AXA lança seguro de Risco Engenharia com atrativos inéditos para o mercado brasileiro de construção civil

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Após quase um ano de estudos e pesquisas, a AXA lançou no último mês de maio, em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), e GEO Gestão Imobiliária, o seu mais novo produto para o mercado da construção civil. Trata-se do Risco Engenharia, que atende novas demandas e anseios dos clientes desse setor. Com diferenciais inéditos, a AXA espera conquistar uma fatia relevante desse mercado já nos próximos 12 meses.
‘O mercado conta hoje com produtos muito similares e que oferecem um clausulado padronizado. Nesse sentido, mudamos alguns conceitos após ouvir as demandas do setor da construção. Destacamos a nossa flexibilidade no parcelamento do prêmio, que acontece durante todo o prazo da obra, o fato do produto não ter franquia para risco de engenharia e também ser a Primeiro Risco Absoluto, ou seja, sem previsão de rateio. Esses são diferenciais inéditos no Brasil e que certamente nos destacarão da concorrência, diz Mauro Santos, Superintendente de Riscos de Engenharia da AXA.

O produto, já aprovado pela SUSEP, só poderá ser contratado online. ‘A contratação é muito fácil, totalmente digital, feita diretamente através do site: www.seguroscbic.com.br . Após preenchimento e análise dos dados, o cliente já sai certificado e totalmente coberto. O valor máximo de cobertura será de até R$100 milhões para valor da obra e de até 48 meses para conclusão da mesma’, explica Santos. A parceria da AXA com os corretores continua e o cliente precisará necessariamente escolher o corretor de sua confiança, para finalizar a transação.

‘O setor da construção civil é muito importante. O alcance nacional do Convênio de Seguros da CBIC é um atrativo importante para as nossas ambições nesse mercado e esperamos emitir algo em torno de R$ 12 milhões de prêmio já no primeiro ano, considerando a base relevante de clientes do Convênio de Seguros da CBIC e também o atual momento da economia do país. Porém, estamos confiantes e certos de que será mais um produto de sucesso no mercado’, conclui Vanderlei Ravazzi, Diretor Técnico P&C da AXA.

Membros da Escola Nacional de Seguros participam do IIS Global Insurance Forum, em Cingapura

13442210_246655939045105_4903737783946316038_nMembros da Escola Nacional de Seguros participam do International Insurance Society (IIS) Global Insurance Forum, em Shangrila, Cingapura. O evento conta com uma lista de mais de 50 executivos e especialistas que farão palestras para cerca de 500 participantes de mais de 40 países. O evento acontece de 12 a 15 de junho. O tema central é a inovação, vista como uma peça fundamental para qualquer negócio de sucesso. A proposta do evento é discutir como o setor pode se adaptar, transformar e conhecer novas tecnologias a inovação disruptiva, big data, resiliência ao risco , cyber risks, a inovação nos cuidados de saúde e reinvenção do segmento de vida e previdência, assim como a canais de distribuição em tempos de revolução digital.

A equipe brasileira começou a trabalhar no dia 11. Segundo Maria Helena Monteiro, diretora da Escola Nacional de Seguros, ela e o economista Cláudio Contador, diretor do Centro de Pesquisa e Economia do Seguros, participaram da reunião do grupo internacional de Escolas de Seguros. “Eu e Claudio Contador atualizamos o grupo com as muitas boas novidades de Escola, e o evento terminou com um jantar no 55o andar da ION Tower, com uma vista linda da cidade”, contou Maria Helena em sua página no Facebook.

As notícias do evento começam a ser divulgadas a partir desta segunda-feira.

Seguro-garantia só contribuirá com desenvolvimento econômico se for aprimorado

Fonte: Revista Consultor Jurídico, 12 de junho de 2016

Por Paulo Luiz de Toledo Piza*

As operações policiais dos últimos anos levaram a um aumento significativo de reclamações de sinistro de seguro-garantia. Na modalidade mais comercializada, conhecida como performance bond, este seguro garante o interesse dos contratantes de obras públicas ou privadas, os segurados, contra o risco de não cumprimento do contrato por parte dos seus contratados. Estes são os “tomadores” do seguro: contratam o seguro e pagam o prêmio (preço) correspondente. Ocorrendo sinistro, a seguradora deve indenizar o segurado dos prejuízos consequentes, que envolvem o sobrecusto para a retomada do contrato garantido, como também todos os demais efeitos patrimoniais adversos ao interesse segurado.

Ao contrário do que se tem divulgado, não se trata propriamente de “seguro contra atrasos”. Nem tem sido prática usual das seguradoras fiscalizarem as obras para que prazos e custos sejam respeitados. O seguro-garantia visa a garantir a impossibilidade de cumprimento das obrigações encartadas no contrato garantido. Não cobre os prejuízos incorridos pelo segurado com o mero atraso na execução de uma obra, na entrega de uma partida de fornecimento ou na prestação de um serviço, e sim os danos materiais decorrentes da impossibilidade de cumprimento.

Trata-se de importante instrumento para a imediata reposição das forças de trabalho e capital. Em caso de sinistro, a atuação do mercado segurador tem de viabilizar, com agilidade, a retomada e conclusão da obra paralisada, do serviço inconcluso, da entrega. O mercado brasileiro, entretanto, premido pelo aumento do número de reclamações e de indenizações a pagar, tem feito com que o contrato de seguro-garantia se alheie cada vez mais de sua função social.

Nos casos em que se verifica o pagamento pelo segurador, isso por vezes acontece bastante tempo depois do sinistro. Em si mesma, essa demora já é lesiva. Por não contar, desde logo, com os recursos do seguro, os prejuízos se agravam. Para cumprir outros contratos, como entregar um apartamento, prover infraestrutura ou atender uma encomenda, sem incorrer em prejuízos adicionais e multas, ao empresário restará o mercado financeiro e juros elevados.

Os contratos de seguros-garantia também costumam estabelecer que a seguradora tem o prazo de 30 dias, contados da reclamação, para liquidar o sinistro. Ocorre que os clausulados de seguro, escudados em ato normativo de discutível legalidade da Superintendência de Seguros Privados, estabelecem ainda que a contagem desse prazo ficará suspensa toda a vez que a seguradora solicitar documentos e informações complementares. É possível, assim, que o exame de um sinistro se alongue por meses ou mais de ano e, com isso, um seguro modelado para contribuir com a manutenção do nível da atividade econômica perde todo o seu sentido.

Pior do que a demora em pagar, no entanto, são as peripécias que vez ou outra se verificam por parte de algumas seguradoras, para não terem de pagar o valor do seguro. Casos há em que se aliam ao tomador inadimplente, para estruturar a alegação de que este deixou de cumprir o contrato garantido por culpa do segurado. Como em caso de pagamento do sinistro o tomador terá de ressarcir a seguradora, a quem dá contragarantias específicas ao contratar o seguro, verá com bons olhos a sugestão de que escreva correspondência culpando o segurado pelo seu próprio inadimplemento.

Poderá acontecer, também, de algumas seguradoras emitirem apólices de seguro-garantia sem colherem do tomador todos os documentos e informações a respeito do contrato a ser garantido. Ou sem fazer a análise de risco de crédito necessária para a boa precificação e dimensionamento das contragarantias. Já se ouviu um segurador especializado, a propósito, proclamar que o seguro-garantia não serve para pagar sinistros, mas apenas para viabilizar negócios.

O atual contexto de alta sinistralidade, capaz de impactar significativamente os resultados das seguradoras e exigir o concurso de resseguradores sujeitos às mesmas adversidades, talvez explique a crescente atração por protelar as indenizações securitárias, ou simplesmente negá-las, para depois buscar um benéfico acordo judicial ou extrajudicial com o segurado.

Também há casos de tomadores e segurados que atuam em prejuízo das seguradoras. Já se verificou, por exemplo, a contratação do seguro para a garantia de contratos de exportação sabidamente fictícios. Trading companies ligadas a bancos sabiam de antemão que o tomador não tinha condições de realizar determinado fornecimento, mas mesmo assim era contratado. No entanto, não recebia o preço, autorizando as tradings a transferirem a quantia a bancos a quem devia somas equivalentes. Depois, ocorrendo o sinistro, bastaria a elas tentaram receber a indenização securitária.

Mas, afora situações fisiológicas, não se deve perder de perspectiva que, ao emitir uma apólice de seguro-garantia, o segurador dá ao segurado o conforto de que o tomador está apto a cumprir com suas obrigações e de que, em último caso, poderá contar com o tempestivo pagamento do seguro.

Os percalços que afastam o seguro-garantia de sua função social vão ficando cada vez mais explícitos no atual cenário de crise política e econômica, surgindo até mesmo situações esdrúxulas. Empresas públicas e privadas investigadas deixaram de pagar contratados, que cumpriam normalmente suas obrigações. Sem receber, alguns destes se viram forçados a parar a obra ou a não efetuar a entrega contratada. Avisado sinistro pelas empresas investigadas, a seguradora, temendo envolvimento, antes de se dispor a pagar indenização que poderia muito bem não ser sequer devida, pede dos tomadores desnecessário reforço das contragarantias, ou ameaça executar as existentes, de resto dificultando a contratação, pelo tomador, de seguro-garantia com outro objeto, exigido por outro cliente.

Há muito, portanto, a ser aperfeiçoado para que o seguro-garantia possa cumprir sua missão e contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país.

* Paulo Luiz de Toledo Piza é mestre e doutor em Direito pela Faculdade de Direito da USP, professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie e sócio do escritório Ernesto Tzirulnik Advocacia.

Escola Nacional de Seguros e Biblioteca Nacional fecham parceria para disponibilizar acervo digital

Fonte: JB

A Escola Nacional de Seguros e a Biblioteca Nacional firmaram parceria com o objetivo de promover o intercâmbio de livros, publicações, periódicos e informações por meio das bibliotecas das duas instituições. A partir de agora, a Escola passa a integrar a Rede da Memória Virtual Brasileira da Biblioteca Nacional, que prevê a criação e geração de conteúdos digitais de relevância para a cultura regional e nacional.

Esses materiais fazem parte dos acervos da biblioteca e de instituições brasileiras parceiras no Projeto da Biblioteca Digital (BNDigital). Essa rede está interligada também à Biblioteca Digital del Patrimonio Iberoamericano, que engloba as bibliotecas de 11 países, entre eles Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Espanha, Portugal e Uruguai.

O Acervo Digital da Escola Nacional de Seguros, que passa a ser disponibilizado gratuitamente, reúne atualmente 386 títulos, sendo composto por 1.640 artigos de periódicos publicados na revista técnica Cadernos de Seguro e na Revista Brasileira de Risco e Seguro (edições nacionais e internacionais).

Para encontrar os títulos da Escola Nacional de Seguros, basta acessar o endereço http://bndigital.bn.br/acervodigital e pesquisar em todos os campos a palavra ‘FUNENSEG’. Os títulos também estão disponíveis na Biblioteca Luso-Brasileira no projeto cooperativo com BNPortugal:http://bdlb.bn.br/acervo/handle/123456789/17/discover?query=funenseg.

Crise exige mudança de atitude dos corretores, dizem líderes do setor em evento do CCS-SP

Alexandre Camillo, Adevaldo Calegari e Dilmo B. Moreira

Alexandre Camillo, Adevaldo Calegari e Dilmo B. Moreira
Alexandre Camillo, Adevaldo Calegari e Dilmo B. Moreira
por Márcia Alves

O conturbado momento político e econômico do país motivou o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) a convidar as principais lideranças do mercado de seguros paulista para analisar a situação e discutir saídas para a crise. O encontro aconteceu dia 7 de junho, no Circolo Italiano. “Precisamos definir um rumo, porque o cenário atual está muito complicado”, disse o mentor do CCS-SP, Adevaldo Calegari.

Para Alexandre Camillo, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP), a instabilidade política do país traz reflexos também ao setor de seguros. Tanto é que existem, no momento, questões pendentes, como o seguro auto popular, que já foi lançado, mas ainda passará por reformulações; as revisões do DPVAT; o seguro obrigatório de danos causados por embarcações, o DPEM, que ainda não foi solucionado; e a autorregulação. Ele ainda acrescentou à lista de incertezas a eventual troca de comando na Susep no novo governo.

Camillo observa que, mesmo assim, a indústria de seguros cresceu 7% no primeiro quadrimestre, “um privilégio”, a seu ver, considerando que o país retrocedeu 5% no mesmo período, “com total mérito aos corretores e seguradoras”. Em sua avaliação, os desafios se renovarão a cada dia, bem como as novas oportunidades. Na visão do dirigente, a corretagem de seguros está passando por um período de transição para a entrada em um novo ciclo.

“Precisamos parar de sofrer, encarar o problema e nos adaptar”, disse. Camillo lembrou os questionamentos que recebeu, no início de sua gestão, por levantar a bandeira do empreendedorismo. “Quando iniciamos esse conceito, não imaginávamos que passaríamos por essa crise. Hoje, vemos o quão foi e é muito oportuno”, disse.

O presidente do Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP), Dilmo Bantim Moreira, indicou o segmento de seguros de pessoas como opção rentável para os corretores de seguros. Ele destacou que a previdência privada, por exemplo, será a alternativa mais viável no futuro para complementar a renda da população no período de aposentadoria, ou, talvez até, a única opção, considerando o estado de insustentabilidade da Previdência Social. A agravante, em sua avaliação, é a longevidade dos brasileiros.

“As pessoas estão vivendo mais e se aposentarão mais velhas, mas o Estado não terá mais como se auto-sustentar, pois a taxa de natalidade também está caindo. Portanto, a aposentadoria terá de ser a privada”, disse. Para ele, está na hora de os corretores oferecerem aos seus clientes de seguro automóvel ou de empresarial os produtos de seguro de vida, seguro saúde, previdência privada e a capitalização.

A comissão mínima dos corretores e a concorrência entre membros da categoria foram as questões que o presidente da União dos Corretores de Seguros (UCS), Marcelo Guirao, trouxe ao evento. Ele argumentou que as novas tarefas assumidas pelos corretores nos últimos aumentaram seus custos, reduzindo a lucratividade. Por isso, em sua opinião, a categoria deve lutar pela fixação de uma comissão mínima, que possa restabelecer o equilíbrio de suas contas.

O mentor do Clube dos Corretores de Osasco e Região (CCS-OR), José Amélio de Souza, acrescentou que o ramo de automóvel enfrentou déficit de 3% no primeiro trimestre do ano. “As companhias também estão preocupadas. Mas, estão tentando proteger as apólices para que os corretores não as percam”, disse.

Pedro Barbato Filho, presidente da Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Camaracor-SP), elogiou iniciativa do CCS-SP de reunir as lideranças para analisar o cenário, reconhecendo a complexidade do tema. “Com a implementação de medidas de ajuste e a expectativa de melhora no cenário político, a nossa economia tem a enorme probabilidade de agilizar sua recuperação e, com isso, repercutir no crescimento do mercado de seguros”, concluiu.

Osmar Bertacini, presidente da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), falou de sua experiência no enfrentamento a crises em mais de 50 anos de carreira. “Tenho certeza de que o setor superará as turbulências”, disse. Ele orientou os corretores a se anteciparam ao fim da crise. “Se soubermos aproveitar as oportunidades atuais, quando a crise terminar, estaremos um passo à frente”, disse.

O mentor Adevaldo Calegari concedeu espaço para Luiz Ioels, presidente da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Credicor-SP), apresentar os resultados. Segundo ele, a Credicor-SP cresceu 100% no último ano e já conta com 1.650 cooperados. Um dos resultados desse bom desempenho é o montante disponível para empréstimos: R$ 14 milhões.

No encerramento do encontro, Calegari observou que o país já atravessou crises piores, como na época do governo Sarney, quando a inflação atingiu 86,4%, e que o mercado de seguros sobreviveu a todas. “Não existe instrumento no mundo que possa substituir uma apólice de seguro no momento em que uma vida é ceifada ou uma indústria pega fogo. Não tenho dúvida, vamos superar esse momento”, disse.

Liberty Seguros implementa telessubscrição de risco na contratação do Liberty Vida Especial

alexandre vicenteFonte: Liberty

Para facilitar o processo de contratação dos seguros de vida, a Liberty Seguros acaba de implementar a telessubcrição de risco na contratação do Liberty Vida Especial. O processo, que já é aplicado ao Liberty Vida Perfil, agiliza e facilita a contratação do produto.

Com esta novidade, a Declaração Pessoal de Saúde (DPS), que antes era preenchida manualmente pelo proponente do seguro com o auxilio do corretor, agora é feita por uma equipe exclusiva de enfermeiros da Liberty Seguros. De acordo com Alexandre Vicente, diretor de Seguro de Pessoas da seguradora, “os clientes brasileiros estão mais exigentes e buscam praticidade ao contratar ou comprar um serviço, e isso também se aplica ao seguro de vida”.

Com a telessubscrição, o cliente passa por uma entrevista, em que os dados médicos são coletados e avaliados por profissionais da área de saúde contratados pela Liberty Seguros, garantindo uma melhor análise de risco, com total privacidade das informações dos clientes.

“O corretor também é beneficiado com este processo, que auxilia sua rotina de trabalho e facilita o processo de captação e efetivação da proposta”, diz o executivo. “Além disso, a telessubscrição contribui para que o seguro contratado seja customizado e de alta qualidade”.

Além disso, o Liberty Vida Especial traz uma série de coberturas e serviços que vão além das tradicionais assistências que os seguros de vida oferecem após a morte do segurado. O produto disponibiliza, por exemplo, a coberturas de Doenças Graves, em que a partir do diagnóstico de algumas doenças selecionadas, o segurado recebe o equivalente a 25% da indenização da cobertura básica de Morte para utilizar em vida, auxiliando no seu tratamento ou da forma como melhor lhe convier. “E o valor da indenização de Doenças Graves, não é deduzido da cobertura básica, que continua integral para pagamento aos beneficiários em caso de Morte”, ressalta Alexandre.

O Liberty Vida Especial também dispõe de serviços como o Liberty Assistência Domiciliar, com assistência de profissionais (encanador, chaveiro e eletricista) para a realização de serviços emergenciais.

Os segurados também podem optar pela contratação da Segunda opinião médica internacional, ou seja, em caso de doença complexa coberta pelo seguro, o cliente pode solicitar um segundo parecer, assinado por médicos que sejam referência naquela especialidade. Também pode ser solicitada a assistência Pet, que cobre acidentes e indica clínicas e pet shops para animais de estimação.

“Percebemos que o interesse do brasileiro pelo seguro de vida vem crescendo. Facilitar o acesso e agilizar o processo de contratação, por meio de serviços como a telessubscrição, é uma maneira de incentivar a procura por este tipo de produto”, explica Alexandre Vicente. “Também trabalhamos para apresentar aos clientes as coberturas e assistências das quais eles podem usufruir em vida quando contratam este tipo de seguro”, finaliza.

A.M. Best revisa de positiva para estável rating da Terra Brasis

Fonte: A.M. Best

A A.M. Best revisou a perspectiva da classificação de crédito do emissor (ICR) de positiva para estável e afirmou a classificação de força financeira (FSR) em B++ (Bom) e o ICR em “bbb” da Terra Brasis Resseguros (Terra Brasis) (Brasil). A perspectiva para o FSR é estável.

Os ratings refletem a equipe de gestão conservadora e a sólida capitalização ajustada pelo risco. Adicionalmente, a Terra Brasis lentamente começa a construir uma carteira de negócios bem-diversificada, com um mix de negócios nos segmentos de vida e de não-vida. A revisão da perspectiva reflete as difíceis condições macroeconômicas e políticas enfrentadas atualmente no Brasil e o potencial impacto que essas questões podem ter no mercado de (re) seguro. A Terra Brasis é registrada como empresa de resseguros local no Brasil, o que proporciona certas vantagens competitivas à companhia em relação a competidores registrados como admitidos ou como ocasionais. Devido à Terra Brasis ter um histórico operacional limitado, a A.M. Best continuará a monitorar de perto o desempenho financeiro e a execução do seu plano de negócios.

Compensando parcialmente os fatores positivos acima, nota-se o perfil empresarial limitado e o inerente risco de execução associado a empresas recentemente constituídas. Fatores-chave que poderiam levar a uma perspectiva positiva ou a uma elevação da classificação são: rentabilidade sustentada e estável, capital ajustado pelo risco robusto e demonstrações de que a companhia construiu um perfil de mercado sólido.

De modo recíproco, um declínio na capitalização ajustada pelo risco poderia levar a uma perspectiva negativa ou a um rebaixamento da classificação. Outros fatores que poderiam levar a uma perspectiva negativa ou a um rebaixamento da classificação incluem a incapacidade de executar de maneira bem-sucedida seu plano de negócios e de ganhar aceitação no mercado.

Perdas globais causadas por desastres naturais em maio chega a US$ 7 bi

incendioRelease

Ao menos US$ 7 bilhões – essa é a estimativa de quanto os desastres globais e eventos climáticos custaram em Maio de 2016 para seguradores e ressegurados. O último relatório lançado pela Aon Benfield – Global Catastrophe Recap Report – traz informações de que os incêndios que ocorreram em Alberta, no Canadá, se tornará o desastre com maior custo na história do país. As perdas seguradas, incluindo danos físicos e interrupções de negócios, deverão custar US$ 3,1 bilhões, enquanto as perdas econômicas totais devem somar mais US$ 1 milhão à conta.

O incêndio atingiu mais de 580 mil hectares de terra e destruiu, pelo menos, 10% da região do Fort McMurray, incluindo mais de 2,4 mil casas e outras estruturas. Surpreendentemente, não houve vítimas diretas a partir desse evento, isso foi garantido por uma enorme operação de evacuação em Alberta.

“A severidade dos danos do incêndio florestal em Fort McMurray é uma triste lembrança de como é significativo possuir riscos segurados. Uma vez que esse é o sexto incêndio florestal que, sozinho, alcança a casa de perdas de bilhões de dólares para as seguradoras, não há muitos precedentes de incêndios dessa magnitude”, afirmou Adam Podlaha, head global da companhia Impact Forecasting.

Já as chuvas e enchentes severas na Europa onde a tempestade Elvira varreu parte do norte do continente, entre os meses de maio e junho, causaram grandes danos na Alemanha, França, Áustria, Polônia e Bélgica, causando inundações em estações de metro nas principais capitais. As estimativas de sinistros iniciais das associações de indústrias da França e da Alemanha são de, pelo menos, pagamentos na casa dos US$ 2,3 bilhões, enquanto o dano econômico global está, provisoriamente, estimado em US$ 4,6 bilhões.

Maio também foi o mês em que cerca de cinco surtos severos de tempestades atingiram os Estados Unidos com perdas seguradas estimadas em US$ 1 bilhão. O ciclone Roanu levou chuvas torrenciais ao Sri Lanka, Índia Oriental, Bangladesh, Myanmar e China, tmabém em maio, atingindo aproximadamente 125 mil casas. A reconstrução desses locais é estimada em US$ 1,7 bilhão, mas as perdas seguradas são muito menores, levando em conta a baixa penetração do mercado nesses locais.

Há ainda outros desastres naturais que entram para a conta: Enchentes na Cina, Kenia, Tajiquistão, Afeganistão, Ruanda, Etiópia, Iemen, entre outros. Além dos terremotos registrados no Equador e na China, esse última com prejuízos que totalizam US$ 61 milhões.

Veja a importância de ter um seguro de responsabilidade civil

Economic growths indexFonte: Porto Seguro

Atualmente o Brasil possui uma frota com cerca de 70 milhões de automóveis e, a cada ano, são aproximadamente três milhões de novos veículos em circulação. Todo crescimento pode apresentar consequências e, com mais carros nas ruas, aumenta também o número de acidentes. Hoje, o número de vítimas de trânsito cresce cinco vezes mais do que a frota de veículos e, de acordo com informações do DPVAT, no país, ocorre aproximadamente um acidente com danos pessoais a cada 30 segundos.
O impacto que um acidente com danos corporais pode causar é um assunto bastante delicado. Por esse motivo, é fundamental que o motorista esteja preparado para qualquer tipo de incidente, pois tem a responsabilidade legal de indenizar os danos causados a eventuais vítimas e os custos envolvidos são geralmente altos.

Em casos envolvendo lesões, por exemplo, são considerados custos hospitalares, cirurgias, centros de recuperação, fisioterapia, tratamentos, equipamentos ortopédicos, home care, entre outras despesas. Em casos de invalidez ou morte, a indenização aos familiares e dependentes considera expectativa de vida da vítima, idade, renda mensal e número de dependentes, entre outras despesas. É preciso levar em consideração também o quanto são altos os custos dos tratamentos de saúde no país, principalmente se for necessária alguma cirurgia para casos mais graves.

Para ter mais tranquilidade em relação a possíveis acidentes, quando o motorista contrata o Seguro Itaú Auto, por exemplo, ele já conta com a garantia de RCF inclusa na apólice, com a cobertura de R$ 50 mil para danos corporais e também para danos materiais a terceiros. No entanto, na maioria das vezes, o valor da cobertura não é suficiente para cobrir as altas despesas que podem surgir num eventual acidente. É nesse ponto que uma boa proteção faz a diferença, e, por isso, é importante sempre avaliar se o valor da cobertura está de acordo, já que, com um pequeno investimento adicional no valor do seguro, é possível aumentar consideravelmente o valor da indenização. Veja abaixo alguns exemplos que mostram a importância de contratar uma extensão da cobertura de RCF:

A economia que o segurado pode ter

Casos concretos exemplificam o impacto financeiro da adesão à cobertura de RCF:

Caso 1

A vítima foi um homem de 26 anos, que trabalhava como motorista profissional com renda mensal de R$ 2 mil. O acidente infelizmente ocasionou a amputação de sua mão. O judiciário determinou que fosse pago à vítima uma indenização de R$ 228 mil. O responsável tinha seguro de automóvel com cobertura de danos a terceiros no valor de apenas R$ 50 mil. Por isso, teve que arcar com a diferença de R$ 178 mil.

Caso 2

Em outro exemplo, a vítima era um mestre de obras de 52 anos, com uma renda mensal de R$ 3,5 mil. Ele veio a falecer e deixou a mulher e dois filhos menores. O juiz determinou uma indenização à família da vítima de mais de R$ 260 mil. Neste caso, o motorista tinha seguro com danos a terceiros no valor de R$ 300 mil. Portanto, teve condições de arcar integralmente com as responsabilidades perante essa família.

Esse segurado pagou a mais do que o do primeiro caso para ter garantia de um valor maior para danos corporais a terceiros, em média R$ 16,00 por parcela (4 parcelas) ou pouco mais de R$ 0,17 centavos ao dia.

Adesão do RCF no Brasil

Segundo Marcelo Sebastião, diretor da Itaú Auto e Residência, a procura pela cobertura de Responsabilidade Civil Facultativa (RCF) teve um aumento no Brasil nos últimos anos. “As pessoas estão cada vez mais preocupadas com a própria responsabilidade social, e oferecer um serviço que cubra todas as despesas da vítima em casos de acidente é uma excelente opção de um produto diferenciado, que pode contribuir para cuidar do outro e evitar uma grande despesa no futuro”, afirma Marcelo Sebastião.

Para mais informações sobre as vantagens da cobertura de Responsabilidade Civil Facultativa, os porta-vozes do Itaú Auto e Residência estão à disposição.

Eduardo Grillo assume a diretoria comercial da Allianz

eduardo grilloEduardo Grillo assume a Diretoria Executiva da Divisão Comercial da Allianz Seguros e passa a ser membro do Comitê Executivo da companhia. Grillo está na seguradora há dez anos, tendo ocupado até então o cargo de diretor da Regional Sul.

Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Católica de Administração e Economia (FAE), em Curitiba, pós-graduado em Planejamento e Análise de Investimentos pelo Centro de Desenvolvimento Executivo FAE CDE e pós-graduado em Estratégia e Organização pela Universidade Federal do Paraná, Eduardo Grillo acumula 20 anos de sólida experiência em outras companhias de destaque do mercado segurador e financeiro.