O mercado do Lloyd’s divulgou lucro antes de impostos de US$ 3,1 bilhões, índice combinado de 90% e retorno sobre o capital de 9,1% para 2015. “Este é um resultado louvável para o Lloyd’s. Estes resultados demonstram a contínua solidez financeira e o conhecido desempenho do mercado do Lloyd´s apesar do cenário macroeconômico turbulento”, comentou Marco Castro, CEO do Lloyd’s no Brasil, em nota divulgada a jornalistas.
A posição financeira robusta do Lloyd’s é sustentada por suas classificações de crédito “A” (excelente) pela A.M. Best, “AA-“ (muito forte) pela Fitch e “A+” (forte) pela Standard & Poors.
Detalhes completos sobre os resultados anuais do Lloyd 2015 podem ser encontrados em: www.lloyds.com/annualreport2015
Na semana em que é comemorado o Dia Mundial da Água, a Brasilcap, signatária dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI), chama a atenção para o compromisso em prol da sustentabilidade hídrica no Brasil e em todo o planeta. Parceira da Fundação Banco do Brasil (FBB), a companhia – líder do mercado de capitalização – direciona recursos por meio da venda dos seus produtos Ourocap para projetos da FBB que seguem as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), entre eles projetos com foco em água que beneficiaram 13,3 mil pessoas nos últimos dois anos.
Os ODS foram aprovados por 193 países, durante a Cúpula ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, e tem como objetivo ser uma nova agenda global para acabar com a pobreza até 2030. Com o tema “a água e o emprego”, a edição de 2016 do Relatório Mundial da ONU para o Desenvolvimento de Recursos Hídricos, produzido pela Unesco, mostra que 78% dos empregos que constituem a força de trabalho mundial são dependentes dos recursos hídricos.
A parceria da Brasilcap com a FBB viabilizou oito projetos com foco em água que beneficiaram milhares de pessoas nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraná e Rondônia. Água de Saberes: investindo no ser humano para transformar vidas, Reuso de Água da Chuva e Qualificação e Acompanhamento da Reaplicação de Tecnologias Sociais de Água de Produção, dentro do Programa Um Milhão de Cisternas para o Semiárido são algumas das iniciativas de destaque. Apenas neste último, 12 mil pessoas em oito estados já foram beneficiadas desde 2014, quando o trabalho foi iniciado.
“A Brasilcap tem contribuído para transformar a vida de muitas pessoas. Encaramos projetos sustentáveis como prioridade na Companhia. Um exemplo é o projeto Água Coletiva, apoiado pela Brasilcap desde 2008. Ele foi concluído no ano passado com a entrega de mais de mil cisternas para captar e filtrar água das chuvas em seis municípios do semiárido pernambucano, beneficiando mais de 5 mil pessoas”, destaca Marcio Lobão, presidente da Brasilcap, contemplada com o Certificado Empresa Cidadã pelo quinto ano consecutivo pelo Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRCRJ).
Em 2015, a Companhia direcionou R$ 13,2 milhões para ações de responsabilidade socioambiental (entre iniciativas com foco em meio-ambiente e educação) e R$ 4 milhões para projetos culturais por meio da Lei Rouanet.
No seu primeiro evento do ano, o CVG-SP recebeu o novo presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Edson Franco, dia 16 de março em almoço exclusivo para convidados no Hotel Unique. O presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, explicou que o evento estava previsto para acontecer em novembro, no mesmo local, mas foi adiado por causa do falecimento de Marco Rossi e de Lúcio Flávio Conduru de Oliveira. A nova data coincidiu com a troca de comando na FenaPrevi, que, tradicionalmente, também abre os trabalhos do CVG-SP a cada início de ano.
Edson Franco apresentou um panorama do seguro de pessoas, destacando o bom desempenho dos planos de riscos, que cresceram 7,3% até janeiro de 2015. Neste ano, porém, a previsão é de 4,9% de crescimento. Já os planos de acumulação (PGBL, VGBL), cresceram 18% no ano passado e neste ano crescerão 16%. O seguro viagem e o seguro Dotal não sentiram a crise e cresceram 25% em 2015. Este não foi o caso do seguro prestamista que experimentou queda de 25% no mesmo período.
Entretanto, Franco acredita que, apesar de não ser possível estimar sua duração, a crise é temporária. O fim da atual retração econômica se refletirá, a seu ver, em forte retomada do crescimento econômico, com impacto positivo também para o seguro de pessoas. Quando a retomada vier, será com muita força, prevê.
No cenário de longo prazo, o envelhecimento populacional é um grande desafio. O país ainda está na fase do bônus demográfico, mas a expectativa de vida ao nascer aumentou em 7,5 anos nas duas últimas décadas, enquanto a taxa de natalidade caiu. Já os gastos per capita com saúde quintuplicaram entre1993 e 2003, passando de US$ 213 para US$ 1.084.
Os desajustes da Previdência Social também afetam o ramo. Nosso país é mais jovem que o Japão, mas gasta o dobro com Previdência Social, afirmou. A idade média de aposentadoria dos brasileiros, em torno de 54 anos, é mais baixa que a dos demais países, que é de 64 anos.
Outra agravante é acumulação de benefícios: 47% dos pensionistas são aposentados ou trabalham. Já o número de aposentadorias por invalidez supera, por exemplo, o de países que enfrentaram guerras. Para Franco, o setor de seguros tem o dever de trazer essa questão para os holofotes e conscientizar a população de que a capacidade do Estado é limitada.
Na agenda da federação para os próximos três anos, a prioridade número um é o desenvolvimento de novos produtos. Para tanto, vale adaptar as melhores práticas internacionais e até importar produtos. Franco citou o exemplo do Chile, onde uma das principais fontes de negócios e renda é o seguro de annuities, operado por seguradoras. No Brasil, o mercado de annuities ainda não existe. Mas, precisamos nos preparar agora ou então não conseguiremos atender a essa necessidade que virá, disse.
Em termos de novos produtos, Franco enxerga um caminhão de oportunidades para o setor. Por enquanto, o Prev Saúde aguarda a aprovação do governo e o Universal Life já passou por consulta pública. Mas, em sua opinião, o mercado de seguros também tem condições de desenvolver outros produtos, como os da linha long term care, que podem custear, por exemplo, despesas com cuidadores para pessoas com doenças graves ou degenerativas.
Essa iniciativa, porém, deverá vir acompanhada da modernização do modelo de distribuição. Daí porque, outra prioridade da FenaPrevi é apoiar a especialização da força de venda. O parâmetro nesse caso é o suitability, termo emprestado do mercado financeiro que define a adequação da oferta à necessidade do cliente. Esta seria uma maneira, na opinião de Franco, de ampliar a oferta do seguro de vida para além do ambiente bancário.
A evolução do arcabouço regulatório, terceira prioridade da FenaPrevi, é a condição que Franco indica para aumentar a oferta de produtos. A ideia é acompanhar as recentes mudanças em investimentos, bem como as práticas regulatórias internacionais. No caso dos produtos de acumulação, ele destacou que falta regulamentar, por exemplo, a figura do participante qualificado, que permitiria investimentos com limites de alocação diferenciados em renda variável, cambial e imóveis.
Em outra frente, também seria preciso aprovar o projeto de lei, apoiado pela FenaPrevi, que cria o patrimônio de afetação. A lei garantirá que os recursos de provisões de uma seguradora, eventualmente insolvente, sejam destinados, prioritariamente, para suportar as obrigações do negócio. A Lei de Falências estabelece a preferência de credores, mas não deveria alcançar as reservas das seguradoras, que já estão comprometidas com benefícios a serem pagos aos clientes. Isso precisa ser protegido, disse.
Homenagens e novidade
Cumprindo o estatuto do CVG-SP, Dilmo B. Moreira entregou ao presidente da FenaPrevi o título de Sócio Honorário. Também recebeu a honraria o advogado Ayrton Pimentel, que construiu carreira de mais de 50 anos na área de Direito do Seguro. Ele agradeceu a lembrança do seu nome, no momento atual em que está aposentado, e elogiou a atuação do CVG-SP. Embora não seja voltado aos aspectos jurídicos, o CVG-SP foi um agente extraordinário no sentido de decifrarmos o Código Civil, disse.
Dilmo B. Moreira divulgou, em primeira mão, que o CVG-SP passa agora a aceitar em seu quadro associativo, além de seguradoras, também as empresas prestadoras de serviços e corretoras de seguros. Materializando essa inovação, comunico que está em processo de conclusão a associação ao CVG-SP das empresas Segasp, Pasi, Delphos e Omint, anunciou.
CORREÇÃO: A palavra delação premiada deve ser corrigida por “colaboração definitiva”.
O grupo Odebrecht decidiu fazer “colaboração definitiva” de seus principais executivos, inclusive o ex-presidente Marcelo Odebrecht. Em termos de seguros isso pode significar a redução da sinistralidade do Directors & Officers (D&O), que desde o início da Lava Jato tem apresentado significativos desembolsos para pagamento de custas judiciais dos executivos. Segundo escreve no blog Linhas Financeiras, Thabata Najdek, underwriter Financial Lines na Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), a regra geral da apólice de D&O é o reembolso dos custos de defesa até o transito em julgado da decisão. Caso a decisão atribua a prática de um crime doloso ao segurado, este perde a cobertura e tem de devolver todos os valores adiantados pela seguradora. O que já aconteceu com Marcelo Odebrecht condenado pelo juiz Sergio Moro a 19 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e por integrar organização criminosa.
No entanto, um detalhe muito importante é que além da condenação transitada em julgado outra causa de exclusão de cobertura é a confissão. “Ora, a delação premiada é uma confissão. O delator não é uma inocente testemunha. É um criminoso que pode fornecer detalhes de como o crime fora praticado, os valores desviados, bem como a identidade dos demais corruptos e corruptores”, escreve.
De acordo com o posto da especialista, com os acordos de delação premiada, a seguradora detentora do risco tem de cessar qualquer pagamento e utilizar todos os meios legais de recuperar os custos adiantados. Isto é claro para os administradores que celebraram o acordo de delação. Caso exista outros executivos denunciados que não participaram da delação e nada confessaram, eles continuam com seus “sinistros” sendo regulados até decisão judicial final.
Em mais uma ação para facilitar o dia a dia dos clientes e fomentar negócios para seus corretores e assessorias, a Tokio Marine Seguradora ajustou a opção de pagamento do Seguro Auto para até quatro vezes sem juros no cartão de crédito. Como diferencial, a companhia não compromete o limite de crédito com o valor total do seguro já que as parcelas são debitadas mês a mês. Além disso, se o cliente tiver um programa de milhagem atrelado ao cartão de crédito, pode acumular pontos ou milhas.
As bandeiras disponíveis são Visa, Mastercard e Elo. Se preferir, o cliente pode optar por pagar no cartão de credito em até seis vezes fixas. “Antes do lançamento oficial desta modalidade, realizamos o projeto piloto em algumas sucursais. O sistema funcionou perfeitamente, tivemos um retorno muito positivo e decidimos ampliar a opção para todo o País. Estamos sempre em busca de soluções que auxiliem nossos Parceiros a vender mais e fidelizar o cliente”, afirma o Diretor Executivo de Produtos Massificados, Marcelo Goldman.
Além do cartão de crédito, a seguradora oferece as seguintes modalidades de pagamento: ficha de compensação em até quatro vezes sem juros e débito em conta corrente em até 12 vezes, sendo em até seis vezes sem juros. “Ouvir as sugestões dos nossos Corretores e aplicá-las em nosso dia a dia é uma prática da Tokio Marine. A variedade de opções de pagamento é mais uma vantagem competitiva que oferecemos”, diz Goldman.
Segundo ele, a Tokio Marine está focada em manter o crescimento da carteira de Automóvel acima da média de mercado, como vem acontecendo nos últimos quatro anos. Para 2016, a meta é aumentar a produção em 15%. “No primeiro bimestre deste ano, crescemos 20% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Somos a seguradora que registra o melhor desempenho nesta área desde 2012 e estamos trabalhando continuamente para oferecer as melhores soluções aos nossos Corretores e Assessorias”, finaliza o executivo.
A opção de pagamento em quatro vezes sem juros no cartão de crédito também é válida para os produtos Tokio Marine Residencial e Empresarial Pequenas Empresas.
Estão abertas as inscrições para o 2º exame da Certificação Profissional da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a CPC, que podem ser realizadas até o dia 22 de abril. Este ano, as provas serão aplicadas em 13 cidades do país e o candidato deverá alcançar a nota mínima final de sete (7) para obter a CPC1.
Em relação ao incentivo e a ampliação da certificação profissional no mercado segurador, o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araújo Coriolano, acredita que acelerar o progresso profissional dos colaboradores do setor e sistematizar o conhecimento específico em seguros é fundamental para o aperfeiçoamento da comunicação com foco na educação em seguros. “Temos o compromisso institucional de estimular a qualificação dos profissionais do setor de seguros. Um profissional certificado é um profissional mais valorizado e com mérito reconhecido formalmente pelas empresas”, avalia.
Este ano, as avaliações acontecerão no dia 22 de junho, simultaneamente no Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Curitiba, Blumenau, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Goiânia. No total, o exame terá 100 questões de múltipla escolha embasadas em cinco disciplinas com legislação vigente até 31/03/2016: 1) Estrutura dos Sistemas de Seguros Gerais, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Saúde Suplementar; 2) Aspectos Legais e Regulamentares; 3) Ética, Ouvidoria, Aspectos Contábeis e Financeiros, Controle Interno; 4) Canais de Distribuição de Seguros; e 5) Operações de Seguros.
As inscrições devem ser realizadas por meio do hotsite http://cpc.cnseg.org.br. Nesse mesmo ambiente, o interessado poderá acessar todas as informações relacionadas ao exame, incluindo o conteúdo programático, o calendário e os locais onde serão realizadas as provas. Em 2015, 1.372 candidatos realizaram a prova.
Curso preparatório online para o exame
Elaborado pela Escola Nacional de Seguros, o curso preparatório para o exame em ambiente online é opcional e visa auxiliar o candidato na preparação para a prova. O curso inclui o estudo das provas de 2015 com gabarito comentado, tutoria, vídeo-aulas, apostilas e simulado de prova. Para informações sobre valores e condições de pagamento é necessário entrar em contato por meio da seção ‘Fale Conosco’ do hotsite http://cpc.cnseg.org.br.
Os seguidores da página da SulAmérica no Facebook já podem acessar um divertido teste para descobrir qual década, ao longo dos últimos 120 anos, mais combina com cada perfil. O lançamento do aplicativo Qual década é a sua cara? faz parte das ações de comemoração dos 120 anos de fundação da seguradora.
O resultado do teste é obtido com base em dados e curtidas do usuário no Facebook. Como resultado, o aplicativo exibe fatos marcantes de cada época e as características que aproximam o usuário da década.
“Nesses 120 anos, a SulAmérica viveu o imprevisível em diversos momentos. Vimos muita coisa acontecer e queremos compartilhar algumas dessas descobertas e experiências com nossos seguidores de uma forma interativa e dinâmica”, afirma o diretor de Marketing da companhia, Zeca Vieira.
Além deste aplicativo no Facebook, a seguradora comemora seus 120 anos com a campanha publicitária A vida é imprevisível e, acredite, isso é muito bom e diversas ações ao longo do ano.
Com 7 milhões de clientes em todo o Brasil, mais de 5,3 mil colaboradores e uma rede de distribuição que ultrapassa 30 mil corretores independentes, a SulAmérica contribuiu decisivamente para o desenvolvimento dos setores de seguros, saúde e previdência no país. Sua trajetória foi pontuada por diversas inovações, como a criação do seguro de vida em grupo no país, a Assistência 24 Horas e o Garantia de Aluguel, caução que devolve o dinheiro empenhado, entre outros.
Acesse o aplicativo Qual década é a sua cara?:apps.facebook.com/appsulamerica/
Para garantir o máximo de segurança aos seus beneficiários, a Mapfre Saúde oferece o serviço de Segunda Opinião Médica, voltado a pacientes que queiram obter mais informações sobre diagnósticos e alternativas para tratamento. O segurado interessado no serviço pode acessar os canais de relacionamento da MAPFRE Saúde, que serão responsáveis por indicar um médico para guiar o processo, com todas as informações obtidas até então.
Em seguida, um comitê clínico analisa e seleciona profissionais de renome internacional que sejam especialistas na condição médica em questão. Após a avaliação, o paciente recebe um relatório com recomendações dos especialistas consultados, informando sobre os tratamentos alternativos e com respostas às suas questões específicas.
Se o beneficiário escolher a recomendação dos especialistas, poderá contar com os serviços de reabilitação da Mapfre Saúde através de parceiros especializados em medicina e fisioterapia. Estima-se que as especialidades mais procuradas para um segundo diagnóstico são ortopedia, oncologia, neurologia e endocrinologia.
“Com o relatório de Segunda Opinião Médica em mãos, o paciente tem mais ferramentas para tomar uma decisão ponderada, considerando fatores importantes e que o deixem mais tranquilo para os próximos passos, sem que precisem correr riscos à saúde por procedimentos mal indicados ou desnecessários”, diz Claudio Tafla, diretor de Saúde. Além disso, o serviço também pode reduzir os desperdícios motivados por tratamentos que não apresentem eficiência, além de oferecer melhor qualidade de vida aos beneficiários e otimização de recursos por parte das empresas que contratam os planos de saúde.
Em um dos casos atendidos recentemente pelo serviço de segunda opinião médica, um beneficiário teve detectada ruptura de tendão do ombro. O primeiro diagnóstico indicava a necessidade de cirurgia, o que resultaria em repouso e consequente afastamento de todas as atividades. Ao procurar um novo parecer, foi identificada a possiblidade de reabilitação por meio de tratamento fisioterápico, tendo a cirurgia apenas como última opção. Depois de cinco semanas de tratamento, o paciente não sentiu mais dores e pôde retomar as atividades rotineiras.
“Estima-se que 30% dos custos com saúde sejam frutos de desperdício. Ao oferecer uma alternativa de tratamento, as empresas podem realocar recursos para outras iniciativas voltadas à saúde do colaborador”, completa o executivo.
Após um processo de concorrência bastante criterioso, a Mondial Assistance Brasil, líder em serviços de Assistência 24 horas, acaba de conquistar mais uma grande parceria no segmento automotivo. A empresa será responsável pela prestação de serviços a todos os veículos comercializados pelas marcas BMW (carros e motos), Mini e Rolls Royce no Brasil.
Com uma plataforma de atendimento exclusiva em sua sede em São Bernardo do Campo, a Mondial Assistance prestará atendimento aos clientes BMW em todo o território nacional, Mercosul e Chile, para um parque de aproximadamente 58 mil veículos cobertos a partir de 1º de março deste ano.
Segundo Vincent Bleunven, CEO da Mondial Assistance no Brasil, os fatores decisivos para essa importante conquista, além da competitividade nos preços, foram a expertise da empresa no segmento de veículos premium, a parceria global que ambas as companhias já estabeleceram em diversos outros países, as diversas inovações tecnológicas já implementadas pela empresa e a garantia de excelência no atendimento, com os melhores resultados qualitativos do mercado brasileiro.
“Os objetivos da BMW no Brasil são ambiciosos e tornou-se necessário escolher um parceiro preparado para sustentar as estratégias de crescimento da marca em relação ao atendimento dos consumidores, fornecendo serviços premium compatíveis com o segmento de atuação da montadora e seus clientes. A Mondial está preparada para mais esse desafio, levando em conta o que sempre foi a nossa principal missão: ajudar pessoas a qualquer hora em qualquer lugar”, finaliza Bleunven.
Atualmente, a Mondial Assistance conta com 23 montadoras e 18 seguradoras entre seus clientes da área de assistência automotiva 24 horas, atendendo cerca de 9 milhões de consumidores em todo o Brasil.
A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) lança o relatório anual “Safety & Shipping”, que analisa as perdas no setor de transporte marítimo em cargas acima de 100 toneladas brutas. De acordo com os dados levantados pelo estudo, o registro de ocorrências de navegações seguiu com sua tendência de perda de longo prazo em queda. Em 2015, foram reportados 85 danos em todo o mundo, número 3% menor se comparado com o ano de2014, que registrou 88 casos. Além disso, esta se mostrou a década mais segura para se navegar: desde 2006, as perdas tiveram queda de 45%.
No entanto, as disparidades por região seguem em estatísticas estáveis. Mais de um quarto das ocorrências foram registradas na região do Sul da China, Indochina, Indonésia e Filipinas (22 embarcações). Os dados apontam que a área teve aumento de perdas, se comparados ao ano anterior (18). A categoria de embarcações de carga e pesca foi a que mais apresentou ocorrências globalmente, sendo correspondente a 60% das perdas mundiais, com aumento pela primeira vez em três anos. A causa mais comum para estes dados é afundamento das embarcações (75%), que teve aumento de 25%, normalmente decorrente de más condições climáticas.
No Brasil, segundo dados fornecidos pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), é indicado que, em 2015, sinistros envolvendo transporte marítimo de carga acumularam mais de R$ 276 milhões. Relacionados aos danos das embarcações, são registrados cerca de R$ 200 milhões.
Segundo o relatório, globalmente, houve 2.687 acidentes marítimos (incluindo perda total) em 2015 – queda de 4%, comparado ao ano anterior. O Leste Mediterrâneo e o Mar Negro seguem sendo os principais focos de ocorrência, contabilizando 484 perdas. Atividades são registradas todos os dias da semana, quinta-feira sendo o mais recorrente e sábado mais pacífico. Três embarcações compartilham o título de mais reincidente – um Roll-on/Roll-off na região dos Grandes Lagos, um hydrofoil no Leste Mediterrâneo & Mar Negro e uma balsa nas Ilhas Britânicas – acumulando 19 acidentes ao longo da última década.
Pressões econômicas desafiam os avanços de segurança
Economia fraca, condições do mercado, preços de commodities e excesso de embarcações estão pressionando custos e aumentando preocupações com segurança. De acordo com observações da AGCS, a frequência de perdas no último ano podem indicar reflexos deste cenário. Manutenções de embarcações sendo prolongadas por conta de custos, investimentos para condições básicas de tripulação e segurança de passageiros, equipamentos de resgate e falta de treinamento complementar com navegação eletrônica se apresentam como alguns fatores que tem se apresentado abaixo do padrão ideal para segurança, elevando os riscos. “A reativação de embarcações antigas em um mercado já avançado tecnologicamente pode resultar em um exercício doloroso. Existe necessidade de uma padronização de procedimentos de reativação”, afirma o Capitão Jarek Klimczak, consultor êênior em Riscos Marítimos da AGCS.
Problemas no regaste de “Mega navios” e embarcações afundando em super-tempestades
Foi notado que a demanda por capacidade de carga tem estado maior nas grandes embarcações, tendo registro com aumento de 70% nos últimos dez anos, chegando à capacidade de +19.000 containers. Há preocupações de que pressões comerciais reduzam fácil acesso aos resgatadores para trabalhos de recuperações nesta escala. Levando isto em conta, a indústria pode precisar se preparar para um cenário com mais de US$1 bi em perdas. Outro fenômeno observado no estudo é que condições excepcionais do clima estão cada vez mais recorrentes, trazendo mais riscos às redes de distribuição. É esperado que, neste ano, o fenômeno ‘Super’ El Niño traga ainda mais ocorrências. Além disso, as condições climáticas foram responsáveis por três dos cinco piores acidentes registrados no último ano, incluindo o El Faro, um dos piores desastres ocorridos no comércio marítimo dos EUA na última década.
Riscos cibernéticos evoluem, enquanto as ameaças da pirataria crescem
Perda de dados já não são as maiores preocupações cibernéticas, dado o fato de que a indústria marítima conta cada vez mais com a interconectividade tecnológica. Os avanços na navegação eletrônica e a “Internet das Coisas” mostram que a indústria precisará se adaptar para novos riscos em poucos anos, como os avanços das ameaças na pirataria. “Piratas já estão criando ‘buracos’ em redes de segurança cibernética, buscando roubar cargas específicas”, explica o Capitão Andrew Kinsey, consultor Ssênior em Riscos Marítimos da AGCS. Pela primeira vez em cinco anos, os ataques piratas não tiveram queda em suas estatísticas. No Sudeste Asiático, os ataques subiram, sendo responsáveis por 60% dos incidentes registrados. Além disso, os ataques no Vietnã têm crescido de ano em ano.
Outros riscos:
Além da pressão econômica aumentando os riscos apresentados à manutenção e tribulação das embarcações, assim como as possibilidades atuais dos cyber-ataques, a redução de emissões de combustível também se apresentou como um risco em potencial, que poderia resultar em problemas de potência, conforme a AGCS pôde notar. O problema decorre do uso de combustíveis com teor ultra-baixo de enxofre. Além disso, as águas do ártico se provaram mais perigosas em 2015, com 70 casos reportados no local. É o maior índice da década, com aumento de quase 30% ano-a-ano.
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