Icatu Seguros registra faturamento de R$ 3,4 bilhões em 2016

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A Icatu Seguros obteve faturamento recorde de R$ 3,4 bilhões em 2016, aumento de 11% em relação a 2015. Com uma sólida posição financeira, a seguradora fechou o ano com R$ 602,5 milhões em volume de ativos livres, crescimento de 67% em relação ao ano anterior.

O patrimônio líquido da empresa ultrapassou R$ 1 bilhão no final do ano, após a distribuição de R$ 180 milhões em dividendos. Já o lucro líquido cresceu 23%, chegando a R$ 266 milhões em 2016.

A Companhia fechou 2016 com R$ 23 bilhões em ativos sob gestão da Icatu Vanguarda e de gestores independentes. Com 5,3 milhões de clientes, a seguradora devolveu para a sociedade, sob forma de indenizações de seguros e de rendas de previdência, mais de R$ 560 milhões no ano de 2016.

Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, destaca que o bom desempenho no ano deve-se ao resultado das operações de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar, que chegou a R$ 469 milhões, crescimento de 17% em relação ao ano passado, fruto de mais eficiência e ganho de escala nas operações da empresa. O resultado financeiro também contribuiu positivamente para o resultado.

“Destaco também a consolidação de nossa presença regional, com crescimento dos negócios acima da média de mercado em todo país. Além disso, as operações do Sul e do Sudeste, mantém sua relevância histórica para a companhia. O desempenho sob a ótica da arrecadação (total de entradas em todas as linhas de negócios), reafirma que estamos na direção correta”- afirma o presidente. A arrecadação da seguradora registrou volume de R$4,9 bilhões, crescimento de 20% sobre o ano anterior.

Desempenho dos segmentos

No segmento de Seguros de Pessoas, o faturamento da companhia atingiu R$ 1,5 bilhão em 2016, crescimento de 8% em relação ao ano passado. Além de manter a expressividade no Sul do país, onde ocupa a segunda colocação no ranking geral do mercado – e o primeiro lugar no Estado do Rio Grande do Sul – a Icatu Seguros registra bons resultados na maioria das demais regiões. Por exemplo, no Rio de Janeiro, onde o mercado registrou contração, a seguradora cresceu 18%. Este bom desempenho em Vida deve-se à ampliação da base de corretores e dos parceiros de distribuição, aliado ao aprimoramento contínuo da metodologia de subscrição de riscos e controle das carteiras.

Em Previdência aberta, a captação líquida (entradas – saídas) cresceu 20% em relação a 2015, alcançando R$ 1,1 bilhão. Já as contribuições cresceram 11% em 2016, comparado ao ano anterior. Especialmente nos estados de Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e na região Sul, os aumentos das contribuições foram superiores aos registrados pelo mercado. A Icatu Seguros ultrapassou R$ 12 bilhões em reservas de previdência.

Já no segmento de Capitalização, a empresa alcançou R$ 1,8 bilhão em provisões técnicas, mantendo a liderança entre as seguradoras independentes. Com faturamento de R$ 882 milhões, crescimento de 15% em relação a 2015, a Icatu Capitalização distribuiu aos clientes na forma de sorteios o montante de R$ 51,1 milhões. Seu crescimento foi obtido generalizadamente, em nível nacional, com destaque para o Nordeste.

Na Icatu Fundos de Pensão, o patrimônio administrado chegou a R$ 2,7 bilhões em 2016, distribuídos entre os 39 planos do fundo Icatu Multipatrocinado e 05 planos Instituídos.

Sobre a Rio Grande Seguros e Previdência
Em 2016, a Icatu Seguros iniciou a operação da controlada Rio Grande Seguros e Previdência S.A, fruto da união com o Banrisul. Destaque para o desempenho da nova seguradora, que obteve R$ R$ 368,8 milhões de faturamento e R$ 156,2 em provisões técnicas.

“Já no primeiro ano de atuação, a Rio Grande está entre os 10 maiores grupos financeiros do Sul do Brasil e é a maior seguradora do Estado do Rio Grande do Sul” – diz Cesar Saut, presidente da Rio Grande e vice-presidente corporativo da Icatu Seguros.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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