Com o aumento das chuvas e vendavais na região Sul em outubro, a SulAmérica reforçou sua operação de atendimento aos segurados nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A região registrou um aumento de 53% no total de sinistros nas três primeiras semanas do mês, em relação ao mesmo período do ano passado. As ocorrências referem-se aos seguros residencial, condomínio, empresarial (especialmente pequenas e médias empresas) e auto, e estão relacionadas principalmente às fortes chuvas e suas consequências, como destelhamentos e danos causados por granizo.
Para agilizar o acionamento das assistências e o pagamento das indenizações, a seguradora ativou seu plano de contingência, reforçando a atuação dos canais de atendimento e levando às áreas atingidas vistoriadores com protocolos especiais para a liquidação dos sinistros causados pelos eventos climáticos.
“Nosso principal objetivo em situações como estas é promover com rapidez a volta à normalidade para as famílias e empresas atingidas pelas chuvas e vendavais. Quanto antes elas conseguem voltar às suas rotinas, menor será o impacto desse evento em suas vidas”, afirma o diretor da Regional Sul da SulAmérica, Gilson Bochernitsan.
Em caso de sinistro, é necessário que o segurado acione a seguradora por meio da Central de Atendimento 24h (telefones 4004-5903, para capitais e regiões metropolitanas, e 0800-970-0200 para demais localidades; site www.sulamerica.com.br).
A partir de outubro de 2015, mais de 20 mil agências de turismo no País podem se tornar representantes do Seguro Viagem, do Porto Seguro Viagem. A parceria com a Federação Nacional de Turismo (Fenactur) possibilita ao cliente o acesso 100% on-line para cotações de seguro viagem de forma rápida e prática.
A venda direta do produto existe desde 2011 e com essa novidade o cliente que está fechando um pacote de turismo passa a ter mais um canal disponível. Segundo a superintendente comercial de Vida e Previdência, Fernanda Pasquarelli, a novidade expande os canais de oferta. ″É importante ressaltar que com mais esse canal o viajante pode optar por onde deseja contratar o serviço, se pela agência de turismo no ato da compra do pacote, pelo nosso site ou pelo Corretor″.
O Porto Seguro Viagem possui diversos tipos de planos que atendem às necessidades de cada viajante e de cada região de destino, contendo limites de coberturas de acidentes pessoais, cancelamento e interrupção de viagem, extravio de bagagem, além disso, coberturas como despesas médicas hospitalares e/ou odontológicas, traslado médico, entre outras, que poderão ser utilizadas via serviços de assistência no mundo inteiro.
O serviço também oferece o conforto dos serviços de Concièrge do Porto Viaje Bem, que permite atendimento diferenciado para a confirmação de reservas em restaurantes e hotéis, indicação para locação de carro, orientações sobre as principais atrações e pontos turísticos do local de destino, viabilização para que o turista compre ingressos para os melhores espetáculos, parques, jogos, museus, entre outros. Disponível a partir da contratação do seguro, independente da data de viagem.
″A parceria com a Fenactur teve como objetivo unir esforços para que o viajante tenha o Porto Seguro Viagem como opção por meio das agências de turismo. Assim, estamos levando ao viajante a opção em adquirir um produto moderno, aderente às necessidades do viajante, em um canal que tem tudo a ver com o melhor momento da oferta ao cliente, já que aconselhamos adquirir o Seguro Viagem a partir do momento em que o viajante compra a passagem ou o pacote de viagem″, complementa Fernanda.
Para mais informações sobre o Porto Seguro Viagem acesse o site:
Os gringos querem comprar no Brasil. Somente em outubro, tradicional mês de construção do orçamento do próximo ano e também de gastar os recursos que sobraram em caixa do ano corrente, vários CEOs comentaram que o Brasil é foco da estratégia mundial do projeto de expansão da matriz. Foi assim com HDI, Zurich, Mitsui e agora com a AXA. A Agência Estado publicou entrevista com a francesa AXA, na qual Philippe Jouvelot, presidente da Axa no País, diz que o momento é “mais fácil” para começar uma operação no Brasil diante do câmbio, que é favorável, e o retorno, beneficiado pelos juros altos. Depois de dois anos e meio de estudos, a francesa emitiu a primeira apólice em janeiro.
Nos últimos cinco anos, a companhia, que soma 1,3 trilhão em ativos ao redor do globo, comprou 20 empresas no mundo. Agora, favorecida pela desvalorização do real, mantém apetite para aquisições no Brasil e vê no sistema de saúde local uma oportunidade futura de negócio. “Com o câmbio favorável, tudo que você compra sai mais barato. O dinheiro investido dá mais lucro. Colocamos meio bilhão de reais (no País) e o retorno é de 14,25% no lugar de 8% antigamente. Para uma seguradora que gosta de entrar no longo prazo, não tem melhor momento”, avalia Jouvelot, em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
Questionado, o francês, que tem 30 anos de Axa, prefere não comentar transações em andamento. Fontes dizem que AIG e Pan Seguros, de BTG e Caixa, estariam no páreo final da disputa.
Baltis: estamos aqui sedimentando as bases de uma parceria duradoura
O Brasil do Futuro. Esse foi o tema escolhido para o tradicional encontro anual Zurich Corporate Conference 2015, realizado nos dias 21 e 22 de outubro, no Guarujá. Com qualquer executivo do grupo que se converse, é nítido o olhar otimista para o país. Um país gigante, população jovem, com baixo consumo per capita de seguros, arcabouço regulatório em mutação com base em regras internacionais, empresas brasileiras buscando a globalização e multinacionais disputando negócios locais. “Escolhemos esse tema porque acreditamos no Brasil, um dos principais mercados do mundo para a Zurich”, diz Emanuel Baltis, CEO de Global Corporate da Zurich para o Brasil.
Talvez mais do que otimismo, os executivos nutrem pelo país algo que o povo brasileiro atualmente perdeu, a ternura. Assim como todos os estrangeiros, eles querem negócios. Mas não a qualquer preço, afirma Baltis, sem se referir ao custo do seguro. “O Brasil é um dos maiores mercados do mundo em potencial de crescimento. Fazemos negócios aqui há mais de três décadas e sabemos que este não é um país para iniciantes. Temos uma visão de longo prazo e sabemos que no curto prazo se tem volatilidade. E estamos aqui sedimentando as bases de uma parceria duradoura”, enfatiza o executivo que também preside a Câmara de Comércio Suíço-Brasileira.
Recentemente o grupo Zurich desistiu de comprar a inglesa RSA numa oferta mundial que superou US$ 5 bilhões. Apesar de ter dinheiro em caixa e apetite por aquisições, os executivos locais falam apenas em crescimento orgânico, sem descartar que qualquer boa oportunidade de empresas em sintonia com a filosofia do grupo será analisada. O foco é ter negócios duradouros e isso exige técnica e relacionamento. “Uma rotina global adotada pelo grupo que atua em mais de 170 países e tem 143 anos de existência”, afirma Baltis, doutor em subscrição, acrescentando que todos os executivos em cargo de comando têm formação técnica e também são treinados em gestão de relacionamentos. A exemplo do CEO de Seguros Gerais David Colmenares, PhD em atendimento e que assumiu o cargo no final do ano passado.
As crises vão e vem e a Zurich sempre estará aqui, diz Colmenares
Colombiano, ele dedicou os últimos 20 anos aos segurados do grupo com perdas em situações caóticas da América a Ásia, como o terremoto que destruiu o Chile em 2010, bem como ajudou os sobreviventes do terremoto seguido de tsunami que vitimou mais de 143 mil pessoas no Japão em março de 2011. “Impressionante, que onde eu chegava tinha de atender uma catástrofe, tanto natural como feita pelo homem como foi quando estive na Argentina em 2003, quando foi adotado o câmbio de 1 peso para 1 dólar, que me deixou também PhD na gestão de economias com inflação elevada. Minha visão local e global agora está disponível aos brasileiros”, diz ele em conversa com o blog Sonho Seguro.
Para que os negócios sejam duradouros, a seguradora investe em oferecer aos parceiros educação em forma de prevenção, bem como treinamento e tecnologia de última geração para lapidar o conhecimento, gerenciamento e técnicas de mitigação de riscos. O grupo suíço é um dos investidores no Vale do Silício em “predict analytics”, que envolve o estudo da Big Data. “A crise abre oportunidades para revermos conceitos e contratos. Nesse campo inovador nossos clientes podem se beneficiar de uma precificação de riscos mais transparente e análises de seus riscos, bem como benchmarking, baseado em Peers na sua indústria de modo global”, comenta Werner Stettler, vice-presidente de global corporate Brasil, que deixa a companhia depois de 30 anos atuando no grupo, 28 deles no Brasil, e passa o bastão para Baltis.
A expectativa dos executivos da Zurich é que o imbróglio político do Brasil se resolva dentro do processo democrático. Para isso, convidou palestrantes de peso para auxiliar a plateia, formada por clientes e corretores, a ter mais clareza dos problemas e das soluções que podem ser dadas nos próximos meses.
Por ser uma crise originada na política e que está arrastando a economia, a primeira a falar foi a ministra Ellen Gracie, que expôs sua opinião sobre as possíveis formas do Brasil sair desta crise nunca vista antes no país. “Não gostaríamos de estar passando por essa realidade, mas o importante é que estamos aqui fazendo debates como esse para entender as dificuldades jurídicas e suas soluções”, comentou ela a uma plateia formada por executivos que atuam na indústria de seguros global.
Rabello, Ellen e Gaudêncio: o Brasil tem jeito
A ministra descartou que Dilma Rousseff renunciará do cargo de presidente, restando judicialmente outras medidas para tirá-la do poder, como o pedido de impeachment conduzido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, diante das pedaladas fiscais, ou o impedimento, caso o Tribunal Eleitoral julgue procedente o processo que corre em segredo de Justiça, no qual se apura abuso do poder econômico, corrupção e fraude na campanha presidencial. “A solução da nossa crise será política e essas são as soluções jurídicas”, afirmou.
O economista Paulo Rabello de Castro mostrou indicadores macroeconômicos realmente assustadores, com encargos da dívida pública projetados em R$ 530 bilhões para 2015. “Não tem como trazer a vocês um cenário adocicado . E se nada mudar em razão do imbróglio politico que trava a economia, em 2016 teremos outros R$ 530 bilhões. Mais de R$ 1 trilhão”, destaca o economista num tom de verdadeira urgência de mudança. “O risco de 2016 é o da explosão das frustrações da população brasileira que foi estimulada a consumir e agora não pode ligar sua geladeira nova porque a conta de luz está cara, membros da família sem emprego e as notícias mostram um escândalo sem precedentes de corrupção”, ressaltou.
Rabello afirmou à plateia que é preciso que os empresários digam basta,. “Digam basta e assim poderemos começar a tirar o Brasil desta crise e tirar a sociedade de tamanha acomodação com esse cenário que vai explodir em 2016. Temos de sair dessa acomodação de esperar que o mundo se acabe para ver como fica. Vamos desengavetar o Brasil. É possível. Precisamos de mais entidades como a Confederação Nacional das Seguradoras. A CNseg tem se mexido muito em Brasília com uma agenda positive para tirar o Brasil deste cenário, mas ela sozinha é pouco para o tamanho desta crise”, diz.
Qual é a primeira imagem que me vem à cabeça quando penso no Brasil? “De um carro atolado em Cabrobó, em Pernambuco”, brinca o jornalista politico e professor Gaudêncio Torquato. “Enquanto todos ficam buscando culpados, o país se afunda ainda mais. Precisamos desatolar o Brasil”, diz. Ele, que faz análise politica há 30 anos, afirma nunca ter visto uma crise tão grave. Segundo ele, o país vive o esgotamento de um ciclo de 12 anos, com a saturação do ciclo da velha politica, com abandono de reformas estruturais, serviços públicos deteriorados, falta de investimento em infraestrutura, empregos de baixa qualidade, desindustrialização.
Os efeitos positivos da crise também foram destacados por Gaudêncio, que citou o efeito educativo da Lava Jato, uma maior transparência aos negócios, a conscientização ética, a democracia participativa e a certeza de que o Brasil precisa de reformas para seguir a trilha do sucesso. “O que se percebe é o desmonte da equação da era Lula, de boom do credito e do consumo e que ele apelidou de “bo ba co ca”. Traduzindo: bolso cheio, barriga satisfeita, coração agradecido e cabeça feliz. O desmonte significa bolso vazio, barriga insatisfeita, coração triste e cabeça vazia.
Torquato acredita que o estouro da boiada, ou seja, o pior, ainda virá. “Quando os bolsos das camadas mais carentes ficarem ainda mais vazios, teremos manifestações de verdade. Manifestações por meio do voto para prefeitos. A mudança começará na municipalidade e avançará para tornar o Brasil um país melhor. No entanto, mudar a cultura de um país marcado por um colonização predatória leva tempo”, arremata o cientista politico.
A ministra Ellen Gracie concorda, mas destaca: “O sistema judiciário e eleitoral já criaram a base da democracia, tornando o voto obrigatório e consolidando voto eletrônico em todo o país. Temos um sistema eleitoral moderno e de confiança. Cada vez que alguém coloca em cheque a autenticidade das urnas eletrônicas é investigado e nada se comprova. Agora os brasileiros realmente precisam ter candidatos com propostas para votar. Não adianta tudo o que temos se não há bons candidatos e boas propostas”, diz a ministra, que assim como seus colegas palestrantes, afirma: “A educação do povo é a base e a solução para qualquer sociedade democrática”.
O grupo tem claro que o Brasil é um país estratégico dentro da expansão internacional. Não estamos apostando no Brasil. “Estamos construindo relações comerciais de longo prazo com nossos parceiros. Estamos construindo a sustentabilidade dos negócios com empresas que estão na mesma sintonia do grupo. Com grupos interessados em conhecer riscos, preveni-los e mitiga-los, tornando suas corporações resilientes a qualquer tipo de crise”, finalizou Baltis.
Com o objetivo de informar a população sobre o direito ao DPVAT, em caso de acidentes, além de enfatizar a atuação da categoria no atendimento gratuito à população, o Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) lança a campanha “DPVAT – Corretores de Seguros Juntos com Você”, que contará com o apoio da ONG Terapeutas do Trânsito na distribuição de folhetos informativos e lixeirinhas de carro. Além da capital, 25 cidades do interior paulista, nas quais o Sincor-SP possui escritórios regionais, estão no roteiro da iniciativa.
“Ao enfatizar que o atendimento do DPVAT é um direito e que os corretores de seguros estão à disposição de vítimas e familiares para orientar sobre o recebimento do seguro sem qualquer custo, estamos destacando, mais uma vez, nosso papel como agentes do bem-estar social”, explica o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.
As intervenções urbanas começam pela zona Norte de São Paulo, nesta segunda-feira (26), a partir das 12h30, no cruzamento das avenidas Engº Caetano Alvares com Voluntários da Pátria. Às 17h30, os corretores de seguros e integrantes da ONG Terapeutas do Trânsito estarão no cruzamento da Rua Curuçá com a Avenida Guilherme Cotching.
“Os objetivos dessa mobilização estão em perfeita sintonia com a missão do corretor de seguros, que é contribuir na proteção de pessoas e bens, em linha também com o propósito de aprofundar esforços que visam minimizar os danos causados pelos acidentes de trânsito”, afirma o diretor da Regional Zona Norte do Sincor-SP, Marco Antonio Cabral.
O coordenador do departamento Social do Sincor-SP, Luiz Morales, explica que poucos conhecem a dinâmica para atendimento do DPVAT, que é um direito de todas as vítimas. “Uma das consequências mais nefastas desse desconhecimento é o aparecimento, em momento delicado para as pessoas e para os familiares, de pessoas inescrupulosas, que se valem da situação para intermediar o atendimento desse seguro, cobrando uma porcentagem por algo que não deve ter custo financeiro algum”, diz Morales.
Fragilizados pela tragédia, muitos aceitam a interferência. Em lucrativo golpe, os intermediários cobram 30% do valor da indenização. Assim, por exemplo, nos casos de morte ou invalidez permanente, embolsam mais de R$ 4 mil, uma vez que a indenização é de R$ 13.500. Já o Sincor-SP, por meio de seus 30 escritórios regionais, oferece um serviço gratuito de orientação à população além de auxiliar, também sem ônus, na entrada e andamento dos processos para atendimento dos valores.
SOBRE O DPVAT
O DPVAT – Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres foi criado por lei federal em 1974. Indeniza por morte ou invalidez (parcial ou total) permanente e reembolsa despesas comprovadas com atendimento médico-hospitalar.
Refere-se exclusivamente a danos pessoais causados por acidentes de trânsito, inclusive causados por queda de carga, e não prevê cobertura de danos materiais causados por colisão, roubo ou furto de veículo.
A obrigatoriedade é que garante o pagamento, em todo o território nacional, da indenização a motoristas, passageiros (veículos de passeios ou coletivos) ou pedestres vítimas de acidentes independentemente de apuração de responsabilidade ou identificação do veículo.
O valor arrecadado tem a seguinte distribuição:
50% pagamento de indenizações, constituição de reservas e despesas operacionais.
45% SUS – Sistema Único de Saúde
5% DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito – para investimento exclusivamente em programas de prevenção de acidentes de trânsito.
Valores das indenizações:
R$ 13.500 – por morte
Até R$ 13.500 por invalidez permanente. O Valor é definido conforme a gravidade das sequelas e de acordo com os percentuais da tabela de seguro da Lei 6.194/74.
Até R$ 2.700 de reembolso por despesas médico-hospitalares. Valor variável conforme a soma das despesas cobertas e comprovadas, aplicando-se os limites definidos nas tabelas autorizadas pela Susep.
A HDI Seguros organizou operação de emergência para atender aos segurados afetados pela chuva, vendaval e granizo que atingiu o município de Chapecó, na região Oeste de Santa Catarina, na madrugada desta quinta-feira, 22 de outubro. Uma equipe de funcionários foi deslocada para a central Bate-pronto, localizada na rua São João, 90 E, e trabalhará nos próximos dias para agilizar o atendimento aos segurados que tiveram casas e veículos danificados.
Mais de mil residências sofreram estragos devido ao temporal, o que afeta cerca de 4 mil moradores, de acordo com a Defesa Civil local. “A partir deste sábado (24) uma equipe extra estará na unidade Bate-pronto para prestar informações e registrar sinistros. A operação especial tem como objetivo acelerar o máximo possível a recuperação dos bens dos segurados”, explica Frank Nelson Ohi, diretor de sinistros da HDI Seguros.
Levantamento da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), com base em dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), aponta que, no acumulado de 12 meses seguidos e encerrados em setembro deste ano, o número de beneficiários de planos médicos caiu 0,3%, totalizando 50,3 milhões de milhões de vidas. No terceiro trimestre, a queda aumentou para 0,5%, perda de 236 mil beneficiários. Já os planos exclusivamente odontológicos seguiram tendência de crescimento, com aumento de 5,0%, alcançando 21,9 milhões de beneficiários em todo o país.
A desaceleração registrada nos planos médicos pode ser atribuída ao momento econômico do país, em especial à retração do mercado de trabalho e do rendimento real dos brasileiros, resultado de ajustes feitos por alguns segmentos empresarias. A inclusão socioeconômica nos anos recentes – com incremento de setores produtivos – esteve entre os principais impulsionadores da Saúde Suplementar.
Tendência preocupa – A tendência de retração dos últimos meses e que persiste neste quarto trimestre dá uma dimensão do tamanho da perda de beneficiários dos planos de saúde. Apenas no terceiro trimestre, entre julho e setembro deste ano, o segmento de planos médicos hospitalares perdeu 236 mil beneficiários, queda de 0,5% em relação ao trimestre anterior. Dados anualizados mostram a desaceleração do setor. Há um ano, em setembro de 2014, o setor apresentou taxa de crescimento de 2,75% em relação ao ano imediatamente anterior. Essa taxa veio se reduzindo a cada trimestre e foi negativa em setembro deste ano (0,3%). Trata-se da primeira redução, em termos anuais, ao longo da série histórica.
Modalidades – A situação se agravou no último trimestre. Todas as modalidades de operadoras do segmento médico-hospitalar (Medicina de Grupo, Cooperativa Médica, Seguradora de Saúde e Autogestão), com exceção da filantropia, perderam beneficiários no período.
O volume de prêmios de seguros para o setor de energia, que envolve petróleo e gás também, superou US$ 23,5 bilhões em 2014, crescimento médio nominal de 2,3% desde 2010, quando o segmento movimentava US$ 21,4 bilhões em prêmios, de acordo com o mais recente estudo da Finaccord.
Segundo agências internacionais, os Estados Unidos são o maior mercado de seguros de “energy”, com US$ 8,3 bilhões, seguido pelo Canadá (US$ 1,7 bilhões) e pela China (US$ 1,4 bilhões). A previsão da consultoria é que, em 2018, este tipo de seguro alcance um faturamento de US$ 24,5 bilhões, caso se mantenha o cenário atual de preço do petróleo em baixa, ou avançar os US$ 26,1 bilhões, se o preço se recuperar.
No Brasil, esse é um segmento que passa por uma grande crise em razão das investigações de corrupção no caso Lava Jato, que envolve a Petrobras, maior empresas brasileira do segmento, e que trouxe consequências sérias para várias outras empresas, ao reduzir seus investimentos e cancelar encomendas que estavam em andamento. Vários estaleiros tiveram de reduzir drasticamente suas operações, alguns até fecharam. Com isso, os negócios para as seguradoras neste ramo secaram.
O cenário político-econômico permanece desfavorável e isso chega no mercado de seguros, na edição da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros produzida por Francisco Galiza para o Sindicato dos Corretores de São Paulo (Sincor-SP). Com retração de 3% no PIB fica claro que 2015 será um ano marcado por indicadores gerais em baixa, quando não negativos, e a indústria de seguros sente, sim, os reflexos da conjuntura.
O estudo mostra que o VGBL seguirá como destaque em faturamento e expansão, mas é bom ressaltar que não se trata de carteira que tem o corretor de seguros como principal canal de distribuição e, além disso, é um produto de acumulação. Os seguros típicos, como automóvel, residência, pessoas e empresarial, enfrentam ambiente bem complicado e devem crescer apenas 7%, em média. Diante da inflação do período, em cerca de 9%, esse porcentual pode ser visto como negativo.
É assim que os agentes da cadeira produtiva e, sobretudo, os corretores de seguros, que compõem a mais eficaz e robusta força de vendas da nossa indústria, devem ter em mente que o exercício da resiliência, com foco na superação, precisa ser diário, visando posicionamento vencedor em breve futuro.
“Acreditamos que a recessão tem prazo de validade e a economia do País vai se recuperar, mesmo que tenhamos de vivenciar um período ainda longo de turbulências políticas e financeiras. E o mercado de seguros também voltará a apresentar o vigor de sempre, com base no esforço e poder de reação dos corretores de seguros”, afirma Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP, no estudo.
VGBL eleva crescimento do setor
Em termos econômicos, a situação do País continua complicada. Por exemplo, segundo as previsões atuais, o PIB em 2015 deve cair quase 3%, um número expressivo e inimaginável há alguns meses. Essa mudança de cenários trouxe consequências diretas para o setor de seguros no Brasil. Tudo indica que o segmento das operações específicas de seguros e saúde (automóvel, vida, saúde suplementar etc) terá uma variação nominal de 10% em 2015. Ou seja, número praticamente idêntico às taxas inflacionárias desse período, sem nenhum ganho real, como vinha ocorrendo nos últimos anos.
Mesmo ressaltando que esse não é um produto usualmente comercializado por corretores, o que devem elevar as estatísticas do ano são as vendas do VGBL, com variações estimadas acima de 20% em 2015.
Todas essas estimativas de crescimento estão se mantendo nos últimos meses, o que sinalizaria estabilidade, sem novas pioras. Outro ponto positivo é a boa rentabilidade das seguradoras, beneficiada, entre outros fatores, pela trajetória mais elevada da taxa de juros. Isso é favorável para o setor, em uma época em que muitas empresas do País (sobretudo de outros setores) passam por problemas.
No curto prazo, porém, a análise final continua a mesma para o setor de seguros. Para enfrentar esse momento mais delicado, é preciso dedicação e muita determinação de todos os profissionais envolvidos com essa indústria.
A Argo Seguros Brasil, subsidiária do Argo Group, anuncia o lançamento do Protector Empresarial, voltado para escritórios e consultórios. O objetivo da seguradora é ampliar as opções de contratação de seguros para a sua base atual de mais de 14 mil segurados, além de uma nova categoria de clientes, que procuram por soluções inovadoras e eficientes para seus negócios.
O Protector Empresarial abrange todo o território nacional e possui amplas coberturas de incêndio, queda de raio, explosão, queda de aeronaves e fumaça, danos elétricos, alagamentos, roubo de bens e valores, vendaval, furacão, tornado, granizo, impacto de veículos, tumultos, greves e lock outs, equipamentos, entre outras. Há também opção de contratar a cobertura especiais como pequenas obras e guarda de veículos.
“O Protector Empresarial oferece assistência ao Segurado Protector com os melhores serviços para momentos emergenciais em todo território nacional. Com uma ampla cobertura, o atendimento é exclusivo e por 24 horas, inclusive aos sábados, domingos e feriados. Oferecemos mais de doze serviços aos segurados, dentre eles estão: chaveiro, encanador, eletricista, segurança, vidraceiro, manutenções, entre outros”, destaca Janete Tani, Gerente de Property da Argo Seguradora.
O Protector Empresarial também possui todas as facilidades e benefícios para o segurado e corretor, como contratação 100% online, páginas personalizadas para os corretores, aplicativos para smartphones nas versões IOS e Android, Central de Benefícios, entre outras características e facilidades do Protector.
“A chegada do Protector Empresarial marca também uma nova fase para a plataforma digital Protector. A partir de agora o corretor poderá ofertar ao mesmo segurado mais de uma opção de seguro ao mesmo tempo, facilitando o serviço e a contratação”, explica Roberto Uhl, Gerente de Canais Digitais da Argo Seguros Brasil.
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