Crise no setor de Óleo & Gás promove mudanças no mercado de seguros

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É notório que com as denúncias de corrupção surgidas na operação Lava Jato, adicionado aos dados macroeconômicos que apontam para uma deterioração e a queda do preço do petróleo, as empresas do segmento têm enfrentado dificuldades em se manter ativas. Para se ter uma ideia, diversas sondas de perfuração – equipamentos utilizados para acessar reservatórios de petróleo ou gás natural – que estavam em atividade no Brasil tiveram contratos renegociados, cancelados ou simplesmente não renovados, elevando em 31% o número de unidades paralisadas. “Existem aproximadamente 38 sondas em operação no Brasil, enquanto que em 2014 tínhamos 55 ativas”, revela Paulo Niemeyer, diretor da área de Óleo e Gás da consultoria e corretora de seguros Aon.

Segundo o executivo, o acontecimento elevou o número de unidades em período de lay-up – ocasião em que as unidades ficam paralisadas e atracadas em um porto ou terminal. Ele informa ainda que, em âmbito global, muitas unidades conhecidas como new builds, também foram paralisadas e aguardam compradores e/ou afretadores, sem contratos vigentes. “Esse cenário acarreta em uma considerável incerteza aos estaleiros e construtores navais, e também para armadores”, diz.

Niemeyer acredita que a crise no setor ainda deve levar cerca de 18 meses para ser normalizada e, por isso, as empresas precisam ficar atentas aos riscos que afetam suas operações e, por consequência, os fluxos de caixa. “No Brasil, a situação é ainda mais grave devido aos recentes acontecimentos que envolvem denúncias de corrupção no mercado, as quais afetaram todo o setor petrolífero e sua vasta cadeia de fornecedores, causando não só a falência de algumas empresas, mas também no aumento acentuado na taxa de desemprego, queda da curva de produção, desinvestimentos e a desconfiança de investidores”, acrescenta.

No entanto, Paulo explica que o mercado de seguros tem sido favorável às empresas, já que alguns produtos como Riscos Operacionais e de Construção apresentam queda de 5% a 35% nos prêmios. “A retração na demanda, o aumento excessivo de oferta de capacidade e capital, além da baixa sinistralidade têm atraído seguradoras e resseguradoras para o mercado, gerando maior competitividade no setor e reduzindo os custos dos seguros para as empresas. Até o momento, já tivemos um crescimento de 17% na capacidade global disponível no mercado, o que causou US$ 7 bilhões de capital para subscrever riscos da atividade de Óleo e Gás”, relata.

Para o seguro de Danos Materiais de Equipamentos e Controle de Poço (blow out), além da redução nos prêmios, os seguros têm sofrido mudanças em relação às informações analisadas. ”Os principais dados analisados pelos mercados para a subscrição dos riscos operacionais não têm sido apenas a saúde financeira das empresas, mas outros fatores são levados em consideração, como: os valores dos ativos segurados, as características e localidade dos poços, os desafios logísticos, o histórico, e a experiência das empresas e de seus executivos”, comenta.

Porém, o executivo observa que em outros produtos, como Garantia e D&O, cujos principais fatores de análise do risco são balanço financeiro e fluxo de caixa das empresas, a crise tem impactado negativamente, com elevação nos prêmios das apólices e, em alguns casos, com dificuldades para aceitação do risco no mercado. “Esses produtos apresentaram um aumento no número de sinistros e também de valor de indenização. Só em 2014, registramos um crescimento de 560% em indenizações de D&O comparado com 2013”, aponta.

Paulo Niemeyer explica que, com a crise no setor, o papel da consultoria é fundamental para auxiliar os clientes sobre as formas de obterem reduções de custos em seus programas de seguros, pois é possível indicar coberturas para a proteção dos ativos e balanços que podem se tornar mais vulneráveis em função da conjuntura econômica atual e da queda acentuada do preço do barril. “Trata-se de uma parceria colaborativa, que, por meio de um entendimento mais técnico dos riscos e também dos reais problemas enfrentados por estas empresas, permite-se fornecer soluções diferenciadas e inovadoras para as empresas que atuam no setor”, constata.

O executivo ressalta que por conta dessas mudanças, a Aon criou um facility global do setor de óleo e gás em parceria com o mercado segurador. O intuito é oferecer seguros com coberturas de maior abrangência a um preço mais competitivo do que é praticado no mercado. “O facility será comercializado já neste segundo semestre por todos os nossos escritórios no mundo, o qual disponibilizará cobertura securitária de até US$ 100 milhões por unidade, equipamento ou operação, principalmente para empresas do setor de E&P de pequeno e médio porte, tanto onshore quanto offshore”, acrescenta Niemeyer.

Nessa modalidade, os principais riscos cobertos são os de danos físicos que envolvem sondas, bens e equipamentos, responsabilidade civil, poluição súbita, despesas extras do operador – para riscos de blow-out – e até mesmo lucros cessantes. “Sabemos que o momento atual da indústria tem sido difícil, portanto, o objetivo é auxiliar de forma estratégica as empresas que têm buscado redução de custos, oferecendo prêmios de 20% até 25% inferior do que é praticado normalmente no mercado, além de coberturas abrangentes e sob medida para cada caso”, esclarece. De acordo com o diretor de óleo & gás da Aon no Brasil, o produto passa a ser comercializado concomitantemente a 1º rodada de licitações de blocos de Petróleo e Gás no México, prevista para este mês. “O facility se encaixará também perfeitamente após a 13º Rodada de Licitações no Brasil, prevista para outubro deste ano”, complementa.

XL Catlin abre escritório no Rio de Janeiro

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O segmento de operações de seguros da XL Catlin anunciou hoje a abertura de seu segundo escritório no Brasil, localizado no Rio de Janeiro. A cidade é um dos hubs metropolitanos de maior crescimento na América do Sul, graças ao aumento nas oportunidades de negócios, gerado em parte pelos preparativos para os Jogos Olímpicos de 2016.

O segmento de operações de seguros da XL Catlin já tem mais de 50 funcionários no Brasil e planeja desenvolver seu escritório no Rio para atender à demanda da região por soluções de seguro sob medida.

Renato Rodrigues, gerente geral das operações de seguros da XL Catlin no Brasil, declarou que: “Estamos muito orgulhosos de anunciar a abertura de nosso escritório no Rio de Janeiro. Essa é uma cidade realmente vibrante, com os Jogos Olímpicos atraindo investimentos significativos. É também a sede de muitas empresas nacionais e multinacionais. Algumas de nossas maiores linhas de negócios, como transportes e construção, estão com a demanda bastante aquecida na região.”

Bruno Laval, gerente regional das operações de seguros da XL Catlin para a Europa Meridional & América Latina, acrescentou: “A abertura de um escritório no Rio de Janeiro é prova do compromisso da XL Catlin com o desenvolvimento de talento e expertise no Brasil. Estamos desenvolvendo uma variedade de novas linhas de produtos, para fortalecer nossa oferta local a clientes e corretores. O novo escritório será um elemento-chave para alcançarmos nossas metas de crescimento no Brasil.”
As operações de seguros da XL Catlin no Brasil tiveram início em 2012, quando a empresa abriu seu primeiro escritório em São Paulo.

Tokio celebra as conquistas com 56 Corretoras e Assessorias em evento no sul da Bahia

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Com programação especial em Arraial d’Ajuda, distrito de Porto Seguro, no sul da Bahia, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos seguradores do mundo, realizou o XV Encontro de Corretores Ouro, entre os dias 19 e 23 de setembro. Com o tema “Ritmo dos Ouros”, o evento recebeu 56 Parceiros de Negócios no Arraial D´Ajuda Eco Resort. Os convidados desfrutaram da excelente infraestrutura do hotel, atividades e passeios exclusivos e convívio com a diretoria da Companhia.

“Mais uma vez, foi uma imensa alegria celebrar os resultados deste grupo especial de Corretores e Assessorias, que escolheram trabalhar com a Tokio Marine. Somos uma seguradora que realmente valoriza o relacionamento com os parceiros. Continuaremos à disposição e contando com o apoio destes profissionais”, afirma o Diretor-Executivo Comercial, Valmir Rodrigues.

Durante o evento, os participantes visitaram a vila do Arraial d’Ajuda e usufruíram de um dia no Eco Parque (exclusivo), considerado uma das maiores atrações turísticas da região. Eles também tiveram uma atividade de degustação de cervejas no hotel. Além disso, cada noite foi dedicada a um ritmo, com decoração personalizada e atrações musicais especiais.

Na noite do Rock, a plateia vibrou com o grande show dos “Poetas do Rock”. Muito conhecidos da cena cover brasileira, os integrantes do trio reencarnaram Cazuza (Valério Cazuza), Renato Russo (Guilherme Lemos) e Raul Seixas (Ayrton Ramos), em uma performance contagiante. Já na noite do samba, os convidados se divertiram muito com a banda “Batuque na Cozinha”, um dos mais conhecidos do Rio de Janeiro. O grupo interpretou um repertório de Noel Rosa a Zeca Pagodinho, seguindo as influências do samba de raiz, nos moldes dos artistas das décadas de 70 e 80.

O tradicional jantar e cerimônia de premiação dos Corretores, realizado no último dia do encontro, foi marcado pela referência ao Blues. A Seguradora produziu uma réplica da lendária casa de shows House of Blues, onde os convidados foram recepcionados pelo Harmônica Duo, formado por Little Will e Marcio Scialis, ao som de blues e classic rock. Com trajes típicos e em cenário personalizado, os músicos deram as boas-vindas aos convidados. Além disso, a entrega da placa comemorativa aos Corretores e Assessorias foi embalada por música ao vivo.

Após a premiação, Edinho Santa Cruz e banda divertiram o público apresentando o repertório do show “Na Estrada Rock in Concert”. Os Corretores Ouro fizeram uma viagem pelo melhor do rock’n’roll, passando por Pink Floyd, Joe Cocker, Paul McCartney, Beatles, Creedence, Queen, Dire Straits, James Brown, Rolling Stones e Led Zeppelin.

O presidente José Adalberto Ferrara, o Diretor-Executivo de Produtos Massificados, Marcelo Goldman, O Diretor-Executivo de Estratégia Corporativa, Masaaki Itakura, o Diretor de Sinistros, Alexandre Vieira, o Diretor Comercial Nacional Varejo, João Melo, diretores e superintendentes comerciais também prestigiaram o evento. “O XV Encontro Ouro foi um grande sucesso. Vamos continuar trabalhando diariamente para, cada vez mais, aprimorar a qualidade da entrega dos nossos produtos e serviços a fim de manter a confiança destes parceiros”, conclui Valmir Rodrigues.

Liberty Seguros realiza ação do Projeto Sinal Livre durante a Semana da Mobilidade Urbana 2015

liberty-16A Liberty Seguros realizou ontem mais uma ação do Projeto Sinal Livre em São Paulo. A seguradora se uniu ao Projeto Quixote para realizar intervenções artísticas em faixas de pedestres para conscientizar a população sobre a importância do uso adequado dessa sinalização. Com a mensagem “Eu respeito a faixa de pedestre”, os desenhos foram feitos em quatro pontos emblemáticos da cidade – Avenida Paulista, Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, Viaduto do Chá e a esquina da Avenida Ipiranga com a Avenida São João – e ficarão expostos por 90 dias.

Zurich desiste de comprar RSA

Fonte: Com agências internacionais

A seguradora suíça Zurich desistiu de comprar a RSA. Em nota, o grupo afirmou que as perdas com as explosões no porto chinês poderão determinar um resultado operacional negativo de US$ 200 milhões na atividade de seguros gerais no terceiro trimestre do exercício, que sera divulgado no próximo dia 5 de novembro. Por isso, afirma, os acionistas interromperam as negociações para comprar a seguradora inglesa, com a oferta de 5,6 bilhões. De libras esterlinas. A RSA, por sua vez, publicou uma nota esclarecendo que a desistência da Zurich não resultou de nenhum fato negativo apurado no período de due diligence ou de falha no processo negociação.

Inovação é a chave para o setor de seguros, diz KPMG

Fonte: Revista Cobertura

Nova Iorque – Enquanto executivos de seguros na grande maioria sabem que inovação conduzirá à vantagem competitiva e crescimento, muitos parecem estar lutando para acender a chama dentro de suas organizações, aponta relatório da KPMG International liberado hoje. 48% dizem que já estão prejudicados por concorrentes novos, mais ágeis.

“Como um membro do IIS Leadership Circle (Círculo de Liderança da IIS), a KPMG promove perspectiva válida das diretrizes da IIS. Os resultados do relatório da KPMG estimulam nossa certeza de que inovação é o tema estratégico predominante da indústria hoje, razão pela qual nós centraremos o tema do Fórum Global de Seguros de 2016 em “Inovação e Transformação da Indústria,” diz Michael J. Morrissey, presidente e CEO da IIS.

Baseado em uma pesquisa com 280 executivos de seguros de todo o mundo e uma série de entrevistas cara-a-cara com líderes de seguros e novos concorrentes do mundo da FinTech, o relatório, intitulado Um novo mundo de oportunidade: O imperativo da inovação de seguros, aponta que a necessidade de inovar já está criando pressões significantes no setor de seguros. Muitos dos respondentes da pesquisa veem inovação como uma significante oportunidade, com 83 por cento dizendo que o sucesso futuro de suas organizações está estreitamente amarrado as suas habilidades de inovar.

“Baseado na experiência dos profissionais da KPMG no mundo, a realidade é que clientes de seguros, acionistas e empregados demandem por inovação,” mencionou Mary Trussell, Líder de Mercados de Alto Crescimento e Inovação de Seguros da KPMG International, e autora do relatório. “De fato, eles esperam isso, não apenas de provedores de tecnologia e fabricantes de dispositivos. Organizações de seguros não podem “mais fazer mais do mesmo e esperarem crescer.”

De acordo com o relatório, inovação rápida tem criado desafios significantes para seguradores com 48 por cento dizendo que suas organizações já estão tendo a experiência de interferência de competidores novos, mais ágeis. Interessantemente, respondentes da América do Norte foram mais propensos a dizerem que tiveram a experiência de interferência, do que seus parceiros Europeus, e de alguma forma também mais propensos a tal do que seus parceiros asiáticos.

Não são apenas emergentes que estão criando desafios de inovação para o setor de seguros. Quatro em cada dez respondentes da pesquisa da KPMG International dizem que competitividade aumentada de seus competidores existentes criaria desafios significantes nos próximos dois anos.

Contudo, o relatório também aponta que – enquanto seguradores claramente reconhecerem o imperativo da inovação – muitos estão lutando para catalisar a inovação dentro de suas próprias organizações. Mais de três quartos (79 por cento) dizem que já estão correndo apenas para manter suas exigências diárias. Pouco abaixo (74 por cento) dizem que faltam qualificações essenciais internas necessárias para conduzirem à inovação.

“Seguradores e intermediários estão descobrindo de forma crescente que não há a ´bala dourada´ para criar uma organização mais inovadora; não há um pacote pronto para uso que conduza a novas ideias,” mencionou Gary Reader, chefe da Global Insurance, KPMG International. “Contrariamente, organizações precisarão navegar seus próprios caminhos neste novo mundo de oportunidade, desenvolvendo novos negócios e operando modelos e novas parcerias para se destacarem na competitividade e inovação dentre seus jogadores e novos audazes concorrentes.”

O relatório da KPMG International, que contém abordagens, artigos e citações de grandes executivos, membros de conselhos e CEOs, de organizações de seguros tradicionais e de novos concorrentes, identifica um número de áreas de foco para aqueles seguradores procurando melhorar os resultados dos investimentos em inovação. De transformação cultural a modelos de negócios repensados, o relatório alavanca a experiência da rede KPMG em oferecer aconselhamento prático e pontos de vistas válidos para ajudar o setor de seguros inovar.

Com dois terços dos respondentes da pesquisa dizendo que já olham para outras indústrias como modelos de inovação e inspiração, o relatório da KPMG International também inclui abordagens de ponta de outras indústrias e setores que passam por rápidas mudanças tais como automotivo, varejo, cuidados de saúde e tecnologia, assim como pontos de vistas funcionais em áreas como foco ao cliente, pessoas e mudanças, e modelos que encorajam a inovação.

“Trilhar seu próprio caminho por inovação não significa começar do zero,” adicionou Mary Trussell. “Contrariamente, é alavancar experiências e sucessos incluindo as ideias de outros para criar novas premissas e enfoques para satisfação dos clientes e gerar valor. É aprender de concorrentes tradicionais e novas interferências. E é pegando emprestado melhores práticas sem vergonha e novas ideias de fora do setor de seguros e seus tradicionais aliados.”

Respaldado por dados significantes, percepções válidas da indústria e profunda experiência no setor, Um novo mundo de oportunidade: O Imperativo de inovação em seguros oferece aconselhamento pragmático e acionável para aqueles seguradores e intermediários buscando fazer o máximo do imperativo da inovação. O relatório completo pode ser baixado de www.kpmg.com/insuranceinnovates.

Sobre a pesquisa

A KPMG International conduziu uma enquete online em abril de 2015 com 280 executivos da indústria de seguros em 20 países. Perfis de setor incluem: 25 por cento Vida e Saúde, 23 por cento Propriedade e Casualidades, 29 por cento Compostos e 23 por cento outros. Das organizações pesquisadas 32 por cento indicaram que suas receitas totais excedem $5B USD; 33 porcento disseram que tem entre $500M e $4.9B em receitas totais, e 36 disseram que sua receita total é menor que $500M.

Seguradora Líder-DPVAT lança campanha nas redes #pazeamornotrânsito

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Levar os filhos ao colégio de carro, abastecer no posto de gasolina e parar na padaria para fazer um lanche são ações cotidianas, que fazem parte da rotina de muitos brasileiros. Mas imagina fazer todas essas tarefas e usar, no lugar do carro, um tanque de guerra? No dia 17 de setembro de 2015, os curitibanos viram essa cena nas ruas da cidade e ficaram impressionados. Não sabiam que a ação fazia parte de uma campanha de marketing viral nas redes sociais, que acaba de ser lançada pela Seguradora Líder-DPVAT. O objetivo foi gerar questionamentos e compartilhamentos do vídeo entre os usuários da Internet, criando interesse para a temática da segurança do trânsito de uma forma inovadora. Assinada pela agência Master Comunicação, a iniciativa faz parte da campanha da Semana Nacional de Trânsito, que acontece entre os dias 18 e 25 de setembro.

O tanque, uma réplica especialmente construída para essa situação, simboliza a guerra que vivemos no trânsito, que causa milhares de mortes. Só no primeiro semestre de 2015, a Seguradora Líder-DPVAT pagou mais de 344 mil indenizações para vítimas de acidentes no trânsito, a maioria delas para pessoas que ficaram com algum tipo de invalidez permanente. Tudo foi documentado e está disponível também no blog viverseguronotransito.com.br. O vídeos já tem mais de 250 mil visualizações.

Para o diretor-presidente da Seguradora Líder-DPVAT, Ricardo Xavier, a campanha foi elaborada para provocar uma reflexão na sociedade, principalmente nos jovens, maior público das redes sociais e a faixa etária que mais se envolve em acidentes. “Teremos mais paz no trânsito quando as pessoas se conscientizarem da importância de respeitar as leis de trânsito, de não ingerir bebida alcóolica antes de dirigir, de respeitar o pedestre, o ciclista, o motociclista, lembrando sempre que a preferência é pela vida. Por isso, fizemos esta campanha para aguçar a curiosidade das pessoas para uma questão muito séria. E a receptividade tem sido muito boa na Internet”, analisa Xavier.

“Realizamos diversas ações de prevenção a acidentes de trânsito durante o ano, mas na Semana Nacional do Trânsito procuramos fazer este alerta de uma forma inusitada para que as pessoas reflitam sobre a atitude de cada um no trânsito”, explica Marcelo Romaniewicz, vice-presidente da Master. O diretor de criação, Felippe Motta, complementa “mostramos o que poderia acontecer se levássemos ao pé da letra a escalada de agressividade do trânsito. Nossa intenção é fazer um alerta, mostrando que se todo mundo resolver fazer guerra, nós nunca teremos paz”.

Porto Seguro lança aceleradora de startups para inovar ainda mais em serviços

italo portoSe tem uma seguradora que respira inovação ela se chama Porto Seguro. O grupo anuncia hoje o lançamento da Oxigênio Aceleradora em parceria com a Liga Ventures, empresa composta por um grupo de executivos especializados em conectar startups e grandes empresas através de programas de aceleração. “O objetivo é estimular o ecosistema do empreendorismo num movimento em que todos ganham, inclusive o Brasil, que pode subir no ranking mundial de inovação”, afirma Italo Flammia, diretor da Oxigênio Aceleradora, ao blog Sonho Seguro.

Trata-se de uma fábrica de inovação, que reunirá startups com boas ideias que possam ser aproveitadas por todas as empresas que formam o conglomerado Porto Seguro, hoje formado por seguradoras, administradora de cartões, consórcio, serviços de assistência, monitoramento 24 horas e a Conecta, empresa de telefonia do grupo que vem registrando crescimento acelerado neste ano.

“Vivemos em um mundo globalizado e acreditamos que os empreendedores brasileiros devem estar preparados para atender demandas de empresas multinacionais e globais. Por isso, escolhemos a Plug and Play como parceira. Ela trará a possibilidade de exposição internacional e desenvolvimento de soluções que possam ser empregadas por empresas em qualquer lugar do mundo”, conta Flammia.

O objetivo principal da iniciativa é estimular o empreendedorismo, oferecendo suporte para que as startups possam aprimorar suas soluções. “Possivelmente, se identificarmos produtos que tragam um diferencial para o portfólio da Porto Seguro, essa startup pode vir até a se tornar uma parceira da companhia”, contou. Sem mencionar investimentos, Flammia contou que a idéia surgiu há cinco meses, durante as discussões para o orçamento estratégico de 2016. “Queremos apoiar soluções que tenham sinergia com as empresas do grupo Porto Seguro, com serviços que tragam conveniência aos clientes”, explicou.

O processo de seleção terá duração de três meses e o programa de aceleração terá início em janeiro de 2016 com duração de seis meses, sendo três no Brasil e três nos Estados Unidos, com o apoio da aceleradora Plug and Play. A cada ciclo serão selecionadas cinco empresas, com um total dez startups aceleradas por ano. Segundo o executivo, em geral, num processo como esse, no inicio umas 500 empresas se inscrevem e passam por um processo de short list, restando 50 num primeiro momento e depois 20 até chegar nas cinco finalistas.

O programa de aceleração oferecido pela Oxigênio irá investir US$ 50 mil diretamente em cada uma das empresas selecionadas e outros US$ 100 mil serão aplicados em investimentos indiretos, em forma de benefícios e recursos para os empreendedores. Entre as atividades oferecidas workshops, palestras e sessões individuais de mentoring com lideranças da Porto Seguro e profissionais renomados do mercado, no espaço próprio no bairro de Campos Elíseos, em São Paulo. Em troca do apoio, a aceleradora fica com 10% do capital da star-up, sendo 5% para a Porto e 5% para a Plug and Play, localizada no Vale do Silício e que tem cerca de 20 filiais espalhadas pelo mundo.

Os empreendedores interessados têm de 22 de setembro a 25 de outubro para inscrever seus projetos no website da Oxigênio (www.oxigenioaceleradora.com.br). As inscrições são abertas a startups de todo o país, que já possuam um MVP ou seja, um produto constituído e/ou protótipo, e estejam em um estágio intermediário de desenvolvimento.

Associação Beneficente dos Funcionários da Allianz promove festa na arena e espera receber mais de mil pessoas

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Um time: Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA). Principal conquista: inclusão social e desenvolvimento pessoal de mais de seis mil crianças e adolescentes da Comunidade Santa Rita, localizada na zona Leste de São Paulo. Para comemorar essa marca e poder buscar outras vitórias, a ABA promove a festa “Campeões do Bem”, no próximo dia 2, no anfiteatro do Allianz Parque.

Além de contar com o conforto da maior arena multiuso da América Latina, os convidados curtirão a noite em um ambiente totalmente descontraído. Isso porque o clima do esporte e do entretenimento, duas forças do Allianz Parque, estarão presentes na decoração do anfiteatro. A pista será comandada pela banda Ambervision, que tem em sua playlist hits dos anos 70, 80, 90 e 2000, incluindo pop, pop rock nacional, trash, rock and roll, sertanejo e axé.

O ingresso dá direito a open bar de vodka, whisky, caipirinha, cerveja, refrigerantes, água mineral, entradas, massa e sobremesa. Haverá também sorteio de prêmios.

Toda a verba obtida com a venda de convites e cotas de patrocínio será destinada aos projetos da instituição. “Esse evento não visa apenas a arrecadação financeira, mas sim uma oportunidade de engajarmos pessoas ao nosso principal propósito, de promover o desenvolvimento de crianças e adolescentes em condição de baixa renda”, afirma Rose Oliveira, diretora da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz – ABA.

ABA: mais de 20 anos de história

Ao longo de mais de duas décadas, a instituição atendeu mais de seis mil pessoas da comunidade Santa Rita, localizada no bairro de Cangaíba, zona leste de São Paulo.

Por atuar com a finalidade de promover oportunidade de crescimento pessoal e profissional, por meio do desenvolvimento de potencialidades e fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, dois programas se destacam: Programa de Desenvolvimento Socioemocional e o de Capacitação para Adolescentes. O primeiro, direcionado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, objetiva o autoconhecimento, autocontrole e expressão de sentimentos de forma assertiva. Um estudo preliminar constatou que 96% das crianças que participaram do Programa demonstraram habilidades sociais positivas no relacionamento interpessoal. Já o segundo, conduzido em parceria com o Senac, teve seu atendimento triplicado no ano passado, de 30 para 90 alunos. Durante três meses e diariamente, os jovens têm aulas de técnicas administrativas, cultura do trabalho e autoconhecimento.

Recentemente, a ABA ampliou o leque de atividades oferecidas: crianças de quatro a seis anos passaram a desfrutar do Programa de Yoga, ministrado por uma educadora com habilitação profissional, e a prática de slackline tornou-se sensação em todas as faixas etárias atendidas. As aulas de ballet e xadrez permanecem na grade da Associação.

Serviço festa “Campeões do Bem”

Quando: 2 de outubro

Horário: a partir das 22h

Local: Allianz Parque // Rua Antônio Padre Tomas, 72 – portão C1

Preço: R$ 140, open bar e food

Mais informações e/ou compra de ingressos: Ana Cristina da Silva (3171-6344) e Cléia Cavalcante (3171-6278)

Segunda edição do Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana tem inscrições abertas

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A partir de hoje estão abertas as inscrições para a segunda edição do Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana, iniciativa da Lynx Consultoria em parceria com a Liberty Seguros. O cadastro é gratuito e deve ser feito pelo site www.premiosinallivre.com.br, até 2 de novembro de 2015.

Podem se inscrever pessoas físicas e jurídicas de todo o Brasil que promovam iniciativas engajadas na questão da mobilidade, com projeto em andamento ou implementados. Todos os projetos serão avaliados por um júri que escolherá cinco finalistas, que irão para a fase de votação popular, que acontece entre os dias 7 e 17 de novembro.

Os cinco finalistas participarão da premiação, que será realizada em São Paulo, no dia 25 de novembro. Durante o evento, aberto apenas para convidados, haverá um debate com especialistas sobre os projetos finalistas e questões gerais de mobilidade urbana, além da entrega do prêmio de R$ 10 mil ao projeto vencedor.

“Um dos objetivos do Prêmio Sinal Livre é atuar como uma plataforma de disseminação e discussão do tema de mobilidade urbana”, diz Larissa Vecchi, gerente de Comunicação e Marca Institucional da Liberty Seguros. “Queremos estimular as pessoas a pensar e colocar em prática ações que representem uma mudança efetiva”, finaliza.

O prêmio é uma ação que faz parte do Projeto Sinal Livre da Liberty Seguros, uma inciativa que tem como objetivo de educar, engajar e conscientizar a população sobre a necessidade de trazer mais segurança e tranquilidade no ir e vir das pessoas.

No ano passado, foram 47 projetos inscritos. O vencedor foi o “Fairbikes – Faça estas bicicletas aparecerem”, que reforma bicicletas que a população de Curitiba não utiliza e as empresta para os estudantes que compõem a Rede de Estudantes de Intercâmbio em Curitiba – REI Curitiba.