Autoregulação dos corretores de seguros avança com Ibracor

13082552_1042704282444874_428384502487625985_nO consultor Francisco Galiza apresentou o estudo sobre a autoregulação dos corretores de seguros, já disponível no portal da Fenacor. Segundo ele, com a criação da Ibracor, não existe mais a exclusividade da Susep na fiscalização dos corretores. Pelas circunstâncias atuais, a Ibracor deverá operar dentro do modelo de adesão voluntária. “Saber se essa é a mlehor escolha gera uma boa discussão, sobretudo juridical, economica e administrativa”, disse. Mesmo reconhecendo a lógica juridica para a escolha, há dois problemas econômicos: a grande quantidade de corretores e a opção por participar voluntariamente na autoreguladora. Vale lembrar que os corretores tem participação de quase 50% nos sindicatos estaduais. Concluindo, Galiza afirmou que o Brasil está no caminho de modernizer a fiscalização dos corretores e não haverá retorno no futuro. “Assim , aqui acreditamos que a participação dos profissionais não deve ser desprezada nessa trajetória”.

Alexandre Camillo, vice-presidente da Fenacor e presidente do Sincor-SP, abordou as prioridades, do ponto de vista do corretor, da regulação e supervisão dos intermediários, em sua fala no painel Os Princípios Básicos de Seguros e Autorregulação na Intermediação de Seguros, na ‪Copaprose‬. “O mercado de seguros demostra crescimento inequívoco, dizia o nosso amigo falecido Marco Antonio Rossi. Ele dizia que havia tristeza, pois crescemos mas não evoluímos. O que de fato precisamos neste momento, neste ciclo novo, é promover o crescimento, mas que venha de mãos dadas com a evolução. Isso passa por iniciativas de todos nos. A regulação como está não se traduz no que esperamos. Aqueles que queiram participar, participarão. Mas lembro que o tempo é implacável e não nos permite gastar nossa energia em algo que será estéril. Apelo para conduzir a autoreguladora de forma eficaz”. Camillo ressaltou que o Ibracor representa todos os sindicatos de todo o Brasil. “Estamos todos juntos lutando pela contribuição do Ibracor. Estamos arregaçando as mangas e dando a nossa contribuição. A única forma de se prever o futuro é construi-lo. Entendo que temos competência para construir o futuro que queremos para o mercado segurador. Só é preciso ter atitude”, finalizou.

Paulo dos Santos, presidente do Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta, explica a plateia as principais atribuições do Ibracor. A principal função da autorreguladora é assessorar a Susep na regulação e fiscalização do mercado de corretagem de seguros. “A Susep não tem estrutura para fiscalizar todos os cerca de 80 mil corretores de seguros que atuam no mercado brasileiro. A autorreguladora não existe para multar ou penalizar o corretor, mas fiscalizar e orientar. Uma medida mais severa somente será tomada em caso de atitude condenável ou que manche a imagem da categoria”, afirma. Entre os desafios, ser responsável pela promoção de boas práticas e pela autoregulação, conseguir associados (ter um selo de qualidade é um dos argumentos, bem como a adesão ao código de ética).

Helena Venceslau, Diretora de Fiscalização da Susep, aborda medidas que podem auxiliar na autoregulação e construir um mercado melhor para todos em sua palestra. Ela agradece que o Ibracor venha a ajudar a sua função. “Vai me ajudar, pois vocês não sabem como tenho trabalhado”, brincou. Isso porque entre as vantagens da autoregulamentação dos corretores geraria uma redução dos processos que chegam à Susep. Também entre as vantagens da autoregulação está a maior capilaridade de fiscalização do poder público, bem como a possibilidade de construção de um ambiente regulatório estatal mais focado em estratégias de supervisão e controles mais eficientes, sem que seja eliminada a possibilidade do estado intervir quando necessário. Uma das formas da Susep ajudar a viabilizar o Ibracor é incentivar corretores a se associados e contribuir. “O convênio do Ibracor com a Susep ainda depende de pontos políticos, mas vamos chegar lá”, diz Helena, ressaltando que é preciso estimular a educação continuada, independente de qualquer outra definição.

Sem estar no programa, ele pediu a palavra. “Como político, tenho de falar sobre esse assunto”, disse Armando Vergílio, presidente da Fenacor e ex-deputado federal. “Os sindicatos têm de ser mantenedores do Ibracor, até que o Instituto conquiste a sua independência financeira.

Segue o link do estudo de Francisco Galiza sobre autoregulação: http://www.ratingdeseguros.com.br/…/autorregulacaocorretora…

Para onde caminha o Seguro na América Latina?

13062363_1104405416249608_7819159980149110819_nFonte: Fenacor

Para onde caminha o Seguro na América Latina? (link do estudo: http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/EstudoCopaprose2016.pdf)

A resposta para o tema central do XXVI CONGRESSO PANAMERICANO DE PRODUTORES DE SEGUROS DA COPAPROSE surge ao final do evento, após intensos e profícuos debates e troca de experiências entre profissionais de 20 países, dirigentes de órgãos supervisores e executivos de grandes companhias de seguros.

Os novos desafios tecnológicos e profissionais e a baixa penetração do seguro na América Latina exigem a reinvenção do mercado local. Como os países latino americanos enfrentam problemas semelhantes, é recomendável seguir as boas práticas adotadas por nações vizinhas, inclusive na regulação do mercado de seguros, consolidando um marco regulatório muito próximo da padronização.

À necessidade de mudanças na regulação somam-se os inadiáveis e indispensáveis ajustes do mercado de seguros para enfrentar os novos riscos, principalmente os Cibernéticos, Climáticos, Catastróficos e Ambientais, que provocam prejuízos elevados e ameaçam a rentabilidade do setor.

Os intermediários devem estar preparados e qualificados para oferecer uma ampla rede de proteção securitária contra esses riscos. Nesse contexto, é preciso haver também maior capacidade no Resseguro e mais sinergia entre brokers e corretores de seguros. A instalação de um novo polo regional de resseguros contribuirá para o aumento da oferta de coberturas na região, principalmente para aprimorar a subscrição nos grandes riscos. A Autorregulação, com a implantação de entidades que atuam como auxiliares dos órgãos supervisores, também é fator primordial para o amadurecimento do mercado e a difusão de boas práticas.

A Copaprose divulgará sua posição sobre os Princípios Básicos de Seguros promulgados pelo IAIS, especialmente os relacionados com a atividade de intermediários de seguros. Entre 2009 e 2014, o faturamento do mercado de seguros latino americano cresceu 71%, muito acima do Produto Interno Bruto (PIB) da região, que avançou 45%, enquanto a média mundial de crescimento ficou em 18%.

Apesar das dificuldades econômicas enfrentadas por muitos países, o mercado de seguros apresenta grande potencial de crescimento. Para tanto, é preciso remover obstáculos visando a aumentar a penetração do seguro, principalmente entre os segmentos da população de menor poder aquisitivo, e difundir a educação financeira.

A proteção das camadas de menor renda pode ser assegurada também com a oferta de produtos de baixo custo, como os microsseguros, que demandam uma regulação específica. Os intermediários têm papel relevante a cumprir como protagonistas desse processo, indicando aos clientes mediante o seu assessoramento profissional as melhores opções de cobertura para cada demanda.

Veja a íntegra do estudo

http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/EstudoCopaprose2016.pdf

Padrão de solvência forte e taxa de sinistralidade estável são pontos positivos do mercado segurador

13010633_1042630155785620_1086786446705622864_nFonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, disse, durante a abertura do XXVI Congresso Pan-americano de Produtores de Seguros da COPAPROSE Brasil 2016, que o evento chega a sua 26ª edição com um duplo significado especial. Segundo ele, o primeiro, pela oportunidade de fortalecer a região constituída pelo bloco “latino-americano estendido”, que agrega Espanha e Portugal, em face de um mundo no qual se reposicionam novos blocos econômicos, baseados em identidades culturais e geográficas. E o segundo, por ter ocorrido em um momento de contração econômica da região, particularmente no Brasil.

Em sua fala, Coriolano frisou que, historicamente, o mercado segurador tem demonstrado resiliência a crises. “O setor de seguros pode contribuir decisivamente para viabilizar políticas contracíclicas no continente”, observou, levando em consideração a capacidade do setor de seguros de proteger patrimônios e rendas. “Por se constituir como um grande investidor institucional, o mercado é capaz de carrear poupanças que podem se transformar em investimentos de infraestrutura e outros negócios”, sinalizou ao lado da presidente da Federação Interamericana das Empresas de Seguros (Fides), Pilar González de Frutos, do presidente da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (Assal), Carlos Pavez, do titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Roberto Westenberger, e do presidente do Comitê Executivo da Confederação Pan-americana de Produtores de Seguros (COPAPROSE) e da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Armando Vergílio.

Durante o painel ‘Possíveis Cenários Econômicos: uma visão pan-americana’, Coriolano destacou que, em relação aos prêmios de seguro, o Brasil vem crescendo mais do que a América Latina, mas ressaltou que o País passa por um cenário conjuntural delicado, com projeção de redução do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,7%, podendo alcançar 4%, e uma taxa de desemprego que pode chegar a 11% até o fim do ano. “Sem dúvidas, o crescimento da renda dos brasileiros na última década ajudou a alavancar o setor de seguros, mas agora vivemos uma grade reversão de expectativas”, salientou, pontuando que o mercado segurador responde de forma desajustada aos ciclos econômicos. “Apesar da crise, o mercado cresceu mais de 11% em 2015. Foram dois os ramos que contribuíram para este incremento: a Saúde Suplementar e os planos de acumulação (PGBL e VGBL), que oferecem incentivos fiscais muito bons”, enumerou.

Em relação ao perfil do mercado segurador brasileiro, Coriolano afirmou que o País mantém uma taxa de sinistralidade estável e tem um padrão de solvência muito forte, o que é uma segurança adicional para o mercado. “Se não houvesse esse provisionamento, o Brasil estaria sofrendo muito mais. Somos dependentes das políticas governamentais ativas e é nosso dever cobrar do governo políticas anticíclicas, que ajudem a minimizar os efeitos dos ciclos econômicos”, observou, considerando que o setor de seguros ainda está em situação bem melhor que outros, como o da indústria de transformação, de produtos e bens duráveis e da automobilística.

Coriolano finalizou a sua apresentação com uma reflexão sobre como o setor pode alavancar a economia. “Quanto mais proteção requerida, mais ativos protegidos. Como o seguro é o maior investidor institucional da economia internacional, as atividades protegidas pelo seguro precisam reter menos capital”, concluiu, citando ainda cinco requisitos que ele considera fundamentais para uma nova jornada de crescimento: 1) Estabilidade regulatória; 2) Regulação contracíclica; 3) Redução de custos de observância; 4) Ampliação de canais de acesso; e 5) Comunicação e educação em seguro. Coriolano pediu ao público presente para que o evento fosse registrado e lembrado como ‘Congresso Marco Antonio Rossi’, pela contribuição que ele deu para o mercado segurador brasileiro e para Fides, onde estendeu os seus “tentáculos” de administrador talentoso, aguerrido e comprometido com a causa da integração latino-americana do mercado de seguros.

O XXVI Congresso Pan-americano de Produtores de Seguros, promovido pela COPAPROSE e pela Fenacor, reuniu, entre os dias 20 e 22 de abril, em Copacabana, no Rio de Janeiro, representantes do mercado segurador da América Latina, Espanha e Portugal. O evento teve como tema central ‘Para onde caminha o Seguro na América Latina?’ e propôs uma reflexão sobre as perspectivas do setor de seguros para os próximos anos, diante de um cenário econômico instável e de profundas mudanças na sociedade.

Paulo Valle é o novo diretor-presidente da Brasilprev

paulo valleEscolhido para ser presidente da Brasilprev pelo conselho da companhia em dezembro do ano passado, a nomeação de Paulo Fontoura Valle foi homologada ontem pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Valle era subsecretário de Dívida Pública do Tesouro Nacional desde 2006, responsável pela administração das dívidas interna e externa da União e relacionamento com investidores e agências de rating. Antes disso, entre 1999 e 2006, foi Coordenador Geral de Operações da Dívida Pública, liderando a criação e implantação do programa Tesouro Direto. Também fez parte do grupo técnico entre Ministério da Fazenda, Banco Central, CVM, SUSEP e PREVIC, responsável por modernizar a regulamentação do mercado de capitais e incrementar o funding de longo prazo na economia brasileira.

O executivo tem MBA em Finanças pelo IBMEC e especialização em Economia pela George Washington University. Atuou como membro do Conselho de Administração da Brasilprev, entre 2007 e 2009, e teve participação ainda em conselhos como o de Administração da Caixa Econômica Federal e nos Fiscais do BNDES, BR Distribuidora e Vale.

Folha de S.Paulo: BTG fecha venda da Pan Seguros, mas Caixa ameaça vetar

O jornal Folha de S.Paulo traz matéria nesta quinta-feira (21) na qual informa que o BTG Pactuai anunciou um acordo com a francesa CNP Assurances para a venda de sua participação (51%) na Pan Seguros e na Pan Corretora por R$ 700 milhões. Em comunicado, o BTG informou que “o negócio está sujeito ao cumprimento de determinadas condições precedentes” e à aprovação dos órgãos reguladores. Essas “condições” se referem à Caixa Econômica Federal, que ameaça barrar a transação.

Ambos os bancos são sócios nas duas empresas. O BTG detém o controle, e a Caixa, os outros 49% de participação. No início de março, a Folha revelou que, pelo acordo de acionistas, a Caixa tem poder de veto, caso o controle das companhias seja vendido, e só aceitaria a venda para a CNP se o grupo francês também comprasse sua participação pelo mesmo valor oferecido ao BTG. Hoje, essa condição elevaria o valor da transação para R$ 1,4 bilhão.

Por meio de sua assessoria, a Caixa disse que “não foi informada oficialmente dessa operação”. Ainda não se sabe qual posição o banco tomará depois de o BTG assinar contrato com a CNP.

Seguro de vida resgatável da Mapfre oferece garantias em vida

Maristela GoraybRelease

Escolher por um seguro de vida é uma importante etapa na vida familiar, já que o serviço oferece proteção e tranquilidade para o futuro de pessoas próximas e importantes. No entanto, não é necessário esperar por um acontecimento drástico para que o valor do seguro retorne aos familiares. A realidade do mercado brasileiro de seguros está mudando e levando outras opções aos consumidores como o seguro pago em vida.

É pensando nesse mercado e nos imprevistos que em muitas vezes são difíceis de serem mensurados que a MAPFRE Previdência oferece produtos e soluções que dão a proteção e a tranquilidade essenciais para o futuro. “Um bom planejamento financeiro deve observar objetivos e riscos presentes em nossa vida, tanto no curto quanto no longo prazo, e hoje temos soluções inovadores em seguro de vida para essas questões”, diz Maristela Gorayb, diretora Comercial da Mapfre Serviços Financeiros.

O mercado já conta com opções de seguros para resgate em vida, como é o caso do Bién Vivir, oferecido pela Mapfre, que dá a oportunidade do segurado em obter o que é chamado cobertura por Sobrevivência, ou seja, enquanto o segurado estiver vivo, o seu tempo contratado da apólice de seguro de vida terá um capital segurado para ele mesmo.

Inovador e flexível, o Bién Vivir é competitivo com produtos de nível internacional e as reservas que se acumulam dentro do seguro podem ser resgatadas a partir de 24 meses. Essas reservas tem rentabilidade garantida de 3%aa somados ao IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo e o que exceder a isso é repassado progressivamente ao segurado com o passar do tempo de vigência da apólice.

“Diante dos desafios do atual cenário econômico, ter uma proteção por meio de um produto como o Bién Vivir pode proporcionar um equilíbrio financeiro fundamental para o bem estar de familiares e empresas no caso de um imprevisto com o segurado”, diz Maristela Gorayb, diretora de Vida, Previdência e Fundos da Mapfre. Se o segurado tem de 18 a 70 anos incompletos pode contratar um Bién Vivir até R$ 25 milhões de cobertura visando diferentes metas de proteção tanto da segunda como da terceira idade.

Mais interessante ainda é o fato de que o mesmo seguro pode ser solução para projetos de Planejamento Sucessório em empresas com objetivo de evitar que, no caso de falecimento de um dos sócios, seus herdeiros, que porventura não tenham aptidão ou afinidade com o negócio, ingressem na sociedade. Os sócios podem contratar o seguro tendo como beneficiária a própria empresa, o que permitirá capitalizá-la para a compra das cotas dos seus herdeiros de um sócio que vier a falecer.

Esse seguro tem flexibilidade ainda para resolver questões de proteção em caso de perda de uma “pessoa chave”, numa empresa ou negócio, por exemplo, um sócio que detém a propriedade intelectual de seu negócio ou se um alto executivo cujo know-how técnico é vital para a sustentabilidade de um determinado segmento da empresa.

Para mais informações sobre o seguro de vida da Bién Vivir e outros produtos da Mapfre Vida e Previdência acesse: https://www.mapfre.com.br/seguro-br/para-voce/vida-previdencia/seguro-previdencia/.

Alexandre Boccia será consultor de negócios exclusivo da AXA

Alexandre_Boccia_presidente_da_Cardif_do_Brasil_bA AXA no Brasil anuncia a chegada de Alexandre Boccia. Com anos de experiência em grupos seguradores, ocupando posições de liderança, como CEO de Vida, Previdência e Capitalização na Zurich Insurance Group, CEO do Group BNP Paribas Cardif para Espanha e Portugal e antes no Brasil e Vice-presidente da ACE Latin America, Boccia atuará como consultor de negócios exclusivo da AXA. Boccia terá como principal foco de atuação a área de Affinity e Vida. Para o desafio, Boccia constituiu a consultoria AB Partners, que será responsável pela prospecção e condução dos negócios para a AXA.

Prorrogado até o dia 20 de maio o prazo para as inscrições da Certificação Profissional CNseg (CPC)

cpcFoi prorrogado até o dia 20 de maio o prazo para os interessados em efetuar a inscrição para o 2º exame da Certificação Profissional da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a CPC (http://cpc.cnseg.org.br). Este ano, as provas acontecerão no dia 22 de junho, simultaneamente no Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Santos, Curitiba, Blumenau, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Goiânia.

Qualificar os profissionais do mercado segurador para que eles estejam preparados para atender as demandas e desafios que se apresentam. Este é um dos principais objetivos da Certificação para o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano. “Há também um aspecto conjuntural, no Brasil, que está a potencializar ainda mais essa exigência de qualificação. Com a significativa perda de renda real que a população vem enfrentando, por força da conjuntura econômica adversa, os bens que as pessoas já possuem assumem uma importância ainda maior, sendo natural que desejem preservá-los”, sinalizou.

Provas:

No total, o exame terá 100 questões de múltipla escolha embasadas em cinco disciplinas com legislação vigente até 31/03/2016: 1) Estrutura dos Sistemas de Seguros Gerais, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Saúde Suplementar; 2) Aspectos Legais e Regulamentares; 3) Ética, Ouvidoria, Aspectos Contábeis e Financeiros, Controle Interno; 4) Canais de Distribuição de Seguros; e 5) Operações de Seguros. O candidato deverá alcançar a nota mínima final de sete (7) para obter a CPC1.

Curso preparatório online para o exame

Elaborado pela Escola Nacional de Seguros, o curso preparatório para o exame em ambiente online é opcional e visa auxiliar o candidato na preparação para a prova. O curso inclui o estudo das provas de 2015 com gabarito comentado, vídeo-aulas, apostilas e simulado de prova. Para informações sobre valores e condições de pagamento é necessário entrar em contato por meio da seção ‘Fale Conosco’ do hotsite http://cpc.cnseg.org.br.

SulAmérica inova e integra serviços 100% digitais ao novo kit de boas-vindas aos segurados de Saúde e Odonto

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O novo kit de boas-vindas aos segurados da SulAmérica Saúde e da SulAmérica Odonto está mais moderno, prático e personalizado, de modo a aprimorar a experiência do cliente com a marca e facilitar o acesso a informações úteis por meio de canais digitais. Junto ao cartão de identificação, os beneficiários passarão a receber um material mais conciso e customizado, com fácil visualização das principais informações sobre o produto. Caso necessite de mais detalhes sobre o plano e a rede referenciada, o segurado será direcionado para as plataformas digitais de interação com a companhia, que são constantemente atualizadas, como o site Saúde Online e os aplicativos móveis da SulAmérica Saúde e SulAmérica Odonto.

“A renovação dos kits de boas-vindas integra um conjunto de iniciativas que a SulAmérica vem continuamente desenvolvendo para inovar no relacionamento com os segurados, com investimentos na diversificação dos canais digitas de atendimento e em soluções tecnológicas que tornam o uso do plano contratado mais amigável e ágil. Ao privilegiar os canais digitais, em linha com as tendências mundiais, o novo kit digital é pioneiro no mercado segurador e também permite gerar menos impacto ambiental com a redução de materiais impressos e PVC’s”, explica o vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica, Marco Antunes.

Tanto o site quanto os aplicativos móveis possibilitam que o segurado tenha em mãos, a qualquer momento, as informações sempre atualizadas sobre a rede referenciada, que poderá ser consultada com o recurso de geolocalização. É possível também acompanhar em tempo real reembolsos de consultas e exames, verificar extratos de utilização e conferir a lista de 3.500 medicamentos com descontos de até 65% em farmácias parceiras. Os aplicativos trazem, ainda, uma versão virtual do cartão de identificação, que pode ser utilizado em qualquer atendimento na rede referenciada, proporcionando mais comodidade ao segurado e dependentes.

O conteúdo impresso terá a função de orientar o usuário, de forma objetiva, quanto ao uso do plano e ao acesso às plataformas digitais. O material traz também, como novidade, um QR Code que direciona para o download do livro atualizado da rede em formato .pdf, oferecendo mais uma opção de consulta. Os novos kits já estão sendo enviados para os beneficiários de planos de saúde e odontológicos na modalidade PME, com previsão de implementação para toda a carteira empresarial até o fim de 2016. O ciclo de boas-vindas inclui o envio de confirmação de ativação do plano por SMS e e-mail para o titular, para o corretor e para o gestor da empresa.

Fundación Mapfre apresenta o estudo “O seguro na sociedade e na economia do Brasil”

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

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Se o seguro não existisse, teria de ser inventado. Essa é a frase de abertura do estudo “O seguro na sociedade e na economia do Brasil”, que foi apresentado ao público na manhã desta terça-feira, 19, no auditório do SindsegSP, em São Paulo. Para o lançamento, que foi concebido com a contribuição de agentes institucionais, órgãos reguladores e profissionais do setor, o evento contou com a presença do doutor em economia José Antonio Herce, que apresentou as peculiaridades do estudo.

Desenvolvido pela Fundación Mapfre, instituição sem fins lucrativos que promove atividades de interesse geral da sociedade em linha com os princípios institucionais da Mapfre, em parceria com a Afi – Analistas Financieros Internacionales, uma das maiores consultorias da Europa, o estudo apresenta comparativos entre a penetração do mercado de seguros na América Latina e no Brasil.

Entre os resultados, destaca que o Brasil tem ganhado expressão no mercado segurador. Nos segmentos de não vida (auto e danos), a América Latina tem 3,5% do PIB segurado, enquanto o Brasil, isoladamente, atinge a marca de 1,7% desse montante.

“Fruto do trabalho de formação e disseminação da cultura de seguros promovido pela Fundación Mapfre, o estudo confirma a importância social e econômica do seguro para a sociedade brasileira, apresentando uma análise sobre os diferentes aspectos dessa atividade em nosso país”, afirma Wilson Toneto, CEO da Mapfre Regional Brasil.

Com conteúdo variado descrito em 140 páginas, o estudo traça um panorama atual do mercado segurador brasileiro apresentando os principais temas que envolvem o desenvolvimento da atividade em seus diferentes setores de atuação, como automóveis, agrícola, saúde, vida, previdência, riscos especiais, etc. Entre os temas, segundo o estudo, o que mais se destaca no Brasil é o de saúde suplementar, que tem conquistado famílias brasileiras à procura de uma cobertura cada vez mais completa.

Com estimativas e argumentos que confirmam a contribuição social e econômica do seguro no Brasil, a publicação dá a oportunidade de entender como o setor funciona em economias emergentes. “O seguro permite que as pessoas, empresas e entidades públicas façam o seu planejamento financeiro e de gerenciamento de riscos. Estar segurado, muitas vezes, pode significar a diferença entre manter a estabilidade econômica financeira diante de uma situação adversa e inesperada, que possa comprometer toda a renda familiar”, comenta Herce.

O estudo ainda destaca a rápida adaptação às mudanças que o mercado brasileiro de seguros tem promovido para se aproximar do segurado e atuar, cada vez mais, como instituição responsável pelo futuro e o bem-estar da sociedade.