ICSS de julho ressalta otimismo dos empresários de seguros

armando-vergilioO Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) – um dos principais termômetros do mercado – fechou os primeiros sete meses do ano com alta acumulada de 50,8%. Em julho, o índice superou a barreira dos 100 pontos (101,2), o que não acontecia desde fevereiro de 2014. Foi o sexto mês de alta consecutiva, segundo levantamento da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor). O resultado reforça o otimismo do empresariado em relação ao cenário econômico e ao ambiente de negócios do Brasil.

“A economia do Brasil segue em recuperação. O país não está parado, mesmo com o cenário de crise. Também é assim com o setor de seguros. Algumas boas notícias de julho foram o sinal de que o seguro de auto popular pode ser regulamentado e se tornar um novo produto de oferta pelo corretor o que traria, sem dúvida, novos negócios com milhões de novas apólices. O empresariado está atento a isso e percebemos em nossa pesquisa”, destaca o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, em nota.

Os resultados do ICSS são calculados a partir de pesquisa realizada pela Fenacor com 100 grandes empresas do setor, que indicam percentuais de 0 a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento. Também foram apurados outros três indicadores: ICSS (de confiança do setor de seguros no Brasil), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).

A pesquisa da Fenacor também apura a expectativa das empresas em relação ao crescimento da economia pelos próximos seis meses. Todos os três segmentos do mercado (seguradoras, corretoras e resseguradoras) registraram alta dos seus índices de confiança: 86%, 87% e 77%, respectivamente. Quanto ao faturamento, 83% das corretoras; 81% das seguradoras e 77% das resseguradoras, esperam um cenário mais favorável nos próximos seis meses.

Quanto à rentabilidade, o otimismo segue em alta: 83% das corretoras; 82% das seguradoras e por 70% das resseguradoras confiam na manutenção ou melhora dos índices atuais. O setor de seguros é responsável por 6% do Produto Interno Bruto (PIB). É uma indústria que emprega mais de 40 mil pessoas, abriga cerca de 90 mil corretores e reúne 112 companhias seguradoras em todo o país. Em 2015, movimentou R$ 350 bilhões em volume de prêmios (considerando resseguros e a saúde suplementar), crescendo 11,6%, o que mostra sua força na economia nacional.

Banco russo fornece seguro para os jogadores de Pokémon GO

Fonte: R7

Um banco russo chamado Sberbank achou uma forma de ganhar dinheiro e atrair mais clientes nessa febre do Pokémon Go. O banco está oferecendo seguros gratuitos para os treinadores russos e pretende dar um valor de até R$ 2.6 mil em casos de acidentes relacionados ao jogo.

Jogar Pokémon Go é uma diversão e tanto. Mas, se você está acompanhando as notícias sobre o joguinho, pôde perceber que ele já causou inúmeros acidentes e até mesmo a morte de um adolescente na Guatemala. E foi pensando nesses acidentes que o banco criou o seguro, que cobrirá apenas as pessoas que sofrerem acidentes enquanto estiverem jogando.

“Como a maior seguradora da Rússia, nós queremos assegurar todos os jogadores da Rússia”, disse Max Chernin, presidente do Sberbank. “Considerando a quantidade de jogadores que tem no mundo e também a quantidade de acidentes, nós criamos um seguro que será gratuito para os treinadores.”

Max disse ainda que, com o seguro, os jogadores podem se concentrar ainda mais no jogo, sem uma preocupação tão grande assim. Para ter o seguro, o jogador russo precisa cadastrar no site do banco o nome de usuário no jogo e também o número do celular que o jogo foi baixado.

Ainda nessa levada do jogo, o Sberbank criou alguns Pokéstops perto das agências do banco ao redor da Rússia e também alguns Pokémons que só serão encontrados lá. “Os jogadores que visitarem o banco poderão capturar alguns tipos de Pokémon que não tem lá fora. Eles estarão disponíveis no horário de funcionamento do banco.”

Quando esse seguro foi anunciado no último dia 18, alguns sites russos criaram uma polêmica em torno disso, dizendo que não era verdade, mas a assessoria do banco confirmou a veracidade do anúncio.

FenSeg lança a cartilha sobre para seguros para celulares e eletrônicos

Release

“É com bons olhos que vemos esse trabalho de educação do consumidor, o trabalho de harmonização das relações entre o mercado, os órgãos de defesa do consumidor e a sociedade, em prol de um consumo saudável”. A frase foi dita pelo coordenador do Procon de Teófilo Otoni (MG), Rafael Svizzero, durante o evento sobre o Seguro de Garantia Estendida, que aconteceu na última sexta-feira (29), em Belo Horizonte. Promovida pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), a ocasião reuniu representantes de seguradoras, Procons do estado de Minas Gerais e membros da comissão de Seguro de Garantia Estendida da FenSeg, como o presidente e o vice-presidente da comissão, Allan Rocha e Rodrigo Zanini.

Durante o evento foi lançada a cartilha ‘Entenda os Seguros para Celulares e Equipamentos Eletrônicos e Portáteis: orientações para o Consumidor’. Com viés didático, a publicação possui linguagem simples e de fácil entendimento e elenca os principais conceitos, benefícios e coberturas para celulares, notebooks, tablets e bens eletroportáteis. Também esclarece dúvidas a respeito da contratação do produto e do funcionamento do seguro. O mercado acredita que ações como esta são fundamentais para fortalecer os vínculos com os seus consumidores, e ampliar a relação com os órgãos de defesa do consumidor. “Quisemos produzir algo que fosse bom para o consumidor”, pontuou Allan Rocha. “São quatro milhões de brasileiros que possuem um seguro para celular, com uma sinistralidade bastante alta”, complementou o integrante da comissão de Seguro de Garantia Estendida, Marco Garuti. O consumidor precisa estar atento às coberturas do contrato, e para isso, é muito importante que o processo de venda seja muito bem definido por parte do vendedor.

As maiores reclamações, segundo dados da FenSeg, estão no furto simples. “Por exemplo: furto simples (quando a pessoa não percebe) não é coberto pelo seguro” explica Garuti. Já o roubo e furto qualificado (quando a pessoa sofre violência) terá cobertura; em caso de esquecimento do aparelho, também não haverá cobertura. Dados apontam que, dos serviços que acontecem 60% correspondem a roubo; 30% representam o furto qualificado; e 10%, furto simples. “As reclamações para furto simples somam 80%, ou seja, o processo de venda não está correto, por isso defendemos tanto o treinamento e qualificação do vendedor de varejo. O cliente precisa saber o que está levando”, explicou Marco Maruti.

O diálogo transparente e a troca de informações entre o mercado e o órgão de defesa do consumidor deram o tom do evento. “Sabemos que ainda temos problemas e gostaríamos de compartilhar o nosso trabalho em busca dessa melhoria”, disse Allan Rocha. O setor percebeu que o varejo ainda necessita de treinamento e orientação, por esta razão, reeditou o Manual de Boas Práticas para o Varejo, criado em 2012. A publicação atualizada, apresentada durante o evento, veio com o objetivo de reforçar o treinamento dos vendedores e orientar o varejo com uma linguagem de mercado homogênea, além de servir como objeto de consulta para esses profissionais. O material orienta que a ‘venda casada’ é prática expressamente proibida por lei, por exemplo. “O varejo é um braço da seguradora e sofre as mesmas penalidades que uma seguradora sofreria, ao cometer uma infração”, enfatizou Rodrigo Zanini.

Seguro roubo e furto qualificado:
Ø Garante a reposição do aparelho por um bem igual ou similar, limitado ao valor da nota fiscal;
Ø Em caso de impossibilidade de realizar a substituição do aparelho, será pago ao segurado o valor em dinheiro conforme o que constar em nota fiscal;

Há cobertura:
Ø Roubo: caracterizado quando a pessoa sofre ameaça física verbal ou uso de força bruta;
Ø Furto qualificado: identificado quando a pessoa não sofre ameaça e só percebe quando se depara com os vestígios do crime.

Não há cobertura:
Ø Furto simples, perda ou esquecimento: é quando a pessoa não percebe o furto e não encontra vestígios do crime.

Seguro danos acidentais:

Ø Este seguro conta com a cobertura de reparo do aparelho em caso de dano causado acidentalmente;
Ø A principal cobertura desse seguro é a quebra causada por queda;
Ø Em caso de danos ao aparelho, o reparo sempre será a primeira alternativa;
Ø Em caso da impossibilidade de reparo, a seguradora efetuará a troca por outro aparelho igual ou similar (de valor limitado ao montante da nota fiscal de compra do aparelho);
Ø Em último caso será efetuada indenização em dinheiro (de valor limitado ao montante da nota fiscal de compra do aparelho).

Seguro garantia estendida original

Ø Este seguro garante o reparo do seu bem em caso de defeitos funcionais que atrapalhem o uso do aparelho;
Ø Cobre custos das peças genuínas e da mão de obra qualificada para conserto;
Ø Caso não seja possível o reparo, o segurado terá direito a receber um novo aparelho igual ou similar e, em último caso, será pago o valor em dinheiro (limitado ao montante da nota fiscal de compra do aparelho);
Ø É importante destacar que a cobertura deste seguro se inicia após o término da garantia original do produto e estão garantidas as mesmas coberturas e exclusões do manual do fabricante.

Seguradora francesa AXA fecha parceria global com Alibaba

Fonte: Reuters

axa logoParis – A seguradora francesa AXA afirmou nesta sexta-feira que fechou parceria global com a gigante chinesa de e-commerce Alibaba e sua unidade Ant Financial Services para distribuir produtos de seguros da AXA e se expandir na China.

“Graças ao conhecimento inigualável da Alibaba de seu mercado doméstico, esta parceria também nos ajudará a acelerar ainda mais o nosso desenvolvimento na China, onde já somos a seguradora internacional número 1”, disse Thomas Buberl, executivo-chefe adjunto da AXA, em comunicado.

Lançado o Relatório de Sustentabilidade GRI da CNseg

Mais de 100 pessoas participam, na manhã desta sexta-feira, 29, do I Encontro de Sustentabilidade e Inovação do Setor de Seguros, promovido pela CNseg, em sua sede, no Rio de Janeiro. A cerimônia de abertura contou com a participação do presidente da CNseg, Marcio Coriolano, do diretor-presidente da ANS, José Carlos de Souza Abrahão, do diretor presidente da instituição de ensino superior Insper, Marcos Lisboa, e da presidente da Comissão de Sustentabilidade e Inovação da CNseg, Fátima Lima. O diretor da Report, Álvaro Almeida, apresentou detalhes do primeiro Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros.

Acesse o relatório:

Release

I Relatório de Sustentabilidade do Setor de Setor de Seguros aponta que 85% das seguradoras mantêm iniciativas ligadas à Educação em Seguros

Um conceito mais amplo sobre sustentabilidade que ultrapassa as barreiras das iniciativas voltadas apenas à proteção do meio ambiente foi consenso entre os palestrantes do I Encontro de Sustentabilidade e Inovação do Setor de Seguros, promovido pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), na sexta-feira, 29 de julho, no Rio de Janeiro. Logo na abertura do evento, o presidente da Confederação, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, destacou o papel do mercado segurador como agente de movimento social e econômico do País.

“Sustentabilidade e inovação são temas que estão intrinsicamente vinculados à atividade do setor de seguros por meio da subscrição do risco, o estudo do risco a ser tomado, da gestão deste risco e da formação de garantias. A formação de garantias é um ponto que eu venho insistindo não apenas ao que tange suporte aos riscos assumidos, mas também por conta do seu papel institucional e de formação de investimentos para o País. Isto posiciona o mercado como protagonista da busca de um desenvolvimento sustentável”, pontuou Coriolano, enfatizando que o principal componente operacional das empresas de seguros é a visão de futuro. “Garantir riscos é permitir que a sociedade se proteja de eventos que podem comprometer a sua capacidade de sustentabilidade”, explicou.

Do ponto de vista macroeconômico, Coriolano ressaltou a dimensão do mercado segurador que tem como um dos seus princípios básicos evitar que recursos sejam desperdiçados. “Geralmente, a sustentabilidade vem sendo, ao longo do tempo, associada à preservação de recursos naturais, à questão de governança, entre outras questões adjacentes. Não estou dizendo que não sejam importantes. Mas a hora é de falar da atividade de seguro, falar de sustentabilidade do sistema do ponto de vista da política macroeconômica. Temos o dever e condições de nos colocar no centro desta política macroeconômica – sustentabilidade econômica. Hoje o mercado acumula mais de R$ 800 bilhões em termos de garantias dos riscos assumidos. Em breve, do jeito que o mercado avança e o país também, falaremos em trilhão de reais em garantias de riscos, uma importante fonte de financiamento tanto para o setor público como para o setor privado”, concluiu.

O diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), José Carlos de Souza Abrahão, também participou da abertura do evento e, em linha com a fala de Coriolano, reiterou que a definição da sustentabilidade na saúde e no seguro não é apenas a sustentabilidade ambiental. “É a sustentabilidade assistencial, da busca do equilíbrio econômico e financeiro. A sociedade está cada dia mais empoderada, a cada dia nos cobra mais e tem um nível de consciência maior. Precisamos trazê-la para participar e comungar disto. E isto só vai acontecer por meio do diálogo. O consumidor é a razão da nossa existência”, afirmou. “Nós vivemos um momento social e político muito delicado e compete a todos nós ter tranquilidade e serenidade. A saúde depende fundamentalmente da construção de um diálogo franco, democrático e técnico. Precisamos trabalhar a gestão de risco, trabalhar a análise do impacto da legislação e trabalhar a previsibilidade. Nenhum segurador trabalha se não tiver seus olhos na previsibilidade. E esta é a missão do órgão regulador. Temos que prover segurança jurídica para diminuir uma situação que hoje tanto se fala, que é a judicialização da saúde”, observou.

Neste sentido, a presidente da Comissão de Sustentabilidade e Inovação da CNseg, Fátima Lima, reforçou a importância de abrir espaço para a discussão sobre sustentabilidade e inovação. “É preciso traduzir a sustentabilidade para o nosso ambiente de negócios. A sustentabilidade consiste em avaliar os impactos sociais, políticos, econômicos, ambientais e de governança no nosso modelo de negócios. Como é que o setor de seguros vem trabalhando esta temática? A sustentabilidade não é apenas abraçar árvore. A sustentabilidade é competitividade. É saber aplicar estas questões no seu portfólio de produtos e serviços”, avaliou, destacando que é preciso compreender os impactos das grandes tendências globais, como a mobilidade urbana, a longevidade e a saúde, para que se possa inovar dentro no nosso mercado. “Como tomador de riscos a gente precisa entender, se antecipar a estas questões e entender se as soluções de hoje em termos de serviços de seguros estão atendendo a estas questões”, sinalizou.

Em destaque, a programação do encontro também trouxe a palestra do economista, ex-presidente do IRB Brasil RE e presidente do Insper, Marcos Lisboa, que discorreu sobre o tema “Liderança em Sustentabilidade”. Durante a sua fala, Lisboa indagou: “Como garantir a sustentabilidade das contas de um país que envelhece?”, afirmando que este não é o único de desafio do setor de seguros no Brasil e que se faz urgente enfrentar um debate sobre a estabilidade do setor público, a necessária reforma da aposentadoria, o regime geral da previdência social e os limites de gastos públicos.

No painel “A jornada de sustentabilidade do mercado segurador colombiano”, a diretora de Inclusão Financeira e Sustentabilidade da Federação Colombiana de Seguradoras (Fasecolda), Alejandra Diaz, destacou que 700 milhões de pessoas, o equivalente a 9,6% da população mundial, viviam, em 2015, com menos de US$ 1,90 por dia. Alejandra mencionou grandes desafíos para o desenvolvimento sustentável, entre eles, as mudanças climáticas, a escassez de recursos, os crescimentos urbano e populacional e a segurança alimentar. Ela ainda explicou que a aplicação do desenvolvimento sustentável passa por mudanças na regulação e nas políticas públicas, pelas expectativas dos consumidores e pela alteração do ambiente de negócios.

Do ponto de vista do mercado segurador, Alejandra salientou como a tecnologia está mudando o ambiente em que o seguro opera e promovendo a massificação dos seguros por meio de meios remotos; a personalização de produtos baseada nas informações sobre clientes (BIGDATA); a cobrança de prêmios em função do verdadeiro perfil de risco do consumidor (Pay as you use); e a participação de novos players no mercado e em sua cadeia de valor, inclusive não-seguradoras.

A mesa-redonda intitulada “Caminhos para o futuro: sustentabilidade e inovação” reuniu representantes da SulAmérica, da Bradesco Seguros, do Grupo Segurador BB e Mapfre, da Liberty Seguros e da Brasilprev Seguros e Previdência, que, ao lado do fundador da Report Sustentabilidade, Álvaro Almeida, discorreram sobre as iniciativas e ações aplicadas no âmbito de trabalho de suas companhias.

Durante o evento foi lançado o 1º Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, elaborado de acordo com as diretrizes e indicadores Global Reporting Initiative (GRI). Este modelo favorece a organização do conteúdo e a comparabilidade dos indicadores do setor, com os de cada empresa integrante ou de outros setores da economia. Nele, além de uma visão geral, estão resumidos os mais importantes acontecimentos e destaques do ano de 2015 referentes à CNseg e às suas quatro federações (FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap). A publicação destaca que 85% das seguradoras mantêm iniciativas ligadas à educação em seguros; 1.372 candidatos participaram do primeiro exame da Certificação Profissional da CNseg (CPC); 96 ações presenciais e onlines foram realizadas pelo setor de seguros durante a 2ª Semana Nacional de Educação Financeira, alcançando mais de 95 mil pessoas; e 32 apresentações da peça de teatro de educação em seguros foram realizadas, atingindo mais de cinco mil estudantes de 22 escolas e oito estados do Brasil.

Entre outras questões, a publicação aponta, do ponto de vista ambiental, que 67% das empresas associadas à FenaSaúde realizam a gestão de suas emissões de gases do efeito estufa (GEE) e mantêm iniciativas para mitigar suas emissões. Na FenSeg, o percentual é de 50%. Em 2015, mais de 2.200 toneladas de sucata automotiva passaram por logística reversa, em ações monitoradas pela FenSeg.

A análise social, que aborda temas como educação em seguros, relacionamento com clientes e órgãos reguladores, e a gestão de colaboradores, aponta que 77% das empresas mantêm algum tipo de engajamento com os seus públicos estratégicos. Além disso, 75% das associadas às federações integram em suas políticas de responsabilidade social as políticas públicas oficiais dos governos municipal, estadual e federal. E, ainda, 71% das empresas realizam pesquisas de opinião e/ou satisfação com clientes.

No que tange à governança corporativa e questões relacionadas à gestão da ética, das práticas de compliance e da conformidade a normais internas e externas, o material indica que 96% das associadas têm código de ética e/ou conduta e declarações de missão, visão e valores; 95% fazem o monitoramento e o tratamento de questões relacionadas à conduta ética; 90% das empresas consultadas usam um checklist regulatório no processo de desenvolvimento de produtos e serviços; 81% mantêm canais internos anônimos de denúncia sobre práticas de desvio de conduta, tais como assédio moral/sexual, corrupção etc.; 55% tiveram alguma interação com órgãos reguladores, acionistas e parceiros de negócios relativa a questões ASG.

Associação ao Ibracor começa segunda-feira

paulo-santosO site do Instituto Brasileiro Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, Resseguros, Capitalização e de Previdência Complementar Aberta (Ibracor) estará aberto para inscrição dos associados na próxima segunda-feira, dia 1º de agosto. Segundo o presidente da entidade, Paulo dos Santos, é muito fácil se associar. “O corretor de seguros precisa apenas acessar o site www.ibracor.org.br e se cadastrar. A partir daí, o próprio sistema gera uma senha, que será remetida de volta ao email informado”, explica.

Ele acrescenta, com essa senha, o corretor poderá entrar no portal, procurar o cadastro em “associados” e solicitar sua associação ao Instituto. “Para tanto, basta que seus dados informados estejam atualizados junto ao cadastro da Susep”, observa Paulo dos Santos.

O presidente do Ibracor frisa ainda que é condição necessária a adesão ao código de ética, o que o corretor poderá assinalar eletronicamente, quando do envio do pedido de associação.

Ele lembra também que o profissional que se inscrever até o final de 2016 estará isento das contribuições inicial e de manutenção dos exercícios de 2016 e 2017, seja pessoa física ou pessoa jurídica.

O site do IBracor divulga todas as informações necessárias para os profissionais se associarem, além das ações do órgão e ainda as orientações quanto ao enquadramento correto às normas legais e regulamentares.

Mongeral Aegon se classifica entre as melhores empresas para se trabalhar no RJ pela Great Place to Work

Fonte: Mongeral Aegon

A seguradora Mongeral Aegon conquistou o sétimo lugar entre as 40 melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro, segundo a Great Place to Work (GPTW). O ranking é realizado anualmente em mais de 50 países. “Sempre investimos e cuidamos do nosso capital humano. Este é, inclusive, um dos fatores mais relevantes que manteve a companhia sustentável nesses 181 anos de atuação no Brasil. A partir de 2014, houve uma reestruturação importante na área de Recursos Humanos, que fez com que as ações de Qualidade de Vida e Treinamento ganhassem mais força e prioridade na agenda dos colaboradores”, justifica Carla Muniz, superintendente de Gestão de Pessoas da Mongeral Aegon.

A Mongeral Aegon desenvolve uma série de ações voltadas para a Qualidade de Vida e o Desenvolvimento e investe cerca de 14% sobre o orçamento anual nesses programas. Em 2015, por exemplo, a companhia desenvolveu programa de incentivo para a perda de peso dos funcionários. O objetivo foi conscientizar o público a praticar atividades físicas e manter bons hábitos de alimentação. Os que conseguiram a maior redução foram premiados na festa de fim de ano da seguradora. A Semana da Saúde, outra atividade, cativou 700 pessoas, que participaram de levantamento de informações, como aferição de dados de saúde, oficinas de relaxamento, terapias alternativas e aulas de yoga. O resultado deste mapeamento é utilizado como baliza das novas ações de qualidade de vida.

Só no ano passado, a seguradora cresceu 27% nas receitas e, nos últimos 10 anos, a média de crescimento foi de 22% ao ano. Além disso, os resultados das pesquisas de clima e de satisfação dos colaboradores sobre os serviços prestados internamente (entre as áreas) também demonstram constante evolução. “A empresa é feita de pessoas e somos uma seguradora que protege vidas. Isso está no nosso DNA. Precisamos sentir que estamos evoluindo, que agregamos valor para a sociedade. Este é um importante fator motivacional. É fundamental investir no desenvolvimento dos seus funcionários, oferecendo capacitação e oportunidades de crescimento”, ratifica Carla Muniz.

No quesito desenvolvimento, a Mongeral Aegon desenvolveu atividades como o Plano de Ascensão Profissional, que após processo seletivo interno, direciona as pessoas para a Escola de Liderança, que oferta várias opções de cursos e ações de desenvolvimento. Ao término do programa, aqueles que obtiveram o resultado esperado, compõe o banco de talentos da empresa e possuem prioridade nas oportunidades internas para posições de liderança. No ano passado, 24 profissionais participaram deste programa e desse total, 50% foram promovidos.

Sobre a Mongeral Aegon
Presente no Brasil há 181 anos, a Mongeral Aegon tem como objetivo auxiliar as pessoas com as ferramentas necessárias para que elas planejem um futuro financeiro mais tranquilo. A companhia está presente em todo o Brasil, com mais de 2 milhões de clientes, para os quais assegura mais de R$ 270 bilhões. Desde 2009, a empresa faz parte do Grupo Aegon, um dos maiores grupos de seguro, previdência e investimentos financeiros do mundo. Nos últimos anos, a expansão dos negócios deu origem ao Grupo Mongeral Aegon, que é formado por, além da seguradora, pelo Mongeral Aegon Fundo de Pensão, pela Mongeral Aegon Investimentos, pela empresa de gestão previdenciária Mongeral Aegon Administração de Benefícios e pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. O grupo está presente em todo o país por meio de 60 unidades de negócios, 1.200 funcionários e 4 mil corretores parceiros. www.mongeralaegon.com.br

Sobre a Aegon
No mercado há mais de 170 anos, a Aegon tem crescido como uma companhia internacional, com presença em mais de 25 países na América, Europa e Ásia. Atualmente, é uma das maiores organizações financeiras, com atuação nos segmentos de Seguro de Vida, Fundo de Pensão e Gestão de Ativos. Na Holanda, é responsável por aproximadamente 25% das pensões e tem sob sua gestão o equivalente a R$ 1,5 trilhão. O propósito da companhia é ajudar as pessoas a assumir a responsabilidade por seu futuro financeiro, razão compartilhada pela Mongeral Aegon em sua atuação no Brasil.

Seguro para fusões e aquisições ganha espaço no Brasil

Flavio Sá_AIG BrasilFonte: AIG

O seguro M&A (sigla em inglês para Fusões & Aquisições), apesar de ainda recente no Brasil, tem ganhado importância neste tipo de contratos por endereçar preocupações das partes envolvidas. A AIG Brasil foi pioneira ao trazer o seguro M&A ao Brasil, ainda em 2014, adaptando a solução e oferecendo uma ferramenta para facilitar a concretização da transação.

No atual cenário, diversas empresas estão interessadas na venda de ativos não estratégicos para a sua capitalização e investimento em suas principais operações. Ao mesmo tempo, investidores que miram o longo prazo identificam oportunidades que a transação possa trazer (captura de sinergias, novo posicionamento para o mercado, melhoria em processos produtivos, etc) e, em conjunto com assessores, mapeiam os riscos associados à operação, dentre eles os passivos do vendedor. “O seguro cobre eventuais prejuízos resultantes da infração às garantias (Representantion & Warranties) dadas pelo vendedor no Contrato de Aquisição e indenizará o chamado de passivo oculto: aquele não mencionado, não conhecido e não esperado no processo de due diligence”, explica Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da seguradora AIG Brasil.

O mapeamento dos passivos é parte integrante fundamental para que um processo de M&A tenha o resultado esperado, e os assessores jurídicos e auditores têm papel fundamental para endereçar esses pontos que em algumas situações podem inviabilizar a conclusão do negócio. “Existe uma crescente preocupação dos investidores pelo passivo oculto nas transações ao redor do mundo, e o Brasil segue a mesma tendência. O seguro é uma opção válida e que facilita a concretização do negócio, dado que a seguradora garante prejuízos que possam surgir anos após a assinatura do contrato de compra e venda”, complementa Sá.

Outra vantagem oferecida pelo seguro M&A é que não há necessidade de um contrato de ‘contra-garantia’, requisito fundamental em outros seguros como os de Garantia de Performance ou Judicial por exemplo. “O Seguro pode facilitar a liquidez financeira, liberando recursos das empresas envolvidas na transação”, exemplifica o executivo da AIG.

Em um cenário de retração observado nos últimos meses, em decorrência do esfriamento da economia nacional, o Brasil segue representando um importante centro para fusões e aquisições nos mais variados setores. De acordo com a pesquisa Mergers and Acquistions (M&A), da consultoria PwC, somente nos dois primeiros meses de 2016, foram realizadas 98 transações entre empresas, um número significativo, ainda que em queda, levando em conta um período marcado pela volatilidade no cenário político-econômico.

Segundo Flavio Sá, diante desta conjuntura, o produto M&A é mais uma opção de garantia, podendo facilitar a concretização da operação e sendo vantajoso para as empresas envolvidas.

Seguradoras nos EUA atuam como supermercados financeiros

Fonte: Bloomberg

Se tudo sair errado, empreste dinheiro.

Essa é a estratégia de algumas das maiores seguradoras americanas na busca de retornos mais altos em um universo de investimento onde às vezes a compra de títulos garante prejuízos.

Os maiores bancos dos EUA estão limitados por normas promulgadas depois de 2008 que tornam mais difícil estender empréstimos. Portanto, empresas como a MetLife e a American International Group estão aumentando a participação no mercado. Apesar de muitas seguradoras estarem no mercado de imóveis comerciais há décadas, o setor está se diversificando com hipotecas residenciais, créditos para pequenas empresas, empréstimos para compra de automóveis, financiamento de energia renovável e dívida estudantil.

“Não há dúvida de que as seguradoras estão tentando se diversificar entrando em novas áreas e inovando tanto quanto possível”, disse Adam Hamm, chefe do departamento de seguros da Dakota do Norte e membro do Conselho Supervisor de Estabilidade Financeira dos EUA.

O discreto rearranjo do setor de crédito faz parte de uma transformação das finanças americanas após a crise de crédito de 2008. Junto a hedge funds, empresas de private equity e startups de tecnologia, as seguradoras se uniram às filas dos bancos paralelos – empresas que agem como bancos sem serem reguladas como eles. Legisladores e reguladores já perceberam a mudança de cenário e a candidata presidencial democrata Hillary Clinton prometeu “abordar os perigos financeiros” aumentando a transparência e reduzindo a volatilidade no sistema emergente.

Novos supermercados

As seguradoras estão se convertendo nos novos supermercados financeiros em parte por causa dos retornos minúsculos oferecidos por investimentos tradicionais – as notas do Tesouro dos EUA com vencimento em 10 anos rendem menos de 1,6 por cento e parte da dívida soberana europeia é negativa, ou seja, os investidores têm que pagar para colocar seu dinheiro nela. E uma incursão em investimentos mais agressivos, como hedge funds, atrelou muito capital e provocou perdas nos últimos trimestres.

Hoje, seguradoras são responsáveis por 11,6 por cento dos empréstimos no mercado global de dívida privada, que inclui créditos diretos, segundo a fornecedora de dados Prequin. As empresas aumentaram em 50 por cento o financiamento imobiliário, para US$ 430 bilhões, nos últimos dez anos, segundo o Federal Reserve (Fed).

Em 2015, a MetLife ,a maior fornecedora de seguros de vida dos EUA, concedeu mais hipotecas do que nunca em 148 anos de história. O CEO Steve Kandarian disse que a empresa planeja continuar se expandindo em 2016 porque as hipotecas têm “fluxos de renda previsíveis”. A MetLife não quis fazer comentários. A AIG tem mais de US$ 20 bilhões alocados em hipotecas comerciais e aumentará sua aposta enquanto abandona hedge funds de desempenho ruim.

Federal Reserve

As seguradoras estão cada vez mais parecidas com administradoras de ativos. A MetLife, a MassMutual, a Prudential Financial e a New York Life Insurance estão montando unidades que investem recursos de clientes em vez de só o dinheiro que possuem para garantir as obrigações das apólices. Um porta-voz da New York Life não quis comentar.

Apesar de serem vistas como credores seguros porque podem investir recursos durante muito tempo e não têm de se preocupar com depositantes que retiram dinheiro a qualquer momento, é possível que as seguradoras não tenham a experiência em subscrição de títulos de credores veteranos, disse Yariv Itah, assessor de administração de ativos da Deloitte Consulting.

“Existe o risco de não saber exatamente como fazer isso”, disse Itah. “Então, toda vez que um investidor entrar em uma nova área de investimento, há certos riscos operacionais”.

AGENDA: Impacto da longevidade na sociedade e na previdência social e privada

nilton molina 2Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon e do Instituto de Longevidade, e membro titular do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), fala sobre o ‘Impacto da longevidade na sociedade e na previdência social e privada’, no Clube de Seguros de Vida e Benefícios (CVG/RS), na próxima terça-feira, dia 2 de agosto.

Serviço:

CVG/RS – Salão Nobre da Federasul

Local: Largo Visconde do Cairú – Centro – Porto Alegre

Horário: 09h

Inscrições até 01/08