CNSeg lança 1º Concurso Cultural Minha Vida Mais Segura (#minhavidamaissegura)

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A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), com apoio da Superintendência de Seguros Privados (Susep), lança o 1º Concurso Cultural Minha Vida Mais Segura (#minhavidamaissegura) com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da proteção da sua vida, da sua família e do seu patrimônio. A iniciativa integra o rol de ações da Confederação alinhadas à Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF). Nesse sentido, o diretor Geral Executivo da CNseg, Marco Antonio da Silva Barros, destaca que a Educação em Seguros se faz tão importante que está entre as prioridades estabelecidas pelo Conselho Diretor da CNseg para o triênio iniciado este ano.

O Concurso (#minhavidamaissegura)

A temática do 1º Concurso Cultural Minha Vida Mais Segura (#minhavidamaissegura) visa estimular a reflexão, a pesquisa, o debate, a criatividade e o compartilhamento de experiências e informações sobre a cultura da prevenção e da segurança financeira. Para participar, os interessados podem optar pelo envio de vídeos com até dois minutos de duração, posts em forma de texto, fotografias ou ilustrações que contenham histórias reais ou ficcionais sobre a importância de um ou mais tipos de seguro na vida de uma pessoa ou de uma família.

O material aprovado será publicado na página da Susep no Facebook (https://www.facebook.com/susepoficial) e serão selecionados os cinco vídeos e os cinco posts mais curtidos e compartilhados. A ideia é que haja uma reflexão em torno da questão ‘Qual a importância do seguro na sua vida?’ e que o conteúdo tenha uma abordagem leve, descontraída, cômica e inovadora. Os vencedores serão conhecidos no dia 21 de novembro. O autor do melhor post será contemplado com um iPad wi-fi, 16GB e o do melhor vídeo, com uma câmera GoPro Hero 4 e um notebook com processador Intel Core i5. O regulamento completo do concurso pode ser consultado no portal da CNseg (http://www.cnseg.org.br/) ou na página da Susep no Facebook. O prazo para a participação é até o dia 30 de setembro.

Índice de Confiança do Setor de Seguros tem a maior alta em dois anos: 8,2% em maio

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O Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) – um dos principais termômetros do mercado – subiu 8,2% em maio, de acordo com pesquisa da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor). Esta é a quarta alta consecutiva do indicador, que chegou a 90,3 pontos, a média mais alta dos últimos dois anos. “Maio foi um mês de eventos marcantes no cenário político nacional, com a posse do presidente em exercício, Michel Temer, e uma mudança geral no quadro dos ministérios. Tudo isso influencia a percepção de futuro do empresariado e da população em geral. Então, é natural que esse quadro se reflita no ânimo do mercado de seguros, a exemplo do que ocorreu com outros indicadores de maio”, explica o presidente da Fenacor, Armando Vergilio. Um dos exemplos é o Índice de Confiança do Comércio (ICOM,) da Fundação Getúlio Vargas, que avançou 4,3 pontos, em maio.

A pesquisa da Fenacor também apura a expectativa das empresas em relação ao crescimento da economia, pelos próximos seis meses. Todos os três segmentos do setor (seguradoras, corretoras e resseguradoras) tiveram aumento, passando a ter percentual de destaque (acima de 50%): 67%, 71% e 67%, respectivamente. “Se for mantida essa tendência de alta nos próximos meses, acreditamos que o setor vai confirmar a expectativa de crescimento em 2016”, continua Armando.

O setor de seguros é responsável por 6% do Produto Interno Bruto (PIB). É uma indústria que emprega mais de 40 mil pessoas, abriga cerca de 95 mil corretores e reúne 112 companhias seguradoras em todo o país. Em 2015, movimentou R$ 92 bilhões em volume de prêmios, crescendo 12%, o que mostra sua força na economia nacional.

Os percentuais são calculados a partir de pesquisa realizada pela Fenacor com 100 grandes empresas do setor, que indicam percentuais de 0 a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento. Também foram apurados outros três indicadores: ICSS (de confiança do setor de seguros no Brasil), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).

A pesquisa também apura as expectativas para faturamento e rentabilidade as empresas. O destaque da pesquisa é das resseguradoras, com bons indicadores em todos os itens.

Ao todo, 91% das resseguradoras, 71% das corretoras e 51% das corretoras esperam um crescimento da economia pior ou muito pior nos próximos seis meses. Em relação a abril, houve aumento para resseguradoras (frente a 83% de abril) e 68% das corretoras. As seguradoras mantiveram percentual estável. Rentabilidade As resseguradoras estão otimistas em relação à rentabilidade do setor pelos próximos seis meses: 75%. Entre as demais empresas, as seguradoras esperam melhora de 65% e as corretoras, de 71%. Estas últimos tiveram aumento de 9 e 15 pontos percentuais, respectivamente.

PMR Seguros se associa a It’sSeg

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A It’sSeg, corretora e administradora de benefícios, anuncia hoje a associação com a PMR Seguros. Com a união, a empresa amplia seu portifolio de benefícios corporativos e ingressa no segmento de ramos elementares com gerenciamento de riscos e soluções de seguros para riscos empresarias, engenharia, responsabilidade civil, transportes, automóvel, dentre outros.

“Fortalecemos assim a nossa operação e aumentamos os bons resultados na gestão de riscos. A PMR Seguros sempre teve uma forte expertise nos segmentos de benefícios e de ramos elementares, com prêmios anuais próximos de 100 milhões de reais. Já era algo que buscávamos há muito tempo. A It’sSeg espera continuar crescendo organicamente e manterá no radar a possibilidade de novas associações”, explica Thomaz Menezes, presidente e acionista da It’sSeg. Com a integração da PMR, a It’sSeg passa a contar com quase 400 colaboradores e mais de R$1.2 bi em prêmios.

“Para nós é muito satisfatório anunciar a associação da PMR à nossa empresa em um momento tão desafiador da economia brasileira. Estamos crescendo e investindo para termos uma empresa cada vez melhor para nossos clientes e parceiros”, complementa Thomaz Menezes.

Para Fernando Martinez, sócio fundador da PMR, “a oportunidade de se associar à It’sSeg nos possibilita continuar crescendo e investindo ainda mais nas melhores práticas de gerenciamento de riscos de gestão de benefícios”.

A It’sSeg, empresa criada em 2014 e que conta com investimentos do fundo britânico de private equity Actis já fez a aquisição de outras quatro empresas tradicionais no mercado brasileiro: Torres, Grupo Raduan, Barela Seguros e Você Clube. O objetivo da associação é aproveitar as oportunidades no segmento seguros e consultoria de benefícios, que apresenta receita anual de aproximadamente 370 bilhões de reais com cresciemento anual superior a 10%.

Roberto Setubal confirma participação no Ciab FEBRABAN, principal evento do setor financeiro

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Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco e um dos principais executivos do setor financeiro do País, tem presença confirmada na 26ª edição do Ciab FEBRABAN (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras).

O principal evento de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina será realizado entre 21 e 23 de junho, no Transamérica Expo, em São Paulo.

Roberto fará uma apresentação durante a abertura do Congresso, no final da manhã do dia 21 de junho, quando falará sobre a cultura digital e como a sociedade tem se transformado. Murilo Portugal, presidente da FEBRABAN, será moderador no debate com o público.

Esta será sua segunda participação no Ciab FEBRABAN: em 2012, o executivo falou para uma plateia de 500 pessoas sobre os desafios tecnológicos a serem enfrentados pelo setor e sobre economia. Neste ano, o evento, que tem como tema principal ‘Cultura Digital transformando a sociedade’, receberá mais de 100 expositores e 210 painelistas, que apresentarão as mais importantes tecnologias e inovações do setor para mais de 20 mil visitantes.

Fundación Mapfre lança 4ª edição do Concurso Internacional de Contos

reuniaoRealizado há três anos pela instituição em parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI), a iniciativa traz algumas novidades: além do novo tema, “Eduque seu Mundo”, o concurso está sendo realizado pela primeira vez de forma simultânea na Espanha e América Latina, totalizando 19 países, entre eles Brasil, Argentina, Chile e Espanha.

Criado para incentivar jovens e crianças com idades entre 6 e 18 anos a refletir sobre o futuro e a importância da educação para alcançá-los, o concurso é direcionado para alunos dos ensinos Fundamental e Médio de escolas públicas ou privadas, de organizações não-governamentais e demais espaços educativos.

As inscrições devem ser feitas pelo site https://concursodecuentos.fundacionmapfre.org/ e efetivadas por um adulto responsável (pai, mãe, educador, professor etc.).

Em seus textos, os participantes precisam imaginar um mundo melhor, contado a partir de histórias sobre prevenção de acidentes e segurança viária; solidariedade, inclusão social e educação; arte como forma de conhecimento; cultura de seguros e a adoção de hábitos de vida saudáveis.

O Concurso contempla mais de uma centena de prêmios entre laptops, tablets, câmeras digitais, bicicletas e materiais educativos, premiando não somente os alunos, mas também as escolas e seus professores, educadores, pais e/ou responsáveis.

A seleção dos vencedores será dividida em duas fases: inscrição e votação pública e júri selecionado. Na primeira fase, que vai até 15 de novembro, a seleção dos contos acontece mediante a votação popular pela internet. Por isso, quanto antes o conto for inscrito, mais tempo o participante tem para angariar votos.

Isso porque na segunda etapa os 20 contos mais votados de cada país, sendo 10 contos do Ensino Fundamental e 10 contos do Ensino Médio, serão selecionados por um júri escolhido pela Fundación Mapfre, que avaliará os textos finalistas, elegendo um ganhador em cada categoria: Ensino Fundamental e Ensino Médio. O anúncio dos vencedores acontecerá em dezembro.

Marsh lança estudo sobre cativas depois de entrevistar mais de 1,1 mil no mundo

A Marsh, líder em corretagem de seguros e gestão de riscos e uma subsidiária integral da Marsh & McLennan Companies, Inc, acaba de publicar o relatório Captive Benchmarking Report 2016, que examina o cada vez mais complexo cenário de risco global e o papel que as seguradoras cativas podem desempenhar em resposta a seus desafios singulares.

O relatório reúne informações das 1.139 cativas geridas pela Marsh no mundo todo e constatou que o número de subscrições de riscos não tradicionais por cativas a suas respectivas empresas aumentou consideravelmente em 2015, sugerindo uma tendência crescente entre organizações que procuram abordar os riscos em rápido desenvolvimento através do uso de uma seguradora cativa. Por exemplo, o número de cativas geridas pela Marsh que estão subscrevendo riscos para a cadeia de suprimentos cresceu 133% em 2015, enquanto o avanço nos riscos de responsabilidade cibernética foi 30%; A subscrição dos riscos políticos cresceu 27%; e o número de acesso ao seguro de riscos a atos terroristas aumentou em 17%.

“Alguns dos riscos de hoje, incluindo o cibernético, risco político e terrorismo, estão evoluindo tão rápido que o mercado de seguros luta para chegar a soluções adequadas para resolvê-los”, disse Chris Lay, Presidente da Marsh Captive Solutions. “As cativas oferecem uma solução única para as organizações que estão lutando para encontrar soluções de seguros adequados e são uma ferramenta ágil, que pode responder rapidamente a casos de perdas catastróficas”, disse ele.

As demais conclusões do relatório, Marsh Captive Solutions: Creating Security in an Uncertain World, incluem:

O número de proprietários, que utilizam cativas para gestão de benefícios para os trabalhadores de multinacionais, aumentou 143% em 2015, representando um crescimento mais expressivo que o dos riscos não tradicionais apresentados pelas cativas geridas pela Marsh.

A América Latina é o mercado que apresenta o mais rápido crescimento para cativas. Nos últimos três anos, a Marsh trabalhou ativamente em 42 oportunidades com cativas e entregou 20 projetos de consultoria para organizações na região.

Apenas 48% das cativas geridas pela Marsh nos Estados Unidos qualificam-se como companhias de seguros, no que diz respeito à tributação e recolhimento de imposto de renda federal, fornecendo mais evidências de que cativas são formadas por múltiplas razões de gestão de risco.

A Marsh nota um maior interesse em cativas e espera que este crescimento também se estenda para os setores de construção, energia, imobiliário, educação e esportes / entretenimento / eventos indústrias.

Mais sobre o estudo pode ser obtido no link após um rápido cadastramento https://www.marsh.com/us/insights/research/captive-benchmarking-report-2016.html

Tokio Marine cria diretoria de precificação para sustentar crescimento com rentabilidade

A Tokio Marine anuncia a criação da diretoria de precificação e riscos diversos massificados. A área está sob o comando de Arnaldo Bechara Filho, profissional com 13 anos de experiência no mercado de seguros e há 5 anos na Tokio Marine. Com a missão de manter o acelerado ritmo de crescimento da empresa e a rentabilidade dos produtos, o executivo, que reporta ao Diretor Executivo de Produtos Massificados, Marcelo Goldman, vai trabalhar no aperfeiçoamento contínuo dos processos entre as áreas, estimulando as equipes a conhecer e divulgar ainda mais todo o portfólio da companhia.

“Sou atuário de formação e ser responsável por uma área de produtos é um grande desafio na minha carreira. Acredito que haverá uma grande sinergia entre as três divisões da Diretoria de Massificados: Automóvel, RD Massificados e Vida. Minha missão é aprimorar os processos existentes e implementar melhorias para aumentar a integração entre as áreas”, afirma Bechara em comunicado distribuído à imprensa.

Segundo o executivo, o principal foco é atingir as metas definidas pelo Plano Avançar. “O desafio da Tokio Marine é muito grande e os produtos de Riscos Diversos Massificados e Automóvel têm papel fundamental para atingirmos estes objetivos. Nos últimos quatro anos, a seguradora foi a que mais cresceu nas carteiras de Auto e Condomínio, mantendo ótima rentabilidade dos produtos nesse período. Queremos manter essa receita de sucesso para os próximos anos”, diz.

Como diretor da carteira de RD Massificados, Bechara tem como uma das principais metas sensibilizar a população que ainda não possui Seguro Residencial. Outro projeto é alavancar cada vez mais as vendas da Tokio Marine através do Canal Afinidades, no qual a seguradora disponibiliza produtos como Residencial, Garantia Estendida, Equipamentos, Perda e Roubo de Cartões, Acidentes Pessoais e Prestamista. Com a criação da diretoria, os departamentos de Precificação e RD Massificados passaram a centralizar também todas as demandas de cotações vindas do canal Afinidades, incluindo a carteira de Pessoas.

Na área de Precificação, a Tokio Marine planeja avançar e aumentar a participação dos produtos no mercado, manter as margens definidas pelos seus acionistas e oferecer um preço adequado e competitivo aos Parceiros de Negócios e Clientes. “Independentemente do produto, queremos oferecer aos nossos Corretores, Assessorias e Segurados um valor justo e competitivo no mercado. Sabemos da importância que o preço tem para explorar a parcela do mercado que ainda não faz seguro. Queremos atingir essa população”, conclui Arnaldo Bechara.

Sérgio Bermudes afirma que Bradesco pode processar União por vazamento de informações de indiciamento

A coluna de Lauro Jardim, no O Globo, afirma que o Bradesco pode entrar com uma inédita ação contra a União a propósito do indiciamento ocorrido ontem de Luis Carlos Trabuco, presidente do Bradesco. Advogado do Bradesco em dezenas de causas, Sergio Bermudes considera o “vazamento”, via PF, de um inquérito envolvendo Trabuco, “um ilícito administrativo pelo qual respondem a União e, em ação regressiva, os agentes responsáveis pela divulgação”.Diz Bermudes: O Bradesco e Trabuco têm legitimidade e interesse jurídico para propor uma ação declaratória do seu direito de exigir da União indenização pelos danos morais e materiais causados pela divulgação ilegal, precipitada e irresponsável de uma inverdade que deveria ser mantida sob sigilo. Ontem, o banco perdeu R$ 6 bilhões em seu valor de mercado na Bovespa.

Nova lei de crédito à exportação amplia o leque de agentes e compartilhar o risco com essas outras instituições

Fonte: Agencia Senado

Foi publicada nesta quarta-feira (1º) a Lei 13.292/2015, que facilita a concessão de seguro de crédito à exportação de produtos agrícolas sujeitos a cotas de importação em outros países. A lei tem origem na Medida Provisória (MPV) 701/2015, transformada no Projeto de Lei de Conversão (PLV) 7/2016, aprovado no Senado em maio.

A nova lei permite o uso de recursos do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) para a concessão de seguro de crédito nas exportações de produtos agrícolas que sofrem restrições comerciais fora do Brasil. De acordo com o Ministério da Fazenda, o FGE tem cobertura de US$ 28 bilhões e margem para aprovar outros US$ 7 bilhões. O preço do prêmio do seguro é calculado sobre o valor do principal financiado da operação, considerando variáveis como o país do devedor, tipo, natureza do risco, prazo total do financiamento e capacidade financeira do devedor.

Ampliação

A lei autoriza seguradoras e organismos internacionais, como a Agência Multilateral de Garantia do Investimento (AMGI), a oferecerem o seguro. O objetivo é ampliar o leque de agentes e compartilhar o risco com essas outras instituições, contribuindo para a abertura de mercados. Durante a análise pelo Congresso, os parlamentares acrescentaram à lista as resseguradoras e os fundos de investimento que financiarem a produção de bens destinados à exportação, além de assegurar tratamento diferenciado a micro e pequenas empresas.

Outro caso de garantia de riscos incluído pelo relator do texto que deu origem à lei é para as exportações estrangeiras de bens e serviços, desde que associadas a exportações brasileiras ou que contenham componentes produzidos ou serviços prestados por empresas brasileiras. Para isso, deverá haver o compartilhamento de risco com agências de crédito à exportação estrangeiras, seguradoras, resseguradoras, bancos e organismos internacionais.

Também no Congresso, o texto foi alterado para possibilitar o uso do seguro de crédito no caso de produtos nacionais que não saírem do território brasileiro. Para isso, a venda, efetivada em moeda nacional ou estrangeira, deve ser realizada para empresa com sede no exterior ligada a atividades de pesquisa ou lavra de jazidas de petróleo e de gás natural no país.

Nessa situação e nas exportações estrangeiras associadas às nacionais, o texto aprovado prevê o compartilhamento de risco entre a União e agências de crédito à exportação e outras instituições estrangeiras. O compartilhamento cobre riscos comerciais, políticos e extraordinários no âmbito de uma mesma operação de crédito à exportação, independentemente do país de origem.

A União poderá conceder garantia às exportações brasileiras e às operações de crédito à exportação compostas por exportações nacionais e estrangeiras. Nesse último caso, deverá ser na proporção das exportações estrangeiras com cobertura da União.

Vetos

Foi vetado o trecho que permitia à União oferecer garantia, com recursos do FGE, nas operações de seguro de investimento no exterior contra riscos políticos e extraordinários. O seguro de investimento ocorre para prover indenizações a empresas brasileiras que tenham decidido investir em outros países nos quais o empreendimento não pôde continuar devido a problemas políticos ou extraordinários. O veto ocorreu depois de ouvido o Ministério da Fazenda. De acordo com as razões, a cobertura dos investimentos no exterior elevaria muito o risco potencial do FGE, podendo gerar grande impacto fiscal à União.

Também foi vetado o trecho segundo o qual a União irá integralizar sua cota no fundo por meio de imóveis ou direitos sobre imóveis. Isso porque, segundo a justificativa, o dispositivo apresenta inconstitucionalidade formal, por ser impertinente ao tema da lei.

Finalmente, os Ministérios do Planejamento e da Fazenda recomendaram veto ao trecho que previa pagamento em moeda estrangeira para contratos de financiamento ou de prestação de garantias de exportação, para a Cédula de Produto Rural e alguns certificados de seguro agropecuário. A alegação apresentada é que a possibilidade de emissão em moeda estrangeira desses títulos de crédito poderia elevar o risco cambial. Tal problema seria solucionado por outra medida provisória (MPV 725/2016), que permite a emissão dos títulos com correção cambial.

Michel Temer assina lei que flexibiliza a compra de seguro rural

Presidente da República

Poder Legislativo

Lei nº 13.195, de 25 de novembro de 2015

Altera a Lei no 12.712, de 30 de agosto de 2012, para estabelecer que a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias S.A. – ABGF ficará encarregada da gestão do Fundo de Estabilidade do Seguro Rural – FESR até a completa liquidação das obrigações deste Fundo, as Leis nos 4.829, de 5 de novembro de 1965, e 10.823,de 19 de dezembro de 2003, e o Decreto-Lei no 73, de 21 de novembro de 1966.

O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu promulgo, nos termos do parágrafo 5o do art. 66 da Constituição Federal, as seguintes partes vetadas da Lei no 13.195, de 25 de novembro de 2015:

“Art. 4o ………………………………………………………………………..

‘Art. 25. ……………………………………………………………………….

§ 1o A instituição financeira que exigir a contratação de apólice de seguro rural como garantia para a concessão de crédito rural fica obrigada a oferecer ao financiado a escolha entre, no mínimo, duas apólices de diferentes seguradoras, sendo que pelo menos uma delas não poderá ser de empresa controlada, coligada ou pertencente ao mesmo conglomerado econômico-financeiro da credora.

§ 2o Caso o mutuário não deseje contratar uma das apólices oferecidas pela instituição financeira, esta ficará obrigada a aceitar apólice que o mutuário tenha contratado com outra seguradora habilitada a operar com o seguro rural.

§ 3o A instituição financeira deverá fazer constar dos contratos de financiamento ou das cédulas de crédito, ainda que na forma de anexo, comprovação de que foi oferecida ao mutuário mais de uma opção de apólice de seguradoras diferentes e que houve expressa adesão do mutuário a uma das apólices oferecidas ou, se for o caso, que ele optou por apólice contratada com outra seguradora, na forma estatuída nos §§ 1o e 2o deste artigo.

‘……………………………………………………………………………………………

“Art. 5o …………………………………………………………………………

‘Art. 1o ………………………………………………………………………….

…………………………………………………………………………………………….

§ 5o As formas de concessão da subvenção econômica de que trata este artigo deverão preservar o direito de livre escolha dos produtores rurais pelas apólices, natureza dos riscos cobertos e seguradoras de seu interesse.

§ 6o O poder público não poderá exigir a contratação de seguro rural como condição para acesso ao crédito de custeio agropecuário.’ (NR)

‘Art. 2o ………………………………………………………………………….

Parágrafo único. Poderá ser exigido do produtor rural, como condição para acessar a subvenção econômica de que trata esta Lei, o fornecimento de dados históricos individualizados dos ciclos produtivos antecedentes em relação à atividade agropecuária a ser segurada.’ (NR)

‘Art. 3o …………………………………………………………………………

……………………………………………………………………………………………

§ 2o O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento organizará e disponibilizará na rede mundial de computadores um banco de dados com as informações das operações subvencionadas, objetivando fornecer dados estatísticos que facilitem os cálculos atuariais e a precificação do seguro rural.

…………………………………………………………………………………'”. (NR)

Brasília, 1º de junho de 2016; 195o da Independência e 128º da República.

MICHEL TEMER