Veja a nova diretoria da Cnseg, que toma posse dia 8 de fevereiro de 2016

cnseg logoForam eleitos ontem os executivos que vão compor a nova diretoria da CNseg. O setor conta com 116 seguradoras, 128 resseguradores, 1173 operadoras de saúde suplementar, 17 empresas de capitalização e 23 EAPCs. Gera 124 mil empregos diretos e conta com 94 mil corretores de seguros. Nos últimos cinco anos, registrou crescimento de 95% nas provisões técnicas, para R$ 653 bilhões, avanço de 75% nos ativos, para R$ 852 bilhões, diante de uma inflação acumulada de 30%. Em vendas, o avanço foi de 70%, para R$ 265 bilhões nos últimos cinco anos. Neste ano, a Cnseg projeta crescimento de 12% do setor e 10% para 2016.

A Confederação das Seguradoras, composta por quatro federações (FenSeg, FenaSaúde, Fenaprevi e Fenacap) será presidida por Marcio Serôa de Araujo Coriolano, presidente da Bradesco Saúde, e que comandava a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).

1º Vice-Presidente Jayme Brasil Garfinkel (Porto Seguro)

Vice-Presidentes: Mário José Gonzaga Petrelli (Icatu Seguros); Patrick Antonio Claude de Larragoiti Lucas (Sul América); Edson Luis Franco (Zurich Vida e Previdência); João Francisco Silveira Borges da Costa (HDI Seguros S/A); e Osvaldo do Nascimento (Itaú Vida e Previdência).

Vice-Presidente Executivo: Luiz Tavares Pereira Filho (DPVAT)

Diretores: Acacio Rosa de Queiroz Filho (Chubb); Alexandre Malucelli (J. Malucelli Seguradora); Antonio Eduardo Marquez de Figueiredo Trindade (Ace Seguradora); Fabio Lins de Castro (Prudential do Brasil Seguros de Vida); Francisco Alves de Souza (COMPREV Vida e Previdência); Irlau Machado Filho (Notre Dame Intermédica Saúde); Jorge Hilário Gouvêa Vieira (Sul América); Marcelo Augusto Dutra Labuto (Brasilprev Seguros e Previdência); Nilton Molina (Mongeral AEGON Seguros e Previdência); Paulo Miguel Marraccini (Allianz Seguros); Pedro Cláudio de Medeiros Bocayuva Bulcão (Sinaf Previdencial Cia. de Seguros); Pedro Pereira de Freitas (American Life Companhia de Seguros); Randal Luiz Zanetti (Bradesco Seguros); e Wilson Toneto (Mapfre Previdência).

Conselho Fiscal: Efetivos: Carlos André Guerra Barreiros (Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT); Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa (Bradesco Seguros); e Julio Cesar Rosa (HDI Seguros); Suplentes: Laenio Pereira dos Santos (Sul América Seguros de Pessoas e Previdência); e Lucio Antonio Marques (Nobre Seguradora do Brasil).

Susep coloca seguro popular em consulta pública

Finalmente a Superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou hoje em consulta pública a minuta de Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privado (CNSP), que dispõe sobre as regras e os critérios para operação do seguro popular de automóvel com a permissão de utilização de peças usadas oriundas de empresas de desmontagem, conforme lei específica, para a recuperação de veículos sinistrados com cobertura securitária. Os interessados poderão encaminhar, em até 30 dias a partir de hoje seus comentários e sugestões, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço cgpro.rj@susep.gov.br ou coseb.rj@susep.gov.br, devendo ser utilizado quadro padronizado específico, disponível na página da Susep na Internet (http://susep.gov.br/menu/atos-normativos/normas-em-consulta ; publica).

Roberto Westenberger, titular da Susep, informou ontem em entrevista com jornalistas no Rio de Janeiro que o Universal Life iria a consulta publica e o Seguro Popular ficaria para a aprovação do CNSP na próxima reunião, em fevereiro. Mas, pelo jeito, se enganou. Quem foi para consulta foi o Seguro Popular. Vamos aguardar a minuta do Universal Life, não divulgada hoje como previsto.

As duas medidas são aguardadas com grande expectativa pelas seguradoras. A do seguro popular era realmente muito esperada para manter o crescimento das vendas do seguro automóvel, a maior carteira do segmento de seguros gerais, mas que vem sofrendo com a queda das vendas de carros. Segundo seguradores relataram ao blog Sonho Seguro, a expectativa é de que poder usar peças certificadas no conserto dos veículos avariados possa reduzir em até 30% o preço do seguro. Algumas empresas já se preparam para certificar peças, como a Ecopeças, da Porto Seguros. Tudo isso foi possível após a Lei dos Desmanches, que regularizou a venda de peças usadas e reduziu o índice de roubo e furto de veículos.

Veja a íntegra:

Edital de Consulta Pública nº 7/2015

1. O Superintendente da Superintendência de Seguros Privados – Susep decidiu colocar em consulta pública, minuta de Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP, que dispõe sobre as regras e os critérios para operação do seguro popular de automóvel com a permissão de utilização de peças usadas oriundas de empresas de desmontagem, conforme lei específica, para a recuperação de veículos sinistrados com cobertura securitária, e dá outras providências.

2. Os interessados poderão encaminhar, em até 30 (trinta) ias a partir da data de publicação deste edital, seus comentários e sugestões, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço cgpro.rj@susep.gov.br ou coseb.rj@susep.gov.br, devendo ser utilizado quadro padronizado específico, disponível na página da Susep na Internet (http://susep.gov.br/menu/atos-normativos/normas-em-consulta ; publica).

3. A minuta supracitada está disponível na página da Susep, para fins de ciência e, se for o caso, para apresentação de comentários e sugestões.

Rio de Janeiro-RJ, 17 de dezembro de 2015.

ROBERTO WESTENBERGER

Expectativa da CNseg é de que o mercado segurador crescerá 12% neste ano e 10% em 2016

cnseg coletiva 2015O mercado segurador brasileiro se destaca no cenário Brasil ao apresentar projeções de crescimento nominal de 12,5% em 2015, o que resulta em crescimento real considerando-se a inflação (IPCA) de 7,6%. Até setembro, as vendas totalizaram R$ 265 bilhões, sendo R$ 52 bilhões em seguros de bens, R$ 91,5 bilhões em seguro de pessoas, R$ 15,7 bilhões em capitalização e R$ 106 bilhões em saúde suplementar.

Para 2016, as projeções da CNseg, a confederação das seguradoras, apontam para crescimento nominal de 10,33%, o que também significa um crescimento real diante da projeção do IPCA de 6,8%. “A crise nos pega, mas mesmo assim temos uma posição bastante otimista”, comentou Jayme Garfinkel, presidente interino da CNSeg, que a partir de 8 de fevereiro terá Marcio Coriolano como presidente.

Assim como as vendas sinalizam uma tendência de alta, o pagamento de indenizações também está no radar das companhias, uma vez que as estatísticas mostram elevação do uso do seguro em momentos de economia em baixa. Tanto por uma maior tentativa de fraude como pelos acidentes gerados em empresas, seja pelo corte de custos em manutenção, troca de funcionários ou mesmo pelo erro humano diante do estresse mais acentuado diante das pressões típicas de uma recessão, como queda do poder aquisitivo e perda de emprego, entre outros.

Segundo Garfinkel, o mercado está bem maduro para lidar com a volatilidade no indicador de sinistralidade (custos e despesas sobre o faturamento) prevista para 2016. “As companhias têm mecanismos de monitorar e alterar as estratégias, seja por elevação do índice de roubo e furto em uma região ou mesmo calibrar os preços diante do comportamento da inflação ou da taxa de juros, itens relevantes para a formação do preço final do seguro”, comentou. Até setembro, o setor devolveu aos clientes em indenizações e resgates cerca de R$ 82 bilhões em seguros, previdência e capitalização e outros R$ 89 bilhões em pagamento de despesas de saúde suplementar.

O tom de otimismo do setor vem do potencial ainda a ser conquistado. “Todo dia os jornais fazem uma propaganda para o setor ao revelarem os problemas como a tragédia em Mariana, por exemplo. Esse tipo de notícia conscientiza as pessoas de que há riscos e elas passam a buscar proteção”, afirmou. O desafio do setor está em aproveitar o momento mais sensível e criar coberturas que atendam as demandas dos consumidores. Algumas companhias já disponibilizaram produtos para tempos de crise, como o Itaú que oferece seguro somente para roubo em automóvel, e a BB Mapfre, que lançou recentemente um seguro de carro semestral para aliviar o orçamento de forma pontual.

Garfinkel apresentou aos jornalistas um infográfico de dar inveja aos seguradores estrangeiros, que sofrem com a consolidação de seus mercados já maduros. No Brasil, as estatísticas mostram 188 milhões de pessoas sem previdência complementar, 70 milhões de pessoas sem plano dental, 45 milhões sem plano de saúde, 51,9 milhões de veículos com mais de 5 anos de uso sem seguro. Isso sem falar das bicicletas, das pequenas e médias empresas, do seguro de responsabilidade civil que registrou grande pico de demanda após a tragédia do rompimento das barreiras da mineradora Samarco, considerado hoje o maior acidente sob a regulação do mercado segurador.

Em automóvel, com crescimento de 4,3% até setembro, para R$ 23,2 bilhões, o setor começa o ano com duas boas notícias. A primeira é que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que está tudo pronto para a criação do Pátio Legal, já em operação no Rio de Janeiro, também em São Paulo. Segundo Paulo Marraccini, presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) e membro do conselho da Allianz, o setor conta com 17 milhões de veículos segurados no Brasil em 2015, 38% de crescimento em relação ao ano anterior, o que representa cerca de 30% da frota circulante.

Outra boa notícia para a FenSeg é que o seguro popular, que aguarda regulamentação sobre o uso de peças certificadas em consertos, entra em consulta pública no dia 18, juntamente com o Universal Life”, contou Roberto Westenberger, titular da Susep. A expectativa é de os novos seguros, após um mês de sugestões do setor, passem a ser comercializado em 2016.

FENAPREVI – Além do andamendo dado ao Universal Life, a Fenaprevi aguarda ainda o Prev Saúde, ainda em discussão junto ao governo, informou Roberto Westenberg, titular da Susep. Neste ano, a previdência aberta nadou de braçada, batendo recorde de captação. Mas em 2016 o otimismo está mais modesto. Osvaldo do Nascimento e seu sucessor na presidência da Federação Nacional de Previdência Privada (FenaPrevi), Edson Franco, da Zurich, apostam que o segmento de previdência seguirá crescendo em 2016. “A crise faz as pessoas postergarem gastos, o que beneficia a poupança de longo prazo”, diz Franco, acrescentando que “é preciso ter calma neste momento e ter a certeza de que essa crise vai passar, pois não há uma crise das instituições e sim uma crise política”.

Ambos acreditam que pode haver queda no indicador de captação, mas as reservas seguirão com tendência de alta. Quanto ao mix de investimento, eles acreditam que a volatilidade esperada nos mercados financeiros levará as pessoas, em massa, para ativos de renda fixa. “Mas no Brasil tudo pode acontecer. Como as empresas brasileiras estão baratas em relação ao dólar, podemos ter algumas surpresas pelo caminho”, finaliza Nascimento.

Em relação a perda do selo de bom pagador do Brasil, “o maior prejudicado com o downgrade é o governo brasileiro”, responde ao ser questionado sobre os impactos do rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela Standard&Poors e Fitch. “O Brasil ficou mais caro e mais ineficiente, mas não é algo que ele não vá recuperar ao longo do tempo, com a adoção de uma politica fiscal superavitária”, explica Nascimento.

FENASAÚDE – Em saúde, o mercado vem se ajustando com o redesenho de contratos com as empresas. “Tem um mundo de oportunidades para desenvolvermos junto as empresas, que demandam redução de custos”, destacou Marcio Coriolano, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que será substituído pela diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz. “Temos muitos desafios pela frente e seguiremos com a estratégia que temos adotado de alertar, conscientizar e colaborar com técnicos do governo, da Saúde ao Ministério da Fazenda”, explicou Solange, se referindo a melhoria do gerenciamento de risco de problemas que podem ser evitados, desde uma epidemia como a zika até de esclarecimento sobre os produtos que o setor já disponibiliza para mitigar riscos, como o seguro ambiental e de responsabilidade civil para administradores. Garfinkel disse que ter uma agenda positiva com o governo é uma das prioridades da CNseg e que para mudar o Brasil é preciso o esforço individual de todos, empresas e indivíduos.

FANECAP – Capitalização não conseguirá reverter a queda de 2,1% registrada no período janeiro a setembro, com arrecadação de R$ 15,7 bilhões. “Pelo que temos visto até novembro, o segmento deverá encerrar o ano estável”, comentou Marcos Barros, presidente da Federação Nacional das Empresas de Capitalização (FenaCap). As reservas cresceram 5,6% até outubro. “Embora não tenha arrecadação positiva, as reservas crescem. Isso mostra que as pessoas não estão sacando os recursos”. Parte da queda, segundo o executivo, se deu pela greve dos bancos. Já em 2016, Barros acredita que o ambiente requer projeções conservadores, com crescimento previsto em 4%. “A crise afeta, pois reduz renda e emprego, mas ela traz o beneficio de induzir as pessoas a pouparem mais”, aposta.

SulAmérica e Bradesco são as grandes vencedoras da edição 2015 do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros

premio2015_gdFonte: CNseg

Os vencedores da edição 2015 do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros foram conhecidos hoje, dia 17, durante o almoço de final de ano do mercado segurador, ocorrido no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Dos 15 projetos finalistas, nove foram premiados, sendo três em cada uma das categorias Produtos e Serviços, Comunicação e Processos. Confira abaixo.

Categoria Produtos e Serviços

Em primeiro lugar na categoria Produtos e Serviços, Lara Sarzedas Murta e Patrícia Alves, da SulAmérica, com o projeto Franquia Flex, serviço que ajuda o segurado a decidir qual a opção de franquia mais apropriada ao seu planejamento financeiro.

O segundo lugar na categoria foi para o projeto Renova Ecopeças, de autoria de Bruno Campos Garfinkel e Fabio Frasson Giusti, da Porto Seguro. Pioneiro na reciclagem automotiva, o projeto promove o descarte adequado de itens automobilísticos de alto impacto ambiental e coloca à venda por um valor mais barato os que podem ser reutilizados.

Já o terceiro lugar na categoria ficou para o projeto XTerra, ferramenta eletrônica que permite calcular a repartição do prêmio entre seguradoras e resseguradoras, de acordo com a provável distribuição de sinistros, de autoria de de Sofia Nassar Lacerda, Arthur Sanches, Carlos de Zoppa, Dionísio Araújo, Felipe Augusto, Gustavo Almeida, Paulo Botti, Paulo Hayakawa, Priscila Grossi, Ricardo Drizin e Rodrigo Borri, da Terra Brasis.

Categoria Comunicação

O primeiro lugar na categoria Comunicação foi para o projeto SulAmérica Saúde Ativa, de Luciana Ribeiro Froehlich, Cristiana Pazetti, Ana Lobato e Zeca Vieira, da SulAmérica, que incentiva os segurados a mudar de atitude a buscar uma vida mais saudável por meio de marketing de conteúdo.

Ajudar os corretores vinculados à Bradesco Auto/RE a melhorar o atendimento prestado aos clientes, desde assistência 24 horas, até o uso de estacionamentos conveniados, sempre por meio de informações precisas da empresa, é o objetivo do projeto de André Hirszberg, da Bradesco Auto/RE, que ficou em segundo lugar na categoria Comunicação.

E, no terceiro lugar, a campanha “Os bebês da virada”, de autoria de Rodrigo Moreira Pádova, Aura Rebelo, Bruno Gélio, Elisa Portugal e Humberto Sardenberg, da Icatú Seguros, que concede um plano de previdência no valor de R$2.015 às crianças nascidas de parto normal nas primeiras horas do ano.

Categoria Processos

Identificar e regular com rapidez os sinistros decorrentes de acidentes naturais é o objetivo do projeto Operação Calamidade, primeiro lugar na categoria Comunicação, de autoria de José Roberto Bezerra de Lima e Ana Lucia da Costa Ramos, da Bradesco Auto/RE.

Já o segundo lugar ficou para o projeto Dekra Check-in, da fornecedora de serviços Dekra, que substitui o processo usual de vistoria de veículos por um autoatendimento simples e rápido, monitorado por câmeras o com o uso de biometria. Seus autores são: Mario Cassio Vieira Marques Maurício e Felipe Sousa.

Em terceiro lugar na categoria Processos ficou o projeto SMS Dental, de autoria de Paula Caroline Toguchi, da MetLife, que substitui o livreto com a relação dos dentistas credenciados por mensagens de texto via SMS com a localização dos profissionais credenciados mais próximos do beneficiário.
CNseg e Federações associadas elegem novos Conselhos Diretores

Durante o evento que anunciou os vencedores do Prêmio da CNseg e contou com a presença das principais lideranças do mercado segurador brasileiro, também foram realizadas as eleições das diretorias da CNseg, FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap para o triênio 2016/2019. Para a presidência da CNseg, foi eleito Marcio Coriolano (Bradesco Seguros); para a FenSeg, João Francisco Silveira Borges da Costa (HDI Seguros); para a FenaPrevi, Edson Luís Franco (Zurich Vida e Previdência); para a FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes (SulAmérica) e, para a FenaCap, Marco Barros (BrasilCap), em seu segundo mandato.

Ainda durante a cerimônia, foi realizada uma homenagem a Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg falecido em novembro, em acidente aéreo. Em seu discurso, Jayme Garfinkel, da Porto Seguro, que assumiu interinamente a presidência da Confederação, destacou algumas das realizações da gestão de seu antecessor, como a ampliação dos canais de interlocução com o Legislativo; a atuação na presidência da Fides; o PreviSaúde; o Programa Valorizar, de valorização do corpo funcional da CNseg; a implementação da Certificação Profissional da CNseg; o apoio ao Cadastro Ambiental Rural; o apoio às Federações associadas e a implantação de normas razoáveis no Conselho Nacional de Saúde.

Argo recebe aporte de US$ 4 milhões para seguir plano de crescimento em 2016

pedro purmObviamente, ver o Brasil perder o selo de bom pagador e ler nas manchetes internacionais que o país é considerado investimento “junk” por duas das principais classificadoras de risco do mundo, é estressante. “Mas para o nosso CEO, Mark E. Watson III, um executivo conectado e bem informado, isso já estava sendo considerado e a aposta no Brasil continua. Tanto que recebemos nesta semana um aporte de US$ 4 milhões para seguirmos nosso plano de crescimento no país”, conta Pedro Purm, CEO da Argo Seguros, durante o embarque na ponte aérea São Paulo Rio de Janeiro, ao blog Sonho Seguro.

Apesar dos problemas que o Brasil vem enfrentando, o mercado segurador deve encerrar 2015 com crescimento de 12% e a subsidiária brasileira do grupo das Bermudas prevê faturar algo próximo de R$ 180 milhões, o que significa avanço de 10% em relação a 2014. Segundo Purm, o grupo queria ter expandido mais a operação. “E poderíamos, pois ainda somos pequenos. Mas a situação do país exigiu alguns ajustes na companhia”, disse.

O grupo deixou de atuar em alguns segmentos, com garantia e riscos de engenharia, por enquanto, e aposta em nichos como patrimoniais, riscos financeiros, contratos de responsabilidade civil e também transporte, no qual se tornou uma referencia no mercado pela prestação diferenciada de serviços. A decisão de parar de atuar com engenharia e garantia foi tomada em outubro deste ano e assim preparar a companhia para a estratégia de 2016.

Pedro Purm tem um otimismo cauteloso com 2016, mas aposta no crescimento da companhia mesmo com o imbróglio político que se prolongará para o próximo ano, mantendo a economia em situação delicada, com projeções de queda do Produto Interno Bruto (PIB) que já superam 2%. “Estamos apostando no potencial de crescimento das linhas de seguros para profissionais liberais, com o produto Erros e Omissões (E&O) e também voltamos a atuar em Directors & Officers (D&O) com a retomada de taxas mais técnicas”, comentou.

O grupo conta hoje com 65 profissionais e tem uma plataforma online de vendas, a Protector, criada para corretores, bem desenvolvida e consolidada, que já representa 12% do faturamento da seguradora. A carteira de segurados em RC profissional chega a 15 mil, informou. O seguro de bicicletas tem surpreendido. “São quase 300 novas bikes por mês em carteira”, conta Purm. São cerca de 2 mil equipamentos segurados, avaliados entre R$ 3,5 mil a R$ 60 mil.

O grupo também promete novidades para o segmento de seguros patrimoniais, eventos e também ambiental, este último ainda em estudo do produto comercializado em outros países pela matriz. “2016 será um ano difícil para o país, porém o mercado segurador seguirá fazendo negócios, inovando e apostando no potencial que temos para crescer”, finaliza o executivo.

Fitch rebaixa a nota e tira grau de investimento do Brasil

Várias seguradoras e resseguradoras terão de rever contratos, uma vez que a matriz determina que só podem operar em país com dois graus de investimentos… Só restou o selo da Moody`s de bom pagador, mas mesmo assim a agência sinalizou que pode tirar esse selo em até três meses. Vamos ver como fica hein….Situação dificil…

Fonte: Globo

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou a nota do Brasil e tirou o grau de investimento do país nesta quarta-feira (16). Foi o segundo rebaixamento da nota brasileira feito pela agência em dois meses. A nota da dívida de longo prazo do país em moeda estrangeira foi reduzida de BBB- para BB+, o primeiro degrau do que é considerado grau especulativo. A agência também colocou a nota do país em perspectiva negativa, indicando que ela pode voltar a ser rebaixada.

O rebaixamento vem um dia depois que o governo propôs a redução da meta de superávit primário de 2016 para 0,5% do PIB. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendia uma meta de 0,7%.
Em nota, a Fitch aponta que essas constantes mudanças na meta de superávit primário (a economia do governo para pagar os juros da dívida) minaram a credibilidade da política fiscal, sugerindo um enfraquecimento ainda maior da posição de Levy no governo.
Segunda queda

A Fitch é a segunda das três grandes agências de risco a tirar o grau de investimento do Brasil: em setembro, a Standard & Poor’s já havia tirado a “nota de bom pagador” do país, rebaixando a nota do país de “BBB-” para “BB+”, com perspectiva negativa. Entre as três grandes, apenas a Moody’s mantém o Brasil com grau de investimento. Mas no dia 9 de dezembro a agência colocou a nota em revisão para possível rebaixamento, indicando que ela pode ser reduzida em breve.

Lockton Brasil Expande Operação com aquisição da Corretora Especializada VIS

Release

A Lockton Brasil tem a satisfação de anunciar a aquisição da VIS Corretora de Seguros e Benefícios Ltda. (VIS), especializada em negócios corporativos e benefícios, situada em São Paulo e com 27 colaboradores. O acordo entra em vigor em 01 de janeiro de 2016 e seus termos não foram divulgados.

A expectativa é que já no início de janeiro a equipe da VIS esteja totalmente integrada à Lockton Brasil e baseada no novo escritório da companhia na Rua Alexandre Dumas, 2200. “Nós vimos na VIS uma cultura de foco total no cliente e um time muito dinâmico que complementará nossa estratégia e fortalecerá ainda mais nossa expertise local”, declarou Tony Gusmão, CEO da Lockton Brasil.

Além de corretora, a VIS atua também como consultora de ramos elementares e benefícios, cujo principal foco é oferecer aos clientes suporte integral na gestão de riscos, fornecendo orientação em todos os aspectos do negócio até a atração e retenção de talentos. “Mesmo considerando que a consolidação no mercado de corretagem e consultoria no Brasil continua em andamento, há uma quantidade limitada de empresas do porte e qualidade da VIS com uma diretoria tão experiente. Nós estamos realmente felizes por termos conseguido atrai-los para a Lockton”, complementou Tony.

“Integrar uma corretora multinacional independente com a reputação e credibilidade da Lockton trará aos nossos clientes acesso a novos mercados, conhecimentos e serviços, além de oferecer ao nosso time excelentes oportunidades de carreira e desenvolvimento”, disse Nicholas Weiser, CEO e co-fundador da VIS. Nicholas passa a integrar o Comitê Executivo da Lockton Brasil a partir de 1º de Janeiro.

Sobre a Lockton
Mais de 5.600 profissionais da Lockton trazem soluções em gestão de risco, seguros, consultoria em benefícios e previdência a 48.000 clientes ao redor do mundo para melhorar seus negócios. A partir de sua fundação em 1966 na cidade de Kansas, nos Estados Unidos, a Lockton tem atraído profissionais empreendedores que construíram seu crescimento e a tornaram a maior corretora de seguros independente de capital fechado e a décima maior do mundo. Por seis anos consecutivos, a revista Business Insurance reconhece a Lockton como o “Melhor Lugar para Trabalhar em Seguros”. Para acessar os mais recentes artigos dos experts da Lockton, visite o Lockton Market Update em www.lockton.com.

BTG Pactual coloca seguradora à venda, segundo Agência Estado

O BTG Pactual colocou sua seguradora à venda, na esteira do programa de desinvestimentos que acionou para captar recursos, segundo apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado. Ao final de outubro, a seguradora do BTG, hoje concentrada na Pan, ultrapassou os R$ 300 milhões em prêmios de seguros, mas já enfrenta recusa de clientes e tem sido deixada de lado também por algumas corretoras de seguros, após a prisão de André Esteves no âmbito da Operação Lava Jato. A Pan Seguros também deixou de ser a principal emissora de seguro garantia da Bradesco Seguros. Em seu lugar, entrou, de acordo com fontes, a Swiss Re.

Executivo próximo ao BTG alega que a troca ocorreu pelo fato de a companhia ter atingido limite regulatório por conta da emissão de uma apólice de cerca de R$ 4 bilhões para a Petrobrás. Uma fonte do setor esclarece, porém, que ainda havia limite junto ao cliente, neste caso, a Bradesco Seguros. O que teria sido atingido era o teto junto à petroleira apenas. Estaria à venda, porém, somente a operação de seguros do BTG Pactual que foi incorporada à Pan Seguros, controlada pelo banco em sociedade com a Caixa Econômica Federal. A operação de resseguros, que inclui a resseguradora da instituição e a Ariel Re, baseada em Londres e Bermuda, e também a seguradora de vida e previdência não estariam no pacote.

LuizaSeg renova parceria com Cardif por R$ 330 milhões

A Magazine Luiza e a seguradora francesa BNP Paribas Cardif Brasil comunicaram a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a renovação, por R$ 330 milhões, da parceria na LuizaSeg, responsável pela comercialização exclusiva de produtos de seguros vendidos na rede varejista. Também foi renovado o acordo comercial para a venda de outros produtos, como proteção financeira, imóvel protegido, entre outros, para os cerca de 43 milhões de clientes do Magazine Luiza. O acordo tem validade de 10 anos. Para financiar a operação de renovação, Magazine Luiza e BNP Paribas Cardif farão um aumento de capital na Luizaseg. Cada uma das partes aportará R$ 55 milhões na empresa.

A Luizaseg é uma das líderes brasileiras no mercado de seguros de garantia estendida, com lucro líquido de R$ 22,6 milhões, um crescimento até setembro. Em 2014 a companhia faturou de R$ 361 milhões.

JMalucelli Seguradora renova portal para ter comunicação intuitiva

Logo Grupo Segurador JMalucelliO grupo segurador JMalucelli lança seu novo site incluindo o inicio de operações fora do Brasil, com a aquisição da empresa colombiana Cardinal Compañía de Seguros, entre outros projetos diferenciados em suas respectivas áreas. O novo site tem um design mais moderno para facilitar a vida dos corretores da empresa, em especial, proporcionar uma experiência de comunicação intuitiva.

“Uma área exclusiva é dedicada aos nossos corretores, com acesso a todos os sistemas da seguradora, podendo fazer cotações e buscar as informações que precisam com maior facilidade – colaborando para o fechamento de negócios de forma muito mais dinâmica e segura. O design responsivo ficou muito melhor para o acesso via tablets e celulares, permitindo inclusive emissões das apólices on-line”, comenta a diretora comercial Danieli Gugelmin em nota enviada à imprensa.