Exposição ao risco em catástrofes naturais é tema de seminário da FenSeg

fensegFonte: FenSeg

Mais de 33 milhões de brasileiros estão expostos ao risco de enchentes e inundações, e 90% das perdas oriundas destes eventos não possuem seguro. Estas informações evidenciam que o Brasil não está fora do mapa global de eventos naturais e foram apresentadas no Seminário de Riscos de Engenharia – Catástrofes Naturais, promovido pela Comissão de Riscos de Engenharia da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), ontem, quarta-feira, na sede do Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (Sindseg-SP).

O evento teve como destaque a apresentação da especialista em Catástrofes Naturais da Swiss Re, Helena Perez, que abordou os tipos de riscos mais frequentes no Brasil em relação a desastres naturais. Segundo ela, em um intervalo de aproximadamente 30 anos – que compreende o período de 1975 a 2014 -, a quantidade de enchentes e inundações evoluiu de forma alarmante no país, assim como a gravidade dos eventos também se intensificou. “Hoje, 17% da população brasileira está exposta a este tipo de risco e a estimativa é de que, em 2030, este percentual atinja 40%”, pontuou, ressaltando que, além das perdas econômicas em larga escala, as enchentes possuem um impacto social muito grande.

Para o engenheiro civil e presidente da Comissão de Riscos de Engenharia da FenSeg, Marcos José Ávila da Costa, atuante no mercado segurador há mais de 25 anos, a falta de um banco de dados consolidado e organizado, com informações e histórico sobre os eventos catastróficos no Brasil, é um dos maiores desafios para a subscrição de riscos no segmento de Engenharia. “Temos poucas ferramentas para identificar se uma determinada área a ser segurada é um local vulnerável a tremores de terra, vendavais e alagamentos, que geralmente produzem um volume grande de sinistros, tanto em quantidade quanto em valores. Quando nós vamos fazer a subscrição de uma estrada, por exemplo, às vezes são 100, 200 ou 300 quilômetros, e com uma ferramenta adequada ficaria possível avaliar quais seriam os trechos mais sujeitos a estes tipos de eventos para que, na emissão da apólice, possa haver um equilíbrio entre a aceitação de riscos e a franquia adequada”, explicou.

Em sua fala, Helena Perez também destacou que as dimensões continentais do Brasil, com seus 4.700 quilômetros de costa aliados a uma imensa área de superfície, agravam, ainda mais, as chances de ocorrências de catástrofes naturais no país. “Hoje, em termos de riscos meteorológicos, podemos destacar a exposição a tornados e a granizo na região Sul. Em relação a enchentes, apenas uma ocorrência registrada no Estado do Rio de Janeiro, em 2008, gerou um montante de perdas estimado em R$ 373 milhões para conserto de uma rodovia. As perdas por catástrofes não param de aumentar e o crescimento dos produtos de seguro para estes eventos não está acompanhando os prejuízos”, sinalizou.

A especialista também fez uma relação entre os seguros em casos de incêndios e os seguros para enchentes e catástrofes naturais de forma geral. Ela constatou, ao compará-los, que as coberturas para incêndios, embora estejam relacionadas a um produto mais antigo e conhecido, são bem mais abrangentes e organizadas, enquanto as de enchentes ainda precisam ser aprimoradas. “As enchentes têm um potencial de perda bem maior do que os incêndios, geralmente atingem uma área mais extensa e há muito mais volatilidade para detalhar as perdas”, disse.

Em relação à mitigação de riscos, Helena Perez apresentou uma ferramenta da Swiss Re que demonstra e detalha a incidência de catástrofes naturais e eventos climáticos em todo o mundo. “Na hora da subscrição, é necessário analisar os possíveis perigos, a vulnerabilidade, decidir se é um risco aceitável ou não, e quais medidas podem ser adotadas para auxiliar a mitigação do risco”, orienta.

O Seminário de Riscos de Engenharia – Catástrofes Naturais teve apoio da Escola Nacional de Seguros e reuniu uma plateia de cerca de 50 pessoas entre executivos de cargos gerenciais, especialistas técnicos e subscritores.

Infraestrutura, catástrofes, riscos cibernéticos e inovação são as grandes apostas do mercado mundial de seguros, segundo o IIS

Logo_seminar_Inside2_liveQuem quiser saber um pouco mais sobre o International Insurance Society (IIS) Global Insurance Forum, que aconteceu em Shangrila, Cingapura, entre 12 e 15 de junho, pode acessar os links abaixo com a cobertura do evento feita pelo Asia Insurance Review.

As três maiores oportunidades para o setor de seguros, segundo os mais de mais de 50 executivos e especialistas que fizeram palestras para cerca de 500 participantes de mais de 40 países, são: financiar a infraestrutura necessária ao mundo, criar e difundir os seguros que podem apoiar o desenvolvimento dos países que sofrem perdas com as crescentes ocorrências de catástrofes naturais, e também ter produtos e serviços para ajudar empresas e governo com os ataques cibernéticos. O grande destaque do evento foi a inovação, o que os especialistas chamam de quarta revolução industrial do mundo. Segundo Fabium Sommerrock, vice-secretário-geral e membro da Geneva Association, a digitalização de interação tem marcado os novos negócios e é um caminho sem volta. Conectividade, nuvem, mobilidade, Big Data e social são considerados como o “combustível” desta quarta revolução. “Mais do que apenas as seguradoras, os CEOs também devem adaptar-se a “ser social” no atendimento às demandas dos consumidores”, diz. Um dos paineis foi dedicado exclusivamente para debater a falta de profissionais especializados em inovação no mundo de seguros.

http://www.internationalinsurance.org/files/iisinthenews/Asia_Insurance_Review_16-GIF-Day1.pdf

http://www.internationalinsurance.org/files/iisinthenews/Asia_Insurance_Review-GIF-Day2.pdf

AGCS usa blockchain para realizar transações de swap em catástrofes naturais

Economic growths indexA Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), resseguradora do grupo Allianz, através de seu centro de competência Allianz Risk Transfer (ART) e em parceria com a Nephila Capital Limited anuncia que teve êxito na utilização da tecnologia Blockchain de contratos inteligentes para realizar transações de swap em catástrofes naturais. O êxito na realização do teste não apenas demonstra que o processamento transacional e acordos entre seguradoras e investidores podem ser significativamente mais rápidos e simplificados por meio de contratos baseados em Blockchain, mas também, aponta para outros benefícios. Entre eles estão o aumento na negociabilidade de títulos de catástrofes e oportunidades mais amplas de aplicar esta tecnologia em outras transações de seguros.

A tecnologia de contratos inteligentes baseados em Blockchain tem o potencial de facilitar e acelerar o processo de gerenciamento do contrato. Cada contrato validado na infraestrutura aberta compartilhada contém dados e códigos autoexecutáveis inerentes a estes contratos. Quando um evento gatilho (trigger, em inglês) que atende as condições acordadas acontece, o contrato inteligente em Blockchain colhe informações pré-definidas de todos os participantes. Então, automaticamente, ativa e determina os pagamentos das partes contratadas.

“A tecnologia Blockchain aumentaria a confiança, capacidade de auditoria e velocidade para ambas as trocas e obrigações de catástrofes, na medida em que haveria menos processamento manual, autenticação e verificação por meio de intermediários para confirmar legitimidade de pagamentos/transações de e para os investidores”, explica Richard Boyd, diretor de Subscrições da Allianz Risk Transfer, nas Bermudas. “Trocando as intervenções humanas, que atualmente estão incorporadas a todo o processo de transferência de risco, atrasos de atrito e o risco de falha humana são complemente removidos – com efeito radical na velocidade e eficiência do processo e, no caso de títulos, sobre a possibilidade de negociação de tais valores mobiliários”.

Os títulos e swaps em catástrofes são instrumentos financeiros que transferem um conjunto específico de riscos, normalmente de desastres naturais, como furacões e tufões, de uma seguradora ao investidor ou outros seguradores, utilizando gatilhos com parâmetros definidos. No caso de um swap financeiro em catástrofes, o segurador paga um terceiro para assumir o risco financeiro de um evento catastrófico definido, como um furacão na Flórida, em troca de um pagamento ou séries de pagamento. Se o evento acontecer e coincidir com os “gatilhos” pré-definidos, o terceiro é responsável pelo risco financeiro previamente acordado.

Títulos de catástrofe seguem uma abordagem semelhante, mas com múltiplas partes assumindo a exposição da catástrofe por meio de um instrumento financeiro segurado no qual todas as partes investem. Se um evento catastrófico ocorre, os investidores perdem completamente ou parcialmente o capital investido; se não, eles recebem juros na forma de ‘cupons’ de pagamentos periódicos, assim como, ao fim do título, o retorno do capital investido.

Blockchain é uma tecnologia subjacente da moeda digital Bitcoin, mas suas aplicações em moedas criptografadas, contratos inteligentes e livros-razão distribuídos estão sendo exploradas pela indústria de serviços financeiros. A tecnologia de contratos inteligentes permite execução digital dos mesmos, com livros-razão automatizados e distribuídos, que são projetados para serem incorruptíveis. Assim, tendo o potencial de reduzir significativamente a arbitrariedade e funções de validação tradicionalmente realizadas por instituições terceirizadas, como bancos, intermediários e administradores, auditores e câmaras de compensação.

Aplicações mais amplas à Blockchain

A Allianz Risk Transfer e a Nephila trabalharam com diversas companhias para desenvolver a prova do conceito e apresentar as extensões desta tecnologia, tendo relevância por toda a indústria de seguros: por exemplo, na otimização dos processos de pagamentos envolvidos no front internacional para seguradores cativos, onde processos múltiplos são envolvidos na transferência de prêmios de uma corporação à sua própria subsidiária.

Laura Taylor, gerente geral da Nephila, acrescenta: “Nós acreditamos que esta tecnologia nos levará ao futuro dos seguros. Investimos grandes quantidades e estamos muito satisfeitos em estender nossa longa parceria estratégica com a ART no uso da Blockchain”.

“Em nossa jornada para nos tornarmos mais digitais, a Blockchain nos promete a criação mais transparente, mais conveniente e serviço mais rápidos aos nossos consumidores”, diz Solmaz Altin, diretor Digital do Grupo Allianz. “Blockchain obviamente é uma tecnologia fascinante e estamos apenas começando a explorar seus usos em diversas áreas”, diz Michael Eitelwein, diretor de Tecnologias Disruptivas do Grupo Allianz.

Veja abaixo a entrevista concedida por Angelo Colombo, CEO da AGCS no Brasil, ao blog Sonho Seguro:

Essa tecnologia vai ser empregada em contratos no Brasil?
Ainda não existem planos imediatos de aplicação da tecnologia no Brasil ou à América Latina. – Fei Zhang, especialista da Allianz Risk Transfer, do Grupo Allianz.

Como adaptar a tecnologia blockchain em contratos de seguros?
Uma funcionalidade única da Blockchain é de ‘distributed ledger’, que permite as mesmas informações, de forma idêntica e instantânea, a todas as partes envolvidas no contrato de seguro. A transparência em tempo real, combinada com a noção de ‘contrato inteligente’, tem a habilidade de executar ações acordadas e pré-aprovadas. Este processo irá otimizar a velocidade e precisão das transações, minimizando erros e intervenções humanas. – Hisa Judice, especialista da Allianz Risk Transfer, do Grupo Allianz..

Em quais contratos ela traria benefícios e vantagens? Citar ambos (benefícios e vantagens)

Existe um debate considerável sobre quais tipos de contratos de seguro serão os primeiros bons argumentos para linha pessoal, comercial ou de resseguro. Também existe a discussão sobre quando a primeira oferta comercial viável acontecerá. Do ponto de vista tecnológico, existem poucos avanços necessários, que esperamos solucionar imediatamente. A expectativa é que o âmbito legal e regulatório precisará de tempo até alcançar a tecnologia. – Hisa Judice, especialista da Allianz Risk Transfer, do Grupo Allianz.

Que outra tecnologia tem agregado na redução custos?

Tecnologias como Text Analytic e Inteligência Articial poderiam também auxiliar na automação dos processos em seguros, redução de custos e reinvenção de modelo de negócios. – especialista da Allianz Risk Transfer, do Grupo Allianz.

E na comodidade do cliente?

Conforme dito na segunda questão, uma das principais funcionalidades desta nova tecnologia que iriam aprimorar os contratos para clientes seria o acesso a informações idênticas em tempo real, entre todas as partes do contrato. Desta forma, processos e ações pré-acordados seriam trabalhados de forma mais rápida e eficiente, beneficiando tanto o cliente quanto o ressegurador. – Hisa Judice, especialista da Allianz Risk Transfer, do Grupo Allianz.

Há algo que possamos citar em termos de big data em resseguro já em voga no Brasil?

Por conta da indisponibilidade de nosso executivo especialista em Big Data no momento, a AGCS não poderá responder essa questão.

“Sem condições de abrir o capital do IRB agora”

O jornal O Globo informa na edição desta quarta-feira que o novo presidente do IRB Brasil RE, Tarcísio Godoy, não deve conseguir cumprir a missão dada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles: abrir o capital da resseguradora até setembro deste ano. Logo após as primeiras reuniões que manteve ao assumir o cargo, os assessores que estudam como fazer o IPO (sigla em inglês para oferta inicial de ações) já descartaram a possibilidade de realizar a operação ainda neste ano, segundo relataram ao GLOBO fontes a par dos bastidores, sob a condição de anonimato. “Ele ouviu que IRB logonão tem a menor condição de abrir capital agora – confirmou um técnico.”

Paulo Alves é o novo executivo de transportes da XL Catlin no Brasil

paulo alves 2Mais uma novidade entre o vai e vem dos executivos do setor. Paulo Alves, que esteve na Zurich Seguros nos últimos três anos, é agora o novo executivo da XL Catlin para a aérea de transportes no Brasil, ou head de marine, na nomenclatura usual da multinacional. Ele assume a vaga de Mauricio Giuntini, que foi promovido para ser o regional Latam da XL Catlin. Paulo Alves é reconhecido no mercado como um dos principais especialistas nesta área de transporte, que enfrenta um cenário desafiador e que exige especialistas para elevar as vendas, com rentabilidade.

Em recente depoimento, Anne Marie Elder, Chief Underwriting Officer de Marine da XL Catlin para a região das Américas, afirmou que o seguro de transportes (Marine) na América Latina representa mais de 8% do mercado global e continuará a se expandir e se desenvolver nos próximos anos. A região tem interesses comerciais extensivos no transporte de mercadorias e possui uma ampla costa marítima com um pesado tráfego de contêineres.

Golden Cross fecha parceria com Drogarias Pacheco e São Paulo

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A Golden Cross acaba de firmar uma parceria com as Drogarias Pacheco e São Paulo. De acordo com o diretor de Marketing da operadora de saúde Cláudio Brabo, a iniciativa busca oferecer descontos para os associados da empresa em todo o Brasil.

O executivo explica que o benefício faz parte do programa de Descontos em Medicamentos da Golden Cross, que, no último ano, possibilitou mais de 200 mil compras com custo reduzido. O acordo começará a valer a partir de hoje, dia 14 de junho.

“Vamos oferecer redução de preço a partir de 30% em genéricos, 20% em medicamentos de marca e 5% em itens de higiene pessoal e perfumaria. Para garantir o benefício, o cliente precisa apresentar a carteirinha da Golden Cross no ato da compra”, afirma Brabo. Os associados podem ter mais informações sobre a parceria pelo site www.goldencross.com.br.

AXA entra no segmento de seguro garantia

axa logoA AXA entrou no mercado de seguro garantia no mercado brasileiro. ‘O principal atrativo do seguro garantia é o preço significativamente mais baixo quando o comparamos com a fiança bancária, principal concorrente do produto. Os custos são bem menores e ainda há a vantagem de o seguro garantia não tomar o limite de crédito que é tomado quando se contrata uma fiança bancária. São duas vantagens muito fortes e a AXA, na condição de um dos maiores players do mundo vai ser também relevante no mercado brasileiro já no curto, médio prazo’, diz Rogério Gonçalves, superintendente de garantia.

A AXA prevê a comercialização do seguro garantia para diversos segmentos. ‘Por se tratar de uma alternativa à fiança bancária, o garantia ganhou espaço graças as suas condições mais competitivas. No caso das empresas públicas, em decorrência da legislação que obriga a apresentação de garantias quando da contratação de serviços e fornecimentos. Já no mercado privado, o crescimento vem ocorrendo à medida que as empresas demandadoras, na condição de garantido, entendem que, além da proteção de seu risco contratual, também é necessário proteger o de seus riscos de responsabilidade e patrimoniais. Portanto, estamos otimistas com o potencial do produto’, conclui Eric Berger, vice presidente de P&C.

Para o segurado, o produto serve como instrumento alternativo a outras formas de garantia que viabilizem a realização das obrigações assumidas por seus fornecedores e prestadores de serviços, de forma a assegurar seus compromissos e mitigar riscos contratuais. Para o tomador, como meio de garantir suas obrigações, perante seus clientes, de forma ágil, com custos adequados e, ainda, sem ocupar suas linhas de créditos junto aos bancos.

Portal Empregos Seguros do Sincor-SP entra na segunda fase

luiz moralesFonte: Sincor-SP

As empresas corretoras de seguros em busca de profissionais já podem consultar o portal Empregos Seguros do Sincor-SP para selecionar os candidatos às vagas disponíveis. Para isso, basta acessar o endereço eletrônico: www.empregosseguros.com.br e fazer o login. Em fração de segundos, estarão à disposição os currículos dos candidatos. O contato com os pretendentes deverá ser feito diretamente pela empresa interessada.

Lançado no começo de abril, o portal Empregos Seguros, numa primeira etapa, apenas cadastrou currículos de candidatos. “O cadastramento está sendo um sucesso. Com o atual cenário de desemprego no País, esse Portal será uma eficiente ferramenta para ajudar na recolocação dos profissionais”, diz o coordenador do departamento Social do Sincor-SP e responsável pelo projeto, Luiz Morales.

O cadastramento de currículo continua e, a partir do dia 15 de junho, as corretoras podem escolher os candidatos para as vagas disponíveis. De acordo com o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, o Portal permite encurtar o caminho para os interessados a ingressarem na corretagem de seguros ou de profissionais em busca de uma recolocação no mercado de seguros. “Com o crescimento do desemprego, este Portal é mais uma oportunidade para as pessoas em busca de trabalho ingressarem numa carreira promissora, que a despeito da crise vem dando provas incontestes de sua força”.

Mario Cavalcante assume diretoria de Auto e Residência da Liberty Seguros

LIBERTY SEGUROSA Liberty Seguros anuncia a chegada de Mario Cavalcante para assumir a diretoria de Auto e Residência da companhia. Com 15 anos de experiência no mercado de seguros, o executivo será responsável pela estratégia, desenvolvimento e lançamentos de produtos e serviços dessas áreas.

Mario é graduado em administração de empresas na UFRJ e tem um MBA em Gestão de Negócios e Tecnologia da Informação pela FGV. Entre 2003 e 2013, o executivo trabalhou na Liberty Seguros, onde passou pelas áreas de desenvolvimento de produtos e property varejo. De 2013 a 2016, foi COO da Willis Towers Watson.

Em 2015, o segmento de Residência da Liberty Seguros cresceu 22,5%, enquanto o crescimento do mercado foi de 6,3%. No caso do segmento Auto, a seguradora é atualmente a 6ª maior do país, com 1 milhão de veículos segurados.

ROE dos resseguradores locais foi de 16,4%, sendo 27,6% para o IRB e 5,9% para as demais

terra brasisNovo estudo da Terra Brasis Resseguros. A resseguradora local, que tem entre seus acionistas o grupo Plural e o braço financeiro do Banco Mundial, divulgou nesta semana a prévia do estudo Terra Report com dados do primeiro trimestre de 2016. O volume de resseguro cedido pelas seguradoras brasileiras atingiu R$ 2,4 bilhões, alta de 6,5% em relação aos R$ 2,2 bilhões apresentados no mesmo período de 2015.

Do volume cedido, R$ 1,7 bilhão foram colocados nas resseguradoras locais, apenas 1% maior em relação ao primeiro trimestre do ano passado, e R$ 700 milhões colocados nas resseguradoras Offshore, uma quantia 22% maior do que no primeiro trimestre de 2015.

O resseguro aceito pelas resseguradoras locais relacionado a riscos do exterior teve um crescimento perto de 90%, ficando em R$ 318,2 milhões contra R$ 168,3 milhões apresentados no mesmo período do ano anterior.

O levantamento também revela que a sinistralidade das resseguradoras locais ficou em 87% contra 70% do mesmo período de 2015, sendo 91% para o IRB e 82% para o conjunto das outras locais. O Índice combinado da produção bruta, antes da retrocessão, atingiu 102% ante os 88% apresentados entre janeiro e março do ano passado, sendo 103% para o IRB e 101% para o conjunto das outras locais.

O resultado após impostos chegou a R$ 261 milhões, sendo R$ 212 milhões do IRB, no primeiro trimestre de 2016, sendo R$ 193 milhões (R$ 128 milhões do IRB) no mesmo período do ano anterior. Com estes números, o ROE (Return on Equity) do conjunto de resseguradores locais foi de 16,4% (27,6% para o IRB e 5,9% para o conjunto das demais Resseguradoras Locais), sendo que, no primeiro trimestre de 2015, o ROE foi de 13,0% (17,9% para o IRB e 8,5% para as demais resseguradoras locais).

O resultado positivo na última linha foi influenciado pelos positivos Resultados de Investimento apresentado pelas resseguradoras locais no início de 2016.