Em mais uma ação para facilitar o dia a dia dos clientes e fomentar negócios para seus corretores e assessorias, a Tokio Marine Seguradora ajustou a opção de pagamento do Seguro Auto para até quatro vezes sem juros no cartão de crédito. Como diferencial, a companhia não compromete o limite de crédito com o valor total do seguro já que as parcelas são debitadas mês a mês. Além disso, se o cliente tiver um programa de milhagem atrelado ao cartão de crédito, pode acumular pontos ou milhas.
As bandeiras disponíveis são Visa, Mastercard e Elo. Se preferir, o cliente pode optar por pagar no cartão de credito em até seis vezes fixas. “Antes do lançamento oficial desta modalidade, realizamos o projeto piloto em algumas sucursais. O sistema funcionou perfeitamente, tivemos um retorno muito positivo e decidimos ampliar a opção para todo o País. Estamos sempre em busca de soluções que auxiliem nossos Parceiros a vender mais e fidelizar o cliente”, afirma o Diretor Executivo de Produtos Massificados, Marcelo Goldman.
Além do cartão de crédito, a seguradora oferece as seguintes modalidades de pagamento: ficha de compensação em até quatro vezes sem juros e débito em conta corrente em até 12 vezes, sendo em até seis vezes sem juros. “Ouvir as sugestões dos nossos Corretores e aplicá-las em nosso dia a dia é uma prática da Tokio Marine. A variedade de opções de pagamento é mais uma vantagem competitiva que oferecemos”, diz Goldman.
Segundo ele, a Tokio Marine está focada em manter o crescimento da carteira de Automóvel acima da média de mercado, como vem acontecendo nos últimos quatro anos. Para 2016, a meta é aumentar a produção em 15%. “No primeiro bimestre deste ano, crescemos 20% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Somos a seguradora que registra o melhor desempenho nesta área desde 2012 e estamos trabalhando continuamente para oferecer as melhores soluções aos nossos Corretores e Assessorias”, finaliza o executivo.
A opção de pagamento em quatro vezes sem juros no cartão de crédito também é válida para os produtos Tokio Marine Residencial e Empresarial Pequenas Empresas.
Estão abertas as inscrições para o 2º exame da Certificação Profissional da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a CPC, que podem ser realizadas até o dia 22 de abril. Este ano, as provas serão aplicadas em 13 cidades do país e o candidato deverá alcançar a nota mínima final de sete (7) para obter a CPC1.
Em relação ao incentivo e a ampliação da certificação profissional no mercado segurador, o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araújo Coriolano, acredita que acelerar o progresso profissional dos colaboradores do setor e sistematizar o conhecimento específico em seguros é fundamental para o aperfeiçoamento da comunicação com foco na educação em seguros. “Temos o compromisso institucional de estimular a qualificação dos profissionais do setor de seguros. Um profissional certificado é um profissional mais valorizado e com mérito reconhecido formalmente pelas empresas”, avalia.
Este ano, as avaliações acontecerão no dia 22 de junho, simultaneamente no Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Curitiba, Blumenau, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Goiânia. No total, o exame terá 100 questões de múltipla escolha embasadas em cinco disciplinas com legislação vigente até 31/03/2016: 1) Estrutura dos Sistemas de Seguros Gerais, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Saúde Suplementar; 2) Aspectos Legais e Regulamentares; 3) Ética, Ouvidoria, Aspectos Contábeis e Financeiros, Controle Interno; 4) Canais de Distribuição de Seguros; e 5) Operações de Seguros.
As inscrições devem ser realizadas por meio do hotsite http://cpc.cnseg.org.br. Nesse mesmo ambiente, o interessado poderá acessar todas as informações relacionadas ao exame, incluindo o conteúdo programático, o calendário e os locais onde serão realizadas as provas. Em 2015, 1.372 candidatos realizaram a prova.
Curso preparatório online para o exame
Elaborado pela Escola Nacional de Seguros, o curso preparatório para o exame em ambiente online é opcional e visa auxiliar o candidato na preparação para a prova. O curso inclui o estudo das provas de 2015 com gabarito comentado, tutoria, vídeo-aulas, apostilas e simulado de prova. Para informações sobre valores e condições de pagamento é necessário entrar em contato por meio da seção ‘Fale Conosco’ do hotsite http://cpc.cnseg.org.br.
Os seguidores da página da SulAmérica no Facebook já podem acessar um divertido teste para descobrir qual década, ao longo dos últimos 120 anos, mais combina com cada perfil. O lançamento do aplicativo Qual década é a sua cara? faz parte das ações de comemoração dos 120 anos de fundação da seguradora.
O resultado do teste é obtido com base em dados e curtidas do usuário no Facebook. Como resultado, o aplicativo exibe fatos marcantes de cada época e as características que aproximam o usuário da década.
“Nesses 120 anos, a SulAmérica viveu o imprevisível em diversos momentos. Vimos muita coisa acontecer e queremos compartilhar algumas dessas descobertas e experiências com nossos seguidores de uma forma interativa e dinâmica”, afirma o diretor de Marketing da companhia, Zeca Vieira.
Além deste aplicativo no Facebook, a seguradora comemora seus 120 anos com a campanha publicitária A vida é imprevisível e, acredite, isso é muito bom e diversas ações ao longo do ano.
Com 7 milhões de clientes em todo o Brasil, mais de 5,3 mil colaboradores e uma rede de distribuição que ultrapassa 30 mil corretores independentes, a SulAmérica contribuiu decisivamente para o desenvolvimento dos setores de seguros, saúde e previdência no país. Sua trajetória foi pontuada por diversas inovações, como a criação do seguro de vida em grupo no país, a Assistência 24 Horas e o Garantia de Aluguel, caução que devolve o dinheiro empenhado, entre outros.
Acesse o aplicativo Qual década é a sua cara?:apps.facebook.com/appsulamerica/
Para garantir o máximo de segurança aos seus beneficiários, a Mapfre Saúde oferece o serviço de Segunda Opinião Médica, voltado a pacientes que queiram obter mais informações sobre diagnósticos e alternativas para tratamento. O segurado interessado no serviço pode acessar os canais de relacionamento da MAPFRE Saúde, que serão responsáveis por indicar um médico para guiar o processo, com todas as informações obtidas até então.
Em seguida, um comitê clínico analisa e seleciona profissionais de renome internacional que sejam especialistas na condição médica em questão. Após a avaliação, o paciente recebe um relatório com recomendações dos especialistas consultados, informando sobre os tratamentos alternativos e com respostas às suas questões específicas.
Se o beneficiário escolher a recomendação dos especialistas, poderá contar com os serviços de reabilitação da Mapfre Saúde através de parceiros especializados em medicina e fisioterapia. Estima-se que as especialidades mais procuradas para um segundo diagnóstico são ortopedia, oncologia, neurologia e endocrinologia.
“Com o relatório de Segunda Opinião Médica em mãos, o paciente tem mais ferramentas para tomar uma decisão ponderada, considerando fatores importantes e que o deixem mais tranquilo para os próximos passos, sem que precisem correr riscos à saúde por procedimentos mal indicados ou desnecessários”, diz Claudio Tafla, diretor de Saúde. Além disso, o serviço também pode reduzir os desperdícios motivados por tratamentos que não apresentem eficiência, além de oferecer melhor qualidade de vida aos beneficiários e otimização de recursos por parte das empresas que contratam os planos de saúde.
Em um dos casos atendidos recentemente pelo serviço de segunda opinião médica, um beneficiário teve detectada ruptura de tendão do ombro. O primeiro diagnóstico indicava a necessidade de cirurgia, o que resultaria em repouso e consequente afastamento de todas as atividades. Ao procurar um novo parecer, foi identificada a possiblidade de reabilitação por meio de tratamento fisioterápico, tendo a cirurgia apenas como última opção. Depois de cinco semanas de tratamento, o paciente não sentiu mais dores e pôde retomar as atividades rotineiras.
“Estima-se que 30% dos custos com saúde sejam frutos de desperdício. Ao oferecer uma alternativa de tratamento, as empresas podem realocar recursos para outras iniciativas voltadas à saúde do colaborador”, completa o executivo.
Após um processo de concorrência bastante criterioso, a Mondial Assistance Brasil, líder em serviços de Assistência 24 horas, acaba de conquistar mais uma grande parceria no segmento automotivo. A empresa será responsável pela prestação de serviços a todos os veículos comercializados pelas marcas BMW (carros e motos), Mini e Rolls Royce no Brasil.
Com uma plataforma de atendimento exclusiva em sua sede em São Bernardo do Campo, a Mondial Assistance prestará atendimento aos clientes BMW em todo o território nacional, Mercosul e Chile, para um parque de aproximadamente 58 mil veículos cobertos a partir de 1º de março deste ano.
Segundo Vincent Bleunven, CEO da Mondial Assistance no Brasil, os fatores decisivos para essa importante conquista, além da competitividade nos preços, foram a expertise da empresa no segmento de veículos premium, a parceria global que ambas as companhias já estabeleceram em diversos outros países, as diversas inovações tecnológicas já implementadas pela empresa e a garantia de excelência no atendimento, com os melhores resultados qualitativos do mercado brasileiro.
“Os objetivos da BMW no Brasil são ambiciosos e tornou-se necessário escolher um parceiro preparado para sustentar as estratégias de crescimento da marca em relação ao atendimento dos consumidores, fornecendo serviços premium compatíveis com o segmento de atuação da montadora e seus clientes. A Mondial está preparada para mais esse desafio, levando em conta o que sempre foi a nossa principal missão: ajudar pessoas a qualquer hora em qualquer lugar”, finaliza Bleunven.
Atualmente, a Mondial Assistance conta com 23 montadoras e 18 seguradoras entre seus clientes da área de assistência automotiva 24 horas, atendendo cerca de 9 milhões de consumidores em todo o Brasil.
A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) lança o relatório anual “Safety & Shipping”, que analisa as perdas no setor de transporte marítimo em cargas acima de 100 toneladas brutas. De acordo com os dados levantados pelo estudo, o registro de ocorrências de navegações seguiu com sua tendência de perda de longo prazo em queda. Em 2015, foram reportados 85 danos em todo o mundo, número 3% menor se comparado com o ano de2014, que registrou 88 casos. Além disso, esta se mostrou a década mais segura para se navegar: desde 2006, as perdas tiveram queda de 45%.
No entanto, as disparidades por região seguem em estatísticas estáveis. Mais de um quarto das ocorrências foram registradas na região do Sul da China, Indochina, Indonésia e Filipinas (22 embarcações). Os dados apontam que a área teve aumento de perdas, se comparados ao ano anterior (18). A categoria de embarcações de carga e pesca foi a que mais apresentou ocorrências globalmente, sendo correspondente a 60% das perdas mundiais, com aumento pela primeira vez em três anos. A causa mais comum para estes dados é afundamento das embarcações (75%), que teve aumento de 25%, normalmente decorrente de más condições climáticas.
No Brasil, segundo dados fornecidos pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), é indicado que, em 2015, sinistros envolvendo transporte marítimo de carga acumularam mais de R$ 276 milhões. Relacionados aos danos das embarcações, são registrados cerca de R$ 200 milhões.
Segundo o relatório, globalmente, houve 2.687 acidentes marítimos (incluindo perda total) em 2015 – queda de 4%, comparado ao ano anterior. O Leste Mediterrâneo e o Mar Negro seguem sendo os principais focos de ocorrência, contabilizando 484 perdas. Atividades são registradas todos os dias da semana, quinta-feira sendo o mais recorrente e sábado mais pacífico. Três embarcações compartilham o título de mais reincidente – um Roll-on/Roll-off na região dos Grandes Lagos, um hydrofoil no Leste Mediterrâneo & Mar Negro e uma balsa nas Ilhas Britânicas – acumulando 19 acidentes ao longo da última década.
Pressões econômicas desafiam os avanços de segurança
Economia fraca, condições do mercado, preços de commodities e excesso de embarcações estão pressionando custos e aumentando preocupações com segurança. De acordo com observações da AGCS, a frequência de perdas no último ano podem indicar reflexos deste cenário. Manutenções de embarcações sendo prolongadas por conta de custos, investimentos para condições básicas de tripulação e segurança de passageiros, equipamentos de resgate e falta de treinamento complementar com navegação eletrônica se apresentam como alguns fatores que tem se apresentado abaixo do padrão ideal para segurança, elevando os riscos. “A reativação de embarcações antigas em um mercado já avançado tecnologicamente pode resultar em um exercício doloroso. Existe necessidade de uma padronização de procedimentos de reativação”, afirma o Capitão Jarek Klimczak, consultor êênior em Riscos Marítimos da AGCS.
Problemas no regaste de “Mega navios” e embarcações afundando em super-tempestades
Foi notado que a demanda por capacidade de carga tem estado maior nas grandes embarcações, tendo registro com aumento de 70% nos últimos dez anos, chegando à capacidade de +19.000 containers. Há preocupações de que pressões comerciais reduzam fácil acesso aos resgatadores para trabalhos de recuperações nesta escala. Levando isto em conta, a indústria pode precisar se preparar para um cenário com mais de US$1 bi em perdas. Outro fenômeno observado no estudo é que condições excepcionais do clima estão cada vez mais recorrentes, trazendo mais riscos às redes de distribuição. É esperado que, neste ano, o fenômeno ‘Super’ El Niño traga ainda mais ocorrências. Além disso, as condições climáticas foram responsáveis por três dos cinco piores acidentes registrados no último ano, incluindo o El Faro, um dos piores desastres ocorridos no comércio marítimo dos EUA na última década.
Riscos cibernéticos evoluem, enquanto as ameaças da pirataria crescem
Perda de dados já não são as maiores preocupações cibernéticas, dado o fato de que a indústria marítima conta cada vez mais com a interconectividade tecnológica. Os avanços na navegação eletrônica e a “Internet das Coisas” mostram que a indústria precisará se adaptar para novos riscos em poucos anos, como os avanços das ameaças na pirataria. “Piratas já estão criando ‘buracos’ em redes de segurança cibernética, buscando roubar cargas específicas”, explica o Capitão Andrew Kinsey, consultor Ssênior em Riscos Marítimos da AGCS. Pela primeira vez em cinco anos, os ataques piratas não tiveram queda em suas estatísticas. No Sudeste Asiático, os ataques subiram, sendo responsáveis por 60% dos incidentes registrados. Além disso, os ataques no Vietnã têm crescido de ano em ano.
Outros riscos:
Além da pressão econômica aumentando os riscos apresentados à manutenção e tribulação das embarcações, assim como as possibilidades atuais dos cyber-ataques, a redução de emissões de combustível também se apresentou como um risco em potencial, que poderia resultar em problemas de potência, conforme a AGCS pôde notar. O problema decorre do uso de combustíveis com teor ultra-baixo de enxofre. Além disso, as águas do ártico se provaram mais perigosas em 2015, com 70 casos reportados no local. É o maior índice da década, com aumento de quase 30% ano-a-ano.
O presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araújo Coriolano, disse ontem, quinta-feira, durante evento promovido pelo Sindicato das Seguradoras no Rio Grande do Sul, que, nos próximos anos, o setor de seguros deverá trabalhar com cinco requisitos para uma nova jornada: a estabilidade regulatória, a regulação contra cíclica, a redução dos custos de observância, a ampliação dos canais de acesso ao consumidor e o aperfeiçoamento da comunicação com foco na educação em seguros. Para 2016, segundo ele, diante do atual cenário conjuntural do país, a projeção é de que o mercado cresça entre 9% e 10% em relação ao ano passado.
Marcio Coriolano destacou que os desafios para os próximos anos têm muito a ver com regulação que pesa sobre o setor, e que conduzirá as propostas de atuação da CNseg para apoiar o mercado diante da atual conjuntura do país. “É um setor estritamente regulado, mas não podemos confundir regulação com aprisionamento. É chegada a hora de o Governo fazer despertar o instinto animal do empreendedor.” Com relação à estabilidade regulatória, Marcio Coriolano enfatizou que o Brasil está convergindo, efetivamente, para padrões internacionais de solvência e contabilidade. Mas, a seu ver, aproximar-se de regras internacionais agora implica em uma pressão relevante sobre capital e patrimônio exatamente em período de ciclo baixo. “Precisamos mesmo caminhar em ritmo acelerado em nossas empresas com um cenário desses e um mercado solvente que nós temos?”, questionou.
“A decisão das pessoas de poupar, de proteger o seu patrimônio, a sua família, a sua saúde, se faz com certo atraso depois destas conquistas terem sido alcançadas”, explicou, salientando que o mercado segurador brasileiro sempre respondeu ao ciclo da economia de forma atrasada. Tanto é verdade, segundo ele, que, mesmo em 2012, quando o Brasil apresentou queda do PIB expressiva, o mercado segurador continuou crescendo. “Agora, está acontecendo justamente o contrário. O Brasil conseguiu resistir em 2014, mas, já no final de 2015 se notou um esgotamento dos fundamentos econômicos, nos atingindo duramente.” O executivo lembrou ainda que o mercado segurador evoluiu muito ao longo dos últimos anos, na esteira do ciclo inédito de prosperidade pelo qual passou o país.
A respeito da ampliação dos canais de acesso aos produtos, o presidente da CNseg frisou que a legislação e a regulação atual engessam a oferta por meios remotos. Nesse sentido, chamou a atenção para o fato de que, quando se defende meios digitais, não se quer dizer afastar, de forma alguma, o corretor de seguros. “É exatamente nesse momento de fragilidade do consumidor, por ele estar com renda menor e ter que exercer escolha difícil com recursos limitados, que a presença do corretor torna-se cada vez mais importante.” Esclareceu o executivo, completando que, a seu ver, uma sociedade que atingiu um grau de maturidade de desenvolvimento em comunicação não pode mais ficar só se comunicando por papel.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) está organizando, e será a anfitriã, da XXVII Assembleia da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (Assal), que será realizada entre os dias 18 e 21 de abril, no Rio de Janeiro. “Esse evento representa uma reafirmação da estratégia de internacionalização da Susep, defendida como um dos quatro pilares de minha gestão”, afirma o superintendente Roberto Westenberger.
Fundada em 1991, a Assal é formada por 19 países latino-americanos e tem Portugal e Espanha como membros convidados (sem direito a voto). Com sede no Chile, a Associação tem, entre seus objetivos, trocar informações sobre legislação dos mercados, métodos de controle e fiscalização, promoção de cooperação entre seus associados e incentivo à educação financeira.
Em abril de 2015, a Susep foi eleita para a Diretoria da Assal com apoio dos principais países da região. “O Brasil, como maior mercado de seguros da América Latina e com as boas relações que mantém com todos no Continente, ficou bastante honrado com essa participação”, afirma Westenberger. A Susep, de acordo com o superintendente, vem buscando uma maior participação internacional e, consequentemente, vem se aproximando das entidades internacionais que congregam os órgãos supervisores de vários países.
O processo de internacionalização da Susep, afirma Roberto Westenberger, pretende se estender a outros continentes. “A Susep começa a caminhar de forma decisiva no sentido de participar mais dos fóruns internacionais de seguros e ampliar a colaboração com os órgãos supervisores de outros países. Seguindo nessa linha, lembra Roberto, a Superintendência passou a integrar, em setembro de 2015, dois dos principais comitês da Associação Mundial dos Supervisores de Seguros (IAIS), Comitê Técnico e de Implementação.
A abertura da XXVII Reunião da ASSAL será conduzida por Roberto Westenberger. Estão convidados para o evento o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e com presenças já confirmadas do presidente da ASSAL, Carlos Pavez, e do representante da IAIS, Conor Donaldson.
Para comemorar seus cinco anos de operação, o grupo BB Mapfre traz ao país a exposição de um dos maiores museus da Europa, o D´Orsay, dando continuidade à mostra sobre o impressionismo: “O triunfo da cor. O Pós-Impressionismo: obras-primas do Musée d’Orsay e do Musée de l’Orangerie”. “Apoiar eventos culturais faz parte do nosso posicionamento que busca fomentar a educação, a cultura e o desenvolvimento do país a partir da realização de grandes manifestações artísticas, capazes de beneficiar um número cada vez maior de pessoas”, afirma Marcos Ferreira, presidente do grupo nas áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities.
“Para nós é um grande orgulho viabilizar a vinda ao Brasil de exposições que são sucesso de crítica e público. Isso evidencia a relevância da arte na vida das pessoas e também a importância do seguro, uma vez que o transporte de obras de arte de valor monetário inestimável só é possível por meio dele”, destaca Roberto Barroso, presidente nas áreas de Vida, Habitacional e Rural.
Com curadoria de Pablo Jiménez Burillo, diretor geral de Cultura da Fundación Mapfre; de Guy Cogeval, presidente do Musée d’Orsay; e de Isabelle Cahn, curadora do Musée d’Orsay, a mostra reunirá 75 obras inéditas no Brasil de artistas como Van Gogh, Matisse, Gauguin, Toulouse-Lautrec, Seurat, entre outros. As telas sairão das paredes das salas do Museu d’Orsay e do Musée de l’Orangerie, na França, e viajarão ao Brasil, primeiramente, rumo a São Paulo.
Considerado o período de transição entre o Impressionismo e o expressionismo, o Pós-Impressionismo conecta-se ao trabalho de pintores que, entre 1880 e 1890, exploram as possibilidades abertas pelo impressionismo, em direções muito variadas.
A mostra ficará em cartaz entre 04 de maio e 07 de julho, no Centro Cultural Banco do Brasil (CBBB-SP). Depois, seguirá para o Rio de Janeiro, onde ficará aberta ao público de 20 de julho a 17 de outubro no CCBB-RJ, durante o período dos Jogos Olímpicos. Em ambos os locais, a entrada é gratuita.
Desde a sua formação, o grupo tem viabilizado a realização de iniciativas culturais, sucessos de público e crítica, como as exposições sobre os Mestres do Renascimento (2013), com mais de 400 mil visitantes; sobre o pintor catalão Salvador Dalí (2014), que atraiu 1,4 milhão de pessoas; e sobre Pablo Picasso e a Modernidade Espanhola (2015), que reuniu um público superior a 800 mil visitantes.
Serviço
O Triunfo da Cor. O Pós-Impressionismo: Obras-primas do Musée d’Orsay e do Musée de l’Orangerie
Entre 4 de maio e 07 de julho no CCBB- SP (Rua Álvares Penteado, 112 – Centro)
Entre 20 de julho a 17 de outubro no CCBB-RJ (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro)
De quarta a segunda, das 9h às 21h
Entrada gratuita com reserva pelo Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br)
A seguradora italiana Generali anunciou hoje lucro líquido de 2 bilhões de euros, avanço de 21,6%. Os prêmios brutos avançaram 4,6%, para 74 bilhões de euros, com grande participação do bom desempenho das vendas de seguros de vida. A Generali anunciou o francés Philippe Donnet para substituir Mario Greco, que deixou o grupo para retornar para a Zurich Insurance.
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