Aon contrata Fabio Martinez para a área de benefícios

luiz alvaresFonte: Aon

A Aon, líder mundial em consultoria e corretagem de seguros, anuncia a contratação de Fabio Martinez como novo diretor para a área de benefícios no Brasil. O executivo atuará a frente das áreas de colocação e relacionamento (broking/placement) com mercado segurador e de operadoras, com foco nos produtos de saúde, odontologia e vida em grupo.

Na Aon, Martinez terá como principal objetivo estabelecer uma nova dinâmica nas relações da companhia com o mercado segurador, item considerado estratégico para o incremento de receita em produtos voltados a benefícios, os quais a empresa acredita possuir um enorme potencial de crescimento. “A grande missão será de reestruturar a área de colocação de riscos, centralizando o processo que, atualmente, está distribuído nas 10 filiais da empresa com ganhos de escala e produtividade, além do estreitamento da relação com o mercado segurador. Isto fará com que a companhia ganhe envergadura nas negociações com o setor, trazendo melhores condições aos clientes”, explica executivo.

Ao todo, Martinez possui mais de 20 anos de experiência no segmento de seguros focado nos setores de planos de saúde, previdência, consultoria e administração de benefícios. O executivo já teve passagem pela Mercer Marsh Benefícios nas áreas de placement e relacionamento com o mercado, e também já atuou em destaque em grandes operadoras de saúde e seguradoras como a Medial Saúde e Unibanco AIG

Sindseg-SP empossa nova diretoria

sindseg sp posseFonte: Sindseg-SP

O Sindseg-SP realizou, neste último dia 3 de maio, a cerimônia de posse da sua nova diretoria e conselhos para o triênio 2016-2019. O evento aconteceu no Hotel Tivoli, em São Paulo, e contou com a presença do desembargador José Renato Nalini, Secretário de Educação do Estado de São Paulo, que representou o governador Geraldo Alckmin; de Salvador Zimbaldi, Secretário de Turismo da Prefeitura de São Paulo, representando o prefeito Fernando Haddad e de Roberto Westenberg, superintendente da Susep.

As principais lideranças do mercado segurador também marcaram presença na solenidade. Entre os presentes estavam Márcio Coriolano, presidente da CNseg; Robert Bittar, presidente da Funenseg; João Francisco Borges da Costa, presidente da FenSeg; Marco Antônio da Silva Barros, presidente da FenaCap; e Alexandre Camillo, presidente Sincor-SP.

Durante a cerimônia de posse, Mauro Batista, presidente reeleito do Sindseg-SP, reforçou o compromisso do sindicato de apoiar todas as empresas associadas e, principalmente, sua missão de demonstrar a sociedade e às autoridades toda a positividade do seguro e seus desdobramentos. “Queremos contribuir, cada vez mais, para o fortalecimento e a grandeza do nosso mercado segurador e para o desenvolvimento social e econômico do nosso estado”, disse.

Em discurso na posse da nova diretoria do SindSeg-SP, Marcio Coriolano citou quatro requisitos para uma nova jornada do setor de seguros brasileiro: A estabilidade regulatória, e foco na confiança no espírito empreendedor dos Empresários e Corretores; a redução dos custos de observância, evitando-se normativos que não sejam os essenciais; a ampliação dos canais de acesso ao consumidor; e o aperfeiçoamento da comunicação com a Sociedade e os Poderes Constituídos com foco na educação em seguros. O discurso completo pode ser lido no portal da CNseg.

Todos os discursos proferidos durante a cerimônia foram marcados pelo tom de união do setor. As mensagens foram de otimismo e de esperança no país, ressaltando a contribuição do seguro, por sua função de reparação que proporciona e pelo importante papel institucional na formação de reservas.

Porto Seguro assina acordo de compra da carteira de seguros de automóveis da Chubb

fusaoA Porto Seguro assinou acordo de compra da carteira de seguros de automóveis da Chubb do Brasil Companhia de Seguros. O objetivo da empresa é de incrementar a sua carteira de seguros de veículos de alto valor, lançado no ano passado com foco neste segmento e que possui serviços e benefícios exclusivos para esse perfil de cliente.

“A aquisição da carteira de seguros de automóveis da Chubb é uma oportunidade que fortalecerá a nossa prestação de serviço no segmento de seguros de veículos de alto valor”, afirma Fabio Luchetti, presidente da Porto Seguro.

Porto Seguro e Chubb vão se empenhar, após obter as aprovações necessárias, em realizar uma transição suave e sem impactos aos atuais clientes e corretores na preservação das garantias das apólices, na continuidade do atendimento e na manutenção dos benefícios e serviços. Segundo Luiz Pomarole, diretor geral de Automóveis da Porto Seguro, “nas apólices transferidas serão mantidos os benefícios que os clientes da Chubb já têm e eles também passarão a contar com os benefícios hoje oferecidos aos clientes do Porto Seguro Auto”.

A transação ainda depende da aprovação prévia dos órgãos reguladores competentes (CADE e SUSEP). Até a conclusão definitiva desse processo, Porto Seguro e Chubb continuarão a atuar de forma totalmente independente entre si e nada mudará na relação existente atualmente entre a Chubb e seus clientes.

Liberty patrocina o Festival do Minuto, com curtas sobre “Viver em Sociedade”

O Festival do Minuto, com patrocínio da Liberty Seguros, promove o concurso de curtas-metragens com tema “Viver em Sociedade”, que tem inscrições abertas até 31 de julho. Os vídeos de até um minuto podem ser em formato de documentário, ficção ou animação. O tema busca promover o debate sobre os diversos aspectos da convivência, de forma criativa e livre.

“A Liberty Seguros acredita que um dos melhores jeitos de fomentar esse tipo de reflexão é por meio da arte. Iniciativas como o Festival do Minuto abrem caminho para gerar novas ideias e criar a pluralidade de pensamento, beneficiando toda a sociedade”, diz Larissa Vecchi, gerente de Comunicação e Marca Institucional da Liberty Seguros.

Para se inscrever, basta acessar www.festivaldominuto.com.br, enviar o curta-metragem e preencher o formulário.

Luiz Araripe será CEO da corretora Capsicum Re Brasil

luiz araripeA corretora de resseguro Capsicum Re anunciou ontem, mundialmente, a sua expansão na América Latina, com a Capsicum Re Latin America (CRLA). Contratou dois executivos que fizeram carreira na Aon Benfield. Joe Smith será CEO da unidade da América Latina, baseado em Miami. Luiz Araripe vai comandar a operação da CRLA Brasil, com sede no Rio de Janeiro.

Rupert Swallow, CEO da Capsicum Re, disse: “O lançamento da CRLA traz um novo capítulo na história da corretora. Temos avançado na construção dos nossos serviços desde que criamos a empresa há 30 meses, com apoio generalizado à nossa proposta centrada no cliente”. A Capsicum Re foi criada pelo ex-CEO da Benfield Grahame Chileno, em 2013, em parceria com Arthur J Gallagher, como uma incubadora para a aquisição novos negócios e talentos baseados em Londres e nas Bermudas. De acordo com agências internacionais, Chileno assumiu como CEO em operações de corretagem internacionais baseadas no Reino Unido, da Gallagher, em fevereiro de 2015, entregando a liderança da Capsicum para co-fundador e atual CEO.

A Capsicum foi criada com o prazo de 2018 em mente, período em que a Gallagher vai decidir se quer ou não comprar o empreendimento do qual detém uma participação de 20%), com o objetivo de transformá-lo em um grande corretor de Londres. “2016 teve um excelente começo para a Capsicum Re; o negócio está progredindo bem e estamos ganhando participação de mercado”, disse Swallow em abril.

“Joe e Luiz são são corretores líderes nos mercados que atuam e agregam uma experiência significativa, uma compreensão profunda da região e um foco em relacionamentos que complementa o nosso foco”, disse ele, sobre as últimas contratações. “Estou ansioso para trabalhar com eles e com a equipe da América Latina da Arthur J. Gallagher para fornecer soluções inovadoras que atendam à crescente demanda por produtos de resseguro especializadas neste mercado,” disse Swallow durante o lançamento da empresa.

https://www.capsicumre.com/capsicum-re-launches-latin-america/

Mapfre fatura 7,2 bi e lucra 126 milhões de euros no 1o. trimestre

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

wilsontonetomapfreFonte: Mapfre

As receitas da Mapfre entre janeiro e março deste ano alcançaram 7,2 bilhões de euros, uma cifra 3,4% inferior à do mesmo trimestre de 2015, devido, entre outras razões, à forte desvalorização das moedas latino-americanas, principalmente do bolívar venezuelano e do real. Por outro lado, os prêmios se mantiveram em 6,1 bilhões de euros. O lucro líquido foi de 192 milhões de euros, 4,8% a menos do que o mesmo período do ano anterior. Se fosse descontado o lucro extraordinário da operação da CatalunyaCaixa no primeiro trimestre do ano anterior, o lucro líquido da MAPFRE teria crescido 6%.

Os ativos totais apresentaram um aumento de 3% desde o encerramento do exercício de 2015, superando 65,4 bilhões de euros, enquanto os fundos próprios atingiram 8,5 bilhões de euros. O índice combinado melhorou dois pontos nos últimos doze meses, alcançando 96,8%, o que reflete a eficiência na gestão do negócio. Por sua vez, o índice de gastos (externos mais internos) também diminuiu quase um ponto, chegando a 27,4%.

Além disso, é importante destacar a boa evolução do resultado técnico do negócio não vida em todo o mundo, que cresceu significativamente no primeiro trimestre deste ano, com um aumento de 174,5%. A Mapfre publicou também seu índice de Solvência II, que se situa em 190%, sustentado por uma base de capital de alta qualidade (92% de TIER 1), o que confirma a solidez da empresa.

A Regional Brasil, que engloba além das operações de seguros desenvolvidas pelo grupo BB e Mapfre, outras atividades como Assistência, Investimentos, Capitalização, Consórcio, Previdência e Saúde, registrou receita de 4,6 bilhões de reais (1,1 bilhão de euros) e prêmios de 4 bilhões de reais (937 milhões de euros). No trimestre merecem destaque o forte crescimento dos Seguros Agrícolas, Grandes Riscos e Previdência. O Brasil contribui com 14,1% dos prêmios do grupo e o resultado líquido da Regional totaliza 708 milhões de reais (166 milhões de euros) no trimestre.

“O Brasil se mantém como o segundo mercado mais relevante da Mapfre em resultados e receitas, mesmo diante de um crescimento menor decorrente do cenário econômico adverso e de forte desvalorização do real. No trimestre, tivemos aumento na sinistralidade nos seguros de automóvel pela maior frequência de roubos em quase todos os Estados e as fortes chuvas e ventos que incrementaram a frequência e intensidade dos sinistros nos segmentos de seguros residenciais e agrícolas. Neste ambiente, conseguimos reduzir gastos e melhorar o desempenho do resultado financeiro. Reputamos como positiva nossa performance quando comparada com o mercado e outras atividades”, comentou o CEO Regional da Mapfre no Brasil, Wilson Toneto.

Também no dia hoje foram divulgadas modificações na estrutura organizacional, entre elas a nomeação de Aristóbulo Bausela Sánchez como o novo CEO da Área Territorial LATAM, no lugar de Rafael Casas Gutiérrez, que se aposentará no fim de 2016. Atualmente, Aristóbulo Bausela é responsável máximo da Mapfre na Área Regional LATAM SUL, cargo no qual será substituído por Marcos Ferreira, que atualmente é CEO da Mapfre BB SH2, entidade que agrupa o negócio de Veículos, Seguros Gerais e Affinities no Brasil. Por último, Luis Gutiérrez Mateo, como novo CEO da MAPFRE BB SH2, no lugar de Marcos Ferreira. Atualmente, Luis Gutiérrez é o responsável máximo pela MAPFRE BHDL na República Dominicana.

“A transição, muitas vezes longa, na visão de nós, brasileiros, é uma prática da Mapfre alinhada com as melhores práticas de boa Governança Corporativa. A renovação de gerações e a mobilidade internacional dos executivos integram nossa estratégia e reforça nossa cultura organizacional”, comenta Toneto.

Swiss Re divulga o estudo “Insuring the frontier markets”

Captura de Tela 2016-05-03 às 17.05.53A Swiss Re, por meio da sua divisão de estudos Sigma, divulgou hoje o estudo “Insuring the frontier markets” (Segurando os mercados de fronteira), que analisa 21 mercados de fronteira que constituirão a próxima onda de crescimento de seguros. O relatório sigma identifica 21 mercados na África Subsaariana, América Latina, Comunidade de Estados Independentes e Sul da Ásia com a combinação de condições ideais para o crescimento dos seguros. As características comuns incluem taxas de crescimento do PIB de 5 a 10% e baixas taxas de penetração de seguros, inferiores a 1,5%. Não há uma abordagem única; as seguradoras precisam navegar por diferentes regimes regulatórios, características culturais e situações econômicas. Outro destaque está nos mercados de fronteira, que exigem um compromisso a longo prazo; há uma vantagem significativa de pioneirismo para as seguradoras que entendem os mercados e que podem se posicionar para o crescimento.

Por trás da animação criada pelos principais mercados emergentes como o Brasil, a Índia ou a China há um grupo de ‘mercados de fronteira’ que tem uma perspectiva promissora de crescimento econômico e oferece um potencial atrativo a longo prazo para as seguradoras. O último estudo sigma da Swiss Re analisa 21 mercados de fronteira, como a Nigéria, o Equador, o Vietnã e o Azerbaijão. Ele fornece uma perspectiva de crescimento dos prêmios e uma visão geral sobre os fundamentos econômicos que levarão ao aumento da demanda por seguros nestes países. O relatório também analisa as características individuais de cada mercado, cobrindo tópicos como mudanças regulatórias iminentes e a influência de fatores externos, tais como acordos comerciais regionais.

Em geral, os mercados de fronteira são países emergentes com economias de menor porte, menores níveis de renda e setores de seguros nas fases iniciais de desenvolvimento. Nesses mercados, a previsão é que o crescimento real e anual do produto interno bruto (PIB) seja forte (5 a 10%) a curto prazo, e as taxas de penetração total de seguros sejam inferiores de 1,5%, apontando para um potencial de desenvolvimento significativo. A maioria dos mercados está na África Subsaariana (SSA). O relatório sigma também avalia os mercados de fronteira da Comunidade de Estados Independentes (CEI), da América Latina e do Sudeste Asiático.

“Captar o potencial dos mercados de fronteira exigirá uma estratégia de longo prazo. No entanto, este trabalho mostra que há uma verdadeira vantagem ‘de pioneirismo’ a ser adquirida pelas seguradoras que entendem como acessar e desenvolver estes mercados”, diz o economista-chefe da Swiss Re, Kurt Karl. “Os benefícios virão quando estes mercados atingirem o limiar crítico do rendimento médio, quando os consumidores e as empresas começarem a comprar mais seguros.”

O relatório da Swiss Re identifica um padrão de crescimento típico dos seguros nos mercados de fronteira. Nos primeiros anos, o crescimento provavelmente favorecerá os negócios comerciais e de ‘não vida’, em detrimento às linhas seguro pessoal e vida. Mais tarde, na medida em que a renda aumenta, os prêmios dos produtos vida, com ênfase em poupança, podem crescer mais rapidamente. No entanto, não há uma abordagem única para se aumentar a penetração de seguros ou se fazer negócios em mercados de fronteira. Para serem bem-sucedidas, as seguradoras precisam compreender as diferentes condições macroeconômicas, os fatores socioeconômicos, os regimes regulatórios e as características culturais dos vários mercados.

O relatório analisa como as seguradoras podem acessar os mercados. Por exemplo, verifica as vantagens e desvantagens de joint-ventures entre as seguradoras locais e internacionais. Ele também destaca as oportunidades em mercados que já possuem consumidores familiarizados com tecnologia, tais como a forma de se alavancar a distribuição digital e qual o papel de produtos simples e fáceis de entender. É importante levar em consideração a forma como a implementação de tecnologias pode interromper o caminho estabelecido de crescimento dos seguros e permitir a alguns mercados dar um salto à frente para um estágio superior de desenvolvimento.

África Subsaariana (SSA)
A SSA é uma região diversificada constituída por 48 estados independentes. Apesar do crescimento global sólido desde a virada do século, o PIB da SSA per capita permanece baixo. Desde 2000, o crescimento real dos prêmios nos mercados de fronteira da SSA tem sido menor do que o crescimento real do PIB, amortecido pelos anos de instabilidade política e guerra civil, que afetou o setor de seguros mais do que o crescimento econômico.

Embora o relatório se concentre em sete das melhores economias de fronteira na região, todos os mercados da África Subsaariana, com exceção da África do Sul, podem ser considerados mercados de fronteira. A penetração de seguros é geralmente reduzida, já que os mercados estão, em sua maioria, nas fases iniciais de desenvolvimento, e os seguros de riscos comerciais (por exemplo, construção, mineração, petróleo e gás) dominam. Os seguros de automóveis estão ganhando importância devido à crescente aplicação do seguro obrigatório de responsabilidade civil para automóveis em muitos países.

A supervisão e as estruturas regulatórias estão melhorando, mas ainda são, muitas vezes, fracas. Por outro lado, a SSA está liderando os mercados emergentes em termos de distribuição de (micro) seguros via telefones celulares. Com uma grande população de renda baixa, os microsseguros e os produtos baseados em dispositivos móveis serão a chave para aumentar o alcance e a penetração de seguros. Outras áreas de crescimento estão no campo da agricultura e de seguros para grandes projetos de infraestrutura.

Comunidade dos Estados Independentes (CEI)
Nos países da CEI, o setor de seguros permanece subdesenvolvido. Em certa medida, isto reflete a mentalidade predominante de depender do Estado ou do apoio da família no momento da necessidade: muitas pessoas nos países da CEI veem os seguros como um luxo. No entanto, o crescimento dos seguros também é resultado do desenvolvimento econômico inconstante nos últimos anos. O colapso dos preços das commodities, sobretudo, destacou a falta de diversificação nestas economias. No entanto, as perspectivas econômicas e do setor de seguros a longo prazo são positivas. Existem alguns fatores que impulsionam o crescimento comum no mercado CEI cobertos por este relatório. Um deles é a introdução de novas categorias de seguros obrigatórios, tais como o de saúde e o de responsabilidade civil de automóveis no Azerbaijão e Geórgia respectivamente. Outro fator é a abertura das economias CEI. Por exemplo, a afiliação à OMC deve (eventualmente) ajudar o Cazaquistão a abrir ainda mais sua real economia e setor financeiro.

Outro fator importante é a regulamentação. Por exemplo, o Cazaquistão tem uma forte estrutura regulatória e, no Azerbaijão, o novo sistema unificado de avaliação de danos em coberturas de automóvel deve desenvolver a confiança dos consumidores no setor dos seguros. Em contrapartida, a inesperada decisão da Geórgia em reverter a liberalização da área de saúde levou a uma queda nos prêmios médicos em 2014, mostrando como a regulamentação também pode impedir o crescimento do setor de seguros.

América Latina
Bolívia, Colômbia, Equador e Peru formam o maior bloco latino-americano de mercados de fronteira. Os setores de seguros no Peru e na Colômbia são mais desenvolvidos do que na Bolívia e no Equador, principalmente devido a reformas estruturais e institucionais realizadas na década de 1990 e início dos anos 2000. Os ambientes regulatórios e operacionais nestes mercados melhoraram consideravelmente e incentivaram a participação de seguradoras estrangeiras, aumentando o market share na Colômbia de 34% em 2003 para 41% em 2014. Em contrapartida, a participação estrangeira no mercado boliviano praticamente desapareceu, e o ambiente de negócios no Equador se tornou mais desafiador com o agravamento da conjuntura econômica e da constante intervenção do estado nos mercados locais de res/seguros.

Sudeste asiático
No sudeste da Ásia, o Camboja, Laos, Myanmar e o Vietnã (CLMV) são quatro dos menores mercados, e eles tiveram um desenvolvimento significativo nos últimos anos. As economias CLMV se beneficiaram de ambientes sócio- políticos domésticos mais estáveis e de uma maior integração na economia global. O setor de seguros em CLMV está em uma fase inicial de desenvolvimento e está sendo impulsionado pelo setor de não vida. O Vietnã é o mercado mais desenvolvido da região e tem a maior penetração de seguros. Os mercados CLMV estão analisando as regulamentações de seguros e relacionadas a fim de possibilitar um crescimento mais rápido do setor. Por exemplo, uma nova lei de seguros no Camboja entrou em vigor em fevereiro de 2015. Em Myanmar, onde o mercado de seguros esteve nas mãos do Estado desde 1963, doze empresas privadas receberam aprovação condicional para fornecer serviços de seguros em 2013. Dois outros acontecimentos que provavelmente atuarão como fatores que impulsionarão o crescimento dos seguros nos mercados CLMV, juntamente com o forte crescimento do PIB, são a Comunidade Econômica da ASEAN (sigla em inglês da Associação das Nações do Sudeste Asiático) e a iniciativa “Nova Rota da Seda” da China (plano conhecido em inglês como ‘One Belt, One Road’). Ambos são explorados neste sigma.

Link para a versão completa do comunicado à imprensa em português: http://media.swissre.com/documents/Comunicado_de_imprensa_sigma2_2016.pdf.

Seguros será novamente destaque no Ciab Febraban

ciab 2016A 26ª edição do Ciab FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras -, maior evento de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina, já está a todo vapor. Novamente, o mercado segurador será um dos destaques do evento, que acontece entre os dias 21 e 23 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Esse ano, o Congresso CIAB FEBRABAN terá como tema central “Cultura Digital transformando a sociedade” e contará com a participação de uma série de especialistas nacionais e internacionais desse mercado, além de importantes executivos do setor.

Assim como no ano passado, o evento apresentará trilhas técnicas de tecnologia para os segmentos de Meios de Pagamento, Seguros, Bancos Internacionais, de Investimento, Comerciais e Financeiras (ABBC, ABBI, ACREFI e ANBIMA), além de Segurança da Informação e TI e Telecom. A área de exposição reunirá ainda as principais novidades e investimentos que o setor financeiro está fazendo em tecnologia para garantir uma experiência ainda melhor aos seus clientes.

Desenvolvida em parceria com a CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), a trilha de seguros debaterá as principais questões sobre o mercado de seguros Brasileiro.

A programação completa do CIAB FEBRABAN pode ser acessada no link: http://www.ciab.org.br/pt/Congresso#.

Lucro do 1o. TRI da Porto Seguro avança 4%, para R$ 240 milhões

Porto-Seguro-logoFonte: Porto Seguro

No primeiro trimestre de 2016, a Porto Seguro enfrentou um ambiente econômico desafiador com mercado de seguros apresentando crescimento menor do que o observado nos últimos anos. Por outro lado, a baixa penetração da indústria e as oportunidades em vários nichos e regiões inexploradas ainda demonstram grande potencial.

A companhia obteve, apesar do cenário adverso, expansão nas principais linhas de negócio. As receitas totais e os prêmios de seguros cresceram 5% no 1T16, sendo que a frota segurada se elevou em mais de 251 mil carros e os prêmios de auto consolidados evoluíram 5%, dentro de um mercado que decresceu 4%. Os produtos Azul Auto, Itaú Auto, Pessoas, Consórcio e Odontológico obtiveram crescimento na ordem de 2 dígitos.

Na operação de seguros, o desempenho operacional demonstrado pelo índice combinado atingiu 98,9% no trimestre, uma piora de 1,5 ponto percentual, basicamente explicado pelo aumento na sinistralidade dos seguros de Automóvel e Saúde. Por outro lado, as despesas administrativas cresceram menos que a inflação, resultando num decréscimo de 0,3 ponto percentual no índice de despesa administrativa, em função dos esforços contínuos para a otimização da operação.

Nos negócios financeiros e serviços, as receitas trimestrais permaneceram estáveis, em decorrência da queda de consumo dos clientes, que impactaram o produto de cartão de crédito, e das medidas adotadas para a contenção do risco. Mesmo assim, o número de cartões evoluiu 16%, alcançando cerca de 2 milhões de unidades, sendo que o risco se estabilizou.

O resultado financeiro do 1T16 apresentou um aumento de 30%, atingindo R$ 353 milhões, favorecido essencialmente pelos investimentos em títulos indexados ao Juro Real + Inflação, que apresentaram um desempenho acima do índice de referência e pelo maior CDI médio no período (+16% vs. 1T15). E também pela valorização do portfólio de ações (alocação estratégica).

O lucro líquido trimestral foi 4% maior do que o mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 240 milhões e o ROAE atingiu 16,8% (-1,0 p.p.), mesmo considerando o aumento de tributos no período (CSLL). Descontando-se esse efeito, o lucro do 1T16 seria 10% maior, alcançando R$ 254 milhões e o ROAE atingiria 17,7% (-0,1 p.p.).

Principais destaques:

· Crescimento das receitas totais de 5% no 1T16 em comparação ao mesmo período do ano anterior;

· Aumento de 5% nos prêmios auferidos de seguros no trimestre (2016 x 2015);

· Lucro líquido no 1T16 de R$ 240 milhões (+4%). O ROAE atingiu 16,8% (-1,0 p.p.) no trimestre – sem business combination. Descontando-se o efeito do aumento de tributos (CSLL), o lucro do 1T16 alcançaria R$ 254 milhões (+10%) e o ROAE atingiria 17,7% (-0,1 p.p.);

· Índice combinado de seguros alcançou 98,9% no trimestre, com uma variação de +1,5 p.p.. O índice combinado ampliado foi de 91,0% (+0,6 p.p.) no 1T16;

· Resultado financeiro de R$ 353 milhões no 1T16 (+30% vs. 1T15). A rentabilidade total no trimestre atingiu 4,1% (126% do CDI) e a rentabilidade (ex. previdência) foi de 3,9% (119% do CDI).

Sincor-SP inicia modernização das regionais

Fonte: Sincor-SP

O Sincor-SP está modernizando seus escritórios e fez a entrega, nesta quarta-feira (27/4), da nova Regional Sorocaba. A adequação da sede e das 30 regionais do Sincor-SP é um dos mais importantes itens do programa de gestão da diretoria que, desde 2014, tem focado na profissionalização da entidade.

A ideia é transformar todas as unidades em verdadeiras representações da Casa do Corretor de Seguros, denominação que acompanha o novo conceito. Queremos levar o corretor de seguros para dentro de nossas unidades para que possa se sentir acolhido e bem atendido, ressalta o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

A reestruturação física dos locais inclui mudança para espaço maior, com auditório, e sempre em loja de rua (piso térreo), para ampliar a divulgação do Sincor-SP, além de dar mais acessibilidade a todo profissional e, principalmente, aos beneficiários e vítimas de acidentes de trânsito que buscam o Sindicato para atendimento gratuito do seguro DPVAT.

Os espaços são disponibilizados para utilização de corretores de qualquer regional que estiverem em trânsito (para uma reunião ou acesso à computadores), além de sistema de teleconferência para participação em reuniões e palestras sem sair de suas empresas. Também podem utilizar gratuitamente outras empresas e entidades relacionadas ao corretor de seguros.

Para o 1º secretário do Sindicato e responsável pelo projeto, Marcos Abarca, desde o primeiro momento, a prioridade foi pensar na forma como o corretor de seguros gostaria de ser atendido. Queríamos um local onde ele se sentisse confortável, acolhido, com o melhor em matéria de tecnologia. Pensando nisso, planejamos e criamos um local plenamente adaptável.

O novo momento do Sincor-SP exigiu a atualização de sua logomarca, trazendo características contemporâneas, estrutura e cores mais leves, além do destaque à sigla do Estado de São Paulo, que responde por mais de 50% do mercado de seguros no País. A modernização da logomarca vem de encontro com o momento de reestruturação das regionais. O objetivo é inovar e trazer uma nova cara ao Sincor-SP, de maior aproximação com a categoria. Todo o layout interno e padrões de cores da nova casa foram desenhados de maneira estruturada para rejuvenescer a entidade. E esse é apenas o começo de todas as transformações previstas, comenta o 1º vice-presidente e diretor responsável pela Comunicação, Boris Ber.

A Regional Sorocaba foi a primeira a concluir a reestruturação, mas a mudança ainda alcançará as outras 28 regionais e, finalmente, a sede do Sincor-SP. A padronização busca nivelar as regionais com os mesmos equipamentos e serviços e também criar uma identidade visual única, em mobiliário e decoração. O novo escritório vai deixar os corretores da região mais confortáveis e tranquilos em saber que podem contar com um espaço moderno e receptivo, diz o diretor da Regional, Eduardo Lemes.