AGENDA: Estrutura de gestão de riscos em empresas de seguros será debatida dia

Por Márcia Alves

Conforme estabelece a Circular Susep 521/2015, até o final deste ano as empresas de seguros deverão definir um cronograma de implantação da estrutura de gestão de riscos e nomear seus gestores de riscos. Até o final de 2017, a estrutura de gestão de riscos deverá estar completamente implantada.

Assizio Oliveira, presidente da Comissão de Controles Internos da CNseg, aconselha a não deixar as providências de planejamento e de implantação para a última hora: “A preparação, desde já, de um projeto de estrutura de gestão de riscos, com ações coordenadas e sinérgicas, distribuídas em um planejamento bem elaborado, coloca a seguradora em situação confortável, evitando correrias e improvisações inconvenientes”, diz.

Assizio participará do evento “Estrutura de Gestão de Riscos – Circular Susep 521/2015”. Além de destacar as origens, os conceitos e os aspectos obrigatórios da circular, ele debaterá o tema com Phelipe Linhares, sócio da KPMG na área de Financial Risk Management e com Rafael Kozma, gestor da área de riscos do Grupo Porto Seguro, em um painel coordenado por Alexandre Leal, superintendente Executivo Técnico da CNseg. O evento será realizado pela Editora Roncarati no dia 27 de abril, das 8h às 13h, no auditório da KPMG.

Serviço

Workshop “Estrutura de Gestão de Riscos – Circular Susep 521/2015”

Data e horário: 27 de abril de 2016 – das 8h às 13h

Local: Auditório da KPMG, na Rua Arquiteto Olavo Redig de Campos, nº 105, Torre A, 6º andar, Chácara Santo Antonio, em São Paulo (SP)

Painelistas:

● Assizio de Oliveira, presidente da Comissão de Controles Internos da CNseg

● Phelipe Linhares, sócio da KPMG na área de Financial Risk Management

● Rafael Kozma, gestor da área de riscos do Grupo Porto Seguro

Coordenador:

● Alexandre Leal, superintendente Executivo Técnico da CNseg

Realização: Editora Roncarati

Apoio: KPMG

Investimento: R$ 650,00 (desconto de 10% para clientes da Editora Roncarati)

Inscrições pelo link: https://www.editoraroncarati.com.br/v2/Cursos/Conteudo/A-realizar.html

Informações pelo e-mail: cursos@editoraroncarati.com.br ou telefone (11) 3073 0106

Filme Truman chama atenção sobre com quem deixar animais de estimação em caso de morte do dono

filmes_10974_truman4O filme Truman (Direção de Cesc Gay, Espanha / Argentina, 2015), que estreia nesta quinta-feira, dia 14, no circuito nacional de cinema, traz em seu enredo a preocupação do personagem principal sobre quem cuidará de seu cão após sua morte. Na fita, Ricardo Darín é Julián, um ator argentino que vive em Madri e desiste do tratamento de câncer, já em estágio avançado. Mas a real preocupação de Julián não é com a morte iminente, mas sim, sobre quem cuidará de Truman, seu velho cachorro da raça bullmastiff.

A película chama a atenção para a responsabilidade de cuidar dos animais e, principalmente, sobre um ponto que pode afligir muitas pessoas que não teriam com quem deixar seus animais de estimação caso uma eventualidade viesse acontecer.

Pensando nisso, a Yasuda Marítima, subsidiária da Sompo Japan Insurance Inc. – um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo – acaba de estabeleceu uma parceria com a Pet Assist, empresa especializada na assistência a cães e gatos, para disponibilizar um serviço de assistência que propicia um novo lar aos animais de estimação no caso de falecimento do dono.

Por meio da iniciativa, quem contratar o serviço terá a garantia do Seguro de Vida Yasuda Marítima para que seu cão ou gato seja acolhido e receba os cuidados necessários em caso de uma eventualidade. O objetivo é possibilitar que a qualidade de vida do animal de estimação seja mantida, mesmo na falta de seu dono.

A ideia surgiu a partir da experiência da Pet Assist em perceber que a morte do dono é um dos motivos que faz crescer o índice de abandono e consequente aumento do número de animais de estimação que vivem sem alguém que se responsabilize pelo seu bem estar. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que só no Brasil existam mais de 30 milhões de animais abandonados, entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães.

Como funciona o serviço

O serviço foi criado e só é possível contratá-lo por meio da parceria entre a Pet Assist e a Yasuda Marítima. Em caso de falecimento do segurado Yasuda Marítima, um profissional especializado busca o cão ou gato, onde ele estiver, e o transporta da forma mais adequada e confortável até o seu novo lar na Pet Assist, que possui um amplo espaço especialmente adaptado para recebê-los. Esse serviço visa replicar o ambiente em que o Pet vivia antes. Como benefício adicional, o segurado terá o direito, no dia-a-dia, a orientações online sobre o comportamento e saúde do animal. Mais informações sobre o serviço podem ser obtidas por meio do telefone 0800 056 2409.

Liberty Seguros apoia temporada 2016 do Fronteiras do Pensamento

Mario-Vargas-Llosa-006A Liberty Seguros é uma das empresas parceiras das edições de São Paulo e Porto Alegre do projeto cultural Fronteiras do Pensamento, que completa dez anos em 2016. Neste ano, o ciclo será aberto pelo jornalista, dramaturgo, ensaísta e ganhador do prêmio Nobel de literatura de 2010, Mario Vargas Llosa.

Nesta temporada, que ocorre até novembro, o tema é “A Grande Virada” e o projeto trará ao país, uma série de conferencistas que são referências em seus campos de atuação para responder quais são as revoluções, sejam individuais ou coletivas, capazes de promover uma grande virada contemporânea.

Entre os convidados estão os escritores Ian McEwan, Valter Hugo Mãe e Michel Houellebecq, a historiadora Elisabeth Roudinesco, o arquiteto e urbanista Jan Gehl e a diplomata Mary Robinson, líder internacional na área de sustentabilidade.

“A Liberty Seguros acredita que incentivar discussões, como as propostas pelo Fronteiras do Pensamento, sobre os vários aspectos da vida contemporânea, incluindo a sustentabilidade do mundo em que vivemos, é um dos principais passos para incentivar transformações positivas na sociedade”, diz Patricia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.

Em São Paulo, os encontros acontecerão no Teatro Cetip, no Complexo Ohtake Cultural, em Pinheiros e em Porto Alegre, no Salão de Atos da UFRGS. Mais informações sobre o evento estão disponíveis na página www.fronteiras.com.

Reuters: Aposta em recuperação de setor de seguros no Brasil barra consolidação, vê BNP Paribas Cardif

Fonte: A prolongada fragilidade econômica está levando a maior parte das seguradoras que operam no Brasil a ter que esperar mais para alcançar uma rentabilidade adequada, mas a aposta na recuperação do mercado nos próximo anos deve limitar as chances de consolidação no setor, disse o presidente-executivo da BNP Paribas Cardif no país, Adriano Romano.

“Mesmo com o mercado crescendo nos últimos anos, a figura já não era tão positiva para as seguradoras não ligadas a grandes bancos”, disse à Reuters. “Desde o ano passado, a coisa está mais complicada e acho que a maioria esta perdendo dinheiro.”

Na esteira de um ciclo histórico de crescimento do mercado no Brasil, apoiado no aumento da renda das famílias, da maior penetração de serviços financeiros e da demanda por produtos para proteção de vida e patrimônio, várias seguradoras, a maioria subsidiárias de grupos globais, abriu ou expandiu a atuação no país.

Mais recentemente, no entanto, o segmento tem acusado os efeitos da recessão brasileira, com o volume de prêmios emitidos pelas seguradoras no país em 2015 avançando 3,17 por cento sobre o ano anterior, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep). O número é negativo em termos reais, considerando uma inflação superior de 10,7 por cento no período.

Para Romano, as seguradoras do país ligadas a bancos de varejo têm conseguido atravessar esse período relativamente bem, dados fatores como vantagens de escala. Para as demais, o retorno do investimento feito demora mais, especialmente as ligadas a setores mais cíclicos da economia.

A própria BNP Paribas Cardif do Brasil viu sua emissão líquida de prêmios cair 5 por cento em 2015, a 1,73 bilhão de reais, após nove anos com crescimento médio anual de 30 por cento, dado que tem cerca de 90 por cento das receitas de prêmios ligadas aos combalidos setores de varejo e veículos.

Ainda assim, a subsidiária da europeia BNP Paribas Cardif teve aumento de 10 por cento no lucro antes de impostos ante 2014, para 255 milhões de reais, movimento apoiado em parte em maiores vendas diretas de seguro pela Internet, produtos de fiança locatícia, além de cortes de custos e renegociação de contratos com fornecedores.

Segundo Romano, o desempenho reflete em parte o foco da companhia na rentabilidade, mesmo sob pena de eventual perda de participação de mercado. Mas ele já avisa que vai ser difícil entregar aumento na última linha para 2016. Além da tendência de retração na emissão de novos prêmios, a companhia deve sofrer com mais intensidade o efeito do aumento do desemprego, que tem como consequência uma elevação do pagamento de indenizações.

“Devemos ter retração no faturamento; espero ao menor poder repetir o lucro de 2015”, disse.

Segundo o executivo, a seguradora já fez em 2015 provisões maiores para despesas com sinistros para este ano, prevendo justamente os efeitos do cenário atual, que leva a companhia a cobrir maiores indenizações provocadas pelo aumento do desemprego.

Apesar disso, em 2015, a BNP Paribas Cardif investiu cerca de 330 milhões de reais no país, especialmente na renovação por mais 10 anos do contrato da Luizaseg, joint-venture com o Magazine Luiza, para venda de serviços de garantia estendida. A seguradora também fez acordos com a unidade brasileira do varejista francês Carrefour e a BV Financeira.

A seguradora avalia que o mercado brasileiro segue como uma boa aposta para o longo prazo e que tem uma posição sólida para resistir a um prolongamento da recessão em curso.

“Temos condição de resistir por bastante tempo”, disse Romano, para quem esta não é a realidade da maioria das concorrentes no país. Segundo ele, por terem sócios internacionais, a maioria das rivais menores no Brasil também está apostando numa recuperação mais adiante. “Muitas delas têm as costas largas, com donos internacionais, por isso eu não esperaria uma consolidação nesse mercado”, disse executivo.

Instituto de Longevidade Mongeral Aegon aposta no trabalho para transformar a realidade brasileira

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A Mongeral Aegon, companhia com 181 anos de atuação no mercado brasileiro de seguros e previdência, lançou dia 12 de abril o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. A entidade nasce com a missão de contribuir com ações concretas, especialmente na área do trabalho, de cidades e mobilização social, para colocar a questão da longevidade na agenda de desenvolvimento da sociedade brasileira e propor soluções em torno dos seus impactos sociais e econômicos.

O Instituto de Longevidade inova com a idealização do Movimento REAL.IDADE que busca reunir apoiadores em todos os segmentos da sociedade em torno do tema. Ao engajar indivíduos, a iniciativa privada, as instituições e o próprio poder público na discussão sobre a rápida mudança demográfica pela qual o Brasil está passando, espera-se aprofundar a percepção das oportunidades e desafios provocados por esse processo.

O Instituto encabeça duas iniciativas inéditas. A primeira delas é uma proposta de Projeto de Lei que cria o Regime Especial de Trabalho do Aposentado (RETA), que prevê relações trabalhistas mais flexíveis e incentivos para empresas que contratarem profissionais aposentados e com mais de 60 anos, ideia que está em linha com o Estatuto do Idoso. A redação do projeto de lei coube aos professores Hélio Zylberstajn, da FEA, e Nelson Mannrich, da Faculdade de Direito da USP.

“O que era uma ideia hoje tornou-se urgência. Pretendemos implementar diversas iniciativas e criar uma agenda de discussões que irá beneficiar os indivíduos, além do setor privado e a sociedade como um todo”, explica Nilton Molina, presidente executivo e membro do conselho de administração da Mongeral Aegon, que passa a presidir o Instituto. “Hoje no Brasil, o déficit nas contratações já começa aos 50 anos. O país e as empresas precisam facilitar a reinserção dessas pessoas ao mercado de trabalho e a sua requalificação”.

O outro projeto do Instituto destacará anualmente as cidades brasileiras mais bem preparadas para atender as necessidades de suas comunidades, cada vez mais longevas. Trata-se da criação do Índice e Prêmio REAL.IDADE de Longevidade. O desenvolvimento da iniciativa foi encabeçado pelo pesquisador Wesley Mendes da Silva, do Instituto de Finanças da FGV/SP. O Índice REAL.IDADE de Longevidade reunirá mais de 80 indicadores de 500 cidades brasileiras, agrupados em 7 variáveis – desde saúde e bem-estar até finanças e habitação.

Para os indivíduos acima de 50 anos, o Instituto lança também o portal do Movimento REAL.IDADE (www.movimentorealidade.org), no qual será encontrado um rico conteúdo formado por entrevistas, estudos e reportagens sobre temas atuais ligados à longevidade no Brasil e no mundo. Também serão disponibilizados gratuitamente serviços e ferramentas úteis como cursos de requalificação profissional, auxílio na reinserção ao mercado de trabalho, auxílio tecnológico, orientação financeira, programa de desconto em medicamentos, entre outros benefícios.

Segundo pesquisa exclusiva realizada pelo Data Popular, os brasileiros acima de 50 anos movimentam R$ 1,58 trilhão por ano, sendo que 51% da renda dessas pessoas vêm do trabalho. Dados da pesquisa revelam ainda que 66% da faixa etária pesquisada recebem amigos em casa; 26% costumam sair com certa frequência para jantar; e 27% das mulheres vão ao salão de beleza. O estudo mostrou também que a internet está cada vez mais presente na vida dessas pessoas, 24% acessam a internet. Desse total, 98% estão presentes no Facebook e 40% utilizam regularmente o Whatsapp.

A preocupação da Mongeral Aegon com a transformação demográfica da sociedade brasileira é baseada em números. Em 1955, a expectativa de vida ao nascer era de 52,9 anos e, em 2015, já alcançou 75,4 anos. A taxa de fecundidade passou de 6,1 filhos por mulher, em 1955, para 1,7 filhos em 2015. Hoje, o país possui 46 milhões de pessoas acima dos 50 anos e este número será mais que o dobro em três décadas. A redução da taxa de fecundidade aliada ao aumento da expectativa de vida do brasileiro fará com que pessoas acima de 50 anos passem a representar um percentual maior da população. Em 2050, o país terá mais de 95 milhões de habitantes com mais de 50 anos, o que corresponderá a quase metade do total, segundo estimativas do IBGE.

O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon conta ainda com a parceria de diversas entidades internacionais com histórico importante de contribuição aos temas ligados à longevidade no mundo, tais como AARP, entidade norte-americana, voltada a atender o segmento de pessoas acima de 50 anos e com mais de 40 milhões de integrantes; a ANBO, entidade holandesa com mais de 120 anos de atuação e os centros de pesquisa MIT AgeLab, Stanford Center of Longevity e Leyden Academy, na Holanda. Além disso, o Instituto está associado a outros Institutos de Longevidade apoiados pelo grupo Aegon: O Instituto Transamerica, nos Estados Unidos, e o Centro Aegon para Longevidade e Aposentadoria, na Holanda.

Estatísticas do Seguro DPVAT mostram melhorias na segurança do trânsito

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As tentativas de fraudes contra a Seguradora Líder-DPVAT representam um número pequeno ao se comparar com o volume de pagamento das indenizações, cerca de 1,09%, por isso é um equívoco achar que o cenário de aumento ou diminuição das indenizações sofre influência dessas variantes. A Seguradora vem fechando o cerco aos fraudadores e, constantemente, apresenta às autoridades policiais denúncias de fraudes, além de municiar os Ministérios Públicos Estaduais e as autoridades policiais com informações e notícias de crime contra tais práticas. Justamente por isto, a Seguradora Líder-DPVAT foi admitida como assistente de acusação pelo Poder Judiciário e pelo Ministério Público de Minas Gerais contra fraudadores e que foram objeto da operação Tempo de Despertar.

As estatísticas de Seguro DPVAT são os dados mais atualizados para a sociedade acompanhar o comportamento dos acidentes de trânsito no Brasil. O seguro cobre três tipos de indenização: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas. Motoristas, pedestres e passageiros têm direito a essas coberturas quando sofrem um acidente de trânsito com um veículo automotor. É importante observar as diferenças de cada categoria de veículo e a evolução das políticas de trânsito para a redução da gravidade dos acidentes no País.

O número de pagamentos de indenização, em 2015, referente a reembolso de despesas hospitalares, invalidez permanente e morte, é 15% inferior ao ano de 2014. A maior queda registrada no período foi na cobertura de morte (19%), seguida de reembolso de despesas hospitalares (18%) e invalidez permanente (13%). As indenizações pagas por acidentes com motocicletas correspondem a 76% do total pago em todas as categorias em 2015, apesar de a frota deste veículo corresponder a 27% da frota nacional. Dos acidentes causados por motos, 83% geram algum tipo de invalidez permanente, por isso que o número de indenização por invalidez é maior do que em outras categorias de veículos.

A vítima em uma motocicleta fica mais exposta a sofrer um dano físico, lesionando membros, coluna e cabeça, devido às próprias características do veículo. A Região Nordeste apresenta um quadro mais agudo de solicitação de indenizações, motivada pelo crescimento da frota de motocicletas com a popularização do transporte. Conforme dados do DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito), a frota de motocicletas da Região Nordeste chega ao 44,8% do total de veículos. Outra informação importante sobre o crescimento do número de veículos de duas rodas é que, entre 2008 e 2015, a frota de motocicletas cresceu 83%, enquanto os demais veículos somados registraram um crescimento de 60% no mesmo período, o que evidencia a quantidade cada vez maior de motocicletas nas ruas e estrada do País. Já nas regiões Nordeste e Norte, o crescimento da frota de motocicletas, entre 2008 e 2015, foi de 146% e 134%, respectivamente.

A boa notícia é que a queda no número de pagamento de indenizações começou a ser percebida nos últimos anos, primeiramente na cobertura de morte, após várias medidas para conter o elevado volume de acidentes. Aumentaram a fiscalização e as leis de tolerância zero para o uso do álcool na direção, por outro lado, houve uma redução da velocidade em rodovias e ruas e, finalmente, uma maior conscientização da população. Antigamente motoristas e passageiros não usavam nem o cinto de segurança. Hoje tornou-se um hábito, crianças passaram a utilizar cadeirinhas especiais e andam no banco traseiro. Temos também os efeitos da desaceleração da economia e a redução da venda de veículos novos, estes aspectos influenciando as estatísticas a partir do ano de 2015. Os resultados dessas medidas também foram percebidos em outras organizações que tentam medir a acidentalidade das ruas e estradas do país, mesmo utilizando diferentes critérios de pesquisa.

Todos os dados da operação do Seguro DPVAT, inclusive o histórico das estatísticas, estão disponíveis a qualquer cidadão no site da Seguradora e no portal da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Semestralmente, a Seguradora publica nos principais veículos do País seu balanço financeiro, agindo com transparência e lisura junto à sociedade. Site: www.seguradoralider.com.br

A importância da participação do Brasil nos órgãos internacionais de supervisores de seguros

Fonte: Susep

A realização da XXVII Assembleia Anual da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (ASSAL), a partir do próximo dia 18, no Rio de Janeiro, consolida a retomada da participação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) nas organizações internacionais de supervisores de seguros iniciada em 2014. “Precisamos defender nossos interesses e nosso protagonismo nesses órgãos e essa participação é fundamental para esse objetivo”, afirmou o superintendente da Susep, Roberto Westenberger, em entrevista coletiva à imprensa nesta terça-feira (12).

De acordo com o superintendente, o primeiro passo nessa direção foi dado em 2015, quando a Susep passou a integrar a diretoria da ASSAL, além de tornar-se membro de dois comitês da Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS). “Nossa participação na ASSAL e na IAIS contou com apoio do governo e de todo o mercado”, afirma Westenberger.

De acordo com o superintendente, a participação da Susep nas organizações internacionais vem sendo vista também como uma outra vertente nas discussões travadas nesses fóruns. Ele citou como exemplo os debates em torno das operações de resseguros, tema que o Brasil tem grande interesse em discutir no âmbito da IAIS, principalmente por ter aberto seu mercado em 2007. No entanto, o Comitê Executivo da Associação coloca o assunto em segundo plano, priorizando questões de estabilidade financeira global.

Westenberger falou ainda do projeto do Polo de Resseguros do Rio de Janeiro, que conta com amplo apoio para sua criação e que deverá ser apresentado em breve ao governo federal. Segundo ele, apesar do polo ser tema de debate na Reunião da ASSAL, as bases da proposta ainda estão em fase de elaboração. O superintendente ressaltou, no entanto, que o projeto deverá levar em conta as condições de outros centros internacionais de resseguros. “Se não tiver as condições necessárias de competitividade internacional, não tem sentido apresentar esse projeto”, disse ele.

Inscrições para o 2ºexame da Certificação Profissional CNseg (CPC) podem ser realizadas até o dia 20 de abril

cpcFonte: CNseg

Até o dia 20 de abril, os interessados em realizar o 2º exame da Certificação Profissional da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a CPC, podem efetuar a inscrição para a prova por meio do hotsite http://cpc.cnseg.org.br. Nesse mesmo ambiente, o candidato poderá acessar todas as informações relacionadas ao exame, incluindo o conteúdo programático, o calendário e os locais onde serão realizadas as provas. Este ano, as avaliações serão aplicadas em 13 cidades do país e o candidato deverá alcançar a nota mínima final de sete (7) para obter a CPC1.

O presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araújo Coriolano, acredita que as transformações no setor de seguros exigem mais qualificação de seus agentes. “É cada vez mais veloz a transformação pela qual passa o setor de seguros, tanto mundialmente quanto localmente. Essa é uma característica estrutural do mercado segurador, que exige, portanto, uma maior qualificação de todos os seus agentes, sejam eles os técnicos e executivos das seguradoras, sejam eles os distribuidores. Nesse cenário, as seguradoras precisam estar ainda mais atentas às novas oportunidades e às novas demandas dos consumidores, desenvolvendo produtos flexíveis e aderentes à capacidade de aquisição destes”, avalia, salientando ainda que a qualificação já é naturalmente necessária em um setor em evolução permanente. “Mas, em momentos de crise, de aumento dos custos e de maior necessidade de eficiência, é evidente que pessoas mais capacitadas estarão mais preparadas para atuar em um ambiente mais competitivo”, observa.

Provas

As provas acontecerão no dia 22 de junho, simultaneamente no Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Curitiba, Blumenau, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Goiânia. No total, o exame terá 100 questões de múltipla escolha embasadas em cinco disciplinas com legislação vigente até 31/03/2016: 1) Estrutura dos Sistemas de Seguros Gerais, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Saúde Suplementar; 2) Aspectos Legais e Regulamentares; 3) Ética, Ouvidoria, Aspectos Contábeis e Financeiros, Controle Interno; 4) Canais de Distribuição de Seguros; e 5) Operações de Seguros.

Curso preparatório online para o exame

Elaborado pela Escola Nacional de Seguros, o curso preparatório para o exame em ambiente online é opcional e visa auxiliar o candidato na preparação para a prova. O curso inclui o estudo das provas de 2015 com gabarito comentado, tutoria, vídeo-aulas, apostilas e simulado de prova. Para informações sobre valores e condições de pagamento é necessário entrar em contato por meio da seção ‘Fale Conosco’ do hotsite http://cpc.cnseg.org.br.

Rede Lojacorr contrata Marcelo Amaral como novo diretor de canais da Rede

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Marcelo Amaral é o novo Diretor de Canais da Rede. Possui 30 anos de experiência no mercado segurador, sendo 20 anos ocupando cargos executivos em seguradoras nacionais, internacionais e corretoras de seguros multinacionais. Atuou em empresas como: Sul América Seguros, Porto Seguro, HDI Seguros, Marsh & McLennan, Aon Risk / Aon Affinity e Citibank Seguros.

Formado em Administração com ênfase em Finanças, pós-graduado em Marketing e com MBA em Gestão Empresarial, é o novo responsável pela Unidade de Canais Estratégicos da Rede Lojacorr, que tem como objetivo efetivar um canal de distribuição complementar para venda de soluções e produtos da indústria de seguros, com capacidade de elaboração de um Programa de Seguros e Serviços.

A área de Canais será responsável pela busca de novas formas de distribuição de seguros e de serviços, bem como: assistências por conveniência, emergências e capitalização, por meio da massificação ou da identificação de oportunidades dentro da Rede e com parcerias estratégicas.

Para o diretor, as soluções serão encontradas para os corretores da rede, clientes e para o mercado consumidor. “Com inovação e flexibilidade, em produtos ou pacotes diferenciados em sua forma de abordagem, embalagem e valor. Seremos responsáveis também pela gestão conjunta de Programas de Seguros em Canais e das oportunidades internas e externas relacionadas a área, sempre alinhados com nossas estratégias e valores”.

A intenção desse novo setor é agregar novos negócios aos tradicionais. Amaral conta que, ainda existem mercados que não foram abordados de forma plena. “Com parcerias e responsabilidade, levaremos nossa missão de proteger e teremos a preocupação em alavancar receitas adicionais para as parcerias de negócios que traremos para Rede”.

Para o vice-presidente da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva, conta que a entrada do novo diretor de Canais Estratégicos, irá agregar conhecimento e relacionamento. “Para explorarmos novas oportunidades no mercado, gerando ainda mais valor para os corretores que operam com a Rede. Esperamos que essa unidade faça parte do nosso posicionamento estratégico, para ser uma solução completa para corretoras de seguros de todos os tamanhos além de ser uma importante alavanca para diversificação da nossa carteira de negócios”, enfatizou.

Susep suspende comercialização e novas autorizações em capitalização

O Conselho Diretor da Superintendência de Seguros privados (Susep) decidiu por unanimidade suspender a comercialização, e novas autorizações dos títulos de capitalização, na modalidade popular, das seguintes empresas: Aplub Capitalização, Sulacap, Invest Capitalização e Aplicap. A suspensão se deu em virtude de irregularidades constatadas na comercialização desses títulos.