CNseg: Brasil e França promovem fórum sobre seguros pautado em inovação, sustentabilidade e regulação

No próximo dia 4 de junho, representantes de alto escalão do setor segurador brasileiro e francês estarão reunidos em Paris para o 1º Fórum de Seguros Brasil–França. O evento é uma iniciativa inédita promovida pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e pela France Assureurs, com apoio institucional da CNP Assurances, e faz parte do calendário oficial dos “Anos Cruzados”, que celebram os 200 anos de relações diplomáticas entre os dois países.

A proposta do fórum é fomentar a troca de experiências e fortalecer a cooperação bilateral em temas estratégicos como mudanças climáticas, inovação digital, regulação da inteligência artificial, Open Insurance e investimentos em infraestrutura. A programação será composta por três painéis temáticos e uma mesa de debate, reunindo especialistas, autoridades públicas, reguladores e executivos do setor.

Entre os participantes confirmados estão Marie-Aude Thépaut, diretora-geral da CNP Assurances; Dyogo Oliveira, presidente da CNseg; Florence Lustman, presidente da France Assureurs; Ricardo Alban, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Eduardo Gomes, vice-presidente do Senado Federal do Brasil; e Paulo Gonet, procurador-geral da República.

A CNP Assurances, uma das patrocinadoras do evento, tem presença consolidada no Brasil desde 2001 por meio da parceria com a Caixa Econômica Federal. Em 2023, a empresa reforçou sua atuação no mercado brasileiro com o lançamento da CNP Seguradora, expandindo seus negócios para além do canal bancário tradicional. Hoje, mantém parcerias com empresas como Correios, XP, BRB, Carrefour e Americanas, levando soluções de proteção financeira e seguros acessíveis a diferentes perfis de clientes.

Para o CEO da CNP Assurances no Brasil, Maximiliano Villanueva (foto), apoiar o fórum reforça o compromisso da companhia com o fortalecimento dos laços institucionais entre os dois países. “Apoiar este fórum reforça nosso compromisso com a integração entre os mercados francês e brasileiro, ampliando sinergias em temas regulatórios, tecnológicos e sustentáveis. Para nós é uma grande satisfação”, afirma.

A realização do fórum ocorre em um momento estratégico para o setor de seguros no Brasil, que vive transformações importantes com a entrada em vigor de novas regulamentações, como o Marco Legal do Seguro, e o avanço de tecnologias como inteligência artificial e Open Insurance. Ao promover o intercâmbio com o setor francês, a CNseg e seus parceiros pretendem contribuir para o amadurecimento e a modernização do mercado brasileiro.

MAG Seguros amplia o acesso ao seguro de vida no Brasil com capacitação, tecnologia e relacionamento

Márcio Batistuti MAG Seguros

A MAG Seguros, que completou 190 anos de atuação em janeiro deste ano, segue em constante evolução. Como parte desse movimento de modernização, em maio, o Grupo MAG inaugurou sua Matriz São Paulo na região da Faria Lima, considerado o coração financeiro da cidade. Mais do que uma mudança de endereço, o movimento reflete uma transformação estratégica: ser uma companhia jovem, apesar dos quase dois séculos de história, significa combinar tradição com inovação, unindo tecnologia e olhar humano.

A aposta em tecnologia para criar uma jornada fluida para clientes e corretores, além de fomentar grupos de profissionais, tornou-se crítica para que as empresas possam restabelecer conexões, antecipar tendências, disseminar valores e criar um ambiente competitivo que vá além de preço baixo e promoções.

Segundo Márcio Batistuti, diretor comercial da MAG Seguros, essa nova fase traduz uma virada na cultura da companhia. “A venda, em si, cede espaço para uma abordagem mais relacional e consultiva, centrada na experiência do indivíduo, no entendimento das suas necessidades e na construção de vínculos de longo prazo. A tecnologia é uma aliada fundamental, mas são o olho no olho, o abraço e a empatia que constroem marcas fortes e duradouras”, afirma.

Nesse cenário cada vez mais digital, a humanização faz toda a diferença e exige momentos de confraternização, cursos especializados e de tendências de negócios e de macroeconômica, que afetam o andar do setor de seguros, principalmente de investimentos de longo prazo, que exigem confiança de ambos os lados.

Apesar da crescente conscientização sobre a importância do planejamento financeiro, a penetração do seguro de vida no Brasil ainda é baixa. Apenas 5% da população possui uma apólice minimamente adequada às suas necessidades, percentual distante dos cerca de 70% registrados nos Estados Unidos. “O papel do Grupo MAG é fomentar o importante papel do planejamento financeiro fazendo com que os brasileiros identifiquem no mercado de seguros uma forma de proteção econômica, financeira e até social. É essa a cultura que desejamos, cada vez mais, trazer à sociedade brasileira, independente da região ou classe econômica”, afirma Batistuti.

Dados recentes reforçam esse cenário. Uma pesquisa realizada pelo Datafolha a pedido da Fenaprevi mostra que 37% dos brasileiros esperam contar com o INSS como principal fonte de renda após se aposentar. Entre eles, 65% sequer sabem estimar qual será o valor do benefício que vão receber do governo. A pesquisa também revela um descompasso entre desejo e realidade: 54% desejam se aposentar antes dos 60 anos, mas apenas 29% acreditam que conseguirão. Além disso, 8% acreditam que nunca poderão se aposentar e 14% dizem que não querem parar de trabalhar.

Entre os motivos para não conseguir se planejar adequadamente, 45% citam dificuldades para sobrar dinheiro, 42% afirmam não gerar renda suficiente para guardar, e 35% apontam que despesas não previstas prejudicam o planejamento. “O maior desafio do seguro de vida é cultural. As pessoas estão acostumadas a apostar todas as fichas no INSS, que sabemos não ser suficiente na maioria dos casos”, reforça Batistuti.

Há mais de 25 anos, a MAG mantém um programa robusto de formação de corretores de vida e previdência em parceria com a Escola de Negócios e Seguros (ENS). A iniciativa é aberta ao mercado e não exige exclusividade. “Todos ganham quando temos mais corretores capacitados. A venda de seguro de vida precisa de técnica, sensibilidade e visão de proteção financeira”, explica Batistuti.

Somente em 2024, mais de 600 novos corretores foram formados, número que deve se repetir em 2025. O programa oferece treinamento teórico, vivências práticas, preparação para o exame obrigatório da Susep e acompanhamento de uma equipe de 30 gerentes especializados, que atuam diretamente no desenvolvimento dos profissionais. O índice de aprovação no exame chega a 89%, bem acima da média do mercado. “A MAG não apenas forma corretores, mas também apoia seus primeiros passos na carreira, oferecendo acompanhamento constante e suporte na geração de negócios”, afirma.

Inteligência Artificial a serviço do corretor

A MAG Seguros também aposta no uso de inteligência artificial (IA) como ferramenta de capacitação e apoio às vendas. A companhia desenvolveu um ambiente simulado onde o corretor treina a abordagem de vendas interagindo com uma IA que simula um cliente real. Essa IA aprende a rebater objeções, questionar propostas e criar cenários realistas de negociação.

“O corretor treina vendendo seguros para a IA. Isso permite que ele aprimore seu discurso, teste abordagens e se prepare melhor para o mercado real. E, mais do que isso, essa mesma IA estará disponível para apoiar o corretor no dia a dia, sugerindo argumentos, soluções e até perfis semelhantes de clientes”, explica Batistuti.

Mas o executivo faz um alerta: a IA só aprende e evolui quando alimentada por corretores capacitados. “A tecnologia sozinha não entrega valor. Ela precisa ser treinada com base na experiência do corretor, no entendimento das dores dos clientes e nas melhores práticas comerciais.”

Segundo Batistuti, o mercado de seguros de vida vive um momento de expansão no país, impulsionado pela maior conscientização da população e pela evolução dos produtos. “Hoje temos soluções mais sofisticadas, com coberturas de até R$ 100 milhões, fruto de acordos com resseguradoras, e produtos cada vez mais alinhados às necessidades de saúde, longevidade e proteção financeira das famílias”, ressalta.

Para ele, eventos como o MDRT (Million Dollar Round Table) se tornam cada vez mais relevantes, com um número crescente de corretores brasileiros participando. “O mercado percebeu que não dá mais para depender só do seguro empresarial. O seguro individual é uma oportunidade gigantesca e que cresce ano após ano.”

Ele destaca ainda que o seguro coletivo segue relevante, mas atende especialmente empresas que já oferecem o benefício. “O desafio está em romper essa barreira e levar o seguro para quem não tem acesso, seja por meio de parcerias, cooperativas, associações ou canais alternativos.”

Para isso, a MAG estruturou sua operação comercial em quatro verticais: parcerias financeiras (como XP, BTG, Safra entre outros), cooperativismo (Unicredi, Cresol, entre outros), mercado tradicional de corretores e fundos de pensão. Ao todo, são 38 unidades comerciais espalhadas pelo país, além de 600 colaboradores na equipe de vendas, que apoiam corretores e parceiros com treinamentos, ações comerciais e suporte no fechamento de negócios.

A seguradora conta hoje com cerca de 3 mil corretores ativos, que fazem ao menos uma venda de seguro de vida por mês, e mais de 12 mil corretores que recebem comissão de clientes que estão na carteira de clientes da MAG. “Somos, antes de tudo, uma grande empresa de vendas, que entende que o desenvolvimento dos nossos corretores e parceiros é o caminho para democratizar o seguro de vida no Brasil.”

O executivo acredita que a evolução do setor depende, sobretudo, de investir continuamente na formação de profissionais e na adoção de tecnologia. “Se quisermos aumentar a penetração do seguro de vida no Brasil, precisamos ter mais distribuidores, com mais tecnologia embarcada, fazendo a última milha de entrega para o cliente.”

Batistuti finaliza com uma mensagem direta: “Capacitação não é custo, é investimento. Quanto mais profissionais formarmos, mais famílias protegidas teremos. No fim das contas, quando a maré sobe, todos os barcos sobem juntos.”

Acrisure anuncia captação de US$ 2,1 bilhões

Thomaz Menezes

A Acrisure anuncia a assinatura de um acordo definitivo para a emissão de novas ações preferenciais sêniores conversíveis em uma captação de US$ 2,1 bilhões, liderada pela Bain Capital. Os recursos da rodada serão usados para refinanciar parte de suas ações preferenciais não conversíveis existentes, buscar fusões e aquisições estratégicas com foco em crescimento e acelerar seu desenvolvimento como uma plataforma de serviços financeiros com tecnologia, impulsionando sua estratégia de se tornar a principal fornecedora de soluções fintech para milhões de pequenas e médias empresas no país e no exterior.

“Esta transação representa um marco significativo e serve como prova de que nossa visão para a plataforma escalonada da Acrisure se tornou realidade”, disse Greg Williams, presidente, CEO e cofundador da Acrisure. “Nossa evolução de uma corretora de seguros para uma provedora global de serviços financeiros impulsionada por IA e tecnologia abriu as portas para uma enorme oportunidade. Vejo um potencial ilimitado para o alcance da Acrisure, e somos extremamente gratos pelo apoio financeiro e pela validação de nossos investidores”.

Os investidores envolvidos na transação incluem a Bain Capital Special Situations, a Fidelity Management & Research Company, a Apollo Funds, a Gallatin Point Capital, a BDT & MSD Partners e um consórcio de outros investidores. Nenhum investidor existente saiu como parte desta transação. A BDT & MSD continua sendo a maior acionista minoritária da Acrisure por meio de fundos afiliados.

“Greg e sua talentosa equipe de liderança construíram um negócio impressionante, claramente diferenciado pela combinação de DNA empreendedor, capacidades tecnológicas de ponta e profundo conhecimento do setor”, disse Cristian Jitianu, sócio da Bain Capital, que se juntará ao conselho de administração da Acrisure. “Estamos satisfeitos por termos sido selecionados como o parceiro preferencial da Acrisure nesta transação e ansiosos para apoiar sua estratégia de crescimento contínuo, à medida que a empresa se baseia em seu sucesso e na entrega de soluções de seguros e negócios personalizadas e adequadas aos seus clientes”.

Jason Howard, presidente internacional da Acrisure, afirma que “o refinanciamento, liderado pela Bain Capital e apoiado por um grupo de investidores líderes do setor, é uma grande prova do negócio construído na Acrisure e do potencial futuro que nosso modelo diferenciado de fintech oferece. À medida que expandimos nossa presença globalmente, continuaremos a firmar parcerias por meio de negócios interessantes e entregar as melhores ofertas aos nossos clientes”.

“Essa rodada de investimentos reforça a confiança dos mercados no modelo da Acrisure e acelera nossa ambição de crescer no Brasil e América Latina com soluções cada vez mais inovadoras e centradas no cliente”, diz Thomaz Menezes, CEO e fundador da It’sSeg Acrisure.

No futuro, a Acrisure continuará a expandir sua presença e ofertas de produtos por meio de fusões e aquisições estratégicas e cumulativas, integrando totalmente a plataforma criada por meio de suas 900 aquisições anteriores e impulsionando o crescimento orgânico com seu robusto conjunto de ofertas personalizadas, que agora inclui serviços imobiliários, ferramentas de segurança cibernética, folha e processamento de pagamentos e soluções de aposentadoria.

O crescimento exponencial da Acrisure elevou a avaliação da empresa para US$ 32 bilhões, representando um aumento de quase 40% desde sua última captação de recursos há apenas três anos. Antes dessa rodada de financiamento, a Acrisure se preparou para sua expansão, reforçando sua equipe executiva para melhor se adequar à visão de futuro da empresa e apoiar seus recursos tecnológicos de ponta. Mais recentemente, a empresa contratou um novo CTO, Mark Wassersug, ex-COO da Intercontinental Exchange, e um novo CRO, Shawn Pelsinger, ex-chefe global de Desenvolvimento Corporativo da Palantir Technologies.

Morgan Stanley & Co. LLC atuou como agente financeiro e exclusivo e Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP e Varnum LLP atuaram como consultores jurídicos da Acrisure.

Coface, BB Seguros e Wiz Corporate promovem workshop sobre seguro de crédito

coface

A Coface Brasil, em parceria com a BB Seguros e a Wiz Corporate, realizou o primeiro Workshop dedicado exclusivamente ao Seguro de Crédito voltado para os gerentes de relacionamento do Banco do Brasil. O encontro, realizado em formato híbrido, teve como objetivo aprofundar o conhecimento sobre o produto, esclarecer dúvidas e fortalecer a parceria entre as instituições.

Durante o evento, especialistas da Coface apresentaram as principais funcionalidades do Seguro de Crédito, destacando sua importância como ferramenta estratégica para empresas que desejam crescer com segurança. Casos reais foram utilizados para ilustrar como o produto pode minimizar riscos, ampliar oportunidades de negócios e apoiar decisões comerciais com mais assertividade.

“A proposta foi ir além da apresentação técnica, criando um ambiente de troca de experiências e construção conjunta de conhecimento”, afirmou a equipe da Coface. “Queríamos não só aproximar o público do produto, mas também inspirar novas formas de utilizá-lo como motor de crescimento”.

O evento contou com a participação ativa dos colaboradores da BB Seguros e do Banco do Brasil, tanto presencialmente quanto online. As perguntas e reflexões dos participantes enriqueceram o debate e reforçaram o interesse crescente por soluções que unam proteção e inteligência comercial.

A Coface avalia o encontro como um passo importante na consolidação da parceria com a BB Seguros e a Wiz Corporate, e já prevê novos momentos de capacitação e troca ao longo do ano.

Banco BV e Brasilseg fecham parceria para comercialização de seguro para placas solares

Flávio Suchek, diretor-executivo de Varejo do banco BV.

O banco BV, uma das maiores instituições financeiras do Brasil e líder no financiamento de placas solares, passa a oferecer seguro para sistemas fotovoltaicos financiados por pessoas físicas ou jurídicas junto à instituição. A proteção pode ser contratada no momento da assinatura do financiamento ou posteriormente, desde que os componentes do projeto tenham, no máximo, 10 anos de uso.

O seguro, ofertado pelo BV em parceria com a Brasilseg, empresa da BB Seguros, cobre todos os itens relacionados a placa, como células e vidros fotovoltaicos, molduras e baterias, além de prever indenizações por sinistros de até R$ 3 milhões. A vigência da apólice varia entre 12 e 36 meses, e os custos podem ser diluídos nas parcelas do financiamento.

“O mercado de energia solar está crescendo e ganhando espaço no Brasil. No ano passado, a capacidade instalada dessas placas alcançou 35.420 megawatts de potência, segundo dados da Aneel. Esse volume é superior à potência de duas usinas de Itapu. Como protagonistas do setor, incorporamos em nosso portfólio o seguro de placas solares e marcamos presença em todo o processo: do financiamento à manutenção do projeto”, explica Flávio Suchek, diretor-executivo de Varejo do banco BV, em nota.

Atualmente, o país conta com mais de 3,3 milhões de sistemas solares conectados à rede elétrica, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), que projeta um crescimento de aproximadamente 26% na capacidade de geração para 2025.

Embora o interesse dos brasileiros por geração de energia verde esteja em ascensão, é importante ressaltar que projetos de energia solar são investimentos de alto custo e longa durabilidade, mas o funcionamento adequado do sistema depende da qualidade e da periodicidade da manutenção, que inclui a limpeza dos painéis e a eventual substituição de componentes, e agora, clientes do banco BV podem contar com soluções inteligentes e completas para a preservação desses bens. 

A iniciativa reforça a estratégia de ambas as empresas de consolidar a atuação no segmento de energia renovável, oferecendo soluções alinhadas às necessidades do setor. “Para a Brasilseg, trata-se de um avanço relevante no plano de expansão dos negócios. Buscamos ampliar nossa rede de parceiros a fim de fortalecer nossa presença no mercado e difundir a cultura da proteção no país”, destaca Amauri Vasconcelos, presidente da Brasilseg. 

O produto cobre danos causados por eventos da natureza, como queda de raio, incêndio, vendaval, ciclone e granizo, entre outros fenômenos extremos, além de acidentes elétricos, ocorridos durante a instalação, desmoronamento, roubo ou furto. O seguro também oferece serviços de assistência, como diagnóstico de desempenho na geração de energia, limpeza dos painéis e/ou do local afetado por eventuais acidentes, bem como cobertura provisória de telhados.

“Buscamos sempre oferecer seguros no contexto que faz sentido para o cliente final e ter produtos que vão além do básico para que realmente gere valor. No caso do seguro placa, por exemplo, incluímos também a limpeza anual da placa. Juntamos o útil, o seguro, ao necessário, a limpeza”, comenta Daniel Monteiro, diretor de Seguros, conta e cartão no banco BV.

A parceria para a comercialização do seguro para placas solares teve início em abril para todo o território nacional. A expectativa das duas companhias é de conquistar mercado especialmente nos estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil, onde se concentra a maior parte dos sistemas fotovoltaicos instalados.

Grupo HDI aposta no segmento de vida, com doenças graves e serviços

Fonte: HDI

O Grupo HDI, disponibiliza, por meio de suas marcas HDI e Yelum, uma linha completa de Seguros de Vida, atendendo diferentes demandas e com diversas possibilidades de coberturas e assistências. Entre elas, destacam-se a cobertura de doenças graves, que após o diagnóstico, oferece uma indenização para ser utilizada como o segurado precisar; a assistência de telemedicina, com serviços de pronto atendimento digital para casos de baixa complexidade e descontos em medicamentos, exames e consultas nos laboratórios parceiros; e a assistência funeral, agora ampliada para os pais do segurado.

Com a amplitude de ofertas, o Grupo HDI busca apoiar, cada vez mais, o desenvolvimento e o crescimento dos corretores junto à companhia, promovendo momentos de troca, relacionamento e reforço das melhorias nas soluções oferecidas através dos Encontros Regionais de Vida. Nos meses de abril e maio, a iniciativa passou pelas cidades de Londrina, Maringá, Porto Alegre, Campinas e Goiânia, com a presença do Diretor de Produto Vida, Alexandre Vicente, além das equipes e diretores comerciais de cada região – Rubens Oliboni, Omar Assolari e Paulo Ricardo.

Além dos encontros, o mês de maio foi marcado pelo lançamento da 1ª edição da Campanha Cresça com o Vida em 2025. A iniciativa oferece incentivos de vendas para corretores, filiais e equipes comerciais das marcas Yelum e HDI e distribuirá 54 prêmios a parceiros de todo o Brasil, com valores que chegam a R$ 3.000,00 no cartão Cresça Corretor.

No caso dos operadores – vendedores das corretoras –, há recompensas de até R$ 50,00 por apólice emitida pela Yelum e, para os corretores que se destacarem nas emissões pela HDI, haverá um sorteio vale experiência de até R$ 1.000,00. Assim como nas outras campanhas, todos os prêmios são pagos por meio do cartão Cresça.

“A troca constante com os corretores é essencial para a companhia se manter sempre atualizada e de acordo com as demandas dos clientes”, afirma o diretor de Produto Vida do Grupo HDI, Alexandre Vicente. “Por isso, buscamos garantir que os produtos da companhia atendam às reais necessidades do mercado por meio de um time de especialistas distribuídos pelo Brasil, que identificam as dores das pessoas. Ao priorizar a escuta ativa e a troca de experiências com os nossos parceiros, reforçamos nosso compromisso em desenvolver coberturas cada vez mais aderentes ao perfil de cada segurado”.

Considerando todos os produtos do Grupo HDI, a organização está presente em 98,9% dos municípios do país. A empresa ocupa o 1º lugar em presença nas regiões Sul, Norte e Nordeste e, no ranking da Susep, está em 2º lugar.

A organização pertence à respeitada empresa alemã Talanx, que recentemente investiu mais de US$ 1 bilhão em aquisições no Brasil. A companhia tem a América Latina como alvo estratégico e o país tem papel de grande destaque nesse cenário – sendo, inclusive, a maior operação da Talanx fora da Alemanha. Com o objetivo de ser a melhor seguradora do Brasil, a empresa segue trazendo novidades, oferecendo um dos portfólios de produtos e serviços mais completos para segurados, corretores e parceiros.

Andrina emite primeira Letra de Risco de Seguro (LRS) do Brasil

Marcos Falcao IRB RE

A Andrina Sociedade Seguradora de Propósito Específico (SSPE) emitiu, hoje (30/05), a primeira Letra de Risco de Seguro (LRS) do mercado brasileiro, no valor de R$ 33,7 milhões. A operação, nesse caso, envolve a securitização de riscos de seguro garantia e foi estruturada em conjunto com o Itaú.

“Estamos inaugurando uma nova modalidade de transferência de riscos no mercado local. A emissão das letras de seguro permite que riscos do mercado segurador sejam absorvidos pelo mercado de capitais. No mercado internacional, o grande volume dessas letras são de cat-bonds, também conhecidos como títulos de catástrofe. Dessa forma, ampliamos as fontes de capital para seguradoras e resseguradoras do país, permitindo o aumento de capacidade de todo o setor”, afirma Marcos Falcão, CEO do IRB(Re).

Subsidiária integral do IRB(Re), a Andrina foi a primeira SSPE a receber autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para operar no Brasil, em dezembro do ano passado. Na prática, as SSPE transferem a investidores do mercado de capitais os riscos de seguros, previdência complementar, saúde suplementar, resseguro ou retrocessão de uma ou mais seguradora ou resseguradora, chamadas de contraparte. Isso ocorre via emissão de uma letra de risco de seguro, que securitiza o recebível.

“Com isso, o mercado financeiro passa a ter disponível novas opções de riscos para a carteira de investimentos. Isso porque esses títulos vinculados a seguros e resseguros não são correlacionados com o mercado financeiro tradicional. Ou seja, sua rentabilidade não é afetada por ciclos econômicos ou variações de preços na economia, como taxas de juros e câmbio”, completa Falcão.

A opção por iniciar as operações por uma LRS ligada ao seguro garantia reflete, de acordo com Cesar Cavalcante, presidente da Andrina, a alta demanda por esse tipo de proteção. “Seguiremos buscando novas oportunidades para ampliar e potencializar este novo negócio. A LRS é muito utilizada no exterior e temos uma grande oportunidade de fortalecer nosso mercado, evidenciando e cumprindo com o papel social do setor: proteger a sociedade”, avalia.

Em 2022, a Lei 14.430 autorizou a formação do mercado de LRS no Brasil. “Para pavimentar o caminho até essa primeira emissão, justamente pelo nosso pioneirismo, foi necessária a cooperação com o poder público e outros atores no sentido de estruturar o mercado. De fato, foi feito um grande esforço para que as exigências legais fossem atendidas”, conta Cavalcante, destacando a atuação do Ministério da Fazenda, da Susep e da Receita Federal, além do apoio da B3, Oliveira Trust e dos escritórios Machado Meyer e Mattos Filho.

Segundo o escritório Machado Meyer Advogados, na operação o IRB(Re) cedeu à Andrina SSPE determinados riscos relativos à sua carteira de seguro garantia, os quais foram subsequentemente financiados por meio da emissão de LRS no mercado de capitais local. Essa estrutura, amplamente adotada em jurisdições como Estados Unidos, Reino Unido, União Europeia e Bermuda, foi implementada pela primeira vez no Brasil, conectando de forma inédita os mercados de resseguro e de capitais no país.

A transação representa um marco, abrindo caminho para novas alternativas de financiamento de riscos no Brasil, com potencial de ampliar significativamente a capacidade do mercado local e atrair investidores institucionais para ativos ligados ao setor de seguros.

O trabalho foi liderado pelo sócio Cassio Gama Amaral, com a participação do advogado Andre Filipe Guimarães Fortunato. A assinatura dos documentos ocorreu em 28 de maio de 2025, com a liquidação da operação em 30 de maio. 

MetLife On reúne corretores e traz alertas sobre economia, tecnologia e o papel estratégico do seguro

A oitava edição do MetLife On, realizada em São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, reuniu mais de mil corretores de seguros em encontros marcados por reflexões sobre o futuro da economia brasileira, os avanços da inteligência artificial (IA) e o papel estratégico do setor de seguros diante de um mundo cada vez mais incerto.

Com abertura de Ramon Gomez, vice-presidente comercial da MetLife Brasil, o evento reafirmou seu compromisso em promover conteúdos relevantes e conectados às transformações da sociedade e do setor. “Começamos esse projeto com o nome BTS, depois veio o Conecta, e entendemos que precisávamos colocar no centro da discussão os assuntos que realmente preocupam as pessoas”, explicou Gomez. “Selecionamos os temas com muito cuidado, porque acreditamos que o acesso à informação é também uma responsabilidade.”

Segundo ele, o MetLife On não tem o formato de um evento corporativo tradicional. “Fazemos questão de trazer convidados de alto nível, que realmente acrescentem. Este ano, por exemplo, oferecemos uma visão abrangente da conjuntura global e brasileira, com análises que impactam diretamente o nosso mercado.”

Zeina Latif: “Sem reforma, 2027 pode levar a um shutdown da máquina pública”

A economista Zeina Latif, sócia da Gibraltar Consulting, fez uma análise contundente do cenário fiscal brasileiro. Para ela, o próximo presidente — seja na continuidade ou na alternância do poder — terá que iniciar o mandato com uma reforma fiscal ampla e profunda. “As despesas obrigatórias estão crescendo muito mais rápido do que as receitas, e isso está comprimindo os gastos discricionários. Se nada for feito, o país poderá enfrentar uma paralisação da máquina pública já em 2027”, alertou.

Ela citou o acúmulo de precatórios (R$ 200 bilhões até 2026), a política de valorização do salário mínimo, o novo Fundeb e os pisos constitucionais de saúde e educação como pressões adicionais sobre o orçamento. O pagamento de juros da dívida pública, que já consome 7% do PIB, também contribui para o aperto fiscal.

Segundo Zeina, a dívida pública, que era de 68% ao final de 2022, saltou para 72% e deve continuar em trajetória de alta, enquanto a capacidade do Banco Central de reduzir os juros segue limitada pela desconfiança fiscal. “Para que os juros voltem a um dígito, será necessário um novo desenho de política fiscal.”

Ela concluiu que o Brasil tem potencial de crescimento e resiliência internacional, mas só conseguirá avançar com aumento de produtividade e reformas estruturais. “Precisamos investir em educação, qualificação da força de trabalho e melhorar o ambiente de negócios. O contencioso tributário no Brasil representa 75% do PIB, frente a 1% da média mundial. Nossa produtividade é um quarto da americana.”

Zeina Latif respondeu à pergunta de Ramon Gomez sobre o papel estratégico do seguro diante da informalidade e do envelhecimento da população brasileira. “O mundo não anda mais devagar como antes. Vivemos tempos de alta rotação, com eventos geopolíticos, crises sanitárias e desastres ambientais recorrentes. O seguro precisa fazer parte da vida das pessoas e das empresas. É uma proteção necessária diante da imprevisibilidade.” Segundo ela, o mercado de seguros tem papel fundamental não apenas como amortecedor de riscos, mas também como instrumento de estabilidade social e planejamento financeiro em uma sociedade desigual e envelhecida.

Angélica Carlini: “IA transformará os seguros, mas exige governança e preparo”

A advogada especialista em seguros Angélica Carlini trouxe ao evento um olhar jurídico e estratégico sobre a aplicação da inteligência artificial no setor. Com 41 anos de atuação, Carlini alertou para os impactos profundos da tecnologia e a necessidade de preparo ético e técnico das companhias. “A IA pode causar danos físicos, psicológicos e sociais. A regulação europeia já reconhece isso. No Brasil, também teremos mudanças regulatórias com impactos significativos para o setor”, afirmou.

Carlini explicou como as seguradoras já utilizam IA em aplicações como detecção de fraudes, automação de sinistros, subscrição com base em big data e recomendação de ajustes contratuais. Para os corretores, a tecnologia pode ser aliada na personalização de ofertas, gestão de leads e análise de mercado.

Ela defendeu que o uso responsável da IA exige governança com supervisão humana e compromisso com práticas éticas. “A regulação não resolverá tudo. É preciso estar emocional e tecnicamente preparado para o novo. Convivência com inovação exige equilíbrio emocional, controle da ansiedade e disposição para mudar.”

Entre os desafios estruturais, destacou a qualificação da mão de obra, parcerias com desenvolvedores éticos, criação de produtos digitais e híbridos, além de uma aproximação com universidades e centros de pesquisa.

Carlini reforçou ainda que os dados sempre foram a base dos seguros e que os profissionais do setor devem ser capazes de fazer boas perguntas, identificar riscos e tomar decisões com base em informação qualificada — sem abrir mão da mutualidade e da confiança que definem a essência do seguro. “Somos consultores de risco. Vendemos confiança. A mutualidade é o que nos trouxe até aqui. Seguro é sobre solidariedade. E isso não se automatiza.”

Brasil se mantém como destaque e concentra 1 a cada 3 insurtechs da América Latina

A digitalização do setor de seguros segue avançando no Brasil, apesar da retração global no volume de investimentos em startups. De acordo com o estudo Digital Insurance 2025, o país conta, hoje, com 206 insurtechs ativas — um crescimento de 6% em 2024 e o equivalente a um terço de todas as startups de seguros da América Latina. O número, ainda que modesto, ganha relevância diante da queda de 78% nos aportes destinados ao segmento na região no mesmo período e reforça o papel estratégico do Brasil na transformação do mercado ao abrir espaço para modelos mais ágeis, digitais e centrados no consumidor.

A Azos, especializada em seguro de vida, realizou a captação de R$168 milhões em uma rodada Série B liderada pela gestora internacional Lightrock. A operação, que eleva o total captado pela empresa para mais de R$250 milhões desde sua fundação em 2020, teve como objetivo sustentar a expansão nacional da companhia e o desenvolvimento de novos produtos voltados à simplificação do acesso ao seguro no país.

O modelo de negócios com foco na digitalização da jornada do cliente e no uso de inteligência artificial para automação de processos tem resultado em uma trajetória de crescimento acelerado. Para se ter uma ideia, a receita da companhia triplicou em 2023 e fez com que a organização superasse a marca de R$60 bilhões em capital segurado.

Para Rafael Cló, cofundador e CEO da Azos, apesar dos avanços, ainda há espaço para mais expansão, uma vez que menos de um quinto da população brasileira possui seguro de vida, segundo a FenaPrevi. “Nosso objetivo é transformar o seguro de vida em um serviço simples, transparente e adaptado à realidade do brasileiro. A digitalização não é apenas sobre tecnologia, mas sobre permitir que mais pessoas tenham acesso à proteção financeira”, comenta o executivo em nota.

Embora o ambiente macroeconômico ainda imponha desafios como os juros elevados, seletividade dos investidores e menor liquidez para rodadas de crescimento, o segmento de insurtechs tende a se consolidar como uma frente relevante na modernização do mercado segurador. Especialmente no ramo de vida, a combinação entre tecnologia e demanda por proteção financeira tem impulsionado a adoção de produtos mais personalizados, de contratação ágil e com menor custo.

“A alta dos juros naturalmente restringe o apetite por risco no curto prazo, mas também cria espaço para modelos mais eficientes e sustentáveis. As empresas que conseguirem provar valor real ao consumidor, como é o caso do seguro de vida, sairão fortalecidas”, avalia Cló.

A afirmação está de acordo para Guilherme Cardoso, da Lightrock, que acrescenta “mesmo em um cenário de retração no volume global de investimentos em startups, a convicção é de que o mercado brasileiro de seguros, especialmente o de vida, representa uma avenida relevante de crescimento.

A expectativa da Azos é dobrar de tamanho em 2025, com a ampliação do time comercial para outros estados do país, a introdução de novas coberturas e o aprofundamento do uso da tecnologia. “O crescimento precisa vir acompanhado de responsabilidade técnica. Nosso foco é expandir com consistência, mantendo a experiência do cliente como prioridade e aprofundando nossa atuação junto aos corretores parceiros, que seguem sendo fundamentais na distribuição do seguro de vida no Brasil”, afirma o CEO.

O avanço da regulamentação sobre seguros digitais e a maior familiaridade do consumidor com canais online também devem favorecer o segmento nos próximos anos. Para Rafael Cló, o Brasil vive uma oportunidade única de implementar a cultura do seguro em novas camadas da população.

“Há um potencial enorme de inclusão financeira via seguro de vida. Com tecnologia, conseguimos oferecer produtos acessíveis para públicos que antes estavam totalmente à margem do setor. Esse é o verdadeiro impacto que buscamos gerar”, conclui o executivo.

Mapfre: EUA e AL enfrentam desafios enquanto o setor de seguros mantém resiliência global

fatima lima fundación Mapfre

A Mapfre Economics publicou a atualização de seu relatório “Panorama Econômico e Setorial 2025”, no qual detalha as previsões macroeconômicas e de crescimento do setor segurador para o segundo trimestre do ano. Segundo sua visão, em um ambiente marcado por incertezas geopolíticas e tensões comerciais, a análise destaca cenários diferenciados para os Estados Unidos, América Latina e o mercado segurador global.

Sobre os EUA, o relatório antecipa um crescimento do PIB de apenas 1,9% em 2025 (com um cenário estressado que o reduz para 1,4%), com uma inflação média de 3,0% (que poderia subir para 3,4% no pior dos casos).

Segundo explicam, essa moderação do crescimento está associada a uma menor contribuição do consumo privado e do investimento total, em um ambiente de tensões tarifárias impulsionadas pela nova administração federal. As previsões também apontam para uma inflação persistentemente alta e uma redução mais lenta das taxas de juros por parte do Federal Reserve.

No caso da América Latina, a empresa espera um impacto misto e oportunidades emergentes. “Na América Latina, as consequências da guerra tarifária variam conforme o grau de integração comercial com os Estados Unidos. O México, por exemplo, enfrentará uma desaceleração econômica mais intensa, embora sem entrar em recessão, enquanto economias como Brasil e Turquia manterão suas projeções de crescimento”, aponta o documento.

Além disso, o relatório indica que, apesar dos desafios externos, os fluxos de capital e uma menor volatilidade cambial poderiam oferecer certa estabilidade para a região.

Setor de seguros

O relatório coloca o foco no setor de seguros, destacando sua grande resiliência em meio a tanta volatilidade. “Em nível global, o setor segurador se mantém resiliente apesar do deterioro macroeconômico. Tanto os seguros de Vida quanto os de Não Vida continuam mostrando perspectivas positivas, apoiados por um ambiente de taxas de juros ainda elevadas e crescimento econômico moderado”, aponta o relatório.

Na América Latina, o relatório conclui que o setor segurador será impulsionado pela baixa penetração dos seguros, especialmente em mercados emergentes como o Brasil, e por receitas financeiras derivadas das altas taxas de juros. O México mantém uma perspectiva de rentabilidade positiva, mesmo com um crescimento moderado do PIB.

“Apesar de um ambiente global marcado por riscos geopolíticos, divergências nas políticas monetárias e pressões inflacionárias, também são identificados espaços de oportunidade, especialmente para o setor segurador, que continua se adaptando e mostrando fortaleza estrutural”, comenta como encerramento de suas conclusões.

“Essa é uma forma da MAPFRE contribuir, por meio da MAPFRE Economics, com informação de qualidade para os debates que acontecerão durante a COP30 no Brasil. Ao apresentar exemplos de boas práticas globais, o estudo oferece subsídios valiosos para a formulação de soluções internacionais voltadas à mitigação de riscos climáticos, alinhando-se diretamente aos objetivos da COP 30 de promover justiça climática, adaptação e proteção socioeconômica diante das mudanças ambientais em curso”, comentou Fátima Lima, diretora de Sustentabilidade e Fundación MAPFRE, em sua página no LinkedIn.