Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo anuncia vencedores

Na noite ontem, quinta-feira, 24, foram revelados durante cerimônia de premiação, em São Paulo, os vencedores do 9º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo. Com recorde de matérias participantes – cerca de 2,5 mil –, o concurso atingiu a marca de 11.870 inscrições desde sua primeira edição.

Do total de inscrições vindas de jornalistas de 55 cidades brasileiras, 40 chegaram à final e oito ganharam o Prêmio. Os vencedores foram eleitos após análise e debate do Comitê de Premiação, composto por jornalistas e especialistas nos temas do concurso, sem qualquer participação da Allianz Seguros. Confira aqui os currículos dos jurados.

“Além de uma empresa, a Allianz é uma cidadã corporativa e, como tal, deseja contribuir para o desenvolvimento do país em todos os aspectos. Como elemento da sociedade, queremos contribuir na disseminação da cultura do seguro, importante não apenas como negócio, mas também como meio de precaver o segurado em momentos de necessidade. Também almejamos disseminar ideias sustentáveis, um dos nossos pilares, começando com atitudes dentro da própria seguradora. Por último, temos o objetivo de construir uma comunidade mais igualitária e, nesse caso, não há arma mais poderosa do que a educação. Todas essas atitudes, engajamento dos nossos funcionários e o Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo corroboram o comprometimento da companhia com o futuro do país” afirma Miguel Pérez Jaime, presidente da Allianz Seguros.

No tema “Seguros”, concorriam 15 finalistas, cinco por categoria. E as reportagens vencedoras foram as assinadas por Daniel Barros, da Exame; Márcia Alves, da APTS Notícias; e Priscila Yazbek, do portal Exame.com. As matérias finalistas deste tema, foram julgadas pelo comitê formado por Denise Bueno, Hélio Gurovitz e Walter Polido. O jornal O Estado de S.Paulo e a revista Exame ainda receberam menções honrosas por terem sido os veículos que mais deram espaço a notícias relacionadas ao mercado segurador, considerando as matérias inscritas na categoria Nacional e Regional.

Em “Sustentabilidade – Mudanças Ambientais”, 20 trabalhos, de quatro categorias, veiculados em impressos, portais, emissoras de rádio e TV e meios de comunicação corporativos estavam na final. Os ganhadores são: Patrik Camporez, de A Gazeta (ES); Patrícia Araújo, da TV Brasil; Eduardo Matos, da Rádio Gaúcha; e Hemília Maia Ribeiro, do Portal Unemat.

O trabalho vencedor da categoria “Linguagem Escrita – Nacional e Regional” foi eleito por Aldem Bourscheit, Dal Marcondes e Luciana Soler. Os dois últimos jurados, acompanhados por José Pascowitch, também foram responsáveis por apontar o primeiro colocado em Comunicação Corporativa.

Heródoto Barbeiro e Priscila Brandão compuseram o júri de Telejornalismo e Anchieta Filho e Mariza Tavares o de Radiojornalismo. Os dois comitês contaram ainda com a participação e análise de Paulo Artaxo, que atuou como jurado técnico-científico.

Pela primeira vez no concurso, o troféu do tema “Especial Educação Allianz Auto Instituto Ayrton Senna” foi conquistado por Luiz Fernando de Toledo, de O Estado de S.Paulo. As matérias finalistas deste tema foram julgadas por Daniel Cara, Renata Cafardo e Renato Janine Ribeiro.

Cobertura de vidro no seguro de carro gera economia, alerta Minuto Seguros

Fonte: Minuto Seguros

A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, fez um levantamento do que é preciso saber na contratação desse serviço e não se assustar com os valores para reparar qualquer vidro do carro.

Vale ressaltar que, caso você se envolva em um acidente que cause danos em várias partes do veículo, inclusive nos vidros, todo o reparo será coberto pela cobertura tradicional do seu seguro. No entanto, se houver algum tipo de acidente que cause danos exclusivamente aos vidros, lanternas e faróis, os prejuízos podem ficar abaixo da franquia do seu seguro e você terá que arcar do próprio bolso o conserto dessas peças. Agora, se você contratou a cobertura de vidros, terá uma boa economia.

A cobertura mais básica da garantia de vidros inclui os seguintes itens: vidros dianteiros (para-brisas), traseiros e laterais. Para se ter uma ideia, o valor médio de um novo para-brisa do Chevrolet Onix (carro mais vendido no Brasil em 2016) custa aproximadamente R$ 420, fora a mão de obra. Mas, se você pagar pela a garantia de vidros, a economia pode ultrapassar em 40% deste valor, considerando o valor pago pela cobertura e pela franquia (a franquia dessa cobertura é um valor muito menor do que a franquia do seguro do seu carro).

Outra possibilidade para o proprietário é contratar a garantia de vidros completa, que além da cobertura para os vidros, cobre itens como faróis, lanternas, retrovisores e em alguns casos, até mesmo, em alguns casos, insufilm e faróis de xênon e outros modelos especiais. O custo de um novo farol do HB20, da Hyundai, por exemplo, custa no mercado aproximadamente R$ 345, mas caso o dono possua uma garantia de vidros completa, a economia ultrapassa 50% deste valor, considerando o valor pago pela cobertura e pela franquia.

O sócio-diretor da Minuto Seguros, Manes Erlichman Neto, recomenda a contratação de garantia de vidros. “Parcela dos segurados não contratam esse serviço adicional pensando na economia, mas acabam gastando mais, caso se envolvam em acidentes que causem danos exclusivamente nessas peças. A garantia de vidros é altamente recomendada, pois é muito frequente danos causados por pedras que batem nos vidros, retrovisores serem atingidos por motocicletas e faróis e lanternas serem danificados em pequenas manobras”, comenta o executivo.

Aon compra Admix, líder em saúde e benefícios

Conforme antecipou o blog Sonho Seguro no dia 23, segue agora a versão oficial da Aon.

Release

Aon assina acordo de aquisição de corretora líder em soluções de Saúde e Benefícios no Brasil

Compra da Admix potencializará o serviço de consultoria e corretagem da companhia em um mercado emergente promissor

São Paulo, 25 de novembro de 2016 – A Aon – consultoria em gestão de riscos, benefícios e capital humano, corretora de seguros, seguros massificados e resseguros – anuncia a assinatura do acordo para adquirir a Admix, empresa líder em consultoria e corretagem em gestão de saúde e benefícios no Brasil. A partir de agora, a união fica condicionada à análise e aprovação regulamentar da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) por envolver empresa regulada, a ADM Administradora de Benefícios. A Aon ressalta que respeitará rigorosamente os trâmites do órgão regulador.

Uma vez aprovada, a aquisição da Admix dobrará o tamanho do segmento de Saúde e Benefícios (H&B) da Aon Brasil, apoiará estratégias de agregação de valor para clientes locais, regionais e globais, e fortalecerá a posição como líder de mercado. Além disso, potencializará a capacidade de atender melhor os grandes clientes corporativos, ao mesmo tempo em que intensificará o crescimento da Aon no mercado de pequenas e médias empresas.

No que tange à tecnologia e sistemas, além de fomentar excelência operacional para toda a carteira de clientes, a plataforma da Admix fortalecerá o relacionamento com uma importante rede de corretoras parceiras que atendem clientes em todo o Brasil. “A união com a Admix oferecerá aos nossos clientes, seguradoras-parceiras e colaboradores uma série de oportunidades, inclusive para nós mesmos em aprimorar nossas competências no Brasil e na América Latina, expandindo nossa oferta em um setor que é cada vez mais importante para os empregadores, a economia do país e os consumidores no Brasil”, afirma Fernando Pereira, CEO da Aon América Latina.

Com mais de 25 anos de experiência, a Admix conta com uma equipe de aproximadamente 900 colaboradores. Sediada em São Paulo e com escritórios no Rio de Janeiro e Bahia, a Admix possui uma carteira de 6.700 clientes, distribuídos nos segmentos de pequenas, médias e grandes empresas (corporativo). A sua carteira é de 1,4 milhão de vidas, com cerca de R$ 2 bilhões em prêmios colocados no mercado. “Certamente, este importante e grandioso investimento em nosso negócio é uma demonstração da confiança que a Aon global tem em nosso time e no potencial de mercado do Brasil e da América Latina”, considera o presidente da Aon Brasil, Marcelo Munerato de Almeida.

Os parceiros e clientes da Admix continuarão a obter os benefícios e serviços de uma plataforma operacional escalável, bem como recursos aprimorados de dados e análises. “Estamos entusiasmados com a visão da Aon para o futuro de saúde e benefícios no Brasil, como evidenciado por esse investimento, para criar uma empresa combinada com pessoas e soluções de grande qualidade”, diz Cesar Antunes, fundador e proprietário da Admix.

O mercado privado de Saúde e Benefícios no Brasil está em constante crescimento, apesar das condições macroeconômicas desafiantes do país. “Acreditamos que o crescimento acelere à medida que as condições econômicas apresentem melhoras, possibilitando que as empresas voltem a priorizar suas formas de atrair e reter talentos”, comenta John Zern, CEO global da Aon para o segmento de Saúde e Benefícios (H&B).

SulAmérica firma parceria com Waze e fornece alertas e dicas de segurança aos motoristas

A SulAmérica acaba de firmar parceria inédita com o Waze para que a seguradora forneça novos serviços aos usuários do aplicativo, por meio de pop ups e banners. A iniciativa tem o objetivo de tornar a plataforma ainda mais proveitosa, passando a ser um canal de informações diferenciadas ao motorista, além das funções usuais de cálculo de rota de acordo com o trânsito. A parceria está em linha com a estratégia de prestação de serviços da seguradora.

Entre as dicas exclusivas fornecidas pela SulAmérica estão o aviso para o acendimento do farol em estradas durante o dia, sinalização de locais com velocidade reduzida, indicação de cruzamentos com alto índice de acidentes e avisos sobre áreas escolares ou que contenham ciclistas. Também estão dentro do pacote de prestação de serviço informações relativas à previsão do tempo, incluindo temperatura no local de destino.

“Queremos continuar prestando serviços que tragam dinamismo e mobilidade para o dia a dia do motorista. A ideia é que as dicas fornecidas pela SulAmérica contribuam ainda mais para que o motorista esteja bem informado e mais seguro por todo o caminho”, acrescenta o vice-presidente de Auto e Massificados da SuAmérica, Eduardo Dal Ri.

A iniciativa foi executada pela agência Grey Brasil. Além dos serviços lançados em parceria com o aplicativo de trânsito, a SulAmérica oferece, desde 2013, o app SulAmérica Auto, mantendo sua preocupação em promover agilidade, economia e praticidade aos segurados. Disponível na App Store (iOS) e no Google Play (Android), o programa permite funcionalidades como cotação e realização (além do acompanhamento) de pequenos reparos no veículo, visualização em tempo real do socorro mecânico para emergências, além de solicitação de serviços de limpeza e higienização em data e local escolhidos pelo segurado. O app disponibiliza ainda o cartão do segurado, informações sobre a apólice, pagamento, localização dos postos de vistoria e Centros Automotivos SulAmérica (CASA), e canais de atendimento da seguradora.

VALOR: Indústria de seguros testa uso da moeda virtual

A revolução digital chega aos poucos ao tradicional mercado segurador e certamente mudará os meios de pagamentos hoje utilizados pelas companhias de seguros e de resseguros. Certos de que em breve a moeda virtual será regulamentada, uma vez que já é pauta dos principais órgãos reguladores do mercado financeiro em todo o mundo, o setor de seguros acompanha atentamente o tema. Há testes com o pagamento de quantias módicas em bitcoin equivalentes a R$ 5 para compras de produtos simples por smarthphones e também para o pagamento de bilionários e complexos contratos de resseguro de grandes riscos, dos quais participam um grande número de companhias. Porto Seguro, IRB Brasil e pool de seguradoras internacionais citam seus estudos e projeto piloto na reportagem do Valor que circula no Especial Meios de Pagamentos.

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STJ reitera regras contratuais para reajustes por faixa etária

Fonte: CNseg

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou, na quarta-feira, a validade das cláusulas contratuais que preveem reajuste das mensalidades dos planos de saúde individual e familiar em razão da mudança de faixa etária. A decisão dos juízes foi unânime e fixada em recurso repetitivo. Ou seja, a orientação deve ser seguida pelos demais juízes do país. Por conta do julgamento dessa tese, o STJ contabilizava 1.412 processos suspensos em todo o Brasil, cuja a controvérsia girava em torno da validade, ou não, desse tipo de reajuste.

“A decisão do Poder Judiciário põe um ponto final no debate sobre a discordância do reajuste dos planos de saúde por faixa etária. O cálculo de reajuste das mensalidades leva em consideração, entre outras questões, o equilíbrio nas despesas assistenciais entre jovens e idosos, o chamado sistema de mutualismo”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde.

A tese foi firmada pela 2ª Seção por meio do julgamento do Recurso Especial 1.568.244/RJ, de relatoria do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. A questão reitera que a variação das prestações em razão da idade do usuário deverá estar prevista no contrato de forma clara. Para o ministro, é razoável que os planos de saúde adotem cláusulas de aumento da mensalidade em razão da idade, já que as despesas médicas de pessoas idosas são, geralmente, mais altas. “É justo que jovens e idosos paguem valores compatíveis com os serviços prestados pelas operadoras”, apontou o relator.

Durante o 2º Fórum de Saúde Suplementar, organizado pela FenaSaúde, o ministro do Superior Tribunal de Justiça Paulo de Tarso Vieira Sansevereino destacou as regras pactuadas: “Estão estabelecidos vários critérios para aferir a abusividade ou não do valor do reajuste das mensalidades, como o respeito as regras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a exigência da previsão em contrato da elevação do valor”.

Como funciona – O funcionamento dos planos de saúde é regido pelo princípio básico do mutualismo, no qual os consumidores mais novos, de menor risco e que estão na vida ativa, pagam um pouco mais do que o custo médio de sua faixa etária, para que os idosos possam manter o plano.

Para ter uma ideia, levantamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), de 2014, apresenta as diferenças percentuais de ‘Custo por Exposto’ entre jovens e idosos: o idoso custa 7,5 vezes mais no item ‘Exames complementares’, 5,7 vezes mais em ‘Terapias’, 6,7 vezes mais em ‘Outros atendimentos ambulatoriais’, 6,9 vezes mais nas ‘Internações’, e 7,7 vezes mais nas ‘Demais despesas assistenciais’. O custo médio assistencial de um beneficiário acima de 59 anos é de R$8.036,35, segundo a Unidas (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde).

O reajuste por faixa etária foi definido na Resolução Normativa 63/2003 da ANS, que disciplinou, para os contratos celebrados a partir de janeiro de 2004, dez faixas etárias, e algumas limitações na formação do preço. O valor fixado para a 10ª faixa não poderá ser superior a seis vezes o valor da 1ª faixa etária; e a variação acumulada entre a 7ª e a 10ª faixa não poderá ser superior à variação acumulada entre a 1ª e a 7ª faixas. A primeira faixa vai até os 18 anos e a última faixa etária representa todos os indivíduos maiores de 59 anos.

SulAmérica compõe, pelo oitavo ano consecutivo o ISE, da BM&FBovespa

A SulAmérica novamente integra a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa, que elege anualmente as empresas de capital aberto com melhores práticas corporativas. Pelo oitavo ano consecutivo, a SulAmérica apresenta evolução nos critérios avaliados pelo ISE, que considera a eficiência econômica, o equilíbrio ambiental, a justiça social e a governança corporativa das companhias.

Anunciada ontem em São Paulo, a 12ª carteira do ISE vigorará de 2 de janeiro de 2017 a 5 de janeiro de 2018. A nova seleção reúne 38 ações de 34 empresas, que representam 15 setores e somam R$ 1,31 trilhão em valor de mercado – o equivalente a 52,14% do total do valor das companhias com ações negociadas na BM&FBovespa, com base no fechamento de 22 de novembro de 2016. A rentabilidade do ISE desde 2005, quando o índice foi criado, foi de 145,36%, ante 94,11% do Ibovespa.

“A participação da SulAmérica na carteira do ISE é motivo de grande orgulho para nós. A companhia tem como compromisso a adoção de boas práticas de governança e responsabilidade socioambiental e, adicionalmente, vem se estruturando para inserir cada vez mais a sustentabilidade na estratégia de negócios, de modo que essa visão integrada permeie todas as decisões e os processos da companhia”, afirma o superintendente de Sustentabilidade da SulAmérica, Tomás Carmona. “O pioneirismo tem sido uma marca da SulAmérica ao longo de 120 anos de história e queremos continuar contribuindo com soluções inovadoras de prevenção e proteção para gerações futuras.”

A SulAmérica mantém um modelo sólido de gestão da estratégia de sustentabilidade dentro da organização, norteado por um Comitê de Sustentabilidade, que se reporta diretamente ao Conselho de Administração, e por compromissos nacionais e internacionais assumidos publicamente. A companhia representa as seguradoras da América Latina no Comitê Global da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI), é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e conselheira dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI), além de assumir, como compromisso societário, o Acordo de Acionistas da Corporação Financeira Internacional (IFC). Já a SulAmérica Investimentos, asset da companhia, é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), iniciativa da ONU para estruturar um sistema financeiro global economicamente eficiente e sustentável.

Sobre o ISE

Lançado em 2005, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) busca criar um ambiente de investimento compatível com as demandas de desenvolvimento sustentável da sociedade contemporânea e estimular a responsabilidade ética das corporações. Foi originalmente financiado pela International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial, e seu desenho metodológico é responsabilidade do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).

São convidadas a participar do processo anual do ISE as companhias que detêm as 200 ações mais líquidas da Bolsa na virada da carteira. Neste ano, foram convidadas 179 companhias – dessas, 41 participaram do processo. A carteira do ISE para 2017 marca o início da divulgação das respostas do questionário realizado com as companhias como pré-requisito para a participação.

Tokio Marine oferece descontos de até 20% durante a Black Friday 2016

Fonte: Tokio Marine

Aproveitando a tradicional Black Friday, que garante ao consumidor vantagens na compra de produtos e serviços, a Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do Brasil, oferecerá descontos de até 20% na contratação de todos os seguros que não sejam renovação da própria Companhia.

Os preços especiais serão válidos durante o dia 25 de novembro, em todo território nacional, e se aplicam aos produtos das carteiras de Automóvel e algumas atividades do Tokio Marine Empresarial Médias Empresas. “Participamos da Black Friday pela primeira vez no ano passado e os excelentes resultados que obtivemos com os produtos Auto e Vida PME em Grupo nos motivaram a ampliar o leque de opções e incluir itens da Carteira Empresarial na ação. Estamos com uma expectativa bastante positiva quanto ao sucesso da iniciativa já que o Empresarial Médias Empresas é um dos seguros com maior demanda em nosso portfólio”, analisa Felipe Smith, Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica.

“No ano passado, tivemos uma elevação de 30% nas vendas de seguros novos e renovações de outras companhias na carteira de Automóvel no dia da Black Friday, e foi esse sucesso que nos impulsionou a inserir quatro produtos nessa promoção, como o Caminhão, com 4 modelos participantes e o Utilitário Carga, com outros 4 modelos, além do novíssimo Auto Roubo + Rastreador. Outra novidade é que aumentamos em 50% o número de veículos do produto de Passeio participantes este ano, atingindo a marca de 30 modelos.”, diz Marcelo Goldman, Diretor Executivo de Produtos Massificados.

O regulamento completo e todos os produtos participantes podem ser conferidos pelos corretores diretamente no Portal Nosso Corretor.

Os corretores que trabalham com as linhas de seguro auto e empresarial podem ter acesso às ofertas pelo Portal Nosso Corretor (PNC). O desconto aplicado no seguro de automóvel será feito pela funcionalidade “Super Oferta”, mecanismo de incentivo a vendas do Cotador Tokio Auto (CTA), que permite realizar o abatimento do valor na cotação em tempo real. Já no plano Empresarial, o desconto será aplicado diretamente no cálculo de preço do produto. O CTA está disponível no PNC e pode ser acessado também em smartphones e tablets.

Fraude das órteses é caso de polícia, mas só a ética pode trazer a solução de forma rápida

Realmente um caso de outro mundo as fraudes em próteses. Não se trata de um assunto novo, mas traz o tema para debate. A palestra de Edmond Barras, chefe do serviço de clínica e cirurgia da coluna vertebral do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, trouxe dados e fatos que ajudam a mapear o problema que penaliza pacientes e todo o setor de saúde suplementar.

Além da CPI, as operadoras criaram um artefato paralelo para lidar com pacientes e médicos enquanto o tema se arrasta na Justiça. “É mais fácil convencer o paciente sobre os prejuízos para a sua saúde física e emocional do que o médicos sobre a desnecessária cirurgia”, afirmou Barras. Cerca de 58% no numero de cirurgias inicialmente indicadas não eram necessárias, segundo uma comissão de especialistas formada pelo Hospital Albert Einstein, com o objetivo de dar uma segunda opinião médica.

Segundo revelou pesquisa de Barras, o incentivo que os médicos recebiam (ou recebem) do fornecedor de próteses ortopédicas que varia entre 30 a 40% em comissão. “Se esperarmos que a solução venha das investigações da justiça isso ira se arrastar por tempo indeterminado. O que irá prejudicar não só as empresas de saúde, mas sim o paciente com prejuízo do estado físico e emocional”, enfatizou o palestrante no painel “Órteses, Próteses e Materiais Especiais, o que mudou?”, que acontece nesta manhã no 2o. Fórum de Saúde Suplementar, realizado pela FenaSaúde, no Rio de Janeiro.

Segundo o doutor Barras, uma das formas de desmotivar esta horrenda prática para ganhar dinheiro de forma tão desonesta, é atuar junto ao médico que é o elo da cadeia do começo ao fim, desde a consulta e pedido de cirurgia até a alta. “Os hospitais não vão punir os médicos pois eles ganham muito com as cirurgias. Além do Hospital Eistein, que puniu a equipe de cardiologia, não conheço outra punição”, comentou, afirmando que o Conselho Médico tem uma atuação tímida para punir os profissionais envolvidos no esquema.

Outra alternativa para minimizar o problema proposta por Barras é tornar as comissões de segunda opiniãi criadas por alguns hospitais se torne institucional. “Temos de considerar que há um certo corporativismo e os hospitais também ganham muito. Por isso, acredito que criar comissões institucionais e não só comissões formadas por um só médico, pode ajudar”, afirmou.

Nos Estados Unidos, um escândalo semelhante a esse foi resolvido de cima para baixo há uma década atrás. Uma matéria do principal jornal financeiro e econômico dos EUA denunciou o esquema de fraude de órteses e próteses e o Congresso tomou as dores e agiu rápido. “Tanto que tem médicos, administrados de hospitais e fornecedores que estão na cadeia ate hoje”, citou Barras. Na Europa, segundo ele, não se tem notícias de escândalos importantes neste tema. “O problema foi resolvido nos EUA. Atualmente a saúde americana enfrenta problemas com medicamentos para câncer”, citou.

Representando as operadoras de planos de saúde, Irlau Machado Filho, presidente do Grupo NotreDame Intermédica, foi categórico ao afirmar que nesta situação temos que combater o roubo. “As pessoas são induzidas ao erro para uma prática ilegal. Antigamente, não denunciávamos o médico, mas em defesa do paciente, que é o que mais sofre, hoje estamos partindo para a denúncia. São poucos profissionais que acabam colocando a reputação dos demais em questionamento. Temos que combater a prática”, afirma.

Ele apresentou as ações, realizadas pela operadora, que reduziram os processos decorrentes de liminares na Justiça de 57% para 33% no último ano. Uma equipe jurídica está preparada com laudos de referência, apoio da segunda opinião médica e dos conselhos de classes e de serviços de referência para combater as indicações de cirurgias desnecessárias. Além disso, há um trabalho contínuo na descaracterização da urgência e a preparação de defesas jurídicas já prontas contra profissionais que recorrerem a esta prática.

No mesmo painel, Ney Widemann Neto, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, afirmou ser fundamental uma mudança de cultura do judiciário: “Precisamos rever a compreensão e o entendimento da inviabilidade do médico como único conhecedor do caso. Os juízes tinham uma visão mais tradicional de sempre acreditar na boa-fé e competência do diagnóstico prescrito. Entretanto, é necessário ouvir uma segunda opinião técnica, além de entender que as solicitações nem sempre são urgentes como pedidas”.

O Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Paulo de Tarso Vieira Sanseverino, também acredita que a criação de comitês médicos encarregados de fazer a colaboração com a Justiça é a solução para os pareceres. “O juiz é leigo em medicina e acaba concedendo uma antecipação de tutela, mas o aumento da demanda é uma preocupação do Conselho Nacional de Justiça. Temos que respeitar a independência do juiz, mas fornecendo mecanismos adequados para uma segunda opinião medica independente”, afirma.

Formas de pagamento diferenciadas e atendimento focado no paciente podem reduzir custos da saúde suplementar

Fonte: FenaSaúde

Após uma série de palestras apresentando um cenário bastante preocupante e necessidades de mudanças para a sobrevivência do setor de Saúde Suplementar, especialistas e representantes do segmento apresentaram experiências e cases com resultados positivos sugerindo mudanças no mercado. A grande solução nas diversas áreas da cadeia da Saúde Suplementar está no acesso amplo à informação.

O 2º Fórum de Saúde Suplementar, realizado no hotel Sofitel, em Copacabana, no Rio de Janeiro, que termina hoje (24/11), convidou representantes de diversas áreas da Saúde Suplementar para apresentar soluções, visando à recuperação do sistema. Com o tema As escolhas necessárias para o futuro, os participantes mostraram experiências positivas que podem ser exemplos de mudanças do setor.

No painel sobre como reduzir desperdícios, iniciativas de incentivo a apresentação de resultados melhoram o desempenho final. Renato Camargos Couto, diretor do instituto de acreditação e gestão em saúde IAG Saúde e professor da Universidade Federal de Minas Gerais, expôs estudos que comprovam que é necessário mostrar os resultados do desempenho assistencial, os custos, a satisfação do usuário e os tratamentos disponíveis com informação de qualidade, independente, acessível e compreensível. “Temos que apresentar os dados sem termos técnicos e médicos. Temos que dar a informação para empoderar o usuário”, afirmou.

Defendendo que o consumidor esteja no centro do tratamento médico, André Volschan, coordenador de estudos do Hospital Pró-cardíaco, apresentou a campanha choosing wisely (escolher sabiamente), que altera a relação médico-paciente, elegendo o diálogo entre os dois atores do sistema. Nessa campanha, o paciente é o centro da decisão. Para isso, o médico tem que estar disposto a conversar, explicar os tratamentos e os prós e contras das soluções existentes. “O choosing wisely visa, fundamentalmente, ser mais efetivo na solução do problema e acaba contribuindo para evitar os desperdícios”, explicou.

Os modelos de pagamento também foram contestados. O fee for service (pagamento por serviço prestado) foi apresentado como um sistema que recompensa o uso excessivo de recursos, não reconhece as variações de resultados assistenciais e nem dá transparência para os resultados.

Nos cálculos dos prestadores de serviços, 30% dos recursos da saúde são consumidos pelo desperdício. Para Ary Ribeiro Superintendente do Hospital do Coração (Hcor), é necessário liberar recursos saudáveis para o sistema poder funcionar. “Através da transparência iremos induzir a melhoria na qualidade do serviço. Se melhorarmos a entrega para o paciente, temos que informar. A publicação de dados, melhora o resultado de quem presta serviço porque gera o orgulho profissional e uma competição saudável”, afirmou.

Para a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a questão da informação é um do papéis indutores de mudança para o setor. “O uso da informação se faz necessário. A ANS ainda está no estágio de dados administrativos. Precisamos ampliar a qualidade. A Agência tem trabalhado na padronização, unificação e, ao mesmo tempo, disponibilizando essas informações para que o setor possa avaliar”, disse Marizélia Leão Moreira, gerente de padronização e interoperabilidade da ANS. A meta é divulgar as informações de prontuário no final do primeiro semestre de 2017. Os dados estão sendo padronizados para a construção de base.

Modelos de cuidados com o paciente no centro do debate foram também apresentados no painel sobre Organização da assistência e da remuneração. Antonio Lira, diretor do Instituto de Responsabilidade Social do Hospital Sírio Libanês, apresentou o programa “Cuidando de quem cuida” voltado aos colaboradores e familiares do Hospital Sírio Libanês.

O programa tem como objetivo acompanhar e direcionar o colaborador nos cuidados da saúde dele e da família. “Utilizamos um sistema de atenção primária, medicina da família e equipe multidisciplinar. Investimos em informatização com prontuário único e engajamos os colaboradores para o autocuidado. Os resultados são surpreendentes. Reduzimos a realização de exames em 43%. Diminuímos os encaminhamentos para o pronto atendimento de 16% para 4%. A maioria destes problemas foram resolvidos no ambulatório. O sucesso nos fez ampliar o programa e propor ações continuadas”, informou Lira.

O papel da atenção primária e da medicina de família também foi tema apresentado pelo professor da disciplina de clínica geral e propedêutica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Gustavo Diniz Ferreira Gusso. Para ele, o brasileiro tem conceitos equivocados sobre a atenção primária. “Para muitos, este modelo é definido como um sistema para populações pobres, para paciente crônico, mais focado na prevenção, além de restringir o acesso. Isso é completamente equivocado. A atenção primária visa o acesso correto ao profissional de saúde, de forma coordenada, com objetivo do cuidado abrangente ao longo da vida. O paciente no Brasil é tratado como consumidor tendo direito amplo à liberdade de escolha, mas, na verdade, o paciente precisa de um rumo para ser cuidado”, sugeriu.

Segundo Sérgio Ricardo Santos, CEO Amil Assistência Medica Internacional, o consumidor precisa estar no centro das atenções. “O sistema de saúde tem que considerar a linha do cuidado, entender o modelo de remuneração focado em todo o processo e não só em um serviço. O pagamento individualizado só leva a uma competição que não gera valor para o sistema de saúde. O custo de tudo isso deve considerar o paciente como o centro do evento. A mudança tem que partir de todos os envolvidos para a sobrevivência do setor”, explicou.

Já Josier Vilar, presidente do Conselho de Medicina e Saúde da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRio), a falta de confiança do setor é um dos problemas principais a ser resolvido. “Na prática, o sistema de regulação, o financiamento, a gestão e a governança não funcionam bem. O maior motivo é a falta de confiança da sociedade no setor de saúde. Antes de discutir modelos, temos que desconstruir a relação de desconfiança. Com informação direta e transparente, começaremos a trazer todos para o debate”, afirmou.

Fechando o debate, Martha Oliveira, diretora de desenvolvimento setorial da ANS, explicou que, para instituir uma estrutura de atenção primária, há a necessidade de organizar o sistema de saúde suplementar. “Este modelo tem que ser financiado. Hoje o sistema é feito com médicos especializados e atendimento emergencial. É necessário se reorganizar para reverter o financiamento que está na ponta errada. Não podemos continuar com um sistema que privilegia a baixa qualidade e a ineficiência. É necessário que todos conversem para que seja encontrada a solução. A Agência tem que ser a indutora da conversa”, concluiu.