Prudential do Brasil cresce 37,79% no primeiro semestre de 2016

A Prudential do Brasil Seguros de Vida acaba de divulgar os resultados financeiros referentes ao primeiro semestre de 2016. O período foi muito positivo para a companhia ao registrar uma elevação de 37,79% do total de prêmios de seguros, em comparação ao mesmo período do ano passado, atingindo R$ 616 milhões. Com base nas práticas contábeis brasileiras BRGAAP (Brazilian Generally Accepted Accounting Principles), a seguradora obteve lucro líquido de R$ 52,736 milhões no primeiro semestre deste ano.

Segundo o vice-presidente financeiro da Prudential do Brasil, Marcelo Mancini Peixoto, o resultado acumulado até 30 de junho de 2016 foi beneficiado pelo crescimento significativo das vendas. “Chegamos a 304 mil apólices de seguro vida individual no fim do primeiro semestre deste ano. Como consequência, apresentamos um aumento expressivo de 39,9% no capital segurado, em comparação com o primeiro semestre de 2015, chegando a mais de R$ 175 bilhões”, comemora Mancini.

A Prudential do Brasil continua inovando e investindo na expansão dos negócios ao levar o seguro de vida para cada vez mais brasileiros. No primeiro semestre de 2016, a seguradora firmou mais uma importante parceria – por meio do seu canal de Parcerias Comerciais -, com a Escolher Seguro, que é a corretora de seguros ligada à Geração Futuro.

A companhia encerrou o primeiro semestre com três parceiros comerciais: a XP Investimentos, o canal private do banco Itaú e a Geração Futuro. O canal de Parcerias Comerciais iniciou suas atividades em 2013. O modelo firmado com as corretoras de seguros das empresas parceiras mantém conceitos essenciais da Prudential, como a venda baseada nas necessidades, com uma solução de proteção que combina coberturas para se ajustar à realidade de cada segurado e o processo de subscrição de riscos.

XL Catlin nomeia Lauren Tennant Pollock como Vice-Presidente para Mercados Emergentes

Lauren Tennant PollockA XL Catlin anunciou hoje a nomeação de Lauren Pollock como vice-presidente para Mercados Emergentes baseada em Nova York. “A equipe de Mercados Emergentes da XL Catlin é responsável por cumprir nosso compromisso de oferecer soluções de seguros e resseguros para regiões em desenvolvimento ao redor do mundo”, comentou Brendan Plessis, líder de Mercados Emergentes na XL Catlin, em nota. Como parte de seu novo papel, Lauren também estará envolvida em diversos de nossos projetos de inovação, trabalhando de perto com Sarah Street, Vice-Presidente Executiva de Iniciativas de Inovação e Estratégia.

Lauren Tennant Pollock terminou recentemente seu MBA na Harvard Business School, onde também foi eleita como membro da equipe de investimentos de impacto. Antes disso, ela trabalhou para a iniciativa social Blue Marble Microinsurance – um consórcio de grandes seguradoras comprometidas com a elaboração de soluções criativas para melhorar a proteção de seguros em regiões sub-atendidas. Lauren ocupou cargos de desenvolvimento de produtos e de analista no Argo Group International e Guy Carpenter & Company. Além do MBA, ela possui bacharelado em Serviços Internacionais pela Georgetown University.

Terceirização atrai seguradoras, mas oferta ainda é limitada

Captura de Tela 2016-08-31 às 22.07.45O Valor Econômico publicou neste mês a revista Terceirização, anuário que traz as tendências desse segmento que deve ganhar uma nova lei no governo de Michel Temer. O projeto que regula a terceirização está dependendo apenas de mais uma votação no Senado para virar lei. Várias seguradoras estão de olho neste mercado. Cada dia é mais comum que as empresas exijam uma apólice de seguros para os terceirizados contratados, garantindo que se ele causar algum prejuízo com a execução de seu trabalho, terá seguro para cobrir um possível estrago financeiro. “A empresa que contrata um terceiro está exposta a muitos riscos e por isso tem exigido, em muitas situações, apólices com coberturas que garantam a reparação financeira e material”, diz Celso Soares, responsável por linhas especiais da Zurich.

Leia matéria na íntegra no porta do jornal Valor Econômico.

http://www.revistavalor.com.br/home.aspx?pub=70&edicao=2

AMBest mantém perspectiva negativa para resseguros

Captura de Tela 2016-09-05 às 16.06.56Declínio de taxas, coberturas mais amplas e redução dos ganhos com investimentos das reservas são fatores que continuam a afetar negativamente os resseguradores globais. Estes fundamentos operacionais fracos no setor de resseguros também estão sendo exacerbado pela demanda enfraquecida das seguradoras primárias. Como resultado, as empresas têm intensificado seus esforços para desenvolver novas estratégias, a fim de se adaptarem às mudanças estruturais do mercado, conforme detalha relatório anual sobre a indústria de resseguros global divulgado hoje pela AMBest, intitulado “Inovação: A Corrida para permanecer relevante”.

De acordo com o estudo, as resseguradoras fazem movimentos para posicionar suas organizações para a sobrevivência a longo prazo, e cada vez mais o mercado de capitais parece ser uma ameaça. A capacidade do mercado de capitais continua a atrair para o setor de resseguro subscritores que têm o conhecimento de mercado e capacidade de distribuição.

“A capacidade do mercado de capitais está pressionando claramente o setor de resseguros a trabalhar mais para cobrar menos”, comentou no estudo o vice-presidente Robert DeRose. “Com mais capital no mercado, o vencedor deve ser o cliente segurado, pois isso reduz o custo do seguro. Mas é a perspectiva de valor de longo prazo é realmente importante para todas as partes envolvidas e o resultado ainda é muito incerto”.

A AMBest revisou sua perspectiva do rating para negativa sobre o setor em agosto de 2014 e manteve até hoje, citando as condições de mercado em curso que estão atrapalhando o potencial para ações de rating positivas ao longo do tempo e, eventualmente, isso pode se traduzir em pressões de rating negativa.

Captura de Tela 2016-09-05 às 16.06.08Entre outros destaques do relatório de resseguros global também estão análises do mercado de capitais alternativo, juntamente com análises aprofundadas do Lloyd’s of London e de mercados de resseguro de vida, bem como regiões como o Brasil, Ásia e África.

Veja mais no estudo:

Global Reinsurance — Market Review — September 5, 2016

Arrecadação em planos de previdência avança 13% no semestre

Edson Franco - crédito Carlos Della Rocca (2)A FenaPrevi divulgou hoje os balanços de Previdência e de Seguros de Pessoas do primeiro semestre. Em previdência, mesmo diante de um cenário adverso, as novas contribuições cresceram 13% e somaram R$ 52 bilhões. A captação líquida fechou o período com saldo de R$ 25,6 bilhões. Os planos individuais lideraram a arrecadação com R$ 47,7 bilhões. O plano VGBL ficou com 47,8 bilhões dos novos aportes. Já em Seguros de Pessoas, houve crescimento mais tímido, alta de 3,7%, para R$ 15 bilhões no 1º semestre de 2016. Os modalidades de seguros que tiveram crescimentos mais expressivos no período foram o Seguro Educacional, com alta de 78,9% registrando R$ 22 milhões no primeiro semestre de 2016 e o Seguro Funeral, que movimentou R$ 235,8 milhões em prêmios e crescimento de 21,36%. “Mesmo diante de um cenário adverso da economia, as contribuições tiveram um desempenho positivo no primeiro semestre. Os planos abertos de caráter previdenciário se tornam cada vez mais um importante mecanismo de proteção para os brasileiros que buscam constituir uma reserva de longo prazo, para usufruir de uma renda no futuro”, afirma Edson Franco, presidente da FenaPrevi.

Veja abaixo o release completo:

Os aportes a planos abertos de caráter previdenciário (que incluem os PGBLs e os VGBLs) acumularam R$ 52 bilhões no primeiro semestre de 2016, apresentando uma evolução de 13% frente ao primeiro semestre do ano passado, quando as contribuições somaram R$ 46 bilhões. A captação líquida (diferença entre depósitos e resgates) apresentou um saldo positivo de R$ 25,6 bilhões (+7,64%), em comparação à captação líquida de R$ 23,8 bilhões registradas de janeiro a junho de 2015, de acordo com dados do balanço da FenaPrevi, entidade que representa 70 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

No primeiro semestre, de acordo com dados do balanço da FenaPrevi, o sistema registrou 107.933 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias, pecúlios, por morte e por invalidez, pensões e renda para menor) pagos por planos abertos de caráter previdenciário.

No período, também foram contabilizadas 12.506.055 pessoas com planos contratados. Do total, 9.437.802 são pessoas com planos individuais (já computados os planos para menores) e 3.068.253 pessoas com planos empresariais. “A escolha por planos abertos de caráter previdenciário está relacionada ao entendimento de que é uma modalidade de proteção transparente e que atende ao planejamento do poupador”, diz Franco.

Os planos individuais foram os que mais receberam recursos no primeiro semestre. No total, foram investidos R$ 47,7 bilhões. Do volume de contribuições aos planos individuais, R$ 961 milhões foram investimentos em planos para menores. Os recursos destinados a planos empresariais, por sua vez, totalizaram R$ 4,2 bilhões em contribuições de janeiro a junho de 2016.

Na análise por modalidade de plano, o VGBL (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo de I.R.P.F.), recebeu contribuições de R$ 47,8 bilhões no período. O PGBL (modalidade de plano indicada para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade prevista no formulário completo de I.R.P.F.) registrou R$ 3,8 bilhões. Os planos tradicionais de acumulação registraram R$ 416 milhões.

No mês de junho os aportes aos planos foram de R$ 11,7 bilhões, 21,09% superior ao total de R$ 9,6 bilhões em contribuições realizadas em junho de 2015. A captação líquida no mês foi positiva em R$ 7,2 bilhões, com crescimento de 25,40% em comparação à captação líquida de R$ 5,78 bilhões registrada no mesmo mês do ano anterior.

Os planos individuais foram os que mais receberam recursos em junho. Foram investidos R$ 10,9 bilhões. Do volume de contribuições aos planos individuais, R$ 171 milhões foram investimentos em planos para menores. Já os recursos destinados a planos empresariais somaram R$ 831,5 milhões em contribuições. Na análise por modalidade de plano, o VGBL o recebeu contribuições de R$ 11 bilhões. Já o PGBL registrou R$ 630,4 milhões. Os planos tradicionais de acumulação, por sua vez, registraram R$ 69 milhões em junho de 2016.

O Tratamento Fiscal

A opção por planos de caráter previdenciário deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições efetuadas a planos de previdência complementar, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição.

É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício.

Para usufruir da dedução, o participante da previdência complementar aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração.

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL.

De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações.

Outra característica do PGBL e do VGBL é a possiblidade do poupador optar pelo regime de alíquotas progressivas ou de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, neste último caso, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente.

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Os seguros de pessoas, que incluem seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção, registraram, nos primeiros seis meses de 2016, R$ 15,04 bilhões em prêmios (valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais), resultado 3,7% superior aos R$ 14,5 bilhões verificados no mesmo período do ano anterior. “Embora modesto, o resultado foi bem recebido pelo setor dada a dimensão da crise por que passa o país. Estamos otimistas com a retomada a partir do segundo semestre”, diz Edson Franco, presidente da FenaPrevi, entidade que representa 70 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Os dados do balanço da FenaPrevi mostram também que no primeiro semestre de 2016, as seguradoras pagaram R$ 4,2 bilhões em indenizações aos segurados. No mesmo período do ano anterior, foram pagos R$ 3,7 bilhões. “As indenizações auxiliam financeiramente as famílias na continuidade de seus projetos pessoais”, diz.

Na análise de desempenho por modalidade de produto, o seguro de vida, que representa o maior volume do segmento, registrou, no primeiro semestre, prêmios de R$ 6,3 bilhões, correspondendo a aumento de 5% em relação aos R$ 6 bilhões computados de janeiro a junho de 2015.

Já o seguro prestamista, segunda maior carteira do segmento, gerou prêmios de R$ 3,7 bilhões, entre janeiro e junho de 2016, registrando recuo de 9,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, reflexo da retração do crédito e da menor propensão ao consumo. O prestamista é uma proteção financeira que cobre o pagamento de prestações do titular da apólice em caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego.

O seguro de acidentes pessoais, por sua vez, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, provocando lesões físicas ou até mesmo falecimento, obteve alta de 4,0% e registrou R$ 2,6 bilhões no período compreendido entre janeiro e junho de 2016.

Segundo o balanço da FenaPrevi, algumas modalidades de proteção tiveram resultados mais expressivos. Por exemplo, o seguro educacional registrou alta de 78,9% no volume de prêmios, registrando R$ 22 milhões no primeiro semestre de 2016. No mesmo período do ano anterior haviam sido computados R$ 12,3 milhões.

O seguro funeral também se destacou. Foram registrados R$ 235,8 milhões em prêmios no semestre, alta de 21,36% em relação aos R$ 194,3 milhões contratados nos primeiros seis meses de 2015.

De acordo com o balanço da FenaPrevi, dos R$ 15 bilhões em prêmios pagos pelos segurados no primeiro semestre de 2016, São Paulo é o Estado mais representativo para os negócios de seguros de pessoas, concentrando 46,4% do volume de prêmios.

O Rio de Janeiro, por sua vez, respondeu por 9,4% do total dos prêmios, seguido por Rio Grande do Sul (7,7%), Minas Gerais (7,3%), Paraná (6,0%) e Distrito Federal (5,9%). Os demais estados têm representatividade menor, inferior a 2,9%.

Em junho de 2016, o valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais foi de R$ 2,7 bilhões, alta de 3,8%, em relação aos R$ 2,6 bilhões registrados em junho de 2015.

Índice de Confiança do Setor de Seguros tem alta de 62,2% no ano

Comunicado Fenacor

O Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) – um dos principais termômetros do mercado – fechou os primeiros oito meses do ano com alta acumulada de 62,2%. Em agosto, o índice marcou 108,8 pontos, o que não acontecia desde 2014. Foi o sétimo mês de alta consecutiva, segundo levantamento da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor). O resultado reforça o otimismo do empresariado em relação ao cenário econômico e ao ambiente de negócios do Brasil.

“O ICSS de agosto confirma a expectativa de recuperação da economia, apesar da crise prolongada. Os próprios dados da Susep relativos ao primeiro semestre do ano são bons. Com arrecadação total de R$ 113,9 bilhões, o mercado de seguros caminha para a retomada do crescimento. Outros indicadores seguem essa tendência, como o Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que teve sua sexta alta no ano”, destaca o presidente da Fenacor, Armando Vergilio.

Os resultados do ICSS são calculados a partir de pesquisa realizada pela Fenacor com 100 grandes empresas do setor, que indicam percentuais de 0 a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento. Também foram apurados outros três indicadores: ICSS (de confiança do setor de seguros no Brasil), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).

A pesquisa da Fenacor também apura a expectativa das empresas em relação ao crescimento da economia pelos próximos seis meses. Todos os três segmentos do mercado (seguradoras, corretoras e resseguradoras) registraram alta dos seus índices de confiança: 90%, 92% e 83%, respectivamente.

Quanto ao faturamento, 88% das corretoras; 80% das seguradoras e 92% das resseguradoras esperam um cenário mais favorável nos próximos seis meses. Na análise da rentabilidade, o otimismo segue em alta: 80% das corretoras; 75% das seguradoras e 75% das resseguradoras confiam na manutenção ou melhora dos índices atuais.

O setor de seguros é responsável por 6% do Produto Interno Bruto (PIB). É uma indústria que emprega mais de 40 mil pessoas, abriga cerca de 90 mil corretores e reúne 112 companhias seguradoras em todo o país. Em 2015, movimentou R$ 350 bilhões em volume de prêmios (considerando resseguros e a saúde suplementar), crescendo 11,6%, o que mostra sua força na economia nacional.

Coriolano defende a implementação de programa de análise de impacto regulatório

marcio coriolano 3Comunicado

O Brasil perde muito ao não implantar um programa de análise de impacto regulatório ou de impactos legais, a exemplo do que existe em países mais desenvolvidos, como no Canadá. “Isso deveria ocorrer em todos os setores econômicos, especialmente em mercados regulados. A sociedade brasileira ganharia muito nesse sentido”. A afirmação foi feita hoje pelo presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araújo Coriolano, durante palestra no painel “A política nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário: como é a relação institucional e política entre os poderes no Governo Federal e o papel do Judiciário na formação das políticas públicas”, no 1º Seminário Internacional de Relações Governamentais e Compliance, organizado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB).

Para o executivo, implementar um programa de análise de impacto regulatório facilitaria muito as relações governamentais e de compliance no Brasil. “É preciso entender que a introdução de novos benefícios em setores regulados tem que ser a melhor solução para a sociedade e não apenas para indivíduos”, frisou. O presidente da CNseg ressaltou ainda que o setor de seguros caracteriza-se por uma extrema transversalidade, uma vez que tem uma interação sistemática, no âmbito público, com todos os poderes da República, nos três níveis de Governo, com especial destaque para as autoridades reguladoras.

Segundo Coriolano, o setor tem um intenso relacionamento com a sociedade civil, as entidades de defesa do consumidor, trabalhando sempre a intenção de prestar o melhor serviço possível. “Afinal, as nossas atividades tratam de poupança popular e das expectativas e angústias de milhões de brasileiros”, afirmou o executivo, enfatizando que o setor de seguros protege patrimônios e rendas da ordem de R$ 300 bilhões anuais, valor agregado maior do que indústrias como a automobilística e farmacêutica.

“Pela sua importância, e por tratar de poupanças das pessoas, o setor de seguros, comparado a todos os segmentos econômicos, é o mais regulado pelos governos, tanto no Brasil quanto no restante do mundo”, ressaltou Marcio Coriolano, acrescentando que a regulação compreende normas de acesso das empresas ao mercado, de exercício de suas atividades e de apuração de responsabilidades pelo seu descumprimento.

Sustentabilidade nas operações

O seguro é uma atividade muito especializada, que precisa ter o amparo científico e técnico para que possa ter a sustentabilidade que a sociedade precisa. “Em relação ao acesso, para que sejam garantidos riscos de vulto a que estamos nos referindo, é preciso capital e estruturas societárias adequadas. E, como a escala de proteção de riscos é uma premissa da atividade, a concentração de mercado a acompanha, sendo requerida regulação específica”, esclareceu.

Em sua palestra, Marcio Coriolano lembrou que o setor segurador é muito sensível a demandas políticas, dos reguladores e da sociedade organizada. Nesse sentido, segundo ele, a CNseg vem atuando, por meio de diversas frentes de trabalho com os Três Poderes e entidades de defesa do consumidor, com o objetivo de esclarecer, debater e propor ações com a intenção ampliar o conhecimento acerca do setor de seguros. “Nem sempre as demandas de cada um dos interessados no nosso setor são aderentes aos princípios, conceitos e melhores práticas securitárias. Então, é preciso esclarecer, refletir, sempre com o intuito de zelar pela poupança pública que administramos”, explicou o presidente da Confederação.

O Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ricardo Cueva, também integrante do painel, abordou o tema Judicialização da Saúde. De acordo com o ministro, o protagonismo do Judiciário vem aumentando nos últimos anos. “O Judiciário está se repolitizando, na medida em que assumiu um papel político acaba interferindo na criação e no controle de políticas públicas”, analisou Cueva. Na sua avaliação, o Judiciário tem assumido um papel “muito mais ativo na concretização dos valores previstos pela Constituição Federal. “Hoje o Judiciário deixa de ser apenas um juiz, para dizer o que é certo ou errado, para passar a atuar na adequação entre meios e fins”, observou, citando uma pesquisa a qual indica que a União, no ano passado, gastou R$ 1 milhão com ações judiciais. O estado de São Paulo por sua vez despendeu o mesmo valor e, os planos de saúde, R$ 1,2 bilhão. “A situação é dramática na área de saúde. É preciso que se faça alguma coisa”, afirmou o ministro do STJ.

Também compuseram a mesa o presidente da Codeplan, Lucio Rennó, e a Subchefe de Assuntos Parlamentares da Presidência da República, Mariangêla Fialek. O 1º Seminário Internacional de Relações Governamentais e Compliance será encerrado amanhã, dia 2 de setembro. Entre os destaques do segundo e último dia de evento, estão as palestras sobre “O Governo do futuro e o futuro do governo: relações público-privadas no século XXI”, “A defesa de interesse no meio digital: como influenciar o mundo político e de causas” e “As relações governamentais no Brasil”.

Fundación Mapfre e HCor lançam no Brasil a campanha Mulheres pelo Coração

coracaoPara conscientizar a população feminina sobre a importância da prevenção de doenças cardiovasculares, a Fundación Mapfre e o HCor – Hospital do Coração lançam a campanha Mulheres pelo Coração. A iniciativa, criada pela Fundación na Espanha, busca alertar o público feminino sobre esse problema global. As doenças cardiovasculares, geralmente associadas ao público masculino, têm atingido cada vez mais mulheres no mundo.

No Brasil, de acordo com o DATASUS, 30,41% das mortes de mulheres são causadas por doenças do aparelho circulatório. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, as doenças cardiovasculares causam o dobro do número de mortes em relação a todos os tipos de câncer que atingem o aparelho reprodutor feminino – o maior alvo de preocupação de mulheres em relação à saúde preventiva.

Além dos fatores de risco já conhecidos, como tabagismo, sedentarismo e maus hábitos alimentares, a saúde coronariana do público feminino também é prejudicada pelo estresse acentuado em decorrência da dupla jornada de trabalho, na vida profissional e em casa.

“A prevenção e promoção da saúde são fatores-chave que devem ser considerados por toda a sociedade. Pensando nisso, a Fundación Mapfre mantém um posicionamento ativo nessa área, articulando iniciativas capazes de disseminar conhecimento e informação para um número cada vez maior de pessoas e incentivando a adoção de hábitos de vida saudáveis entre diferentes públicos”, reforça Wilson Toneto, CEO da Mapfre Brasil.

Com o objetivo de disseminar práticas preventivas e alertar sobre os riscos desses males entre o público feminino, a campanha Mulheres pelo Coração montará tendas em locais de grande circulação de pessoas, que contará com a expertise dos profissionais do HCor. Uma equipe multidisciplinar, formada por enfermeiros, nutricionistas e psicólogos, realizarão exames de colesterol total, circunferência abdominal, orientação nutricional e testes para avaliar o nível de estresse.

Para as participantes, serão distribuídas a revista ‘Pela Saúde do Coração’, um guia prático com dicas e orientações sobre saúde cardiovascular da mulher, elaborada sob a supervisão do cardiologista Leopoldo Piegas, codiretor da Unidade Coronariana (UCO) do HCor. Espera-se, com essas ações, impactar um público de mais de 26 mil pessoas.

“Esta Campanha visa destacar a importância de conhecer ferramentas práticas para o controle e a manutenção da saúde cardiovascular das mulheres. Para cumprir este objetivo, o HCor contribuirá com o seu know-how adquiridos nestes 40 anos”, conta Dra. Bernardete Weber, superintendente de Qualidade e Responsabilidade Social do HCor.

Calendário Mulheres pelo Coração

Criada e promovida em 2014 pela Fundación Mapfre na Espanha, a campanha já impactou milhares de mulheres. No Brasil, a iniciativa está alinhada a uma das áreas de atuação da entidade: a promoção da saúde.

Para disseminar as informações ao maior número possível de pessoas, a campanha marcará presença em dois eventos esportivos direcionados especialmente ao público feminino: a Corrida Vênus 15k, realizada no dia 4 de setembro, no Jockey Club, em São Paulo, e a Corrida W21k – Women’s Half Marathon, prevista para o dia 16 de outubro, no campus da Universidade de São Paulo (USP).

Durante os meses de setembro e outubro serão realizadas ainda seis palestras sobre doenças cardiovasculares, com a distribuição do guia em hospitais do SUS (na Bahia, Ceará e Alagoas) que mantém parceria com o Hospital do Coração.

E, para encerrar as atividades previstas para o ano, a Fundación e o HCor marcarão presença, no dia 4 de novembro, no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo, oferecendo orientação para as mulheres que passarem pelo local ao longo do dia.

Procurando emprego? Mongeral Aegon seleciona profissionais de vendas para parceria na região de Caxias do Sul

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A Mongeral Aegon, uma das cinco maiores seguradoras independentes do Brasil, está expandindo sua atuação em Caxias do Sul e abre oportunidades de parceria para pessoas interessadas em atuar no segmento de seguros de vida e previdência como consultores de benefícios autônomo.

Podem se inscrever profissionais que queiram iniciar uma nova carreira como corretores, já que a seguradora oferece programa completo de formação para a profissão, em parceria com a Escola Nacional de Seguros (Funenseg), e corretores já habilitados pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). É necessário ter ensino médio completo comprovado e residir, preferencialmente, nas cidades Caxias do Sul, Farroupilha, São Marcos e Flores da Cunha. É desejável ter experiência em vendas.

Entre os atrativos de atuar na profissão em parceria com a Mongeral Aegon estão: formação, treinamento e desenvolvimento profissionais, possibilidade de ganhos financeiros ilimitados, suporte de profissionais dedicados e participação no programa de relacionamento da empresa. Serão até seis meses de formação, nos quais os selecionados participarão de atividades práticas que os ajudarão no exercício profissional.

Os interessados devem acessar o site Seleção Mongeral Aegon (www.selecao.mongeralaegon.com.br/viviane-atarao) para efetuar o cadastro e participar das etapas online, em que conhecerão mais sobre a empresa e a profissão de corretor de seguros. Os cadastros devem ser realizados até o dia 21/09.

Mitsui Sumitomo Seguros investe em tecnologia e escolhe a TIVIT para gestão das operações de TI

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A Mitsui Sumitomo Seguros pertencente ao grupo MS&AD que está entre os 10 maiores do mundo, firmou parceria com a TIVIT, empresa líder em serviços integrados de Tecnologia na América Latina, em busca de um parceiro de tecnologia que a apoiasse em sua estratégia de crescimento. Entre os serviços de infraestrutura contratados, destacam-se as soluções de cloud computing, segurança da informação, governança e automatização de processos.

Com o novo ambiente tecnológico, o avanço na segurança e disponibilidade foi significativo. “Nós escolhemos a TIVIT, pois tínhamos a necessidade de contar com um parceiro que garantisse a estabilidade do ambiente de TI, nos desse segurança, escalabilidade e que possuísse expertise no mercado seguros. Deste modo, podemos focar em outras ações estratégicas para o negócio e ganhar competitividade”, afirma Giuliano Borro, Diretor de Tecnologia e Operações da Mitsui Sumitomo Seguros.

Fujioka Takeshi, Superintendente de Tecnologia da Informação da Mitsui Sumitomo Seguros ressalta que “a operação brasileira segue os padrões mundiais de governança do Grupo MS&AD e a TIVIT é o melhor parceiro para atingirmos nossos objetivos pois podemos contar com seus processos operacionais altamente qualificados”.

O processo de transição do ambiente de TI ocorreu em duas fases. Na primeira delas, a TIVIT assumiu a gestão da infraestrutura de tecnologia da seguradora, que possuía, até então, um modelo de gestão terceirizada.

Na segunda fase, o ambiente de missão crítica passou a contar com Disaster Recovery para todas as aplicações. Paralelo a isso, foram implantadas importantes ações proativas de sustentação para o plano de crescimento do ambiente de TI e foram criados indicadores de performance que dão à seguradora maior visibilidade sobre a governança e apoiam diretamente a tomada de decisão. Além disso, a seguradora também contratou em uma terceira localidade, posições de trabalho para casos de desastre com o prédio da matriz, dando assim continuidade de forma contingencial as atividades das áreas vitais da companhia.

“Ao entender a criticidade e as peculiaridades do mercado de seguros, implementamos uma solução que possibilitasse um avanço na infraestrutura tecnológica e também um processo de melhoria contínua da operação. Assim, os ganhos em governança e em escalabilidade já estão gerando resultados e melhorando a satisfação tanto para os clientes internos quanto externos”, ressalta Carlos Gazaffi, vice-presidente de Gestão de Tecnologia da TIVIT.

Os recursos de cloud computing permitem à Mitsui Sumitomo Seguros escalar e flexibilizar a disponibilidade de seus recursos para campanhas específicas, proporcionando uma utilização sob demanda de sua capacidade computacional. Outro ganho foi na agilidade das cotações já percebida pelos corretores. Na prática, agora é possível gerar cotações de forma mais rápida e com um maior volume. “Os corretores já estão percebendo a evolução do nosso ambiente de TI, que está impactando positivamente sua rotina de trabalho. Estes parceiros são cruciais para o sucesso do nosso negócio, por isso estamos muito satisfeitos com os resultados das mudanças”, finaliza Giuliano Borro, diretor de Tecnologia e Operações da Mitsui Sumitomo Seguros.