Sompo Seguros cresce 17,4% e vendas superam R$ 3 bilhões em 2016

Vidigal: novas soluções que propiciem bem-estar aos nossos segurados

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A Sompo Seguros alcançou em 2016 um total superior a R$ 3,1 bilhões em Prêmios de Seguros, segundo Demonstrações Financeiras publicadas nesta sexta-feira, dia 24 de fevereiro. Esse valor é 17,4% superior aos R$ 2,7 bilhões registrados em 2015 e resulta da estratégia estruturada para a companhia, de crescimento da ordem de 15% ao ano até 2020.

Com isso, a Sompo Seguros atinge expansão acima do mercado (incluindo Seguro Saúde), cujo avanço é estimado pelo mercado em algo entre 9% e 11% para o ano de 2016. A companhia registrou ainda um lucro líquido da ordem de R$ 49,9 milhões, um Patrimônio Líquido de R$ 1,1 bilhão e Ativos Totais de R$ 3,8 bilhões.

O segmento de Ramos Elementares Corporativos (RE Corporativo, ou grandes riscos patrimoniais) foi o que apresentou melhor desempenho e passou de R$ 116,7 milhões em 2015 para R$ 275,6 milhões em 2016. Isso representa um crescimento de 136,2%, impulsionado sobretudo por negócios fechados na área de Energia.

Já nos seguros de Pessoas, a Sompo alcançou R$ 290,6 milhões no ano passado, que é 66,6% superior aos R$ 174,4 milhões de 2015. Outro segmento com resultado expressivo foi o de Transportes, que passou de R$ 164,4 milhões em Prêmios de Seguros em 2015 para R$ 254,6 milhões em 2016, resultando num crescimento de 55,1% num ano em que o segmento logístico foi fortemente afetado pelos efeitos recessivos da economia.

A eles, seguiu-se o ramo de Automóvel, que cresceu 12,7% e passou de R$ 878,2 milhões em 2015 para R$ 989,5 milhões em 2016. Já a área de Ramos Elementares Massificados obteve crescimento de 6,7% e passou de R$ 707,3 milhões em 2015 para R$ 754,5 milhões em 2016. Em Seguros DPVAT, houve uma queda em Prêmios de Seguros, que passaram de R$ 92,7 milhões em 2015 para R$ 88,5 milhões em 2016 (-4,5%).

Na área de Seguro Saúde, a Sompo também registrou uma queda de 9,4%, quando passou de R$ 558,7 milhões em contraprestações líquidas /prêmios de seguros em 2015 para R$ 506,2 milhões em 2016. Essa retração era prevista, tendo em vista que, em 2016, o mercado foi afetado pela redução de quadro de funcionários das empresas, o que impacta no valor das faturas de seguros. Outro fator importante que contribuiu para a redução em relação ao ano de 2015 foram estudos realizados e recursos investidos na reestruturação do conceito adotado nos serviços oferecidos.

Com isso, a companhia reestruturou sua oferta e lançou em novembro os planos de seguro Saúde Empresarial – Acesso, Clássico, Estilo e Supremo – em modalidades que contemplam o segmento empresarial, a partir de duas vidas. Os produtos visam atender as empresas que buscam fornecer benefícios de qualidade no atendimento médico hospitalar para seus colaboradores e respectivos dependentes, com qualidade, previsibilidade no equilíbrio financeiro e na gestão de riscos.

Por meio do novo serviço, pacientes podem ter o direito de realizar determinados procedimentos de alta complexidade com equipes especializadas de centros médico hospitalar de referência, mesmo se esses serviços não estiverem na rede específica do segurado. Com isso, a companhia estima uma retomada do crescimento nessa área em 2017.

Não foi só no segmento Saúde que a Sompo apresentou novidades. Ao longo de 2016, foram colocados no mercado uma série de produtos com a finalidade de atender demandas de segmentos específicos da sociedade, em diferentes ramos de seguros. Entre eles, estão: Auto Supremo e Caminhoneiro Seguro (Automóvel), Vida Top Mulher (Pessoas), Seguros Empresariais (Escolas, Clínicas e Consultórios e Riscos Especiais) e Siga Bem Seguro (Transportes).

A estratégia da companhia também contemplou o investimento em capital humano e na infraestrutura tecnológica de ponta, o que propiciou mais eficiência e agilidade nos trâmites de gestão e tomadas de decisão. O ano de 2016 também foi marcado pela conclusão do processo de integração da operação realizada nos dois anos anteriores. Com isso, a marca Yasuda Marítima deixou de existir, para dar lugar, em 1º de julho, à Sompo Seguros, uma marca global, japonesa de origem, mas com um DNA bem brasileiro. A companhia também investiu numa ampla campanha de comunicação para reforçar o conhecimento da marca.

Já para 2017, a companhia continua com a expectativa de alcançar um crescimento de duplo dígito. A expectativa de alcançar mais presença e share de mercado está calcada em levantamentos das demandas e oportunidades em cada região em que a Sompo mantém presença. A companhia segue entre as líderes em segmentos como Seguro Residência, Condomínio, Benfeitorias e equipamentos agropecuários, Riscos Nomeados e Operacionais, Transportes, entre outros; e com a estratégia de lançamentos de novos produtos. Logo no mês de janeiro foi lançado o seguro Auto + Residência. Com ele, o segurado poderá contratar o seguro para o veículo e escolher um plano de coberturas para proteger também a casa, a um preço atrativo. A Sompo Seguros já prepara novidades em termos de produtos que devem ser apresentadas ao mercado ainda no primeiro semestre deste ano.

“O Brasil segue como um dos principais mercados para a expansão do Grupo Sompo no mundo. A companhia acredita no potencial do mercado segurador local e está empenhada em contribuir com as soluções de seguros que possam atender às demandas do consumidor, incrementar a participação do setor no PIB e viabilizar oportunidades de negócios para nossos parceiros corretores de seguros”, comenta Francisco Caiuby Vidigal Filho, Diretor-Presidente da Sompo Seguros, em comunicado do grupo.

Icatu Seguros registra faturamento de R$ 3,4 bilhões em 2016

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A Icatu Seguros obteve faturamento recorde de R$ 3,4 bilhões em 2016, aumento de 11% em relação a 2015. Com uma sólida posição financeira, a seguradora fechou o ano com R$ 602,5 milhões em volume de ativos livres, crescimento de 67% em relação ao ano anterior.

O patrimônio líquido da empresa ultrapassou R$ 1 bilhão no final do ano, após a distribuição de R$ 180 milhões em dividendos. Já o lucro líquido cresceu 23%, chegando a R$ 266 milhões em 2016.

A Companhia fechou 2016 com R$ 23 bilhões em ativos sob gestão da Icatu Vanguarda e de gestores independentes. Com 5,3 milhões de clientes, a seguradora devolveu para a sociedade, sob forma de indenizações de seguros e de rendas de previdência, mais de R$ 560 milhões no ano de 2016.

Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, destaca que o bom desempenho no ano deve-se ao resultado das operações de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar, que chegou a R$ 469 milhões, crescimento de 17% em relação ao ano passado, fruto de mais eficiência e ganho de escala nas operações da empresa. O resultado financeiro também contribuiu positivamente para o resultado.

“Destaco também a consolidação de nossa presença regional, com crescimento dos negócios acima da média de mercado em todo país. Além disso, as operações do Sul e do Sudeste, mantém sua relevância histórica para a companhia. O desempenho sob a ótica da arrecadação (total de entradas em todas as linhas de negócios), reafirma que estamos na direção correta”- afirma o presidente. A arrecadação da seguradora registrou volume de R$4,9 bilhões, crescimento de 20% sobre o ano anterior.

Desempenho dos segmentos

No segmento de Seguros de Pessoas, o faturamento da companhia atingiu R$ 1,5 bilhão em 2016, crescimento de 8% em relação ao ano passado. Além de manter a expressividade no Sul do país, onde ocupa a segunda colocação no ranking geral do mercado – e o primeiro lugar no Estado do Rio Grande do Sul – a Icatu Seguros registra bons resultados na maioria das demais regiões. Por exemplo, no Rio de Janeiro, onde o mercado registrou contração, a seguradora cresceu 18%. Este bom desempenho em Vida deve-se à ampliação da base de corretores e dos parceiros de distribuição, aliado ao aprimoramento contínuo da metodologia de subscrição de riscos e controle das carteiras.

Em Previdência aberta, a captação líquida (entradas – saídas) cresceu 20% em relação a 2015, alcançando R$ 1,1 bilhão. Já as contribuições cresceram 11% em 2016, comparado ao ano anterior. Especialmente nos estados de Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e na região Sul, os aumentos das contribuições foram superiores aos registrados pelo mercado. A Icatu Seguros ultrapassou R$ 12 bilhões em reservas de previdência.

Já no segmento de Capitalização, a empresa alcançou R$ 1,8 bilhão em provisões técnicas, mantendo a liderança entre as seguradoras independentes. Com faturamento de R$ 882 milhões, crescimento de 15% em relação a 2015, a Icatu Capitalização distribuiu aos clientes na forma de sorteios o montante de R$ 51,1 milhões. Seu crescimento foi obtido generalizadamente, em nível nacional, com destaque para o Nordeste.

Na Icatu Fundos de Pensão, o patrimônio administrado chegou a R$ 2,7 bilhões em 2016, distribuídos entre os 39 planos do fundo Icatu Multipatrocinado e 05 planos Instituídos.

Sobre a Rio Grande Seguros e Previdência
Em 2016, a Icatu Seguros iniciou a operação da controlada Rio Grande Seguros e Previdência S.A, fruto da união com o Banrisul. Destaque para o desempenho da nova seguradora, que obteve R$ R$ 368,8 milhões de faturamento e R$ 156,2 em provisões técnicas.

“Já no primeiro ano de atuação, a Rio Grande está entre os 10 maiores grupos financeiros do Sul do Brasil e é a maior seguradora do Estado do Rio Grande do Sul” – diz Cesar Saut, presidente da Rio Grande e vice-presidente corporativo da Icatu Seguros.

Vendas da Tokio Marine crescem 7,5% em 2016, para R$ 4,1 bilhões

A Tokio Marine divulgou vendas, medidas em prêmio emitido líquido, de R$ 4,1 bilhões em 2016, 7,5% acima dos R$ 3,8 bilhões em 2015. Desse valor, R$ 2 bilhões retornaram à sociedade em pagamento de sinistros e serviços de assistência. O lucro líquido caiu de R$ 169 milhões para R$ 139 milhões nos períodos analisados.

“Para enfrentar o cenário econômico, investimos em uma atuação focada em três pilares: relacionamento, para ficarmos cada vez mais próximos dos Parceiros de Negócios; tecnologia, que tornou a operação mais ágil e precisa; e qualidade e inovação na entrega de produtos e serviços. Em um ano marcado por tantos desafios na área econômica, nossa estratégia de ser uma companhia multiprodutos, atuando em todos os ramos, a exceção de saúde e previdência, garantiu o ranking de 6ª maior seguradora no mercado em que atuamos. Agradeço ao empenho do time e à parceria dos Corretores e Assessorias, fundamentais para este resultado”, afirma o Presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara.

O comunicado destaca que no segmento de produtos massificados, que inclui automóvel, apesar do mercado ter sofrido um decréscimo de 2,4%, a Tokio Marine registrou crescimento de 7,3% e aumento da participação de mercado de 6,8% para 7,5%, passando a ser a sexta maior seguradora do País nesse ramo. O portfólio foi incrementado com os lançamentos dos produtos auto eoubo + rastreador e uto popular. Considerando este último, a Tokio Marine estima que o seguro, voltado para carros com mais de cinco anos, represente 15% das vendas nos próximos anos.

Ainda em Massificados, também foram destaques os desempenhos dos seguros Residencial e Condomínio, que apresentaram um crescimento de 35,8% e 21,1%, respectivamente, passando do 11° para o 9° lugar na carteira Residencial e da 5ª para a 4ª posição no ranking de Condomínio. A carteira de produtos Pessoas Coletivo registrou crescimento de 2,9%, enquanto o mercado caiu 0,3%.

Na Diretoria de Produtos Pessoa Jurídica, a seguradora cresceu 12,2% contra uma evolução de apenas 5,8% do mercado. Em um cenário de queda na atividade econômica, a carteira de Property (considerando Riscos Nomeados, Empresarial e Lucros Cessantes) registrou 23,9% em crescimento, enquanto o mercado ficou praticamente estável, com um aumento de 0,6%. No segmento de Responsabilidade Civil Geral, a seguradora cresceu 22,2%, passando do terceiro para o segundo lugar entre as maiores do País.

Parte do crescimento é creditada a uma série de inovações e serviços para atender à crescente demanda de Parceiros de Negócios e Clientes por mais facilidade e agilidade no dia a dia. Um dos projetos estratégicos realizados em 2016 foi o de integração com sistemas de multicálculos e plataformas de corretoras, seguindo uma tendência do mercado segurador. Além disso, a companhia reformulou todo o sistema de solicitações de cotações, com o objetivo de aprimorar a navegação na ferramenta e aumentar a produtividade do processo.

Outra ação de grande impacto foi a implementação do parcelamento em seis vezes sem juros ou 12 vezes fixas no cartão de crédito para os produtos Automóvel Individual, Residencial Premiado e Empresarial – Pequenas Empresas. A iniciativa, além de ajudar os Parceiros a reduzirem problemas de inadimplência em suas carteiras, oferece mais comodidade aos clientes, que podem juntar pontos ou milhas em programas de fidelidade de seus cartões de crédito.

“Para 2017, a Tokio Marine continuará investindo especialmente em qualidade dos produtos e oferta de serviços cada vez mais ágeis. Temos muita confiança na retomada do crescimento da economia e seus efeitos positivos também no mercado segurador”, conclui Ferrara.

IRB Brasil RE registra lucro de R$ 849,9 milhões em 2016

O IRB obteve um lucro líquido de R$ 849,9 milhões no acumulado de 2016, crescimento de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) foi de 31%, um avanço de 2 pontos percentuais sobre 2015.

O comunicado sobre o balanço destaca a renovação de importantes contratos no mercado local e internacional e a disciplina técnica na subscrição de riscos. O ressegurador ampliou em 5 pontos percentuais sua participação no mercado total de resseguros no Brasil, passando de 34%, em 2015, para 39%, em 2016. Considerando somente as resseguradoras locais, a participação do IRB subiu de 47% para 50%, segundo dados apurados pela SUSEP até setembro de 2016.

Para o presidente do IRB Brasil RE Tarcísio Godoy, em meio a um cenário macroeconômico desafiador, com queda na atividade econômica, contração do PIB, o IRB se mostrou resiliente. “Consolidamos nossa estrutura organizacional, desenhamos o mapa estratégico que norteará a companhia para os próximos anos e ampliamos a nossa participação no mercado de resseguros, reforçando a nossa posição de ressegurador líder no Brasil. Com a base sólida que construímos nos últimos anos, estamos preparados para crescer de forma estruturada e com perenidade, diversificando ainda mais as fontes de receita e inovando em produtos e serviços”, comentou o executivo na nota.

Entre os principais destaques financeiros de 2016 está a receita com prêmios emitidos. O volume total de prêmios emitidos avançou 13,6% em relação a 2015, totalizando R$ 4,9 bilhões. Desse montante, R$ 3,7 bilhões foram de prêmios emitidos no Brasil e R$ 1,2 bilhão no exterior. O aumento foi liderado pelos ramos de Patrimonial, Rural e Vida.

Outros destaques que contribuíram para a obtenção do resultado recorde no ano passado foram: receita da área de subscrição, redução no índice de sinistralidade, rigoroso controle das despesas administrativas e bom desempenho do resultado financeiro.

O resultado da subscrição registrou R$ 628,6 milhões, um crescimento de 22,9% sobre 2015. Mesmo em um ano com eventos climáticos inesperados, houve redução no índice de sinistralidade de 1,9 ponto percentual, passando de 63,8% em 2015 para 61,9% em 2016. Além disso, o resultado financeiro ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão, um avanço de 18,3% em relação ao obtido em 2015, com uma rentabilidade da carteira de ativos próprios da ordem de 129% do CDI, superior à rentabilidade média registrada pelas empresas de seguros locais. Outro destaque importante foi em relação ao nível de despesa administrativa, equivalente a 6,5% do total de prêmios emitidos, o menor índice já registrado pela companhia.

Também no ano passado, o IRB constituiu uma empresa de gestão de ativos e empreendimentos imobiliários: o IRB Investimentos e Participações Imobiliárias S.A. A nova empresa imobiliária incorporou a participação em cinco shoppings centers, dois terrenos no Centro do Rio de Janeiro e alguns imóveis de renda localizados no Rio e em São Paulo. Por meio de uma gestão especializada e focada, a empresa permitirá ao IRB extrair mais valor desses ativos para os seus acionistas.

Outro destaque foi a atualização do planejamento estratégico para os próximos três anos. De uma forma inovadora e colaborativa, lançando mão de técnicas de cocriação e design thinking, o projeto teve como objetivo revisar e elaborar a missão, visão e valores do IRB, além de estabelecer o mapa estratégico que permeará as atividades da companhia até 2019.

Todos são responsáveis pelo caos da Saúde

Fácil não esse setor de saúde suplementar. Caos total. E vai piorar, pois tem problema para todo lado. E pelo jeito, todos na cadeia – consumidores, operadoras, laboratórios, hospitais – estão tentando salvar a pele para depois ver como fica. Enquanto isso, os órgãos reguladores e governos dão de cara com uma situação insustentável. Centenas de queixas, judiciário abarrotado (cerca de 30% das demandas judiciais vem da saúde) e SUS, que poderia ser um sucesso absoluto, implodindo e explodindo.

O que passei nos últimos dias mostra um pouco desse caos.

Minha filha abusou de gelado nesse calor, mesmo sabendo que tem a garganta muito sensível. Adolescente, não pensa no futuro. O que importa mesmo é se refrescar do calor. Já sentido a garganta, foi para o pré-carnaval na Faria Lima, que teve público três vezes maior do que o previsto pela Prefeitura de SP. Resultado: tumulto, empurra empurra, falta de água e calor de quase 40 graus.

Segunda-feira, corre para o hospital São Luis com febre de 40 graus. Chegamos às 14 horas. Médica optou por pesquisar dengue. Pediu vários exames, inclusive de dengue, mesmo eu insistindo que o hemograma seria suficiente. Gigi reclamando que eu sou barraqueira e fico discutindo com todos.

Ommmmmmmmmm

As 14h15 na sala de medicação com briga por cadeiras. Era preciso sentar para receber a medicação. 80% dos que estavam lá recebiam soro para aliviar o corpo da bebedeira. Consegui cadeira para a Gigi mas não deixei dar o exagero de remédios. So novalgina. Tinha até tramal na jogada. “Vamos esperar o resultado do exame e dai medicamos corretamente”, disse eu para a médica e para a Gigi.

Volta a enfermeira. “Senhora, o convênio não cobre dengue. A senhora tem de ir no terceiro andar pagar”. Subo. Escuto o cara da internação. Explico que o convênio não cobre pois é desperdício pedir esse exame. Peço a ouvidoria. Nao tem ninguém. Desce, sobe. Então procura a gestora de saúde. Procura. Desce sobe. Resolvo pagar. Ai a enfermeira diz: a senhora pede reembolso pro plano que ele paga. E eu digo: vou pedir reembolso para a médica, pois ela foi ineficiente de pedir um exame desnecessário e que certamente sabe que é.

Bem, uma hora para esperar os exames de sangue e de urina para medicar a menina que ardia em febre. Depois de 2h30, perco a paciência e saio atrás dos exames e da ficha da Gigi. Uma hora depois encontro, com a ajuda de uma boa samaritana. Fico de plantão no arquivo das fichas. A dela era laranja para destacar a prioridade “infecção”. Mesmo assim, os médicos pegam qual eles querem. Sem obedecer qualquer ordem.

Ommmmmmmmm

Ai começo a briga de novo, com muita paciência. Por que a senhora pegou essa ficha verde lá atrás se a que esta na frente é essa laranja????? Ai a medica sorri e pega a laranja. Vou atrás dela. Ela se incomoda. E digo que não vou tirar o olho daquela ficha enquanto ela não atender e diagnosticar minha filha. Ela olha, olha e olha. E diz: vou internar na UTI. O que???? Louca. Ela explica que os exames mostram duas infecções fortes: garganta e aparelho urinário, e tem de internar. Como não tem quarto, pois o hospital está lotado de bebuns e estressados com trabalho e relacionamentos (ouvi muita conversa), manda para a UTI.

Entreguei tudo na internação, mas vai demorar pois está uma loucura aqui, me diz a médica. Mais uma hora esperando. Sumiu a ficha da Gigi de novo. Vou atrás do médico gestor. Do dê cara com a polícia, que veio atender um chamado de paciente brigando com paciente pelo lugar na fila de atendimento. Acho a médica gestora observando a polícia. Tiro ela do transe e explico o caso da Gigi. Insiste que tem de internar Gigi e agiliza tudo.

Gigi medicada e na UTI por falta de quarto. Tudo mais tranquilo. Volto para casa para tomar um banho e retornar. Gigi fica com pai e tia. Entra a enfermeira para dar injeção na barriga dela. Anticoagulante. Eles deixam, pois são leigos como 99% da população, e acreditam em tudo o que médicos dizem. Quase infarto de ódio. Chamo o médico de plantão da UTI. Ele diz que é o protocolo de UTI. Relembro que Gigi não é uma paciente de UTI. É de quarto. Só está lá porque não tinha quarto. Ele insiste em seguir o protocolo.

Ommmmmmmmmm.

Peço para todos rezarem pois a situação me traz a mente a frase da minha mãe: tem horas que só podemos segurar na mão de Deus e seguir. De alguns escuto que a culpa é toda minha, pois estresso a Gigi de tanto falar em prevenção. De outros, que a culpa é do olho gordo, pois eu posto foto dela linda e inteligente e isso desperta a inveja alheia.

Ommmmmmmmmmmmmm

E eu explico a minha filosofia: causa e efeito. Uma vez ou outra tem um evento aleatório, inesperado. Mas geralmente quem se cuida tem saúde. Quem medita, amplia a consciência. Quem estuda, eleva o conhecimento. Quem tem fé, se ilumina com a espiritualidade. Independentemente, se não se cuida, eu cuido. Fico do lado, levo no médico, compro o remédio e seguro na mão. Rezo também. Ficarei ao lado em qualquer momento. Mas até mesmo o mais poderoso antibiótico e a mais santa padroeira precisam de ajuda para trazer a bonança pós tempestade no corpo causada por bactérias e antibióticos. É preciso repouso, aceitação, Netflix e comida em papinha apetitosa, que não tem no hospital e que também não posso levar pois é proibido levar qualquer coisa para pacientes de UTI. Enfrento olhares de “coitadinha da Gigi. Sua incompreensível. Vou levar ela pra casa comigo”.

Ommmmmmmmmmmm

Enfim, peço ajuda para amiga médica. Ela me alerta para chamar o médico particular. Ele vem. Vê a Gigi e manda ela para casa com os antibióticos e remédios necessários. Pego as mochilas e os papeis de alta. Vou assinar a alta da internação. O rapaz do departamento do terceiro andar me diz, do mais alto degrau da arrogância que pode existir: A senhora não precisa assinar nada. Tudo aquilo que o convênio não pagar será remetido para a senhora pagar.

Digo: você não esta entendendo. 1. Se tem um vilão aqui certamente não sou eu. Eu quero ver a conta para checar o que está sendo cobrado. Quero ter certeza de que ninguém se enganou e colocou na conta da Gigi algo que ela não usou. E se houve um “engano”, quero pedir para tirar o que não é certo. 2. E o que o convênio não cobrir, pague você do seu bolso para aprender que antes de vender algo para alguém tem de perguntar se a pessoa autoriza e quer o que você está ofertando.

Ommmmmmmmmmmm

Mais calma, penso. Mesmo que eu queira lutar para prevenir a saúde da filha para ela não precisar do hospital, sou refém dos hormônios da adolescente. Mesmo que eu diga para o médico que aquilo é desperdício, ele opta por manter a arrogância, deixando o bom senso de lado. Mesmo que eu lute para evitar desperdício, sou refém de organizações que não estão preparadas para mudar processos e pessoas.

Resumo da opera: a saúde está um caos. Como diz a Solange Beatriz, presidente da Federação Nacional das Empresas de Saúde (Fenasaúde), o momento exige a união de todos em atitudes conscientes para que as pessoas possam continuar tendo acesso aos planos de saúde. Quanto mais se usa, mais caro fica. Todos pagam a conta. Os valores das internações, remédios, médicos, exames são somados e divididos para o número de clientes que paga plano de saúde.

O meu grupo de saúde, que é a empresa do meu marido, em 2016 gastou tanto que o reajuste no preço do plano foi de 60%. Isso mesmo. 60%. Qual a saída para o empregador manter o beneficio aos funcionários? Trocou um plano maravilhoso por um inferior para baixar o preço da mensalidade do plano para os empregados. Agora todos terão menos cobertura e pagarão mais caro porque a realidade é essa: desperdício, ignorância, corrupção.

Triste realidade.

Dados da Fenasaúde mostram que ano de 2017 não começou bem para, aproximadamente, 200 mil brasileiros. Eles entraram nas estatísticas de beneficiários que perderam o plano de saúde. Segundo levantamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em janeiro, o setor registrou 47,5 milhões de beneficiários em planos médico-hospitalares. A comparação com o mês de dezembro mostra que houve uma redução de 192,2 mil beneficiários em planos de assistência médica.

Desde 2015, segundo a ANS, o setor perdeu 2,5 milhões de segurados. E esse quadro está diretamente ligado à crise econômica e ao desemprego de mais de 12 milhões de pessoas.

Neste caos, tenho ainda que agradecer que tenho meu plano de saúde. Não o que gostaria, mas já é alguma segurança. O plano B é ir morar em uma cidade que tenha um SUS digno (tem algumas sim), e que conseguem sobreviver a má gestão do Estado.

Todos nós somos responsáveis pelo caos na Saúde. Desde quem pega dois recibos em uma consulta até os políticos que mudam regras para receber propina dos empresários. Precisamos mais sabedoria. Causa e efeito. Uso consciente. Dizer não ao desperdício financeiro e físico. Paciência para ensinar quem não consegue compreender. Paciência para enfrentar tanta ignorância e egoísmos.

Eu peço ao Universo saúde física e mental e Deus no coração para chegar à velhice com a consciência tranquila de ter feito bem a minha parte. Pratico ioga, musculação e natação. Medito. Mantenho uma dieta saudável quase 90% do tempo. Perdoo. Tenho compaixão. E vou a luta todo santo dia. Não desisto nunca.

Namastê!

A importância da proteção do negócio com o reaquecimento da economia

Fonte: FenSeg

Vários indicadores estão apontando para uma leve retomada do crescimento econômico, o que não significa uma recuperação rápida das perdas ocorridas nos últimos anos. No entanto, esses sinais indicam uma interrupção da queda e reversão das expectativas em relação às atividades em geral. Esse momento, de mudança de rumos com aquecimento econômico, é uma excelente oprotunidade para os empresários pensarem na proteção de seus negócios.

Segundo o presidente da Comissão de Riscos Patrimonais Massificados da FenSeg, Danilo Silveira, esse é o momento para se refletir sobre a proteção dos negócios para que, justamente num momento de recuperação e perspectivas de ganhos, não ocorra a paralisação da atividade ou perda total dos meios de produção. “Para gerenciar os riscos é preciso enxergar o que pode causar algum dano ou impor alguma perda ao negócio e tomar as medidas necessárias, entre elas a proteção por meio do seguro”, ressalta ele.

Em 2016, apesar da crise, o Seguro Empresarial totalizou R$ 2 bilhões em prêmios e as indenizações ficaram em torno de R$ 1 bilhão. Uma parte significativa dessas contratações foram feitas, segundo Danilo Silveira, por empresas de grande porte. Em seguida, as empresas de médio porte que, em muitos casos, possuem gestores com consciência da importância do seguro para o negócio, mas que cortam custos e preferem correr o risco de ficarem sem proteção. Por fim, as de pequeno porte, em que uma boa parcela não possui nenhum seguro.

Danilo Silveira destaca as principais coberturas do Seguro Empresarial como os danos causados por incêndio, raios e explosão. Essas três, segundo ele, são as básicas, mas atualmente o mercado vem operando com multiriscos, com coberturas contra danos da natureza, impacto de aeronaves e veículos, além de roubo e furto qualificado. O segurado pode optar ainda por cobertura para danos elétricos, danos a terceiros (responsabilidade civil), interrupção do negócio (lucro cessante) e até inclusão de aluguel de um outro imóvel temporário, caso as instalações da empresa necessitem de reparo.

Essas coberturas, ressalta Silveira, têm um valor de acordo com o contrato que se pretende fazer. “Quanto mais opções, maior o valor do seguro”, afirma ele. Mas, em geral, o custo desse seguro é relativamente barato. Danilo Silveira afirma que, caso haja interesse no produto, o empresário deve procurar seu corretor e fazer uma cotação do que melhor lhe atende e à sua empresa.

Prudential cresce 15% em número de clientes em 2016

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O volume total de prêmios da Prudential do Brasil Seguros de Vida, em 2016, atingiu o montante de R$ 1,34 bilhão no mercado brasileiro, oriundo integralmente da comercialização de seguro de vida individual. O crescimento em relação ao ano anterior ficou em 35% de acordo com as práticas contábeis brasileiras BRGAAP (Brazilian Generally Accepted Accounting Principles). Este resultado representa um lucro líquido de R$ 98,4 milhões.

A base de segurados da Prudential do Brasil manteve a trajetória ascendente verificada nos últimos anos, alcançando 329 mil apólices de seguro de vida individual em vigor em 31 de dezembro de 2016, contra 284 mil no fechamento do ano anterior, o que representa um aumento de mais de 15%. Já o capital segurado em vigor, de R$ 206 bilhões, acompanhou a expansão da carteira de clientes e cresceu 36% frente ao fechamento de 2015.

A vice-presidente Financeira, CFO & CRO, Thereza Moreno, destaca a importância da força de vendas no resultado da companhia. “O modelo de corretores franqueados, designados Life Planner, oferece um atendimento de elevado padrão de qualidade e serviços personalizados”, afirma a executiva ao mencionar também a diversificação dos canais de venda, iniciada em 2013 com a criação da área de Parcerias Comerciais.

“Concluímos o ano de 2016 com o crescimento nesta atuação de negócio por meio deste modelo de vendas, com a chegada de três novos parceiros de seguros de vida individual, formando um total de cinco grupos empresarias parceiros. “A Prudential do Brasil trabalha com as corretoras de seguros das seguintes empresas: Genial Seguros, Guide Investimentos, Ourinvest, XP Corretora de Seguros e Canal Private do grupo Itaú”, explica Moreno.

Além disso, outro aspecto que Thereza considera importante para o resultado financeiro ter sido muito positivo foi o constante controle de despesas, que proporcionou expressiva economia de escala. “A otimização de custos e de despesas é essencial para gerenciar o crescimento dos negócios e proporcionar melhorias contínuas dos nossos serviços”, acentua.

Com relação à sua presença física no país, a Prudential do Brasil encerrou o ano de 2016 com 27 agências e dois escritórios comerciais localizados nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e no Distrito Federal. Independente dos espaços físicos, a companhia atende em todo Brasil.

O edifício-sede da seguradora fica no Rio de Janeiro. A companhia conta ainda com duas filiais, uma no Nova América Corporate, zona norte do Rio de Janeiro, e outra em São Paulo, no bairro do Itaim Bibi.

Brasilprev registra lucro de R$ 1 bilhão em 2016

A Brasilprev atingiu lucro líquido ajustado, que exclui resultados extraordinários, de R$ 1 bilhão, crescimento de 17,2% em comparação a 2015, quando o montante foi de R$ 860,8 milhões. Já em ativos sob gestão (indicador que registrou R$ 200 bilhões em janeiro de 2017) a empresa terminou o ano com R$ 199,1 bilhões, uma evolução de 33,0% em relação a dezembro de 2015, com 30,1% de market share.

Entre os produtos, o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) é, mais uma vez, o responsável por grande parte da arrecadação na Brasilprev, com um incremento de 30,7%, chegando a R$ 44,6 bilhões. Já o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), segundo componente do mercado vivo de previdência complementar, cresceu 0,3%, alcançando R$ 2,6 bilhões. A arrecadação total, que soma o acumulado no período em planos VGBL, PGBL e os R$ 482 milhões do produto Tradicional, atingiu R$ 47,6 bilhões, superando em 28,1% o índice do ano anterior.

“A Brasilprev registrou em 2016 o forte crescimento dos últimos anos. A companhia no período manteve a liderança nos indicadores arrecadação total, com 40,5% de market share, captação líquida, com 50,5% de participação, e ativos sob gestão PGBL e VGBL, terminando o exercício com 30,9% do mercado”, comenta Nelson Katz, diretor de planejamento e controle da empresa, em nota enviada aos jornalistas.

“Para 2017, o objetivo é dar continuidade ao trabalho de consultoria que fazemos em parceria com o distribuidor dos nossos produtos, a rede de agências do Banco do Brasil, e intensificar as ações de formação de cultura previdenciária, por meio do conceito do ABC da Previdência. Estas iniciativas serão essenciais para que a população se conscientize, cada vez mais, da importância de acumular recursos para a viabilização de projetos de vida de longo prazo, ainda mais no momento atual, em que está sendo discutida a Reforma da Previdência”, conclui Katz.

Allianz divulga lucro operacional de € 10,8 bi em 2016; Brasil cresce 2,5% em vendas

O Grupo Allianz entregou € 10,8 bilhões em lucro operacional em 2016, próximo ao topo da faixa visada. Esse é o quinto aumento consecutivo nos resultados operacionais anuais. A receita líquida atribuível aos acionistas cresceu 4%, em comparação a 2015, levando a Allianz a aumentar ainda mais seus dividendos que passaram a € 7,60. A Allianz também lançará um plano de recompra de ações (buy-back) de 12 meses no valor de até € 3 bilhões, representando cerca de 4,2 % do seu capital acionário. Sendo a maior seguradora da Europa em termos de valor de mercado, a Allianz teve grandes avanços na implementação da sua estratégia “Renewal Agenda” em 2016, colocando a empresa no rumo certo para atingir suas metas para 2018.

O segmento Vida e Saúde teve o maior crescimento no lucro operacional, com aumento de 9,3%, totalizando € 4,1 bilhões. Os resultados crescentes dos investimentos foram o principal fator impulsionador. A margem de novos negócios aumentou para 2,7% em 2016 comparada aos 2,2 % em 2015, demonstrando a capacidade da Allianz em implementar mudanças estratégicas de forma rápida e rentável, em resposta ao ambiente com baixas taxas de juros.

O segmento Property & Casualty (todos os seguros, exceto Vida e Saúde) teve resultado operacional de 4,2% no ano devido, sobretudo, aos resultados mais fracos dos investimentos, apesar do melhor desempenho na subscrição de riscos. O índice combinado deste segmento, que mede a rentabilidade da subscrição de riscos, aumentou 0,3% passando para 94,3%, impactado em parte pelos baixos pedidos de indenização por catástrofes naturais.

O segmento de Gestão Patrimonial assinalou um marco importante, uma vez que a PIMCO gerou dois trimestres consecutivos com entrada líquida de terceiros na segunda metade de 2016. Houve aumento de 6,1% no total do patrimônio sob gestão que passou para €1,871 trilhão no final do ano, principalmente, devido aos efeitos positivos de mercado. Contudo, um declínio nas taxas decorrentes de AuM (bens de terceiros sob gestão) e nas taxas de desempenho acarretou um decréscimo de 0,4% no lucro operacional. A disciplina nos custos levou a um aumento no coeficiente custo-rendimento que passou para 63,4% em relação aos 64,5% para o segmento.

“A Allianz teve um ótimo 2016, com os esforços investidos na nossa estratégia Renewal Agenda, que gerou frutos. Todos os segmentos fizeram boas entregas graças ao engajamento das pessoas e a nossa robusta base de capital, que nos deixa em uma posição sólida”, declarou Oliver Bäte, CEO da Allianz SE.

“Foi um ano cheio de surpresas, nem todas bem-vindas, que desafiou muitas premissas, alimentou a incerteza geopolítica e a volatilidade de mercado – e isso torna difícil prever como será 2017. Ainda assim, nos sentimos bastante confiantes para aumentar nossa meta prevista de lucro operacional. O Grupo visa alcançar um resultado operacional de €10,8 bilhões, com margem de mais ou menos €500 milhões em 2017, salvo eventos imprevistos, crises ou catástrofes naturais”, completou Bäte.

Allianz Brasil: metas estabelecidas para 2016 cumpridas

Em 2016, a Allianz Seguros, subsidiária brasileira do Grupo Allianz, apresentou acréscimo de 2,5% no prêmio emitido líquido, sobre 2015. Também foi registrada melhora no índice de sinistralidade, da ordem de 6,6%. Já o resultado líquido de 2016 é justificado por meio de dois eventos extraordinários. A performance obtida em 2016 já era esperada. O resultado líquido foi influenciado, principalmente, pelo reforço nas reservas do produto Vida e pelas mudanças regulatórias, relativas a créditos tributários. Excluindo os eventos extraordinários, o resultado líquido da seguradora apresentou uma melhora expressiva, da ordem de 51%.

Miguel Pérez Jaime, presidente da Allianz Seguros, demonstra expectativas bastante positivas para 2017 ao sinalizar que a seguradora está em meio a um grande projeto de transformação, que envolve todas as áreas da companhia e com importantes inovações em produtos, nas áreas comercial e de atendimento e entrega a clientes.

“O processo caminha a passos largos e as mudanças em curso têm se mostrado efetivas, não apenas pelos resultados alcançados nos últimos meses, como também pela boa aceitação e perspectivas positivas vindas da força de vendas da companhia e do nosso principal canal de distribuição, o corretor de seguros”, diz Pérez Jaime. E isso pôde ser comprovado recentemente durante a Convenção de Vendas, que contou com a presença da área Comercial da seguradora, e o Encontro Nacional dos Corretores, onde estiveram os 150 parceiros que mais produzem com a Allianz.

Receita da Mongeral Aegon cresce 19% em 2016

Fonte: Revista IstoÉ

O faturamento da seguradora Mongeral Aegon cresceu 19% em 2016 ante 2015. A empresa faturou R$ 1,1 bilhão em prêmios de seguros, focando-se nos ramos de vida e invalidez. Segundo o diretor financeiro Raphael de Almeida Barreto, o bom desempenho ocorreu principalmente devido aos investimentos na formação da força de vendas. No ano, a empresa lucrou R$ 26 milhões, e as reservas técnicas atingiram R$ 931 milhões.

Criada há 182 anos, e uma das seguradoras mais antigas ainda em atividade no mundo, a Mongeral – abreviatura de Montepio Geral de Economia dos Servidores do Estado – surgiu em 1835 dedicada a oferecer planos previdenciários para funcionários públicos e policiais. Em 2009, a companhia foi adquirida pela holandesa Aegon, mas manteve seu nicho de atividade. Atualmente, a companhia dedica-se principalmente aos seguros de vida e aos planos de previdência.

No ano passado, a companhia ultrapassou a marca de 2 milhões de clientes e vinha concentrando sua distribuição principalmente por meio de corretores. Neste ano, diz Barreto, a Mongeral vai investir em plataformas tecnológicas, especialmente para a distribuição de microsseguros, e em uma joint-venture com o banco cooperativo Bancoob. Com capital social inicial de R$ 40 milhões e sede em Brasília, a nova seguradora vai usar a rede de distribuição aos cerca de quatro milhões de cooperados do sistema Sicoob. “Isso deverá permitir que nós continuemos crescendo a taxas de dois dígitos pelos próximos cinco ou dez anos”, diz ele.