SURA é a única companhia latino-americana do setor de Serviços Financeiros Diversos inserida no Índice de Sustentabilidade Dow Jones

Batt: temos agora um leque maior de produtos para ofertar

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Pelo sexto ano consecutivo, o Grupo SURA, acionista da Seguros SURA – uma das maiores seguradoras da América Latina – foi reconhecido como a única companhia latino-americana do setor de Serviços Financeiros Diversos e Mercado de Capitais a fazer parte do Índice de Sustentabilidade Dow Jones, graças a sua gestão responsável em questões econômicas, sociais e ambientais. Seu destaque se deu tanto no Índice Mundial como no de Mercados Emergentes.

O índice reconhece a melhora dos relatórios de informação pública, além das questões ambientais e sociais apresentadas pelo Grupo SURA. Entretanto, o Grupo mantém sua busca continua em fortalecimento da Gestão Corporativa, com foco na melhoria da definição de métricas e metas em informações não financeira. Além disso, investe também em iniciativas que contribuam para a ecoeficiência e, em geral, que continuem incorporando as melhores práticas corporativas, em especial com os novos negócios que se integram à Companhia.

Diante dos ótimos resultados, David Bojanini, presidente do Grupo SURA, comenta: “Para nós, é motivo de orgulho continuar fazendo parte de um índice com tão alto reconhecimento mundial, especialmente em um setor como o Financeiro, que ainda enfrenta desafios representativos na América Latina. Nós nos submetermos a uma avaliação integral da nossa gestão e sermos equiparados às companhias que possuem os mais altos padrões de sustentabilidade ao redor do mundo demonstra nosso compromisso de realizar uma gestão responsável. Em particular, destaco nosso avanço nas questões ambientais e sociais, às quais seguiremos integrando as melhores práticas do mercado”.

Thomas Batt, o CEO da Seguros SURA no Brasil, umas das empresas do Grupo SURA, concorda com Bojanini e afirma que a companhia no Brasil se empenhará para continuar crescendo no país. “Assim como a nossa matriz, buscamos agir com excelência para aumentar nosso impacto positivo no mercado. Queremos que a Seguros SURA continue beneficiando todos os segurados que confiam em nosso trabalho, sem deixar de lado questões importantes como a sustentabilidade dos nossos negócios e dos negócios de nossos parceiros e clientes”.

O Grupo SURA entende a importância de ser notada com altos padrões de gestão empresarial. Por isso, busca melhora contínua para que seus esforços se convertam em um compromisso público com a incorporação de práticas que favoreçam o desenvolvimento sustentável dos negócios e da sociedade em si. Atualmente, este índice representa uma fonte relevante para a análise e tomada de decisões em matéria de investimento por parte dos mercados financeiros.

O Índice de Sustentabilidade Dow Jones é uma plataforma global, que desde 1999, reúne uma série de indicadores que monitoram o desempenho das empresas líderes em todo o mundo, e nos diferentes aspectos que condizem aos padrões de sustentabilidade. Este índice é reconhecido como uma das maiores certificações que uma companhia pode obter em nível mundial e é uma referência-chave em termos de decisão de investimento.

Liberty Seguros lança seguro com coberturas customizadas para igrejas e templos religiosos

liberty logoRelease

A Liberty Seguros lança o Liberty Organizações Religiosas, um seguro destinado a igrejas, conventos, seminários e templos religiosos. Além das coberturas básicas contra incêndios, quedas de raios, explosões ou implosões e quedas de aeronaves, o seguro oferece proteções customizadas, como a cobertura de danos causados a instrumentos musicais por motivos de queda, dentro ou fora do local segurado.

“Temos investido na criação de produtos customizados para atender cada vez melhor às demandas do mercado e dos consumidores”, diz Rosy Herzka, diretora de Seguros Patrimoniais da Liberty Seguros. “Um dos nossos principais compromissos é que os clientes se sintam seguros e protegidos com o produto contratado”, explica.

Outra cobertura oferecida pelo Liberty Organizações Religiosas é a do descarte responsável, que auxilia na retirada e descarte de móveis e equipamentos, retirada de entulho e resíduos de obras. Atualmente, a Liberty Seguros oferece mais de 25 seguros patrimoniais customizados, que trazem proteção para diversos segmentos, com foco em pequenas e médias empresas.

Saúde suplementar: desafios e perspectivas

Saúde Suplementar - Solange Beatriz Palheiro Mendes

Saúde Suplementar - Solange Beatriz Palheiro Mendes
Saúde Suplementar – Solange Beatriz Palheiro Mendes
Fonte: FenaSaude

O segmento de saúde suplementar representa hoje cerca de 40% de toda a arrecadação do mercado de seguros e responde por mais de 50% das indenizações pagas. Diante dessa relevância, um auditório lotado assistiu a palestra de Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), que abordou a visão da Federação sobre o atual cenário da saúde privada no Brasil, bem como suas perspectivas e prioridades. O evento foi realizado pelo Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG), nesta quarta-feira (21/9), em Belo Horizonte, e reuniu corretores de seguros, representantes de seguradoras, de operadoras e profissionais que atuam no ramo.

De acordo com a presidente da Fenasaúde, o encontro foi uma oportunidade para apresentar as entregas do segmento à sociedade e os desafios que ameaçam sua própria sobrevivência: “A sociedade reconhece a saúde suplementar como setor que agrega valor e que é pertinente ao sistema de saúde. E o setor público começa a entender a necessita de parceria com a assistência privada. Afinal, nossas dificuldades são as mesmas, ou seja, os recursos são escassos e a demanda está além da capacidade de pagamento”.

Segundo João Paulo Moreira de Mello, presidente do CSP-MG, a palestra contribuiu para elevar o conhecimento e encontrar caminhos para a sustentabilidade do sistema. “Foi uma visão atual e abrangente do mercado de saúde suplementar. Todos saem daqui com mais informações, mais instruídos. Obtivemos um panorama das principais prioridades e desafios da área e foi uma oportunidade de nos atualizarmos a respeito”, considerou.

Desafios – Em sua apresentação, Solange Beatriz apresentou números para ilustrar a importância do setor, que em 2015 registrou uma arrecadação de R$148,3 bilhões. E conta com 48,5 milhões de beneficiários, apenas em planos de assistência médica. Somente no ano passado, a saúde suplementar realizou, aproximadamente, 1,4 bilhão de procedimentos.

A presidente da FenaSaúde também demonstrou os desafios do setor, que, com a crise econômica, amargou a saída de 3,3% beneficiários de planos de saúde – cerca de 1,7 milhão de pessoas. De acordo com a executiva, as próprias empresas contratantes do serviço enfrentam a elevação dos custos com a saúde de seus empregados. Se em 2000, o custo dos benefícios de saúde na folha de pagamento estava na ordem de 10%; em 2015, saltou para 11,57%. Outro dado que mostra o impacto da elevação das despesas assistenciais é a chamada inflação do setor. Entre 2007 e 2016, a inflação médica alcançou 228,46%, enquanto que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) atingiu 74,74%.

O combate ao desperdício é outro ponto-chave do setor. De acordo com a executiva, 30% do que é gasto na saúde do Brasil é desperdício. Em paralelo, a transição demográfica também é um fator preocupante, como aponta Solange Beatriz. A previsão é que, em 2050, 29,4% da população ou 66 milhões de brasileiros terão mais de 60 anos de idade.

Em relação às implicações das inovações tecnológicas para o setor, a presidente da Fenasaúde apresentou diferenças de preços entre as regiões – por exemplo, o preço de um marcapasso CDI varia de R$29 mil, na região sul, a R$ 90 mil, na região norte. Para evitar distorções e melhorar o controle sobre novos procedimentos, a executiva defende o desenvolvimento de critérios para discriminação das inovações, com intuito de identificar quais devem ser adotadas no sistema de saúde, sem trazer qualquer prejuízo no atendimento prestado à população.

Quanto ao modelo de remuneração, Solange Beatriz considera que é o momento de mudar de fee-for-service (por unidade de serviço; procedimento) para o pagamento por performance (por desempenho-metas do prestador; qualidade do cuidado). Na visão da FenaSaúde, o ideal é que o prestador receba valores compatíveis em razão do tratamento de cada paciente.

Por fim, a presidente da FeanSaúde mostrou os números de judicialização em Minas Gerais. O estado está em segundo lugar em ações judiciais na saúde, segundo levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), realizado em 2014. De acordo com informações do Tribunal de Justiça do Estado, o numero de demandas judiciais envolvendo a saúde suplementar é de 19.290 (dezembro de 2015).

Quem é quem – Marco Antonio Castro, presidente do Lloyd’s of London no Brasil

marco castroMarco Antonio de Simas Castro é o diretor presidente & Representante Geral do Lloyd´s no Brasil desde 2008 quando o Lloyd’s recebeu sua licença no país como um Ressegurador Admitido. Possui mais de 35 anos de experiência na indústria de seguros e resseguros tendo ocupado posições relevantes em empresas como Itaú Seguros, VARIG e Willis Resseguros Brasil. Tem MBA em Administração Empresarial pela Universidade Federal Fluminense do Rio de Janeiro, é graduado em Administração de Empresas pela Universidade Cândido Mendes Ipanema do Rio de Janeiro e frequentou diversos cursos de especialização no Brasil e no exterior. Marco Castro é membro do Time de Liderança Senior do Lloyd’s de Londres e Vice-Presidente da FENABER – Federação Brasileira das Empresas de Resseguros.

O Lloyd’s of London anunciou em setembro de 2016 lucro de US$ 1,96 bilhão no primeiro semestre de 2016. Os números mostram um aumento de US$ 350 milhões no lucro em relação ao mesmo período do ano anterior, retorno sobre o capital anualizado de 11,7% e índice combinado de 98%. “Esses resultados refletem o ambiente altamente competitivo em que estamos operando, mas eles demonstram que o Lloyd’s permanece com solidez financeira”, comentou Marco Antonio de Simas Castro, presidente da unidade brasileira.

Esses resultados refletem um aumento em grandes sinistros principalmente em decorrência dos incêndios de Fort McMurray em Alberta, Canada, em conjunto com a pressão contínua sobre os prêmios devido ao ambiente desafiador em que o mercado tem operado, informa o comunicado, que também destaca o Brexit. “Claramente o referendo do Reino Unido em relação à saída da União Europeia é uma questão importante para lidarmos e estamos agora focando nossa atenção para colocar em prática, planos que garantam a continuidade da comercialização por toda a Europa”, destacou.

De modo tranquilizador, afirma, apesar do referendo da União Europeia e do turbulento cenário macroeconômico, as classificações de risco do Lloyd’s permanecem extremamente fortes com o Fitch “AA-”, a A.M. Best reafirmando seu status “A” e a Standard & Poor’s “A+”.

Castro afirma que olhando para o futuro, o Lloyd’s permanece focado em continuar o crescimento no acesso ao mercado global, modernizando o setor e promovendo a inovação. Essas prioridades serão críticas para o Lloyd’s nos próximos meses e anos.

Detalhes completos dos resultados intermediários do Lloyd’s podem ser acessados em: www.lloyds.com/interims2016.

Genoma, prevenção de doenças e suas questões éticas

Fonte: CVG-RJ

Sob os pontos de vista médico, jurídico e técnico, um ponto é unanimidade quando o assunto é genoma: ele deve ser utilizado para melhorar a qualidade da vida humana, nunca para criar limitações. O tema foi abordado pela médica Marisa Gazel, pelo advogado Paulo André Minhoto e pelo atuário e consultor Sergio Rangel no Café com Seguro, da ANSP. O evento aconteceu nesta quarta-feira, 21 de setembro, e contou com mediação do presidente do CVG-RJ, Marcello Hollanda. “Em 2007, quando o projeto genoma ainda estava em desenvolvimento e muito ainda havia a ser descoberto, o Clube publicou em sua revista uma reportagem especial sobre os seus impactos no Seguro de Pessoas”, lembrou o executivo.

Nove anos depois, os desafios ainda são grandes. A doutora Marisa Gazel explicou que, hoje, o exame de DNA é utilizado, principalmente, para diagnosticar doenças em pacientes que apresentam determinados sintomas. “Ele também é realizado para identificar cadáveres, em suspeitos de crimes sexuais, testes de paternidade e durante o pré-Natal”, listou. O caso mais polêmico, entretanto, é o de pacientes assintomáticos, mas com doenças em seu histórico familiar. “O exame indica se o paciente tem ou não a mutação genética, mas nem sempre o resultado positivo significa que ele desenvolverá a doença”, explica a médica.

Para tratamentos, ela informa que, “mesmo ainda sendo caro, o procedimento elimina a necessidade de diversos outros, pois garante diagnósticos precisos, além de permitir que ações sejam tomadas antes que doenças se manifestem”, aponta Marisa. Foi esse o caso da atriz Angelina Jolie, que, após perder sua mãe, tia e avó para o câncer de mama, retirou mama, ovários e trompas. “Ela tinha 90% de chance de desenvolver a doença”, diz a doutora.

Por outro lado, emergem questões relacionadas à discriminação que pode ocorrer por conta do código genético, como em casos de HIV. Marisa diz que, em 1998, a Unesco proibiu esse tipo de prática. Mas, para ela, “considerando os formulários usados para aceitação de segurados, que já têm o objetivo de classificar as pessoas em classes de risco, a utilização do genoma não mudaria tanto a situação”. Ela exemplifica citando perguntas sobre a data de falecimento dos pais, doenças de familiares etc.

Já na visão de Paulo André Minhoto, é preciso tomar cuidado com os impactos de um procedimento médico sendo utilizado em atividades comerciais. “Apenas 10% das doenças detectáveis pelo exame não têm cura. Ou seja, a maioria não serve para cálculo de riscos, pois depende de fatores externos ao indivíduo”, argumenta. Segundo ele, o assunto envolve questões como autonomia, consentimento e dignidade. “A identificação de um risco pode interferir na vida não só do paciente, como na de seus parentes, e usá-lo como fator de precificação de seguro seria alienar o direito universal à dignidade, pois criaria grupos humanos distintos”, opina.

A doutora Marisa lembrou também, em sua palestra, que a confidencialidade é garantida no país, e em países do G8 e da Europa existe uma lei que protege o cidadão, desobrigando-o da declaração de doenças. No Brasil, a norma não vigora. “Mesmo assim, é preciso frisar que o seguro depende do mutualismo. Se o paciente tem acesso ao exame e a seguradora não, acontece o que se chama de seleção adversa, em que uma parte tem informação privilegiada”, explica. Minhoto concorda, mas aponta que o contrato de seguro tem como base o princípio da boa fé.

Em termos técnicos, fatores como o limite da longevidade podem ser aperfeiçoados com o advento do projeto genoma. “A genética pode ser responsável por até 25% de nossa esperança de vida”, diz o atuário Sergio Rangel. A análise do DNA permite a definição da idade biológica de um indivíduo, que, segundo o especialista, substituindo a cronológica, seria mais adequada à precificação de prêmios. “O cálculo atuarial da Previdência Privada, por exemplo, se baseia nessa variável, que é aleatória”, explica Rangel.

Além disso, o segmento vem experimentando a melhora da mortalidade, que requer mais recursos. “Como financiar os segurados em uma situação de desequilíbrio do mutualismo, no qual os que vivem mais são financiados pelos que vivem menos, pois todos passam a viver mais?”, questiona. Para ele, a genética pode ajudar a prever o que está por vir.

“O exame permite ainda atenuar, atrasar e até evitar doenças”, acrescenta. Voltando ao caso de Angelina Jolie, ele lembra que as despesas com exames ou procedimentos que seriam feitos por ela no futuro foram antecipados, e com isso o custo foi menor. Essas e outras mudanças afetarão, na opinião do consultor, a forma de atuação dos atuários. “Modelos preditivos já utilizados levam em consideração fatores que vão muito além de idade e sexo, como hábitos, saúde familiar, IMC e educação, que, como a genética, definem melhor a mortalidade”, alega Rangel.

O grande dilema fica por conta de que modelo adotar: o do risco coletivo, em que se usa a solidariedade para calcular uma média de preço, ou o individual, ajustado aos riscos pessoais, que em muitos casos poderia ser comparado à discriminação. De qualquer forma, ele frisa que todos têm o direito de saber se possuem doenças, mas também o de não saber. “Essa é uma questão ética e legal”, conclui.

Participaram do encontro os diretores da ANSP José Américo Peón de Sá e Edmur de Almeida, o vice presidente do CVG-RJ, Carlos Ivo Gonçalves, o diretor executivo do Sindseg-RJ/ES, Ronaldo Vilela, e a diretora de ensino técnico da Escola Nacional de Seguros, Maria Helena Monteiro, entre outros.

Seguro garantia judicial em debate nesta quinta-feira

juizAs mudanças causadas pela Lei de Execução Fiscal, em novembro de 2014, que, entre outras questões, equiparou o Seguro Garantia Judicial ao depósito em dinheiro e a fiança bancária, permitiu grandes avanços para as companhias brasileiras em processos cíveis, tributários e trabalhistas. O tema, que hoje é parte integral da agenda de Diretores Jurídicos, Risk Managers e Diretores Financeiros, continua a evoluir, moldando novas oportunidade e discussões sobre o seu desenvolvimento. Este é justamente o tema do Seminário de Garantia Judicial, promovido pela Marsh no próximo dia 22 de setembro.

Para o debate de um tema tão complexo e ainda em franca evolução, o evento contará com a presença de influenciadores, especialistas e líderes de mercado para falar da conjuntura econômica atual e o papel crescente do Seguro Garantia neste contexto. A Líder para Prática de Garantia da Marsh Brasil, Tabata Melo, debaterá com as executivas Juliana Amaral, da Fator Seguradora; e Fernanda Felício, da Pottencial Seguradora; sobre o tema o tema “Evolução do Garantia Judicial”. “À medida que o cenário econômico se tornou mais desafiador, as empresas têm buscado o Seguro Garantia como alternativa ao depósito judicial e fiança bancária, isto porque mantém a empresa com mobilidade em seu patrimônio e não afeta sua linha de crédito bancário, bens ou capital”, disse a executiva da Marsh.

Além disso, o CFO da Marsh Brasi, André Takahashi falará sobre o assunto de acordo com a ótica financeira, divindo o painel “uma Análise Sob a Ótica do Mercado Financeiro”, com o Diretor de Tesouraria do Walmart Brasil, Carlos Caldas; e o Diretor Financeiro do Bank of America Merrill Lynch, Felipe Beltrão. “A discussão sobre as novas perspectivas para o seguro garantia, seja pela ótica de mercado, jurídica ou financeira, é muito importante para o aprimoramento dessa ferramenta, que tem facilitado as operações das empresas para garantias caucionadas”, analisou Takahashi.

Além das mesas de discussão com os executivos da Marsh, o evento também reunirá especialistas jurídicos e tributários para observar o tema sobre outras óticas. A mediação do Seminário de Garantia ficará com a jornalista Carla Vilhena.

Confira a programação completa:

Cenário Macroeconômico Atual e de Crédito no Brasil
José Roberto Mendonça de Barros | MB Associados

09h45 – Evolução do Garantia Judicial
Dra. Juliana L. Amaral | Fator Seguradora
Dra. Fernanda Felício | Pottencial Seguradora
Tábata Melo | Marsh Corretora de Seguros

Contexto do Garantia Sob a Ótica Jurídica & Tributária
Gabriel Manica Mendes de Sena | CBSG (Castro, Barros, Sobral, Gomes Advogados)
Cassio Gama Amaral | Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados

Painel: uma Análise Sob a Ótica do Mercado Financeiro
André Takahashi | CFO – Marsh Corretora de Seguros
Carlos Caldas | Diretor de Tesouraria – Walmart Brasil
Felipe Beltrão | CFO – Bank of America Merrill Lynch

Serviço

Seminário: Novas Expectativas para o seguro garantia judicial

Local: MUbe – Museu Cultura Brasileira

Av. Europa, 218 – São Paulo

Data: 22 de setembro

Horário: das 08h30 às 12h30

Mais informações: https://novav5mi.smarteventscloud.com/portal/page.ww?id=4223

Família de Montagner terá indenização milionária e pacote de ajuda da Globo

Fonte: UOL

domingosA família –mulher e filhos– do ator Domingos Montagner, 54, que morreu afogado no rio São Francisco na semana passada, durante intervalo da gravação de “Velho Chico”, deverá receber três indenizações diferentes. Segundo notícia veicula no portal UOL, a primeira e imediata será de um seguro que a Globo mantém para seu elenco. Pode sair ainda nos próximos dias e está estimado pelo mercado entre R$ 1,5 milhão e R$ 3 milhões.

A segunda indenização deverá ser paga provavelmente pela Prefeitura de Canindé, que será acionada acionada judicialmente pela família do ator –com apoio do Jurídico da Globo. Essa indenização, no entanto, ainda poderá levar anos para ser paga, mas seu valor pode chegar a vários milhões de reais..

Segundo a coluna apurou, além da indenização do seguro, a TV Globo também vai oferecer um “pacote” de benefícios para a família Montagner. Esse pacote deve incluir não só o pagamento integral do contrato do ator (que terminaria apenas em 2020), como também bolsas de estudo e também planos de saúde ao menos até a maioridade dos filhos.

Procurada, a Globo, por meio da CGCom, não quis comentar detalhes do pacote de ajuda e disse apenas: “Neste momento tão doloroso a TV Globo está focada em adotar todas as medidas possíveis para confortar e apoiar os familiares do ator a enfrentar essa fatalidade, entre elas as de natureza legal.”

Start-ups de tecnologia na área de seguros crescem e aparecem

Fonte: CNseg

A consultoria Everis divulgou recentemente o relatório InsurTech Outlook, que aponta o crescimento mundial das empresas start-ups de tecnologia com foco na área de seguros. Apenas em 2015, essas empresas, conhecidas como insuretechs, receberam 3,1 bilhões de dólares em investimento, vindos, em boa parte de seguradoras tradicionais, que buscam integrar novos recursos digitais em suas estratégias de negócios para oferecer um portfólio de serviços mais alinhado às atuais demandas dos consumidores, que valorizam, cada vez mais, produtos e serviços que maximizem a experiência de consumo.

De acordo com o relatório, as insurtechs se voltam para diversas áreas relacionadas à indústria seguradora, como a cyber segurança, gestão de patrimônio, análise de dados, sistemas de pagamento, saúde, marketing, publicidade, entre outras, sendo que a maior parte é voltado ao e-comerce e plataformas sob demanda, com 32% dos investimento, como apontado na tabela abaixo:

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Mas além de precisarem se adaptar às atuais demandas de consumidores e aos novos modelos de negócio, as seguradoras tradicionais ainda precisam enfrentar o desafio de competirem com as gigantes de tecnologia, que voltam seus olhos para o mercado segurador. Empresas como Google, Apple, Facebook, Amazon e Alibaba se valem da capacidade de processar a enorme quantidade de dados sobre seus clientes para identificar gostos, valores, renda, hábitos de consumo, comportamentos e desejos, entre outros, para desenvolver produtos bastante atrativos. Além disso, por meio de algoritmos avançados e inteligência arti­ficial, conseguem realizar melhores e mais sofisticadas análises de risco.

De acordo com o estudo da consultoria Everis, para serem bem sucedidas nesse novo ecossistema, as seguradoras devem abraçar a transformação digital, repensando o negócio e acelerando os processos de inovação ao invés de se ajustarem apenas em conformidade.

Veja o estudo completo no link:

http://www.everis.com/brazil/WCLibraryRepository/Home/everis_InformeInsurtech_210x297_RGB_PT_Final_web.pdf

AGENDA: Bônus demográfico e Longevidade

nilton molina 2Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon, do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e membro titular do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), participa da inauguração da nova sede da Quanta Previdência Unicred, dia 23 de setembro, às 18h. Na ocasião, o executivo apresenta palestra com o tema “Bônus demográfico e Longevidade”.

Serviço:

Inauguração da nova sede da Quanta Previdência Unicred

Endereço: Rua São João Batista, 109 – Agronômica – Florianópolis/SC

Informações: (48) 3037-8400

Zurich Corporate Conference debate como a Inovação Disruptiva pode afetar a macroeconomia

Zurich Corporate ConferenceRelease

A Zurich, empresa global de seguros que atua em mais de 170 países, tem 144 anos de existência e mais de 70 anos de experiência no mercado do Brasil, promoveu nesta quinta-feira, 15 de setembro, a 7ª Edição do Zurich Corporate Conference, evento que já é referência no mercado para entender riscos e analisar precauções no setor de seguros. O tema do encontro neste ano foi Inovação Disruptiva.

“O objetivo do evento foi avaliar como as inovações advindas das novas tecnologias e startups influenciam nossa economia e sociedade. Afinal, muitas destas inovações alteram padrões existentes e geram perguntas em diversos setores, não sendo diferente no segmento de seguros, que ainda busca respostas para muitos destes casos”, declara Emanuel Baltis, CEO Global Corporate da Zurich no Brasil, idealizador do evento. “Nosso intuito também foi mostrar as tendências de inovação disruptiva que existem hoje e despertar, nas grandes empresas brasileiras, a percepção de que elas podem formar parcerias com estas startups para incentivar suas próprias inovações”, complementa o CEO.

As inovações tecnológicas são inegáveis e alteraram não apenas a forma como nos relacionamos com as pessoas, mas também a maneira que as companhias disponibilizam produtos e serviços para os consumidores. E os exemplos são diversos.

Há desde e-commerce brasileiro que inovou ao comercializar moda feminina pela internet, abrindo as portas da Web para esse mercado – tornando-se o maior site de e-commerce brasileiro no segmento – até exemplo de iniciativa que revolucionou a forma de consumir filmes e séries ao disponibilizar milhares de títulos via streaming, cobrando mensalidades atrativas.

Outros modelos de inovação entre mercados e consumidores incluem oferta de serviços de transporte público a preços mais atraentes e serviços diferenciados para o passageiro, assim como a transformação do mercado hoteleiro quando proprietários puderam disponibilizar suas casas para turistas, geralmente por um valor abaixo do praticado por hotéis.

Todos estes exemplos são startups de modelo de negócios que romperam com a maneira tradicional com a qual o mercado se relaciona com seus consumidores. Mais do que isso, provocaram debates, causaram polêmica e forçaram alterações no mercado. É isto que a inovação disruptiva causa: uma ruptura em modelos antes encarados como consolidados.

Zurich Virtual Go
Demonstrando o quanto entende de inovação e que possui constante investimento em análises para entender melhor o funcionamento do mercado, a Zurich também apresentou sua contribuição durante a 7ª Edição do Corporate Conference. A empresa ofereceu aos participantes a sua própria versão de jogo que aplica realidade virtual. Desenvolvido sob o conceito de gamification, cuja essência é utilizar estratégias de interação lúdica para estimular o conhecimento, e denominado Zurich Virtual Go, o jogo disponibiliza um treinamento diferenciado de novas metodologias de análise de riscos. “O Zurich Virtual Go tem por objetivo fazer com que os participantes identifiquem os riscos existentes em uma fábrica. Esta ferramenta é uma invenção da Zurich Brasil e foi desenvolvida para ser usada em nossos treinamentos internos. Porém também é possível que, no futuro, possa ser utilizado por clientes e corretores. Sem dúvida, é uma excelente atividade para entender como funciona nosso segmento e especialmente nossa companhia, afinal, somos reconhecidos internacionalmente por nossa expertise em análise e engenharia de riscos”, avalia Baltis.

Mercado
Para entender como estas inovações influenciam mercados e países, o encontro contou com a palestra do economista, doutor em economia pela Unicamp e professor do Programa de Mestrado Profissional da FGV/SP, Carlos Kawall, que trouxe balanço e reflexões sobre o desempenho da economia doméstica nos últimos anos e perspectiva para os próximos. “Dados os fatores que contribuem para que a recuperação econômica seja lenta, teremos, em 2017, uma recuperação pequena do PIB. Acredito em 0,5%, embora a média dos analistas aponte para alta de 1,2%. Ainda neste cenário, imaginamos que a Selic pode chegar a 10% ao final de 2017”, avalia. Mas, as perspectivas são positivas. “Assim como já saímos de diversas outras crises, com esta não será diferente”, ponderou o Kawall.

Também esteve presente ao evento o renomado estudioso sobre inovação, Hitendra Patel, que apresentou um panorama sobre a inegável inovação que as startups trouxeram para o ambiente de negócios. “O que não podemos deixar de observar é que estas influências levam cada vez menos tempo para alterar as dinâmicas de mercados antes estabelecidos. Isso nos prova que é preciso estar atento às mudanças, pois elas virão e teremos que aprender a nos adaptar a elas: tanto enquanto consumidores, quanto como companhias”, avalia.

Demonstrar como essas startups são criadas e como elas alteram dinâmicas econômicas de países e companhias foi a missão de André Monteiro, CEO do Innovators, que oferece capacitação para empreendedores brasileiros se tornarem competitivos e oferece suporte para grandes empresas que desejam inovar dentro de mercados consolidados. Monteiro explicou como criou uma rede de mais de seis mil startups, auxiliado dezenas delas a performarem com captação de investimentos, metodologias, estratégia e internacionalização de negócios globalmente inovadores. “Isso nos faz refletir o quanto as startups também influenciam na diminuição do período em que uma empresa precisa para estar entre as maiores do mundo, afinal, na década de 1960, o tempo médio para que o valor de uma companhia atingisse o patamar de estar entre as maiores do mundo era de 20 anos”, explica. “Hoje, este tempo pode ser reduzido para dois anos.”

Todas estas inovações trazem um mundo novo para diferentes mercados. E o mercado de seguros integra essa lista, passando a ter de entender quais desdobramentos as disrupções podem gerar, assim como meios de precificar os riscos que devem estar contidos em uma apólice de seguros. “Muitas variáveis influenciam este mercado e estas são compostas por perguntas às quais ainda não temos respostas”, avalia o Superintendente da área de Risk Engineering da Zurich, Carlos Cortés. Para ilustrar estas variáveis, Cortes apresentou um vídeo em que hackers atacam o computador de um carro através da conectividade à internet do sistema de entretenimento, permitindo desativar o sistema de aceleração e os freios, por exemplo. “Nestes casos, de quem seria a responsabilidade dos possíveis acidentes que esta ação pode causar?”, indaga o superintendente. “Embora ainda não tenhamos as respostas, acreditamos que o setor caminha para, cada vez mais rápido, estar apto para contribuir com estas avaliações”, diz Cortés.