A SulAmérica, maior seguradora independente do país, acaba de lançar um canal digital voltado exclusivamente para médicos e profissionais da saúde. O portal oferecerá conteúdo técnico e informativo sobre medicina e saúde, além de artigos, pesquisas sobre saúde populacional e diretrizes da SulAmérica. O objetivo é incentivar o intercâmbio de conhecimento entre a equipe médica especializada da SulAmérica e os atuais e potenciais médicos referenciados.
Além de conteúdo, o médico tem à disposição alguns serviços como consulta à rede de prestadores por meio de geolocalização, cadastro para recebimento da newsletters e acesso a informações sobre benefícios e descontos exclusivos que a companhia oferece para referenciados. Os profissionais de saúde também podem, por meio da plataforma, indicar pacientes para o Programa Saúde Ativa, conjunto de iniciativas de promoção à saúde e ao bem-estar. É possível, ainda, sinalizar interesse em ser um prestador.
“A SulAmérica tem como prioridade investirem iniciativas para o fortalecimento do relacionamento com prestadores médicos e este novo portal é mais uma ação nesse sentido. Queremos apoiar nossos parceiros na busca pela excelência na prática médica, contribuindo para o aprimoramento constante do atendimento aos segurados”, afirma o vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica, Maurício Lopes.
O site pode ser acessado por meio do endereço eletrônicowww.sulamerica.com.br/referenciadosaude.
Com a finalidade de auxiliar as empresas na avaliação de investimentos em mercados emergentes, a consultoria e corretora de seguros Aon em parceria com a Roubini Global Economics divulga a nova edição do estudo Mapa de Risco Político. A pesquisa, que avaliou 162 países em 2015, apontou pela primeira vez nos últimos três anos mais reduções de riscos políticos do que índices elevados, fator esse que deve encorajar cada vez mais os países emergentes a executarem reformas políticas e econômicas.
No entanto, o levantamento constatou que por conta da crise política e também o desempenho da economia, o Brasil se manteve com o risco considerado médio. “A atual situação tem aumentado os riscos em curto prazo, em particular os riscos não-políticos, porém, o país possui instituições robustas e grandes reservas de divisas, o que pode a médio prazo levar a uma certa recuperação”, considera Keith Martin, consultor de riscos políticos e investimentos no exterior da Aon Brasil.
Para o executivo, o Brasil está vivendo uma das recessões mais prolongadas de sua história, o que tem exercido uma considerável pressão sobre o país. “Os escândalos de corrupção feriram não só a imagem do governo, mas também afetaram a competitividade das empresas, principalmente no setor de construção pesada e infraestrutura, além de deixar o país mal preparado para enfrentar a baixa dos mercados das commodities”, acrescenta Martin. Porém, o consultor ressalta ainda que esse cenário abre oportunidades para as empresas estrangeiras, já que permite processos mais abertos e grandes possibilidades de fusões e aquisições com instituições brasileiras.
De acordo com Keith Martin, embora o cenário caminhe para uma retomada econômica, as Olimpíadas do Rio de Janeiro podem ser um divisor de águas. “De um lado existe a oportunidade do país em se vender para atrair importantes negócios, na expectativa de uma melhora no ambiente de investimentos a médio e longo prazo. De outro, há chances de um aumento no risco político com possibilidade de protestos, manifestações e até mesmo violência política”, afirma.
Além disso, o executivo esclarece que outros países da América Latina também estão vivendo um ano muito histórico, com desdobramentos que vão se estender ao longo dos próximos anos. “As eleições presidenciais na Argentina, as legislativas na Venezuela, a derrota do referendum pró-Morales na Bolívia e a crise política no Brasil mostram que há um grande desejo de mudança de rumo após mais de 12 anos de governos da esquerda, o que deve movimentar ainda mais a América Latina”, diz. Contudo, Keith Martin observa que as atuais reformas na Argentina oferecem ao Brasil tanto uma oportunidade como um desafio. “De um lado, ficará mais fácil exportar à Argentina. Do outro, o Brasil terá mais dificuldade na concorrência global de investimento estrangeiro direto (IED), já que comparando o Brasil e a Argentina o investidor pode ver mais potencial no país vizinho”, adverte.
Mesmo que em curto prazo resulte em um cenário de incertezas, e particularmente na Venezuela existir um risco elevado de violência entre os apoiadores e oponentes dos regimes de esquerda, o consultor afirma que a médio e longo prazo pode haver um ambiente mais favorável à iniciativa privada, mais segurança jurídica e regulamentar, e mais oportunidades de investimentos.
Avaliação Global
Além do panorama sul-americano, o estudo Mapa de Risco Político revelou que, pela primeira vez nos últimos três anos, alguns países tiveram reduções do risco político, como China, Irã, Paquistão, Etiópia, Sérvia, Jamaica, Nepal e Haiti. Dando destaque a China e ao Irã, Keith Martin comenta que reformas anticorrupção e suspensão de sanções políticas e econômicas auxiliaram no upgrade desses países, mas ainda existem ressalvas. “O reequilíbrio e a desaceleração da segunda maior economia do mundo, provavelmente, resultarão em desafios para os vizinhos e principais parceiros comerciais da China. Entretanto, a reentrada do Irã nos mercados globais tende a aumentar o fornecimento de petróleo à medida que for ganhando acesso aos mercados estrangeiros, oferecendo preços mais ajustados, inclusive para a Europa”, esclarece.
Martin explica ainda que no topo da lista dos riscos políticos que os investidores de mercados emergentes estão enfrentando neste ano está o impacto do preço do petróleo, que tem afetado países já fragilizados dependentes do valor do barril, como o Iraque, Líbia, Rússia e Venezuela. “Esse fator está elevando os riscos de transferência cambial, exercendo pressão sobre as empresas e indivíduos que procuram moeda estrangeira, e por consequência, desestimulando os investidores”, aponta.
Segundo o consultor, as perspectivas para muitas economias de mercados emergentes dependerá das implementações de reformas para atrair mais investimentos. “Quando se tem um comércio global mais fraco e com baixo crescimento econômico, a competição por capital aumenta”, complementa.
Por fim, o Mapa de Risco Político mostrou que apenas quatro países tiveram seus índices elevados: Filipinas, Cabo Verde, Micronésia e Suriname.
Sobre o Mapa de Risco Político
A Aon mensura os riscos políticos de 162 países e territórios para avaliar os riscos associados à transferência cambial, inadimplência soberana, interferência politica, interrupção da cadeia de abastecimento, regimes jurídicos e regulatórios, violência política, facilidade de fazer negócios, vulnerabilidade do setor bancário, e a capacidade de o governo proporcionar estimulo fiscal. Para cada categoria de risco específica, assim como para a classificação geral, cada um dos países recebe a seguinte classificação: Baixo, Médio-Baixo, Médio, Médio-Alto, Alto ou Muito Alto.
A classificação de cada país reflete uma combinação de análises realizadas pela Aon e Roubini Global Economics. Os países membros da União Europeia e da Organização de Cooperação Econômica e Desenvolvimento não foram classificados no mapa.
Mais informações sobre o mapa de riscos políticos da Aon podem ser acessadas pelo site: www.aon.com/2016politicalriskmap
A Insurance Europe – entidade que representa as seguradoras européias – realiza um estudo, atualizado anualmente, denominado “Indirect taxation on insurance contracts in Europe”. Francisco Galiza comenta que o objetivo do texto é comparar todos os países membros, no que se refere à tributação em cada ramo de seguros. Esse assunto preocupa também por aqui. “Por exemplo, recentemente, as seguradoras brasileiras argüiram oficialmente a constitucionalidade do aumento da alíquota do CSLL. Ou seja, um tema bem atual; assim, sempre pode ser oportuno comparar com a realidade de outros países, para tomar como referência”, cita em uma de sua análises.
Quem tiver interesse em conhecer o estudo, em inglês, segue o link:
Durante o ano de 2016, a Allianz Seguros continuará apostando no desenvolvimento de negócios ligados aos produtos Massificados. E é por isso que, nesta sexta-feira, 15, apresenta ao mercado o Allianz Residência com novos planos de coberturas e assistências. A novidade chega um mês depois do anúncio das reformulações no seguro de automóvel, o Allianz Auto Instituto Ayrton Senna.
De Norte a Sul do Brasil, há 68 milhões de domicílios. No entanto, somente 9,1 milhões possuem seguro residencial, de acordo com estudo realizado pela Comissão de Riscos Patrimoniais – Massificados da FenSeg, com base em dados do PNAD/IBGE e da Susep. Sendo assim, a fatia de lares protegidos é de 13,3%. Esse percentual, além de demonstrar a necessidade de o brasileiro despertar para esse seguro, que custa apenas entre 0,2% a 0,6% do valor do imóvel, aponta o quanto ainda é possível difundir e explorar comercialmente a modalidade no país.
“O Allianz Residência chega com planos voltados a diversos perfis de consumidores. As coberturas e assistências estão ainda mais flexíveis para que corretores e clientes avaliem quais realmente são adequadas para a residência a ser segurada”, afirma Christina Carneiro Said, superintendente de Massificados da Allianz Seguros. A executiva ainda lembra que “o produto tem um novo formato de cotação, com menos páginas”.
Com as mudanças, a seguradora passa a disponibilizar dois planos, o Tradicional e o Simplificado. O primeiro tem a possibilidade de ser totalmente configurado, de acordo com a solicitação do segurado, ou ser ofertado com opções sugeridas pelo sistema. Há cerca de vinte coberturas disponíveis para contratação. Entre elas, estão desmoronamento, vazamentos acidentais da rede de água e esgoto, indenização no valor de novo, inclusive para equipamentos de informática, e despesas com recomposição de registros e documentos.
Agora, enquanto o Tradicional tem quatro opções com coberturas pré-selecionadas, além do plano Personalizado, o Simplificado é feito de seis pacotes de prateleira, ou seja, com coberturas fixas. No entanto, leva em consideração as particularidades das casas e apartamentos usados como moradia e aqueles de veraneio.
Ambos contemplam, por exemplo, indenizações após incêndio, queda de raio e de aeronave, explosão, quebra de vidros, mármores e granitos, danos elétricos, roubo e furto qualificado, além de coberturas de responsabilidade civil familiar e perda e pagamento de aluguel. Já o Tradicional, tem uma lista maior de coberturas, incluindo também desmoronamento, impactos de veículos, responsabilidade civil de danos morais, acidentes pessoais, entre outros.
No que diz respeito às assistências 24 horas, há duas versões de planos. “Nós ampliamos os serviços gratuitos, com conserto de ar condicionado, desinsetização, desratização e socorro mecânico. E também aumentamos o limite de indenização para reparos hidráulicos, conserto de linha marrom e recuperação de veículos”, ressalta Christina. O Allianz Residência ainda ajuda o segurado no combate ao mosquito Aedes Aegypti, com serviço de limpeza de caixas d’água e calhas incluído nas assistências gratuitas.
Além do plano “Assistência Essencial”, que é gratuito, pode haver a contratação do “Assistência Completa”, que é opcional e contempla, além dos serviços da assistência básica, serviços de fixação e instalação. Pode ser solicitado desde a colocação de varal, passando por ganchos para rede, vasos e bikes até travas de segurança para portas e janelas.
Serviços sustentáveis disponíveis em todos os planos
A Allianz foi uma das primeiras seguradoras a incluir os serviços sustentáveis no seguro residencial. Desde 2012, já foram recolhidas 340 toneladas de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos em casas e apartamentos de todo o território nacional, em parceria com a Ecoassist. Os bens coletados seguem para entidades assistenciais cadastradas, se estiverem em condições de uso. Caso contrário, são descaracterizados e as peças enviadas para indústrias de reciclagem. Todo processo é homologado com base nas melhores práticas da sustentabilidade e o segurado Allianz recebe um certificado que garante que o resíduo foi corretamente descartado e reciclado.
A semana de 19 a 21 de abril vai momentar o mercado segurador brasileiro e internacional. O Rio de Janeiro será palco de dois grandes eventos, que reunirão profissionais de todo o setor.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) será anfitriã da XXVII Assembleia da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (Assal), que tem entre seus objetivos trocar informações sobre legislação dos mercados de seguros, métodos de controle e fiscalização, promoção de cooperação entre seus associados. O evento acontece entre 18 a 21 de abril, no hotel Windsor Atlânta, no Rio de Janeiro
O XXVI Congresso Panamericano COPAPROSE, que conta com o apoio institucional da CNSEG e Escola Nacional de Seguros, terá como tema central “Para onde caminha o Seguro na América Latina?” e acontece de 20 a 22 de abril de 2016, no Rio de Janeiro. Essa é a primeira vez que o congresso acontece no Brasil e deve reunir mais de 400 profissionais de seguros de 20 países da América Latina, do Canadá, Espanha e Portugal, incluindo alguns dos maiores corretores e produtores de seguros da região. Dessa forma, torna-se uma excelente oportunidade para os profissionais brasileiros trocarem experiências com colegas do exterior.
Entre os temas que serão discutidos no encontro constam questões de extrema relevância para o mercado brasileiro e da América Latina, como os riscos cibernéticos tecnológicos, os aspectos regulatórios e o resseguro. Para saber da programação completa acesse http://www2.fenacor.org.br/congresso/copaprose/programacao.php
Estudo realizado pela resseguradora Swiss Re em 10 países da América Latina mostra que a lacuna de proteção patrimonial na região, ou seja, a diferença entre perdas seguradas e totais, cresceu de 75,9% para 82% nas últimas quatro décadas. Grande parte desse índice se deve ao risco de catástrofes naturais não seguradas que compreendem desde terremotos até enchentes e períodos drásticos de seca.
Segundo o estudo “Lacuna de Proteção Patrimonial na América Latina”, a parte não segurada de perdas ocasionadas por catástrofes naturais vem crescendo de forma contínua na região. Apesar de enchentes e tempestades corresponderem aos riscos mais frequentes, com 60% e 17% respectivamente, foram os terremotos os responsáveis pelo maior volume de perdas – o correspondente a US$ 90,5 bilhões desde 1990, dos quais 83,3% (cerca de US$ 15 bilhões) não eram seguradas.
Uma das principais razões para o aumento da exposição a catástrofes naturais na região pode ser atribuída ao desenvolvimento econômico e urbanização que aumentaram o valor do patrimônio, criando concentrações de risco mais altas. A partir de 2014, a América Latina se tornou a segunda região mais urbanizada do mundo, com 80% da população morando em cidades – um percentual que deve chegar a 86% em 2050.
Levando-se em consideração a modelagem de riscos sísmicos, estima-se que dentre os US$ 6,9 bilhões em perdas causadas por terremotos na América Latina, cerca de US$ 6,1 bilhões (88%) equivalem a perdas patrimoniais não seguradas. O país com os maiores prejuízos relacionados a abalos sísmicos é o Chile, com uma média de US$ 854 milhões anuais no período de 1985 a 2015.
Diferentes fatores podem explicar o subseguro na região, tais como falta de conhecimento sobre o produto, percepção de risco, acessibilidade, dependência da ajuda do governo local pós-ocorrência, desconfiança das seguradoras, acesso limitado e facilidade para realizar negócios.
Seguro Patrimonial no Brasil
O mercado de seguro patrimonial movimentou US$ 16,9 bilhões em 2014 na América Latina, representando 21,5% dos prêmios “não-vida” na região. A média de crescimento dos prêmios de seguros patrimoniais no país ultrapassou 7% de crescimento real nos últimos 10 anos. O Brasil tem o maior mercado de seguros patrimoniais da região, é o segundo maior mercado entre os emergentes e o décimo maior do mundo. No entanto, a penetração desse seguro no país foi de apenas 0,3% em 2014, apesar de ter acumulado mais de US$ 6,5 bilhões em prêmios.
Em contrapartida, o Chile, que alcançou apenas US$ 1,4 bilhão em prêmios em 2014, tem o maior índice de penetração do seguro patrimonial da América Latina (0,53%). Isso ocorre porque o país está altamente exposto a riscos de abalos sísmicos e também possui um setor financeiro bastante desenvolvido.
A maioria dos países na América Latina ainda não atingiram o máximo de seu potencial na cobertura de seguros, dado os níveis de renda da população. No estudo, é mencionado que um esforço coordenado entre o setor público e privado, no sentido de mitigar riscos e criar um ambiente regulatório favorável, poderá fechar a lacuna de proteção patrimonial que deixa tantas residências e negócios na América Latina vulneráveis às perdas em potencial advindas de intempéries climáticas.
Consulte o estudo completo com mais detalhes e informações em “O gap de proteção de seguros patrimoniais na América Latina”:
Também disponível nas versões em inglês e espanhol.
Conforme estabelece a Circular Susep 521/2015, até o final deste ano as empresas de seguros deverão definir um cronograma de implantação da estrutura de gestão de riscos e nomear seus gestores de riscos. Até o final de 2017, a estrutura de gestão de riscos deverá estar completamente implantada.
Assizio Oliveira, presidente da Comissão de Controles Internos da CNseg, aconselha a não deixar as providências de planejamento e de implantação para a última hora: “A preparação, desde já, de um projeto de estrutura de gestão de riscos, com ações coordenadas e sinérgicas, distribuídas em um planejamento bem elaborado, coloca a seguradora em situação confortável, evitando correrias e improvisações inconvenientes”, diz.
Assizio participará do evento “Estrutura de Gestão de Riscos – Circular Susep 521/2015”. Além de destacar as origens, os conceitos e os aspectos obrigatórios da circular, ele debaterá o tema com Phelipe Linhares, sócio da KPMG na área de Financial Risk Management e com Rafael Kozma, gestor da área de riscos do Grupo Porto Seguro, em um painel coordenado por Alexandre Leal, superintendente Executivo Técnico da CNseg. O evento será realizado pela Editora Roncarati no dia 27 de abril, das 8h às 13h, no auditório da KPMG.
Serviço
Workshop “Estrutura de Gestão de Riscos – Circular Susep 521/2015”
Data e horário: 27 de abril de 2016 – das 8h às 13h
Local: Auditório da KPMG, na Rua Arquiteto Olavo Redig de Campos, nº 105, Torre A, 6º andar, Chácara Santo Antonio, em São Paulo (SP)
Painelistas:
● Assizio de Oliveira, presidente da Comissão de Controles Internos da CNseg
● Phelipe Linhares, sócio da KPMG na área de Financial Risk Management
● Rafael Kozma, gestor da área de riscos do Grupo Porto Seguro
Coordenador:
● Alexandre Leal, superintendente Executivo Técnico da CNseg
Realização: Editora Roncarati
Apoio: KPMG
Investimento: R$ 650,00 (desconto de 10% para clientes da Editora Roncarati)
Inscrições pelo link: https://www.editoraroncarati.com.br/v2/Cursos/Conteudo/A-realizar.html
Informações pelo e-mail: cursos@editoraroncarati.com.br ou telefone (11) 3073 0106
O filme Truman (Direção de Cesc Gay, Espanha / Argentina, 2015), que estreia nesta quinta-feira, dia 14, no circuito nacional de cinema, traz em seu enredo a preocupação do personagem principal sobre quem cuidará de seu cão após sua morte. Na fita, Ricardo Darín é Julián, um ator argentino que vive em Madri e desiste do tratamento de câncer, já em estágio avançado. Mas a real preocupação de Julián não é com a morte iminente, mas sim, sobre quem cuidará de Truman, seu velho cachorro da raça bullmastiff.
A película chama a atenção para a responsabilidade de cuidar dos animais e, principalmente, sobre um ponto que pode afligir muitas pessoas que não teriam com quem deixar seus animais de estimação caso uma eventualidade viesse acontecer.
Pensando nisso, a Yasuda Marítima, subsidiária da Sompo Japan Insurance Inc. – um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo – acaba de estabeleceu uma parceria com a Pet Assist, empresa especializada na assistência a cães e gatos, para disponibilizar um serviço de assistência que propicia um novo lar aos animais de estimação no caso de falecimento do dono.
Por meio da iniciativa, quem contratar o serviço terá a garantia do Seguro de Vida Yasuda Marítima para que seu cão ou gato seja acolhido e receba os cuidados necessários em caso de uma eventualidade. O objetivo é possibilitar que a qualidade de vida do animal de estimação seja mantida, mesmo na falta de seu dono.
A ideia surgiu a partir da experiência da Pet Assist em perceber que a morte do dono é um dos motivos que faz crescer o índice de abandono e consequente aumento do número de animais de estimação que vivem sem alguém que se responsabilize pelo seu bem estar. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que só no Brasil existam mais de 30 milhões de animais abandonados, entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães.
Como funciona o serviço
O serviço foi criado e só é possível contratá-lo por meio da parceria entre a Pet Assist e a Yasuda Marítima. Em caso de falecimento do segurado Yasuda Marítima, um profissional especializado busca o cão ou gato, onde ele estiver, e o transporta da forma mais adequada e confortável até o seu novo lar na Pet Assist, que possui um amplo espaço especialmente adaptado para recebê-los. Esse serviço visa replicar o ambiente em que o Pet vivia antes. Como benefício adicional, o segurado terá o direito, no dia-a-dia, a orientações online sobre o comportamento e saúde do animal. Mais informações sobre o serviço podem ser obtidas por meio do telefone 0800 056 2409.
A Liberty Seguros é uma das empresas parceiras das edições de São Paulo e Porto Alegre do projeto cultural Fronteiras do Pensamento, que completa dez anos em 2016. Neste ano, o ciclo será aberto pelo jornalista, dramaturgo, ensaísta e ganhador do prêmio Nobel de literatura de 2010, Mario Vargas Llosa.
Nesta temporada, que ocorre até novembro, o tema é “A Grande Virada” e o projeto trará ao país, uma série de conferencistas que são referências em seus campos de atuação para responder quais são as revoluções, sejam individuais ou coletivas, capazes de promover uma grande virada contemporânea.
Entre os convidados estão os escritores Ian McEwan, Valter Hugo Mãe e Michel Houellebecq, a historiadora Elisabeth Roudinesco, o arquiteto e urbanista Jan Gehl e a diplomata Mary Robinson, líder internacional na área de sustentabilidade.
“A Liberty Seguros acredita que incentivar discussões, como as propostas pelo Fronteiras do Pensamento, sobre os vários aspectos da vida contemporânea, incluindo a sustentabilidade do mundo em que vivemos, é um dos principais passos para incentivar transformações positivas na sociedade”, diz Patricia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.
Em São Paulo, os encontros acontecerão no Teatro Cetip, no Complexo Ohtake Cultural, em Pinheiros e em Porto Alegre, no Salão de Atos da UFRGS. Mais informações sobre o evento estão disponíveis na página www.fronteiras.com.
Fonte: A prolongada fragilidade econômica está levando a maior parte das seguradoras que operam no Brasil a ter que esperar mais para alcançar uma rentabilidade adequada, mas a aposta na recuperação do mercado nos próximo anos deve limitar as chances de consolidação no setor, disse o presidente-executivo da BNP Paribas Cardif no país, Adriano Romano.
“Mesmo com o mercado crescendo nos últimos anos, a figura já não era tão positiva para as seguradoras não ligadas a grandes bancos”, disse à Reuters. “Desde o ano passado, a coisa está mais complicada e acho que a maioria esta perdendo dinheiro.”
Na esteira de um ciclo histórico de crescimento do mercado no Brasil, apoiado no aumento da renda das famílias, da maior penetração de serviços financeiros e da demanda por produtos para proteção de vida e patrimônio, várias seguradoras, a maioria subsidiárias de grupos globais, abriu ou expandiu a atuação no país.
Mais recentemente, no entanto, o segmento tem acusado os efeitos da recessão brasileira, com o volume de prêmios emitidos pelas seguradoras no país em 2015 avançando 3,17 por cento sobre o ano anterior, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep). O número é negativo em termos reais, considerando uma inflação superior de 10,7 por cento no período.
Para Romano, as seguradoras do país ligadas a bancos de varejo têm conseguido atravessar esse período relativamente bem, dados fatores como vantagens de escala. Para as demais, o retorno do investimento feito demora mais, especialmente as ligadas a setores mais cíclicos da economia.
A própria BNP Paribas Cardif do Brasil viu sua emissão líquida de prêmios cair 5 por cento em 2015, a 1,73 bilhão de reais, após nove anos com crescimento médio anual de 30 por cento, dado que tem cerca de 90 por cento das receitas de prêmios ligadas aos combalidos setores de varejo e veículos.
Ainda assim, a subsidiária da europeia BNP Paribas Cardif teve aumento de 10 por cento no lucro antes de impostos ante 2014, para 255 milhões de reais, movimento apoiado em parte em maiores vendas diretas de seguro pela Internet, produtos de fiança locatícia, além de cortes de custos e renegociação de contratos com fornecedores.
Segundo Romano, o desempenho reflete em parte o foco da companhia na rentabilidade, mesmo sob pena de eventual perda de participação de mercado. Mas ele já avisa que vai ser difícil entregar aumento na última linha para 2016. Além da tendência de retração na emissão de novos prêmios, a companhia deve sofrer com mais intensidade o efeito do aumento do desemprego, que tem como consequência uma elevação do pagamento de indenizações.
“Devemos ter retração no faturamento; espero ao menor poder repetir o lucro de 2015”, disse.
Segundo o executivo, a seguradora já fez em 2015 provisões maiores para despesas com sinistros para este ano, prevendo justamente os efeitos do cenário atual, que leva a companhia a cobrir maiores indenizações provocadas pelo aumento do desemprego.
Apesar disso, em 2015, a BNP Paribas Cardif investiu cerca de 330 milhões de reais no país, especialmente na renovação por mais 10 anos do contrato da Luizaseg, joint-venture com o Magazine Luiza, para venda de serviços de garantia estendida. A seguradora também fez acordos com a unidade brasileira do varejista francês Carrefour e a BV Financeira.
A seguradora avalia que o mercado brasileiro segue como uma boa aposta para o longo prazo e que tem uma posição sólida para resistir a um prolongamento da recessão em curso.
“Temos condição de resistir por bastante tempo”, disse Romano, para quem esta não é a realidade da maioria das concorrentes no país. Segundo ele, por terem sócios internacionais, a maioria das rivais menores no Brasil também está apostando numa recuperação mais adiante. “Muitas delas têm as costas largas, com donos internacionais, por isso eu não esperaria uma consolidação nesse mercado”, disse executivo.
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