Conecta Serviços é responsável pela gestão de mais de 90% do mercado de seguros para celular

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A Conecta é especializada em soluções de proteção móvel, responsável pela gestão de mais de 90% das apólices que cobrem aparelhos celulares no Brasil. Atendendo 100% das operadoras de telefonia que oferecem seguros de celular, a empresa conecta todas as pontas que passam por mais de 2 milhões de consumidores, seguradoras, corretoras, call centers, bancos de dados e logística. Fundada em 2001, foi a primeira empresa a encontrar soluções que realmente viabilizassem os seguros de celulares no país.

No Brasil, existem mais de 280 milhões de aparelhos celulares. 25% dos brasileiros afirmaram ter tido seus celulares roubados ou furtados, segundo uma compilação de dados da ANATEL e F-Secure Report, e segundo um levantamento da Conecta,40% disseram já ter quebrado acidentalmente seu.

“O segmento está em expansão. Os consumidores estão compreendendo melhor o benefício de ter seguro em seu celular para ficar mais tranquilo em relação à utilização de seu aparelho e a restituição de seu bem, em caso de sinistro. Só no último ano, dobramos a nossa base de usuários segurados”, esclarece Rodrigo Passos, diretor das áreas comercial e marketing da Conecta.

As soluções da Conecta passam por um sistema proprietário que administra venda, crédito e cobrança dos produtos: Proteção Roubo e Furto Qualificado, Quebra Acidental e Garantia Estendida Proteção Financeira em mais de 15 mil pontos de venda espalhados pelo Brasil. A empresa também opera a gestão da base de seus consumidores, atendimento via call center, chat, e-mail e gestão de sinistros, que passam por reposição, reparo e logística do aparelho, conforme cobertura do produto contratado.

“Nossa missão é tornar a vida de nossos consumidores mais fáceis, seguras e conectadas, na medida em que a tecnologia se torna essencial. Para isso, temos como foco a excelência na prestação de nossos serviços e estamos constantemente aprimorando nossas soluções”, afirma Thiago Villa, Diretor de Operações da Conecta.

Com o comprometimento de entrega de serviços cada vez mais rápida, fácil e segura, a Conecta oferece soluções integradas com os principais sites que comercializam seguro celular online. Além disso, a Conecta tem parceria com todas as seguradoras de affinity, possui o maior blacklist de IMEI do Brasil e gerencia um patrimônio segurado de 2.5 bilhões de reais.

“Nosso objetivo é ir além. Somente no primeiro trimestre de 2015, o número de sinistros gerenciados por nós cresceu 54% em relação ao mesmo período no ano anterior. Essa crescente demanda nos leva buscar sempre o aprimoramento das nossas operações, para com isso garantir a melhor experiência ao nosso consumidor, pois quando ele nos procura está em seu pior momento, precisando de uma solução rápida e nosso foco é lhe devolver a conexão o quanto antes”, comenta Rodrigo Passos, diretor das áreas comercial e marketing da Conecta.

A busca pela excelência na prestação dos serviços da Conecta pode ser comprovada por suas certificações de peso. Uma delas é a ISO 9001:2008, que a Conecta recebeu em setembro de 2012 e se recertificou em março de 2015. A outra é o PCI, uma certificação internacional, recebida em agosto de 2014, que avaliza a Conecta por adotar melhores medidas de segurança para proteção das informações dos consumidores de seus clientes nas transações dos dados financeiros com cartões de crédito.

Além disso, em dezembro de 2013, a Conecta recebeu o “Selo de Ética PROBARE”. Este selo é a garantia de que os serviços seguem os padrões de ética em todos os momentos em que lidamos com o consumidor final. “Mais importante que a certificação em si, é a garantia da gestão da nossa base de mais de 2 milhões de usuários com qualidade e segurança”, finaliza Villa.

Generali tem melhor resultado dos últimos anos

generaliA seguradora italiana Generali divulgou hoje lucro líquido de € 1,3 bilhão no primeiro semestre deste ano, alta de 21,6% comparado com o mesmo período do ano anterior. O lucro operacional subiu 11,3%, para € 2,8 bilhões. “Apesar das dificuldades do cenário macroeconômico, com as taxas baixas nos mercados em razão da crise da Grécia, conseguimos ter a melhor performance dos últimos oito anos”, informou o grupo em comunicado. Está previsto para agosto a visita do CEO Mario Grecco ao Brasil, acompanhando de outros integrantes do board, que visitaram a subsidiária local comandada por Hyung Mo Sung. As operações do grupo na América Latina também são comandadas por um brasileiro, Antonio Cassio dos Santos.

Abaixo release divulgado pela subsidiária local no dia 6 de agosto:

Trieste – O Grupo Generali, uma das 50 maiores companhias do mundo (1) e um dos líderes de mercado na Europa, presente no Brasil há 90 anos, registrou recordes no balanço do primeiro semestre de 2015, motivado principalmente pelo alto crescimento nos prêmios totais, gerando forte receita e excelente lucro líquido.

Dentro de seu plano estratégico em melhorar a rentabilidade e crescer em prêmios totais, o Grupo concluiu o primeiro semestre de 2015 com o melhor resultado operacional dos últimos 8 anos, com € 2,78 bilhões (R$ 10,67 bilhões), um crescimento de 11,3% ante o mesmo período do ano passado. O lucro líquido foi de € 1,30 bilhão (R$ 4,99 bilhões), um aumento de 21,6%.

Os prémios brutos cresceram 7,3%, atingindo € 38,2 bilhões (R$ 146,6 bilhões). Esse incremento foi impulsionado principalmente pelo avanço de 10,6% em Vida, que representa € 26,9 bilhões (R$ 103,25 bilhões). O resultado operacional nesse segmento foi de € 1,71 bilhão (R$ 6,56 bilhões), 13,2% maior que o mesmo período de 2014 .Já no segmento de P&C, o resultado operacional teve aumento de 2,3%, com € 1,1 bilhão (R$ 4,22 bilhões).

De acordo com o CEO do Grupo Generali, Mario Greco: “Em apenas três anos, realizamos um dos mais complexos programas de recuperação dentro do setor de seguros. Os excelentes resultados do primeiro semestre demonstram como a Generali se transformou, dentro de um cenário extremamente desafiador, em um Grupo global rentável e sólido do ponto de vista do capital, com oferta de produtos inovadora que permite manter taxas de crescimento na maioria dos mercados em que atuamos.. No final do ano, esperamos melhorar significativamente o resultado líquido em comparação a 2014, preservando o crescimento elevado da rentabilidade conquistada no primeiro semestre deste ano.”

Icatu e G36 pretendem criar seguradora para atuar com apólice funerário

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A Icatu Seguros, líder entre as seguradoras independentes de Vida e Previdência, e a G36 Participações, grupo formado por empresas do setor de serviços funerários, selaram uma parceria que visa a criação, em um período de dois anos, de uma nova seguradora, que se chamará Ciclo Seguradora. O contrato será assinado hoje (30/07), no Rio de Janeiro.

O projeto tem inicio como uma parceria, cujo objetivo é oferecer seguros de vida para a base de 3,8 milhões de clientes, distribuídos por 11 estados brasileiros que as empresas da G36 já possuem, complementando assim a atual oferta de assistência familiar e serviços funerários. Na abordagem dos clientes, que será feita por meio dos canais de venda já estabelecidos, o produto será apresentado já com o nome da futura seguradora.

Dilson Athia Filho, da G36, explica que projeto nasceu da associação de 18 grupos empresariais do ramo de funerárias que possuem como característica uma visão empresarial consolidada – algumas com quase 100 anos de existência. Após se estruturarem, a G36 optou pela busca de um parceiro que pudesse contribuir, não somente com capital para a formação de uma nova seguradora no futuro, mas também com expertise de gestão e desenvolvimento de produtos para esse público.

“A nossa ideia é unir os esforços para a criação e desenvolvimento de novas oportunidades para o atendimento da nossa base de clientes. Assim, a Ciclo Seguradora é a primeira ação neste sentido, mas já estamos estudando outras iniciativas que virão na sequencia. Escolhemos a Icatu Seguros por sua história, por ser especialista em seguros de pessoas e pelas parcerias bem sucedidas em vários segmentos, além do fato de ser uma empresa 100% nacional e muito próxima” – afirma.

Já Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, destaca: “Estamos muito entusiasmados com essa parceria, que representa um importante passo para acelerarmos o crescimento da companhia e consolidarmos nossa presença nas diversas regiões do país. Já estamos preparados para desenvolver as melhores soluções para essa camada da população que tem pouco acesso a produtos de proteção financeira”- comenta.

Paulo Bardella, do Viseu Advogados e responsável pela estruturação jurídica do projeto para a G36, acrescenta que os grupos funerários que participam do projeto são aqueles com os melhores padrões de governança corporativa do setor, de maneira que o modelo jurídico adotado proporciona segurança para as partes e a transparência requerida pelo mercado.

Responsável pela assessoria estratégica e financeira a G36 e por estruturar o negócio, Rogerio Pacheco, do Banco Indusval & Partners (BI&P) destaca que a combinação da história da Icatu Seguros com o empreendedorismo, conhecimento local e penetração de cada sócio da G36 em suas respectivas regiões de atuação irá gerar inúmeras oportunidades para as empresas.

Seguridade participa com 29,2% do lucro do banco Bradesco no semestre

bradesco seg tri 2015O lucro líquido ajustado do 1o semestre de 2015 foi de R$ 8,7 bilhões, 20,6% acima do resultado de R$ 7,2 bilhões no mesmo período de 2014, correspondendo a R$ 3,35 por ação, e rentabilidade de 21,9% sobre o Patrimônio Líquido Médio Ajustado. Quanto à origem, o ganho é composto por R$ 6,2 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 70,8% do total, e por R$ 2,5 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 29,2% do total.

Segundo comunicado divulgado hoje pela manhã ao qual o blog Sonho Seguro teve acesso, os prêmios emitidos de seguros, contribuição de previdência e receitas de capitalização atingiram o montante de R$ 30,7 bilhões no 1o semestre de 2015, evolução de 19,3% em relação ao mesmo período de 2014. As provisões técnicas alcançaram R$ 164,6 bilhões, apresentando uma evolução de 15,3% em relação ao saldo de junho de 2014.

No quadro, a evolução dos trimestres.

Abaixo o release distribuído no período da tarde:

O Grupo Bradesco Seguros, com atuação multilinha no mercado segurador brasileiro e presença em todas as regiões do país, fechou o primeiro semestre de 2015 com crescimento de 19,4% sobre igual período do ano anterior e faturamento de R$ 30,2 bilhões nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Desde 2006, o Grupo Segurador registra crescimento médio anual acima de 14%.

O lucro líquido registrou evolução de 21,5%, superando os 13,5% apresentados no primeiro semestre de 2014, com Retorno sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 25,8%, acima dos 25% verificados em 2014, na mesma base de comparação.

Na comparação com a primeira metade de 2014, os segmentos de Vida e Previdência e Saúde apresentaram evolução de dois dígitos – 26,1% e 21,6%, respectivamente.

– Não obstante o bom desempenho alcançado, a Bradesco Seguros segue mobilizada, em busca da identificação e criação de soluções cada vez mais alinhadas às demandas do mercado, visando atender, plenamente, às necessidades atuais e futuras dos clientes – afirma o Presidente do Grupo Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi, destacando o desenvolvimento de um novo sistema operacional – a Plataforma Integrada de Seguros -,que unificará todas as linhas de negócios do Grupo, possibilitando a obtenção de resultados ainda melhores em sua estratégia de atuaç ;ão.

De janeiro a junho de 2015, os ativos financeiros do Grupo Segurador cresceram 16%, totalizando R$ 179 bilhões, equivalentes a cerca de 30% do total administrado pelo mercado segurador brasileiro.

O volume de provisões técnicas apresentou aumento de 15%, alcançando R$ 164,5 bilhões, contra R$ 142,7 bilhões no mesmo período de 2014.

No segmento de Previdência Privada, a evolução ultrapassou os 30%, refletindo a recuperação do setor iniciada em 2014.

Já no segmento de Saúde, o destaque foi a Carteira de Pequenas e Médias Empresas, que cresceu 37,7% em faturamento, aproximando-se de um milhão de vidas. Desde 2012, os prêmios desse segmento, que abrange de 3 a 199 vidas, vêm mantendo crescimento acima de 35%.

Cabe ressaltar ainda, a melhora, no semestre, do Índice de Eficiência Administrativa, que recuou de 4,3% para 4% – quanto menor o índice, melhor a performance –, refletindo, sobretudo, o benefício gerado com a racionalização de gastos.

– Todas essas realizações têm como base o grande diferencial da Bradesco Seguros, que é a solidez de uma marca tradicional e vitoriosa, como o Bradesco, lastreando uma seguradora especialista no que faz, e que está presente em todos os segmentos de negócios, e em todo o país – conclui Marco Antonio Rossi.

S&P rebaixa rating de seguradoras após mudar escala do Brasil para negativa

ratingDepois de alterar a perspectiva dos ratings da República Federativa do Brasil em moeda estrangeira e em moeda local na escala global de estável para negativa, a Standard & Poor’s (S&P) alterou a perspectiva das notas de seguradoras brasileiras para negativa. Segundo comunicado divulgado nesta terça-feira, a agência alterou a perspectiva dos ratings atribuídos na escala global à Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil (AGCS), à Sul América Companhia Nacional de Seguros e à Sul América para negativa. Também reafirmou os ratings na escala global dessas entidades.

A S&P também mudou a perspectiva dos ratings na Escala Nacional Brasil da Sul América Companhia Nacional de Seguros e da Bradesco Seguros de estável para negativa e reafirmamos seus ratings. Reafirmou os ratings na Escala Nacional Brasil da Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil (AGCS) e a perspectiva permanece estável, segundo comunicado ao qual teve acesso o blog Sonho Seguro.

Foram rebaixados os ratings na Escala Nacional Brasil da Sul América S.A., de ‘brAA’ para ‘brAA-‘. A perspectiva é negativa. “Também rebaixamos o rating atribuído à dívida senior unsecured da seguradora, de ‘brAA’ para ‘brAA-’”, informa o comunicado. A perspectiva negativa em ambas as escalas da SulAmérica reflete a restrição vinda dos ratings soberanos porque o negócio de seguros da empresa e seu portfólio de investimentos são altamente expostos ao risco soberano brasileiro.

A perspectiva negativa dos ratings na escala global da AGCS Re Brasil e dos ratings na escala global e escala nacional da SulAmérica e da SASA reflete o fato de que existe uma possibilidade maior do que uma em três de rebaixarmos os ratings na escala global dessas entidades nos próximos dois anos, espelhando uma ação similar no soberano.

A perspectiva negativa na escala nacional da Bradesco Seguros espelha aquela de seu controlador; um rebaixamento nos ratings na escala nacional do Bradesco resultaria em ação similar nos de sua subsidiária de seguros.

A perspectiva estável do rating na escala nacional da AGCS Re Brasil reflete as restrições dos ratings na escala global, os quais são limitados pelo rating em moeda local do soberano, o qual é acima do rating em moeda estrangeira. Para rebaixarmos os ratings na escala nacional da AGCS Re Brasil, teríamos primeiro de rebaixar o rating em moeda local do soberano em dois ou mais degraus, o que é altamente improvável.

Copom eleva Selic a 14,25%, o que beneficia resultado financeiro de seguradoras

mercadoO Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual, para 14,25% ao ano, sem vies. Essa é a sexta alta consecutiva da Selic e o maior patamar desde outubro de 2006. A decisão foi tomada por todos os membros do Copom. Segundo o comunicado, “o Comitê entende que a manutenção desse patamar da taxa básica de juros, por período suficientemente prolongado, é necessária para a convergência da inflação para a meta no final de 2016. Em doze meses, a inflação já está no dobro da meta.

Obviamente a taxa de juros elevada atrapalha o desempenho da economia e por isso não é comemorada pelos empresários, uma vez que reduz o poder de compra do consumidor entre outras implicações negativas para o crescimento do país. No entanto, avalia o blog Sonho Seguro, o mercado segurador se beneficia, uma vez que 90% das suas provisões técnicas estão aplicadas em títulos do governo. Dados da consultoria Siscorp calculam reservas de R$ 586 bilhões, considerando-se seguros, previdência, capitalização e saúde complementar. Com isso, o resultado financeiro das seguradoras cresce a cada elevação determinada pelo Copom.

Com esse novo aumento, a taxa de juros reais, que desconta dos juros nominais a inflação dos últimos 12 meses, está agora em 4,92%. É a maior do mundo, de acordo com um ranking com 40 países formulado pela Infinity Asset Manegement e o site MoneYou. Em seguida vem China (3,40%), Filipinas (2,77%) e Tailândia (2,60%). Em último estão Rússia (-3,30%), Argentina (-11,15%) e Venezuela (-28,97%), segundo divulgou o portal Exame.

Chubb anuncia promoção de novo Superintendente Regional Comercial

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Rodrigo Pecoraro foi promovido a Superintendente Regional Comercial da Chubb Seguros e será responsável por desenvolver e expandir os negócios e oportunidades no Estado de São Paulo, envolvendo Capital e Interior, que hoje corresponde a 61% do volume de produção da Chubb no Brasil. Formado em Administração de Empresas, com MBA em Finanças pela FGV, o executivo está na Chubb desde 2011 e possui mais de 14 anos de experiência no mercado segurador.

Rodrigo Pecoraro, que ocupava o cargo de Gerente Comercial de Ramos Elementares no Brasil, terá como principal meta promover a expansão geográfica da companhia no Interior do Estado. “Tanto a Capital como o Interior apresentam grande potencial e possuem muitas oportunidades a serem exploradas. Por isso, encaro este novo desafio com as melhores expectativas possíveis”, declara.

Qual o impacto no setor de seguros se o Brasil perder o grau de investimento?

sustentabilidasdeOs impactos em seguros são significativos. Para definir o rating, as agências levam em consideração a situação econômica. No caso do Brasil, que vive uma crise e tanto gerada, em boa parte, pelos escândalos de corrupção, o selo de bom pagador pode ser retirado, uma vez que a previsão do PIB é negativa, a inflação está muito acima da meta considerando-se os últimos 12 meses, desemprego em alta, investimento em baixa, gastos excessivos do governo e meta de superávit primário, o dinheiro que deve ser separado para pagar os juros da dívida, reduzida na semana passada e com pouca chance de avançar diante de todo o cenário macroeconômico.

Caso o Brasil perca o grau de investimento, inclusive, os três IPOs previstos pelo governo para arrecadar recursos, entre eles IRB Brasil RE e Caixa Seguraridade, ficam comprometidos, uma vez que o Tesouro é acionista das duas empresas. Fora esse impacto no setor, que tem sido a bola da vez no mundo em razão de ser o responsável por três emissões de ações na bolsa brasileira, há outros problemas.

Em um recente estudo sobre o mercado segurador brasileiro que o blog Sonho Seguro teve acesso, a Moody’s afirmou que a concentração dos investimentos em títulos soberanos brasileiros pode restringir a qualidade dos ativos e diversificação do perfil global das seguradoras. Esses títulos, que estão atualmente classificados com Baa2 (negativo), são responsáveis por aproximadamente 90% do total investido da indústria de seguros.

Como resultado, qualquer alteração no rating soberano teria um impacto direto nos fundamentos de crédito das seguradoras brasileiras, através de medidas como a qualidade dos ativos, adequação de capital ajustado ao risco e flexibilidade financeira. Uma mudança no perfil de crédito soberano do Brasil também pode afetar a avaliação do ambiente operacional do país, incluindo o ponto de vista do risco sistémico, força econômica, força institucional e suscetibilidade ao risco de evento, informa a Moody’s em relatório confidencial enviado a alguns investidores.

Para quem não sabe, grau de investimento é uma espécie de selo de bom pagador, que dá segurança ao investidor disposto a fazer uma aposta no país. Apesar da crise de 2008, que trouxe uma certa descredibilidade para as agências de rating, os investidores institucionais, como fundos de pensão internacionais, seguradoras e fundos de investimentos seguem as recomendações das agências de classificação de risco para nortear seus investimentos. Algumas resseguradoras e seguradoras estrangeiras também tem em seu compliance interno só fazer negócios com companhias que tenham determinado rating.

Para complicar, clientes das seguradoras que dependem de crédito vão ser obrigadas a pagar juros maiores. As pessoas comuns também serão afetadas, pois os juros aumentam. Assim, os investidores vão procurar investimentos mais seguros, como em países como Estados Unidos. Com a saída de recursos do Brasil, a cotação do dólar tende a subir, o que já esta acontecendo, alimentando ainda mais a alta da inflação. Inflação alta, custo elevado e demanda de consumo reprimida, o temor é de que os poucos investimentos no calendário sejam suspenso e, com isso, mais cortes de empregos para que as empresas equilibrem seus custos.

Uma situação que ninguém deseja, mas que está nas mãos de políticos que tentam se manter no cargo a qualquer custo. Mesmo que o custo seja esse. Infelizmente. Mas há esperança de que tudo mude. Afinal, o Brasil é um país que surpreende a todos. Vamos torcer que agora nos surpreenda com boas decisões.

Mapfre cresce 3,4% no Brasil e registra receita de R$ 9,3 bilhões

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

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wilsontonetomapfreA Mapfre obteve no Brasil no primeiro semestre de 2015 um resultado antes de impostos de R$ 1,5 bilhão (443 milhões de euros), o que representa aumento de 41% em moeda local e 32% em euros. O volume de prêmios foi de R$ 8,1 bilhões (2,5 bilhão de euros), uma redução de 1,2% em relação ao ano anterior. A diminuição se deve, entre outras razões, pela retração do seguro rural. O Brasil mantém posição de segundo país com maior volume de receitas no grupo.

Para o CEO Regional do Grupo Mapfre no Brasil, Wilson Toneto, “mesmo em um ambiente econômico local complexo conseguimos incrementar nossos resultados fundamentalmente em razão da boa performance do resultado financeiro, contenção de gastos administrativos e manutenção das margens da maior parte dos negócios subscritos. Acreditamos que nos próximos meses retomaremos a trajetória de evolução e teremos rentabilidade acima do mercado, mantendo a perspectiva de crescimento dos resultados em relação ao ano anterior.”

Na América Latina, a Mapfre contabilizou prêmios de 5 bilhões de euros no primeiro semestre, 4,4% a mais que no mesmo período do ano anterior, e o lucro antes dos impostos 22,3% maior. A América Latina já aporta 38,5% dos prêmios e 40,5% dos lucros antes de impostos da MAPFRE no mundo.

A Regional América Latina Sul (Argentina, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) registrou diminuição de volume de prêmios de 9,2%, chegando a 1,3 bilhões de euros, com destaque para o crescimento do Peru, com um aumento de 44%, e do Chile, com um aumento de 25%. O lucro antes de impostos desta região reduziu 1,5%, registrando 87 milhões de euros. Os prêmios provenientes da América Latina Sul representam 10% do total de receitas da MAPFRE no mundo.

Já a Regional América Latina Norte (Costa Rica, El Salvador, Guatemala Honduras, México, Nicarágua, Panamá e República Dominicana), que representa 9,1% do total das receitas do Grupo, cresceu 82,6%, chegando a 1,2 bilhões de euros. Destaque para a evolução do México, com um crescimento de 105%. O lucro antes de impostos dessa região cresceu 6%, e acumulou 46 milhões de euros.

Cifras Globais

A receita da Mapfre entre janeiro e junho de 2015 atingiu 14,5 bilhões de euros, representando um aumento de 5,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os prêmios aumentaram 3,3%, chegando a 12,2 bilhões de euros. Durante o primeiro semestre de este ano, o destaque foi o crescimento dos seguros não vida na maioria dos mercados estratégicos (España, Estados Unidos, Turquia y México) e do resseguro. Além disso, desde junho deste ano foram consolidadas as contas da operação de linhas diretas na Itália e Alemanha, que aporta mais de 58 milhões de euros em prêmios.

No mundo, o lucro antes de impostos da MAPFRE chegou a 814 milhões de euros, enquanto o lucro líquido ficou em 316 milhões de euros, o que representa uma queda de 31%, afetado, entre outros motivos, pela sinistralidade excepcionalmente alta nos Estados Unidos e pelo aumento de taxa impositiva em alguns países, como Brasil e Colômbia.

“Estes fatores extraordinários registrados no primeiro semestre não influem sobre a nossa capacidade de geração de negócios rentáveis. No segundo semestre haverá uma grande melhoria e temos certeza de que os resultados obtidos no ano passado serão superados. Além da evolução dos negócios, temos ainda os importantíssimos ganhos de capital gerados pela venda do CatalunyaCaixa”, ressaltou o Presidente de MAPFRE, Antonio Huertas.

Ratings

A Standard & Poor’s corrigiu a classificação “BBB+” da Mapfre e das suas filiais Mapfre RE e Mapfre Global Risks para “A”. A Moodys subiu igualmente a classificação da MAPFRE GLOBAL RISKS e da MAPFRE ASISTENCIA de “Baa1” para “A3”, com perspectiva positiva. A A.M. Best manteve a perspectiva de diversas filiais do Grupo como “estável” e a qualificação de estabilidade financeira em “A”.

O Conselho de Administração da Mapfre aprovou a nomeação da brasileira Maria Letícia de Freitas Costa como Conselheira independente. A nova Conselheira tem longa experiência no âmbito de consultoria estratégica internacional e no mundo financeiro e empresarial, além de grande conhecimento da realidade social e econômica do Brasil. Esta nomeação reforça a continuidade e fortalecimento da diversificação geográfica e profissional do Conselho de Administração da MAPFRE.

Programa Conexão da Liberty Seguros traz Bernardinho para conversar com corretores

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O Programa Conexão, da Liberty Seguros, iniciativa para reforçar o relacionamento da empresa com corretores, lança neste mês mais uma ação do pilar Conectados para Encantar, o Conexão com Bernardinho. O primeiro evento, que acontecerá na sexta-feira, 31 julho, em São Paulo, trará a palestra com o técnico da seleção brasileira de vôlei masculino e embaixador da seguradora no Brasil. Além da palestra, os corretores convidados participarão de uma sessão de fotos, ação interativa com Bernardinho e coquetel.

Neste ano acontecerão mais cinco edições do Conexão com Bernardinho, uma em cada regional comercial em que a companhia atua (Sul, Interior de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas/Centro Oeste e Nordeste).

O Programa Conexão é formado por quatro pilares: Conectados para Comunicar, Conectados para Treinar, Conectados para Incentivar e Conectados para Encantar. Como parte desse último pilar, a Liberty Seguros reúne ações para o fortalecimento da parceria, como oportunidades de enriquecimento profissional e de superar expectativas.

“Mais do que estar sempre em contato, nosso objetivo é encantar os corretores, proporcionando experiências únicas e inesquecíveis”, diz Marcos Machini, vice-presidente Comercial da Liberty Seguros.