Atrair e reter talentos é desafio para o setor

thumbFonte: Boletim Acontece

“Cada vez que precisamos de um profissional de crédito, temos que buscá-lo no mercado. Com isso, experimentamos uma inflação salarial em determinadas posições, provocada pela falta de sangue novo nessa estrutura”. A afirmação foi feita por Rogerio Vergara, diretor executivo do Grupo Segurador BB e Mapfre e um dos palestrantes do IX Encontro de RH do Mercado Segurador, realizado ontem, 23, em São Paulo (SP).

O executivo trouxe para o debate o prisma da alta direção das empresas. “A área de RH tornou-se um instrumento estratégico e vem se aproximando cada vez mais do centro de decisão das organizações”, salientou, atribuindo o fato ao aumento da longevidade da população e à necessidade de substituição dessa mão de obra.

Vergara, que atualmente desenvolve tese de mestrado sobre a utilização da proposta de valor de emprego (EVP, do inglês, employment value proposition) no mercado de seguros, também compartilhou as observações iniciais do seu trabalho. “Durante esse estudo, percebi que nós, do mercado de seguros, consumimos a nós mesmos. Sem profissionais, procuramos esses talentos em outras seguradoras e corretoras. Temos que mudar isso”.

EVP pode reduzir até 50% custo da contratação

Felipe Hessel, assessor executivo da empresa de consultoria Corporate Executive Board (CEB) e primeiro palestrante do dia, compartilha da opinião de Vergara. Para ele, as organizações que possuem uma EVP bem definida conseguem reduzir em até 50% o custo da contratação de novos empregados. Também são capazes de atrair os candidatos passivos, aqueles que não estão buscando emprego.

Conforme constatou uma pesquisa realizada pela CEB com cerca de 590 entrevistados no segundo trimestre desse ano, a remuneração é a maior preocupação dos candidatos a empregos no Brasil. Eles também citaram oportunidades futuras, de desenvolvimento, de educação, respeito, ética, reconhecimento e equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

De acordo com o executivo, a EVP deve comunicar o diferencial de uma empresa e quais são os atributos que ela tem a oferecer, a fim de atrair talentos. O mesmo estudo da CEB apontou que a satisfação dos brasileiros com a EVP das empresas onde trabalham é maior que a média global.

“Nas empresas onde essa satisfação é baixa, apenas 16,3% dos funcionários brasileiros desempenham o chamado esforço discricionário, que é espontaneamente ir além do que o cargo requer. Já com uma EVP bem definida, esse esforço chega a 26%”, explicou Hessel, ao defender a importância da gestão da marca empregadora.

Hessel também comparou as chances de retenção de talentos entre empresas com EVP mais imprecisa e aquelas cujas propostas são mais claras. Naquelas, 25% dos empregados têm a intenção de permanecer, enquanto nessas, o percentual é de 51%. “Se combinarmos os dois resultados, veremos que não estamos retendo por reter, mas estamos mantendo os mais produtivos”.

Indústria de seguros ainda é pouco atrativa

André Siqueira, gerente de Relações com os Clientes para o Brasil e América Latina da empresa de consultoria Universum, acredita ser um desafio ainda maior desenvolver uma marca empregadora que atraia a nova geração de talentos que está ingressando no mercado, a geração Z.

Siqueira apresentou uma pesquisa na qual foram entrevistados, este ano, 1.300.000 universitários de 2.200 instituições distribuídas por 56 países, para verificar a atratividade da indústria de seguros junto a esse público. Nos Estados Unidos, apenas 5% deles demonstraram interesse. No Brasil, onde foram entrevistados 67.000 estudantes, esse índice foi de 1,6%.

“Quando comparamos o perfil dos jovens que se interessam por seguros com os que preferem outras indústrias, percebemos que aqueles têm 12% menos ambição em se tornar líderes e 16% menos identificação com atributos como criatividade e inovação. Talvez o perfil de talentos que estamos atraindo não seja o que queremos”, alertou o executivo.

Com a definição e aplicação da EVP, é possível fortalecer a marca empregadora. “Os recrutadores precisam pensar a área de atração de talentos como pensam a promoção de produtos. O processo funciona em três passos: primeiro as pessoas precisam conhecer a empresa, depois considerá-la uma opção e, em seguida, escolhê-la”, defende Siqueira.

Feedback é aspecto a ser melhorado

Um dos caminhos para definir uma EVP é entender o processo seletivo também sob a ótica do candidato. Foi o que fez a Clave Consultoria ao realizar uma pesquisa sobre o assunto com mais de 15.000 profissionais, em 2014. Os resultados do estudo foram exibidos pelos sócios da companhia, Andrea Krug e Felipe Azevedo.

Foi constatado que para a maioria dos candidatos os processos seletivos são cansativos (42%), longos (38%), “mais do mesmo” (23%) e os exercícios não avaliam (27%). A pesquisa também concluiu que para 80% dos entrevistados os jogos on-line aferem melhor as habilidades por condensarem elementos técnicos e comportamentais, além de serem mais lúdicos.

Por outro lado, a comunicação é um aspecto a ser melhorado. “Esse ainda é o ponto do qual os candidatos mais se queixam: seja pela falta ou pela pobreza do feedback. Nós temos bastante espaço para evoluir nesse sentido. Só usar tecnologia não é inovar. É preciso muitas vezes ousar e rever certos processos para efetivamente construir algo diferente”, admitiu Andrea.

Decisão sobre IPOs de Caixa Seguridade e IRB Brasil sai na semana que vem, dizem fontes

Fonte: Reuters, por Aluísio Alves e Guillermo Parra-Bernal

A decisão sobre a realização ou não das ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) da Caixa Seguridade e do IRB Brasil Re ainda este ano será tomada necessariamente na semana que vem, disseram à Reuters cinco fontes com conhecimento do assunto nesta quinta-feira.

Nesta semana, os coordenadores das operações estão reunidos com investidores na Europa e nos Estados Unidos para discutir as operações.

“Por enquanto, o processo continua sem problemas”, disse uma das fontes. “O que está em avaliação é o desconto que investidores estão pedindo no preço das ações, e a decisão sai na semana que vem para ambas as ofertas.”

Três bancos que coordenam a oferta da Caixa Seguridade, empresa que reúne as participações da Caixa Econômica Federal em seguros e previdência, devem se reunir na próxima terça-feira para decidir se avançam ou adiam a operação, disseram duas fontes, que solicitaram anonimato, uma vez que o assunto é sigiloso. Os bancos são o Banco do Brasil, UBS e Goldman Sachs, acrescentaram as fontes. A operação do IRB Brasil é liderada por BB, Bradesco, Itaú Unibanco e JP Morgan.

Procurados, Caixa Seguridade e IRB Brasil não comentaram o assunto.

Mais cedo nesta quinta-feira, o secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive, disse que o mercado de capitais pode não estar apto para receber as ofertas de ações da Caixa Seguridade e do IRB Brasil.

O governo federal conta com receitas das vendas de participação que detém nessas duas companhias para ajudar na composição de um superávit primário em 2015.

“Se o mercado se mostrar não tão apto a esse tipo de operação, temos que rever novamente nossas projeções e fazer o contingenciamento necessário para o atingimento da meta”, disse Saintive.

A Caixa Seguridade encaminhou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no mês passado o prospecto preliminar para uma oferta pública inicial de ações em distribuição secundária. Na operação, a Caixa Econômica Federal venderá parte de sua fatia na empresa.

Também no fim de agosto, o IRB Brasil, maior resseguradora do Brasil, encaminhou à CVM o prospecto para oferta secundária de ações. Atualmente, a União possui 11,69 por cento do capital social do IRB, enquanto BB Seguros possui 20,43%.

Acacio Queiroz fala sobre o cenário econômico e o mercado segurador em Recife

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No dia 24 de setembro, a cidade de Recife recebeu o Chairman da Chubb Seguros, Acacio Queiroz. Convidado pela Corretora Aratu Seguros, Acacio ministrou palestra sobre o atual cenário econômico e o mercado segurador no Brasil. O evento aconteceu no Restaurante Rui Paula, no Shopping Riomar.

Reconhecido como um dos principais líderes e especialista do mercado brasileiro de seguros, com mais de 40 anos de experiência no Brasil e no exterior, Acacio Queiroz analisou o cenário econômico mundial, inserido em 2015 e com previsões para 2017. “Tive a oportunidade de falar também sobre investimentos internacionais na América Latina, e nível Brasil. Além de uma comparação entre o mercado de fusões e aquisições em 2013 e 2014, nos diversos setores da economia”, disse o Chairman da Chubb.

Após analisar o cenário econômico, Acacio Queiroz se aprofundou nos dados do mercado segurador e as perspectivas para 2015. E finalizou mostrando dados macroeconômicos do mercado de seguros, projeções de crescimento e rentabilidade do setor.

Formado em Economia, pós-graduado em Finanças e com especialização em Business nos Estados Unidos, Acacio Queiroz atua na Chubb há dez anos. Possui certificação no Programa de Desenvolvimento de Conselheiros pela Fundação Dom Cabral, bem como é Conselheiro de Administração Certificado pelo IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa.

O executivo lançou o livro “Minhas Bagagens” e atua como palestrante nas áreas de Economia, Liderança e Motivação. Liderou várias companhias de seguros no País e na América Latina e é um dos executivos mais atuantes no mercado nacional. Por sua contribuição no segmento de seguro, acumula os mais significativos prêmios e reconhecimentos no Brasil e no exterior nas áreas de Economia, Seguros, Liderança e Motivação.

Liberty Seguros lança seguro para pequenas reformas de construção

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A Liberty Seguros acaba de lançar o Liberty Engenharia Reformas, seguro que oferece cobertura para pequenas obras de construção. Podem ser seguradas reformas realizadas em lojas, casas, edifícios residenciais, comerciais ou industriais, hotéis, hospitais, igrejas e escolas, entre outros.

“O Liberty Engenharia Reformas oferece proteção contra prejuízos que podem ocorrer durante o prazo da obra e cobertura contra danos materiais decorrentes de acidentes. O produto pode ser contratado por pessoas jurídicas, como construtoras, ou físicas, como proprietários de obras”, diz Rosy Herzka, diretora de Seguros Empresariais da Liberty Seguros.

Desde o plano básico, o segurado tem à sua disposição cobertura para incêndio, roubos, furtos e explosões. Coberturas adicionais, como despesas com desentulho, manutenção ampla, salvamento e contenção de sinistros e danos físicos decorrentes de erros de projeto, também podem ser contratadas.

O Liberty Engenharia Reformas também oferece coberturas exclusivas, como responsabilidade civil para terceiros e cobertura de propriedade circunvizinha (dano a áreas que não fazem parte da reforma da propriedade do dono da obra).

Crise no setor de Óleo & Gás promove mudanças no mercado de seguros

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É notório que com as denúncias de corrupção surgidas na operação Lava Jato, adicionado aos dados macroeconômicos que apontam para uma deterioração e a queda do preço do petróleo, as empresas do segmento têm enfrentado dificuldades em se manter ativas. Para se ter uma ideia, diversas sondas de perfuração – equipamentos utilizados para acessar reservatórios de petróleo ou gás natural – que estavam em atividade no Brasil tiveram contratos renegociados, cancelados ou simplesmente não renovados, elevando em 31% o número de unidades paralisadas. “Existem aproximadamente 38 sondas em operação no Brasil, enquanto que em 2014 tínhamos 55 ativas”, revela Paulo Niemeyer, diretor da área de Óleo e Gás da consultoria e corretora de seguros Aon.

Segundo o executivo, o acontecimento elevou o número de unidades em período de lay-up – ocasião em que as unidades ficam paralisadas e atracadas em um porto ou terminal. Ele informa ainda que, em âmbito global, muitas unidades conhecidas como new builds, também foram paralisadas e aguardam compradores e/ou afretadores, sem contratos vigentes. “Esse cenário acarreta em uma considerável incerteza aos estaleiros e construtores navais, e também para armadores”, diz.

Niemeyer acredita que a crise no setor ainda deve levar cerca de 18 meses para ser normalizada e, por isso, as empresas precisam ficar atentas aos riscos que afetam suas operações e, por consequência, os fluxos de caixa. “No Brasil, a situação é ainda mais grave devido aos recentes acontecimentos que envolvem denúncias de corrupção no mercado, as quais afetaram todo o setor petrolífero e sua vasta cadeia de fornecedores, causando não só a falência de algumas empresas, mas também no aumento acentuado na taxa de desemprego, queda da curva de produção, desinvestimentos e a desconfiança de investidores”, acrescenta.

No entanto, Paulo explica que o mercado de seguros tem sido favorável às empresas, já que alguns produtos como Riscos Operacionais e de Construção apresentam queda de 5% a 35% nos prêmios. “A retração na demanda, o aumento excessivo de oferta de capacidade e capital, além da baixa sinistralidade têm atraído seguradoras e resseguradoras para o mercado, gerando maior competitividade no setor e reduzindo os custos dos seguros para as empresas. Até o momento, já tivemos um crescimento de 17% na capacidade global disponível no mercado, o que causou US$ 7 bilhões de capital para subscrever riscos da atividade de Óleo e Gás”, relata.

Para o seguro de Danos Materiais de Equipamentos e Controle de Poço (blow out), além da redução nos prêmios, os seguros têm sofrido mudanças em relação às informações analisadas. ”Os principais dados analisados pelos mercados para a subscrição dos riscos operacionais não têm sido apenas a saúde financeira das empresas, mas outros fatores são levados em consideração, como: os valores dos ativos segurados, as características e localidade dos poços, os desafios logísticos, o histórico, e a experiência das empresas e de seus executivos”, comenta.

Porém, o executivo observa que em outros produtos, como Garantia e D&O, cujos principais fatores de análise do risco são balanço financeiro e fluxo de caixa das empresas, a crise tem impactado negativamente, com elevação nos prêmios das apólices e, em alguns casos, com dificuldades para aceitação do risco no mercado. “Esses produtos apresentaram um aumento no número de sinistros e também de valor de indenização. Só em 2014, registramos um crescimento de 560% em indenizações de D&O comparado com 2013”, aponta.

Paulo Niemeyer explica que, com a crise no setor, o papel da consultoria é fundamental para auxiliar os clientes sobre as formas de obterem reduções de custos em seus programas de seguros, pois é possível indicar coberturas para a proteção dos ativos e balanços que podem se tornar mais vulneráveis em função da conjuntura econômica atual e da queda acentuada do preço do barril. “Trata-se de uma parceria colaborativa, que, por meio de um entendimento mais técnico dos riscos e também dos reais problemas enfrentados por estas empresas, permite-se fornecer soluções diferenciadas e inovadoras para as empresas que atuam no setor”, constata.

O executivo ressalta que por conta dessas mudanças, a Aon criou um facility global do setor de óleo e gás em parceria com o mercado segurador. O intuito é oferecer seguros com coberturas de maior abrangência a um preço mais competitivo do que é praticado no mercado. “O facility será comercializado já neste segundo semestre por todos os nossos escritórios no mundo, o qual disponibilizará cobertura securitária de até US$ 100 milhões por unidade, equipamento ou operação, principalmente para empresas do setor de E&P de pequeno e médio porte, tanto onshore quanto offshore”, acrescenta Niemeyer.

Nessa modalidade, os principais riscos cobertos são os de danos físicos que envolvem sondas, bens e equipamentos, responsabilidade civil, poluição súbita, despesas extras do operador – para riscos de blow-out – e até mesmo lucros cessantes. “Sabemos que o momento atual da indústria tem sido difícil, portanto, o objetivo é auxiliar de forma estratégica as empresas que têm buscado redução de custos, oferecendo prêmios de 20% até 25% inferior do que é praticado normalmente no mercado, além de coberturas abrangentes e sob medida para cada caso”, esclarece. De acordo com o diretor de óleo & gás da Aon no Brasil, o produto passa a ser comercializado concomitantemente a 1º rodada de licitações de blocos de Petróleo e Gás no México, prevista para este mês. “O facility se encaixará também perfeitamente após a 13º Rodada de Licitações no Brasil, prevista para outubro deste ano”, complementa.

XL Catlin abre escritório no Rio de Janeiro

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O segmento de operações de seguros da XL Catlin anunciou hoje a abertura de seu segundo escritório no Brasil, localizado no Rio de Janeiro. A cidade é um dos hubs metropolitanos de maior crescimento na América do Sul, graças ao aumento nas oportunidades de negócios, gerado em parte pelos preparativos para os Jogos Olímpicos de 2016.

O segmento de operações de seguros da XL Catlin já tem mais de 50 funcionários no Brasil e planeja desenvolver seu escritório no Rio para atender à demanda da região por soluções de seguro sob medida.

Renato Rodrigues, gerente geral das operações de seguros da XL Catlin no Brasil, declarou que: “Estamos muito orgulhosos de anunciar a abertura de nosso escritório no Rio de Janeiro. Essa é uma cidade realmente vibrante, com os Jogos Olímpicos atraindo investimentos significativos. É também a sede de muitas empresas nacionais e multinacionais. Algumas de nossas maiores linhas de negócios, como transportes e construção, estão com a demanda bastante aquecida na região.”

Bruno Laval, gerente regional das operações de seguros da XL Catlin para a Europa Meridional & América Latina, acrescentou: “A abertura de um escritório no Rio de Janeiro é prova do compromisso da XL Catlin com o desenvolvimento de talento e expertise no Brasil. Estamos desenvolvendo uma variedade de novas linhas de produtos, para fortalecer nossa oferta local a clientes e corretores. O novo escritório será um elemento-chave para alcançarmos nossas metas de crescimento no Brasil.”
As operações de seguros da XL Catlin no Brasil tiveram início em 2012, quando a empresa abriu seu primeiro escritório em São Paulo.

Tokio celebra as conquistas com 56 Corretoras e Assessorias em evento no sul da Bahia

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Com programação especial em Arraial d’Ajuda, distrito de Porto Seguro, no sul da Bahia, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos seguradores do mundo, realizou o XV Encontro de Corretores Ouro, entre os dias 19 e 23 de setembro. Com o tema “Ritmo dos Ouros”, o evento recebeu 56 Parceiros de Negócios no Arraial D´Ajuda Eco Resort. Os convidados desfrutaram da excelente infraestrutura do hotel, atividades e passeios exclusivos e convívio com a diretoria da Companhia.

“Mais uma vez, foi uma imensa alegria celebrar os resultados deste grupo especial de Corretores e Assessorias, que escolheram trabalhar com a Tokio Marine. Somos uma seguradora que realmente valoriza o relacionamento com os parceiros. Continuaremos à disposição e contando com o apoio destes profissionais”, afirma o Diretor-Executivo Comercial, Valmir Rodrigues.

Durante o evento, os participantes visitaram a vila do Arraial d’Ajuda e usufruíram de um dia no Eco Parque (exclusivo), considerado uma das maiores atrações turísticas da região. Eles também tiveram uma atividade de degustação de cervejas no hotel. Além disso, cada noite foi dedicada a um ritmo, com decoração personalizada e atrações musicais especiais.

Na noite do Rock, a plateia vibrou com o grande show dos “Poetas do Rock”. Muito conhecidos da cena cover brasileira, os integrantes do trio reencarnaram Cazuza (Valério Cazuza), Renato Russo (Guilherme Lemos) e Raul Seixas (Ayrton Ramos), em uma performance contagiante. Já na noite do samba, os convidados se divertiram muito com a banda “Batuque na Cozinha”, um dos mais conhecidos do Rio de Janeiro. O grupo interpretou um repertório de Noel Rosa a Zeca Pagodinho, seguindo as influências do samba de raiz, nos moldes dos artistas das décadas de 70 e 80.

O tradicional jantar e cerimônia de premiação dos Corretores, realizado no último dia do encontro, foi marcado pela referência ao Blues. A Seguradora produziu uma réplica da lendária casa de shows House of Blues, onde os convidados foram recepcionados pelo Harmônica Duo, formado por Little Will e Marcio Scialis, ao som de blues e classic rock. Com trajes típicos e em cenário personalizado, os músicos deram as boas-vindas aos convidados. Além disso, a entrega da placa comemorativa aos Corretores e Assessorias foi embalada por música ao vivo.

Após a premiação, Edinho Santa Cruz e banda divertiram o público apresentando o repertório do show “Na Estrada Rock in Concert”. Os Corretores Ouro fizeram uma viagem pelo melhor do rock’n’roll, passando por Pink Floyd, Joe Cocker, Paul McCartney, Beatles, Creedence, Queen, Dire Straits, James Brown, Rolling Stones e Led Zeppelin.

O presidente José Adalberto Ferrara, o Diretor-Executivo de Produtos Massificados, Marcelo Goldman, O Diretor-Executivo de Estratégia Corporativa, Masaaki Itakura, o Diretor de Sinistros, Alexandre Vieira, o Diretor Comercial Nacional Varejo, João Melo, diretores e superintendentes comerciais também prestigiaram o evento. “O XV Encontro Ouro foi um grande sucesso. Vamos continuar trabalhando diariamente para, cada vez mais, aprimorar a qualidade da entrega dos nossos produtos e serviços a fim de manter a confiança destes parceiros”, conclui Valmir Rodrigues.

Liberty Seguros realiza ação do Projeto Sinal Livre durante a Semana da Mobilidade Urbana 2015

liberty-16A Liberty Seguros realizou ontem mais uma ação do Projeto Sinal Livre em São Paulo. A seguradora se uniu ao Projeto Quixote para realizar intervenções artísticas em faixas de pedestres para conscientizar a população sobre a importância do uso adequado dessa sinalização. Com a mensagem “Eu respeito a faixa de pedestre”, os desenhos foram feitos em quatro pontos emblemáticos da cidade – Avenida Paulista, Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, Viaduto do Chá e a esquina da Avenida Ipiranga com a Avenida São João – e ficarão expostos por 90 dias.

Zurich desiste de comprar RSA

Fonte: Com agências internacionais

A seguradora suíça Zurich desistiu de comprar a RSA. Em nota, o grupo afirmou que as perdas com as explosões no porto chinês poderão determinar um resultado operacional negativo de US$ 200 milhões na atividade de seguros gerais no terceiro trimestre do exercício, que sera divulgado no próximo dia 5 de novembro. Por isso, afirma, os acionistas interromperam as negociações para comprar a seguradora inglesa, com a oferta de 5,6 bilhões. De libras esterlinas. A RSA, por sua vez, publicou uma nota esclarecendo que a desistência da Zurich não resultou de nenhum fato negativo apurado no período de due diligence ou de falha no processo negociação.

Inovação é a chave para o setor de seguros, diz KPMG

Fonte: Revista Cobertura

Nova Iorque – Enquanto executivos de seguros na grande maioria sabem que inovação conduzirá à vantagem competitiva e crescimento, muitos parecem estar lutando para acender a chama dentro de suas organizações, aponta relatório da KPMG International liberado hoje. 48% dizem que já estão prejudicados por concorrentes novos, mais ágeis.

“Como um membro do IIS Leadership Circle (Círculo de Liderança da IIS), a KPMG promove perspectiva válida das diretrizes da IIS. Os resultados do relatório da KPMG estimulam nossa certeza de que inovação é o tema estratégico predominante da indústria hoje, razão pela qual nós centraremos o tema do Fórum Global de Seguros de 2016 em “Inovação e Transformação da Indústria,” diz Michael J. Morrissey, presidente e CEO da IIS.

Baseado em uma pesquisa com 280 executivos de seguros de todo o mundo e uma série de entrevistas cara-a-cara com líderes de seguros e novos concorrentes do mundo da FinTech, o relatório, intitulado Um novo mundo de oportunidade: O imperativo da inovação de seguros, aponta que a necessidade de inovar já está criando pressões significantes no setor de seguros. Muitos dos respondentes da pesquisa veem inovação como uma significante oportunidade, com 83 por cento dizendo que o sucesso futuro de suas organizações está estreitamente amarrado as suas habilidades de inovar.

“Baseado na experiência dos profissionais da KPMG no mundo, a realidade é que clientes de seguros, acionistas e empregados demandem por inovação,” mencionou Mary Trussell, Líder de Mercados de Alto Crescimento e Inovação de Seguros da KPMG International, e autora do relatório. “De fato, eles esperam isso, não apenas de provedores de tecnologia e fabricantes de dispositivos. Organizações de seguros não podem “mais fazer mais do mesmo e esperarem crescer.”

De acordo com o relatório, inovação rápida tem criado desafios significantes para seguradores com 48 por cento dizendo que suas organizações já estão tendo a experiência de interferência de competidores novos, mais ágeis. Interessantemente, respondentes da América do Norte foram mais propensos a dizerem que tiveram a experiência de interferência, do que seus parceiros Europeus, e de alguma forma também mais propensos a tal do que seus parceiros asiáticos.

Não são apenas emergentes que estão criando desafios de inovação para o setor de seguros. Quatro em cada dez respondentes da pesquisa da KPMG International dizem que competitividade aumentada de seus competidores existentes criaria desafios significantes nos próximos dois anos.

Contudo, o relatório também aponta que – enquanto seguradores claramente reconhecerem o imperativo da inovação – muitos estão lutando para catalisar a inovação dentro de suas próprias organizações. Mais de três quartos (79 por cento) dizem que já estão correndo apenas para manter suas exigências diárias. Pouco abaixo (74 por cento) dizem que faltam qualificações essenciais internas necessárias para conduzirem à inovação.

“Seguradores e intermediários estão descobrindo de forma crescente que não há a ´bala dourada´ para criar uma organização mais inovadora; não há um pacote pronto para uso que conduza a novas ideias,” mencionou Gary Reader, chefe da Global Insurance, KPMG International. “Contrariamente, organizações precisarão navegar seus próprios caminhos neste novo mundo de oportunidade, desenvolvendo novos negócios e operando modelos e novas parcerias para se destacarem na competitividade e inovação dentre seus jogadores e novos audazes concorrentes.”

O relatório da KPMG International, que contém abordagens, artigos e citações de grandes executivos, membros de conselhos e CEOs, de organizações de seguros tradicionais e de novos concorrentes, identifica um número de áreas de foco para aqueles seguradores procurando melhorar os resultados dos investimentos em inovação. De transformação cultural a modelos de negócios repensados, o relatório alavanca a experiência da rede KPMG em oferecer aconselhamento prático e pontos de vistas válidos para ajudar o setor de seguros inovar.

Com dois terços dos respondentes da pesquisa dizendo que já olham para outras indústrias como modelos de inovação e inspiração, o relatório da KPMG International também inclui abordagens de ponta de outras indústrias e setores que passam por rápidas mudanças tais como automotivo, varejo, cuidados de saúde e tecnologia, assim como pontos de vistas funcionais em áreas como foco ao cliente, pessoas e mudanças, e modelos que encorajam a inovação.

“Trilhar seu próprio caminho por inovação não significa começar do zero,” adicionou Mary Trussell. “Contrariamente, é alavancar experiências e sucessos incluindo as ideias de outros para criar novas premissas e enfoques para satisfação dos clientes e gerar valor. É aprender de concorrentes tradicionais e novas interferências. E é pegando emprestado melhores práticas sem vergonha e novas ideias de fora do setor de seguros e seus tradicionais aliados.”

Respaldado por dados significantes, percepções válidas da indústria e profunda experiência no setor, Um novo mundo de oportunidade: O Imperativo de inovação em seguros oferece aconselhamento pragmático e acionável para aqueles seguradores e intermediários buscando fazer o máximo do imperativo da inovação. O relatório completo pode ser baixado de www.kpmg.com/insuranceinnovates.

Sobre a pesquisa

A KPMG International conduziu uma enquete online em abril de 2015 com 280 executivos da indústria de seguros em 20 países. Perfis de setor incluem: 25 por cento Vida e Saúde, 23 por cento Propriedade e Casualidades, 29 por cento Compostos e 23 por cento outros. Das organizações pesquisadas 32 por cento indicaram que suas receitas totais excedem $5B USD; 33 porcento disseram que tem entre $500M e $4.9B em receitas totais, e 36 disseram que sua receita total é menor que $500M.