Projeto de seguros aprovado pela Câmara é falho, avalia o advogado Ernesto Tzirulnik

ernestoComunicado

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 20/8, um projeto de lei (nº 2479/00) que estipula prazo máximo de 30 dias para que as seguradoras paguem as indenizações previstas em contrato. Para o advogado Ernesto Tzirulnik, especialista no tema e presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), o projeto tem alguns equívocos. “Tratar apenas do prazo de pagamento pode ser perigoso, como acontece com o PL 2479/2000. Ele pretende inserir a norma proposta no Decreto-lei nº 73/1966, em vez de colocá-la no Capítulo XV do Código Civil. Com efeito, propõe três novos parágrafos para o art. 12 do referido Decreto-lei”, destaca.

Tzirulnik lembra que a proposta aprovada nesta quinta-feira trata isoladamente de um tema que já está compreendido no Projeto de Lei 3.555/2004 e seus consectários, hoje em tramitação tanto na Câmara quanto no Senado (PLS 477/2013), que pretende estabelecer uma Lei Geral dos Seguros.

O especialista alerta que alguns pontos da proposta são obscuros. “O primeiro parágrafo prevê que qualquer indenização decorrente do contrato de seguro deverá ser paga no prazo máximo de 30 dias úteis, contados da data de formalização. O que é formalização? Será ela a entrega? Ou uma entrega de documentos por meio de correios eletrônicos absolutamente informais não terá validade? A palavra utilizada já não parece da melhor técnica”, ressalta. “Esse tipo de norma pode funcionar para seguros de massa que tenham um procedimento simples de apuração, mas não para todo e qualquer contrato de seguro. Assim, como se vê, a norma pode trazer dificuldades para segurados e também para seguradoras”, completa.

O parágrafo segundo prevê que “expirado o prazo definido no parágrafo anterior, havendo discordância entre a sociedade seguradora e o segurado quanto ao cumprimento de qualquer cláusula contida na respectiva apólice que impeça o pagamento de indenização, a sociedade seguradora, a partir de solicitação, deverá formalizar ao segurado sua discordância em pagar a indenização reclamada, fundamentando de forma circunstanciada as razões e motivos de ordem técnica que justificam esta impossibilidade de efetuar o pagamento requerido”.

Para o advogado, a parte final é muito importante. “As seguradoras têm de fundamentar suas negativas e seria relevante que também se garantisse, em lei, que essa fundamentação não pode ser inovada depois, quando eventualmente se discutir em juízo a recusa de cobertura ou pagamento. Mas, a norma é problemática quando estabelece que ‘qualquer cláusula contida na respectiva apólice que impeça o pagamento de indenização, a sociedade seguradora, a partir de solicitação, deverá formalizar ao segurado sua discordância em pagar a indenização reclamada’.

Simplificando, isso significa que qualquer discussão sobre matéria contratual obrigaria a seguradora a negar o pagamento da indenização reclamada pelo segurado ou beneficiário do seguro. Ora, muitas vezes há discussões marginais que não determinariam uma negativa ao pagamento da indenização, mas sim eventual redução desta. Por exemplo, pode-se discutir se a franquia corre dos primeiros prejuízos ou do dia do sinistro, mas isso não implica recusa de indenizar, e sim a grandeza da dívida da seguradora. Sabemos que não é isso que se quer, mas é isso que está ali previsto”, alerta.

A matéria agora será enviada para votação no Senado.

Lloyd’s of London destaca riscos da indústria de drones

droneO setor de drones é um componente dinâmico e importante da indústria de aviação global, cuja despesa global de aquisição deverá dobrar para US$ 91 bilhões nos próximos 10 anos, até 2024. No entanto, preocupações relacionadas à segurança e vigilância precisam ser consideradas por fabricantes e usuários desta tecnologia, diz o novo relatório do Lloyd’s, Drones Take Flight.

O estudo destaca cinco riscos fundamentais que podem prejudicar o crescimento futuro do setor. Entre eles, a violação de privacidade é citada como a maior e mais significativa preocupação, assim como os descuidos dos operadores dos drones e a vulnerabilidade dos equipamentos a ataques cibernéticos.

Outra preocupação em destaque no relatório é o ambiente regulatório que, apesar de estar se desenvolvendo ainda não está harmonizado entre as jurisdições internacionais. Além disso, por causa do crescimento rápido e desigual da indústria de drones, tem sido difícil para os reguladores supervisionar de forma eficiente e rigorosa sem apoio tecnológico para rastrear e monitorar seu uso.

Segundo o relatório, controle eficaz de espaço aéreo e tecnologia de prevenção de colisões serão requisitos fundamentais para o seguro de drones que operam em espaço aéreo congestionado.

Como resultado, os seguradores estão propensos a exigir dos operadores de drones maiores medidas para mitigar os riscos, como treinamento e certificação, fortalecimento da segurança cibernética e a realização de avaliações de impacto de quebra de privacidade.

Comentando o relatório, Nick Beecroft, gerente de Riscos Emergentes e Pesquisa do Lloyd’s, afirmou que “drones têm um potencial significativo, mas são, ao mesmo tempo, uma tecnologia emergente controversa. À medida que o mercado continua a crescer, o mesmo acontece com a interação de exposições ao risco. Os fabricantes, operadores e reguladores terão de trabalhar em conjunto, de forma global, para compreender as exposições e garantir que esta tecnologia seja utilizada de forma segura e responsável.

Já Marco Castro, presidente do Lloyd’s Brasil acredita que drones são usados agora em vários setores comerciais, como agricultura, infraestrutura, filmes, logística e serviços de segurança e prevejo que a demanda por seguros irá aumentar à medida que as aplicações comerciais e a aceitação se expandirem. Os sindicatos do Lloyd’s podem oferecer cobertura para perdas e danos materiais e riscos de responsabilidade e o mercado do Lloyd’s continua a desenvolver novas soluções para apoiar este setor emergente.

O relatório completo está em www.lloyds.com/DronesTakeFlight

Mitsui Sumitomo encerra trimestre com lucro de US$ 811 milhões

Helio-Kinoshita_webO grupo segurador número um do Japão fechou o primeiro trimestre fiscal japonês (abril a junho) com lucro líquido de US$ 811 milhões, 50% acima ou US$ 271 milhões a mais que o mesmo período de 2014. Os resultados das operações internacionais representaram 10% deste valor e devem continuar com peso expressivo, pois a expectativa é que as unidades devem quadruplicar este número nos próximos anos. O prêmio total emitido chegou a US$ 8,1 bilhões, sendo US$ 6,3 bilhões relativos ao segmento não vida, que apresentou um crescimento de 4,4% com relação a 2014.

Além do bom desempenho das operações internacionais, o resultado foi impulsionado pela melhora no desempenho da carteira de automóveis e a ausência de catástrofes naturais no período. “A cada ano as operações internacionais trazem mais representatividade nos resultados do grupo. Nosso objetivo é chegar a 40% em 2017, enfatizando a força das operações no mundo‎ e também as inúmeras oportunidades de negócios que todos os países do grupo podem trazer”, ressalta Hélio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo Seguros.

Direção em Conta, novo programa da Liberty Seguros, bonifica motoristas prudentes

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A Liberty Seguros acaba de lançar o Programa Direção em Conta, que utilizará uma tecnologia chamada telemetria como ferramenta para determinar preço do seguro de automóvel, beneficiando motoristas que dirigem com segurança e de forma consciente.

A iniciativa visa calcular o preço do seguro de acordo com o comportamento do segurado no trânsito. Ao instalar um dispositivo no carro do usuário, diversos aspectos da maneira como o veículo é conduzido serão medidos no período de quatro meses, como a velocidade média utilizada, nível de freagem, movimentos bruscos, entre outros.

Durante esses quatro meses, o segurado terá acesso em tempo real ao diagnóstico e, de acordo com a sua conduta no trânsito, pode ser bonificado na renovação da apólice. É possível acompanhar todo o processo de medição por meio de um aplicativo de celular, disponível gratuitamente para iOS e Android.

De acordo com José Mello, superintendente de Inteligência de Marketing e Inovação da Liberty Seguros, a companhia possui mais de cinco anos de experiência de uso dessa tecnologia nos Estados Unidos e é a primeira a utilizá-la no Brasil. “O Direção em Conta é um programa inovador, pois abre um novo capítulo na forma de interagir e consumir seguros, menos focado em estereótipos de comportamento e mais baseado no perfil de cada indivíduo. Com ele, a Liberty Seguros amplia a confiança e transparência na relação entre cliente e seguradora e acompanha uma tendência mundial de valorizar o motorista que dirige com cuidado. Ao bonificarmos o segurado prudente, acreditamos que estamos colaborando para um trânsito mais tranquilo e seguro”, diz.

O programa começa a funcionar já esse mês em algumas concessionárias da cidade de São Paulo, e será destinado para novos segurados de automóveis zero quilômetro e seminovos. O consumidor que optar em participar desse programa, ganhará no ato até 10% de desconto no valor total do seguro.

Ainda em fase piloto, a ideia da companhia é expandir o número de motoristas beneficiados pela iniciativa e aumentar a área de atuação do Programa Direção em Conta para outros estados do Brasil.

Berkley investe em sistema user-friendly para Seguro Garantia

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Pioneira nas linhas de negócios da Berkley desde o início das operações no mercado de seguros brasileiro, a Carteira de Garantia conta com um sistema on-line para comercialização do produto que garante agilidade nos processos junto a corretores parceiros. A ferramenta acaba de ser atualizada e dispõe de um layout user-friendly, o qual facilita o acesso de usuários que buscam produtos da área de Garantia.

Com uma versão compacta, o sistema proporciona fácil adesão e entendimento, é acessível para operações de varejo e atente as modalidades mais tradicionais do segmento – garantia de concorrência ou “Bid Bond” (BID), que garante indenização ao segurado (contratante da obra ou serviço), caso o vencedor da licitação deixe de assinar o contrato; e a garantia de executante ou “Performance Bond”, produto que garante ao segurado o cumprimento das obrigações assumidas no contrato.

Brasilprev atinge lucro líquido de R$ 723,7 milhões no primeiro semestre de 2015

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A Brasilprev, uma das maiores empresas de previdência privada aberta do país e especialista neste setor, divulga a sua performance durante os primeiros seis meses deste ano. No período, a empresa, que tem como principal canal de distribuição a rede do Banco do Brasil, teve lucro líquido de R$ 723,7 milhões. O resultado ajustado**, que exclui efeitos considerados extraordinários, foi de R$ 429,0 milhões, evolução de 26,2% em comparação ao 1º semestre de 2014. Os ativos sob gestão também tiveram aumento: 35,5% comparando-se os semestres, totalizando R$ 132,9 bilhões face aos R$ 98,1 bilhões registrados no período anterior (mais detalhes no quadro abaixo).

A arrecadação total entre janeiro e junho foi de R$ 19,3 bilhões, valor 33,2% maior que o acumulado em 2014 nos primeiros seis meses, R$ 14,5 bilhões. Os planos da modalidade Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) continuaram sendo os responsáveis pela maior parte do valor arrecadado, R$ 18,0 bilhões, um crescimento de 35,8%. Já a modalidade Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) somou R$ 1,1 bilhão, um aumento de 5%.

“O semestre foi positivo para a Brasilprev, apesar do cenário macroeconômico desafiador. A companhia manteve a liderança em captação líquida com 51% de participação de mercado nos últimos 12 meses. A captação líquida corresponde à diferença de todo valor arrecadado menos os resgates. Por isso, para nós é um indicador que demonstra a qualidade da nossa operação e da venda do nosso produto, atestando o comprometimento da Brasilprev com um crescimento sustentável focado no longo prazo”, comenta o diretor de Planejamento e Controle da Brasilprev, Nelson Katz.

RSA Seguros lança campanha para corretores de Transportes

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A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, lançou a campanha Go: Dubai, cujo objetivo é incentivar e ampliar a venda dos produtos de Transportes, reconhecer os corretores com os melhores desempenhos com a Companhia, além de promover novos negócios e estreitar o relacionamento com os parceiros.

“Para essa campanha visamos impulsionar os negócios destinados ao segmento Transportes e também estreitar a nossa parceria com as corretoras parceiras que atuam neste mercado”, afirma o superintendente de Marketing, Estratégia Corporativa e Desenvolvimento de Negócios da RSA Seguros, Marcelo Biasoli.

A Go: Dubai vai distribuir diversos prêmios mensalmente aos corretores que obtiverem as melhores pontuações no período. Ao final da campanha, as três corretoras de seguros que obtiverem os melhores desempenhos de vendas dos produtos de Transportes da RSA Seguros receberão uma viagem a Dubai – a principal atração turística dos Emirados Árabes Unidos. “Escolhemos Dubai como destino desta campanha por ser uma cidade que proporciona diversas experiências e atividades, além de ser mundialmente conhecida por sua arquitetura futurista e luxuosa. Nossos corretores parceiros merecem desfrutar desta experiência”, esclarece Biasoli.

A performance das corretoras será avaliada mensalmente através de uma pontuação baseada em metas. Os ganhadores finais serão anunciados em fevereiro de 2016, após o término da campanha.

Embasada em valores como conquista, superação, metas e produtividade, a campanha foi desenvolvida para aumentar a proximidade com os corretores, manter a marca RSA Seguros presente no dia-a-dia dos parceiros e também promover bons negócios.

Transportes

Referência em seguros de Transportes no Brasil, a RSA possui soluções específicas para os diversos tipos de operações no setor, incluindo coberturas aos bens e mercadorias durante o transporte em viagens nacionais e internacionais. A empresa destaca-se pelo seu sistema logístico para acompanhamento e monitoramento da carga transportada, além de oferecer produtos e serviços diferenciados.

Inscrições abertas para o exame de Certificação Profissional CNseg (CPC)

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Estão abertas as inscrições para o exame de Certificação Profissional da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a CPC. As provas, que acontecerão no dia 4 de novembro, simultaneamente no Rio de Janeiro e em São Paulo, terão 100 questões de múltipla escolha. Para esse primeiro exame, não há exigência de formação escolar e o candidato deverá alcançar a nota mínima final de seis (6) para obter a CPC1 nível pleno.

As inscrições devem ser realizadas até o dia 18 de setembro pelo site http://cpc.cnseg.org.br. Nesse mesmo ambiente, o interessado poderá acessar todas as informações relacionadas ao exame, incluindo o conteúdo programático, o calendário e os locais onde serão realizadas as provas.

Para o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, idealizador e incentivador do projeto, o programa tem como objetivo acelerar o progresso profissional dos colaboradores do setor e sistematizar o conhecimento específico do mercado segurador, associando a teoria à prática. “A CNseg decidiu implantar a Certificação após constatar que o Brasil tem plenas condições de se alinhar a mercados que possuem uma indústria do seguro mais desenvolvida, como os Estados Unidos e a Inglaterra; e a outros com um patamar de desenvolvimento semelhante ao nosso, como é o caso da Índia”, enfatiza o executivo.

A diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, esclarece que a CPC1 tratará de uma visão geral do mercado, dos princípios técnicos que regem o seguro, previdência complementar aberta, saúde suplementar e capitalização, além dos aspectos legais e regulamentares, da legislação e dos normativos da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). “A Certificação tem enfoque na educação continuada do mercado segurador e no reconhecimento da qualificação técnica dos profissionais”, pontua.

A CNseg será a entidade certificadora do Programa e a realização dos exames, elaboração, aplicação das provas e divulgação dos resultados ficarão a cargo da Escola Nacional de Seguros. Em 2016, visando o desenvolvimento das competências específicas para o mercado segurador, a Escola Nacional de Seguros e a CNseg lançarão o Programa em formato e-learning.

Osmar Bertacini será o novo presidente da APTS

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A nova diretoria Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) para o próximo biênio já está definida com a escolha, por meio de consenso, de Osmar Bertacini. Ele sucederá Luis López Vázquez, atual presidente e fundador da APTS. Sua chapa, única registrada no dia 10 de agosto, prazo estabelecido pelo estatuto da entidade, será homologada em Assembleia Geral Ordinária no dia 10 de setembro, na sede da entidade.

A divulgação oficial de sua candidatura à presidência da APTS na gestão 2015-2017 foi realizada pelo próprio Bertacini, durante participação em almoço do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo, realizado nesta terça-feira, 18 de agosto, no Circolo Italiano. Ele fez questão de informar que continuará ocupando o cargo de 2º secretário na atual gestão do Sincor-SP, comandada por Alexandre Camillo.

“Com mais de 50 anos de atividade em seguros, poderia estar em casa descansando, mas, dentro de minha inquietude profissional, decidi apresentar minha chapa”, disse. Bertacini explicou que apesar de cumprir extensa jornada de trabalho, resolveu assumir mais esta responsabilidade por se sentir no “dever e na obrigação” de colaborar para o fortalecimento da APTS.

“Não me furtei em doar um pouco mais do meu tempo, em detrimento até do convívio familiar, para assumir a presidência dessa entidade tão importante e tão querida”, disse. “Espero que em dois anos possa entregar uma APTS mais fortalecida”, acrescentou. Segundo o presidente eleito, a posse da nova diretoria será realizada em outubro.

Ele, que já ocupou a presidência da APTS por duas gestões na década de 90, concluiu sua fala destacando o importante papel da entidade na disseminação da cultura do seguro e da prática técnica. “Não posso concordar com aqueles que dizem que a técnica de seguros acabou. Há, sim, espaço para técnica e tudo é uma questão de iniciativa e de desenvolvimento de um trabalho”, afirmou.

Trajetória profissional

Osmar Bertacini é presidente da Humana Seguros e 2º secretário do Sincor-SP na atual gestão. Foi fundador e presidente da Aconseg-SP, fundador e presidente do CVG-SP e presidente da APTS. Atualmente, é diretor da ANSP, da Camaracor-SP, da SBCS e presidente do Conselho Consultivo do CVG-SP.

Argo Seguros se destaca em RC médicos

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Atualmente, o número de sinistros de Responsabilidade Civil Médicos cresce de forma significante dentro do mercado de seguros. De acordo com a JusBrasil, empresa jurídica brasileira, 43% dos médicos demandados em processos foram julgados culpados, e a maior condenação registrada hoje no STF ultrapassa o valor de R$ 800 mil. Dentro desse segmento, a Argo Seguros, subsidiária do Argo Group Internacional, já é considerada uma das líderes do mercado com mais de 12 mil apólices em Responsabilidade Profissional. A empresa oferece atendimento completo com profissionais especializados, se destacando pela agilidade em oferecer soluções personalizadas e com ampla cobertura.

A Argo Seguros oferece ao mercado o “Protector Médicos” com coberturas para as esferas civil, administrativa e criminal, e ainda oferece mais outras oito coberturas particulares específicas que complementam o seguro, tais como, responsabilidade do médico em caso de infecção hospitalar e omissão de socorro, além de eficiência na regulação de sinistro por meio de profissionais altamente capacitados.

“É crescente a sinistralidade dentro do segmento de RC Médicos. Em 2014, tivemos um aumento de quase de 150% de ações contra os médicos, comparado ao ano anterior. Esse crescimento repentino se deu devido a facilidade de acesso as informações, fazendo com que os pacientes estejam mais informados em relação a patologias e tratamentos. A tecnologia está sendo uma grande aliada e o mercado de seguros tem sido influenciado por esse avanço. A Argo Seguros já está consolidada no segmento, com um crescimento de 247% na categoria, alcançando no total 7 mil apólices de médicos”, explica Carlos Berlfein, Subscritor Sênior de Linhas Profissionais da Argo Seguros Brasil.

O seguro de RC Médico tem como objetivo proteger o patrimônio do segurado proporcionando as despesas de defesa nas esferas civil, criminal, bem como o pagamento de indenização ao terceiro em caso de condenação por dano reclamado em decorrência de erro ou omissão na prestação de serviço médico. A cobertura também dá a possibilidade do segurado firmar um acordo judicial ou até mesmo extrajudicial com terceiros.

No caso de processo ético administrativo o seguro também irá proporcionar as despesas de defesa para que o segurado contrate um advogado especialista no assunto, este tipo de questão é de suma importância, pois uma defesa bem feita pode evitar que o profissional perca sua licença Profissional.

A Argo Seguros oferece ao mercado contratação em 5 minutos e ampla interatividade entre os corretores e segurados, que pode ser realizada por meio do desktop ou smarphone nas versões IOS e Android, o que possibilita o corretor a fazer a gestão completa do seguro e até mesmo realizar a notificação de um sinistro.

Além disso, a empresa disponibiliza uma central de atendimento com exclusivo serviço de “Sala de Emergência” para orientar e esclarecer todas as dúvidas do segurado durante a cobertura e auxiliá-lo no que for preciso. E também, algumas vantagens exclusivas para os segurados dentro do canal “Central de Benefícios” com produtos e serviços como Multiplus, Fast Shop, Centauro, entre outros.

O segurado poderá efetuar o pagamento da contratação via boleto, cartão de crédito ou débito em conta. Atualmente, a linha Protector conta com segurados em mais de 1.660 cidade em todos os estados do país e mais de 1.500 corretores cadastrados.