Protasio: será um prazer atender os clientes da Belgibo no Brasil
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Enquanto muitos setores já sofrem retração devido à crise econômica, poucos são os que podem comemorar um crescimento no primeiro semestre de 2015, como no caso das corretoras de seguradoras. O segmento registrou um aumento de 5% na receita gerada, chegando ao montante de R$47,5 bilhões até junho deste ano, de acordo com dados da Confederação Nacional de Seguros (CNseg).
Apostando no potencial da região Sul do País, que tem no Rio Grande do Sul o maior PIB da região, a corretora de origem Inglesa, JLT Brasil, vai comemorar a abertura nesta quarta-feira(19) seu primeiro escritório no estado e investe em Porto Alegre.
Focada em oferecer soluções para riscos patrimoniais, saúde e benefícios a funcionários, a empresa acredita no potencial de negócios que podem ser gerados no Estado.
“O mercado gaúcho está amadurecendo quanto a gestão de riscos e nós temos muito a oferecer neste sentido, com um trabalho consolidado internacionalmente nas áreas de seguro e resseguros. Somos especializados em criar soluções diferenciadas e inovadoras, buscando profundo conhecimento das operações de nossos clientes para podermos, de forma consultiva, indicar soluções personalizadas” declarou Frederico Petrucci, gerente comercial da JLT Brasil em Porto Alegre .
Sobre o crescimento do mercado de seguros, esse fenômeno em meio à crise, se deve por conta do setor ainda ter uma baixa participação na economia nacional, em comparação ao que ocorre em outros países.
O CEO da JLT Re Brasil, Rodrigo Protásio, explicou que em 1989 o segmento representava 1% do PIB nacional e hoje chega a 4%. Ele aposta que, em 10 anos, o mercado poderá dobrar e finalmente chegar ao percentual similar a países desenvolvidos. Apostando nesse crescimento a médio prazo a empresa continua expandindo suas operações no País.
Pelo terceiro ano consecutivo, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros do mundo, é eleita uma das “Melhores Empresas para Trabalhar”, de acordo com a pesquisa conduzida pelo Great Place to Work® Brasil e publicada pela Revista Época. A Companhia foi reconhecida no 11º lugar na categoria “Grande Porte” na edição 2015.
“Estar entre o seleto grupo das 20 empresas que propiciam o melhor ambiente de trabalho às suas equipes é uma grande honra. A premiação é resultado de um esforço contínuo, um movimento de toda a Companhia. A partir das políticas e das orientações do departamento de Recursos Humanos, todos os nossos Gestores e Colaboradores são envolvidos e se tornam responsáveis por melhorar e manter o ambiente de trabalho saudável e agradável, o que contribui significativamente para a contínua melhoria do clima organizacional”, afirma o presidente José Adalberto Ferrara. O GPTW® é a maior pesquisa global de avaliação do índice de confiança dos funcionários no ambiente de trabalho e análise das melhores práticas de gestão de pessoas.
A Seguradora tem reconhecidas práticas de gestão de pessoas do mercado de seguros e os critérios de avaliação utilizados neste levantamento são replicados internamente como mais um instrumento de gestão e estímulo, voltado para constante melhoria dos procedimentos. “Acreditamos que a gestão de negócios e processos depende essencialmente das pessoas, por isso, nunca vamos parar de investir, desenvolver e valorizar o capital humano. Sabemos que nossa equipe faz a diferença e vamos continuar trabalhando para tornar a Tokio Marine uma empresa cada vez melhor para se trabalhar”, informa o presidente.
A área de Recursos Humanos da Tokio Marine tem como missão implementar as ações relacionadas à gestão de pessoas na matriz, em São Paulo, e também nas 72 unidades de negócios espalhadas pelo País. O desafio é cultivar um ambiente que respeita a diversidade, que desenvolva, que retenha e incentive os Colaboradores a agirem de forma pró-ativa na busca de melhorias em produtos e serviços. A Companhia incentiva a autonomia dada pelos gestores às suas equipes e estimula os líderes a envolver a todos nos projetos e no cotidiano de desafios da empresa.
Segundo Ferrara, a Seguradora tem como um dos pilares de sua estratégia de crescimento a qualidade e o compromisso do time de Colaboradores. “Ter um time motivado e comprometido é garantia de excelência no atendimento dos Corretores, Assessorias e Clientes”, defende. O ambiente de trabalho agradável e os variados programas de benefícios oferecidos faz com que os profissionais se desenvolvam e cresçam junto com a Seguradora.
A cerimônia de premiação das “Melhores Empresas para Trabalhar” pelo GPTW® Brasil foi realizada ontem, 17 de agosto, em São Paulo. O evento reuniu executivos das principais empresas do País e premiou as melhores organizações corporativas nas categorias “Grande Porte” (70 empresas com mais de mil funcionários), “Médio Porte – Multinacionais” (30 empresas, de 100 a 999 funcionários) e “Médio Porte – Nacionais” (30 empresas, de 100 a 999 funcionários). A Tokio Marine foi eleita uma das Melhores Empresas para Trabalhar em 2003, 2004, 2005, 2006, 2013, 2014 e 2015.
Para atingir um patamar de clientes mais abrangente, a Itaú Seguros acaba de lançar um seguro com cobertura apenas para roubo de veículos. A notícia foi dada aos corretores do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo pelo diretor executivo da Itaú Seguros, Marcelo Sebastião.
Ele explicou que este produto chega para a tender a demanda de pessoas que não podem pagar pela cobertura compreensiva, mas que precisam muito da cobertura contra roubos. “O valor do prêmio será cerca de 50% de um produto tradicional, com importância segurada de 80% da tabela FIPE, como forma de reduzir a possibilidade de fraudes”. O executivo acrescentou que o produto irá aceitar veículos com valor de mercado de até R$ 60 mil.
Sebastião mostrou que a Itaú Seguros também está com novidades nos seguros para frotas de micro, pequenas e médias empresas e ressaltou que casos não previstos nos produtos de prateleira podem ser atendidos à parte.
Uma novidade bastante comemorada pelo diretor executivo é a inclusão dos clientes do Itaucard em um programa de descontos dos seguros da companhia. “Para os correntistas do banco podemos oferecer condições bastante favoráveis. Para os usuários do Itaucard, temos uma tabela de desconto progressiva para os participantes do Programa Sempre Presente. Em nossa base de dados temos uma elegibilidade dos usuários de 6 milhões de pessoas, capazes de receber algum desconto”.
Além do corretor de seguros receber a comissão pelo valor líquido da apólice de seguros, a partir de 28 de agosto todos que emitirem apólice com desconto do Programa Sempre Presente receberão um bônus extra R$ 30,00.
O Bradesco, uma instituição reconhecida por valorizar os executivos da casa, vem apostando suas fichas em José Sergio Bordin. Nascido e criado em Maringá, no Paraná, região famosa pela fertilidade da terra roxa, ele deixou a tranquilidade do interior para seguir carreira no mercado financeiro. Passou a última década no comando de uma diretoria regional do banco e só saiu de lá para assumir desafios no grupo segurador, considerado um dos eixos da estratégia do banco.
“Te digo que fiquei surpreso quando o presidente Rossi (Marco Antonio, que comanda o grupo Bradesco Seguros), me disse: Zé, eu e Trabuco (Luiz Carlos, presidente do banco) conversamos e queremos te convidar para assumir o comando da Bradesco Auto RE. Seu nome foi muito bem recebido pelo conselho”, contou Bordin ao blog Sonho Seguro. “Aos 45 anos, receber uma proposta para comandar uma seguradora com tantas oportunidades e que faz parte do eixo da estratégia do grupo Bradesco! Uma missão que enche qualquer executivo de orgulho”, diz, sem conter a satisfação que tem com seu dia-a-dia marcado pela agenda sempre lotada.
A Bradesco Auto RE é uma das quatro seguradoras que compõem o grupo Bradesco Seguros, formado pela Bradesco Previdência e Vida, Bradesco Saúde e Bradesco Capitalização. O grupo Bradesco Seguros fechou o primeiro semestre do ano com faturamento de R$ 30,2 bilhões, crescimento de 19,4% sobre igual período do ano anterior e é responsável por cerca de 30% do lucro do conglomerado e o maior grupo segurador do Brasil e da América Latina.
Depois de passar um ano na Bradesco Capitalização, Bordin está há oito meses no comando da Bare, abreviação do nome Bradesco Auto RE. Sob sua tutela estão as operações de riscos patrimoniais, como automóvel, residência, empresas e transportes, bem como a coordenação dos contratos de resseguros. Trata-se de uma das maiores seguradoras em vários ramos, com faturamento de R$ 5,9 bilhões em 2014. Na divulgação mais recente dos resultados do segundo trimestre de 2015, a Bare obteve lucro líquido de R$ 238 milhões, 73,8% superior ao resultado apurado no trimestre anterior, em função do crescimento de 4,6% no faturamento, para R$ 1,4 bilhão; da queda de 3,9% no índice de sinistralidade; do resultado da redução das despesas operacionais; e do aumento no resultado patrimonial. Está presente em 40 dos 100 maiores grupos do País como seguradora de seus patrimônios. Em automóvel são mais de 1,7 milhão de veículos cobertos e 1,7 milhão de residências seguradas.
Assim como na sede do banco na Cidade de Deus, em Osasco, na Bare, instalada no bairro do Rio Comprido, no Rio de Janeiro, o dia começa invariavelmente às 7 da manhã para todos os executivos. Ainda mais no ano tão importante como 2015. Ao contrário da economia brasileira, na seguradora o ritmo é frenético. O grupo Bradesco Seguros é um dos patrocinadores oficiais dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e prepara as comemorações da 20ª edição da Árvore de Natal Bradesco Seguros, Enquanto isso, a equipe de São Paulo prepara a mudança para um dos prédios mais modernos da cidade em setembro, que concentrará todas as seguradoras do grupo em Alphaville.
Dentro da Bare os esforços estão concentrados em manter o crescimento das vendas e do lucro com a estratégia básica de criar novos produtos e serviços para os cliente já conquistados e avançar em novos segmentos e regiões. “Acreditamos no País e sabemos que o mercado de seguros vai continuar avançando pois há muito ainda para se fazer. Se crescermos um pouco mais em relação ao ano passado já estaremos satisfeitos”, informa.
Fora da companhia, as discussões são muitas. Desde ouvir as demandas dos corretores até articulações políticas para implementar melhorias para todo o setor por meio da FenSeg, a Federação Nacional das Seguradoras de Seguros Gerais. Uma das idéias que ganha corpo é o compartilhamento de alguns itens com a concorrência. “Os bancos já compartilham caixas eletrônicos, por exemplo. Em seguros também podemos compartilhar algumas operações e assim reduzir custos e ofertar um preço melhor aos segurados”, diz, afirmando que é um tema que está apenas começando a ser discutido no setor. Guinchos, por exemplo, é um item da pauta.
Além de temas relevantes dentro e fora da companhia, José Sérgio Bordin reserva um tempo para ouvir seu público interno. Participa de um almoço semanal com os funcionários de Auto/RE para trocar ideias e também marca presença na comemoração mensal com todos os aniversariantes do período. “Dessa vivência mais descontraída é que surgem atitudes que podem mudar tudo. Em uma seguradora, a qualidade humana da equipe é determinante para o bom atendimento dos clientes, dos corretores e dos fornecedores”, pontua.
Outro dia, as oito da noite, Bordin leu um email de um cliente que se dizia indignado com a demora do atendimento em um chamado de guincho. “Foi um depoimento que me emocionou, pois ele dizia que admirava o grupo, mas que tinha ficado chateado com o tratamento dado no momento em que precisava. Liguei para dizer que a opinião dele foi muito importante para mudar processos dentro da empresa, que se dedica a prestar o melhor atendimento ao seu cliente”, relatou.
E é exatamente aqui que está o foco do grupo: ser a primeira escolha do consumidor por ter um produto que atenda às suas necessidades e proporcionar a ele um atendimento diferenciado. O setor hoje tem produtos e atendimento semelhantes. Mas há uma tendência, apontada pelos principais experts das consultorias mundiais, de que se manterá no mercado aquele que souber usar a tecnologia para realmente encantar o cliente com ofertas inovadoras, produtos sob medida e disponíveis onde e quando o cliente quiser ser atendido.
“Hoje temos de atender a demanda de pessoas que nasceram em uma época em que ter casa própria, carro e aposentadoria estão entre as prioridades da vida. E temos essa nova geração que nasceu com o videogame na mão e é aberta a compartilhar casa, carro e bicicleta. Em comum, ambas vivem conectadas, com acesso a uma variedade incrível de ofertas. Se não tiverem uma boa experiência, vão embora. E nosso desafio é esse: mantê-los conosco”, comenta.
Tudo que se refere a seguros hoje remete a oportunidades e desafios. O mercado segurador cresce num ritmo acelerado de dois dígitos há uma década e mesmo assim ainda pode dobrar de tamanho para chegar a média mundial de 10% de penetração do Produto Interno Bruto (PIB). Além do potencial do país, Bordin tem a base de clientes do banco para conquistar. E que ficou ainda maior agora com a aquisição do HSBC anunciada recentemente.
Para dar uma dimensão do trabalho, apenas 5% da base de clientes do Bradesco tem seguro de carro com a seguradora do grupo. Considerando-se todos os produtos ofertados pelo braço segurador, esse percentual sobe para 10%. “Temos muito a conquistar e estamos trabalhando com afinco para elevarmos o consumo per capita de seguros no Brasil por meio de ofertas inovadoras a preços acessíveis”, conta.
Bordin e sua equipe recebem munição do grupo, que tem investido pesado em tecnologia para fazer a melhor oferta aos clientes do banco e facilitar o dia a dia dos corretores, principal canal de vendas do grupo. Hoje, 60% da vendas de seguro de carro, por exemplo, vem dos corretores que atuam no mercado e 40% de corretores que atuam nas agências bancárias. “Temos muitas frentes de negócios que vão se desenvolver mais rapidamente agora que a reestruturação e integração da área comercial foi concluída e ampliou geograficamente a presença do grupo em regiões, nas quais ainda não tinha atuação relevante.”
O seguro de carro hoje representa cerca de 70% do faturamento da Bradesco Auto RE. A seguradora implantou um novo modelo de precificação, o que proporcionou mais competitividade e maior precisão no acompanhamento do resultado, comenta o executivo. Neste segmento, também, foi lançado o produto “Bradesco Auto Assistência Total”, que garante cobertura a terceiros e oferece a correntistas Bradesco serviços de Assistência Dia e Noite para o veículo e para a residência. Quanto ao seguro popular, Bordin aguarda a regulamentação das normas para uso de peças certificadas. “Esse tema está no radar da Bradesco”, reforçou.
A idéia é que outros produtos ganhem maior representatividade no mix, como residencial e empresarial. Recentemente a seguradora lançou um seguro residencial que pode ser comprador pelo celular em 1 minuto. “A venda é efetuada por meio de aplicativo disponível em smartphones e tabletes com sistema IOS. A simplicidade permitiu o lançamento deste produto, que tem tido uma excelente aceitação”, conta Almir Ximenes Filho, superintendente executivo da Auto RE. O produto, com custo mensal a partir de R$ 9,90 e cobertura de até R$ 300 mil, registra vendas de 7 mil apólices mensais no terceiro mês do lançamento. O débito é feito em conta corrente e o seguro pode ser renovado automaticamente por até 5 anos. Atualmente, a Bare tem 1,3 milhão de residências seguradas em todos os produtos ofertados.
As pequenas e médias empresas também ganharam um novo produto. Com limite de até R$ 1 milhão em cobertura, o produto está disponível para diversos segmentos da economia, como hotéis, empresas de informática, agências de viagens, escritórios de advocacia e consultórios médicos, com mais de 50 atividades.
Todas as frentes de negócios explicam porque, mesmo com um cenário econômico tão desafiador, com desemprego em alta, poder da população em queda, grave crise na indústria automobilítica e investimentos privados e estatais suspensos, o diretor-geral de Auto/RE da Bradesco Seguros segue firme sua meta de manter a companhia crescendo, tanto em vendas como em rentabilidade.
A Willis, empresa de consultoria em riscos globais, corretagem de resseguros, capital humano e benefícios, desenvolveu para a Agropalma, empresa líder na produção de palma na América Latina, uma solução inédita em gestão de saúde. O desenvolvimento desse projeto foi necessário, pois duas das unidades da Agropalma localizam-se em Moju e Tailândia, cidades do interior do Pará, não possuíam operadoras de saúde com atividades na região.
Em função disso, a Willis teve que desenhar uma solução única e que obedecesse a critérios técnicos específicos como, por exemplo, atendimento de hospitais para pequenos riscos, remoção para eventos de alta complexidade, desenho de atendimento ambulatorial, laboratórios, consultórios médicos, entre outros. O projeto inicialmente foi pensado para atender os 3500 funcionários, mas já se encontra em sua segunda fase, na qual estão sendo incluídos os dependentes.
O principal desafio desse projeto foi o credenciamento de Hospitais, Laboratórios, Prontos-Socorros e Consultórios, pois para isso, a Willis teve que pré-qualificar uma rede na região e em conjunto com a operadora estabelecer um prazo de 60 dias para todas as negociações e assim viabilizar todo o processo. “Por ser um país de dimensões continentais, o Brasil possui algumas regiões onde a rede de atendimento médico privada é precária, por isso, precisamos dispor de uma dose extra de comprometimento para gerar soluções que se iniciam neste projeto, mas se perenizam na região”, explica Marcello Avena, vice-presidente de Capital Humano & Benefícios.
O desenvolvimento dessa nova solução abre uma importante relação da Willis com o mercado da Região Norte, em função, justamente, da criação e do desenvolvimento de toda uma rede de atendimento exclusiva para os funcionários da companhia, mas com possibilidade de expansão. “Não podemos negar que as necessidades existem, mas antes não havia uma solução viável e este projeto provou que com uma solução personalizada e com forte comprometimento é possível a busca de uma solução em que todos os envolvidos ganhem”, complementa Avena
Atualmente, a Willis possui outros clientes na região Norte do país, o que demonstra o investimento da companhia na região. “Investimos em um trabalho de benchmarking na área de benefícios com as empresas da região e estamos iniciando as apresentações dos primeiros resultados da solução desenvolvida para a Agropalma, o que acreditamos nos trará novas oportunidades em função do nível de aceitação que estamos tendo do cliente e seus funcionários e também devido ao ineditismo deste trabalho”, finaliza o executivo.
A AIG Brasil anuncia a contratação de duas executivas. Sheila Clezar para o comando de produtos de vida e Priscilla Chiavelli como Chief Marketing Officer (CMO).
Veja abaixo os comunicados:
A AIG Brasil anuncia Sheila Clezar (foto) como nova Life Product Head. A executiva chega com a missão de reforçar a estratégia do produto Vida, criando nova proposta de valor frente às atuais necessidades do mercado, além de fortalecer o posicionamento e o crescimento da AIG Brasil no segmento voltado para a pessoa física.
Sheila conta com mais de 25 anos de experiência em Gestão de Benefícios, atuando pelos últimos dez como Diretora Executiva de Employee Benefits, na Mercer Marsh Benefícios, onde liderou mais de 200 colaboradores nas áreas de vendas, operações, gestão de riscos, outsourcing e atendimento ao cliente. Antes de ingressar na AIG, também foi head de Riscos Pessoais e Marketing em outras corretoras e head de Capitalização no Banco Real.
Sheila Clezar é graduada em jornalismo pela Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAM), com MBA em Marketing pela ESPM, Gestão Executiva pelo ISE/IESE Business School e Desenvolvimento Avançado de Liderança pela Universidade de Tampa, nos EUA.
Priscilla Chiavelli assumo como Chief Marketing Officer (CMO). A executiva irá liderar toda a estratégia de marketing na área de Consumer. Priscilla conta com 20 anos de experiência na área de marketing, com passagens por outras respeitadas companhias do mercado securitário. A executiva possui expertise em Marketing Estratégico, Business Intelligence, Gestão do Ciclo de Vida do Cliente, Desenvolvimento de Campanhas e Execução, CRM, Desenvolvimento de Produtos, entre outras competências.
Priscilla Chiavelli é graduada em Engenharia de Produção pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), com pós-graduação em Gestão de Negócios Internacionais na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e MBA em Gestão Empresarial na Fundação Dom Cabral (FDC).
O IRB Brasil RE apresenta na tarde desta terça-feira, na sede da empresa, o novo Manual de Subscrição Online para os representantes das seguradoras que operam o Ramo Vida na cidade do Rio de Janeiro. A novidade é a adaptação do manual original em inglês (Life Underwriting Manual – LUMA) para o português, cujo lançamento já foi feito para os clientes de São Paulo, em junho deste ano.
O LUMA contém em sua base de dados o conhecimento do mercado segurador e ressegurador acumulado pelo IRB em seus 76 anos de atuação no Brasil. O sistema trabalha com informações oriundas das próprias seguradoras e tem como finalidade aprimorar a qualidade da subscrição, precificação e aceitação dos seguros de Vida.
O desenvolvimento dessa ferramenta é parte de uma série de investimentos que estão sendo realizados pelo IRB com o objetivo de dobrar a participação da carteira de Vida dentro do portfólio do ressegurador, tanto no Brasil como no exterior.
O LUMA será disponibilizado sem qualquer custo adicional aos parceiros de negócios da empresa. O acesso ao sistema é realizado via web, por meio de login e senha, que são enviados diretamente aos usuários habilitados.
As versões em espanhol e inglês serão lançadas pelo IRB ainda neste ano.
Para marcar os 10 anos do Katrina, a Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) lança seu novo boletim de risco: Furacão Katrina 10: Gerenciamento de Catástrofes e Panorama de Riscos de Vendavais. O documento analisa os riscos e perdas causados por vendavais e examina as lições aprendidas com o Katrina para a proteção contra futuras perdas por tufões decorrentes da crescente instabilidade climática. “O Katrina será sempre lembrado como um desastre natural extraordinário que, não só afetou milhões de indivíduos e negócios, mas também deixou um impacto permanente na indústria de seguros globais”, afirma Chris Fischer Hirs, CEO da AGCS. “Prevenção é uma peça chave para limitar a exposição a vendavais e o Katrina nos ensinou muitas lições a esse respeito”, completa.
Em todo o mundo, ventos mais fortes podem facilmente causar perdas físicas e interrupção de negócios para empresas, como indica uma análise de mais de 11 mil sinistros de grandes negócios no mundo todo (acima de 100 mil euros). Os Estados Unidos é o país com maior perda, contribuindo com cerca de metade (49%) dos sinistros analisados, seguido pela Europa (19%), Ásia (6%) e América Central (3%).
A análise dos sinistros mostra que a indústria naval está altamente exposta a tais perdas, totalizando 60% dos sinistros analisados contra vendavais. A destruição de embarcações de alto valor, navios comerciais e de carga pode aumentar de maneira significativa a tabela de perdas. “Sinistros também podem ocorreratravés da entrada de água nos navios, danificando a carga”, explica o Capitão Rahul Khanna, diretor Global de Consultoria em Riscos Marítimos da AGCS.
Lições aprendidas com o Katrina – marés de tempestade e aumento de demanda
A maioria dos danos causados pelo Katrina atingiu o revestimento dos prédios, comprometendo a cobertura dos telhados, paredes e janelas. “Se os códigos de construção fossem seguidos à risca, o dano causado pelo vento teria sido bastante reduzido”, constata James Crews, gerente de Consultoria em Riscos de Engenharia para Riscos de Alta Proteção. “Mão-de-obra desqualificada e a falta de conhecimento foram as principais causas.” Depois do Katrina, a Allianz implementou inspeções mais exigentes para telhados, submetendo a condição e idade destas estruturas a exames mais minuciosos.
A importância da continuidade de um negócio após uma catástrofe, a discriminação exata do que está coberto pela política de seguros antes de uma tempestade e o impacto inesperado de um aumento de demanda são outras das principais lições aprendidas. “Hoje, a Costa do Golfo está mais bem preparada para enfrentar os efeitos de um furacão devido a uma melhor educação, protocolos de construção mais exigentes e o aumento do número de inspeções”, afirma o gerente técnico da AGCS para as Américas, Andrew Higgins.
Atenuando o impacto das crescentes perdas por tempestades
Enquanto os cientistas ainda não podem responder conclusivamente a questão de como as mudanças climáticas afetam as tempestades, a maioria concorda que a intensidade destes fenômenos vai mudar no futuro. Baseado na experiência da Allianz, a escala das perdas por eventos climáticos, incluindo tempestades, já está aumentando. A média de sinistros pagos pelas seguradoras em casos de eventos climáticos extremos, incluindo tempestades entre 1980 e 1989, foi de US$15 bilhões de dólares em um ano. Entre 2010 e 2013, essa média aumentou para um total de US$70 bilhões por ano.
A preparação adequada antes da chegada de uma tempestade é a chave para atenuar perdas potenciais, particularmente em áreas de locais de construção, que são extremamente suscetíveis a tais desastres. Existem quatro áreas cruciais para atenuar perdas por tempestades: o planejamento pré, durante e depois da tempestade e o gerenciamento da continuidade de negócios. A Allianz notifica seus clientes sobre a chegada de tempestades e indica como melhor se preparar, incluindo listas de procedimentos para inundações e vendavais e kits de prevenção a perdas. Para mais informações, acesse o relatório completo em: http://www.agcs.allianz.com/assets/PDFs/risk%20bulletins/HurricaneKatrina10.pdf
Mudanças na Allianz Global Corporate & Specialty Brazil. Guilherme Perondi Neto, Vice Presidente, deixa a AGCS depois de dois anos no cargo, para novos desafios em uma corretora. Ouvi dizer que é a Lockton. O executivo é formado em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e tem MBA Executivo em Administração pelo IBMEC Business School. Atuou na gestão de empresas multinacionais como Veritas Do Brasil, TheoFinance, NorskeSkog América do Sul e 3Com Corporation. De 2010 a 2013 foi presidente da Euler Hermes Brasil, empresa do Grupo Allianz. Em breve detalhes!
O segundo workshop de inovação do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido pela Confederação Nacional de Seguros Gerais (CNseg), aconteceu na manhã desta terça-feira (17), no Rio de Janeiro. Profissionais da indústria de seguro se reuniram no auditório da Escola Nacional de Seguros para a palestra com Gil Giardelli, CEO da empresa Gaia Creative e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e da Fundação Instituto de Administração (FIA).
Em sua apresentação, Giardelli defendeu a necessidade de tecnologia e inovação caminharem juntas e suscitarem mudanças aplicáveis ao mercado e que beneficiem a sociedade. “O mundo agora é um laboratório de mudanças. É o tempo da inovação”, ressaltou, falando sobre o desafio de vencer os obstáculos e a incredulidade e investir em novas ideias. Segundo Gil, “sempre que se fala em inovação, a tendência é que riam de quem teve uma grande ideia porque ainda falta visão de inovação no mercado. Acredite, se você tiver uma ideia brilhante, saiba que, em média, 230 pessoas pensaram a mesma coisa e apenas três tiveram a petulância de investir para tirar a ideia do papel. Dizem que o brasileiro é muito inovador, mas não. O brasileiro é muito criativo. Ser inovador é colocar a sua ideia para funcionar”.
Outro ponto reforçado por Gil Giardelli foi a importância de se investir em tecnologia para melhorar a vida das pessoas, sem, contudo, perder a simplicidade dos processos. “Quem agrada gregos, troianos e romanos não faz inovação”, alertou, ressaltando a importância da atualização profissional em um mundo cada vez mais competitivo e globalizado. “O desafio que eu proponho a que você é que experimente a desconexão para entender o mundo em que estamos vivendo, onde todos estão conectados e insatisfeitos. A inovação passa por pessoas, processos e tecnologias”, pontuou.
Sobre o mercado de seguros, Giardelli apontou a necessidade de uma maior aproximação entre seguradoras e consumidores. “Inovação é colocar o simples à frente. A linguagem do seguro ainda não é totalmente clara para a maior parte da população. É preciso que ambas as partes conversem melhor. Este é o foco da inovação para o mercado segurador”, avaliou.
O primeiro workshop sobre inovação do Prêmio ocorreu no dia 6 de agosto, em São Paulo, tendo o mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm e Presidente da Grey Brasil, Walter Longo, como palestrante. Convidado para a segunda etapa do workshop, Gil Giardelli, professor do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM, já participou de mais de 700 eventos nacionais e internacionais difundindo conceitos sobre economia criativa e inovação digital, sendo também colaborador de blogs como o da Revista Você S/A e da escola de negócios HSM e CEO da empresa Gaia Creative.
O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido pela CNseg, busca reconhecer o trabalho dos securitários e corretores que contribuem para a inovação no mercado segurador. As inscrições para a edição deste ano já estão abertas e deverão ser realizadas por meio do hotsite da premiação até o dia 30 de setembro. Podem concorrer aqueles que forem colaboradores de empresas de seguros, previdência privada e vida, saúde suplementar, capitalização, resseguros, entidades afins do setor, corretoras e corretores de seguros e resseguros autônomos. O Regulamento e outras importantes informações sobre o Prêmio estão disponíveis no endereço www.premioseguro.com.br.
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