SulAmérica lucra R$ 232,3 milhões no semestre, alta de 1,4%

2T16(1)A SulAmérica registrou lucro líquido de R$ 126,4 milhões (+0,5%) no segundo trimestre deste ano e R$ 232,3 milhões (+1,4%) no primeiro semestres. As receitas operacionais totais acumulam R$ 4,1 bilhões (+6,9%), sendo R$ 4 bilhões (+7,6%) de receitas operacionais de seguros. A sinistralidade ficou em 77,5% e a rentabilidade sobre o patrimônio alcançou 15,5%.

O segmento de saúde e odontológico avançou 15,2%, com receita de R$ 3 bilhões no segundo trimestre. Automóveis recuou 7,6%, ramos elementares 57,2% e vida e acidentes pessoais decresceu 2,5%.

Segundo texto que acompanha os resultados, “o resultado consolidado apresentado no segundo trimestre de 2016 é especialmente importante quando considerado o forte desempenho do mesmo período de 2015, combinado à forte retração econômica, piora nos índices de desemprego e aumento da carga tributária. Mesmo em um ambiente adverso, conseguimos manter uma execução consistente, explicada pela nossa política de subscrição focada em rentabilidade, além da disciplina no controle de custos operacionais e administrativos e na gestão dos ativos próprios.”

Braço segurador participa com 30,7% do lucro do banco Bradesco

bradesco logoO Bradesco obteve lucro líquido ajustado de R$ 4,161 bilhões no segundo trimestre, número que aponta queda de 7,6% sobre o resultado obtido no mesmo período do ano passado. O lucro líquido contábil caiu na mesma proporção e ficou em R$ 4,134 bilhões. Quanto à origem, o lucro é composto por R$ 5,730 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 69,3% do total, e por R$ 2,544 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 30,7% do total. 


O lucro líquido do 1o semestre de 2016 manteve- se em linha com o resultado apresentado no mesmo semestre do ano anterior, em decorrência, basicamente do crescimento de 6,9% no faturamento, da manutenção do índice de comercialização e do índice de eficiência administrativa, mesmo considerando o acordo coletivo da categoria, em janeiro de 2016; do aumento no resultado financeiro e patrimonial; compensado, em parte: pela constituição de provisão complementar de cobertura, já mencionado no parágrafo anterior; (pelo aumento de 3,0 p.p. no índice de sinistralidade; e pela elevação da alíquota da Contribuição Social (CSLL).

Os prêmios emitidos de seguros, contribuição de previdência e receitas de capitalização atingiram o montante de R$ 32,439 bilhões, no 1o semestre de 2016, evolução de 6,9% em relação ao mesmo período de 2015. As provisões técnicas alcançaram R$ 190,649 bilhões, apresentando uma evolução de 15,8% em relação ao saldo de junho de 2015.

Segue abaixo release do grupo:

O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado nacional de seguros com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país, registrou faturamento de R$ 32,4 bilhões até junho de 2016, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Esse valor representou crescimento de 6,9% em relação aos R$ 30,4 bilhões totalizados no mesmo período de 2015.

Patrocinador dos Jogos Rio 2016, junto com o Banco Bradesco, e segurador oficial do evento, o Grupo apresentou, no primeiro semestre de 2016, lucro líquido em linha com o registrado nos primeiros seis meses do ano passado, somando R$ 2,54 bilhões, com retorno anualizado sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 22,4%.

O volume de provisões técnicas apresentou aumento de 15,8%, atingindo R$ 190,6 bilhões, contra R$ 164,6 bilhões no mesmo período de 2015. Já os ativos financeiros superaram o montante de R$ 205 bilhões, o maior do mercado segurador brasileiro (cerca de 30% do total), registrando crescimento de 14,6%.

O total pago pelo Grupo Bradesco Seguros em indenizações e benefícios atingiu R$ 24,9 bilhões no primeiro semestre de 2016, alta de 16,9% em relação aos R$ 21,3 bilhões registrados em igual período de 2015.

Na comparação com a primeira metade de 2015, merece destaque o segmento de Saúde, que apresentou expansão de 16,7% no faturamento, em especial a carteira de Pequenas e Médias Empresas, que cresceu 31% em receita, superando mais de um milhão de vidas.

No total, o Grupo Bradesco Seguros conta com mais de 4,2 milhões de segurados em Saúde. Dentre as 100 maiores empresas em faturamento no Brasil, 43 são clientes do Grupo no segmento.

Destaque, também, para a melhora do Índice de Eficiência Administrativa, que chegou ao patamar de 4% no 2º trimestre de 2016, um dos menores dos últimos períodos (quanto menor o índice, melhor o desempenho), refletindo, sobretudo, o benefício gerado pela racionalização de gastos.

FenSeg lança cartilha com orientações para o consumidor sobre seguros para celulares, equipamentos eletrônicos e portáteis

A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) lançará, amanhã, 29, em Belo Horizonte, a cartilha ‘Entenda os Seguros para Celulares e Equipamentos Eletrônicos e Portáteis: orientações para o Consumidor’. Com viés didático, a publicação possui linguagem simples e de fácil entendimento e elenca os principais conceitos, benefícios e coberturas para celulares, notebooks, tablets e bens eletroportáteis. Também esclarece dúvidas a respeito da contratação do produto e do funcionamento do seguro. A cartilha terá duas versões. A impressa, que será distribuída para seguradoras, sindicatos de corretores, órgãos de defesa do consumidor e varejo. Enquanto a versão on-line estará disponível para leitura a partir de 1º de agosto, no portal da FenSeg (www.fenseg.org.br), no hotsite (www.osegurogarantiaestendida.org.br) e será divulgada nas mídias digitais e redes sociais. “Ações como esta são fundamentais para fortalecer os vínculos com os seus consumidores, e ampliar a relação com os órgãos de defesa do consumidor”, afirma o presidente da Comissão de Seguro de Garantia Estendida da FenSeg, Allan Rocha.

O evento será realizado em parceria com o Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais (Sindseg-MG) e contará com a presença de representantes do mercado de seguros, do Procon/MG, da Superintendência de Seguros Privados (Susep), do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) e do Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG).

Serviço

Data: 29 de julho de 2016

Horário: 8h30 às 12h20

Local: Auditório do sindicato das Seguradoras

(Av. Afonso Pena, nº. 726 / 22º. andar, Centro – Belo Horizonte/ MG)

CNseg lança o Programa de Educação em Seguro para empoderar consumidor

13782014_1096352767080025_866688447150886322_nMárcio Coriolano, presidente da Confederação Cnseg, faz o pré-lançamento do Programa Educação em Seguros. O objetivo do programa é tornar o setor mais conhecido não só da população e empresas, como também dos técnicos do governo, de associações, de órgãos de defesa do consumidor, do poder judiciário entre tantos outros. Enfim, de todos. Como diz Paulo Freire, educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo”, enfatiza.

Para dimensionar o mercado segurador brasileiro, Coriolando traz dados estatísticos de 2015. Cita que as vendas totalizaram R$ 350 bilhões em 2015, o que representa 6,2% do PIB, o que confere ao Brasil o primeiro lugar no ranking de seguros da América Latina e o 13o. no mundo. As indenizações somaram R$ 229 bilhões no ano passado, o que equivale a uma vez e meia o PIB do Uruguai, destaca o executivo. Em reservas técnicas, o setor acumula R$ 789 bilhões, aplicados predominantemente em títulos de renda fixa.

Cerca de 82% das vendas são provenientes de companhias nacional e 18% de estrangeiras. Outro dado interessante sobre o perfil do setor no Brasil é que 52% das vendas provêm das seguradoras ligadas a bancos e 48% das independentes. Em ramos, saúde representa 40%, VGBL 23,6%, auto 8,9%, vida 3,4% e ramos elementares com 2,7%. O crescimento real entre 2011 e 2015 foi de 6,8% e o crescimento nominal 11,4%.

A boa notícia para todos é que os números do setor podem ser ainda mais robustos. Isso porque há apenas 25% da população tem planos de saúde, 26% de carro, 14% de residências têm seguro e só 15% da área cultivada tem seguro agrícola. “Esses números mostram que as seguradoras ainda têm muito a conquistar”, afirma.

Neste panorama, lançar um programa de educação — com ampla divulgação sobre como funciona o seguro, quais as proteções que são ofertadas, como identificar os riscos aos quais se está exposto e ter informações relevantes para tomar uma decisão consciente na hora da compra — é o grande aliado das seguradoras. “Ter consumidores conscientes e empoderados é a aposta mais sustentável e de longo prazo que um setor pode fazer”, argumenta.

Entre os desafios do setor que balizaram os pilares do programa, Coriolano destaca a importância em fornecer informações relevantes aos consumidores e à sociedade em geral na tomada de decisão em relação a compra de proteção financeira. “Muitas pessoas ainda desconhecem os riscos a que estão expostas e que há disponível no mercado segurador coberturas para mitigar perdas que podem mudar o curso de vidas, de governos ou de empresas”, comenta.

São 21 ações intituladas de transformadoras, que atuarão nas mais variadas frentes, mas que no geral visam ampliar o conhecimento e a percepção sobre seguros e sua importância na vida pessoal, familiar e em toda a sociedade, incluindo cartilhas para a população, dados relevantes do mercado mundial ao Ministério da Fazenda, dados locais aos órgãos de defesa do consumidor, ao poder judiciário entre tantos outros envolvidos com o setor”.

Entre as ações do programa há livretos, games interativos, radio web, seminaries, campanhas na mídia, pesquisa de mercado, simuladores financeiros, entre outras iniciativas voltadas para a educação. Para aqueles que sentem falta da CNseg nas redes sociais, a estreia está prevista para meados de setembro, incluindo ai conteúdo institucional no Facebook, Linkedln, Youtube e muito mais. Um dos objetivos é reduzir em 20% o volume de reclamações dos consumidores sobre o setor até 2020. “É um programa que tem começo, mas não tem fim”, finaliza Coriolano.

A exemplo da CNseg, a FenaSaúde também lançará seu programa Educação em Saúde Suplementar, e o primeiro passo é uma cartilha sobre mutualismo, nos mesmos moldes da editada pela Confederação. “O mutualismo e o pacto intergeracional são os pilares da saúde suplementar. No primeiro, muitos estão pagando para alguns usarem os serviços de saúde. E o segundo é quando os que menos utilizam os recursos – neste caso, os mais jovens – carregam na mensalidade o peso daqueles que têm mais idade. Quando é informado sobre como o sistema funciona, o consumidor passa a compreender melhor o uso consciente do plano”, enfatizou Solange Beatriz.

Mais infos no release distribuído pela CNseg:

Com o intuito de conscientizar a população brasileira sobre a importância do planejamento financeiro para a proteção do seu patrimônio e para tomadas de decisões acertadas sobre seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) realizou, nesta quarta-feira, 27/07, em São Paulo, o lançamento do seu ‘Programa de Educação em Seguros’. A iniciativa, que tem como objetivo combater à desinformação em relação ao mercado segurador, visa reduzir, até 2020, o número de reclamações dos consumidores de seguros entre 15% a 25% em relação ao número de apólices.

O Programa é um desdobramento da mobilização multissetorial que compreende a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) que a CNseg integra, desde 2010, ao lado de outras instituições como o Banco Central do Brasil, a Comissão de Valor Mobiliários (CVM), a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a BM&FBovespa, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), além dos ministérios da Fazenda, da Educação, do Trabalho e Previdência Social e da Justiça. Neste sentido, no último dia 19 de maio, a CNseg, a Susep, a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e a Escola Nacional de Seguros assinaram um Protocolo de Intenções em prol do desenvolvimento e da execução conjunta de programas relacionados à Educação em Seguros.

No decorrer do triênio 2016-2019, a CNseg implantará 21 ações de transformação. Para o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, um dos principais desafios do Programa é fornecer informações relevantes aos consumidores e à sociedade em geral. “Nosso setor é, ainda, relativamente desconhecido. Não apenas da população, mas também das autoridades que têm a responsabilidade de comandar o Brasil, como os ministérios da Fazenda e do Planejamento, e de outros ministérios que têm a missão de desenhar a política econômica do País, para o qual o nosso setor tem muito a contribuir”, pontuou, ressaltando que o mercado segurador brasileiro responde por 6,2% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e compreende 45% dos prêmios de seguros da América Latina, ocupando a 13ª posição no ranking mundial, tendo arrecadado, em 2015, R$ 350 bilhões, um montante maior do que os resultados das indústrias automobilística e farmacêutica.

Como base para esta iniciativa, a CNseg e suas quatro Federações (FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap) vêm desenvolvendo, nos últimos anos, uma série de pesquisas e estudos para compreender os hábitos e as atitudes dos consumidores e da sociedade de forma geral. Tomando como referência ações realizadas pela Federação Europeia de Seguros e Resseguros (Insurance Europe, em inglês), por exemplo, a CNseg considerou em seu Programa de Educação em Seguros objetivos específicos como: 1) Fortalecer a noção de prevenção de riscos junto à população; 2) Ajudar à população no sentido de encontrar a melhor informação quando esta necessitar tomar decisões de proteção contra riscos; 3) Ampliar as oportunidades de escolha do consumidor e a garantia de que ele possa tomar sempre a melhor decisão de compra possível; 4) Desenvolver a capacidade de decisão e a confiança da população diante de oportunidades de proteção; e 5) Prover os consumidores com o melhor entendimento possível sobre os fundamentos do seguro e as diferentes características dos produtos.

Entre as iniciativas estratégicas contempladas pelo Programa também foram consideradas dúvidas recorrentes da população relacionadas a temas como reajustes contratuais, coberturas do seguro, rede referenciada, mutualismo, resgates, rentabilidade e limites de coberturas. As 21 ações de transformação têm como destaque o desenvolvimento de livretos, guias e cartilhas, parcerias com instituições de ensino e órgãos de defesa do consumidor, a promoção de colóquios e seminários, a criação de simuladores de planejamento financeiro e jogos interativos, a implantação da rádio corporativa da CNseg (Radioweb), campanhas na mídia tradicional e nas mídias sociais digitais, um boletim mensal para jornalistas e a organização de workshops para imprensa, incentivo à certificação profissional do setor de seguros (CPC) e a elaboração de um documento de orientação para Educação em Seguros nas escolas. A iniciativa contará com a parceria de diversos agentes do mercado segurador, entre eles, a Escola Nacional de Seguros, a Susep, a Fenacor e os sindicatos de seguros regionais.

Livreto:

Como ponto de partida do Programa de Educação em Seguros, a CNseg apresentou o primeiro livreto da série de 36 publicações previstas para os próximos três anos. ‘O Mutualismo – como princípio fundamental do seguro” tem como objetivo esclarecer uma das questões básicas sobre o mercado segurador brasileiro. Em cinco capítulos, o livreto aborda um pouco da história do mutualismo, suas aplicações aos contratos de seguro e questiona o que pode ferir o mutualismo e como ele pode ser protegido. Entre os temas que serão abordados pelos próximos livretos da CNseg estão “Função Social e Econômica do Seguro”, “Gerenciamento de Risco e Seguro”, “Contrato de Seguro” e “Proteção do Consumidor de Seguros”.

Mapfre lucra 380 milhões de euros; Brasil responde por 16,7% das vendas

Mapfre Antonio HuertasO lucro líquido da Mapfre para os primeiros seis meses deste ano avançou para 380 milhões de euros, um aumento de 20,5%. A receita, por sua vez, totalizou 14,641 bilhões de euros, 0,8% mais do que no mesmo período do ano passado, enquanto os prêmios totalizaram 12,080 bilhões de euros, recuou de 0,8%. “Estes resultados são uma consequência da estratégia para o período de 2016-2018, que tem como foco o crescimento rentável, com gestão técnica, e que se traduz em maior rentabilidade. Isto é especialmente visível em Espanha, onde já observemos benefícios de redução de cutos internos e melhora da rentabilidade, especialmente no segmento automóvel “, destaca o presidente da Mapfre, Antonio Huertas, em comunicado.

O volume de prêmios no Brasil totalizou 2,187 bilhões de euros, queda de 13% em euros e alta de 3,2% em moeda local, devido, entre outras razões para a desvalorização do canal de crédito real e inferior brasileira bancassurance. É importante ressaltar que o crescimento em moeda local de não-vida (+ 10%) foi impulsionado pelo seguro agrícola e industrial. O resultado antes de impostos chegou a 399 milhões de euros (-10,4% em euros; + 7,6% em moeda local), afetados, entre outros por aumento do imposto sobre as seguradoras. O Brasil contribui com 16,7% do total de prêmios do grupo.

Abaixo o release distribuído à imprensa:

O lucro líquido global da MAPFRE durante os seis primeiros meses deste ano totalizou 380 milhões de euros, o que representa um incremento de 20,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. As receitas totalizaram 14,6 bilhões de euros, montante 0,8% maior que o primeiro semestre de 2015. O volume de prêmios emitidos, por sua vez, alcançou 12,1 bilhões de euros (decréscimo de 0,8% em relação ao mesmo período de 2015). No entanto, é importante destacar que em quase todos os países onde a MAPFRE atua registra-se crescimento em moeda local.

“Estes resultados são decorrentes da estratégia marcada para o triênio 2016-2018, que foca o crescimento rentável, com uma excelente gestão técnica do negócio, o que se traduz numa maior rentabilidade. O destaque fica especialmente para a operação na Espanha, onde crescemos de forma sólida nos principais ramos e seguimos reduzindo custos internos e registrando melhoras significativas dos principais negócios, especialmente de automóveis”, informou o presidente da MAPFRE, Antonio Huertas.

O Índice Combinado (principal indicador do setor de seguros) melhorou 1,6 ponto percentual em relação ao primeiro semestre de 2015 e se situa em 97,5%.

Os ativos totais superaram os 69 bilhões de euros, com crescimento de 8,8%. O patrimônio líquido alcançou 8,9 bilhões de euros com evolução de 4,3% no semestre. Os recursos sob gestão financeira, por sua parte, tiveram um incremento de 6,2% no período e totalizam 40,3 bilhões de euros.

O índice de Solvência II, que em março deste ano era de 200%, registrou aumento do capital de alta qualidade (93% de TIER 1), o que proporciona à MAPFRE uma forte solidez financeira. Outro importante destaque foi a redução dos custos financeiros, decorrentes da substituição de obrigações vencidas em novembro de 2015, no valor de 1,0 bilhão de euros – com cupom de 5,125% por títulos de 10 anos com cupom 1,625%.

O volume de negócios na Regional Brasil alcançou R$ 8,8 bilhões, registrando 3,2% de crescimento em relação ao primeiro semestre de 2015. Em euros, as receitas totais somaram 2,2 bilhões, decréscimo de 13%. A depreciação do real em relação ao euro observada na comparação com o mesmo período do ano anterior e a menor atividade de vendas de seguros vinculados a empréstimos concedidos pelo canal bancário (vida) afetaram o crescimento da companhia. É importante destacar que os negócios “Não Vida” cresceram 11% em moeda local, impulsionados pelo maior volume de vendas de seguro agrícola e grandes riscos.

O resultado antes de impostos de todas as atividades no Brasil somou R$ 1,6 bilhão ou 399 milhões de euros (-10,4% em euros e + 7,6% em moeda local), e continua sendo o mais representativo entre as sete regionais da MAPFRE no mundo. Já o lucro líquido do Brasil, de R$ 274 milhões (68 milhões de euros), foi afetado, entre outras razões, pelo incremento da taxa da contribuição social de 40% para 45% e também pelo aumento da frequência de roubos no ramo de autos e eventos climáticos observados no primeiro trimestre, que afetaram os resultados do seguro agrícola.

“Como todo o mercado, sentimos os efeitos da crise econômica refletida nos menores crescimentos das vendas. Nossa atividade no Brasil, todavia, aporta 16,7% dos prêmios e 14,7% dos resultados globais da MAPFRE. Temos um índice combinado excelente de 96,3% e um ROE de 13%. Embora sejamos conscientes de que a retomada econômica seguirá de forma gradual, mas lenta, estamos fazendo a ‘lição de casa’ com rigor na contenção de custos, implementação de ferramentas que melhoram o atendimento ao cliente e ao mesmo tempo nossa eficiência, lançamento de novos produtos, incentivos aos canais de venda e, fundamentalmente, aplicando maior rigor técnico em nossa seleção de riscos”, comentou Wilson Toneto, CEO da MAPFRE no Brasil. “No segundo trimestre, já observamos uma melhora tanto em vendas quanto em resultados e seguimos confiantes de que fecharemos o exercício com bons resultados ”, conclui Toneto.

O Globo: Cresce a procura por seguros contra terrorismo

terrorismoFonte: O Globo, por João Sorima Neto e Roberta Scrivano

A realização dos Jogos no Rio fez aumentar por aqui a procura por um tipo de seguro ainda incipiente: apólices contra ataques terroristas. A modalidade começou a ser oferecida em território nacional depois que o Brasil foi eleito para sediar o Pan-Americano de 2007 e a Copa do Mundo de 2014. Para especialistas, mesmo que o país não tenha grupos terroristas bem organizados e seja considerado politicamente amigável, o fato de sediar eventos da dimensão da Olimpíada, que reunirá mais de 10 mil atletas e atrairá um público estimado em 1,7 milhão de pessoas, acabam por torná-lo um alvo em potencial.

Há poucos meses, foi divulgado um relatório da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) informando que o país estava bastante exposto a ataques terroristas durante a Olimpíada e, com os atos recentes na Europa, tal possibilidade passou a ser considerada pelo mercado de seguros diz Alvaro Igrejas, diretor de riscos corporativos da corretora e consultoria Willis Towers Watson, que tem oito escritórios no Brasil.

CONTRATOS DE ATÉ R$ 50 MILHÕES Igrejas destaca que não são apólices baratas. Elas visam à proteção patrimonial e aos danos causados a terceiros. Quando não estão programados eventos grandiosos no Brasil, a corretora costuma fechar uma ou duas apólices com foco específico em terrorismo por ano. Em 2016, deve fechar dez seguros desse tipo. Os valores, afirma o diretor da Willis Torres Watson, variam entre R$ 10 milhões e R$ 50 milhões. A corretora não identifica seus clientes, porém a procura por esse tipo de seguro costuma ser feita por empresas mais expostas aos riscos de um atentado, como administradoras de estádios, shoppings, hotéis, hospitais, tanques de armazenamento de material inflamável, atrações turísticas, estações de tratamento e abastecimento de água, comunicação e infraestrutura.

Alexandre Jardim, diretor de property e responsabilidade civil da Aon Brasil, com escritórios em dez capitais do país, confirma que a contratação de seguros contra atos terroristas cresceu com a aproximação dos Jogos. Ele observa que empresas multinacionais, que, em geral, contam com esse tipo de proteção no exterior, foram as primeiras a buscar essa modalidade de seguro no país. Mas, em anos com grandes eventos esportivos, companhias nacionais também buscam apólices. O executivo não revela o número de contratos fechados por conta da Olimpíada, mas diz que as consultas mensais cresceram.

O Brasil ganhou evidência no cenário mundial afirma Jardim.

UM PRODUTO DELICADO Seguradoras de peso como a AIG, a Liberty e a Chubb também vendem esse tipo de produto no país. Procuradas, nenhuma das três quis falar sobre a demanda por apólices relativas a terrorismo. Foi a AIG que inaugurou o segmento no Brasil, com o lançamento de um produto em 2013. A cobertura é extensiva a danos materiais de instalações, mas há contratos que cobrem uma eventual perda de receita causada por um ataque. Em abril de 2013, no atentado na Maratona de Boston nos Estados Unidos, a companhia bancou os gastos com reparos de imóveis.

Para Pedro Vitali, professor da Escola Nacional de Seguros, as seguradoras têm dificuldades em estruturar apólices no segmento de atentados, já que os valores são muito elevados e o tema ainda é sensível.

O seguro antiterrorismo é um produto delicado. Para que a seguradora pague o estrago feito por um ataque desse tipo, o governo precisa reconhecer que se tratou de um ato terrorista. Também há um problema de nomenclatura. Se o crime organizado ateia fogo a um ônibus, isso é vandalismo ou terrorismo? diz Vitali.

Uma estatística da Business insurance, uma publicação especializada em seguros, mostra que, na Olimpíada do Rio, serão gastos cerca de US$ 1 bilhão em apólices para proteger os organizadores e as delegações de atos de terrorismo, manifestações políticas violentas, zika e poluição.

Mercado Segurador Brasileiro – Resultados e Perspectivas 2015

Fonte: Cnseg

A publicação “Mercado Segurador Brasileiro – Resultados e Perspectivas 2015”, foi lançada em substituição ao Informe Anual, publicado pela Confederação desde 2001, agora mais enxuto e dinâmico e em formato inteiramente digital.

O documento, que agora pode contar com links e vídeos complementares, apresenta um balanço dos projetos e ações realizadas pela CNseg e Federações associadas durante 2015, destacando, por exemplo, a ampliação dos canais de interlocução com os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário e com os órgãos de defesa do consumidor, a elaboração do projeto de Lei de criação do Prev Saúde, o incremento das operações da Central de Serviços e a criação da Certificação Profissional CNseg – CPC

Nas páginas da publicação, o leitor também encontrará números e outras informações elucidativas acerca do atual desempenho, além de análises de possíveis cenários futuros e perspectivas do setor de seguros, de forma conectada aos movimentos do cenário conjuntural do País.
Em 2015, o setor segurador retornou à sociedade cerca de R$ 235 bilhões em forma de indenizações, pagamento de benefícios, resgates e prêmios de capitalização e eventos indenizáveis em Saúde Suplementar, sendo que a arrecadação nesse período, de R$ 365 bilhões, correspondeu a um crescimento nominal de mais de 11% em relação a 2014.

Acesse aqui: http://www.cnseg.org.br/cnseg/servicos-apoio/noticias/mercado-segurador-brasileiro-resultados-e-perspectivas-2015.html

BB E Mapfre fecha parceria com Sebrae-SP para oferecer cursos gratuitos sobre sustentabilidade e gestão de negócios

mapfre fatimaO grupo segurador BB e Mapfre fechou parceria com o Sebrae-SP, que vai aportar sua expertise na capacitação de micro e pequenos empresários para a realização de uma série de cursos sobre processos sustentáveis e gestão de negócios e pessoas.

Desenvolvidas especialmente para a parceria com a seguradora, as atividades serão destinadas aos prestadores de serviços credenciados ao grupo, com enfoque nas 2 mil oficinas mecânica, de funilaria e pintura que fazem o atendimento aos segurados de automóvel. Totalmente gratuito, o programa prevê capacitações presenciais e à distância.

“Nosso objetivo é apoiar esses empreendedores no gerenciamento de sua operação, mostrando a importância de investir na melhoria contínua e na gestão de riscos para garantir a perenidade do negócio”, afirma Rogério Esteves, diretor de Sinistro de Automóvel da BB e Mapfre.

Como resultado, todos são beneficiados: as oficinas, que têm a oportunidade de investir na capacitação do negócio e aperfeiçoar seus processos considerando o perfil dos consumidores e os novos riscos de mercado; os clientes, que passam a ser atendidos por empresas mais atentas ao cenário atual e às suas demandas e necessidades; e o GRUPO, que mantém parceiros cada vez mais especializados e capacitados na linha de frente do relacionamento com seus segurados.

“Entendemos que a experiência do Sebrae na formação de micro e pequenas empresas contribuirá para o desenvolvimento de nossos parceiros de negócio e para a multiplicação de conhecimento sobre o setor de oficinas, o que está totalmente alinhado ao papel do GRUPO como indutor de boas práticas na cadeia de valor e ao nosso compromisso de gerar resultados positivos para toda a sociedade”, destaca Gilberto Lourenço, diretor geral de Administração, Finanças e Marketing da seguradora.

Os cursos presenciais sobre “Planejamento Estratégico” e “Gestão de Pessoas e Equipe” serão ministrados pelos consultores do Sebrae-SP nas cidades de São Paulo, Campinas, Bauru, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Santo André.

Na programação de ensino a distância serão oferecidos os cursos “Oficina Sustentável”, “Qualidade no Atendimento“ e “Controle de Gastos”, garantindo a multiplicação das informações para toda a rede de oficinas parceiras. Realizados em formato e-learning, os cursos terão duração média de três horas.

“A forma como fazemos negócios vem mudando ao longo dos anos e a incorporação de critérios relacionados à sustentabilidade foi um dos grandes marcos desse processo de evolução. Nossa expectativa é que esse projeto seja um propulsor de melhores técnicas de negócio e operação, trazendo para dentro dessas empresas conhecimentos capazes de aprimorar os processos administrativos e a entrega de serviços cada vez mais sustentáveis e com qualidade”, explica Fátima Lima, diretora de Marketing e Sustentabilidade do grupo.

Para o consultor do Sebrae-SP, Marcio Bertolini, a parceria é importante para a capacitação e desenvolvimento dos pequenos negócios que trabalham com a área automotiva. “Nossos cursos, tanto presenciais como on line, vão garantir uma melhor gestão para estes empreendedores, que poderão profissionalizar e ampliar os seus negócios”.

Os parceiros interessados em participar do curso e-learning devem acessar a página do Sebrae-SP e fazer sua inscrição. Já para os cursos presenciais, será enviado convite por e-mail pois as vagas são limitadas. Ao final do curso, as oficinas participantes classificadas como micro e pequenas empresas receberão certificado do Sebrae-SP.

IRB Brasil RE registra lucro líquido de R$ 414,3 milhões no primeiro semestre

IRB logoO IRB Brasil RE, líder em resseguros no Brasil, fechou o primeiro semestre de 2016 com lucro líquido de R$ 414,3 milhões, 21% maior que o registrado em igual período do ano passado. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido médio (ROAE) ficou em 32%, 6 pontos percentuais acima do ano passado, segundo divulgação feita pelo grupo há pouco.

O volume total de prêmios emitidos pela companhia avançou 26% em relação ao mesmo período no ano anterior, totalizando R$ 2,5 bilhões. Desse montante, R$ 1,9 bilhão de prêmios foram emitidos no Brasil e R$ 595 milhões no exterior. Esse aumento decorre das contribuições positivas dos ramos de Rural, Property e Vida no Brasil e no Exterior.

Já o total de prêmios retidos foi de R$ 1,8 bilhão, um crescimento de 34% em relação ao primeiro semestre do ano passado. Os prêmios ganhos também seguiram a tendência de crescimento e avançaram 37% sobre os seis primeiros meses de 2015, totalizando R$ 1,7 bilhão. O aumento foi influenciado pela melhor performance de emissão, associado a uma maior retenção dos prêmios no período.

O índice de sinistralidade, que mede a relação entre os prêmios ganhos e as indenizações pagas, passou de 59,6% no primeiro semestre de 2015 para 65,8% nos seis primeiros meses deste ano. Esse aumento é reflexo dos sinistros registrados, principalmente, no segmento rural, que sazonalmente é impactado no primeiro semestre do ano, em função da estiagem em algumas regiões do norte e centro-oeste prejudicando as plantações de milho, soja e café das regiões, além do efeito do aumento da média histórica de chuvas na região sul, causando danos às plantações.

O resultado de subscrição totalizou R$ 285,3 milhões no primeiro semestre de 2016, um crescimento de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior. No primeiro semestre, o índice combinado foi de 94% mantendo-se estável em relação ao mesmo período de 2015, em função, primordialmente, do aumento no volume de prêmios emitidos no período associado a uma redução no índice de despesas administrativas, compensando o aumento no índice de sinistralidade.

No primeiro semestre, o resultado financeiro apresentou um avanço de 22%, totalizando R$ 531,9 milhões. Já as despesas administrativas registraram redução de 11%, passando de R$ 119,6 milhões para R$ 106,7 milhões na comparação entres os dois primeiros semestres. A relação entre as despesas administrativas sobre prêmios ganhos apresentaram uma redução de 3 pontos percentuais, passando de 9,5% para 6,2% no encerramento do primeiro semestre de 2016.

Os acionistas decidirão, em reunião marcada para 5 de agosto, se vão levar adiante a oferta inicial de ações ainda neste ano, segundo o jornal Valor Econômico divulgou nesta terça-feira. Por enquanto, não há consenso entre os sócios do IRB – Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco, fundos de pensão e governo – de que há condições de mercado suficientes para que o IPO seja realizado. O principal receio é que o preço das ações na operação saia a um patamar aquém daquele desejado pelos sócios da resseguradora. Assessores financeiros dos acionistas, porém, vem trabalhando com a percepção de que o ambiente é bastante propício à transação. A expectativa de analistas e bancos de investimentos é que, se a oferta de units da distribuidora de energia Energisa for bem sucedida, outras empresas aproveitem para vender seus papéis na sequência.

Joaquim Mendanha de Ataídes é o novo xerife do mercado segurador

joaquim-mendanha-sincor-goiasFinalmente, depois de tantas discussões nos bastidores, foi publicado hoje o decreto assinado pelo presidente Interino Michel Temer na edição desta terça-feira (26) do Diário Oficial da União. O presidente licenciado do SINCOR-GO, Joaquim Mendanha de Ataídes, substitui Roberto Westenberg no comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Para o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, o novo superintendente do órgão regulador e fiscalizador do setor de seguros já é reconhecido pela sua competência e capacidade de liderança. “Sendo ele um líder afeito ao diálogo, certamente saberá aproveitar a herança da administração que agora sucede e buscar maiores conquistas em permanente interlocução com todo o mercado. Desde já a Confederação se coloca à sua inteira disposição”, enfatizou.

Em nota distribuída por sua assessoria de imprensa, Mendanha lembra que será a segunda vez, na história da Susep, que um representante do mercado de seguros goiano ocupará a função. A primeira foi com Armando Vergilio, ex-presidente do Sincor-GO e atual presidente da Fenacor, que esteve à frente da autarquia entre 2007 e 2010.

“Colocarei toda a experiência adquirida ao longo da minha trajetória no mercado de seguros a serviço da Susep, respondendo, assim, à confiança depositada em meu nome pelo presidente Michel Temer e pelo ministro Henrique Meireles”, disse Joaquim Mendanha em entrevista à Comunicação do Sincor-GO. Aos 48 anos, Mendanha reúne quase três décadas de experiência no segmento. “O fato de um corretor de seguros retornar ao comando da superintendência demonstra o papel fundamental e indispensável exercido pelos representantes desta atividade na cadeia produtiva do setor”, destaca.

Dentre as importantes atribuições da Susep que serão o foco da administração de Mendanha, segundo a nota, estão a defesa dos interesses dos consumidores junto ao mercado supervisionado pelo órgão e a promoção da estabilidade dos mercados sob sua jurisdição. Segurança jurídica, eficácia, eficiência, transparência, sustentabilidade e ética são valores basilares sobre os quais foi instituída a autarquia, em 1966.

Currículo

Joaquim Mendanha de Ataídes é graduado em Administração e Marketing pela então Universidade Católica de Goiás (hoje Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) e Master in Business Administration (MBA) em Seguros e Resseguros pela Escola Nacional de Seguros.

Habilitou-se corretor de seguros em 1989 e, desde 1997, desempenha também atividade de representação institucional junto ao setor. De 1998 a 2000 foi 2º secretário na diretoria do SINCOR-GO. Entre 2001 e 2003, ocupou a cadeira de 1º secretário e entre 2004 e 2006, 1º vice-presidente na gestão do SINCOR Goiás. Em 2007, elegeu-se para seu primeiro mandato como presidente da entidade. Estava no seu terceiro mandato à frente do SINCOR-GO (gestão 2014-2017).
É cooperado fundador da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão das Micros Regiões de Goiânia e Anápolis Ltda (SICOOB CREDSEGURO), onde atualmente ocupa a 1ª vice-presidência.

Desde 2001, ocupa funções na diretoria da FENACOR e atualmente era secretário Geral da entidade nacional.

No comando da Susep, Joaquim Mendanha substituirá Roberto Westenberger, que ocupou a função nos últimos dois anos.