CNseg lança Portal das Estatísticas para empresas associadas

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Por decisão do Conselho Diretor da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o Portal das Estatísticas, lançado em 21 de dezembro de 2015, passou a fazer parte do grupo prioritário de projetos da Confederação. O site, que havia sido aberto para fase de testes em setembro daquele ano, abrigava apenas o Relatório Interativo. Agora, o portal conta também com o Caderno de Estatísticas e as Projeções de Arrecadação do Mercado Segurador.

O Relatório Interativo é uma ferramenta digital que permite à empresa visualizar seus dados e fazer comparações com o mercado em quatro tipos de periodicidade, sendo: anual, anual móvel, trimestral e mensal. Desde 2013, estes relatórios são enviados mensalmente para todas as empresas associadas às Federações.

Já o Caderno de Estatísticas é uma compilação dos dados do setor em forma de, até o momento, 500 gráficos divididos por seções. A segmentação considera a visão geral do mercado segurador, os ramos elementares, a cobertura de pessoas, a capitalização, a saúde suplementar, o mercado segurador por região geográfica, e um anexo sobre as Entidades Fechadas de Previdência Complementar.

Por fim, as Projeções de Arrecadação do Mercado Segurador, desenvolvidas trimestralmente, têm o objetivo de prever a evolução dos segmentos e de agrupamentos de ramos do mercado segurador para o ano corrente e o seguinte. Para isso, a metodologia usada se baseia nas séries históricas de prêmio direto e contempla análises de cenários macroeconômicos; o auxílio das Federações, por seu conhecimento específico de cada agrupamento de ramo; e as variáveis exógenas, ou seja, valores que influenciam o componente principal do estudo que, neste caso, é a arrecadação do mercado segurador.

Como explica o vice-presidente executivo da CNseg, Luiz Tavares Pereira Filho, com base nessa diretriz, o ambiente digital permite, a cada empresa associada, por meio de senhas específicas, ter conhecimento da sua posição em relação às demais empresas do setor; conhecer as projeções para o mercado; e ter acesso a um vasto conjunto de estatísticas do mercado, reunido em um caderno. “Esses projetos, aliados ao de cessão de dados de gestão, significam grande avanço no sentido de atender àquela deliberação do Conselho Diretor”, complementa Luiz Tavares.

O Portal das Estatísticas da CNseg será de acesso restrito às empresas associadas às Federações. Qualquer funcionário destas empresas pode solicitar acesso. É preciso enviar um e-mail para nucleo@cnseg.org.br manifestando interesse para saber quais dados são necessários para realizar o cadastro.

Mitsui e HDI anunciam novas contratações

O vai e vem de executivos segue firme neste início de ano nas seguradoras.

flavio zoppelloMitsui Sumitomo Seguros – A seguradora japonesa anuncia a contratação do profissional Flávio Zoppello como diretor comercial da região Sul, capital Paulista e todo o interior do estado. O profissional será responsável pela gestão de toda equipe comercial, além do atendimento aos corretores, assessorias e canais de distribuição dessas regiões. Terá como principal desafio aumentar a participação da companhia nos segmentos de riscos Corporativos, onde o Grupo Mitsui Sumitomo Insurance possui uma enorme expertise e participação global no segmento, além de promover um crescimento sustentável e rentável em toda a região. “Além da capital, as regiões sob minha responsabilidade apresentam um excelente potencial de crescimento e estamos estruturados para desenvolver novos negócios com nossos parceiros”, ressalta Flávio. Formado em Sistemas da Informação e pós-graduado em Administração em Marketing, Flávio atua no mercado de seguros há mais de 20 anos e já passou por empresas como Itaú Seguros, RSA Seguros e Allianz, onde esteve nos últimos quatro anos e foi responsável pela carteira de Grandes Riscos da Filial Corporate SP.

HDI – A partir deste mês, a operação da HDI Seguros no Rio Grande do Sul passa a ter novo comando. Assume como Diretor Regional o executivo Rubens Oliboni, que possui sólida experiência no ramo de seguros, com formação em ciências contábeis e especialização em gestão de pessoas. Há 11 anos na HDI, Oliboni participou de importantes projetos de expansão da companhia e agora estará à frente das seis filiais e quatro escritórios comerciais da seguradora no estado gaúcho. Ele assume função antes exercida por Júlio Cesar Rosa, que atuou da companhia por 13 anos e parte para nova fase profissional e pessoal. “Espero dar continuidade ao ótimo trabalho realizado pela gestão anterior e colaborar de forma significativa para ampliar ainda mais nossas conquistas no estado”, afirma Rubens Oliboni, em comunicado divulgado à imprensa.

Seguro popular: Susep encerra consulta dia 18

Fonte: CNseg

Ainda dá tempo de participar. A consulta pública que trata da futura regulamentação do seguro popular de automóvel será encerrada na próxima semana. O prazo finda no próximo dia 18, e as propostas e sugestões do mercado serão avaliadas na sequência pela Susep para incorporá-las ou não à minuta de resolução que trata da matéria. Esta legislação é considerada vital para que haja um substancial aumento da frota segurada.

O normativo engloba regras e critérios para operação do seguro popular com a permissão de utilização de peças usadas oriundas de empresas de desmontagem, conforme lei específica, para a recuperação de veículos sinistrados com cobertura securitária, e dá outras providências.

Os interessados poderão encaminhar seus comentários e sugestões, por meio de mensagem eletrônica dirigida aos endereços cgpro.rj@susep.gov.br ou coseb.rj@susep.gov.br, devendo ser utilizado quadro padronizado específico.

21º Encontro de Líderes do Mercado Segurador acontece na Bahia, entre 25 e 28/2

Fonte: CNseg

Os principais executivos do mercado segurador brasileiro têm um encontro marcado entre os dias 25 e 28 de fevereiro, no Tivoli Ecoresort, Bahia, no 21º Encontro de Líderes do Mercado Segurador.
Durante o evento, ocorrerá a posse dos novos presidentes das Federações associadas à CNseg, eleitos em 17 de dezembro para os mandatos de 2016 a 2019. São eles: João Francisco Silveira Borges da Costa, para a FenSeg; Edson Luís Franco, para a FenaPrevi; Solange Beatriz Palheiro Mendes, para a FenaSaúde, e Marco Antonio da Silva Barros, para a FenaCap.

Ranking das maiores seguradoras “não vida” da Europa em 2014

Captura de Tela 2016-01-12 às 09.57.43A Allianz manteve o posto de maior seguradora da Europa em seguros gerais, segundo o ranking recém divulgado da Fundación Mapfre, que traz dados de 2014, com faturamento de 48 bilhões de euros. Entre as dez maiores seguradoras da Europa temos três alemãs, duas inglesas, duas francesas, uma espanhola, uma italiana e uma suíça.

Segundo o estudo, os prêmios Não Vida do seguro mundial registraram um crescimento de 2,9% em 2014, taxa ligeiramente superior à do exercício anterior, graças ao maior vigor dos mercados avançados. O crescimento dos mercados emergentes continua sendo significativo, embora menor que em anos anteriores. As condições de mercado continuam sendo de forte concorrência, o que, somado às baixas taxas de juros, aos movimentos de taxa cambial e às modestas taxas de crescimento econômico, não tem favorecido a materialização de um crescimento maior.

Foi neste contexto que atuaram os 10 grandes grupos seguradores europeus de Não Vida em 2014, com desigual comportamento no que se refere ao faturamento, alcançando conjuntamente um volume de prêmios de 205,537 bilhões de euros, que representa um aumento de 1,5% em relação a 2013. Sete grupos cresceram em relação ao exercício anterior e três mostraram decréscimos nos prêmios.

A Allianz continua encabeçando o ranking, seguida do Axa, Zurich e Generali, que mantêm a mesma posição que no ano anterior. A mudança introduzida nesta edição do ranking, ou seja, a não-inclusão do Achmea, fez com que os demais grupos avançassem uma posição. Assim, a MAPFRE sobe para a quinta posição, seguido do Talanx, Ergo e Aviva. O francês Covéa entra para a classificação em nono lugar e a queda de prêmios do RSA posiciona este grupo em décimo lugar.

A soma do resultado Não Vida de oito dos dez grupos que compõem o ranking cresceu 6,6%, graças ao extraordinário crescimento de seis dos grupos, o que compensou a queda das seguradoras com maiores resultados, Allianz e Axa. O resultado técnico, medido por meio do índice combinado, melhorou em sete dos grupos, permaneceu invariável na Allianz e piorou no caso do Axa e Talanx.

O estudo completo pode ser acessado em http://gerenciaderiesgosyseguros.com/122/pt-pt/relatorio-fundacion-mapfre/

IRB destina mais de R$ 2 milhões para fortalecer projetos sociais

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Líder em resseguros no Brasil, o IRB Brasil RE quer também deixar seu legado no campo social. No início de 2016, a empresa anuncia seu apoio a seis grandes projetos, totalizando cerca de R$ 2,2 milhões, destinados a fortalecer ações com foco nas áreas de saúde e bem-estar de crianças e idosos, prioritariamente em suas regiões de atuação. Os aportes relativos ao ano fiscal de 2015 via leis de incentivo foram destinados ao Hospital do GRAACC (SP), Lar Divino Amigo (SP), Hospital Pequeno Príncipe (PR), Instituto Olga Koss (SP), Hospital CTFM/GACC (SP) e Hospital de Câncer de Barretos (SP).

Foram 52 instituições analisadas sob critérios que privilegiaram a real necessidade de cada projeto, a credibilidade da governança dos proponentes e seus resultados. Além disso, a seleção buscou aderência aos objetivos do IRB de cada vez mais incorporar práticas sustentáveis, não apenas relativas ao campo da responsabilidade social, mas já considerando uma visão mais ampla e contemporânea de sustentabilidade.

Perenizar o negócio, otimizar recursos, promover o bem-estar de grupos e indivíduos dentro e fora da companhia, tudo isso compreende uma atuação sustentável. Projetos sociais são apenas uma parte de um trabalho maior. E para fazer frente a isso, o IRB mantém um núcleo que cuida exclusivamente de patrocínios incentivados e, recentemente, estruturou um de sustentabilidade, com profissionais experientes para acompanhar de perto os investimentos nos âmbitos esportivo, cultural e social.

O IRB está de olho em novos patrocínios sociais, com a premissa de aproveitar da melhor forma o percentual passível de renúncia fiscal, maximizando a possibilidade de viabilizar projetos com viés sustentável. Em paralelo a este movimento, os colaboradores também estão sendo motivados a fazer a sua parte e, em breve, serão convidados a participar de um programa de voluntariado.

BTG Pactual está em negociações para vender controle da Pan Seguros, informa Reuters

Fonte: Reuters

LONDRES/SÃO PAULO – O BTG Pactual está em negociações para vender sua participação majoritária na seguradora brasileira Pan Seguros, com Axa e MetLife entre as concorrentes, disseram três fontes familiarizadas com o assunto.

O BTG Pactual tem pressa em vender ativos para levantar recursos e reforçar a confiança dos investidores após a prisão do seu fundador André Esteves, em novembro. Outros candidatos pelo negócio incluem Zurich e Generali, bem como a Liberty Mutual e algumas grandes seguradoras japonesas, disseram duas das fontes. A seguradora francesa CNP Assurances também está na disputa pela Pan Seguradora, que opera nos ramos de vida e seguro residencial, uma terceira fonte disse à Reuters.

As fontes disseram que as conversações sobre a venda de 51% de participação do BTG Pactual na Pan Seguros estavam em estágio avançado. “Os concorrentes estão fazendo fila por causa da falta de alvos disponíveis na América Latina”, disse uma das fontes.

O BTG Pactual não fez nenhum comentário imediato. Porta-vozes na Axa, MetLife, Zurique, CNP Assurances e Generali se recusaram a comentar o assunto, enquanto Liberty Mutual não estava imediatamente disponível para se manifestar.

O BTG Pactual assumiu o controle da Pan Seguros no ano passado. A Caixapar, o braço de investimentos da Caixa Econômica Federal, tem os 49% restantes e deve manter esta fatia, disse uma das fontes.

O BTG Pactual quer fechar a venda de sua participação na Pan Seguros até o fim do primeiro trimestre e pediu aos interessados que enviem ofertas vinculantes em fevereiro, disseram as fontes.

Os lances de primeira rodada em dezembro avaliaram o negócio como valendo entre 1 bilhão e 1,3 bilhão de reais, disseram. Axa e MetLife apresentou as maiores ofertas na rodada inicial, disse uma das fontes disse.

A Axa já disse publicamente que quer aumentar sua exposição aos mercados emergentes.

O BTG Pactual vendeu carteiras de empréstimos, uma fatia na maior rede hospitalar do país, Rede D’Or São Luiz, e obteve uma linha emergencial de 6 bilhões de reais do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para tentar acalmar temores de uma crise de liquidez.

Os sócios que substituíram Esteves no comando do BTG Pactual também estão mantendo negociações para vender o banco suíço BSI, que havia comprado da Generali menos de um ano antes.

Mario Greco, hoje CEO da Generali, pode voltar para a Zurich

mario grecoO grupo Zurich deverá nomear Mario Greco, CEO da rival italiana Assicurazioni Generali SpA, como diretor executivo, informou o jornal suíço SonntagsZeitung. Enquanto Greco, um veterano da indústria de seguro, ainda não tenha sido formalmente escolhido e sua nomeação ainda precise de aprovação do conselho da Zurich, ele é o único nome na lista final, segundo o jornal SonntagsZeitung. A seguradora suíça fará a nomeação, o mais tardar, durante a sua conferência anual que será realizada no dia 11 de fevereiro. O CEO do grupo Zurich, Martin Senn, deixou o cargo em dezembro em meio a uma reformulação de gestão de negócios após a queda de lucro global da unidade de seguros, informou a Bloomberg. O grupo suíço desistiu de comprar a RSA e anunciou cortes de empregos e planos para sair de alguns negócios na unidade de seguros não-vida, que registrou um prejuízo operacional de US$ 183 milhões no terceiro trimestre. Sylvia Gaeumann, porta-voz da Zurich, se recusou a comentar, dizendo que a empresa não discute rumores de mercado ou especulações. Antes de se tornar CEO da Generali, Greco era o responsável pela área de seguros gerais da Zurich entre 2010-2012 e foi CEO da unidade de vida entre 2008 e 2010. As ações da Zurick subiram 2,9% com a notícia.

Mercado segurador acumula lucro de R$ 11,3 bi de jan a nov de 2015

castiglioneO mercado segurador registrou lucro líquido não consolidado de R$ 17,4 bilhões de janeiro a novembro de 2015, 10,5% acima dos R$ 15,7 bilhões do mesmo período de 2014. Excluindo o Resultado de Coligadas e Controladas o Lucro Operacional já descontado os tributos, o lucro obtido fica em R$ 11,3 bilhões nos onze primeiros meses de 2015, 18,6% acima dos R$ 9,5 bilhões de 2014, de acordo com o estudo do consultor Luiz Roberto Castiglione, que tem como base os dados estatísticos publicados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A taxa média de retorno do Patrimônio Líquido foi equivalente a uma aplicação financeira com remuneração anual de 25,58% contra 21,95% de 2014. O índice combinado, que mede a eficiência operacional das operações de seguros gerais, foi 89,63%. A Margem de Seguros foi equivalente 24% dos prêmios ganhos contra 22,5% de 2014. Já a Margem de Previdência Tradicional + VGBL + PGBL representou 6,8% das Rendas e Contribuições contra 8,9% do ano passado. O conjunto obteve uma margem global equivalente 30,7% dos Prêmios e Contribuições Ganhas contra 30,5% de 2014 (bem próximas).

O faturamento de Seguros, Previdência e Capitalização somou R$ 190,9 bilhões contra R$ 174,4 bilhões do ano passado, um crescimento nominal de 9,51% e real (-) 0,87%. Excluindo o produto financeiro VGBL / PGBL temos um volume de vendas da ordem de R$ 109,0 bilhões contra R$ 105,6 bilhões de 2014, um crescimento nominal de 3,25% e real de (-) 6,54 %. O segmento de seguros apresentou um crescimento nominal de 4,77% e real de (-) 5,17%. Já o de previdência tradicional uma redução nominal de 2,7% e capitalização com uma queda nominal de 2,0%. Ficam claros os efeitos da recessão da Economia. O VGBL/PGBL está contribuindo para que a manutenção das vendas globais, contudo já se encontra inferior a inflação média do período.

Segundo o consultor, esses desempenhos decorrem dos seguintes pontos:

a) O volume de produção considerando o VGBL somou R$ 160,9 bilhões contra R$ 144,4 bilhões de 2014 um crescimento de 11,4%. Excluindo esse produto o total de vendas em seguros passa a ser de R$ 86,1 bilhões contra R$ 82,1 bilhões do ano passado, um incremento de 4,8% (inferior à inflação média do período – 12 meses – IPCA = 10,48%). Veremos mais adiante que os principais segmentos estão com dificuldades de crescimento em função da grave crise econômica – fiscal que o País atravessa. No que tange ao VGBL temos um crescimento atípico devido às transferências de aplicações financeiras menos rentáveis (poupança) para o VGBL;

b) No segmento de seguros vale destacar que mercado apurou uma sinistralidade de 47,3 % dos prêmios ganhos em 2015 contra 49,1% do ano passado. Como se observa as taxas já se encontra bem próximas se comparamos com os históricos anteriores. Cabe lembrar que com a queda na atividade econômica a precificação se tornará mais acurada além, obviamente, do repasse da inflação. Provavelmente teremos agravamentos localizados;

c) As despesas de comercialização apresentaram ligeira elevação, fruto, provavelmente, do acirramento da concorrência por vendas. Já as Outras R/D. Operacionais apresentam comportamentos bem parecidos com 2014. Com isso a Margem de Seguros representou 24,0% dos prêmios ganhos em 2015 contra 22,5% do ano passado;

d) Já o segmento de Previdência e VGBL apresentou um maior impacto de provisões técnicas em função do crescimento do VGBL. Com isso sua margem ao final representou 6,8% das Rendas e Contribuições contra 8,9% de 2014. Com a perda do poder aquisitivo e as transferências de aplicações menos rentáveis a tendência é de crescimento menos acentuado;

e) Com Custos Administrativos ligeiramente acima do ano passado o Mercado gerou uma Combined Ratio de 89,63% dos prêmios e contribuições ganhas contra 88,74% do no anterior. Com o crescimento da taxa básica de juros o Resultado Financeiro apresentou um crescimento de 30,9% fazendo com que a Rentabilidade Operacional passasse de 23,2% dos prêmios e contribuições ganhas para 24,9% em 2015.
De certo já estamos num ambiente de concorrência acirrada onde um rígido controle na precificação, regulação e custos serão determinantes.

AIG comemora resultado do programa +Esporte +Valores

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Em seu primeiro ano de atividades, o Programa +Esporte +Valores, patrocinado pela Seguradora AIG e conduzido pelo Instituto ALMA Rugby em parceria com a Escola da Comunidade – mantida pela Fundação Visconde de Porto Seguro, promoveu o engajamento social na vida de jovens de até 18 anos por meio da prática do rúgbi, disseminando o conhecimento do esporte e de seus valores.

O desafio de inserir a modalidade na rotina de jovens brasileiros parecia algo distante há alguns meses. Hoje, a ação comemora o sucesso de seus primeiros passos. O rúgbi em si pode ser considerado apenas mais um esporte, mas os valores que carrega podem transformar a vida de muitos. “Nosso sonho é crescer e 2015 representou o primeiro passo, firme e muito bem dado, graças ao apoio e à colaboração das instituições que acreditaram na causa”, comemora Giuliano Passini, idealizador do projeto e fundador do Instituto ALMA Rugby.

Kym Souza, 17, aluna do projeto, acredita que a experiência do rúgbi trouxe não apenas conhecimento técnico, mas o sentimento de igualdade e colaboração. “Depois que comecei a praticar, percebi que o rúgbi não é um esporte bruto. É algo seguro e que pode ensinar muito a qualquer pessoa. Antes de começarmos a jogar, houve uma preocupação por parte dos treinadores em explicar todos os movimentos e regras. É um esporte que nos ajudou a amadurecer.”

A aceitação dos alunos foi observada de maneira positiva pela direção do Colégio Visconde de Porto Seguro. “É uma parceria muito bem sucedida. Ao longo do ano, observamos que a seriedade e o profissionalismo do projeto seguem em linha com o que pregamos aqui”, comenta Alexandre Calixto, Coordenador Institucional de Esportes do Colégio. “Todo jovem precisa de compromissos para dar significado à sua vida, e o rúgbi veio para preencher essa rotina na vida deles. Hoje, todos encaram o projeto com muita dedicação, mantendo o índice de presença altíssimo”, revela.

As atividades. As ações desenvolvidas estimulam a vivência de cinco valores transmitidos pelo esporte dentro e fora de campo: Respeito, Disciplina, Trabalho em Equipe, Cavalheirismo e Diversão/Prazer de viver. O rúgbi é um dos esportes que melhor representa os valores éticos da sociedade. O trabalho em equipe, por exemplo, é retratado a todo momento nas jogadas de ataque. Outro ponto é o respeito pelo próximo. Aqui, os alunos também assumem o papel de árbitro, para entenderem quão difícil e importante é essa posição.

“Para nós da AIG, o +Esporte +Valores passou de aposta à realidade. É muito gratificante ver os resultados benéficos aos jovens, ainda mais se tratando de uma ação que envolve o esporte como ferramenta social e de desenvolvimento humano, algo que está em nosso DNA”, comenta Paride Della Rosa, Diretor-Presidente da AIG Brasil.