Orquestra Jovem do Estado apresenta composições de Rodrigo Lima, Alberto Ginastera e Shostakovich no domingo (12)

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No domingo, 12/04, a Sala São Paulo será o palco de mais uma das apresentações da Orquestra Jovem do Estado (OJESP). No segundo concerto de 2026, o grupo irá performar obras do brasileiro Rodrigo Lima, Alberto Ginastera e Dmitri Shostakovich. A temporada deste ano recebe o patrocínio da Generali Brasil, que atua como uma das facilitadoras dos eventos do grupo e na formação gratuita de alunos em São Paulo.
 

A OJESP é um dos grupos da Escola de Música do Estado de SP e realizará apresentações durante todo o ano de 2026. O projeto foi selecionado pela Generali Brasil por meio de edital publicado pela seguradora, por qualificar profissionalmente os jovens que fazem parte da Orquestra e por oferecer acesso ao lazer e cultura ao público interessado.
 

Com atuação centenária no Brasil, a Generali sempre busca novas maneiras de fomentar a cultura no país. Por meio do valor global Live the Community, a empresa trabalha para se integrar às comunidades em que está presente. Tatiana Franzoe, diretora jurídica e de sustentabilidade destaca que “a cultura desempenha um papel fundamental no desenvolvimento de uma sociedade, pois amplia o olhar crítico, estimula o respeito à diversidade e fortalece os laços entre diferentes gerações”.
 

A Generali Brasil apoia o grupo por intermédio da ONG Santa Marcelina Cultura, para a realização de apresentações de diferentes compositores nacionais e internacionais. Os ingressos para os concertos já estão disponíveis no link.
 

Serviço:

Concertos da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo

Local: Sala São Paulo – Praça Júlio Prestes, 16 – Campos Elíseos

Data: 12 de abril – 16h

Seguradoras arrecadam R$ 68,3 bilhões no bimestre, mas ritmo ainda fica abaixo da projeção da CNseg para 2026

seguros

O setor supervisionado pela Susep — que reúne seguros, previdência aberta e capitalização — arrecadou R$ 68,3 bilhões no primeiro bimestre de 2026, queda nominal de 3,47% sobre igual período do ano passado. Dentro desse total, porém, o bloco mais diretamente ligado às seguradoras, de danos e pessoas sem VGBL, somou R$ 35,86 bilhões, com crescimento nominal de 2,35%. No mesmo intervalo, indenizações, resgates, benefícios e sorteios totalizaram R$ 40,47 bilhões, recuo de 11,58%. 

O resultado agregado negativo veio da fraqueza dos produtos de acumulação e da capitalização. Até fevereiro, a acumulação arrecadou R$ 27,70 bilhões, com queda de 9,17%, enquanto a capitalização somou R$ 4,76 bilhões, baixa de 9,15%. Já nos seguros, o desempenho foi dividido: os ramos de danos arrecadaram R$ 22,82 bilhões, com recuo de 0,85%, e os seguros de pessoas somaram R$ 13 bilhões, alta de 8,45%. 

Entre os produtos com melhor desempenho no bimestre, o destaque em pessoas foi o prestamista, com R$ 3,96 bilhões em prêmios e expansão nominal de 17,66%. Em danos, avançaram sobretudo fiança locatícia, com alta de 21,56%; patrimoniais-outros, 15,30%; garantia estendida, 12,43%; habitacional, 11,29%; e financeiros, 10,60%. O seguro de vida, principal linha do segmento de pessoas, arrecadou R$ 6,24 bilhões, com crescimento de 6,78%. 

Os produtos mais próximos da estabilidade foram o seguro auto, que cresceu 1,84% em termos nominais, embora ainda tenha recuado 2,31% em termos reais, e o compreensivo, com alta nominal de 3,25% e queda real de 0,94%. Em pessoas, acidentes pessoais e viagem tiveram retrações moderadas, de 3,71% e 3,83%, respectivamente, o que indica um começo de ano mais lateral nessas carteiras. A própria Susep ressalva que parte dessas oscilações pode refletir movimentos sazonais em algumas linhas de negócio. 

Do lado das quedas mais fortes, em danos temos os recuos de riscos especiais-energia, de 64,40%, que é algo sazonal com a renovação dos contratos centradas em meses específicos; microsseguros, de 56,22%; transporte, de 15,80%; riscos especiais-patrimonial, de 11,10%; responsabilidade civil, de 9,26%; e rural, de 8,07%. Em pessoas, as baixas ficaram concentradas em acidentes pessoais e viagem. 

Pela comparação mais próxima entre os dados da Susep e a métrica da CNseg — somando seguros e capitalização, mas excluindo previdência aberta — o crescimento nominal do primeiro bimestre foi de cerca de 0,9%, bem abaixo da projeção anual de 8,5%. O retrato sugere que, por enquanto, só os seguros de pessoas estão efetivamente em linha com a expectativa da CNseg: o segmento cresceu 8,45%, praticamente no mesmo patamar da projeção de 8,6%, e o prestamista até roda acima do previsto. Já danos e capitalização começaram o ano abaixo do ritmo esperado, com destaque negativo para rural e transportes, enquanto o habitacional aparece mais aderente ao cenário projetado.

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CVG-SP debate o papel do seguro diante da necessidade de proteger as mulheres

por Márcia Alves

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o CVG-SP foi além do gesto simbólico da mera homenagem para se aprofundar em questões que premeiam o universo feminino contemporâneo. No talk show “Mulheres que protegem”, realizado durante almoço no dia 31 de março, no Renaissance Hotel, as discussões envolveram desde a necessidade de proteger as mulheres, especialmente diante da emergência nacional dos casos de feminicídios, até a atuação do mercado de seguros nesse cenário, seus produtos e serviços, passando, ainda, pela reflexão sobre os benefícios da diversidade no mundo corporativo.

“Neste momento em que os casos de feminicídios estão aumentando, o CVG-SP quis dar voz às mulheres, não apenas para falarem de carreira e crescimento pessoal, mas também de suas lutas para alcançarem o sucesso profissional”, disse o presidente do CVG-SP, Anderson Mundim, acrescentando que a entidade deseja “abraçar a causa de proteção às mulheres”. Após a abertura do evento realizada pelo diretor do CVG-SP de Relações com o Mercado, Marcos Salum, a diretora adjunta de Seguros, Asenate Souza, mediadora do talk show convidou ao palco a diretora da mesma pasta Hilca Vaz, diretora da MAPFRE, e a presidente da associação Sou Segura, Camila Maximo. 

Seguros que protegem

“Quando falamos em ‘mulheres que protegem’, entendemos que se trata de um público que também precisa de proteção”, disse Asenate Souza. Hilca Vaz concordou e acrescentou que o mercado de seguros já assimilou essa necessidade. “A mulher está em diversos âmbitos da sociedade, ocupando espaços importantes. Por isso, proteger a mulher significa proteger toda a sociedade”, disse. Em seguida, ela elencou os principais produtos de seguros que oferecem proteção às mulheres, começando pelo seguro de vida e acidentes pessoais, além dos específicos para o público feminino, como as assistências de prevenção e autocuidado, psicológica e nutricional.

Hilca Vaz ainda citou, ainda, os produtos de seguros que acompanham a mulher em diversos ciclos de vida, como a maternidade, o puerpério e até a transição de carreira. Em seguida, Asenate Souza quis saber se os produtos criados pela indústria de seguros levam em conta os diversos papeis da mulher na sociedade, a dupla jornada de trabalho, a saúde e a longevidade. Hilca Vaz respondeu que os produtos de seguros são desenvolvidos de acordo com esses parâmetros, especialmente as assistências, mas, o desafio está em identificar o momento de vida das mulheres para criar serviços que acolham, quando necessário. “Tão importante quanto a proteção é a prevenção”, disse.

Camila Maximo destacou a relevância do público feminino, lembrando que no mercado de seguros elas representam mais de 50% da força de trabalho. “Ter produtos que ofereçam segurança e tranquilidade às mulheres é essencial para que possam tocar a vida com tranquilidade”, disse. Ela também mencionou o aumento do feminicídio, observando a importância não apenas do seguro de vida, mas de ferramentas que ajudem mulheres a saírem de situações de violência e vulnerabilidade dentro do lar.  “O mercado segurador se preocupa com essa questão, mas não vejo um posicionamento firme das empresas em geral”, disse.

Carreira feminina

Questionada sobre o perfil atual das mulheres no mercado de seguros, Camila Maximo observou que apesar de serem em maior número, ainda é pequena a representatividade feminina nos cargos mais altos. Ela defendeu a maior diversidade nas empresas até como meio de melhorar os resultados. “A inclusão da mulher não é um tema para se falar apenas em março, mas deve ser visto como estratégia de negócios”, disse. Ela falou, ainda, sobre o papel decisor da mulher no lar e também sobre a ascensão no mercado de trabalho. “Não se trata de ocupar o espaço dos homens, mas de dividir com eles”, disse.

Para Hilca Vaz, as mulheres têm algumas aptidões mais latentes que os homens, principalmente no trato com os colaboradores. Segundo ela, algumas seguradoras adotam programas específicos de capacitação para incentivar a carreira das mulheres, com jornadas e fóruns de negócios. No entanto, acredita que o público masculino precisa participar dessa empreitada. “Se os homens não levantarem nossa bandeira, entendendo a importância da mulher no mercado de trabalho e o quanto ela precisa ser acolhida e protegida, essa luta não faz sentido”, disse.

Camila Maximo reconhece que a ascensão profissional da mulher é mais lenta e mais difícil e, por isso, algumas grandes empresas têm oferecido suporte para mantê-las nesta posição. Segundo ela, algumas têm sponsors nos altos comitês que oferecem feedbacks mais reais e precisos, outras oferecem mentorias ou criam grupos de afinidades. “Quando a mulher tem autoconfiança e um espaço seguro para se expressar, é possível notar a melhoria de sua performance e o seu crescimento”, disse. Já Hilca Vaz defende a sororidade feminina. “A mulher não pode enxergar a outra como competidora, mas como aliada. A sua obrigação é estender a mão”, disse.

Por fim, as duas profissionais deram dicas para o desenvolvimento profissional das mulheres. Ao ser questionada sobre o que diria para a Hilca Vaz no início de carreira, 30 anos atrás, ela respondeu: “Nunca saia de uma reunião sem dar a sua opinião, se posicione, mesmo que a voz esteja trêmula e que a sala esteja repleta de homens”. Camila Maximo complementou: “Seja curiosa, estude, se prepare e não deixe de se fazer presente”. A seu ver, quanto menos a mulher se expressa, menos é vista. “Para crescer na carreira é preciso se expressar, olhar ao redor e ter uma rede de apoio”.

Entidade de mulheres

Camila Maximo aproveitou a ocasião para falar sobre a entidade Sou Segura, que completou sete anos, mas que nasceu da formação original do Clube das Luluzinhas, há 20 anos. “A associação nasceu para dar representatividade e visibilidade às mulheres. Nos eventos não tratamos apenas de temas femininos, mas técnicos”, disse. Segundo ela, a entidade, que defende a representatividade feminina e tem adesão gratuita, tem dado mais enfoque à capacitação, oferecendo, inclusive o patrocínio de MBA para as mulheres que não têm condições de custear. No encerramento, o diretor Marcos Salum elogiou a temática do evento e adiantou que o CVG-SP já tem programado um encontro importante no dia 26 de maio.

A economia da longevidade e o novo papel das assistências

Por Sergio Marcos, CEO da Europ Assistance Brasil

O setor de assistências vive um momento de transformação profunda. A digitalização dos serviços, a mudança no comportamento do consumidor e a busca por soluções mais integradas e personalizadas já vinham redesenhando o mercado. Contudo, um fenômeno ainda mais relevante amplia esse movimento: a consolidação da economia da longevidade, resultado direto da transição demográfica que o Brasil atravessa.

O país testemunha uma das mudanças etárias mais aceleradas do mundo. O número de pessoas com 60 anos ou mais cresce de forma consistente e tende a assumir um papel ainda mais significativo nas próximas décadas. Esse avanço não traz apenas novos desafios; ele redefine a maneira de envelhecer. As pessoas chegam a essa fase mais ativas, conectadas, independentes e com expectativas claras sobre qualidade de vida. Isso exige um olhar mais abrangente e contínuo sobre cuidado, conveniência e bem-estar.

A lógica da assistência, historicamente voltada à resposta pontual a emergências, se expande. A longevidade demanda soluções que acompanhem a rotina, apoiem a autonomia e ofereçam segurança diária. Serviços domiciliares, cuidados de saúde preventivos, orientação a familiares e suporte em atividades que podem se tornar mais complexas passam a compor uma jornada mais longa e integrada de cuidado.

O digital que expande possibilidade e serviços 

Nesse contexto, a telemedicina e o atendimento domiciliar ganham destaque central. Essas modalidades permitem acompanhamento próximo, continuidade de tratamentos e atenção frequente a condições crônicas, tudo com maior conforto e eficiência. A combinação de consultas virtuais, visitas em casa e monitoramento adequado amplia o acesso e fortalece a sensação de proteção — tanto para o idoso quanto para sua rede de apoio / família.

Outro aspecto decisivo é o suporte digital. Embora a tecnologia esteja presente em quase todas as interações do cotidiano, ela ainda representa barreiras para muitos idosos. Ajudar na configuração de aplicativos, pagamentos online, autenticações, agendamentos e uso de plataformas remotas, faz diferença concreta na preservação da independência. Além disso, a educação digital se torna uma ferramenta essencial na prevenção de golpes, uma vez que o público sênior é especialmente vulnerável a fraudes.

Paralelamente, o monitoramento remoto emerge como instrumento estratégico. Sensores de queda, botões de emergência e dispositivos conectados permitem respostas rápidas e ampliam a segurança domiciliar. Essa abordagem preventiva, combinada a orientação e tecnologia, cria ambientes mais protegidos e acolhedores, viabilizando que as pessoas envelheçam em casa com tranquilidade, autonomia e manutenção de seu estilo de vida.

A logística também assume papel estruturante. Agendar e acompanhar consultas, retirar medicamentos, organizar rotinas e coordenar serviços domiciliar (faxina, suporte a pets, refeições, compras de supermercado etc.)  tornam-se tarefas cada vez mais complexas com o avanço da idade. Garantir que tudo funcione de forma simples e eficiente é parte fundamental do cuidado moderno.

De olho no futuro

Mercados como Europa e Estados Unidos já consolidaram estes modelos, integrando assistência, saúde, tecnologia e apoio contínuo. O Brasil segue na mesma direção e existe uma oportunidade clara de contribuirmos para este ecossistema.

Olhar para oportunidades e desafios desse público nos permitirá evoluir de um modelo reativo de serviços para uma proposta de valor contínua, acompanhando a necessidade de cada cliente e oferecendo a solução adequada a cada fase da maturidade.

Com isso, o papel das assistências se fortalece como parceiro presente no dia a dia, ampliando autonomia e praticidade. As empresas que compreenderem essa demanda de integração entre serviços estarão mais bem preparadas para atuar neste mercado em expansão.

Mais do que seguir tendências, trata-se de assumir um compromisso com o futuro — construindo soluções que respeitem a individualidade e acompanhem as pessoas ao longo de toda a sua jornada.

Junto Seguros é reconhecida pelo quarto ano consecutivo entre as 100+ Inovadoras no Uso de TI

A Junto Seguros foi reconhecida, pelo quarto ano consecutivo, entre as 100+ Inovadoras no Uso de TI, premiação promovida pelo IT Fórum, principal ecossistema de tecnologia e negócios do Brasil há mais de 25 anos. O reconhecimento consolida uma trajetória consistente na aplicação de tecnologia e inovação como vetores estratégicos de crescimento e eficiência do negócio.

Nesta edição, mais de 350 cases foram avaliados com base em critérios como impacto nos resultados, inovação, liderança em tecnologia, escalabilidade e alinhamento estratégico, em um processo que combina inteligência artificial e curadoria especializada.

Ao longo do último ano, a Junto Seguros avançou em sua jornada de inovação com iniciativas focadas no uso aplicado de inteligência artificial, sempre com atenção à governança, escala e geração de valor. Entre os destaques está a Llobo, solução de IA generativa que apoia a contratação do Seguro Garantia ao automatizar a leitura de documentos contratuais e o preenchimento das informações para cotação, trazendo mais agilidade e eficiência ao processo.

De acordo com Karine Chaves, diretora de Tecnologia e Inovação (CTIO) da Junto Seguros, o desenvolvimento da solução é resultado de uma estratégia estruturada, que integra tecnologia, governança e áreas de negócio. “Na Junto, inovação não começa pela tecnologia. Começa pelos desafios e oportunidades do negócio. O Llobo, nossa inteligência artificial generativa foi construída a partir de desafios reais, com uma base sólida de governança, segurança e capacitação porque escalar sem esses pilares não é inovar, é assumir risco”, afirma.

A executiva ressalta que a adoção da inteligência artificial na companhia segue um princípio claro: ampliar a capacidade operacional sem substituir o papel humano na tomada de decisão. “A inteligência artificial amplia a nossa capacidade, mas não substitui a decisão. A responsabilidade continua sendo humana e isso é o que garante confiança em um setor como o nosso”, explica.

Os resultados alcançados refletem mais do que ganhos de eficiência, indicam uma transformação na forma de operar o negócio. O reconhecimento acontece em um contexto de desempenho expressivo: em 2025, a Junto Seguros ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão em prêmio direto de Seguro Garantia, com crescimento de 26% em relação ao ano anterior, além de superar 2 milhões de apólices emitidas ao longo de sua história, atendendo mais de 80 mil empresas em todo o país.

Grupo MAG lança campanha ‘O Futuro é MAG’

O Grupo MAG, especialista em vida e previdência, lança sua campanha institucional “O Futuro é MAG: novos tempos, um novo olhar”. A iniciativa marca oficialmente um novo ciclo estratégico da companhia, que completou 191 anos em 2026 e consolida seu direcionamento rumo ao futuro, orientado por seu crescimento estruturado, ganho de eficiência operacional e fortalecimento da posição competitiva dentre os players do mercado. 

A campanha traz um mote que traduz a transição das ondas, utilizadas na comunicação dos 190 anos, para uma linguagem que reforça a capacidade da companhia de projetar o futuro com inteligência estratégica, consistência e clareza de propósito. O conceito criativo, desenvolvido pela agência DPBR, aborda inovação, propósito e performance, pilares que compõem a atuação do Grupo MAG, apresentando um novo elemento gráfico que simboliza percepção, consciência e visão de futuro. O filme da nova campanha, que ilustra o momento atual, foi divulgado nas mídias sociais da companhia.

Estruturada para dialogar com diferentes públicos, como colaboradores, corretores, parceiros, clientes e investidores, a campanha chega ao mercado por meio de ações internas, eventos próprios e iniciativas externas de comunicação e relacionamento, com foco no fortalecimento do reconhecimento de marca e na consolidação da solidez institucional do Grupo MAG.

“Em quase dois séculos de atuação, o Grupo MAG construiu sua trajetória com foco na proteção financeira e social das famílias brasileiras. Ao completar 191 anos, a companhia entra em um novo momento institucional, reafirmando seu protagonismo em um cenário de transformação do mercado, preservando a solidez que marca sua história e projetando o futuro com a experiência de quem sempre esteve à frente da inovação no setor”, afirma Simone Cesena, diretora de Marketing do Grupo MAG.

Rumo aos 200 anos

O lançamento da campanha ocorre em um contexto de transformação do mercado de seguros no Brasil, impulsionado por mudanças demográficas e maior conscientização sobre planejamento financeiro e a desmistificação da importância do seguro para os brasileiros. Diante desse cenário, o Grupo MAG busca se posicionar em combinação entre tradição, inovação e capacidade de execução, sendo um diferencial competitivo para sustentar a expansão nos próximos anos. 

Dentre as ações, a empresa desenvolveu a agenda MAG 200, uma iniciativa que norteia os próximos dez anos, reunindo lideranças e especialistas em inovação para antecipar tendências de impacto no setor, refletindo no papel do corretor e definindo as melhores formas de levar proteção financeira aos brasileiros. Outras ações previstas pela empresa envolvem intensificação dos investimentos em automação e otimização de processos, integração de sistemas e modernização das plataformas de contratação e gestão de apólices, buscando reduzir prazos operacionais, aumentar eficiência administrativa e aprimorar a jornada do cliente e do corretor, além do uso estratégico de dados.

Com “O futuro é MAG”, a companhia reafirma seu compromisso com a evolução contínua e consciente, unindo tecnologia, inovação e proteção para responder aos desafios atuais e futuros do mercado.

Confira o filme da nova campanha: Link

Ficha Técnica:

Título: O FUTURO É MAG

Duração: 90 segundos | Formato: 16:9 (1920×1080)

Agência: Agência DPBR | Produtora: Retumbante

Criação: Direção de Criação: Rafael Machado e Rafael Correia / Criação: Rafael Machado

Diretor: Ivan Leal / Editor e Motion: Guto Michel / Produtora de Áudio: Studio 33

Áudio: Stereo AAC 48kHz

EUA dobram para US$ 40 bilhões garantias para navios atravessarem o Estreito de Ormuz, com novos parceiros de seguros

FONTE: Bloomberg

Os Estados Unidos estão dobrando, para US$ 40 bilhões, seu compromisso de fornecer garantias de resseguro a navios dispostos a atravessar o Estreito de Ormuz, com a inclusão de novos parceiros de seguros, incluindo AIG e Berkshire Hathaway. A medida, anunciada na sexta-feira, é o mais recente esforço dos EUA para reduzir preocupações em torno dessa via marítima vital e incentivar a retomada do tráfego, apesar de um bloqueio de fato pelo Irã e das hostilidades contínuas na guerra que já dura cinco semanas.

A Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos EUA (DFC) havia anunciado no mês passado um programa de resseguro de US$ 20 bilhões. Na sexta-feira, a agência informou que Travelers, Liberty Mutual Insurance, Berkshire Hathaway, AIG, Starr e CNA se juntarão à seguradora americana Chubb para fornecer US$ 20 bilhões adicionais em resseguro para a estrutura marítima da agência. 

O anúncio de sexta-feira traz os primeiros detalhes significativos divulgados publicamente pela DFC sobre o programa desde sua criação, há quase um mês. O fechamento efetivo do estreito — que responde por cerca de um quinto dos fluxos globais de petróleo e gás natural liquefeito — tem abalado os mercados e desencadeado uma ampla crise energética. “Junto com a Chubb, essas seguradoras americanas de ponta trazem ampla experiência em subscrição nos segmentos marítimo e de guerra marítima, fortalecendo nossos esforços para restaurar a confiança no comércio marítimo”, afirmou o CEO da DFC, Ben Black, em comunicado. 

Donald Trump reiterou na sexta-feira sua frustração com o fechamento do estreito e com a falta de apoio de aliados para ajudar os EUA a reabrir a via marítima. 

“Com um pouco mais de tempo, podemos facilmente abrir o Estreito de Ormuz, pegar o petróleo e fazer uma fortuna”, disse Trump em uma postagem nas redes sociais. Não ficou claro quais ações o presidente estaria considerando. 

Ainda assim, empresas de transporte marítimo permanecem céticas quanto a uma retomada ampla das operações no Estreito de Ormuz, mesmo após a promessa de Trump de proteger navios e seu discurso em horário nobre na quarta-feira, no qual afirmou novamente que a guerra deve terminar em breve. A principal preocupação ao atravessar a rota marítima é o risco à vida das tripulações, já que o Irã continua a ameaçar embarcações com ataques de drones, mísseis e minas marítimas. 

A DFC também informou que a agência e os parceiros de seguros definirão quais embarcações serão elegíveis para o programa de resseguro. Para se qualificar, a DFC exige que os solicitantes forneçam, entre outros dados, o país de origem e destino da embarcação; os principais beneficiários econômicos do navio e seu domicílio; o proprietário da carga e seu domicílio; e informações sobre os financiadores das embarcações. 

Restaurar a confiança de operadores dispostos a navegar pelo Estreito de Ormuz é um dos objetivos mais urgentes dos EUA. Os preços globais de energia vêm subindo à medida que países enfrentam escassez de uma rota essencial de abastecimento de petróleo. A Índia — terceiro maior consumidor de petróleo do mundo e grande compradora de gás — foi particularmente afetada pela crise. 

Nos EUA, os preços da gasolina ultrapassaram US$ 4 por galão pela primeira vez desde 2022, aumentando ainda mais a pressão sobre consumidores já afetados pelo alto custo de vida. 

Embora a duplicação do compromisso de resseguro amplie as garantias financeiras, o programa ainda não inclui promessa de escolta naval, que teoricamente daria mais proteção às tripulações. Mesmo assim, pode não ser suficiente para convencer embarcações a retomar viagens pelo estreito. 

“As taxas de seguro cairão, e a disposição de operadores comerciais de segurar e enviar cargas pelo Estreito aumentará, apenas depois que as capacidades militares do Irã forem reduzidas”, disse Bob McNally, presidente do Rapidan Energy Group, consultoria sediada em Washington, à Bloomberg News no início da semana.

Icatu Seguros está com vagas abertas na região Sudeste

Além das posições para atuação na matriz da companhia no Rio de Janeiro, há oportunidades nas filiais de Campos dos Goytacazes (RJ) e Uberlândia (MG)

Rio de Janeiro, 2 de abril de 2026 – A Icatu Seguros – companhia que está entre as 10 melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro pelo ranking do Great Place to Work (GPTW) e única seguradora reconhecida pelo prêmio com o selo de saúde mental – está com vagas de emprego abertas na região Sudeste: na matriz da companhia, no Rio de Janeiro (RJ), e nas filiais de Campos dos Goytacazes (RJ) e Uberlândia (MG). São 10 oportunidades para as áreas de Negócios, RH, entre outras.

Venha viver sua carreira na Icatu – Presente em todas as regiões do Brasil por meio de 40 filiais, a Icatu Seguros busca pessoas curiosas, com olhar analítico e capazes de desenvolver soluções inovadoras, que tenham interesse constante em aprender e que ajudem a construir o futuro da companhia, em linha com o propósito de tornar a proteção e o planejamento financeiro cada vez mais acessíveis e democráticas.

Benefícios – A Icatu preza por um ambiente de trabalho saudável, transparente e colaborativo, e oferece um pacote robusto de benefícios. Além de um abrangente programa de treinamentos, a companhia oferece plano de saúde, participação nos lucros/resultados (cargos efetivos), auxílio-academia, previdência privada, auxílio-farmácia, vale-transporte, vale-refeição, entre outros.

Inscrições – Todas as vagas estão listadas na página oficial de vagas da Icatu disponível no link https://trabalheconosco.vagas.com.br/icatuseguros, na aba “Oportunidades”. Entre os cargos com vagas em aberto, estão:

Rio de Janeiro:

●      Analista de Benefícios e Bem-Estar Sênior

●      Consultor SAP (fi/Co)

●      Consultoria Interna de RH – Business Partner (áreas comerciais) (Vaga disponível apenas no LinkedIn)

●      Técnico de Operações (PCD)

●      Desenvolvedor II

●      Consultor de Gestão de Talentos

●      Consultor de Infraestrutura

●      Analista de Infraestrutura Sênior

Campos dos Goytacazes (RJ):

●      Gerente de Negócios Comissionado II – Norte Fluminense

Uberlândia (MG):

●      Gerente de Negócios II

IRB(RE) escolhe Frederico Knapp para comandar seguradora de grandes riscos

Frederico knapp

O IRB(Re) definiu quem ficará à frente de sua futura seguradora de grandes riscos, um dos movimentos mais aguardados pelo mercado desde que a companhia anunciou a entrada direta na operação de seguros. O conselho de administração nomeou Frederico Knapp para o cargo de CEO da nova empresa, que está em processo de homologação final pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) para iniciar as atividades. Com a mudança, Knapp deixa a vice-presidência financeira do ressegurador a partir de 1º de abril. 

A nomeação consolida um movimento iniciado no fim de 2024, quando Knapp trocou a Swiss Re pelo IRB para assumir a área financeira da companhia. Na época, o executivo chegou ao grupo após quase 11 anos na resseguradora suíça, onde ocupou posições como CFO, COO e presidente da operação brasileira, além de liderar os negócios de resseguros para Brasil e Cone Sul. Hoje, a liderança da Swiss Re na região está com Juliana Alves. 

A escolha de Knapp dá um rosto conhecido do mercado à estratégia de expansão do IRB. Em janeiro, o presidente Marcos Falcão revelou que o grupo criaria duas seguradoras próprias: uma voltada a danos gerais de grandes riscos e outra para vida e previdência. A ofensiva faz parte de uma nova fase da companhia, agora focada em crescimento depois da reestruturação dos últimos anos. Segundo Falcão, a ideia é ampliar a presença do IRB na cadeia de seguros, reter mais prêmios no mercado doméstico e reduzir a exportação de riscos ao exterior. Na entrevista em que detalhou o projeto, o executivo afirmou que, em 2024, 75% dos R$ 31,8 bilhões em prêmios cedidos em resseguros foram exportados. 

No desenho traçado pela administração, a seguradora de grandes riscos tende a ser a frente mais imediata de geração de negócios, por operar de forma integrada ao braço de resseguros do grupo e permitir ao IRB participar da originação de contratos corporativos de maior porte. Já a operação de vida e previdência será construída de forma mais gradual. Para essa frente, o IRB já havia trazido, em dezembro, Ricardo Siquieri, executivo com passagem pela Gen Re, na Alemanha. 

A movimentação também provoca mudanças na estrutura financeira do ressegurador. Thays Vargas, diretora de Controle e Finanças, passa a responder pelas funções financeiras do IRB perante a Susep, com apoio de Pedro Gurgel, eleito diretor de Planejamento Estratégico e Financeiro não estatutário. A reorganização preserva a condução da área financeira enquanto Knapp se dedica integralmente à montagem da nova seguradora. 

O avanço para o negócio de seguros ocorre num momento em que o IRB tenta transformar a recuperação operacional em agenda de crescimento. Em 2025, a companhia apurou lucro líquido de R$ 504,8 milhões, alta de 35,5% sobre 2024, e passou a enfatizar publicamente que o turnaround ficou para trás e que a prioridade agora é abrir novas avenidas de receita. 

Formado em administração de empresas pela Universidade Paulista, com MBA em negócios internacionais pela Nova Southeastern University e MBA em finanças, controladoria e auditoria pela Fundação Getulio Vargas, Knapp tem mais de 20 anos de trajetória no setor. Sua escolha para liderar a seguradora de grandes riscos sinaliza que o IRB optou por um executivo com trânsito tanto no resseguro quanto na gestão financeira para tocar uma operação considerada central na nova etapa do grupo. 

Exalt ultrapassa 100 corretoras de seguros associadas após expansão iniciada em 2025

A Exalt ultrapassou a marca de 100 corretoras cadastradas em sua rede, após um processo de expansão iniciado em agosto do ano passado. Segundo a empresa, em pouco mais de seis meses foram incorporadas 30 novas corretoras, o que representa crescimento de quase 50% na base de membros.

O avanço ocorreu após mudanças na estrutura interna da operação. Entre as medidas adotadas pela empresa estão o reforço da gestão, a ampliação da área comercial, a reorganização de operações, ajustes na área de colocação de risco e a revisão de processos e benefícios oferecidos às corretoras integrantes da rede.

Parte desse movimento foi apresentada no Exalt Next, realizado em agosto de 2025, quando a companhia lançou o chamado Ciclo Exalt, plataforma formada por 12 frentes de apoio ao desenvolvimento das corretoras. De acordo com a empresa, a proposta atende desde profissionais com atuação no varejo até corretoras com perfil corporativo.

“Atingir a marca de mais de 100 corretoras cadastradas confirma o avanço do plano de expansão iniciado no ano passado. Desde o lançamento do Ciclo Exalt, estamos estruturando um modelo voltado ao desenvolvimento dos corretores diante das demandas atuais do mercado”, afirmou Alexandre Federman, CEO da Exalt.

A expansão também ampliou a presença da empresa fora de São Paulo. Nesse período, a rede passou a reunir corretoras de estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e da região Nordeste.

Segundo a Exalt, além do aumento no número de associadas, parte das novas corretoras já chegou com volume relevante de produção, o que ampliou a base comercial do grupo.

Em janeiro deste ano, a empresa realizou outro evento para apresentar novas entregas e benefícios aos parceiros. A Exalt informa que a estratégia busca adaptar a operação a corretoras de diferentes portes, em um contexto de mudanças no mercado de seguros.

A companhia também atribui parte do resultado ao relacionamento com seguradoras parceiras, que participam da operação e da oferta de soluções às corretoras associadas.

Com a expansão, a Exalt passa a operar com presença mais ampla no mercado nacional e com uma base maior de corretoras integradas à sua estrutura.