Secure Report, e segundo um levantamento da Conecta,40% disseram já ter quebrado acidentalmente seu.

“O segmento está em expansão. Os consumidores estão compreendendo melhor o benefício de ter seguro em seu celular para ficar mais tranquilo em relação à utilização de seu aparelho e a restituição de seu bem, em caso de sinistro. Só no último ano, dobramos a nossa base de usuários segurados”, esclarece Rodrigo Passos, diretor das áreas comercial e marketing da Conecta.

As soluções da Conecta passam por um sistema proprietário que administra venda, crédito e cobrança dos produtos: Proteção Roubo e Furto Qualificado, Quebra Acidental e Garantia Estendida Proteção Financeira em mais de 15 mil pontos de venda espalhados pelo Brasil. A empresa também opera a gestão da base de seus consumidores, atendimento via call center, chat, e-mail e gestão de sinistros, que passam por reposição, reparo e logística do aparelho, conforme cobertura do produto contratado.

“Nossa missão é tornar a vida de nossos consumidores mais fáceis, seguras e conectadas, na medida em que a tecnologia se torna essencial. Para isso, temos como foco a excelência na prestação de nossos serviços e estamos constantemente aprimorando nossas soluções”, afirma Thiago Villa, Diretor de Operações da Conecta.

Com o comprometimento de entrega de serviços cada vez mais rápida, fácil e segura, a Conecta oferece soluções integradas com os principais sites que comercializam seguro celular online. Além disso, a Conecta tem parceria com todas as seguradoras de affinity, possui o maior blacklist de IMEI do Brasil e gerencia um patrimônio segurado de 2.5 bilhões de reais.

“Nosso objetivo é ir além. Somente no primeiro trimestre de 2015, o número de sinistros gerenciados por nós cresceu 54% em relação ao mesmo período no ano anterior. Essa crescente demanda nos leva buscar sempre o aprimoramento das nossas operações, para com isso garantir a melhor experiência ao nosso consumidor, pois quando ele nos procura está em seu pior momento, precisando de uma solução rápida e nosso foco é lhe devolver a conexão o quanto antes”, comenta Rodrigo Passos, diretor das áreas comercial e marketing da Conecta.

A busca pela excelência na prestação dos serviços da Conecta pode ser comprovada por suas certificações de peso. Uma delas é a ISO 9001:2008, que a Conecta recebeu em setembro de 2012 e se recertificou em março de 2015. A outra é o PCI, uma certificação internacional, recebida em agosto de 2014, que avaliza a Conecta por adotar melhores medidas de segurança para proteção das informações dos consumidores de seus clientes nas transações dos dados financeiros com cartões de crédito.

Além disso, em dezembro de 2013, a Conecta recebeu o “Selo de Ética PROBARE”. Este selo é a garantia de que os serviços seguem os padrões de ética em todos os momentos em que lidamos com o consumidor final. “Mais importante que a certificação em si, é a garantia da gestão da nossa base de mais de 2 milhões de usuários com qualidade e segurança”, finaliza Villa.

Generali tem melhor resultado dos últimos anos

generaliA seguradora italiana Generali divulgou hoje lucro líquido de € 1,3 bilhão no primeiro semestre deste ano, alta de 21,6% comparado com o mesmo período do ano anterior. O lucro operacional subiu 11,3%, para € 2,8 bilhões. “Apesar das dificuldades do cenário macroeconômico, com as taxas baixas nos mercados em razão da crise da Grécia, conseguimos ter a melhor performance dos últimos oito anos”, informou o grupo em comunicado. Está previsto para agosto a visita do CEO Mario Grecco ao Brasil, acompanhando de outros integrantes do board, que visitaram a subsidiária local comandada por Hyung Mo Sung. As operações do grupo na América Latina também são comandadas por um brasileiro, Antonio Cassio dos Santos.

Abaixo release divulgado pela subsidiária local no dia 6 de agosto:

Trieste – O Grupo Generali, uma das 50 maiores companhias do mundo (1) e um dos líderes de mercado na Europa, presente no Brasil há 90 anos, registrou recordes no balanço do primeiro semestre de 2015, motivado principalmente pelo alto crescimento nos prêmios totais, gerando forte receita e excelente lucro líquido.

Dentro de seu plano estratégico em melhorar a rentabilidade e crescer em prêmios totais, o Grupo concluiu o primeiro semestre de 2015 com o melhor resultado operacional dos últimos 8 anos, com € 2,78 bilhões (R$ 10,67 bilhões), um crescimento de 11,3% ante o mesmo período do ano passado. O lucro líquido foi de € 1,30 bilhão (R$ 4,99 bilhões), um aumento de 21,6%.

Os prémios brutos cresceram 7,3%, atingindo € 38,2 bilhões (R$ 146,6 bilhões). Esse incremento foi impulsionado principalmente pelo avanço de 10,6% em Vida, que representa € 26,9 bilhões (R$ 103,25 bilhões). O resultado operacional nesse segmento foi de € 1,71 bilhão (R$ 6,56 bilhões), 13,2% maior que o mesmo período de 2014 .Já no segmento de P&C, o resultado operacional teve aumento de 2,3%, com € 1,1 bilhão (R$ 4,22 bilhões).

De acordo com o CEO do Grupo Generali, Mario Greco: “Em apenas três anos, realizamos um dos mais complexos programas de recuperação dentro do setor de seguros. Os excelentes resultados do primeiro semestre demonstram como a Generali se transformou, dentro de um cenário extremamente desafiador, em um Grupo global rentável e sólido do ponto de vista do capital, com oferta de produtos inovadora que permite manter taxas de crescimento na maioria dos mercados em que atuamos.. No final do ano, esperamos melhorar significativamente o resultado líquido em comparação a 2014, preservando o crescimento elevado da rentabilidade conquistada no primeiro semestre deste ano.”

Icatu e G36 pretendem criar seguradora para atuar com apólice funerário

icatuRelease

A Icatu Seguros, líder entre as seguradoras independentes de Vida e Previdência, e a G36 Participações, grupo formado por empresas do setor de serviços funerários, selaram uma parceria que visa a criação, em um período de dois anos, de uma nova seguradora, que se chamará Ciclo Seguradora. O contrato será assinado hoje (30/07), no Rio de Janeiro.

O projeto tem inicio como uma parceria, cujo objetivo é oferecer seguros de vida para a base de 3,8 milhões de clientes, distribuídos por 11 estados brasileiros que as empresas da G36 já possuem, complementando assim a atual oferta de assistência familiar e serviços funerários. Na abordagem dos clientes, que será feita por meio dos canais de venda já estabelecidos, o produto será apresentado já com o nome da futura seguradora.

Dilson Athia Filho, da G36, explica que projeto nasceu da associação de 18 grupos empresariais do ramo de funerárias que possuem como característica uma visão empresarial consolidada – algumas com quase 100 anos de existência. Após se estruturarem, a G36 optou pela busca de um parceiro que pudesse contribuir, não somente com capital para a formação de uma nova seguradora no futuro, mas também com expertise de gestão e desenvolvimento de produtos para esse público.

“A nossa ideia é unir os esforços para a criação e desenvolvimento de novas oportunidades para o atendimento da nossa base de clientes. Assim, a Ciclo Seguradora é a primeira ação neste sentido, mas já estamos estudando outras iniciativas que virão na sequencia. Escolhemos a Icatu Seguros por sua história, por ser especialista em seguros de pessoas e pelas parcerias bem sucedidas em vários segmentos, além do fato de ser uma empresa 100% nacional e muito próxima” – afirma.

Já Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, destaca: “Estamos muito entusiasmados com essa parceria, que representa um importante passo para acelerarmos o crescimento da companhia e consolidarmos nossa presença nas diversas regiões do país. Já estamos preparados para desenvolver as melhores soluções para essa camada da população que tem pouco acesso a produtos de proteção financeira”- comenta.

Paulo Bardella, do Viseu Advogados e responsável pela estruturação jurídica do projeto para a G36, acrescenta que os grupos funerários que participam do projeto são aqueles com os melhores padrões de governança corporativa do setor, de maneira que o modelo jurídico adotado proporciona segurança para as partes e a transparência requerida pelo mercado.

Responsável pela assessoria estratégica e financeira a G36 e por estruturar o negócio, Rogerio Pacheco, do Banco Indusval & Partners (BI&P) destaca que a combinação da história da Icatu Seguros com o empreendedorismo, conhecimento local e penetração de cada sócio da G36 em suas respectivas regiões de atuação irá gerar inúmeras oportunidades para as empresas.

Seguridade participa com 29,2% do lucro do banco Bradesco no semestre

bradesco seg tri 2015O lucro líquido ajustado do 1o semestre de 2015 foi de R$ 8,7 bilhões, 20,6% acima do resultado de R$ 7,2 bilhões no mesmo período de 2014, correspondendo a R$ 3,35 por ação, e rentabilidade de 21,9% sobre o Patrimônio Líquido Médio Ajustado. Quanto à origem, o ganho é composto por R$ 6,2 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 70,8% do total, e por R$ 2,5 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 29,2% do total.

Segundo comunicado divulgado hoje pela manhã ao qual o blog Sonho Seguro teve acesso, os prêmios emitidos de seguros, contribuição de previdência e receitas de capitalização atingiram o montante de R$ 30,7 bilhões no 1o semestre de 2015, evolução de 19,3% em relação ao mesmo período de 2014. As provisões técnicas alcançaram R$ 164,6 bilhões, apresentando uma evolução de 15,3% em relação ao saldo de junho de 2014.

No quadro, a evolução dos trimestres.

Abaixo o release distribuído no período da tarde:

O Grupo Bradesco Seguros, com atuação multilinha no mercado segurador brasileiro e presença em todas as regiões do país, fechou o primeiro semestre de 2015 com crescimento de 19,4% sobre igual período do ano anterior e faturamento de R$ 30,2 bilhões nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Desde 2006, o Grupo Segurador registra crescimento médio anual acima de 14%.

O lucro líquido registrou evolução de 21,5%, superando os 13,5% apresentados no primeiro semestre de 2014, com Retorno sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 25,8%, acima dos 25% verificados em 2014, na mesma base de comparação.

Na comparação com a primeira metade de 2014, os segmentos de Vida e Previdência e Saúde apresentaram evolução de dois dígitos – 26,1% e 21,6%, respectivamente.

– Não obstante o bom desempenho alcançado, a Bradesco Seguros segue mobilizada, em busca da identificação e criação de soluções cada vez mais alinhadas às demandas do mercado, visando atender, plenamente, às necessidades atuais e futuras dos clientes – afirma o Presidente do Grupo Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi, destacando o desenvolvimento de um novo sistema operacional – a Plataforma Integrada de Seguros -,que unificará todas as linhas de negócios do Grupo, possibilitando a obtenção de resultados ainda melhores em sua estratégia de atuaç ;ão.

De janeiro a junho de 2015, os ativos financeiros do Grupo Segurador cresceram 16%, totalizando R$ 179 bilhões, equivalentes a cerca de 30% do total administrado pelo mercado segurador brasileiro.

O volume de provisões técnicas apresentou aumento de 15%, alcançando R$ 164,5 bilhões, contra R$ 142,7 bilhões no mesmo período de 2014.

No segmento de Previdência Privada, a evolução ultrapassou os 30%, refletindo a recuperação do setor iniciada em 2014.

Já no segmento de Saúde, o destaque foi a Carteira de Pequenas e Médias Empresas, que cresceu 37,7% em faturamento, aproximando-se de um milhão de vidas. Desde 2012, os prêmios desse segmento, que abrange de 3 a 199 vidas, vêm mantendo crescimento acima de 35%.

Cabe ressaltar ainda, a melhora, no semestre, do Índice de Eficiência Administrativa, que recuou de 4,3% para 4% – quanto menor o índice, melhor a performance –, refletindo, sobretudo, o benefício gerado com a racionalização de gastos.

– Todas essas realizações têm como base o grande diferencial da Bradesco Seguros, que é a solidez de uma marca tradicional e vitoriosa, como o Bradesco, lastreando uma seguradora especialista no que faz, e que está presente em todos os segmentos de negócios, e em todo o país – conclui Marco Antonio Rossi.

S&P rebaixa rating de seguradoras após mudar escala do Brasil para negativa

ratingDepois de alterar a perspectiva dos ratings da República Federativa do Brasil em moeda estrangeira e em moeda local na escala global de estável para negativa, a Standard & Poor’s (S&P) alterou a perspectiva das notas de seguradoras brasileiras para negativa. Segundo comunicado divulgado nesta terça-feira, a agência alterou a perspectiva dos ratings atribuídos na escala global à Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil (AGCS), à Sul América Companhia Nacional de Seguros e à Sul América para negativa. Também reafirmou os ratings na escala global dessas entidades.

A S&P também mudou a perspectiva dos ratings na Escala Nacional Brasil da Sul América Companhia Nacional de Seguros e da Bradesco Seguros de estável para negativa e reafirmamos seus ratings. Reafirmou os ratings na Escala Nacional Brasil da Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil (AGCS) e a perspectiva permanece estável, segundo comunicado ao qual teve acesso o blog Sonho Seguro.

Foram rebaixados os ratings na Escala Nacional Brasil da Sul América S.A., de ‘brAA’ para ‘brAA-‘. A perspectiva é negativa. “Também rebaixamos o rating atribuído à dívida senior unsecured da seguradora, de ‘brAA’ para ‘brAA-’”, informa o comunicado. A perspectiva negativa em ambas as escalas da SulAmérica reflete a restrição vinda dos ratings soberanos porque o negócio de seguros da empresa e seu portfólio de investimentos são altamente expostos ao risco soberano brasileiro.

A perspectiva negativa dos ratings na escala global da AGCS Re Brasil e dos ratings na escala global e escala nacional da SulAmérica e da SASA reflete o fato de que existe uma possibilidade maior do que uma em três de rebaixarmos os ratings na escala global dessas entidades nos próximos dois anos, espelhando uma ação similar no soberano.

A perspectiva negativa na escala nacional da Bradesco Seguros espelha aquela de seu controlador; um rebaixamento nos ratings na escala nacional do Bradesco resultaria em ação similar nos de sua subsidiária de seguros.

A perspectiva estável do rating na escala nacional da AGCS Re Brasil reflete as restrições dos ratings na escala global, os quais são limitados pelo rating em moeda local do soberano, o qual é acima do rating em moeda estrangeira. Para rebaixarmos os ratings na escala nacional da AGCS Re Brasil, teríamos primeiro de rebaixar o rating em moeda local do soberano em dois ou mais degraus, o que é altamente improvável.