Caixa Seguradora lança produto para torcida do Remo com prêmios de até R$ 5 milhões

Release

A Caixa Seguradora lançará o Cap Leão Campeão, um título de capitalização feito sob medida para os torcedores do Clube do Remo, de Belém do Pará. Agora, além de vibrar pelo Leão, o remista vai torcer pela própria sorte e ainda dará apoio financeiro ao time do coração.

Os torcedores concorrerão a até R$ 2 milhões todo mês. Haverá ainda um supersorteio de até R$ 5 milhões no último mês de vigência do título e 111 prêmios semanais de até R$ 200 mil. O produto custa a partir R$ 30 mensais e o Remo será beneficiado com uma remuneração paga a cada título vendido.

Os títulos serão comercializados pela internet no site www.capleaocampeao.com.br a partir desta quinta-feira (17). No final do plano, o cliente recebe todo o dinheiro guardado de volta, atualizado pela TR. O lançamento oficial do produto será realizado na noite desta quarta-feira (16), no estádio Mangueirão, onde o Leão enfrentará o Náutico/RR pela Copa Verde.

Brasilprev figura entre os Top 5 no relatório Focus, do Banco Central

Release

São significativos os desafios para alocar, em títulos públicos ou privados, a reserva financeira de clientes que confiam à Brasilprev recursos para a concretização de projetos de vida de longo prazo. Fazer isso requer um grupo de profissionais com posição analítica, atento às sutilezas dos fatos que contribuem para a volatilidade dos papéis. Tanto no Relatório Focus de janeiro quanto no recém-lançado de fevereiro, a Brasilprev, especialista no setor de previdência privada, esteve entre os Top 5 da iniciativa, que lista as indicações que mais se aproximaram do índice real: no de janeiro obteve a quinta posição na projeção Selic a curto e a terceira a médio prazo para o IGP-M; já no de fevereiro, ficou no segundo lugar para o IGP-M de médio prazo e quinto para IGP-DI.

O relatório, que é emitido mensalmente pelo Banco Central do Brasil (BC), analisa em torno de 120 instituições do mercado financeiro, entre bancos e consultorias, e classifica as cinco que mais obtiveram precisão em suas projeções para as principais variáveis econômicas: IPCA, IGP-M, IGP-DI, Selic e taxa de câmbio. As perspectivas indicadas pelas instituições, em especial daquelas que se destacam entre as Top 5 são utilizadas pelo BC como subsídio para elaboração da política monetária.

“A Brasilprev tem como prática, na alocação dos recursos dos mais de 1,89 milhão de clientes de planos de previdência, considerar fatores como a diversificação e análise precisa dos movimentos econômicos com foco em ganhos de longo prazo. Essa postura tem como objetivo entregar aos participantes o melhor resultado da relação entre risco e retorno para que eles viabilizem os seus projetos de vida”, observa o diretor financeiro, Leonardo Mattedi.

O executivo informa que, desde que a companhia começou a participar da pesquisa do Relatório Focus, em 2008, somou 29 classificações nos rankings mensais, das quais 16 a curto e 13 a médio prazo. Ele explica, ainda, que as projeções das principais variáveis econômicas, inseridas na elaboração dos cenários econômicos, são realizadas pela gerência de assessoria econômica da Brasilprev e divulgadas para diversas áreas da empresa, que utilizam os dados para planejar ações e otimizar a tomada de decisões com o intuito, sempre, de entregar valor aos clientes.

Joachim Wenning será o novo CEO da Munich Re

joachim wenningA Munich Re nomeou hoje Joachim Wenning para ser o novo CEO do grupo em substituição a Nikolaus von Bomhard. Sua missão segue a mesma: manter os ganhos em meio a baixas taxas de juros e preços em queda. Wenning, 51, vai assumir o posto no dia 27 de abril de 2017, segundo comunicado distribuído hoje. Von Bomhard, que completa 60 anos em julho, deixa o cargo como CEO e membro do conselho de administração no dia anterior. Wenning é atualmente um membro do conselho com a responsabilidade de resseguro de vida e recursos humanos.

Wenning assume o comando num cenário de preços de resseguro em queda há pelo menos dez anos. O que tem ajudado nos lucros é que as perdas de catástrofes naturais no ano passado foram as mais baixas desde 2009, o que compensou a fraca rentabilidade com investimentos, uma vez que as taxas de juro batem recorde de baixa.

Wenning chegou à Munich Re em 1991, como um especialista conhecido pela responsabilidade técnica para clientes de resseguro de vida na Alemanha. Em 2005, ele foi nomeado CEO da subsidiária New Re, em Genebra. Em 2009 tornou-se membro do conselho de administração.

Allianz Auto Instituto Ayrton Senna passa a contar com novas coberturas e serviços

AAEAAQAAAAAAAARCAAAAJDFmM2Y4MTU2LTA3MmYtNDFiNi1hZmJlLTc3MDdhMGI4MTEwMARelease

A Allianz Seguros, um ano após lançar o primeiro seguro de automóvel com benefício social do Brasil, foca na diversificação e investe na renovação de seu produto de automóvel, o Allianz Auto Instituto Ayrton Senna. A partir de agora, o segurado passa a contar com seis categorias diferentes de coberturas, com quatro planos diferenciados de Assistência 24 horas e dois de vidros, usufruindo das opções de proteção mais completas do mercado.

“Com a reformulação e tendo a possibilidade de franquia normal e reduzida, o corretor, com poucos cliques, pode visualizar até 12 cálculos para uma cotação, o que possibilita ofertar um produto sob medida para as necessidades de seu segurado”, explica Pedro Pimenta, diretor de Automóvel da Allianz Seguros.

As principais alterações estão nos planos de assistência 24 horas e de vidros, faróis, lanternas e retrovisores. Elas são válidas para todo o Brasil e estão disponíveis desde o último sábado, 12. As apólices emitidas nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul ainda contam com a cobertura de Carta Verde.

“Mais uma vez, inovamos no mercado de seguro de automóvel. Oferecemos uma ampla gama de coberturas em todas as opções. A diferença entre elas está, por exemplo, na quantidade de utilização por vigência. Isso dá ao cliente maior poder de escolha e possibilita que ele opte pelo seguro mais compatível com o seu perfil e necessidade, o que significa um produto mais flexível, completo e competitivo”, ressalta Pedro.

HDI Seguros cria ferramenta para agilizar liberação de conserto do carro

A HDI Seguros, quinta maior seguradora automotiva do país, acaba de lançar uma nova funcionalidade em seu aplicativo para dispositivos móveis: a constatação de danos. Esta função permite que o próprio segurado, em caso de acidente com terceiro, faça o registro fotográfico dos danos causados no veículo e, em apenas alguns cliques, envie para a HDI por meio do aplicativo instalado em seu smartphone ou tablet. Isso evita que o segurado se desloque ou aguarde a visita do vistoriador, abreviando o tempo de análise do processo para encaminhamento do veículo de terceiros para o conserto.

Lançado em 2012, o aplicativo da HDI também permite ao usuário acessar de forma rápida e prática diversas informações, como a localização das unidades mais próximas de Bate-pronto para registro e vistoria de sinistro, checar a relação de oficinas credenciadas, acessar o manual do segurado, vencimento da franquia, além de telefones úteis em casos de emergência.

“Devemos ter, nos próximos meses, mais funções no aplicativo. Apostamos em serviços de qualidade que facilitem a vida do segurado, especialmente no momento em que ele mais precisa, que é quando ocorre um sinistro. O aplicativo nos ajuda muito nisso! A funcionalidade de constatação de danos, por exemplo, permite que o segurado comprove as avarias do acidente, sem que ele tenha que se deslocar ou aguardar um vistoriador. Todo o processo se torna muito mais rápido para o segurado e para o terceiro. E quem não quer ter mais tempo livre hoje?”, comenta Paulo Moraes, diretor de Marketing e Planejamento Comercial da HDI Seguros.

Lucro da Mongeral Aegon avança 60%, para R$ 32 milhões em 2015

mongeralRELEASE

A Mongeral Aegon, pioneira no setor de previdência brasileira, divulgou os números do balanço financeiro de 2015. No mesmo ano em que completou 180 anos, a companhia driblou o momento conturbado da economia e apresentou desempenho expressivo, com crescimento de 36% em novas vendas de coberturas de riscos, em especial no segmento Individuais. Segundo Sergio Mello, diretor financeiro da companhia, o lucro líquido também chama atenção. “Atingimos um patamar de R$ 32 milhões, 60% acima do observado em 2014, e como consequência dos resultados alcançados e da contínua capitalização, o patrimônio líquido fechou 2015 em R$ 272 milhões, além dos ativos totais terem atingido R$ 1,2 bilhão, crescendo 23%”, detalhou.

Os números mostram que, mesmo com a mudança na conjuntura econômica e os contratempos financeiros, o brasileiro não abriu mão de investir em seguros de vida e previdência privada. E não é de hoje. Nos últimos dez anos, a companhia apresentou crescimento de 652% das Receitas de Prêmios e Contribuições e de 970% das Provisões Técnicas líquidas de resseguro. Ainda sobre 2015, o capital segurado total pela empresa ultrapassou R$ 270 bilhões, com mais de 2,2 milhões de vidas seguradas. “Nesse período, foram pagos benefícios a mais de 12.700 pessoas, tendo sido apurados R$ 271 milhões em despesas com sinistros, ou seja, executamos bem o propósito da companhia, que é ajudar as pessoas a assumir a responsabilidade por seu futuro financeiro”, pontuou o diretor.

Chamam atenção, ainda, o crescimento de 27% das receitas de prêmios e contribuições e de 24% das chamadas provisões técnicas líquidas de resseguro, que representaram R$ 955 milhões e R$ 750 milhões, respectivamente, demonstrando o sucesso alcançado nas estratégias de expansão e solidificação das operações da companhia.

As despesas administrativas subiram 21%, abaixo do aumento das Receitas de Prêmios e Contribuições, e significativamente menor do que o número das vendas de coberturas de riscos. O crescimento contido das despesas; frente aos fortes investimentos em crescimento, qualidade de serviços, ampliação da rede de distribuição, infraestrutura, tecnologia e desenvolvimento de recursos humanos; é resultado da forte disciplina financeira da companhia e de mais de 140 ações de controle de custos executadas previamente em 2015. “Intensificaremos o controle de despesas e a busca por maior eficiência operacional em 2016 com o objetivo de reduzir ainda mais as despesas administrativas. Para isso, contamos com o novo e completo sistema operacional (eSIM), que substitui o anterior, em operação há mais de 20 anos, por meio de venda e serviços digitais, além de novas parcerias e sociedades, como a com o Bancoob/Sicoob e seus mais de 3,1 milhões de associados e 2,3 mil pontos de vendas”, concluiu o diretor financeiro Sergio Mello.

Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros completa 13 anos

Release

eugenio velasquesO Dia do Ouvidor, comemorado nesta quarta-feira 16 de março, é uma data que inspira boas lembranças para o Grupo Bradesco Seguros. Criada em 2003, a Ouvidoria do Grupo foi a primeira do mercado segurador brasileiro a obter a aprovação da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).

– Os dias 15 e 16 de março, em que são comemorados, respectivamente, o Dia do Consumidor e o Dia do Ouvidor, são datas muito especiais para nós. Temos orgulho de contribuir para a consolidação da cultura do seguro no Brasil, atuando também para a valorização da defesa do consumidor, compreendendo-a como a proteção oferecida aos riscos a que todos estamos sujeitos – afirma Eugênio Velasques, diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Para marcar as duas datas, o Grupo Segurador promove, no Rio de Janeiro e em São Paulo, o evento “Somos Todos Ouvidores, Somos Todos Consumidores”. A ação ocorre nesta terça-feira, 15 de março, no Rio de Janeiro, e no próximo dia 22, em Alphaville (SP). ​A programação tem entre os destaques a Feira de Produtos Bradesco Seguros, na qual cada segmento do Grupo exibirá as sol uções em produtos e serviços disponíveis aos clientes.

De acordo com Velasques, conhecer as demandas, as críticas e a forma como um produto ou serviço chega ao consumidor e como ele é tratado na sua relação com a empresa, são essenciais para o aperfeiçoamento das relações de consumo. – O caminho mais seguro para preservar as boas relações é o da transparência – resume o diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Índice de pagamento de indenizações sobre receitas chega a 98% em resseguros, revela estudo da Terra Brasis

terra brasisVeja uma prévia do estudo anual de resseguros elaborado pela Terra Brasis. A versão completa sairá em alguns dias.

• O volume de resseguro cedido pelas Seguradoras Brasileiras (bruto de comissão) foi de R$ 10,1 bilhões, aumento de 12,1% em relação aos R$ 9 bilhões apresentados em 2014.

• Deste volume cedido, R$ 6,1 bilhões foram colocados nas Resseguradoras Locais (crescimento de 20,1% em relação a 2014) e R$ 4 bilhões colocados nas Resseguradoras Offshore (queda de 4,8% em relação a 2014).

• Estimamos que o resseguro aceito pelas Resseguradoras Locais relacionado a Riscos do Exterior teve um crescimento perto de 160%, passando de R$ 450,8 milhões em 2014 para R$ 1,16 bilhão em 2015, volume expressivo, equivalente a 16 % do total do resseguro aceito pelas Resseguradoras Locais.

• A sinistralidade das Resseguradoras Locais passou de 78% em 2014 para 98% em 2015 (61% para o IRB e 142% para o conjunto das outras locais), desempenho fortemente influenciado por alguns sinistros de grande monta ocorridos no quarto trimestre de 2015. O Combined Ratio da produção bruta, antes da retrocessão, passou de 92% em 2014 para 113% em 2015 (73% para o IRB e 160% para o conjunto das outras locais).

• O Resultado após impostos foi de R$ 943 milhões (R$ 764 milhões do IRB) tendo sido de R$ 685 milhões (R$ 602 milhões do IRB) em 2014. Com estes números, o ROE (Return on Equity) do conjunto de Resseguradoras Locais foi de 15,2% (24,9% para o IRB e 5,7% para o conjunto das demais Resseguradoras Locais), sendo que em 2014, o ROE foi de 12,6% (21,4% para o IRB e 3,2% para as demais Resseguradoras Locais).

• O Resultado positivo na última linha, apesar da grande deterioração dos índices técnicos brutos (com exceção do IRB, quase todas as demais Resseguradoras Locais), foi influenciado pelos resultados altamente positivos obtidos na Operações de Retrocessão e pelos excelentes Resultados de Investimento apresentado pelas Resseguradoras Locais ao longo de 2015.

Sindseg MG/GO/MT/DF promove palestra gratuita para o mercado de seguro

Release

O Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e de Capitalização dos Estados de Minas Gerais, de Goiás, do Mato Grosso e do Distrito Federal (Sindseg MG/GO/MT/DF) preparou uma palestra especial para o mês das mulheres. “Salto para o futuro” é o tema da próxima palestra que será realizada na sede do sindicato, no dia 17 de março, às 18h.

Ministrada por Rosana Sá, a palestrante irá propor reflexões com o objetivo de provocar estímulos e engajamento da mulher profissional em todas as áreas de sua vida, com ênfase de que os resultados na vida profissional são frutos de tal reflexão. A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo e-mail sonia@sindsegmd.com.br ou pelo número (31) 3271-0770.

Serviço

Palestra: Salto para o Futuro

Data e horário: 17 de março, às 18h.

Local: Avenida Afonso Pena, 726, 22º andar, Belo Horizonte.

Inscrições: e-mail sonia@sindsegmd.com.br ou pelo telefone (31) 3271-0770.

Evento gratuito.

Brasil entre os riscos políticos preocupantes do Mapa Anual da Aon

Release/Revista Apólice

Em 2015, alguns países viram boas reduções de seus riscos políticos para 2016, de acordo com os resultados do Mapa Anual de Risco Político, desenvolvido pela Aon. O relatório analisa 168 mercados emergentes e mostra que, apesar do aumento dos riscos econômicos, causados pela baixa no preço de commodities, reformas políticas e econômicas ajudaram muitos mercados emergentes a reduzir os riscos políticos, de acordo com Karl Hennessy, presidente da Aon Broking e CEO da Aon Global Broking Centre em Londres. “Contudo, a fraqueza na economia global pode causar aumentos significantivos nos riscos políticos dentro dos países e efeitos colaterais em outros estados”, comentou o executivo no comunicado.

Para a Aon, a duradoura recessão no Brasil é um risco que se sobressai, especialmente porque será a sede dos Jogos Olímpicos de 2016. O País está classificado, hoje, como de “médio” risco no mapa. “No longo prazo, o ambiente de negócios está sendo enfraquecido pelo desempenho econômico ruim, e isso pode se tornar um problema cada vez maior para as empresas que operam no Brasil”, apontou Paul Domjan, diretor executivo da Roubini Global Economics, empresa que auxiliou a corretora a realizar a pesquisa. O especialista acrescenta ainda que “os mecanismos que poderiam amortecer a crise do Brasil estão se desgastando, e o potencial enraizamento da corrupção está trazendo danos com efeitos colaterais significativos, como casos que demandam trabalho pelas vias jurídicas e legais”, destacou.

O impacto dos preços de petróleo nos países que dependem dele economicamente, como Iraque, Rússia e Venezuela, é o maior risco para os investidores dos mercados emergentes em 2016, de acordo com o mapa. Já outros mercados, como a China, por exemplo, viu seu nível de risco ir de “médio-alto” para “médio”. Segundo a corretora, as medidas anticorrupção contribuíram para essa melhora no país. Mesmo assim, ainda há incertezas sobre a implantação dessas medidas, e os riscos permanecem “particularmente em torno da construção de uma maior alavancagem no sistema bancário chinês”, conforme o relatório. O reequilíbrio e desaceleração da segunda maior economia do mundo, deverá apresentar desafios para o vizinhos da China e seus principais parceiros comerciais, que podem experimentar maiores riscos políticos e econômicos de acordo com as mudanças no ritmo e composição do crescimento.

De acordo com o mapa, oito países – China, Etiópia, Haiti, Irã, Jamaica, Nepal, Paquistão e Servia – viram seus riscos serem reduzidos durante o ano passado, enquanto quatro outros – Cabo Verde, Micronésia, Filipinas e Suriname – viram esses mesmos riscos piorarem. O afrouxamento das sanções internacionais contra o Irã levou a uma redução em sua classificação de riscos políticos de “muito alto” para “alto”. “A reintrodução do Irã no mercado global irá aumentar o fornecimento de petróleo, e eventualmente o de gás, conforme o aumento de acesso a mercados estrangeiros, incluído a Europa”, comentou Rachel Ziemba, diretora executiva de pesquisa da Roubini Global Economics. “O Irã tem uma economia mais diversificada do que muitos outros países do Oriente Médio e da África e tem se esforçado mais para conseguir ajustar preços mais baixos de petróleo”, completou.